Me chamo David, tenho 38 anos e moro numa cidade andaluza. Tenho 1,78m, cabelo castanho escuro, olhos castanhos e sou magro. Muita gente diz que aparento ter 5 ou 6 anos a menos do que tenho. Sou solteiro e sem compromisso, e não sei se foi minha aparência que confundiu as duas universitárias, que foram minhas vizinhas do apartamento da frente durante todo o ano passado, ou se elas gostavam de caras mais velhos.
Moro num prédio velho de três andares, meu apartamento é um dos dois que tem no último deles. Os outros inquilinos dos apartamentos são pessoas bem mais velhas, já aposentadas há anos. No entanto, o apartamento que fica em frente ao meu é alugado pelo dono todo ano para estudantes universitários que vêm das cidades da região para estudar na cidade. Em todos os anos anteriores, minha relação com meus jovens vizinhos se limitava aos cumprimentos típicos quando os encontrava nas escadas do prédio ou na entrada. Nada mais. Mas no ano passado a coisa mudou radicalmente.
Uma tarde em meados de setembro, quando voltava do trabalho para casa, me deparei na porta de entrada do prédio com duas garotas jovens carregando mochilas e várias malas. Depois de trocar os cumprimentos de praxe, abri a porta com minha chave e deixei as duas jovens passarem.
- Pra que andar vocês vão? - perguntei.
- Pro terceiro. Somos estudantes e alugamos pra este ano o apartamento do terceiro esquerda - respondeu uma das garotas.
- Ahh, então vamos ser vizinhos de andar. Me chamo David e moro no apartamento em frente ao de vocês - comentei.
- Eu sou Lorena e ela é Laura. Vamos estudar este ano na Faculdade de Jornalismo. É nosso primeiro ano de faculdade, então vamos ver como vai ser.
Lorena era uma garota alta, quase da minha altura. Tinha cabelo castanho, ondulado, que chegava até os ombros. Os olhos dela eram cor de mel e ela tinha um corpo "encorpado" (como a gente fala no sul da Espanha): não era gorda, mas também não tinha um corpo muito magro, era uma mina com curvas, peitão grande, uma bunda firme e coxas grossas. A roupa justa que ela usava (camiseta azul colada e legging preta) destacava ainda mais a figura dela.
Laura, por outro lado, era morena, com cabelo comprido e liso. De olhos pretos, a pele dela era típica de muitas mulheres do sul, que parecem ter um bronzeado eterno. Era um pouco mais baixa que a amiga e sem tantas curvas. Vestia uma camiseta branca com um decote e um short jeans que cobria só a bunda e o começo das coxas.
Dias depois, fiquei sabendo por elas mesmas que eram de uma cidade pequena de Cádiz e que tinham acabado de fazer 18 anos.
Ajudei as minas a subir as malas pelas escadas (o prédio não tem elevador) e quando chegamos no terceiro andar, me despedi delas falando:
- Bom. Se durante os meses que vocês estiverem aqui precisarem de alguma coisa, qualquer coisa, é só me avisar, ok?
- Valeu, vizinho. É a primeira vez que a gente mora longe das famílias e é legal saber que tem alguém aqui do lado pra recorrer se precisar - respondeu a Lorena.
Entrei em casa com a sensação de que tinha rolado uma química boa com as novas vizinhas e, pra ser sincero, as duas me pareceram muito gostosas.
Os dias foram passando e eu cruzava com elas várias vezes nas escadas, só trocando um "oi".
Mas uma tarde, quando eu estava estendendo roupa no terraço pequeno do prédio, apareceu a Lorena com um cesto cheio de roupa pra estender.
Os varal do apartamento delas ficavam perto do meu, então ela chegou perto e falou:
- Oi, vizinho! Vim estender minha roupa e a da Laura, que como é meio preguiçosa, ficou no apê. vendo televisão.
- Como é que tão os estudos e as primeiras semanas fora de casa? - perguntei.
- Tão bem, os estudos por enquanto tão de boa. E a cidade a gente vai se acostumando aos poucos. Uns fins de semana a gente vai pra cidade visitar as famílias e outros a gente fica aqui pra sair e se divertir um pouco - ela respondeu.
Aí eu entrei na onda de pai protetor e aconselhei:
- É legal que vocês se divirtam. Mas não descuidem dos estudos e, principalmente, não façam besteira por aí de noite.
- Ufffff, David, você é quase pior que meu pai com esse papo de sair à noite - exclamou a mina.
- Só quero que não aconteça nada com vocês nem que se metam em encrenca.
- Tá bom! Prometo que a gente vai se comportar como boas meninas. Posso te fazer uma pergunta pessoal? - disse a garota.
- Claro, pergunta o que quiser! - respondi.
- Você é casado, pensa em formar uma família?
A pergunta me pegou meio de surpresa. Depois de uns segundos respondi:
- Não sou casado, nem tenho namorada. Tô de boa assim, sozinho, solteiro. Acho difícil formar uma família.
- É uma pena que você não queira ter filhos - falou Lorena.
- Por que você diz isso?
- Porque acho que você seria um bom pai, que se preocuparia com seus filhos. Quantos anos você tem? - ela perguntou.
- 38.
- 38? Mas você parece bem mais novo. Bom, de qualquer forma, quem sabe você muda de ideia e um dia decide ser pai.
Eu já terminei aqui. Outro dia a gente continua conversando um pouco, né? - comentou a garota.
- Quando você quiser - respondi.
Me dando um sorrisão, Lorena saiu do terraço, enquanto eu terminava de estender minhas últimas roupas.
Não consegui evitar reparar nas roupas que a jovem tinha acabado de estender. Quase tudo era conjunto de lingerie: sutiãs, calcinhas e tangas, de todas as cores e modelos. Cheguei perto dessas peças e vi o quanto eram provocantes: tangas minúsculas, transparentes, alguns em forma de fio dental por trás… Meu pau começou a reagir e senti ele endurecer por baixo da roupa, só de imaginar aquelas duas garotas vestindo aqueles conjuntos.
Me senti mal comigo mesmo por ter tido esses pensamentos sobre umas minas que eu tinha o dobro da idade. Decidi cortar minhas fantasias e saí do terraço.
As semanas e os meses foram passando e sempre que eu encontrava alguma das estudantes, a gente batia um papo de alguns minutos, especialmente com a Lorena, que era mais aberta e divertida que a Laura.
Já em abril, num domingo de manhã cedo, resolvi sair pra fazer um esporte. Peguei a bicicleta e fui rodar uns bons quilômetros. Quando cheguei na porta do prédio, encontrei a Laura e a Lorena: eram nove da manhã e elas disseram que estavam voltando de uma noite inteira de festa. As caras delas, marcadas pelo cansaço e pelo sono, não deixavam dúvidas, assim como o bafo de álcool.
— Já vi que você não ligou pros meus conselhos — falei pra Lorena.
— Cala a boca, por favor. Me deixa em paz. Cuida da sua vida! — a garota gritou pra mim.
Não falei mais nada. Saí do prédio, montei na bicicleta e fiquei rodando, tentando esquecer o que tinha acabado de rolar. Prometi a mim mesmo não me meter mais na vida das duas jovens e só dar um oi quando cruzasse com elas.
Naquela mesma noite, a campainha do meu apartamento tocou. Eram mais de 23h e eu já estava quase indo dormir. Olhei pelo olho mágico pra ver quem poderia ser naquela hora. Pra minha surpresa, vi que do outro lado da porta estava a Lorena. Hesitei uns segundos se abria ou não, mas no final só entreabri a porta, porque a única coisa que eu estava vestindo era uma cueca box preta.
— Oi, David. Desculpa pela hora, mas precisava falar com você e me desculpar pelo que aconteceu de manhã — ela disse. Lorena.
Ela estava usando uma espécie de camisola rosa de manga curta que não chegava nem na metade das coxas e umas chinelas.
— Desculpa não te convidar pra entrar, mas é que eu só estou de cueca, ia me deitar — falei.
— Relaxa. Já é suficiente poder conversar, mesmo que seja aqui na porta. Além disso, olha como eu também vim, de camisola. Tava deitada na cama há um tempinho, mas não conseguia dormir, pensando no que te falei de manhã. Me desculpa por ter falado daquele jeito, como uma mal-educada. Eu tava bem bebida e…
— Psssst, não precisa continuar. Da minha parte, tá tudo esquecido. Além do mais, você tem toda razão no que disse: não sou ninguém pra me meter na vida dos outros — comentei.
— Você tá errado. Eu gosto e fico feliz quando tem gente que se preocupa comigo. E ainda mais se for alguém como você…
— Como eu? — perguntei.
— Sim, como você: gentil, sensível e ainda por cima gostoso — respondeu.
Fiquei vermelho de vergonha com o elogio que a mina acabou de me fazer. Aí decidi abrir a porta por completo, sem me importar se a universitária ia me ver de cueca. Cheguei perto dela e dei um beijo na bochecha dela. A pele dela cheirava muito bem, tipo um sabonete líquido ou algum creme.
— Valeu pelo que você acabou de falar. E vamos, vai dormir que já é tarde — falei.
— Boa noite, David — disse Lorena, me devolvendo o beijo na bochecha.
Fui pra cama feliz com a conversa com a mina e, especialmente, com o beijinho que ela me deu.
Dois dias depois, depois do meu expediente, almoçar e descansar um pouco, subi no terraço pra estender a roupa, como costumava fazer várias vezes por semana. Era mais ou menos 17h e, ao sair lá fora, no sol forte, percebi que já dava pra notar que estávamos na época do ano em que o sol começa a pegar pesado e as temperaturas começam a subir.
Desviando das roupas estendidas dos outros vizinhos, fui até meus varais e, quando cheguei lá, quase deixei o cesto de roupa cair das mãos por causa do que vi: minhas duas vizinhas universitárias estavam tomando sol na área dos varais delas. Elas tinham estendido umas toalhas e estavam deitadas em cima. Laura usava um biquíni preto, exibindo uma figura de dar inveja; e Lorena, uffff, é difícil explicar o que senti ao ver a Lorena: ela estava de topless, com os dois peitões enormes de fora, coroados por auréolas e mamilos marrom escuro. As auréolas eram do tamanho de uma bolacha. Uma calcinha de biquíni amarelo berrante cobria a buceta dela.
Eu estava prestes a me virar e voltar pro apartamento, só pra não incomodar as meninas. Afinal, podia estender a roupa mais tarde. Mas as estudantes não demoraram a perceber minha presença.
- Ah, oi, David! - exclamou a Laura.
- Aproveitando pra pegar um solzinho, né? - perguntei, meio nervoso e sem graça com a situação.
- É, ficando moreninhas e gostosas - respondeu a Lorena, sem tampar os peitos e sem se sentir constrangida com a minha presença ali.
- Mas vocês são gostosas sempre! - brinquei com as meninas.
- Nossa, valeu pelo elogio! - exclamou a Laura.
- Bom, vou estender a roupa e deixo vocês, não quero atrapalhar - falei, enquanto deixava escapar um olhar furtivo pros peitos da Lorena.
- Não atrapalha nada. Aliás, quem sabe um dia você se anima e sobe com a gente pra pegar um sol. A gente planeja aproveitar daqui pra frente os dias de sol pra ficar aqui, depois do almoço, pelo menos uma horinha torrando no sol - me disse a Laura.
- É verdade. Anima, assim você faz companhia e a gente bate um papo - sugeriu a Lorena.
- Tá bom, tá bom. Um desses dias eu subo e fico um tempo com vocês. Antes vou ter que catar entre as roupas um Verão, algum biquíni — comentei.
— Ei, por isso não se preocupa. Se você não tiver nenhum biquíni à mão, sempre dá pra pegar um bronzeado pelado. Nem eu nem a Laura vamos nos assustar, já somos bem grandinhas e vamos ficar só nós três aqui — disse uma Lorena safada.
— Vocês duas são um perigo, hein! Bom, já terminei de estender. Fico por aqui, e cuidado com os tarados — avisei, apontando com o dedo para o terraço do prédio ao lado, onde um homem de uns 60 anos recolhia a roupa estendida sem parar de olhar descaradamente para as duas garotas.
— Deixa o coitado ter uma alegria na vida — respondeu Lorena, sabendo que aquele homem estava se deliciando olhando para as tetonas dela à mostra.
Saí do terraço e, ao chegar no meu apartamento, sentei numa poltrona. Precisava pensar um pouco: não tinha certeza se o comportamento das duas jovens era natural e espontâneo ou se elas estavam querendo me esquentar e provocar. O que eu tinha certeza é que elas conseguiram me deixar a mil: meu pau ficou duro dentro da calça. Não conseguia tirar da cabeça a imagem daqueles dois corpos jovens ao sol, as tetas enormes da Lorena, brilhando por causa da camada de protetor solar que ela tinha passado, aqueles mamilos escuros…
Não aguentei mais: fui pro banheiro, abaixei a calça e a cueca e comecei a me masturbar. Fechei os olhos e pensava nos dois peitos da Lorena, em como ela sabia que tinha um velho olhando de outro terraço e não ligava, até deixava ele olhar de boa pra dar um prazer, no convite que as duas garotas me fizeram, na indireta que me deram pra eu tomar sol pelado junto com elas…
Minha mão deslizava cada vez mais rápido no meu pau, a pele já estava puxada pra trás e a cabeça do meu pau aparecendo, e eu continuava, firme, me masturbando com força. Minhas bolas ficaram duras como pedra, preparando a porra que não ia demorar a sair. Em É isso aí, tava tão excitado que não demorei nem um minuto pra gozar: vários jatos de porra quente saíram da ponta roxa do meu pau, espirrando tudo no banheiro. Não me importei de ter que esfregar tudo depois: tinha gozado com uma punheta como há muito tempo não lembrava.
Nos dias seguintes, pensei bem e decidi não aceitar o convite das universitárias: sabia que, se subisse no terraço pra pegar sol com elas, a coisa podia ir pra frente, sexualmente falando. Um dia cruzei com a Laura na escada e ela insistiu de novo no assunto, mas inventei um monte de desculpas pra me esquivar. Por um lado, tava afim de forçar a situação e talvez curtir uma boa transa com as gurias, mas por outro, pensando friamente, achava que o melhor e mais certo era não me envolver com duas minas que nem tinham vinte anos.
Mas no fim, aconteceu algo contra o qual não consegui mais lutar e que acabou provocando o inevitável.
10 dias depois do encontro com as universitárias no terraço, num sábado à noite, acordei assustado: alguém tocava sem parar a campainha do meu apartamento. Meio grogue, olhei o relógio do despertador: eram 6h20 da manhã.
- Quem diabos liga a essa hora? - pensei.
Levantei da cama, peguei o interfone e perguntei quem era.
- David, desculpa mesmo. Sabemos que te acordamos. Somos suas vizinhas, Laura e Lorena. É que a gente tava numa festa e agora, na volta, não achamos as chaves nem do portão do prédio nem do nosso apê. Você se importa de abrir pra gente, por favor? - disse a Lorena.
Sem dizer nada e ainda assustado, apertei o botão pra abrir a porta do prédio. Enquanto as duas estudantes subiam as escadas, pensei em como ia ajudá-las. Se não achassem as chaves, não iam conseguir entrar no apê delas por enquanto, e o que eu não podia fazer era deixá-las na mão. fora. Nesse instante, a campainha do meu apartamento tocou. Eu estava semidespido, só de cueca vermelha, a única peça que uso pra dormir. Pensei em pegar uma calça rapidinho e vestir, mas depois de já ter visto a Laura de biquíni e a Lorena fazendo topless, sinceramente, não tava nem aí pra elas me verem só de cueca.
Finalmente abri a porta e quase caí os olhos da cara com o que vi: as duas universitárias estavam claramente chapadas de bebida, completamente bêbadas e quase sem conseguir ficar em pé. Mas não foi isso que me surpreendeu, foi a roupa que elas estavam usando: a Laura tava vestida de enfermeira, com um jaleco branco que não cobria nem metade das coxas dela e com vários botões da frente desabotoados, deixando à mostra boa parte do vão dos peitos. Além disso, as pernas dela estavam cobertas por umas meias finas brancas e ela calçava uns sapatos de salto também brancos, tudo combinando com o uniforme de enfermeira.
Já a Lorena, por outro lado, tava enfiada num macacão preto de lycra, superjusto, com um cinto cinza na cintura, do qual pendia uma espécie de cassetete de plástico. Ela também usava umas botas pretas altas de couro que iam até os joelhos. O zíper da frente do macacão tava abaixado uns bons centímetros, deixando boa parte dos peitões da guria aparecendo pela abertura e deixando claro que ela não tava de sutiã. Se ainda restasse alguma dúvida, a lycra tava tão esticada e colada no corpo da mina que bastava dar uma olhada nos peitos pra ver que eles transpareciam por baixo da roupa. Os bicos pareciam querer furar a lycra e encontrar uma saída pra aquela pressão toda. Baixei rapidamente o olhar pra virilha da guria e aquilo era um espetáculo: a lycra do macacão se enfiava na racha da buceta e dava pra ver os lábios marcados. vaginais, deixando pouco pra imaginação.
Depois de me recuperar do impacto visual, consegui falar:
— Entrem, não fiquem na porta!
Assim que entraram no apartamento, Laura começou a se explicar com a voz embargada pelos efeitos do álcool:
— Desculpa te incomodar a essa hora. A gente veio de uma festa à fantasia na casa de uma amiga. Eu tô vestida de enfermeira e a Lorena de super-heroína de quadrinhos. A gente bebeu mais do que devia e não sei o que acontece que agora não achamos as chaves de casa. Eu jurava que tava com elas dentro dessa bolsinha, mas sumiram. A Lorena diz que deixou as dela esquecidas dentro do apartamento antes de sair.
— Deixa eu dar uma olhada — pedi.
— Tá bem, mas não se surpreenda com o que encontrar dentro — ela disse.
Comecei a revirar a bolsa e, realmente, não tinha sinal das chaves. O que tinha, entre outras coisas, era alguns preservativos.
— Não estão aqui. Olha, vamos fazer o seguinte: daqui a algumas horas, num horário razoável, a gente liga pro seu senhorio. Tenho o telefone dele pra emergências. Ele com certeza vai poder dar um outro jogo de chaves. Até eu ligar, vocês podem ficar aqui no meu apê. Vou deixar meu quarto pra vocês dormirem um pouco. Eu continuo dormindo no sofá da sala, se conseguir pegar no sono de novo.
— David, cadê o banheiro, por favor? Tô morrendo de vontade de mijar — perguntou Laura.
— No fim do corredor, à direita — apontei.
A moça foi pra lá andando com dificuldade, quase cambaleando.
Aí aproveitei pra falar com a Lorena:
— Fica tranquila que dessa vez não vou te dar nenhuma bronca. Acho que você já é mulher o suficiente pra saber o que faz.
— Ah, não fica bravo comigo, você sabe que eu sou uma menina boazinha normalmente. E me segura, por favor, porque eu quase não tô em pé — pediu Lorena com uma voz fraca, difícil de ouvir.
Depois de dizer isso Ela se jogou em cima de mim e enlaçou meu pescoço com os braços pra se segurar. Ao sentir o corpo dela colado no meu, eu seminu, ela apertada naquele macacão de lycra, não consegui evitar ficar excitado. Sentia os peitões enormes dela espremidos contra meu peito nu e como meu pau, que crescia a cada segundo por baixo da cueca, ficava preso entre meu corpo e o da mina.
Laura voltou então pro quarto e exclamou, virando pra Lorena:
- Puxa, já conseguiu! Abraçadinha no David.
E, olhando pra mim, disse:
- Sabe que ela é toda louca por você? Te deseja. Me confessou que adoraria levar uma boa foda sua antes do curso acabar. Vamos, e eu também não me importaria de levar uma!
- Cala a boca, Laura, para, pelo amor de Deus! - implorou Lorena.
- Mas se é o que você queria! Queria que o David subisse no terraço pra pegar sol com a gente e te visse de topless. Até comprou uma tanga minúscula que na frente nem cobre a buceta toda pra se insinuar e deixar o David mais tarado possível - rebateu Laura.
- Sua puta e fofoqueira! - gritou Lorena, agarrando Laura pelo roupão branco, que quase perdeu o equilíbrio.
- Me solta. Olha quem fala em puta! Sabe, David? O taxista velho e seboso que nos trouxe até aqui não parava de nos olhar e, no final da corrida, quando a gente tava pagando, a Lorena quis dar uma "gorjeta" especial: abaixou o zíper da frente do macacão até o máximo, na altura do umbigo, e mostrou pro taxista aqueles peitões de rabuda que ela tem. Até deixou ele apalpar por uns segundos antes de fechar o zíper de novo. Olha pra ela, nem fechou direito. Como ela adora provocar qualquer cara que aparece na frente! - exclamou Laura.
- Chega de briga e escândalo! O que vocês querem, acordar os vizinhos? Vocês duas tão completamente bêbadas e amanhã com certeza vão Se arrepender do que vocês estão jogando na cara uma da outra, isso se é que vocês lembram. Lorena, é verdade o que a Laura disse, que eu te atraio? Me diz a verdade, por favor. — pedi.
A garota ficou calada por alguns segundos, mas finalmente falou:
— Tudo o que a Laura disse é verdade. Eu gosto de sexo, sou uma safada e sim, adoro provocar os homens. Não acho que isso machuque ninguém. E tô morrendo de vontade de provar essa piroca grossa que você esconde debaixo da cueca. — confessou a garota.
— Você também quer provar, Laura? — perguntei.
— Cê acha que eu sou idiota? — respondeu.
Sem dizer mais nada, ela se aproximou de mim, se agachou e puxou minha cueca pra baixo.
— Porra, olha o que você tem aí! — gritou a universitária quando minha piroca escapou solta da roupa. Com toda a discussão e as palavras das garotas, eu tinha ficado duro, e agora meu pau estava bem ereto e firme, exposto aos olhares daquelas duas novinhas.
— Calma, calma. Quem vai dar as ordens aqui sou eu. — avisei pra Laura.
A garota se levantou de novo e não parava de olhar com desejo pro meu pau, assim como a Lorena, que sorria de prazer vendo o que tinha na frente.
— Por enquanto, quero que vocês duas se desnudem, mas uma à outra, enquanto eu só olho. Vamos, Lorena, tira os sapatos da sua amiga! — ordenei.
Laura então sentou na cama, e Lorena se abaixou pra tirar o calçado dela. Fiquei atrás da Lorena, que nessa posição tinha a bunda toda empinada, tanto que a lycra parecia que ia estourar naquela área a qualquer momento. A tensão que ela tava criando na roupa fazia a lycra esticar ao máximo, deixando a bunda da jovem bem transparente. Debaixo daquele macacão, ela não usava nada: nem calcinha, nem fio dental.
— Perfeito. — indiquei. — Agora tira o roupão dela devagar.
A jovem começou a desabotoar um por um os botões que ainda estavam presos. até deixar a peça completamente aberta. Laura ficou coberta por um sutiã branco transparente, por uma meia-calça e uma calcinha combinando com o resto das roupas íntimas. A transparência da meia-calça e da calcinha permitia ver o espesso pelo pubiano preto que cobria a buceta da jovem.
- Tira a meia-calça! - ordenei para Lorena.
Ela, obedecendo, foi descendo a meia-calça de Laura da cintura, pelas coxas, até tirar pelos pés.
- Agora deixa ela sem sutiã.
Lorena levou as mãos às costas da amiga, desabotoou a peça e deixou livres os dois peitos médios da amiga. Lorena deixou o sutiã cair no chão junto com as outras roupas e, quando ia tirar a calcinha de Laura, eu disse:
- Não. A calcinha ainda não. Agora quero que vocês troquem os papéis: é sua vez, Laura, de despir a Lorena. Começa tirando as botas da sua companheira - indiquei.
Lorena se deitou na cama e deixou que Laura abrisse o zíper da bota direita, até tirá-la. Deixou descoberto o pé direito da amiga, coberto por uma meia fina tipo soquete preta. Depois repetiu a ação com a bota esquerda.
- Bem, agora tira o cinto dela - pedi.
Laura desabotoou o cinto cinza que a amiga usava com o cassetete de plástico e jogou no chão.
- Perfeito. Você está indo muito bem. Abre o zíper do macacão e tira ele.
A garota foi descendo o zíper da roupa de Lorena: o macacão foi se abrindo aos poucos e logo deixou escapar os dois peitos de Lorena: os bicos estavam duros, apontando para frente como punhais. Laura terminou de descer o zíper até o umbigo. Notei então a virilha de Lorena: uma mancha líquida aumentava lentamente de diâmetro. A garota estava soltando fluidos pela buceta de pura excitação diante da situação em que se encontrava e passou a palma da mão sobre a área tentando secar a umidade.
- Vamos, Lorena. Levanta e tira de vez esse macacão - ordenei.
A jovem se levantou e puxou o macacão até os tornozelos, finalmente deixando à mostra sua buceta molhada, completamente depilada, com lábios vaginais carnudos e rosados. Ela tirou a peça pelos pés e ficou praticamente nua. Só usava as meias tipo soquete em cada pé.
- Ainda é cedo pra vocês experimentarem isso - falei, pegando com a mão meu pau duro pra caralho e cheio de veias. - Antes de a gente foder, quero que vocês comam a buceta uma da outra. Vocês não se chamavam de putas? Então agora quero que provem.
Rapidamente, a boca de Laura entrou em contato com a vulva molhada de Lorena. Ela deu um gemido leve ao sentir a amiga começar a lamber o que tinha de mais íntimo. Conforme Laura aumentava o ritmo de chupadas e lambidas, Lorena se esforçava pra agarrar os peitos da amiga, apalpar e beliscar os bicos.
Eu já tinha começado a me masturar, assistindo à cena erótica que as duas universitárias me proporcionavam.
Os movimentos e o esforço fizeram Laura começar a suar, com gotas escorrendo pelo pescoço e pelas costas.
Naquele momento, entre espasmos, Lorena gritou pra amiga:
- Porra, Laura, para, que eu vou gozar… ahhhhh… tira a boca, tira… ahhhhhhhh!
Mas Laura continuou na dela, ignorando a parceira: enfiou a língua várias vezes mais, até arrancar um grito agudo de Lorena, enquanto ela gozava, encharcando a boca da amiga. Laura limpou o canto dos lábios com a língua, aproveitando até as últimas gotas do fluxo de Lorena.
Dei só alguns segundos de descanso antes de falar:
- Muito bem. Agora quero trocar os papéis: Lorena, termina de despir a Laura e come a buceta dela até os fluidos escorrerem.
Lorena me obedeceu. Imediatamente, tirou da amiga a única peça de roupa que ainda estava vestindo, a calcinha branca, e com isso deixou todo o monte de Vênus de Laura exposto, que logo se deitou na cama esperando ansiosa as carícias e lambidas na buceta dela. Lorena começou a chupar o clitóris da amiga na hora, e eu aproveitei pra pegar do chão o macacão de lycra da Lorena: queria cheirar aquela roupa tão gostosa, sentir o aroma que o corpo da mina tinha deixado nela. Cheirei primeiro debaixo das axilas e um cheiro forte de suor entrou pelo meu nariz, me excitando pra caralho. Depois, aproximei meu rosto da área da bunda da roupa, me embriagando com o cheiro do cu da garota. Por último, cheirei a parte da virilha, que ainda estava meio molhada dos fluidos da estudante. Quando aspirei por uns segundos aquele cheiro ácido, me senti no paraíso.
Ainda estava cheirando a roupa quando Laura começou a gemer igual uma louca. Era questão de segundos pra mina molhar a boca e a cara da Lorena com os fluidos vaginais dela. E, de fato, logo em seguida vi a Lorena afastar um pouco a boca, surpresa com a quantidade de fluxo que jorrava da buceta da Laura, pra imediatamente voltar a aproximar e saborear o líquido.
As duas universitárias estavam encharcadas de suor e meio exaustas. Lorena se deitou na cama ao lado da amiga e, enquanto recuperavam as forças, eu falei:
— Acho que vocês mereceram minha pica. Olha ela, tão dura, tão ereta, com veias marcadas que parecem que vão estourar, e olha minhas bolas: grandes, inchadas, armazenando a porra que vou esguichar em vocês daqui a pouco. Laura, você quer provar meu pau agora?
— Sim, tô morrendo de vontade — respondeu.
— Assim não. Quero que responda com mais tesão. Grite pra mim o seguinte, como se fosse uma puta: “Me fode até me deixar grávida!” — respondi.
— Me fode até me deixar grávida! — exclamou a garota.
— Perfeito, assim sim. Gostei. E você, Lorena, topa deixar meu pau explorar essa buceta depilada que você tem? — perguntei.
— Mete o pau até o fundo, arromba logo minha xota! — gritou a garota.
— Mas que putinha você é! Nem precisei te pedir pra gritar nada. Só por isso vou começar com você. Depois é sua vez, Laura — falei.
Laura se levantou da cama e ficou de pé ao lado, observando como eu me posicionava entre as pernas de Lorena, que continuava deitada na cama com as pernas abertas, esperando pra receber meu pau. Enquanto nos olhava, ela se massageava a boceta com a palma da mão pra continuar no clima até chegar a vez dela.
Aí eu me deitei sobre Lorena, enfiei meu pau de uma vez na buceta dela, aproveitando que já tava bem lubrificado pelos sucos da garota, e comecei a chupar as tetonas dela com a boca. Com o vai e vem contínuo do meu pau, minhas bolas batiam sem parar no corpo suado da jovem. Enquanto continuava penetrando ela, eu sugava os bicos endurecidos de tesão como se fosse um bebê querendo aproveitar todo o leite. Lorena esticou os braços na direção de Laura, querendo tocar nela. Como não alcançava, Laura teve que se aproximar mais. Nessa hora, Lorena pegou as tetas de Laura com as mãos e começou a apalpar elas, esfregando também os bicos da amiga, que por sua vez tinha dois dedos enfiados na própria buceta e se masturbava vendo a colega Lorena sendo fodida por mim.
Acelerei ainda mais meus movimentos de penetração e comecei a sentir minhas bolas totalmente inchadas e cheias de pressão, loucas pra soltar todo o esperma acumulado.
— Goza logo! Enche minha boceta com seu leite quente! — gritou Lorena de repente.
E a universitária não teve que esperar muito: deslizei meu pau mais duas vezes na buceta molhada dela, dei três estocadas brutas e vários jatos de sêmen escorreram pela cabeça do meu pau, regando as entranhas da estudante. Ela suspirava de prazer e alívio, com o rosto completamente vermelho de tesão.
Mantive meu pau dentro até sentir que todo o leite tinha saído. Aproveitei pra beijar a novinha várias vezes nos lábios, na testa, nas bochechas quentes e ardentes, até que a garota fechou os olhos: exausta pelo esforço e ainda sob os efeitos do álcool que tinha bebido na festa à fantasia, tinha acabado de cair no sono.
Me afastei dela e fiquei observando com calma: ela estava de pernas abertas, os lábios da buceta vermelhos pelo atrito do meu pau e, deles, escorriam restos do meu gozo que caíam na roupa de cama.
Laura então se aproximou de mim e, sem dizer uma palavra, colocou nos meus lábios os dedos com que tinha se masturbado: estavam encharcados e pegajosos, e passei minha língua sobre eles pra lamber.
Pra dar tempo do meu pau se recuperar da primeira gozada, primeiro foquei em brincar com os peitos da garota: fazia eles quicarem empurrando com as mãos, com a ponta dos dedos apertava os biquinhos como se fossem botões e lambia eles.
A universitária então selou os lábios dela com os meus num beijo interminável, onde enfiou a língua até o fundo da minha garganta.
A garota desceu a mão devagar pelo meu corpo até encontrar meu pau. Acariciou ele por uns segundos, depois apertou com a mão e brincou com ele por uns instantes.
- Parece que seu pau já tá durinho de novo. Vai, deita no chão! - ela ordenou.
Deixei a estudante me mandar e obedeci. Me deitei no chão e, na hora, ela se agachou sobre mim: tentou sentar no meu pau. Errou na primeira tentativa por falta de reflexo por causa do álcool, mas na segunda conseguiu fazer a boceta dela engolir meu membro aos poucos, até ele ficar totalmente enterrado na buceta. Assim que enfiei meu pau na buceta dela, a novinha começou a cavalgar em cima de mim e eu não precisei fazer esforço nenhum: era ela quem estava me comendo. Levei minhas mãos até as nádegas da garota e consegui enfiar um dos meus dedos na rachinha que separa elas.
A mina já tinha aumentado o ritmo da cavalgada e gotas de suor da testa da Laura caíam no meu peito pelado.
Ela continuava quicando e quicando em cima de mim e eu, cada vez que ela acelerava o movimento, beliscava com mais força as bundas dela.
- Seu filho da puta, tá deixando minha bunda igual um tomate com esses beliscões! - gritou a novinha, bem antes de começar a gemer gostoso.
Parou de repente os movimentos e eu senti vários espasmos na barriga dela. Logo depois, percebi meu pau sendo molhado pelos fluidos que a buceta da estudante soltava. Ela já tinha gozado e eu também não tava longe de gozar.
- Porra, não me deixa na mão assim. Continua quicando até eu gozar também! - gritei pra Laura quase implorando.
A mina então retomou a cavalgada gritando:
- Vai, não me faz esperar muito. Dá todo o leite que tiver dentro de você, mas joga na minha boca!
Laura se levantou e deixou meu pau escapar da buceta dela. Ajoelhou e fez eu me levantar. Rápido e com tesão, enfiou meu pau na boca dela e começou a me chupar. Que boquete gostoso! Parecia mentira que ela tinha acabado de fazer 18 anos. Pela habilidade, tenho certeza que não era nem de longe o primeiro pau que ela chupava. Sentia meu pau inteiro, da base até a cabeça, encharcado de saliva da novinha, que já tava com a boca numa velocidade frenética. E aí não aguentei mais: com um gemido alto, comecei a gozar dentro da boquinha da estudante. Ela engoliu todo meu leite igual uma profissional, sem desperdiçar uma gota, enquanto Continuei gemendo de prazer. Até que não me deixou seco, Laura não soltou meu pau da boca dela, e terminou lambendo o canto dos lábios.
Depois de alguns minutos me recuperando, falei pra Laura:
— Vai, deita na cama junto com a Lorena e tenta dormir um pouco. Daqui a umas horas vou ligar pro seu caseiro pra pegar as chaves.
A garota me deu um beijo na boca e se deitou na cama. Eu apaguei a luz do quarto, saí e fui pro banheiro me lavar um pouco antes de me jogar no sofá da sala pra tentar descansar.
Quando abri os olhos, já passava das 11h. Sem fazer muito barulho, tomei banho, me vesti e liguei pro caseiro das meninas por causa das chaves, explicando o que tinha acontecido (obviamente omitindo a festa sexual que a gente tinha armado).
Meia hora depois, o homem chegou no meu apartamento. Na porta do prédio mesmo, ele me entregou um novo jogo de chaves. Disse que tava com pressa e que não podia perder muito tempo. Mas, antes de ir embora, me perguntou:
— Aliás, as estudantes ainda tão dormindo no seu quarto?
— Sim, ainda tão dormindo. Normal, depois do bêbadas que chegaram ontem — respondi.
— Não me diga que você teve essas duas gostosas no seu próprio quarto, bêbadas e dormindo, e não aproveitou a situação! — exclamou.
— Se quiser, dá uma espiada rapidinho e tira a dúvida você mesmo — respondi.
O caseiro entrou no meu apê e parou na porta do meu quarto. O que ele viu tirou qualquer dúvida: as duas universitárias dormiam tranquilamente deitadas na minha cama, destapadas, completamente peladas e de barriga pra cima, e ao redor da cama estavam espalhadas no chão todas as roupas das garotas. O pobre homem ficou de boca aberta, passando o olho na anatomia das duas amigas.
Entrei no quarto na ponta dos pés e peguei do chão a calcinha branca da Laura.
— Vamos, você já viu. —Bastante —sussurrei para o caseiro.
—Toma, leva isso de lembrança, pra nunca esquecer das duas putinhas que alugaram teu apartamento esse semestre —falei enquanto entregava a calcinha.
O homem, assim que pegou, a primeira coisa que fez foi cheirar.
—Porra, que cheiro de mulher no cio! —comentou baixinho.
Enquanto descia as escadas, guardou a peça no bolso da calça, e eu fechei a porta do apartamento.
Uma hora depois, as minas finalmente acordaram. Depois de entregar as chaves do apartamento delas, as garotas disseram que iam pra casa tomar um banho sossegadas e comer alguma coisa. Lorena pegou as botas de couro no quarto, e Laura, os sapatos e a bolsa. Com essas coisas nas mãos e deixando o resto das roupas no chão, elas se preparavam pra sair do apartamento e ir pro delas, do outro lado do corredor, completamente peladas.
—Vocês não vão se vestir? —perguntei.
—Pra quê? A gente tá no último andar, não tem mais vizinho aqui, e nosso apê é bem ali na frente. É bobeira se vestir pra ter que tirar tudo de novo na hora do banho, cê não acha? —respondeu Lorena.
—Mas pelo menos peguem o resto da roupa e levem. Não deixem isso aqui jogado pra mim —falei.
—Essas fantasias não vão servir mais pra nada. Joga no lixo —disse Laura.
Acompanhei as minas até a porta do meu apê e me despedi delas.
—Valeu por tudo: por deixar a gente dormir na sua casa e, claro, pela trepada de hoje de madrugada —comentou Lorena, me dando um beijo de despedida. Laura fez o mesmo comigo antes de atravessar os poucos três metros que separavam a porta do meu apê do delas.
Tenho que admitir que não joguei fora a meia-calça nem o sutiã da Laura e, claro, nem o macacão de lycra da Lorena. Guardei tudo num saco pra nunca esquecer das duas putinhas universitárias que foram minhas vizinhas no semestre passado.
Moro num prédio velho de três andares, meu apartamento é um dos dois que tem no último deles. Os outros inquilinos dos apartamentos são pessoas bem mais velhas, já aposentadas há anos. No entanto, o apartamento que fica em frente ao meu é alugado pelo dono todo ano para estudantes universitários que vêm das cidades da região para estudar na cidade. Em todos os anos anteriores, minha relação com meus jovens vizinhos se limitava aos cumprimentos típicos quando os encontrava nas escadas do prédio ou na entrada. Nada mais. Mas no ano passado a coisa mudou radicalmente.
Uma tarde em meados de setembro, quando voltava do trabalho para casa, me deparei na porta de entrada do prédio com duas garotas jovens carregando mochilas e várias malas. Depois de trocar os cumprimentos de praxe, abri a porta com minha chave e deixei as duas jovens passarem.
- Pra que andar vocês vão? - perguntei.
- Pro terceiro. Somos estudantes e alugamos pra este ano o apartamento do terceiro esquerda - respondeu uma das garotas.
- Ahh, então vamos ser vizinhos de andar. Me chamo David e moro no apartamento em frente ao de vocês - comentei.
- Eu sou Lorena e ela é Laura. Vamos estudar este ano na Faculdade de Jornalismo. É nosso primeiro ano de faculdade, então vamos ver como vai ser.
Lorena era uma garota alta, quase da minha altura. Tinha cabelo castanho, ondulado, que chegava até os ombros. Os olhos dela eram cor de mel e ela tinha um corpo "encorpado" (como a gente fala no sul da Espanha): não era gorda, mas também não tinha um corpo muito magro, era uma mina com curvas, peitão grande, uma bunda firme e coxas grossas. A roupa justa que ela usava (camiseta azul colada e legging preta) destacava ainda mais a figura dela.
Laura, por outro lado, era morena, com cabelo comprido e liso. De olhos pretos, a pele dela era típica de muitas mulheres do sul, que parecem ter um bronzeado eterno. Era um pouco mais baixa que a amiga e sem tantas curvas. Vestia uma camiseta branca com um decote e um short jeans que cobria só a bunda e o começo das coxas.
Dias depois, fiquei sabendo por elas mesmas que eram de uma cidade pequena de Cádiz e que tinham acabado de fazer 18 anos.
Ajudei as minas a subir as malas pelas escadas (o prédio não tem elevador) e quando chegamos no terceiro andar, me despedi delas falando:
- Bom. Se durante os meses que vocês estiverem aqui precisarem de alguma coisa, qualquer coisa, é só me avisar, ok?
- Valeu, vizinho. É a primeira vez que a gente mora longe das famílias e é legal saber que tem alguém aqui do lado pra recorrer se precisar - respondeu a Lorena.
Entrei em casa com a sensação de que tinha rolado uma química boa com as novas vizinhas e, pra ser sincero, as duas me pareceram muito gostosas.
Os dias foram passando e eu cruzava com elas várias vezes nas escadas, só trocando um "oi".
Mas uma tarde, quando eu estava estendendo roupa no terraço pequeno do prédio, apareceu a Lorena com um cesto cheio de roupa pra estender.
Os varal do apartamento delas ficavam perto do meu, então ela chegou perto e falou:
- Oi, vizinho! Vim estender minha roupa e a da Laura, que como é meio preguiçosa, ficou no apê. vendo televisão.
- Como é que tão os estudos e as primeiras semanas fora de casa? - perguntei.
- Tão bem, os estudos por enquanto tão de boa. E a cidade a gente vai se acostumando aos poucos. Uns fins de semana a gente vai pra cidade visitar as famílias e outros a gente fica aqui pra sair e se divertir um pouco - ela respondeu.
Aí eu entrei na onda de pai protetor e aconselhei:
- É legal que vocês se divirtam. Mas não descuidem dos estudos e, principalmente, não façam besteira por aí de noite.
- Ufffff, David, você é quase pior que meu pai com esse papo de sair à noite - exclamou a mina.
- Só quero que não aconteça nada com vocês nem que se metam em encrenca.
- Tá bom! Prometo que a gente vai se comportar como boas meninas. Posso te fazer uma pergunta pessoal? - disse a garota.
- Claro, pergunta o que quiser! - respondi.
- Você é casado, pensa em formar uma família?
A pergunta me pegou meio de surpresa. Depois de uns segundos respondi:
- Não sou casado, nem tenho namorada. Tô de boa assim, sozinho, solteiro. Acho difícil formar uma família.
- É uma pena que você não queira ter filhos - falou Lorena.
- Por que você diz isso?
- Porque acho que você seria um bom pai, que se preocuparia com seus filhos. Quantos anos você tem? - ela perguntou.
- 38.
- 38? Mas você parece bem mais novo. Bom, de qualquer forma, quem sabe você muda de ideia e um dia decide ser pai.
Eu já terminei aqui. Outro dia a gente continua conversando um pouco, né? - comentou a garota.
- Quando você quiser - respondi.
Me dando um sorrisão, Lorena saiu do terraço, enquanto eu terminava de estender minhas últimas roupas.
Não consegui evitar reparar nas roupas que a jovem tinha acabado de estender. Quase tudo era conjunto de lingerie: sutiãs, calcinhas e tangas, de todas as cores e modelos. Cheguei perto dessas peças e vi o quanto eram provocantes: tangas minúsculas, transparentes, alguns em forma de fio dental por trás… Meu pau começou a reagir e senti ele endurecer por baixo da roupa, só de imaginar aquelas duas garotas vestindo aqueles conjuntos.
Me senti mal comigo mesmo por ter tido esses pensamentos sobre umas minas que eu tinha o dobro da idade. Decidi cortar minhas fantasias e saí do terraço.
As semanas e os meses foram passando e sempre que eu encontrava alguma das estudantes, a gente batia um papo de alguns minutos, especialmente com a Lorena, que era mais aberta e divertida que a Laura.
Já em abril, num domingo de manhã cedo, resolvi sair pra fazer um esporte. Peguei a bicicleta e fui rodar uns bons quilômetros. Quando cheguei na porta do prédio, encontrei a Laura e a Lorena: eram nove da manhã e elas disseram que estavam voltando de uma noite inteira de festa. As caras delas, marcadas pelo cansaço e pelo sono, não deixavam dúvidas, assim como o bafo de álcool.
— Já vi que você não ligou pros meus conselhos — falei pra Lorena.
— Cala a boca, por favor. Me deixa em paz. Cuida da sua vida! — a garota gritou pra mim.
Não falei mais nada. Saí do prédio, montei na bicicleta e fiquei rodando, tentando esquecer o que tinha acabado de rolar. Prometi a mim mesmo não me meter mais na vida das duas jovens e só dar um oi quando cruzasse com elas.
Naquela mesma noite, a campainha do meu apartamento tocou. Eram mais de 23h e eu já estava quase indo dormir. Olhei pelo olho mágico pra ver quem poderia ser naquela hora. Pra minha surpresa, vi que do outro lado da porta estava a Lorena. Hesitei uns segundos se abria ou não, mas no final só entreabri a porta, porque a única coisa que eu estava vestindo era uma cueca box preta.
— Oi, David. Desculpa pela hora, mas precisava falar com você e me desculpar pelo que aconteceu de manhã — ela disse. Lorena.
Ela estava usando uma espécie de camisola rosa de manga curta que não chegava nem na metade das coxas e umas chinelas.
— Desculpa não te convidar pra entrar, mas é que eu só estou de cueca, ia me deitar — falei.
— Relaxa. Já é suficiente poder conversar, mesmo que seja aqui na porta. Além disso, olha como eu também vim, de camisola. Tava deitada na cama há um tempinho, mas não conseguia dormir, pensando no que te falei de manhã. Me desculpa por ter falado daquele jeito, como uma mal-educada. Eu tava bem bebida e…
— Psssst, não precisa continuar. Da minha parte, tá tudo esquecido. Além do mais, você tem toda razão no que disse: não sou ninguém pra me meter na vida dos outros — comentei.
— Você tá errado. Eu gosto e fico feliz quando tem gente que se preocupa comigo. E ainda mais se for alguém como você…
— Como eu? — perguntei.
— Sim, como você: gentil, sensível e ainda por cima gostoso — respondeu.
Fiquei vermelho de vergonha com o elogio que a mina acabou de me fazer. Aí decidi abrir a porta por completo, sem me importar se a universitária ia me ver de cueca. Cheguei perto dela e dei um beijo na bochecha dela. A pele dela cheirava muito bem, tipo um sabonete líquido ou algum creme.
— Valeu pelo que você acabou de falar. E vamos, vai dormir que já é tarde — falei.
— Boa noite, David — disse Lorena, me devolvendo o beijo na bochecha.
Fui pra cama feliz com a conversa com a mina e, especialmente, com o beijinho que ela me deu.
Dois dias depois, depois do meu expediente, almoçar e descansar um pouco, subi no terraço pra estender a roupa, como costumava fazer várias vezes por semana. Era mais ou menos 17h e, ao sair lá fora, no sol forte, percebi que já dava pra notar que estávamos na época do ano em que o sol começa a pegar pesado e as temperaturas começam a subir.
Desviando das roupas estendidas dos outros vizinhos, fui até meus varais e, quando cheguei lá, quase deixei o cesto de roupa cair das mãos por causa do que vi: minhas duas vizinhas universitárias estavam tomando sol na área dos varais delas. Elas tinham estendido umas toalhas e estavam deitadas em cima. Laura usava um biquíni preto, exibindo uma figura de dar inveja; e Lorena, uffff, é difícil explicar o que senti ao ver a Lorena: ela estava de topless, com os dois peitões enormes de fora, coroados por auréolas e mamilos marrom escuro. As auréolas eram do tamanho de uma bolacha. Uma calcinha de biquíni amarelo berrante cobria a buceta dela.
Eu estava prestes a me virar e voltar pro apartamento, só pra não incomodar as meninas. Afinal, podia estender a roupa mais tarde. Mas as estudantes não demoraram a perceber minha presença.
- Ah, oi, David! - exclamou a Laura.
- Aproveitando pra pegar um solzinho, né? - perguntei, meio nervoso e sem graça com a situação.
- É, ficando moreninhas e gostosas - respondeu a Lorena, sem tampar os peitos e sem se sentir constrangida com a minha presença ali.
- Mas vocês são gostosas sempre! - brinquei com as meninas.
- Nossa, valeu pelo elogio! - exclamou a Laura.
- Bom, vou estender a roupa e deixo vocês, não quero atrapalhar - falei, enquanto deixava escapar um olhar furtivo pros peitos da Lorena.
- Não atrapalha nada. Aliás, quem sabe um dia você se anima e sobe com a gente pra pegar um sol. A gente planeja aproveitar daqui pra frente os dias de sol pra ficar aqui, depois do almoço, pelo menos uma horinha torrando no sol - me disse a Laura.
- É verdade. Anima, assim você faz companhia e a gente bate um papo - sugeriu a Lorena.
- Tá bom, tá bom. Um desses dias eu subo e fico um tempo com vocês. Antes vou ter que catar entre as roupas um Verão, algum biquíni — comentei.
— Ei, por isso não se preocupa. Se você não tiver nenhum biquíni à mão, sempre dá pra pegar um bronzeado pelado. Nem eu nem a Laura vamos nos assustar, já somos bem grandinhas e vamos ficar só nós três aqui — disse uma Lorena safada.
— Vocês duas são um perigo, hein! Bom, já terminei de estender. Fico por aqui, e cuidado com os tarados — avisei, apontando com o dedo para o terraço do prédio ao lado, onde um homem de uns 60 anos recolhia a roupa estendida sem parar de olhar descaradamente para as duas garotas.
— Deixa o coitado ter uma alegria na vida — respondeu Lorena, sabendo que aquele homem estava se deliciando olhando para as tetonas dela à mostra.
Saí do terraço e, ao chegar no meu apartamento, sentei numa poltrona. Precisava pensar um pouco: não tinha certeza se o comportamento das duas jovens era natural e espontâneo ou se elas estavam querendo me esquentar e provocar. O que eu tinha certeza é que elas conseguiram me deixar a mil: meu pau ficou duro dentro da calça. Não conseguia tirar da cabeça a imagem daqueles dois corpos jovens ao sol, as tetas enormes da Lorena, brilhando por causa da camada de protetor solar que ela tinha passado, aqueles mamilos escuros…
Não aguentei mais: fui pro banheiro, abaixei a calça e a cueca e comecei a me masturbar. Fechei os olhos e pensava nos dois peitos da Lorena, em como ela sabia que tinha um velho olhando de outro terraço e não ligava, até deixava ele olhar de boa pra dar um prazer, no convite que as duas garotas me fizeram, na indireta que me deram pra eu tomar sol pelado junto com elas…
Minha mão deslizava cada vez mais rápido no meu pau, a pele já estava puxada pra trás e a cabeça do meu pau aparecendo, e eu continuava, firme, me masturbando com força. Minhas bolas ficaram duras como pedra, preparando a porra que não ia demorar a sair. Em É isso aí, tava tão excitado que não demorei nem um minuto pra gozar: vários jatos de porra quente saíram da ponta roxa do meu pau, espirrando tudo no banheiro. Não me importei de ter que esfregar tudo depois: tinha gozado com uma punheta como há muito tempo não lembrava.
Nos dias seguintes, pensei bem e decidi não aceitar o convite das universitárias: sabia que, se subisse no terraço pra pegar sol com elas, a coisa podia ir pra frente, sexualmente falando. Um dia cruzei com a Laura na escada e ela insistiu de novo no assunto, mas inventei um monte de desculpas pra me esquivar. Por um lado, tava afim de forçar a situação e talvez curtir uma boa transa com as gurias, mas por outro, pensando friamente, achava que o melhor e mais certo era não me envolver com duas minas que nem tinham vinte anos.
Mas no fim, aconteceu algo contra o qual não consegui mais lutar e que acabou provocando o inevitável.
10 dias depois do encontro com as universitárias no terraço, num sábado à noite, acordei assustado: alguém tocava sem parar a campainha do meu apartamento. Meio grogue, olhei o relógio do despertador: eram 6h20 da manhã.
- Quem diabos liga a essa hora? - pensei.
Levantei da cama, peguei o interfone e perguntei quem era.
- David, desculpa mesmo. Sabemos que te acordamos. Somos suas vizinhas, Laura e Lorena. É que a gente tava numa festa e agora, na volta, não achamos as chaves nem do portão do prédio nem do nosso apê. Você se importa de abrir pra gente, por favor? - disse a Lorena.
Sem dizer nada e ainda assustado, apertei o botão pra abrir a porta do prédio. Enquanto as duas estudantes subiam as escadas, pensei em como ia ajudá-las. Se não achassem as chaves, não iam conseguir entrar no apê delas por enquanto, e o que eu não podia fazer era deixá-las na mão. fora. Nesse instante, a campainha do meu apartamento tocou. Eu estava semidespido, só de cueca vermelha, a única peça que uso pra dormir. Pensei em pegar uma calça rapidinho e vestir, mas depois de já ter visto a Laura de biquíni e a Lorena fazendo topless, sinceramente, não tava nem aí pra elas me verem só de cueca.
Finalmente abri a porta e quase caí os olhos da cara com o que vi: as duas universitárias estavam claramente chapadas de bebida, completamente bêbadas e quase sem conseguir ficar em pé. Mas não foi isso que me surpreendeu, foi a roupa que elas estavam usando: a Laura tava vestida de enfermeira, com um jaleco branco que não cobria nem metade das coxas dela e com vários botões da frente desabotoados, deixando à mostra boa parte do vão dos peitos. Além disso, as pernas dela estavam cobertas por umas meias finas brancas e ela calçava uns sapatos de salto também brancos, tudo combinando com o uniforme de enfermeira.
Já a Lorena, por outro lado, tava enfiada num macacão preto de lycra, superjusto, com um cinto cinza na cintura, do qual pendia uma espécie de cassetete de plástico. Ela também usava umas botas pretas altas de couro que iam até os joelhos. O zíper da frente do macacão tava abaixado uns bons centímetros, deixando boa parte dos peitões da guria aparecendo pela abertura e deixando claro que ela não tava de sutiã. Se ainda restasse alguma dúvida, a lycra tava tão esticada e colada no corpo da mina que bastava dar uma olhada nos peitos pra ver que eles transpareciam por baixo da roupa. Os bicos pareciam querer furar a lycra e encontrar uma saída pra aquela pressão toda. Baixei rapidamente o olhar pra virilha da guria e aquilo era um espetáculo: a lycra do macacão se enfiava na racha da buceta e dava pra ver os lábios marcados. vaginais, deixando pouco pra imaginação.
Depois de me recuperar do impacto visual, consegui falar:
— Entrem, não fiquem na porta!
Assim que entraram no apartamento, Laura começou a se explicar com a voz embargada pelos efeitos do álcool:
— Desculpa te incomodar a essa hora. A gente veio de uma festa à fantasia na casa de uma amiga. Eu tô vestida de enfermeira e a Lorena de super-heroína de quadrinhos. A gente bebeu mais do que devia e não sei o que acontece que agora não achamos as chaves de casa. Eu jurava que tava com elas dentro dessa bolsinha, mas sumiram. A Lorena diz que deixou as dela esquecidas dentro do apartamento antes de sair.
— Deixa eu dar uma olhada — pedi.
— Tá bem, mas não se surpreenda com o que encontrar dentro — ela disse.
Comecei a revirar a bolsa e, realmente, não tinha sinal das chaves. O que tinha, entre outras coisas, era alguns preservativos.
— Não estão aqui. Olha, vamos fazer o seguinte: daqui a algumas horas, num horário razoável, a gente liga pro seu senhorio. Tenho o telefone dele pra emergências. Ele com certeza vai poder dar um outro jogo de chaves. Até eu ligar, vocês podem ficar aqui no meu apê. Vou deixar meu quarto pra vocês dormirem um pouco. Eu continuo dormindo no sofá da sala, se conseguir pegar no sono de novo.
— David, cadê o banheiro, por favor? Tô morrendo de vontade de mijar — perguntou Laura.
— No fim do corredor, à direita — apontei.
A moça foi pra lá andando com dificuldade, quase cambaleando.
Aí aproveitei pra falar com a Lorena:
— Fica tranquila que dessa vez não vou te dar nenhuma bronca. Acho que você já é mulher o suficiente pra saber o que faz.
— Ah, não fica bravo comigo, você sabe que eu sou uma menina boazinha normalmente. E me segura, por favor, porque eu quase não tô em pé — pediu Lorena com uma voz fraca, difícil de ouvir.
Depois de dizer isso Ela se jogou em cima de mim e enlaçou meu pescoço com os braços pra se segurar. Ao sentir o corpo dela colado no meu, eu seminu, ela apertada naquele macacão de lycra, não consegui evitar ficar excitado. Sentia os peitões enormes dela espremidos contra meu peito nu e como meu pau, que crescia a cada segundo por baixo da cueca, ficava preso entre meu corpo e o da mina.
Laura voltou então pro quarto e exclamou, virando pra Lorena:
- Puxa, já conseguiu! Abraçadinha no David.
E, olhando pra mim, disse:
- Sabe que ela é toda louca por você? Te deseja. Me confessou que adoraria levar uma boa foda sua antes do curso acabar. Vamos, e eu também não me importaria de levar uma!
- Cala a boca, Laura, para, pelo amor de Deus! - implorou Lorena.
- Mas se é o que você queria! Queria que o David subisse no terraço pra pegar sol com a gente e te visse de topless. Até comprou uma tanga minúscula que na frente nem cobre a buceta toda pra se insinuar e deixar o David mais tarado possível - rebateu Laura.
- Sua puta e fofoqueira! - gritou Lorena, agarrando Laura pelo roupão branco, que quase perdeu o equilíbrio.
- Me solta. Olha quem fala em puta! Sabe, David? O taxista velho e seboso que nos trouxe até aqui não parava de nos olhar e, no final da corrida, quando a gente tava pagando, a Lorena quis dar uma "gorjeta" especial: abaixou o zíper da frente do macacão até o máximo, na altura do umbigo, e mostrou pro taxista aqueles peitões de rabuda que ela tem. Até deixou ele apalpar por uns segundos antes de fechar o zíper de novo. Olha pra ela, nem fechou direito. Como ela adora provocar qualquer cara que aparece na frente! - exclamou Laura.
- Chega de briga e escândalo! O que vocês querem, acordar os vizinhos? Vocês duas tão completamente bêbadas e amanhã com certeza vão Se arrepender do que vocês estão jogando na cara uma da outra, isso se é que vocês lembram. Lorena, é verdade o que a Laura disse, que eu te atraio? Me diz a verdade, por favor. — pedi.
A garota ficou calada por alguns segundos, mas finalmente falou:
— Tudo o que a Laura disse é verdade. Eu gosto de sexo, sou uma safada e sim, adoro provocar os homens. Não acho que isso machuque ninguém. E tô morrendo de vontade de provar essa piroca grossa que você esconde debaixo da cueca. — confessou a garota.
— Você também quer provar, Laura? — perguntei.
— Cê acha que eu sou idiota? — respondeu.
Sem dizer mais nada, ela se aproximou de mim, se agachou e puxou minha cueca pra baixo.
— Porra, olha o que você tem aí! — gritou a universitária quando minha piroca escapou solta da roupa. Com toda a discussão e as palavras das garotas, eu tinha ficado duro, e agora meu pau estava bem ereto e firme, exposto aos olhares daquelas duas novinhas.
— Calma, calma. Quem vai dar as ordens aqui sou eu. — avisei pra Laura.
A garota se levantou de novo e não parava de olhar com desejo pro meu pau, assim como a Lorena, que sorria de prazer vendo o que tinha na frente.
— Por enquanto, quero que vocês duas se desnudem, mas uma à outra, enquanto eu só olho. Vamos, Lorena, tira os sapatos da sua amiga! — ordenei.
Laura então sentou na cama, e Lorena se abaixou pra tirar o calçado dela. Fiquei atrás da Lorena, que nessa posição tinha a bunda toda empinada, tanto que a lycra parecia que ia estourar naquela área a qualquer momento. A tensão que ela tava criando na roupa fazia a lycra esticar ao máximo, deixando a bunda da jovem bem transparente. Debaixo daquele macacão, ela não usava nada: nem calcinha, nem fio dental.
— Perfeito. — indiquei. — Agora tira o roupão dela devagar.
A jovem começou a desabotoar um por um os botões que ainda estavam presos. até deixar a peça completamente aberta. Laura ficou coberta por um sutiã branco transparente, por uma meia-calça e uma calcinha combinando com o resto das roupas íntimas. A transparência da meia-calça e da calcinha permitia ver o espesso pelo pubiano preto que cobria a buceta da jovem.
- Tira a meia-calça! - ordenei para Lorena.
Ela, obedecendo, foi descendo a meia-calça de Laura da cintura, pelas coxas, até tirar pelos pés.
- Agora deixa ela sem sutiã.
Lorena levou as mãos às costas da amiga, desabotoou a peça e deixou livres os dois peitos médios da amiga. Lorena deixou o sutiã cair no chão junto com as outras roupas e, quando ia tirar a calcinha de Laura, eu disse:
- Não. A calcinha ainda não. Agora quero que vocês troquem os papéis: é sua vez, Laura, de despir a Lorena. Começa tirando as botas da sua companheira - indiquei.
Lorena se deitou na cama e deixou que Laura abrisse o zíper da bota direita, até tirá-la. Deixou descoberto o pé direito da amiga, coberto por uma meia fina tipo soquete preta. Depois repetiu a ação com a bota esquerda.
- Bem, agora tira o cinto dela - pedi.
Laura desabotoou o cinto cinza que a amiga usava com o cassetete de plástico e jogou no chão.
- Perfeito. Você está indo muito bem. Abre o zíper do macacão e tira ele.
A garota foi descendo o zíper da roupa de Lorena: o macacão foi se abrindo aos poucos e logo deixou escapar os dois peitos de Lorena: os bicos estavam duros, apontando para frente como punhais. Laura terminou de descer o zíper até o umbigo. Notei então a virilha de Lorena: uma mancha líquida aumentava lentamente de diâmetro. A garota estava soltando fluidos pela buceta de pura excitação diante da situação em que se encontrava e passou a palma da mão sobre a área tentando secar a umidade.
- Vamos, Lorena. Levanta e tira de vez esse macacão - ordenei.
A jovem se levantou e puxou o macacão até os tornozelos, finalmente deixando à mostra sua buceta molhada, completamente depilada, com lábios vaginais carnudos e rosados. Ela tirou a peça pelos pés e ficou praticamente nua. Só usava as meias tipo soquete em cada pé.
- Ainda é cedo pra vocês experimentarem isso - falei, pegando com a mão meu pau duro pra caralho e cheio de veias. - Antes de a gente foder, quero que vocês comam a buceta uma da outra. Vocês não se chamavam de putas? Então agora quero que provem.
Rapidamente, a boca de Laura entrou em contato com a vulva molhada de Lorena. Ela deu um gemido leve ao sentir a amiga começar a lamber o que tinha de mais íntimo. Conforme Laura aumentava o ritmo de chupadas e lambidas, Lorena se esforçava pra agarrar os peitos da amiga, apalpar e beliscar os bicos.
Eu já tinha começado a me masturar, assistindo à cena erótica que as duas universitárias me proporcionavam.
Os movimentos e o esforço fizeram Laura começar a suar, com gotas escorrendo pelo pescoço e pelas costas.
Naquele momento, entre espasmos, Lorena gritou pra amiga:
- Porra, Laura, para, que eu vou gozar… ahhhhh… tira a boca, tira… ahhhhhhhh!
Mas Laura continuou na dela, ignorando a parceira: enfiou a língua várias vezes mais, até arrancar um grito agudo de Lorena, enquanto ela gozava, encharcando a boca da amiga. Laura limpou o canto dos lábios com a língua, aproveitando até as últimas gotas do fluxo de Lorena.
Dei só alguns segundos de descanso antes de falar:
- Muito bem. Agora quero trocar os papéis: Lorena, termina de despir a Laura e come a buceta dela até os fluidos escorrerem.
Lorena me obedeceu. Imediatamente, tirou da amiga a única peça de roupa que ainda estava vestindo, a calcinha branca, e com isso deixou todo o monte de Vênus de Laura exposto, que logo se deitou na cama esperando ansiosa as carícias e lambidas na buceta dela. Lorena começou a chupar o clitóris da amiga na hora, e eu aproveitei pra pegar do chão o macacão de lycra da Lorena: queria cheirar aquela roupa tão gostosa, sentir o aroma que o corpo da mina tinha deixado nela. Cheirei primeiro debaixo das axilas e um cheiro forte de suor entrou pelo meu nariz, me excitando pra caralho. Depois, aproximei meu rosto da área da bunda da roupa, me embriagando com o cheiro do cu da garota. Por último, cheirei a parte da virilha, que ainda estava meio molhada dos fluidos da estudante. Quando aspirei por uns segundos aquele cheiro ácido, me senti no paraíso.
Ainda estava cheirando a roupa quando Laura começou a gemer igual uma louca. Era questão de segundos pra mina molhar a boca e a cara da Lorena com os fluidos vaginais dela. E, de fato, logo em seguida vi a Lorena afastar um pouco a boca, surpresa com a quantidade de fluxo que jorrava da buceta da Laura, pra imediatamente voltar a aproximar e saborear o líquido.
As duas universitárias estavam encharcadas de suor e meio exaustas. Lorena se deitou na cama ao lado da amiga e, enquanto recuperavam as forças, eu falei:
— Acho que vocês mereceram minha pica. Olha ela, tão dura, tão ereta, com veias marcadas que parecem que vão estourar, e olha minhas bolas: grandes, inchadas, armazenando a porra que vou esguichar em vocês daqui a pouco. Laura, você quer provar meu pau agora?
— Sim, tô morrendo de vontade — respondeu.
— Assim não. Quero que responda com mais tesão. Grite pra mim o seguinte, como se fosse uma puta: “Me fode até me deixar grávida!” — respondi.
— Me fode até me deixar grávida! — exclamou a garota.
— Perfeito, assim sim. Gostei. E você, Lorena, topa deixar meu pau explorar essa buceta depilada que você tem? — perguntei.
— Mete o pau até o fundo, arromba logo minha xota! — gritou a garota.
— Mas que putinha você é! Nem precisei te pedir pra gritar nada. Só por isso vou começar com você. Depois é sua vez, Laura — falei.
Laura se levantou da cama e ficou de pé ao lado, observando como eu me posicionava entre as pernas de Lorena, que continuava deitada na cama com as pernas abertas, esperando pra receber meu pau. Enquanto nos olhava, ela se massageava a boceta com a palma da mão pra continuar no clima até chegar a vez dela.
Aí eu me deitei sobre Lorena, enfiei meu pau de uma vez na buceta dela, aproveitando que já tava bem lubrificado pelos sucos da garota, e comecei a chupar as tetonas dela com a boca. Com o vai e vem contínuo do meu pau, minhas bolas batiam sem parar no corpo suado da jovem. Enquanto continuava penetrando ela, eu sugava os bicos endurecidos de tesão como se fosse um bebê querendo aproveitar todo o leite. Lorena esticou os braços na direção de Laura, querendo tocar nela. Como não alcançava, Laura teve que se aproximar mais. Nessa hora, Lorena pegou as tetas de Laura com as mãos e começou a apalpar elas, esfregando também os bicos da amiga, que por sua vez tinha dois dedos enfiados na própria buceta e se masturbava vendo a colega Lorena sendo fodida por mim.
Acelerei ainda mais meus movimentos de penetração e comecei a sentir minhas bolas totalmente inchadas e cheias de pressão, loucas pra soltar todo o esperma acumulado.
— Goza logo! Enche minha boceta com seu leite quente! — gritou Lorena de repente.
E a universitária não teve que esperar muito: deslizei meu pau mais duas vezes na buceta molhada dela, dei três estocadas brutas e vários jatos de sêmen escorreram pela cabeça do meu pau, regando as entranhas da estudante. Ela suspirava de prazer e alívio, com o rosto completamente vermelho de tesão.
Mantive meu pau dentro até sentir que todo o leite tinha saído. Aproveitei pra beijar a novinha várias vezes nos lábios, na testa, nas bochechas quentes e ardentes, até que a garota fechou os olhos: exausta pelo esforço e ainda sob os efeitos do álcool que tinha bebido na festa à fantasia, tinha acabado de cair no sono.
Me afastei dela e fiquei observando com calma: ela estava de pernas abertas, os lábios da buceta vermelhos pelo atrito do meu pau e, deles, escorriam restos do meu gozo que caíam na roupa de cama.
Laura então se aproximou de mim e, sem dizer uma palavra, colocou nos meus lábios os dedos com que tinha se masturbado: estavam encharcados e pegajosos, e passei minha língua sobre eles pra lamber.
Pra dar tempo do meu pau se recuperar da primeira gozada, primeiro foquei em brincar com os peitos da garota: fazia eles quicarem empurrando com as mãos, com a ponta dos dedos apertava os biquinhos como se fossem botões e lambia eles.
A universitária então selou os lábios dela com os meus num beijo interminável, onde enfiou a língua até o fundo da minha garganta.
A garota desceu a mão devagar pelo meu corpo até encontrar meu pau. Acariciou ele por uns segundos, depois apertou com a mão e brincou com ele por uns instantes.
- Parece que seu pau já tá durinho de novo. Vai, deita no chão! - ela ordenou.
Deixei a estudante me mandar e obedeci. Me deitei no chão e, na hora, ela se agachou sobre mim: tentou sentar no meu pau. Errou na primeira tentativa por falta de reflexo por causa do álcool, mas na segunda conseguiu fazer a boceta dela engolir meu membro aos poucos, até ele ficar totalmente enterrado na buceta. Assim que enfiei meu pau na buceta dela, a novinha começou a cavalgar em cima de mim e eu não precisei fazer esforço nenhum: era ela quem estava me comendo. Levei minhas mãos até as nádegas da garota e consegui enfiar um dos meus dedos na rachinha que separa elas.
A mina já tinha aumentado o ritmo da cavalgada e gotas de suor da testa da Laura caíam no meu peito pelado.
Ela continuava quicando e quicando em cima de mim e eu, cada vez que ela acelerava o movimento, beliscava com mais força as bundas dela.
- Seu filho da puta, tá deixando minha bunda igual um tomate com esses beliscões! - gritou a novinha, bem antes de começar a gemer gostoso.
Parou de repente os movimentos e eu senti vários espasmos na barriga dela. Logo depois, percebi meu pau sendo molhado pelos fluidos que a buceta da estudante soltava. Ela já tinha gozado e eu também não tava longe de gozar.
- Porra, não me deixa na mão assim. Continua quicando até eu gozar também! - gritei pra Laura quase implorando.
A mina então retomou a cavalgada gritando:
- Vai, não me faz esperar muito. Dá todo o leite que tiver dentro de você, mas joga na minha boca!
Laura se levantou e deixou meu pau escapar da buceta dela. Ajoelhou e fez eu me levantar. Rápido e com tesão, enfiou meu pau na boca dela e começou a me chupar. Que boquete gostoso! Parecia mentira que ela tinha acabado de fazer 18 anos. Pela habilidade, tenho certeza que não era nem de longe o primeiro pau que ela chupava. Sentia meu pau inteiro, da base até a cabeça, encharcado de saliva da novinha, que já tava com a boca numa velocidade frenética. E aí não aguentei mais: com um gemido alto, comecei a gozar dentro da boquinha da estudante. Ela engoliu todo meu leite igual uma profissional, sem desperdiçar uma gota, enquanto Continuei gemendo de prazer. Até que não me deixou seco, Laura não soltou meu pau da boca dela, e terminou lambendo o canto dos lábios.
Depois de alguns minutos me recuperando, falei pra Laura:
— Vai, deita na cama junto com a Lorena e tenta dormir um pouco. Daqui a umas horas vou ligar pro seu caseiro pra pegar as chaves.
A garota me deu um beijo na boca e se deitou na cama. Eu apaguei a luz do quarto, saí e fui pro banheiro me lavar um pouco antes de me jogar no sofá da sala pra tentar descansar.
Quando abri os olhos, já passava das 11h. Sem fazer muito barulho, tomei banho, me vesti e liguei pro caseiro das meninas por causa das chaves, explicando o que tinha acontecido (obviamente omitindo a festa sexual que a gente tinha armado).
Meia hora depois, o homem chegou no meu apartamento. Na porta do prédio mesmo, ele me entregou um novo jogo de chaves. Disse que tava com pressa e que não podia perder muito tempo. Mas, antes de ir embora, me perguntou:
— Aliás, as estudantes ainda tão dormindo no seu quarto?
— Sim, ainda tão dormindo. Normal, depois do bêbadas que chegaram ontem — respondi.
— Não me diga que você teve essas duas gostosas no seu próprio quarto, bêbadas e dormindo, e não aproveitou a situação! — exclamou.
— Se quiser, dá uma espiada rapidinho e tira a dúvida você mesmo — respondi.
O caseiro entrou no meu apê e parou na porta do meu quarto. O que ele viu tirou qualquer dúvida: as duas universitárias dormiam tranquilamente deitadas na minha cama, destapadas, completamente peladas e de barriga pra cima, e ao redor da cama estavam espalhadas no chão todas as roupas das garotas. O pobre homem ficou de boca aberta, passando o olho na anatomia das duas amigas.
Entrei no quarto na ponta dos pés e peguei do chão a calcinha branca da Laura.
— Vamos, você já viu. —Bastante —sussurrei para o caseiro.
—Toma, leva isso de lembrança, pra nunca esquecer das duas putinhas que alugaram teu apartamento esse semestre —falei enquanto entregava a calcinha.
O homem, assim que pegou, a primeira coisa que fez foi cheirar.
—Porra, que cheiro de mulher no cio! —comentou baixinho.
Enquanto descia as escadas, guardou a peça no bolso da calça, e eu fechei a porta do apartamento.
Uma hora depois, as minas finalmente acordaram. Depois de entregar as chaves do apartamento delas, as garotas disseram que iam pra casa tomar um banho sossegadas e comer alguma coisa. Lorena pegou as botas de couro no quarto, e Laura, os sapatos e a bolsa. Com essas coisas nas mãos e deixando o resto das roupas no chão, elas se preparavam pra sair do apartamento e ir pro delas, do outro lado do corredor, completamente peladas.
—Vocês não vão se vestir? —perguntei.
—Pra quê? A gente tá no último andar, não tem mais vizinho aqui, e nosso apê é bem ali na frente. É bobeira se vestir pra ter que tirar tudo de novo na hora do banho, cê não acha? —respondeu Lorena.
—Mas pelo menos peguem o resto da roupa e levem. Não deixem isso aqui jogado pra mim —falei.
—Essas fantasias não vão servir mais pra nada. Joga no lixo —disse Laura.
Acompanhei as minas até a porta do meu apê e me despedi delas.
—Valeu por tudo: por deixar a gente dormir na sua casa e, claro, pela trepada de hoje de madrugada —comentou Lorena, me dando um beijo de despedida. Laura fez o mesmo comigo antes de atravessar os poucos três metros que separavam a porta do meu apê do delas.
Tenho que admitir que não joguei fora a meia-calça nem o sutiã da Laura e, claro, nem o macacão de lycra da Lorena. Guardei tudo num saco pra nunca esquecer das duas putinhas universitárias que foram minhas vizinhas no semestre passado.
3 comentários - Minhas vizinhas, duas universitárias gostosas (leia tudo)
Saludos