Tudo aconteceu numa noite em que eu ia sair pra dançar.
A gente tava na casa de um amigo bebendo umas, fazendo um pré. Nós dois, mano a mano.
Cerveja vai, cerveja vem, já tava ficando no clima (se pegando). Nisso, enquanto a gente tava lá bebendo, ele resolveu botar uns filmes pornô (ele não sabia que eu era bi). Começamos a ver e a ficar com tesão vendo aquilo e bebendo, aí ele fala: "olha como eu tô", e segura a rola por cima da calça. Eu já tava mais excitado ainda. Sentamos no sofá vendo o filme e ele diz: "te incomoda se eu tirar e bater uma?" Eu respondi: "não, de jeito nenhum." Tava morrendo de vontade que ele tirasse.
Ele solta o botão, abaixa o zíper e desce a cueca junto com a calça, deixando o pau bem duro de tesão. Eu não conseguia parar de olhar, mas não queria que ele soubesse que eu era bi. E me sentia desconfortável, até que num momento ele fala: "tira a calça e a gente bate uma juntos." Aí eu falo: "beleza." Abaixo a calça e começamos a nos masturbar. Nisso ele diz: "vamos fazer de mão trocada, você pega no meu pau e bate uma pra mim, e eu faço o mesmo com você." "Beleza", falo.
Aí ele responde: "tava brincando, falei zuando", e ri. "Mas se quiser, bate uma pra mim, se gostou da ideia, mas eu não vou fazer isso em você."
"Sem problema", falei, e comecei a bater uma pra ele. Depois de um tempo, ele diz: "e se você chupar um pouco?" Falei: "beleza", e comecei a lamber as bolas dele, subindo devagar até chegar na cabeça e brincar com ela... Eu tava voando de tesão. Nisso, a campainha toca. A gente subiu as calças e ele foi abrir. Era a namorada dele, que tinha brigado com uma amiga. Isso significava que ele não ia pro baile. Então me despedi e chamei um táxi.
Tava lá fora esperando o táxi, e meu tesão era enorme, tava com uma vontade de rola.
Chega o táxi (o motorista, uns 45 anos) e falo: "me leva até o baile." Entro e a gente arranca.
Fui um tempão no caminho, conversando sobre a vida, sobre mulheres, todo tipo de assunto que dois caras conversam. Nisso, começo a olhar pro pau dele sem perceber. conta. até que num momento ele me pergunta — você é gay? aí eu respondo — não, sou bi, por quê? — por que você não para de olhar pro meu pau. ele me diz — você gostaria de ir pra outro lugar em vez do baile? — pra onde? eu pergunto. — não pergunta, ele diz, vou te levar pra um lugar bonito. a gente andou uns quilômetros na zona rural e parou num hotel. ele pede um quarto e a gente vai pro cômodo. abrimos a porta e mal ele fecha, me agarra e me aperta contra a parede e começa a me beijar como um desesperado, tocando toda minha bunda e apertando. eu, pra não ficar pra trás, começo a tocar o volume dele. ele tira minha camiseta e começa a lamber meus mamilos e apertá-los. eu faço o mesmo, desabotoo a camisa dele enquanto nos beijamos, tiro ela. e começo a lamber o corpo dele até me ajoelhar e ficar de frente pro pau dele. desabotoo o cinto, solto os botões e abaixo a calça. em seguida, abaixo a cueca dele, deixando sair um pau muito gostoso com uns ovos bem grandes e caídos. e começo a lamber os ovos por um bom tempo, colocando um de cada vez na minha boca, começo a lamber a haste até chegar na cabeça e enfio o máximo que consigo na boca e começo a chupar ele de um jeito, e ele cooperava segurando minha cabeça e empurrando ela contra o pau dele. ele tira a calça que tava abaixada e fica completamente nu. ele tira minha calça e cueca e abre minhas pernas e começa a lamber minha bunda. ele sabia o que tava fazendo, me fazia voar de prazer, aí eu dizia — me fode, vai, que não aguento mais, quero ela toda dentro de mim. e ele continuava lambendo até que começou a enfiar um dedo, depois desse dedo, ele se levantou e começou a beijar meu pescoço e procurar minha bunda. o pau dele tava estourando de duro, ele abriu um pouquinho e começou a entrar com aquela cabecinha, eu sentia cada parte que entrava até ter ela toda dentro. ele pegava no meu pau e me comia com força em pé. não demorou muito me comendo forte que ele diz — vou gozar, onde você quer o leite? — coloca na minha boca pra eu tomar tudo, vai, me dá, eu digo e começo a lamber ele e ele começa a soltar gozo Minha boca. Ela era bem grossa, engoli ela toda e passei bem a língua na cabeça da pica pra limpar.
Não termina aí, haha.
A gente deitou um tempo pelados pra descansar um pouco. Depois de uma hora mais ou menos, falei: "vamos pra jacuzzi?"
Sem pensar, ele levantou e a gente foi. Ele entrou e sentou primeiro, e depois fui eu e sentei em cima dele. Ele pegou minha pica e começou a bater uma pra mim devagar. Me virei e a gente começou a se beijar e se tocar, e aí a pica dele começou a subir de novo. Aí sentei e comecei a cavalgar. Ele apertava minha bunda com as mãos bem forte. Ele me levantou e me apoiou de costas na borda da jacuzzi e começou a me comer com força. E eu gritava:
— Vai mais forte!!!!!!!! Quero sentir você bem!!!! Arrebenta meu cu, vai, arrebenta!!!!!
E ele cada vez metia com mais força. Me virou, me colocou de quatro e começou a meter com força. Tirou a pica e me fez chupar bem por um bom tempo. Sentou na borda e eu sentei na pica dele e comecei a me mexer que nem um desesperado. Tava tão tesuda que comecei a gozar pulando na pica dele. E ele continuava como se nada. Me colocou de quatro de novo e começou a lamber minha bunda toda. Me segurou pela cintura e começou a me comer de novo. Bem forte. Até que num momento ele fala:
— Quer tomar tudo de volta?
E eu falo:
— Não, agora enche minha bunda. Me dá essa porra.
Comecei a falar e ele deu mais três ou quatro estocadas e começou a gozar na minha bunda. Eu sentia cada jato de gozo. Ele terminou de gozar e eu chupei bem a pica dele por um bom tempo.
Conto até aqui pra não deixar a história mais longa. Mas isso continuou por grande parte da noite.
Felizes punhetas. Preciso de uma pica já porque tô muito tesuda contando isso.
Quero gozo. Deixem comentários.
A gente tava na casa de um amigo bebendo umas, fazendo um pré. Nós dois, mano a mano.
Cerveja vai, cerveja vem, já tava ficando no clima (se pegando). Nisso, enquanto a gente tava lá bebendo, ele resolveu botar uns filmes pornô (ele não sabia que eu era bi). Começamos a ver e a ficar com tesão vendo aquilo e bebendo, aí ele fala: "olha como eu tô", e segura a rola por cima da calça. Eu já tava mais excitado ainda. Sentamos no sofá vendo o filme e ele diz: "te incomoda se eu tirar e bater uma?" Eu respondi: "não, de jeito nenhum." Tava morrendo de vontade que ele tirasse.
Ele solta o botão, abaixa o zíper e desce a cueca junto com a calça, deixando o pau bem duro de tesão. Eu não conseguia parar de olhar, mas não queria que ele soubesse que eu era bi. E me sentia desconfortável, até que num momento ele fala: "tira a calça e a gente bate uma juntos." Aí eu falo: "beleza." Abaixo a calça e começamos a nos masturbar. Nisso ele diz: "vamos fazer de mão trocada, você pega no meu pau e bate uma pra mim, e eu faço o mesmo com você." "Beleza", falo.
Aí ele responde: "tava brincando, falei zuando", e ri. "Mas se quiser, bate uma pra mim, se gostou da ideia, mas eu não vou fazer isso em você."
"Sem problema", falei, e comecei a bater uma pra ele. Depois de um tempo, ele diz: "e se você chupar um pouco?" Falei: "beleza", e comecei a lamber as bolas dele, subindo devagar até chegar na cabeça e brincar com ela... Eu tava voando de tesão. Nisso, a campainha toca. A gente subiu as calças e ele foi abrir. Era a namorada dele, que tinha brigado com uma amiga. Isso significava que ele não ia pro baile. Então me despedi e chamei um táxi.
Tava lá fora esperando o táxi, e meu tesão era enorme, tava com uma vontade de rola.
Chega o táxi (o motorista, uns 45 anos) e falo: "me leva até o baile." Entro e a gente arranca.
Fui um tempão no caminho, conversando sobre a vida, sobre mulheres, todo tipo de assunto que dois caras conversam. Nisso, começo a olhar pro pau dele sem perceber. conta. até que num momento ele me pergunta — você é gay? aí eu respondo — não, sou bi, por quê? — por que você não para de olhar pro meu pau. ele me diz — você gostaria de ir pra outro lugar em vez do baile? — pra onde? eu pergunto. — não pergunta, ele diz, vou te levar pra um lugar bonito. a gente andou uns quilômetros na zona rural e parou num hotel. ele pede um quarto e a gente vai pro cômodo. abrimos a porta e mal ele fecha, me agarra e me aperta contra a parede e começa a me beijar como um desesperado, tocando toda minha bunda e apertando. eu, pra não ficar pra trás, começo a tocar o volume dele. ele tira minha camiseta e começa a lamber meus mamilos e apertá-los. eu faço o mesmo, desabotoo a camisa dele enquanto nos beijamos, tiro ela. e começo a lamber o corpo dele até me ajoelhar e ficar de frente pro pau dele. desabotoo o cinto, solto os botões e abaixo a calça. em seguida, abaixo a cueca dele, deixando sair um pau muito gostoso com uns ovos bem grandes e caídos. e começo a lamber os ovos por um bom tempo, colocando um de cada vez na minha boca, começo a lamber a haste até chegar na cabeça e enfio o máximo que consigo na boca e começo a chupar ele de um jeito, e ele cooperava segurando minha cabeça e empurrando ela contra o pau dele. ele tira a calça que tava abaixada e fica completamente nu. ele tira minha calça e cueca e abre minhas pernas e começa a lamber minha bunda. ele sabia o que tava fazendo, me fazia voar de prazer, aí eu dizia — me fode, vai, que não aguento mais, quero ela toda dentro de mim. e ele continuava lambendo até que começou a enfiar um dedo, depois desse dedo, ele se levantou e começou a beijar meu pescoço e procurar minha bunda. o pau dele tava estourando de duro, ele abriu um pouquinho e começou a entrar com aquela cabecinha, eu sentia cada parte que entrava até ter ela toda dentro. ele pegava no meu pau e me comia com força em pé. não demorou muito me comendo forte que ele diz — vou gozar, onde você quer o leite? — coloca na minha boca pra eu tomar tudo, vai, me dá, eu digo e começo a lamber ele e ele começa a soltar gozo Minha boca. Ela era bem grossa, engoli ela toda e passei bem a língua na cabeça da pica pra limpar.
Não termina aí, haha.
A gente deitou um tempo pelados pra descansar um pouco. Depois de uma hora mais ou menos, falei: "vamos pra jacuzzi?"
Sem pensar, ele levantou e a gente foi. Ele entrou e sentou primeiro, e depois fui eu e sentei em cima dele. Ele pegou minha pica e começou a bater uma pra mim devagar. Me virei e a gente começou a se beijar e se tocar, e aí a pica dele começou a subir de novo. Aí sentei e comecei a cavalgar. Ele apertava minha bunda com as mãos bem forte. Ele me levantou e me apoiou de costas na borda da jacuzzi e começou a me comer com força. E eu gritava:
— Vai mais forte!!!!!!!! Quero sentir você bem!!!! Arrebenta meu cu, vai, arrebenta!!!!!
E ele cada vez metia com mais força. Me virou, me colocou de quatro e começou a meter com força. Tirou a pica e me fez chupar bem por um bom tempo. Sentou na borda e eu sentei na pica dele e comecei a me mexer que nem um desesperado. Tava tão tesuda que comecei a gozar pulando na pica dele. E ele continuava como se nada. Me colocou de quatro de novo e começou a lamber minha bunda toda. Me segurou pela cintura e começou a me comer de novo. Bem forte. Até que num momento ele fala:
— Quer tomar tudo de volta?
E eu falo:
— Não, agora enche minha bunda. Me dá essa porra.
Comecei a falar e ele deu mais três ou quatro estocadas e começou a gozar na minha bunda. Eu sentia cada jato de gozo. Ele terminou de gozar e eu chupei bem a pica dele por um bom tempo.
Conto até aqui pra não deixar a história mais longa. Mas isso continuou por grande parte da noite.
Felizes punhetas. Preciso de uma pica já porque tô muito tesuda contando isso.
Quero gozo. Deixem comentários.
2 comentários - Taxista gostoso e uma viagem delícia (gay)