Meu primeiro conto: melhores amigos pra sempre

É a primeira vez que escrevo um conto. Talvez não tenha feito antes porque não me interessava, por falta de tempo ou simplesmente porque achei que vocês não ligariam, mas através dele vou me abrir e contar um episódio que ainda não consigo acreditar que foi real.Eu tenho 23 anos e estou namorando, mas faz uns dois meses teve o aniversário de um dos meus melhores amigos, que também foi meu colega de escola. Eu estudei na mesma escola (não importa o nome) desde os cinco anos, e desde lá formamos um grupo de amigos que continua firme até hoje.

(Os nomes que vão aparecer nessa história vão estar trocados por questão de privacidade pra eles e pra mim.)

O negócio é que a gente fez o aniversário de 23 anos do Agustín, que tava com a casa vazia e chamou os mais chegados pra fazer algo "tranquilo". Como era algo "tranquilo", ninguém levou as namoradas nem outros amigos, era só uma resenha e pronto.

Cheguei com o Cristian e o Emiliano, e já estavam o Ignacio, o Lucas e o Miguel. Faltavam chegar o Joaquín, o Fernando e as seis minas: Victoria, Florencia, Ana Clara, Mariela, Sofía e Jésica.

Mariela, Sofía e Jésica eram minhas amigas desde o jardim de infância, com quem a gente passava tardes comendo lanche e saindo com os pais. Nunca, mas nunca mesmo na minha vida, encostei um dedo nelas (talvez um selinho brincando de semáforo). Com a Victoria eu tinha uma boa relação, e com a Florencia e a Ana Clara nem me dava bem. Já entre os caras, todo mundo era do mesmo grupo de amigos.

Florencia foi a primeira a chegar, mas na mesma hora chegaram também Mariela, Sofía e Jésica. Meia hora depois apareceram Florencia e Ana Clara, que vieram juntas.

Começamos a tomar cerveja, fernet com coca e vinho com fanta, enquanto a gente trocava histórias da escola e morria de rir do Facundo, um ex-colega que era o palhaço da turma.

Antes de mais nada, vou descrever as minas pra vocês imaginarem melhor a situação:

Victoria é magra, deve ter uns 1,70, tem cachos definidos por todo o cabelo, uma bunda pequena mas redondinha e uns peitos bonitos. Tá namorando há seis anos e tem um gênio bem forte. Além disso, é muito divertida, mas isso pouco importa.

Florencia é de corpo mediana, deve ter uns 1,73, usa óculos e de rosto não é muito bonita. Também não tem muita bunda, mas tem uns peitos que pareciam ser bons (nunca vi ela de decote, mas dava pra ver o volume). É a mais chata de todas, mas tava solteira.

Ana Clara era magra, mas tinha um quadrilzão. A bunda grande e gorda dela era o que mais chamava atenção, já que não tinha peitos e de rosto era um seis. Nunca gostei dela, mas era uma questão pessoal. Tinha terminado com o namorado fazia uns dois ou três meses.

E agora é a vez de apresentar minhas melhores amigas, as mais gostosas pra mim, mas, ao mesmo tempo, as mais "virgens":

Mariela deve ter uns 1,65, mas é grandona de corpo. Tem os peitos maiores de todas e sempre anda de decote. Olha, isso não faz dela uma puta, já que eu deixei claro que elas não são, mas é a que mais se mostra das três. Além disso, tem uma bunda bem empinada e gorda, porque anda de patins. Nunca teve namorado e só ficou com um cara na vida toda.

Sofia tem olhos verdes e uns peitos lindos (no tamanho certo). Sempre foi apaixonada por mim desde pequena e eu nunca dei bola. De rosto é muito bonita e não tem muita bunda. Tem namorado e foi o único cara com quem ficou.

Por último, Jésica é a mais gostosa de todas. De rosto é perfeita e tem os melhores peitos que podem existir. Foi a que mais me deixou com tesão durante toda a minha vida, mas nunca tive coragem de falar nada, não queria estragar uma vida inteira de amizade. Aliás, ela é modelo. Também tá namorando há cinco anos e, também, foi o único cara com quem ela transou.

Bom, já apresentei todas. Então agora vou contar a história, que é por isso que vocês tão me lendo.

Acontece que eram umas duas da manhã, e a gente já tava meio bêbado. Aí decidimos jogar "Rei Manda", um jogo onde você tem uma carta, e se tirar o rei, decide o que a outra carta que você escolher tem que fazer. Por exemplo: Você fala que o três de paus tem que tomar um fondo branco de fernet. Então, a pessoa que tem O três de paus tem que fazer.

Já eram duas e meia, e de tanto fundo branco que a gente tomou, não queríamos saber de mais nada. Tava geral doidão (uns mais que outros) e o jogo perdeu totalmente a linha.

Lembra, éramos todos amigos e ninguém nunca tinha pegado nenhuma das minas que estavam ali.

De repente, o Rei caiu pro Cristian, que era o mais louco de todos. E ele decide que o quatro de copas tem que apalpar a bunda do seis de espadas. Todo mundo concordou que o quatro de copas era o Agustín, o aniversariante, e a Sofia, que no começo não queria, mas acabou aceitando se fosse um tapa rápido. Depois foi minha vez e eu falei que o dois de ouros beijasse o pescoço do ás de espadas, e no fim a Ana Clara beijou o pescoço da Jésica. Juro que lembro desse momento e fico excitado.

O jogo foi rolando assim (sem passar dos limites) até que de novo o Cristian, com o Rei na mão, falou que o ás de espadas se pegasse com o três de espadas. Sabe quem era? Florencia e Victoria. As duas recusaram na hora, mas convencer uma mulher bêbada é mais fácil que convencer um moleque de seis anos. As duas se deram um beijão, e a gente se olhou todo mundo pensando “é a nossa noite”.

Na rodada seguinte, foi a vez do Emiliano se pegar com a Sofia, que já se queriam desde pequenos, mas a Sofia ignorava por causa do relacionamento dela.

Depois foi minha vez com a Ana Clara, que eu até curtia mas odiava ao mesmo tempo. Claro que a gente topou. Não tava nem aí pra nada.

Lá pelas três e meia (já tínhamos beijado todo mundo), a Jésica parou o jogo porque disse que não dava mais. Parece que bateu culpa porque tinha namorado.
Aí a gente se espalhou: uns foram fumar no quintal, outros pro computador e outros ficaram na sala bebendo.

A Ana Clara era a mais puta de todas (não precisava de muito mérito porque todas eram umas santas), e se agarrou com o aniversariante. Terminaram no quarto dele e a gente... Ficamos conversando sobre aquela situação.

A casa tem dois banheiros: um embaixo, que era onde todo mundo ia, e outro em cima, do lado do quarto do Agustín. Como a Florencia estava no banheiro de baixo, resolvi ir no de cima, porque não aguentava mais o xixi (desculpa pela falta de sutileza). E quando chego no banheiro, ouço os gritos da Ana Clara:

- Filho da puta! Como você tá me fazendo gozar.
- Tá gostando, sua puta?
- Adoro. Me dá mais. Ah, ah, sim, adoro.

Isso era só um pouco do que dava pra ouvir.

Obviamente, a situação me deixou muito excitado e acabei mijando com o pau todo duro. Quando estou me arrumando (olhando pra porta), entra a Jésica e (acho, nunca perguntei) ela acabou vendo. Vou contar: meu pau tem 19 x 5, não acho que ela tenha se assustado por ser grande nem caído na risada por ser pequeno. É normal, puxando pra cima.

- Nossa, desculpa, pensei que não tinha ninguém – Ela falou, entre risadas.
- Haha, sem problema – Respondi.
- Ai, pelo amor, dá pra ouvir tudo o que esses dois tão fazendo.
- É, né. Tão esfregando na cara dos outros.

Quando saio do banheiro, percebo que a porta não está totalmente fechada e falo:

- Esses idiotas nem se deram ao trabalho de fechar a porta!
- Né! Fecha que quero ir ao banheiro. – Ela me corta na hora.

A curiosidade me matou. Então abro a porta só um pouquinho e, sem fazer barulho, consigo ver a Ana Clara cavalgando em cima do Agustín.

Eu tava com um tesão do caralho (e olha que já tinha batido uma punheta antes) e de repente a Jésica aparece. Me vê olhando a situação e também, por curiosidade, entra na parada.

Os gritos da Ana Clara já ecoavam pela casa toda, mais ou menos. E nisso, a Jésica se coloca na minha frente pra ver melhor e comenta:

- Nossa, mas ela tá destruindo ele!

Não falei nada. Não tinha explicação pro tesão que eu tava sentindo. A Jésica com certeza tava na mesma, porque não tirava os olhos da cena.

- Ah, ah, filho da puta, que pau que você tem! – A Ana Clara comentava no auge do êxtase. Excitação.

De repente, Jéssica dá um passo pra trás e encosta a bunda no meu pau (acho que foi sem querer) e rapidamente se afasta quando percebe.

Foi isso que me fez perder a cabeça de vez: agarrei a Jéssica pela cintura, encostei ela de costas e falei:

— Não aguento mais!
— Ai, Mariano, você tem namorada.

Ignorei o que ela disse, peguei a mão dela à força e coloquei no meu pau:

— O que você tá fazendo? — Ela disse, tirando a mão rapidamente.

— Vai, ninguém vai ficar sabendo — Respondi, puxando ela pelo queixo pra dar um beijo que finalmente aconteceu.

Começamos a nos beijar a mil por hora na porta do quarto do Agustín, e o barulho foi tanto que eles perceberam.

O "ninguém vai ficar sabendo" já tinha ido pro espaço, e o Agustín, que tinha parado o que tava fazendo com a Ana Clara, nos emprestou o quarto dos pais dele.

— Vamos? — Perguntei pra Jéssica.
— Tá bom — Ela respondeu, tímida.

Começamos a nos beijar, nos acariciar e nos tocar. Tirei a camiseta dela e ela ficou de sutiã. Aqueles peitos que já pareciam perfeitos com a roupa, vocês não imaginam como eram no sutiã.

Comecei a acariciar por cima e meti a mão por dentro. Cheguei a tocar num mamilo, e isso deixou ela louca. Na hora, ela colocou a mão no meu pau e tirou meu cinto. Desabotoei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela: isso a enlouquecia, porque ela soltava gemidos baixinhos, mas gemidos mesmo.

Ela tirou minha camiseta e a calça jeans ao mesmo tempo. Fiquei de cueca, e ela enfiou a mão por dentro e começou a me masturbar. Enquanto isso, eu desabotoava a calça jeans dela e via aquela bunda linda.

Ela tirou minha cueca e disse:

— Então esse é o menino que conheci no jardim de infância? Olha como cresceu.
— A menina também cresceu, e muito — Respondi.

Ela começou a me chupar na hora que eu tava duro igual a um pedaço de pau.

— Você tem maior que o meu namorado. Quero que saiba — Ela soltou.

Naquele momento, já tava com vontade de gozar, mas me segurei.

Só tinha chupado a buceta na minha namorada até agora, porque não sou muito fã disso. Mas tamanha era minha excitação que tirei a boca dela do meu pau e desci até o clitóris dela.

- Ahh, mas olha que ousado – Ela chegou a me dizer.

Não respondi.

Ela começou a gemer baixinho e com o passar dos segundos aumentava o volume. A buceta dela era uma delícia e quando comecei a chupá-la já estava toda molhadinha.

As bolas iam explodir se eu não penetrasse ela. Então, tirei minha boca da buceta dela, subi em cima dela e comecei a bombar com muita vontade.

- Ah, AHHHH, AYYY BOLUDO COMO EU SINTO! – Ela disse, completamente excitada.
- Tá gostando? Não pode ser tão gostosa, filha da puta! – Respondi, completamente excitado.

De repente aconteceu o que eu menos queria: alguém abriu a porta.
Eram Agustín e Ana Clara, que pareciam ter terminado o deles e queriam encher o saco. Foi o que pensei.

- Que porra vocês estão fazendo? – Perguntei quando acenderam a luz.
- Nada, viemos pegar uma coisa – Respondeu Agustín, rindo junto com Ana Clara.
- Então peguem logo – Retruquei.
- Calma, mano – Já estamos indo.

Nisso, apagam a luz e fecham a porta. Mas imaginei que não tinham ido embora porque ouvia as respirações deles.

Aí Agustín dá uns passos e acende o abajur (que a gente não tinha ligado antes só porque nem percebemos que estava ali).

- Vamos foder todo mundo! – Solta Agustín.

Claro que eu concordava com a decisão dele, mas pra não incomodar a Jésica, não falei nada.

Meu pau continuava ereto, mas não tão duro como antes: a situação tinha me desconcertado um pouco.

- Continuem – Diz Agustín.

Jésica não disse nada, mas parecia que topava fazer com eles por perto porque também não recusou. Começamos a nos beijar de novo e meu pau ficou duro em questão de milésimos.

Achei que ela tinha secado, mas quando enfiei os dedos pra conferir (sim, a primeira vez que fiz isso) ), percebi que continuava tão molhada quanto antes.

Penetrei ela de novo, enquanto Ana Clara fazia um boquete no Agustín.

- Que porra os outros tão fazendo? – Pensei.
- Que merda isso importa agora – Respondi pra mim mesmo na hora.

Tava metendo com toda a vontade do mundo na Jésica, enquanto ela curtia, mas se segurava nos gemidos. Talvez a presença dos outros dois inibisse ela um pouco.

Passaram uns três minutos e o Agustín conseguiu penetrar a Ana Clara. O Agustín tinha um belo pedaço, que se destacava pela grossura.

Ana Clara gritava que nem uma condenada. E se mexia como uma expert. Isso me deixou ainda mais excitado.

Comecei a meter mais forte na Jésica de tão tesudo que tava. A vontade de gozar tava latente, mas eu me segurava naquele prazer sexual que tava vivendo.

Coloquei as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter.

- Nossa, como sinto ela assim. AH, AHHHH, AYYY SIM, EU AMOOO! – A Jésica se soltou.
- Que festinha, parceiro! – O Agustín mandou.

Tava descontrolado. Tirei as pernas dela dos meus ombros e coloquei ela de quatro. Comecei a bombear ela de um jeito que minhas bolas batiam na bunda dela e faziam um barulho de arrepiar.

Enquanto eu bombava, ela olhava pro outro casal e parecia que isso a excitava ainda mais. Os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes e eu sentia que a buceta dela tava completamente molhada.

Do outro lado, o Agustín também bombava a Ana Clara de quatro e dava pra ver que tava doendo, porque ela segurava o travesseiro com força.

De repente, o Agustín fez um sinal pra trocar. A verdade é que eu tava totalmente louco pra comer aquela gostosa, mas não podia negar pra quem me emprestou o quarto dos pais dele.

Sem falar nada, parei de foder a Jésica e trocamos de posição rápido. A Jésica levantou o olhar pra ver o que tava rolando, mas o Agustín meteu tão rápido que ela não teve tempo de falar nada.

- AHHHHHHH, AHHH, OOOOH AYYY QUE TESUDA QUE EU TO, QUE GOSTOSAS SÃO MINHAS AMIGAS! – chegou a dizer Jéssica, enquanto Ana Clara me fazia um boquete foda.

Nunca tinham chupado minha pica tão bem, ou talvez eu estivesse tão tarado que qualquer coisa me parecia incrível.

Tava comendo duas colegas de escola de toda a vida, sendo que uma era uma das minhas melhores amigas, com meu melhor amigo na casa dos pais dele. Era tudo tão louco, mas gostoso ao mesmo tempo.
Jéssica, como eu disse, só tinha ficado com o namorado até então. E naquela noite já tava dando pra dois caras.

Tirei minha pica da boca de Ana Clara e me deitei pra ela subir em cima. Assim que fiz esse movimento, Agustín agarrou Jéssica com força e fez o mesmo. As duas montavam na gente e gemiam de prazer.

Do nada, Ana Clara agarra o rosto de Jéssica e dá um beijo à força. Isso nos deixou de pau duro pra caralho e começamos a meter com tudo.

Jéssica era linda de rosto, e quando gozava ficava ainda mais. Me deixava com muito mais tesão que Ana Clara, mas não podia recusar trocar.

Jéssica começa a cavalgar com fúria na pica grossa do Agustín:

- AH, AH, AH, TÁ ME MATANDO, FILHO DA PUTA! AH AH AYYYYYYY QUE GOSTOSO ISSO – Gemeu e suspirou ao gozar.

Terminei de ver essa cena e não consegui segurar a vontade de gozar. Tirei minha pica e na hora Ana Clara colocou a boca, enquanto, do outro lado, Agustín continuava metendo em Jéssica, que gritava igual uma condenada.

Jorrei na boca de Ana Clara, e Agustín também ficou com vontade. Mas Jéssica soltou um "nem louca" quando Agustín deu a entender que ela fizesse o mesmo que Ana Clara.

Então, o aniversariante se aproximou de Ana Clara e fez o mesmo, ficando ela toda leitada na cara e no corpo.

Acendemos a luz e fomos pro banheiro. Ana Clara abriu o chuveiro e se enxaguou lá. Agustín e eu lavamos na pia do banheiro enquanto Jéssica ficou no quarto se trocando.

Nos trocamos e descemos os quatro ao mesmo tempo. Tava completamente desnorteado e Jésica acho que também, porque não soltou uma palavra. A gente tava namorando e a culpa bateu forte.

Eram quatro e meia da tarde. A Sofia, a Florença, o Emiliano e o Cristian estavam dormindo nos dois sofás que tinha. O resto, batendo papo na mesa. A gente entrou na conversa e ninguém tocou no assunto até o dia seguinte, quando no grupo do WhatsApp o Ignácio perguntou e o Agustín contou tudo. Com a Jésica eu só troquei uma ideia uma vez depois daquele dia e nem mencionei o assunto.

Foi a melhor experiência sexual que já tive na vida: consegui comer a mina que me deixava de pau duro durante meus 23 anos, e ver ela gozando na pica de outro. Além disso, pude meter em alguém que eu detestava, e isso faz você meter com ódio, o que dá um tesão do caralho. Tudo isso, compartilhado com meu melhor amigo. Na casa dele. Não tem comparação.

Sei que exagerei escrevendo, mas desabafei sobre uma experiência que só meus amigos sabiam. Espero que tenham curtido e ficado de pau duro igual a mim, que ao escrever e lembrar de tudo que rolou, fiquei completamente duro de novo.Valeu por me ler...

2 comentários - Meu primeiro conto: melhores amigos pra sempre

buenisimo. reco y fav,, volvere con los porotos!!
Luni_91 +1
Realmente no pareciera q fuese tu primer relato...
Me encanto...
No conocía ese juego de prendas...ya lo jugare alguna noche loca...jajaja
Te dejo puntitos y besitos...