Laura Gomez: Minha Primeira Veterana (100% real)

Fala galera, beleza? Como é que cêis tão? O motivo desse relato é que eu leio tantos contos que são bons e sempre tento pegar aqueles que são reais, o problema que eu noto é que fazem em partes e, na real, isso deixa pra novela, pra relato tem que começar e terminar (pelo menos eu acho).
Enfim. Vou contar que esse relato é real, aconteceu comigo uns anos atrás quando eu tinha 25 e tava pegando geral como nunca. Foi em fevereiro que entrei no chat do Terra e, na real, já tava enjoado de comer umas novinhas e queria algo novo, aí entrei na sala dos maiores de 50 a 60 pra ver qual era.
Na hora me zuaram por colocar minha idade e todas essas besteiras que as coroas falam, que elas são limpinhas, espertas, etc.
Aí entrei de novo e botei meu nome e cidade, foi quando comecei a conversar com "Laura Gomez". Começamos o papo naquele domingo à tarde e trocamos e-mail do hotmail pra poder conversar de novo, não foi nada demais, só falamos besteiras porque ela tinha que ir trabalhar no cyber.

Entre conversas do escritório, decidimos nos ver numa quinta-feira da mesma semana. Lembro que tava calor e nos encontramos em Caballito, na Acoyte e Rivadavia (mais de um vai saber do que tô falando desse lugar) e a espera no primeiro andar de um bar bem conhecido naquela esquina, foi quando vi ela entrar. Tava de jeans tipo capri bem justinhos que destacavam a raba dela e uma blusa comprida justa no corpo preta que destacava os peitões enormes. Laura Gomez era gordinha, não muito gorda, tinha 52 anos naquela época e se cuidava bem, muito arrumada e bem chamativa com aqueles sapatos de salto de cortiça.
Esses sapatos faziam ela andar bem ereta e jogava a raba pra trás o máximo que podia, roubando os olhares de mais de um.
Quando vi ela, o nervosismo me tomou e foi quando desci pro banheiro primeiro pra me preparar pra chegar nela. Antes do encontro, já tínhamos conversado sobre uns temas bem quentes onde ela me contava sobre parceiros mais velhos e os gostos de mulheres adultas que nunca aconteceram.
Quando encarei ela, dei um beijo de língua e notei que a camiseta dela era de lycra com um decote em V enorme que destacava ainda mais os peitos e dava pra ver os bicos bem durinhos.
Ela não recusou o beijo de língua, então levei ela pro primeiro andar pra conversar, sentei do lado dela e começamos a papear por uns 10 minutos até que eu comi a boca dela e comecei a massagear os peitos dela e jogar gotas de água neles.
Ao mesmo tempo, eu tava passando a mão na buceta dela no restaurante e notei que a calça jeans dela tava quase molhando, e foi aí que, os dois extasiados, saímos pra pegar um táxi que nos levasse a quatro quarteirões dali, onde tinha um hotel.
Ao entrar no quarto, começamos a nos beijar, eu agarrava com força a bunda enorme dela e os peitos dela. Tirei aquela camiseta preta de lycra pra ver os peitos dela explodindo na minha boca e morder e chupar eles com força.
A cara da Laura Gomes mostrava dor, mas ao mesmo tempo excitação, e foi tanta excitação que quando enfiei dois dedos na buceta dela, os sucos dela escorreram pelos meus dedos naquele momento, e ela gritava dizendo "Nunca senti isso assim!!!" e meus dedos entravam e saíam uma e outra vez da buceta molhada dela enquanto eu mordia os peitos dela.
Ficamos assim por uns 15 minutos até que ela gozou duas vezes e foi pro banheiro se preparar. Quando voltou, veio de roupa íntima, um conjunto de renda com lacinhos pretos e uma calcinha combinando, dava pra ver o quanto a calcinha dela tava molhada das gozadas anteriores, e quando eu abracei ela, ela baixou minha calça e minha cueca e começou a chupar minha pica devagar, primeiro a cabeça, com beijos e língua, por um bom tempo até que, sem eu falar nada, ela começou a dar cabeçadas desenfreadamente até o tronco da pica sumir na garganta dela, motivo pelo qual eu peguei na cabeça dela e enfiei até o fundo, e a única coisa que ela me pediu foi que eu não gozasse dentro.
Motivo pelo qual eu joguei ela na cama, tirei a calcinha dela e, espremendo os peitos dela com as mãos, chupei a buceta dela. palavra: buceta limpinha e bem depiladinha da minha primeira coroa, o clitóris enorme dela facilitava meu trampo, mal encostava a língua, a Laura Gomez gemia que nem a puta que era, até que me pediu pra comer ela com as palavras mais doces que eu já tinha ouvido até então "me come por favor".
Subi em cima dela pra fazer o papai-e-mamãe, coloquei a camisinha e ela falou "gosto por cima", e foi quando pegou meu pau, levantou e sentou nele, rebolando devagar, me olhando fixo nos olhos e me beijando até que, por algum motivo, pegou meu cabelo, apertou e começou a cavalgar que nem uma puta e eu ajudava enfiando o pau o mais fundo que podia e ela me pediu pra apertar os peitos dela e foi quando chupei e mordi eles e ela gritava que nem puta. Não xingava, só gemia e gritava.
Ela me pediu pra tirar a camisinha se eu fosse gozar e eu tirei a camisinha e senti a carne dela abraçando meu pau e apertando e ela começou a cavalgar mais forte que da outra vez e sentiu meu gozo quente entrando e saindo pela palavra: buceta fazendo ela gozar e gritar de novo.
Foi a melhor foda que eu já tinha dado até aquele momento, fomos tomar banho juntos, ela continuou chupando meu pau, e quando voltamos pra cama ela confessou que nunca tinham comido o cu dela.
Na hora meu pau subiu e ela só pediu pra ser devagar e com camisinha. Coloquei a camisinha, cuspi nela e comecei a comer ela pela palavra: buceta enquanto com o dedão (o famoso cúzeiro) ia massageando o cu dela até que coube o dedão inteiro e depois dois dedos e quando o terceiro entrou, era a hora certa, coloquei ela de quatro, com a cabeça encostada na cama e a raba bem levantada, voltei a chupar a palavra: buceta dela e aproveitei pra chupar o cu pra lubrificar e foi quando começou a luta pra cabeça do pau entrar no cu apertado dela.
Como eu adoro fazer sexo anal, tenho bastante experiência e paciência, principalmente. Ficamos assim: eu por cima dela e a bunda dela empinada até que dilatou o suficiente pra cabeça entrar. Sem tirar, comecei a massagear a rabeta bem devagar, falando putaria no ouvido dela e pedindo pra ela me implorar pra meter forte. A vadiazinha não dizia nada até que me pediu pra pisar na cabeça dela e enfiar de uma vez. Como eu tava em pé na cama, era a posição ideal pra colocar o pé na cabeça dela. E aí... você pediu, você aguenta. Coloquei meu pé na cabeça dela e foi quando ela deu o berro da vida ao enfiar 19cm de pura carne no cu fechado dela. Continuei assim por uns 15 minutos até trocarmos de posição: as pernas dela no meu pescoço, metendo na rabeta daquele jeito enquanto ela gemia e gritava de dor e prazer, pedindo pra eu não parar até gozar e que gozasse na cara dela. Enquanto gemia, a gente se beijava. Ela tava quase gozando, aí se ajoelhou rápido, tirou a camisinha e colocou na boca pra não perder o ritmo. A primeira gota de porra ela engoliu, o resto espalhou no rosto dela, falando o que muitas falam: "é a primeira vez que eu me comporto assim, amei isso".

Laura Gomez foi minha primeira veterana. Nossos encontros eram semanais, quase dá pra dizer que éramos um casal.
Em outro relato, vou escrever quando conheci a filha dela por acidente.

Espero que comentem, porque é meu primeiro relato.

6 comentários - Laura Gomez: Minha Primeira Veterana (100% real)

Muy bueno. Espero sigan los relatos. Paso algo con la hija?. Te dejo mis puntos
amo cogerme maduras. posta q se dejan a mil. estoy fanatizado con tus historias