espero que gostem do relato: mesmo sem sexo neste capítulo, vocês vão ver ao longo da história o quanto ninfomanas elas podem serlink:http://www.youtube.com/watch?v=W5cNArCJP0oJuan não sabia o que o obrigou a fazer aquilo, o que o provocou, mas fosse o que fosse, isso o enfurecia. Ele agarrou um galho da árvore caída e começou a bater na parede da casa, descontando sua raiva na parede. Nem mesmo sabia o que estava o deixando louco, mas não sabia o que mais fazer. Se sentia tão impotente e tão sozinho. Estava tão perdido na fúria que não percebeu que seu irmão vinha em sua direção.
— Juan, você prometeu à mamãe que pararia de bater nas coisas — disse Tomás sem rodeios.
— Cale a boca — replicou Juan.
Tomás odiava ver seu irmão assim. Apesar de sua raiva ter diminuído um pouco recentemente, Juan ainda tinha essas explosões, e Tomás tinha que esconder seus animais de estimação durante aqueles momentos, caso Juan quisesse descontar em algum deles.
— O que foi? — perguntou Tomás.
Juan não respondeu e simplesmente continuou batendo na parede da casa velha. Tomás sabia que Juan estava perdido em uma fúria cega. Geralmente, ele tinha uma razão para ficar com raiva, mas havia vezes em que não sabia o que o deixava tão bravo. Esses momentos eram seu pior pesadilha. Tomás sabia que o que ia fazer era perigoso — só de pensar no estado de Juan, ele se assustava —, mas ele queria ajudá-lo, não importava o quão arriscado fosse ou o quão estranho parecesse. Tomás agarrou o pulso de Juan e arrancou o galho da sua mão, jogando-o no lixo. Parecia que Juan estava prestes a dizer algo, mas Tomás não lhe deu tempo suficiente antes de abraçá-lo com força. Juan ficou sem palavras. Tomás nunca fazia aquilo.
— Calma — disse Tomás um pouco desesperado. — Você está me assustando.
Juan envolveu lentamente seus braços em volta da cintura do irmão e se permitiu relaxar em seus braços. Sua raiva foi desaparecendo lentamente.
— Por que você está com medo? — perguntou.
— Porque... me faz me preocupar com o que você faria se algum dia descobrisse... — Tomás parou, percebendo que quase revelou seu segredo.
— Se... alguma vez eu descubro o quê?
perguntou Juan, olhando para aqueles olhos idênticos aos seus. O nervosismo era visível no rosto de Tomás, e ele estava se afastando um pouco daquele abraço.
- De que eu...
Tomás agora sabia que fazer o que fez foi um erro. Ali estava ele, lá fora, abraçando seu irmão gêmeo, e esteve prestes a confessar algo perturbador.
- De que tu o quê?
Juan perguntou insistentemente, olhando criticamente para Tomás, que estava encurralado. Seus joelhos tremiam como se o mundo fosse acabar, e ele sentia como se fosse chorar.
- De que eu... te amo...
Tomás congelou quando Juan se afastou dele com um olhar de espanto no rosto. Nenhum dos dois disse nada. Ficaram ali, olhando um para o outro. Nuvens cinzentas se aproximavam rapidamente, indicando a proximidade de uma tempestade. Então, sem nem pensar, Tomás deu meia-volta e saiu correndo. Correu para casa, subiu para o quarto que dividia com seu irmão e se jogou na cama, deixando as lágrimas caírem de seus olhos. Enterrou o rosto no travesseiro e começou a chorar. Apenas segundos depois, ouviu a porta se abrir. Não precisou olhar para saber quem era. Esperava que Juan o batesse e gritasse, mas em vez disso sentiu a mão de seu irmão se apoiar suavemente em suas costas.
- Tomás... desde quando?
perguntou seu irmão em voz baixa. Tomás deu uma resposta abafada que Juan não ouviu. Juan o abraçou. Juan estava desconcertado. Pedro nunca tinha feito aquilo antes.
- Não se preocupe. Não vou te machucar. Por favor, só me diga.
- Há alguns meses...
respondeu timidamente.
- Eu nunca te contei porque tinha medo de que você me odiasse e não quisesse mais falar comigo 😬
Por o que pareceu uma eternidade, Juan não disse nada. Tudo o que os dois podiam ouvir era a chuva caindo lá fora, batendo no telhado e na janela.
- Tomás, eu não faria isso,
disse Juan finalmente.
- Você é meu irmão e eu te amo... e não só como um irmão
Tomás olhou para Juan com incredulidade nos olhos. 🤔
Será que seus sentimentos realmente eram correspondidos? Será que finalmente estaria livre para mostrar a Juan que o amava?
Tomás jogou os braços em volta de Juan e o beijou, aliviado quando seu gêmeo simplesmente retribuiu o beijo. Eram opostos e ainda assim cresceram juntos, eram um para o outro, quando na verdade precisavam um do outro. Aquele beijo foi tão bom, era um daqueles beijos ternos mas cheios de paixão 🤤, daqueles que você deseja que nunca acabem, que fazem você querer congelar o tempo e ficar ali para sempre, um momento perfeito que acelerava seus corações cheios de amor mas ao mesmo tempo de medo de que alguém os visse. Um beijo mágico que os fazia voar, Juan, pela primeira vez em muito tempo, se sentia verdadeiramente feliz. Quando pararam o beijo por falta de ar, se olharam profundamente nos olhos, esperando algo para dizer. Ao mesmo tempo temiam dizer algo que estragasse o momento.
— Eu te amo
disse Juan, acariciando o rosto de seu gêmeo. Juan amava seu irmão, e não porque Tomás se parecesse com ele. Juan duvidava que ficasse tão fofo quando corasse como Tomás estava nesse momento. Tomás apertou seus braços na cintura de Juan como se nunca fosse deixá-lo ir. Sabia que se alguém descobrisse isso tentariam separá-los, mas isso nunca aconteceria. Eles nunca mais se afastariam.
— Sinto muito por tudo
— Você não tem nada do que se arrepender
disse Tomás,
— Sei que toda aquela questão da Mamãe e do Papai te incomoda, e... Só queria poder ter ajudado a lidar com isso. Eu estava tão assustado... 😬
— Você não tem nada com o que se preocupar, disse Juan,
— Além do mais, você ajudou.
Acho que não vou ter nenhuma explosão de raiva tão cedo
Tomás gostou da ideia de ser útil para seu irmão 🙂 e de vê-lo cada vez mais estável emocionalmente. Sempre se preocupou com seu irmão e queria acabar com seus problemas de raiva constante.
Seus Os lábios se encontraram novamente com beijos carinhosos e apaixonados. Juan colocou Tomas sobre a cama. Eles se olharam por um momento, sabendo que não iriam tão longe por enquanto.
- Por enquanto é o suficiente — disse Tomas.
Juan sentou-se ao lado de seu irmão gêmeo, com os braços ainda envolvendo-o, e apoiou a cabeça de Tomas contra seu peito. Tomas conseguia focar no calor do abraço, no som das batidas do coração de Juan e na chuva batendo contra o vidro da janela. Logo, o sono o venceu.
Juan olhou para seu irmão com um sorriso no rosto. Sentia como se tudo estivesse bem agora. Tomas era seu gêmeo, sua mãe os mataria se soubesse, e sua irmã nunca perdoaria, mas eles dariam um jeito. Nada poderia separá-los agora. De todas as pessoas no mundo, era seu irmão gêmeo idêntico quem o havia domado.
- Eu te amo, Tomas.
Foi o último pensamento que passou pela mente de Juan antes de adormecer, com os braços ainda envolvendo seu irmão. Foi a primeira de muitas noites que passariam juntos em love.
Bom, como eu disse, mesmo que neste capítulo não tenha sexo, conforme a história avançar, vocês vão ver como esse par de irmãos é sádico.
— Juan, você prometeu à mamãe que pararia de bater nas coisas — disse Tomás sem rodeios.
— Cale a boca — replicou Juan.
Tomás odiava ver seu irmão assim. Apesar de sua raiva ter diminuído um pouco recentemente, Juan ainda tinha essas explosões, e Tomás tinha que esconder seus animais de estimação durante aqueles momentos, caso Juan quisesse descontar em algum deles.
— O que foi? — perguntou Tomás.
Juan não respondeu e simplesmente continuou batendo na parede da casa velha. Tomás sabia que Juan estava perdido em uma fúria cega. Geralmente, ele tinha uma razão para ficar com raiva, mas havia vezes em que não sabia o que o deixava tão bravo. Esses momentos eram seu pior pesadilha. Tomás sabia que o que ia fazer era perigoso — só de pensar no estado de Juan, ele se assustava —, mas ele queria ajudá-lo, não importava o quão arriscado fosse ou o quão estranho parecesse. Tomás agarrou o pulso de Juan e arrancou o galho da sua mão, jogando-o no lixo. Parecia que Juan estava prestes a dizer algo, mas Tomás não lhe deu tempo suficiente antes de abraçá-lo com força. Juan ficou sem palavras. Tomás nunca fazia aquilo.
— Calma — disse Tomás um pouco desesperado. — Você está me assustando.
Juan envolveu lentamente seus braços em volta da cintura do irmão e se permitiu relaxar em seus braços. Sua raiva foi desaparecendo lentamente.
— Por que você está com medo? — perguntou.
— Porque... me faz me preocupar com o que você faria se algum dia descobrisse... — Tomás parou, percebendo que quase revelou seu segredo.
— Se... alguma vez eu descubro o quê?
perguntou Juan, olhando para aqueles olhos idênticos aos seus. O nervosismo era visível no rosto de Tomás, e ele estava se afastando um pouco daquele abraço.
- De que eu...
Tomás agora sabia que fazer o que fez foi um erro. Ali estava ele, lá fora, abraçando seu irmão gêmeo, e esteve prestes a confessar algo perturbador.
- De que tu o quê?
Juan perguntou insistentemente, olhando criticamente para Tomás, que estava encurralado. Seus joelhos tremiam como se o mundo fosse acabar, e ele sentia como se fosse chorar.
- De que eu... te amo...
Tomás congelou quando Juan se afastou dele com um olhar de espanto no rosto. Nenhum dos dois disse nada. Ficaram ali, olhando um para o outro. Nuvens cinzentas se aproximavam rapidamente, indicando a proximidade de uma tempestade. Então, sem nem pensar, Tomás deu meia-volta e saiu correndo. Correu para casa, subiu para o quarto que dividia com seu irmão e se jogou na cama, deixando as lágrimas caírem de seus olhos. Enterrou o rosto no travesseiro e começou a chorar. Apenas segundos depois, ouviu a porta se abrir. Não precisou olhar para saber quem era. Esperava que Juan o batesse e gritasse, mas em vez disso sentiu a mão de seu irmão se apoiar suavemente em suas costas.
- Tomás... desde quando?
perguntou seu irmão em voz baixa. Tomás deu uma resposta abafada que Juan não ouviu. Juan o abraçou. Juan estava desconcertado. Pedro nunca tinha feito aquilo antes.
- Não se preocupe. Não vou te machucar. Por favor, só me diga.
- Há alguns meses...
respondeu timidamente.
- Eu nunca te contei porque tinha medo de que você me odiasse e não quisesse mais falar comigo 😬
Por o que pareceu uma eternidade, Juan não disse nada. Tudo o que os dois podiam ouvir era a chuva caindo lá fora, batendo no telhado e na janela.
- Tomás, eu não faria isso,
disse Juan finalmente.
- Você é meu irmão e eu te amo... e não só como um irmão
Tomás olhou para Juan com incredulidade nos olhos. 🤔
Será que seus sentimentos realmente eram correspondidos? Será que finalmente estaria livre para mostrar a Juan que o amava?
Tomás jogou os braços em volta de Juan e o beijou, aliviado quando seu gêmeo simplesmente retribuiu o beijo. Eram opostos e ainda assim cresceram juntos, eram um para o outro, quando na verdade precisavam um do outro. Aquele beijo foi tão bom, era um daqueles beijos ternos mas cheios de paixão 🤤, daqueles que você deseja que nunca acabem, que fazem você querer congelar o tempo e ficar ali para sempre, um momento perfeito que acelerava seus corações cheios de amor mas ao mesmo tempo de medo de que alguém os visse. Um beijo mágico que os fazia voar, Juan, pela primeira vez em muito tempo, se sentia verdadeiramente feliz. Quando pararam o beijo por falta de ar, se olharam profundamente nos olhos, esperando algo para dizer. Ao mesmo tempo temiam dizer algo que estragasse o momento.
— Eu te amo
disse Juan, acariciando o rosto de seu gêmeo. Juan amava seu irmão, e não porque Tomás se parecesse com ele. Juan duvidava que ficasse tão fofo quando corasse como Tomás estava nesse momento. Tomás apertou seus braços na cintura de Juan como se nunca fosse deixá-lo ir. Sabia que se alguém descobrisse isso tentariam separá-los, mas isso nunca aconteceria. Eles nunca mais se afastariam.
— Sinto muito por tudo
— Você não tem nada do que se arrepender
disse Tomás,
— Sei que toda aquela questão da Mamãe e do Papai te incomoda, e... Só queria poder ter ajudado a lidar com isso. Eu estava tão assustado... 😬
— Você não tem nada com o que se preocupar, disse Juan,
— Além do mais, você ajudou.
Acho que não vou ter nenhuma explosão de raiva tão cedo
Tomás gostou da ideia de ser útil para seu irmão 🙂 e de vê-lo cada vez mais estável emocionalmente. Sempre se preocupou com seu irmão e queria acabar com seus problemas de raiva constante.
Seus Os lábios se encontraram novamente com beijos carinhosos e apaixonados. Juan colocou Tomas sobre a cama. Eles se olharam por um momento, sabendo que não iriam tão longe por enquanto.
- Por enquanto é o suficiente — disse Tomas.
Juan sentou-se ao lado de seu irmão gêmeo, com os braços ainda envolvendo-o, e apoiou a cabeça de Tomas contra seu peito. Tomas conseguia focar no calor do abraço, no som das batidas do coração de Juan e na chuva batendo contra o vidro da janela. Logo, o sono o venceu.
Juan olhou para seu irmão com um sorriso no rosto. Sentia como se tudo estivesse bem agora. Tomas era seu gêmeo, sua mãe os mataria se soubesse, e sua irmã nunca perdoaria, mas eles dariam um jeito. Nada poderia separá-los agora. De todas as pessoas no mundo, era seu irmão gêmeo idêntico quem o havia domado.
- Eu te amo, Tomas.
Foi o último pensamento que passou pela mente de Juan antes de adormecer, com os braços ainda envolvendo seu irmão. Foi a primeira de muitas noites que passariam juntos em love.
Bom, como eu disse, mesmo que neste capítulo não tenha sexo, conforme a história avançar, vocês vão ver como esse par de irmãos é sádico.
6 comentários - relato: incesto de gemelos parte 1