A esposa do mecânico. Minha primeira vez (parte 2). Final

Terminou o colégio?
- Sim, por sorte já acabou. Não me levou nada (sempre fui bom aluno)
- Ah, que bom! Agora você vai poder sair pra curtir!
- É, bom, não sou muito de sair, mas pelo menos vou ficar tranquilo.
- Por que não é de sair? Não tem amigos?
- Tenho, mas eles estão com as namoradas e eu...
- Sozinho (me interrompe). Não se dá bem com as garotas?
- Não muito, sou bem tímido. Deve ter notado
- Não pensei que fosse tão difícil pra você... Na verdade, achei que já teria tido sua primeira vez... Já teve?
- Tenho vergonha, mas não, não tive...
- E qual é o tipo de mulher que você gosta?
- Não sei, não saberia explicar...
- Vai, me conta! Alguma particularidade devem ter as que você gosta, sei lá, loiras, morenas, altas, magras, não tão magras, peitudas, mais velhas...
- É, bom, gosto das morenas, não muito gordinhas, mas com seus atributos.
- Ah, você gosta de peitos...

Eu não sabia onde me enfiar, estava todo vermelho, nunca tinha falado tão francamente com uma mulher, e ainda por cima, ela tinha acertado em cheio - os peitos dela me deixavam louco, eram bem grandes, e várias vezes notei o volume dos mamilos dela. Sempre me excitava muito pensar naqueles peitos.

Bem nesse momento chegou o Pedro que vinha de comprar peças, então a conversa parou por ali, ela me olhou, continuou fazendo chimarrão e eu segui no meu serviço.

Nos dias seguintes, não rolou nenhum momento de conversa já que o Pedro sempre estava por perto (até já estava me incomodando que ele estivesse haha), mas notei que a Paula se vestia diferente, mais decotada, mostrando mais o que tinha. Não sei se realmente acontecia, ou era só impressão minha.

Uma tarde ela saiu de casa, entrou na oficina e pediu dinheiro ao Pedro pra ir comprar. Estava usando uma blusa e dava pra ver que não usava sutiã. Os mamilos estavam marcadíssimos. Eu não consegui evitar a ereção, ela me olhou e piscou um olho. Depois veio a reclamação do Pedro, já que ele tinha notado que ela não estava de sutiã e não queria que ela saísse assim. Eu fingi que não vi nada e olhei Do outro lado, ela pegou o dinheiro, colocou um sutiã e foi embora.

Vários dias se passaram sem que pudéssemos ficar sozinhos, até que um dia Pedro me diz:
- Ei, amanhã eu saio com a putinha da Euge (uma cliente que ele comia), me dá cobertura, falei pra Paula que ia ver um carro longe.
- Pode deixar, sem drama.
- Valeu, irmão!!

No dia seguinte, Pedro saiu com a gatinha e eu fiquei na oficina trabalhando. Alguns minutos depois, Paula sai e me pergunta:
- Pedro? Saiu?
- Sim, foi ver um carro, não sei onde.
- Claro, e eu sou trouxa, né… Ele foi com aquela putinha da cliente dele… (parece que ela sabia de alguma coisa).

Ela entrou de novo em casa e eu fiquei sem saber o que dizer… Cinco minutos depois, ela sai, entra na oficina e fecha a porta (só abríamos uma folha do portão, porque a oficina não estava regularizada e eu tinha medo de cair uma inspeção).
Olhei pra ela e perguntei…
- O que foi, Pau?

Ela se senta e me diz:
- Ele não me come faz 20 dias, e sai com essa putinha por aí…
- Mas ele me disse que ia ver um carro…
- Ah, para, não sou burra!! Você também fica o tempo todo olhando pra ela.
- Bom, sim, é que ela é gostosa, mas…
- Mas o quê? Você também comeria ela se desse chance, nem fala, são todos iguais vocês…
- Não fala isso! Eu não sou quem tá comendo ela… (meti os pés pelas mãos).
- Já sei. Mas você dá cobertura pro Pedro.
- Ehhhh, não…
- Ah, para de fingir, tá na sua cara…
- Bom, e o que você quer que eu faça? Que saia correndo pra te contar??
- Não, tudo bem. Te entendo. Mas eu já sei o que você pode fazer…

Nesse momento, ela se levanta, me olha e tira a blusa, deixando eu ver aquelas tetas enormes que ela tinha, já que mais uma vez estava sem sutiã…
- O que você tá fazendo?? – eu disse…
- Quero ser sua primeira mulher. – ela disse, se aproximando.
- Não, mas…
- Mas o quê? Vai dizer que não gosta? (ela tocava as próprias tetas). Além do mais, eu vejo como você me olha e também via como você olhava minha… buceta quando eu voltava do trabalho.

Ela pega minha mão e coloca lá, minha ereção não demorou a chegar, ela soltou um suspiro e nos beijamos. Aquele também foi meu primeiro beijo. já que eu nunca tinha beijado ninguém. Eu não queria que aquilo acabasse nunca, mas também achava que aquilo era errado… O beijo terminou, nos olhamos e ela disse:
– Agora vou te fazer homem…

Ela começou a me despir, tirou minha camiseta, minha calça e minha cueca. Ela se ajoelhou, começou a me masturbar e não tirava os olhos do meu pau.
– Que lindo que ele é… – ela disse. – Eu adoro.

Eu sempre achei que no dia em que uma mulher me tocasse, eu gozaria na hora, e ainda mais se fosse a Paula, já que minhas punhetas pensando nela eram rápidas e intensas, mas não, ela massageava ele e eu estava louco.
– Você tá bem nervoso, haha.
– É, um pouco. Tô com medo de alguém entrar.
– Já tranquei a porta – ela disse.
Eu, apesar do nervosismo, não conseguia acreditar no que estava acontecendo…
– Quer que eu chupe?
– Sim, se você quiser…
– Faz tempo que não faço isso…
– Não tem problema, se não quiser, pra mim tá tudo bem.
– Não seja tão sério, haha, me fala umas putarias!! Haha
– Tá bom, então chupa meu pau!!

Sem hesitar, ela começou a me dar um boquete como poucas vezes lembro, meu corpo todo tremia, isso era totalmente diferente do que eu imaginava. Era real!! Uma mulher chupando meu pau como sempre sonhei. E então, senti que vou gozar.
– Eu vou go… Para, não continua…

E ela não me obedeceu, continuou até que eu não consegui me segurar, o primeiro jato ela engoliu e tirou a boca, então os seguintes foram parar no rosto e nos peitos dela.
– Você é um leiteiro, haha

Minhas pernas tremiam, meu orgasmo tinha sido brutal. Ela tirava a porra dos peitos com o dedo e chupava, eu olhando pra ela ainda meio ofegante. Sem mais, me joguei sobre ela, a beijei, e enfiei a mão na buceta. Ela segurava minha mão e enfiava cada vez mais, notei que ela não tinha nenhum pelo e meu pau ficou duríssimo. Enfio um dedo na buceta, e ela estremeceu toda, aí percebi que ela tinha gozado.
– Cara, a puta que te pariu. – ela disse –

Eu não sabia, e sabia pouco sobre isso, mas era que ela era multiorgásmica. Eu não parei, desci o short dela e tirei a calcinha, deixando à mostra toda a linda buceta que ela tinha. Me aproximei e comecei a chupar. Ela se sentou e abriu as pernas, o que deixou no ar sua tremenda xota. Chupet um bom tempo, não sabia se estava fazendo certo, mas era o que tinha visto nos filmes. Ela tremia que nem louca, e cada vez que fazia isso saía um jato de mel da buceta, o que me indicava que ela tinha tido vários orgasmos.
- Cara, você tá me humilhando, a buceta da sua irmã. Diooooosssssssssss!!!!!!!
Sem mais, ela me tira de lá, me joga no chão e sobe em cima.
- Agora você vai ver o que é bom…
Enfia meu pau na buceta e começa a cavalgar.
- Ai, que delícia!! Quanto tempo sem entrar um pirocão em mim!

Minha cabeça estava a mil. Eu estava estreando, com a mulher do meu chefe, e no momento menos esperado. Tudo isso não deixava que eu me concentrasse e fazia meu orgasmo atrasar, além do que eu já tinha gozado. Pau estava extasiada, tinha perdido a conta de quantas vezes tinha gozado…. Ela para, cambaleando, me olha e diz:
- Então você tá se fazendo de difícil, safado. Não gosta da minha buceta?
- Sss
- Cala a boca!!!

Ela virou de costas e enfiou todo o pau no cu. Deitada em cima de mim, ela diz:
- Agora nós dois vamos estrear….

Eu não podia acreditar!!! Uma puta daquelas e ninguém tinha comido o cu dela ainda!! Ela sentou e começou a cavalgar com a bunda, e ao mesmo tempo se tocava na buceta com a outra mão. Cavalgou um tempo, e visivelmente cansada, me diz:
- Agora é sua vez um pouco.

Me levantei, a coloquei contra o banco de trabalho e de uma vez enfiei no cu. Ela gemeu, uma mistura de dor e prazer, e comecei a meter. Não durou muito e em 5 minutos enchi toda a raba de porra. Caímos rendidos os dois. Nos sentamos e nos olhamos.
- Bem, safado, pra ser sua primeira vez…
- Foi lindo…
- Não vai se apaixonar por mim agora, otário…
- Naaa, haha. Mas eu gostaria de te comer sempre.
- Pode ser… Ele se levantou, se vestiu e foi tomar um banho. Eu me limpei como pude e me vesti. Pouco depois chegou o Pedro, e me disse:
- Minha mulher não veio aqui, né?
- Não, de jeito nenhum.
- Beleza, valeu! Você não sabe como essa mina é boa de cama…
E eu pensava: Você não sabe como sua mulher é boa de cama…

Então, bom, essa foi minha primeira vez. Depois dela, não tive muitas outras mulheres, na verdade as coisas não ficaram mais fáceis pra mim, mas com a Pau a coisa foi melhorando cada vez mais. Eu comia ela sempre que podia e ficava com ciúmes quando o Pedro me contava que também transava com ela, embora não fosse muito frequente. A Pau me contou que o Pedro era mais ou menos lá embaixo, e que estava com ele porque tinha engravidado da menina – bem diferente do que o Pedro me dizia. Ela sempre quis experimentar sexo anal, mas ele dizia que aquilo era errado e nojento. Ela usou vários consolos por muito tempo, imaginando que um dia uma rola entraria ali… E eu tive essa sorte. Alguns anos depois parei de trabalhar lá, meus encontros com a Pau ficaram mais esporádicos, até que soube que ela se separou do Pedro e foi morar no interior. Faz alguns anos que não a vejo, mas sempre me lembro dela e das nossas gozadas maravilhosas.

Espero que tenham gostado, e já que chegaram até aqui, comentem e me deixem alguns pontinhos. Valeu!

9 comentários - A esposa do mecânico. Minha primeira vez (parte 2). Final

Excelente relato..excitante...que suerte has tenido.. alguno foto le sacaste
No, era muy chico en ese entonces...
gerchu0 +1
@strippp esta bien, me imagino ...que lastima
kramalo +1
muy buen relato..!! nunca te olvides de ella, porque las minas no se olvidan de que debutaste con ella... con nombre y apellido, la encontras... van puntis.
"...después de ella no tuve muchas mas mujeres, de hecho la cosa no se me hizo mas fácil, pero con Pau la cosa iba cada vez mejor...", ¿De qué te quejás?, ¡ídolo!. Va mi último punto.