Ao ouvir essas palavras, meu corpo inteiro fraquejou, assim como eu queria sentir aquilo de novo como da outra vez, e minha buceta começou a ficar molhada enquanto eu aproximava minha boca da dele, sem pensar nos pais dele nem no irmãozinho (que é meu aluno). Ele começou a acariciar meu corpo, tirando delicadamente de mim a única peça de roupa que eu vestia, enquanto eu, sem pensar, passava a mão no pau dele, que ia aumentando de tamanho na mesma medida que minha buceta ficava mais molhada, até que ele, quase como uma ordem entre respirações pesadas, me disse para nunca mais torturá-lo chamando ele de irmão, porque desde daquela vez, ele não era só meu melhor amigo, mas o homem que me fez mulher, e o único que me faria sentir assim com tanto amor e paixão juntos.
Nunca na minha vida imaginei que meu melhor amigo sofresse ao ouvir eu chamá-lo só assim, e não de outro jeito. Ele me virou, empurrando minha bunda com o pau dele, me guiando até a cama dele, e quando chegamos, com um só empurrão me jogou na cama de bruços e, com o pau já na mão, disse: "Agora não vou mais bater punheta pensando em você, gostosa, agora você vai sentir tudo". Muitos colegas me diziam que ele devia se masturbar muito quando não estava por perto, mas agora eu tinha a confirmação dele mesmo, e isso me deixou a mil. Tentei me virar, mas ele me segurou e se jogou em cima de mim com o pau já em posição de "ataque". Ele pressionava minha bunda como se estivesse abrindo caminho com ele, e as mãos dele apertavam meus peitos enquanto a boca dele beijava a extensão do meu pescoço. Depois de uns 5 minutos, senti a mão dele ajustando o pau na minha buceta, que já transbordava de sucos, e ele começou devagar a entrar, enquanto no meu ouvido me contava de todos aqueles momentos em que, sem perceber, eu o excitava, e ele tinha que ir embora. Naquela hora, comecei a entender por que ele ficava tão vermelho quando eu entrava na piscina, ou quando me acompanhou para comprar um vestido para meus 15 anos e ele foi embora. rapidamente, me deixando sozinha mas com $900 pra comprar o que eu quisesse, ele me contava sobre as gostosas com quem tinha ficado, mas chamava elas pelo meu nome. Eu já não tava mais em mim, e ele, bom, ele tava aos poucos aumentando a velocidade e intensidade das "enfincadas" dele na minha buceta, que ele dizia que desejava há 5 anos, durante nosso primeiro acampamento com todos os meninos e meninas do clube de handebol.
Eu, toda vez que conseguia abrir os olhos, me via no reflexo do espelho que tava colado na porta do guarda-roupa, e via ele fora de si. Não sei quanto tempo ficamos assim, até que ele me virou dizendo "quero te dar chupando esses peitos". Eu fiquei sem palavras, só o fato de alguém chupar meus peitos já me deixava com tesão, então sem pensar me virei, exausta, e empurrei a boca dele contra meus peitos, que ele chupava gulosamente enquanto com a outra mão esfregava o pau dele no meu cuzinho que ia se abrindo, apaixonada pelo falo dele. Enquanto ele ia enfiando o membro no meu cuzinho, eu soltava gemidos e ele, tapando minha boca, dizia no meu ouvido: "se não quiser que eu termine rápido, fala baixinho, garota, que meus pais vão ouvir". Eu, mantendo o ouvido dele na altura da minha boca, soltava gemido atrás de gemido por causa da fodida que ele tava me dando, e ele aumentava o ritmo, até que ele pediu pra eu montar nele, mas eu disse que não sabia como fazer. Ele, sem pensar, disse que ia me ensinar na hora. Então ele se deitou e me ajeitou. Bastou um olhar pra eu saber que tinha que começar a subir e descer devagar. Ele, com as mãos, ia guiando meus movimentos, até que, sem perceber, as mãos dele não estavam mais na minha cintura, mas sim ao lado do corpo dele, e ele tava mais vermelho do que eu nunca tinha visto. Eu, já um pouco cansada, sentia que ia gozar, e ele me avisou que também tava. Simplesmente me deixando cair, ficamos deitados um sobre o outro com um beijo muito carinhoso. Depois, tomamos banho juntos e ficamos descansando juntos na cama dele. cama.
A mãe dela nos acordou dizendo que sabia que a gente se amava e se respeitava, mas que não era bem visto uma mocinha estar dormindo com um cara, mesmo que fosse o Pablo (só pra dar um nome), e que na próxima vez não repetíssemos aquilo, porque o pai do Pablo não ia mais deixar eu dormir na casa dele. A gente só concordou com a cabeça e, quando ela saiu, nós rimos igual dois cúmplices depois de um assalto, felizes por ter conseguido o que queríamos.
Neste domingo, o Pablo vai lá em casa pedir permissão pros meus velhos pra gente namorar oficialmente (minha mãe e os pais dele estão morrendo de alegria, mas acho que tudo depende da última palavra do meu pai). Ele vai ser meu primeiro namorado e o primeiro homem na minha vida (acho que o único). Amo ele demais e já não me imagino sem ele, ainda mais agora depois daquelas noites juntos.
Nunca na minha vida imaginei que meu melhor amigo sofresse ao ouvir eu chamá-lo só assim, e não de outro jeito. Ele me virou, empurrando minha bunda com o pau dele, me guiando até a cama dele, e quando chegamos, com um só empurrão me jogou na cama de bruços e, com o pau já na mão, disse: "Agora não vou mais bater punheta pensando em você, gostosa, agora você vai sentir tudo". Muitos colegas me diziam que ele devia se masturbar muito quando não estava por perto, mas agora eu tinha a confirmação dele mesmo, e isso me deixou a mil. Tentei me virar, mas ele me segurou e se jogou em cima de mim com o pau já em posição de "ataque". Ele pressionava minha bunda como se estivesse abrindo caminho com ele, e as mãos dele apertavam meus peitos enquanto a boca dele beijava a extensão do meu pescoço. Depois de uns 5 minutos, senti a mão dele ajustando o pau na minha buceta, que já transbordava de sucos, e ele começou devagar a entrar, enquanto no meu ouvido me contava de todos aqueles momentos em que, sem perceber, eu o excitava, e ele tinha que ir embora. Naquela hora, comecei a entender por que ele ficava tão vermelho quando eu entrava na piscina, ou quando me acompanhou para comprar um vestido para meus 15 anos e ele foi embora. rapidamente, me deixando sozinha mas com $900 pra comprar o que eu quisesse, ele me contava sobre as gostosas com quem tinha ficado, mas chamava elas pelo meu nome. Eu já não tava mais em mim, e ele, bom, ele tava aos poucos aumentando a velocidade e intensidade das "enfincadas" dele na minha buceta, que ele dizia que desejava há 5 anos, durante nosso primeiro acampamento com todos os meninos e meninas do clube de handebol.
Eu, toda vez que conseguia abrir os olhos, me via no reflexo do espelho que tava colado na porta do guarda-roupa, e via ele fora de si. Não sei quanto tempo ficamos assim, até que ele me virou dizendo "quero te dar chupando esses peitos". Eu fiquei sem palavras, só o fato de alguém chupar meus peitos já me deixava com tesão, então sem pensar me virei, exausta, e empurrei a boca dele contra meus peitos, que ele chupava gulosamente enquanto com a outra mão esfregava o pau dele no meu cuzinho que ia se abrindo, apaixonada pelo falo dele. Enquanto ele ia enfiando o membro no meu cuzinho, eu soltava gemidos e ele, tapando minha boca, dizia no meu ouvido: "se não quiser que eu termine rápido, fala baixinho, garota, que meus pais vão ouvir". Eu, mantendo o ouvido dele na altura da minha boca, soltava gemido atrás de gemido por causa da fodida que ele tava me dando, e ele aumentava o ritmo, até que ele pediu pra eu montar nele, mas eu disse que não sabia como fazer. Ele, sem pensar, disse que ia me ensinar na hora. Então ele se deitou e me ajeitou. Bastou um olhar pra eu saber que tinha que começar a subir e descer devagar. Ele, com as mãos, ia guiando meus movimentos, até que, sem perceber, as mãos dele não estavam mais na minha cintura, mas sim ao lado do corpo dele, e ele tava mais vermelho do que eu nunca tinha visto. Eu, já um pouco cansada, sentia que ia gozar, e ele me avisou que também tava. Simplesmente me deixando cair, ficamos deitados um sobre o outro com um beijo muito carinhoso. Depois, tomamos banho juntos e ficamos descansando juntos na cama dele. cama.
A mãe dela nos acordou dizendo que sabia que a gente se amava e se respeitava, mas que não era bem visto uma mocinha estar dormindo com um cara, mesmo que fosse o Pablo (só pra dar um nome), e que na próxima vez não repetíssemos aquilo, porque o pai do Pablo não ia mais deixar eu dormir na casa dele. A gente só concordou com a cabeça e, quando ela saiu, nós rimos igual dois cúmplices depois de um assalto, felizes por ter conseguido o que queríamos.
Neste domingo, o Pablo vai lá em casa pedir permissão pros meus velhos pra gente namorar oficialmente (minha mãe e os pais dele estão morrendo de alegria, mas acho que tudo depende da última palavra do meu pai). Ele vai ser meu primeiro namorado e o primeiro homem na minha vida (acho que o único). Amo ele demais e já não me imagino sem ele, ainda mais agora depois daquelas noites juntos.
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