Banho de estacionamento

Em casa, entediado, tento achar algo pra me entreter e não encontro nada. Primeiro o videogame... nada, depois o computador... nada, a TV e o celular, também nada. Decido sair pra tomar um ar, dar uma volta. Ando até o centro e entro numa lojinha de roupa íntima. Me chama a atenção um conjunto pra dar de presente pra minha namorada. Olho em volta meio sem graça e vejo uma garota, típica ruiva com sardas, cara de ser meio sonsa. Chego perto e pergunto o preço. Me chama a atenção que ela tá lendo "Cinquenta Tons de Cinza", e pergunto, pedindo desculpas por ser intrometido, se ela gostava do livro. Ela disse que sim, e meio na brincadeira falou que praticava aquilo. Tentei puxar conversa pra ver o que eu conseguia tirar dali, e pronto, lá estava eu, paquerando uma ruiva de 23 anos, que era mais puta que galinha.

Depois de um tempo conversando, ela me convidou pra nos vermos depois que ela fechasse a loja. Aceitei de bom grado, enquanto pensava em como fazer pra comer ela logo de cara. Chega a hora, espero ela. Vamos a um café que ficava a duas quadras dali, e me fiz de cavalheiro por mais um tempo, até que ela começou a me contar coisas íntimas e eu a fazer o "que interessante". Falei que sabia fazer coisas que ninguém poderia ensinar e blá blá blá. Ela me agarrou a perna por baixo da mesa e disse com a cabeça, "vamos".

Ao sair de lá, fomos pro banheiro da estação de trem. Comecei a beijar ela e fui direto ao assunto. Virei ela de costas, baixei a calça e a calcinha dela de uma vez. Molhei a pica e enfiei devagar, centímetro por centímetro. Quando ela gemia, eu tirava um pouquinho. A safada dizia "não, não" entre gemidos. Me pediu pra arrebentar a buceta dela, fazer ela virar merda. E eu enfiei de uma vez. Ela gritou, e talvez as gatinhas que estavam lá tenham ouvido, mas eu não tava nem aí, eu tava comendo.

Dei uns tapas fortes na bunda dela e tirei. Levantei uma perna dela em cima do vaso e, de frente, enfiei de novo. Apertei os peitos dela e, enquanto comia, fiz um chupão. A puta disse que não, que tinha namorado e ele ia perceber. Conta, pensei comigo mesmo: "vai se foder, sua puta, e o outro corno também". Eu continuei e ela gritava e gemia. De repente, ouvimos baterem na porta e ela, com a voz mal saindo da garganta, gritou: "ocupado"... haha. Eu ria por dentro. De repente, ela gozou em mim e, entre tantos gritos e espasmos, eu gozei dentro dela. Tirei o pau e jorrei toda a calça jeans preta dela com porra. Levantei minha calça e fui embora, deixando ela apoiada nos azulejos, suando e ofegante. No fim, me distraí com alguma coisa, haha.Beleza, galera! Até a próxima, abraços!

3 comentários - Banho de estacionamento

La prepotencia del protagonista es casi repelente xD Pero:

" pense por dentro mio:"jodete puta,y el otro cornudo" "

Lo que me he podido reír con esto xD Tengo muchos recuerdos en baños de Boliches y Bares que se asemejan a este relato, real como la vida misma, si señor, eso si, por lo general se quedan con ganas de mas, difícilmente dejan que te vayas solo, son jodidas, por eso las quiero 😉

Un saludo colega.