Tava na minha vez de fazer aquela viagem de trabalho de sempre pro outro lado do Atlântico. Mais uma jornada de treze horas entre Madrid e Buenos Aires. Uma viagem na classe econômica, torcendo pra que o assento do lado ficasse vazio e eu pudesse dormir com um mínimo de espaço.
Já no terminal quatro dava pra ver que a greve não oficial dos controladores ia fazer a viagem durar mais do que o previsto. A ideia era voar ao meio-dia, mas no fim partimos depois da meia-noite, um desastre.
Já no terminal, enquanto esperávamos, eu ficava andando pra lá e pra cá no corredor pra matar o tempo. Olhava pros outros passageiros, tomava umas cervejas, trocava olhares cúmplices. Foi lá que vi ela pela primeira vez, tava se pegando com um cara e não tinham vergonha nenhuma. Acho que todo mundo ali tava ficando com muito tesão. Não fazia ideia de que voo eles iam pegar, o negócio é que perdi eles de vista e fui jantar. Mais tarde, dei outra volta e vi eles de novo no fim do terminal U, já era mais que beijo, não consegui evitar de ficar duro. Queria muito estar no lugar dele, não que a mulher fosse uma gostosa, mas tinha um puta morbo. Devia ter uns trinta e poucos anos e parecia saber o que queria, os olhos dela brilhavam. Ela tava com a mão no bolso da calça dele, dava pra adivinhar fácil o que tava fazendo. A gente se olhou, ela não parou e eu fiquei vermelho que nem um tomate. Resolvi mudar de lugar e fui pra perto do meu portão de embarque.
Finalmente chamaram pra embarcar. Eu tava no fim do avião, então entrei dos primeiros. Depois de um tempo, vi que tinha sorte: os dois assentos do meu lado estavam vazios, ou pelo menos era o que eu pensava. Quando o embarque já tava quase acabando, vejo a mina do terminal vindo pelo corredor, e ela vinha sozinha. Sentou num dos dois lugares vagos do meu lado, deixando livre o que era colado no meu. A gente nem se cumprimentou. Ela me olhou como se me reconhecesse e eu fiquei vermelho pela segunda vez. Não consegui evitar de pensar que ela ia me achar um tarado. Olhei esperando ver o parceiro dela chegar. Não chegou. Decolamos, era meia-noite e quarenta.
Eu tava com vergonha de olhar pra ela e ela tava inquieta. Olhei disfarçado: saia plissada, na altura da canela. Uma blusa branca com gola rolê. Não era uma beleza, mas me deixava com tesão.
A gente se cumprimentou e comentou sobre o atraso, como os planos mudam, o trabalho, as viagens. Ela tava viajando pra ver um parente e o companheiro dela pegava outro voo e se veriam daqui a uma semana. — Que merda, ela disse. — Pois é, falei; não consegui evitar um sorriso e dessa vez foi ela que ficou vermelha. Paciência, falei, no fim todo mundo tem que usar um pouco de imaginação pra superar os momentos de solidão. Disso ela tinha de sobra, ela disse.
Resumindo, passamos umas boas horas conversando e tocamos em todos os assuntos, no fim o cansaço chegou e era hora de dormir, o avião já tava escuro fazia tempo. A gente se cobriu com as mantas e ela me perguntou se eu me importava dela ocupar os dois assentos, meu sonho foi pro saco. Claro que não, falei.
Ela se acomodou em posição fetal, de lado, com os pés virados pra mim, sem sapatos, encolhida. Pensei que não ia conseguir dormir aquela noite. Depois de um tempo, os pés dela encostaram no meu quadril, não me incomodava, o problema é que ela não parava quieta. Tava nervosa, cansada, sei lá. Falei que pra mim não tinha problema ela esticar as pernas sobre minhas coxas. Não sei por que falei aquilo, não tinha segundas intenções. O fato é que depois de um tempo ela se esticou. Ela parecia mais relaxada, eu, nem um pouco. Minha cabeça não parava de imaginar possibilidades.
Sem perceber, acabei acariciando os tornozelos dela, ela não disse nada. Eu tinha creme para as mãos na minha pochete, peguei um pouco e comecei a massagear, comecei pelos dedos e pela sola dos pés. Ela levantou a cabeça no escuro, me olhou e se acomodou de barriga pra cima, ajeitou a manta e o travesseiro e fechou os olhos. Eu me senti à vontade, continuei com as panturrilhas, aquilo prometia. Debaixo da manta. Deslizei a saia até os joelhos. As mãos dela baixaram a saia e impediram que eu continuasse por ali. Voltei pros tornozelos dela e depois pros dedos. Massageei com bastante creme o dedão e brinquei com meus dedos entre os dela. Os dedinhos dela eram finos e compridos, com as unhas bem cortadas. Simulei com três dos meus dedos como se estivesse fazendo uma punheta com o dedão do pé dela. Depois, juntando dois dedos dela pelas pontas, enfiei um dos meus como se fosse uma buceta molhada. Senti um leve tremor nas pernas dela. Com a outra mão, subi de novo até os joelhos, serpenteie por baixo da saia até a beirada da calcinha dela. Não vi, mas imaginei que fosse pequenininha. Ela já não colocou mais obstáculos, e brinquei com a borda da peça, não passei dela, mas a ponta dos meus dedos já estava com a umidade dela pra facilitar a massagenzinha. Ela afastou levemente as coxas, como quem não quer nada, como se estivesse dormindo e se espreguiçando. Continuei no meu rumo. Contornando por fora da calcinha, cheguei no umbigo dela, enfiei o dedo. Ela abriu as coxas de novo.
Por cima da renda da calcinha fio-dental, procurei a pepininha dela, não foi difícil, e notei que ela gozava em silêncio. Passei o dedo do meio pelos lábios da buceta dela por cima do tecido. Empurrei, enfiando o dedo com o pano feito camisinha. Girei o anelar pra alcançar o ponto G. Tava rugoso, inchado. Agitei o dedo como se tivesse limpando a orelha, só a primeira falange. Aquilo aumentou o volume. Enfiei um segundo dedo e com as duas falanges acelerei os movimentos. Era um rio. Com certeza quem sentasse depois naquela poltrona ia pensar que alguém tinha mijado. Ela gozou sem jeito. Suavemente espalhei os sucos dela pela pepininha, e ela dormiu.
E eu também.
Acordei com a luz do café da manhã, ela também. E nos olhamos, e ela me deu um sorriso. Se aproximou e, olhando nos meus olhos, me deu um beijinho, e depois outro, passou a língua na borda dos meus lábios. Não enfiou a língua. De frente, brincou junto com uma das pontas e entrou quentinha até o fundo. Foi um beijo nada brusco, feminino e muito quente.
Debaixo do cobertor, a mão dela avançou brincando na minha coxa, acariciou meu umbigo e, igual eu tinha feito antes, brincou de enfiar. Continuou subindo, os dedos beliscaram meus mamilos, que a essa altura já estavam durinhos. Pra mim, brincar com os mamilos me deixa muito excitado. A brincadeira dos beijos não parava, perto do meu ouvido ela sussurrou que tinha que me retribuir, e retribuiu: os dedos percorreram o comprimento do meu pau, de cima pra baixo, de baixo pra cima. Achou o zíper, achou o bicho e achou um jeito de acariciar ele de modo que ficasse escondido de olhares indiscretos. Faltavam algumas fileiras pra chegar o carrinho dos cafés da manhã, as bolas estavam cheias. Bem na hora que passou por nós, eu me esvaziei até a alma. Na mesma hora me perguntam o que queria beber, minha garganta estava seca e meus olhos praticamente fechados, acho que ainda estava gozando. Foi ela quem pediu suco de uva, abacaxi e maçã. Precisava de algo fresco pra recuperar o fôlego.
Não parecíamos desconhecidos; pra quem olhasse, veria um casal apaixonado viajando. Saímos do aeroporto como um casal no carro alugado, não perguntei pra onde ela ia, nem o hotel ou endereço. Fomos direto pro meu hotel no Microcentro, na Tucumán. O centro de Buenos Aires tá sempre agitado e hoje não era diferente. Demoramos uma eternidade e, durante essa eternidade, as carícias eram constantes. "Não goza", ela disse, "quero tudo pra mim". Me deu um arrepio.
O hotel é o meu de sempre pra trabalho, nunca chego acompanhado, dessa vez foi exceção. Eu não sabia como lidar com a situação, ela resolveu na boa ao mostrar a identidade. Não queria que parecesse que eu tava levando uma puta pro quarto, não é meu costume, nem achei justo que ela se sentisse assim.
Entramos no quarto e ofereci um banho, ela disse que a gente precisava. Faltou para os dois, a viagem foi longa. Deixei ela tomar banho sozinha, meu corpo pedia outra coisa, mas eu queria estar limpo, cheirava a suor e ainda tinha restos de gozo.
Chamei o serviço de quarto, pedi um café da manhã para dois com champanhe, frutos do mar e frutas. Demorou um pouco, não era o normal, mas cumpriram.
Enquanto chegava, tomei banho, depois do banho um pouco de Antaeus da Chanel pra melhorar meu cheiro. É um perfume que me excita.
Ao sair do banheiro, de roupão, vi ela na cama, vestindo uma camisola curta, amarela, uff, de parar o coração. Ficava linda na pele bronzeada dela, coisa do verão valenciano. Nisso bateram na porta, era o serviço de quarto.
— Vem, ela disse, prefiro começar pela carne. E desatou o laço do roupão. Eu já tava duro, ela pegou com a mão quentinha e me deixou cair na cama. Não começou a chupar meu pau, como eu pensei. Enfiou direto na boca o dedão do pé, e depois os outros, com a língua penetrando cada espaço entre os dedos. Tentou enfiar todos os dedos de uma vez, como se fosse um pauzão. Com a boca foi subindo, tava me ensalivando inteiro. Não parou, da virilha foi pro umbigo e depois atacou meus peitos e minhas axilas. — Adoro seu cheiro — ela disse. A qualquer momento eu gozava. Desceu pro umbigo, e pra virilha. As mãos dela amassavam minha bunda. Ela me olha nos olhos, faz biquinho de Marilyn e enquanto um dedo acaricia meu cu, a boca dela se deixa penetrar devagar. Gozei. Gozei enquanto os lábios dela chegavam na base do pau. Gozei e parecia que perdia a consciência.
— Vamos tomar café? E minhas pernas tremiam.
Tomamos um banho juntos, fui vestir uma cueca mas ela não deixou. Sentamos um de frente pro outro, nos olhando nos olhos enquanto ela me servia uma taça de suco de laranja. Olhei os peitos dela, médios, os mamilos pareciam umas cobras. Pânico teriam os que correm em San Fermín. Escuros.
— Vai chupar eles depois do café? Café da manhã?
– Sim, falei, mas não vou esperar terminar.
– Meu marido adora chupar eles. Fico muito tesuda quando chupam.
– Acho que você fica tesuda com qualquer coisa, precisa dar uma olhada nisso.
– Pois é, tô procurando alguém pra me consertar. Vai ser você?
– Com quem você estava no aeroporto?
– Era meu marido, não devia ter ficado tão excitada e não ter gozado. Ele sabe que quando passo do ponto, não consigo mais parar. Não consigo parar até o corpo não responder mais. O problema é que viemos juntos pra uma convenção da universidade, mas ele recebeu uma ligação já na área de embarque, coisas de trabalho, e quando é isso, tudo é secundário.
– Você me deixou muito excitado no aeroporto.
– Não esperei sua reação no avião. Você se arriscou, podia ter feito um escândalo…
– Vi nos seus olhos o tesão, o mesmo que você tem agora.
Peguei um morango, molhei na taça, levei aos lábios dela. Passei pelos lábios como se fosse um botão, um botão de pau. Ela entrou na dança e chupou. Mordeu. Pela comissura dos lábios escorria o suco.
Ela pegou outro morango, levou pra fora da minha vista, debaixo da mesa. Semi-cerrou os olhos, sorriu e levou à minha boca. O gosto de morango e dos sucos da buceta dela me deixou duro, o café da manhã prometia.
Brincamos um pouco com os morangos, e com as uvas. E com os kiwis. Eu gosto dos amarelos, são mais doces. Cortei ao meio, estava madurinho. Passei pelos mamilos dela, que se ergueram na hora. A barriga dela se contraiu e os mamilos ficaram duros, mistura do frio e da carícia macia. Limpei com minha língua, com minha boca. Ela agradeceu com um gemido o calor da minha boca.
– Shhh, espera, vejo que você tá com fome. Me passa as camarões. Você gosta com maionese ou puro? Tão meio sem graça, né?
Já na minha vista, ela levou o camarão e passou pela conchinha dela. Hum, camarão com conchinha, adoro! Ela acariciou os lábios dela por fora, devagar, e devagar passou pela boceta dela. Pepita. Desceu e enfiou no bocetinho pelado dela. Tirou. Levou até minha boca.
— Tô vendo que cê tá com fome. Não me respondeu se gosta delas sozinhas ou não…
Procurei a lagosta maior. Levei até a rachinha dela e comecei a punhetar, fui masturbando enquanto ela começava a rebolar como se já estivesse trepando. Tirei. Levei até a boca dela.
Ela me olhou surpresa, pensando que a iguaria era pra mim. Chupou igual se chupa a cabeça de uma lagosta. Me olhou enquanto eu molhava de novo no molho da buceta dela. Bem molhada, levei de volta à boca dela, que comeu com uma cara de tesuda. Continuamos brincando até acabar o prato inteiro. O cheiro de lagosta e buceta deixou o quarto intoxicado.
Mordi a boca dela, as línguas já brincavam sem sensualidade, o corpo já pedia mais. Abraçados, levei ela até a cama, onde ela se deixou cair abrindo as pernas. O peladinho dela apareceu molhado, molhado e aberto como um figo. Só vi por uns segundos, o tempo suficiente pra pegar ela pelas pernas e puxar pra mim, deixando a bunda dela na beirada da cama. Segundos demorei pra enfiar até o fundo, igual manteiga. Me surpreendi como ela era apertadinha, feito uma luva.
— Ahh, já era hora. Que duro. Que presente cê guardou pra mim. Cê me enche toda. Deeus.
— Pô, cê é religiosa agora? Cê que me surpreende, que apertadinha!!
— Deus, nem pense em parar, e menos ainda em lobo, meu marido nunca achou apertado. Menos lobo.
— Cê é apertada. Agg, será que é porque tá assustada?
— Não para, filho da puta, mete forte, agg, ahh, já, jáaa. Deus, porra.
Eu fui atrás. Assim que senti ela gozar, não consegui evitar e gozei também.
Me deixei cair na cama, do lado dela. Senti a boca dela de novo chupando meu peito. Começou pelos mamilos. Fez círculos com a língua nos meus peitos, terminando nas minhas axilas. Nunca tinham chupado elas. Fechou meus braços e lambeu como se fosse uma bocetinha, primeiro devagar pra depois devorar, bem na hora que eu abria o braço. como se tivesse abrindo as pernas. Fiquei duro de novo. Ela desceu a língua pelo meu lado, indo até a base da rola. Ficou brincando até deixar ela no talo.
Procurei o sessenta e nove. Fui direto na buceta dela, tava muito quente. Ela ficou grata e meteu até a campainha. A saliva encharcava os lençóis.
A buceta dela tinha um gosto de uma mistura de camarão, minha porra e a dela. Adorei. Não parei de lamber, fui até o grelo dela e além, até o cuzinho. Ela apertou as nádegas, relaxou e eu brinquei de penetrar alternando língua e dedo.
Ela desceu até as bolas, chupou uma e depois a outra. Tentou comer as duas juntas. Quando a saliva escorria pro G, a língua dela seguiu o riozinho chupando e tentando morder desde a base das minhas bolas até meu cu. Ela meteu a língua, era minha primeira vez. E eu gostei.
Continuei brincando com minha língua e meu dedo no buraquinho dela. Meti ele inteiro.
— Filho da puta, eu gosto, gosto muito.
Ela continuou brincando com o meu com a língua e o dedo. Meteu ele inteiro.
— Porra, não para, eu também gosto.
Era minha primeira vez, tava desvirginando meu cu, não vi como sinal de homossexualidade. Era puro desejo por aquela mulher.
Virei ela, de quatro continuei chupando o cu dela e já meti dois e depois três dedos. Coloquei um travesseiro pra levantar a bunda dela, olhei ela já dilatada enquanto apontava a rola.
— Para, para. Não vai entrar, tira, filho da puta. Tá doendo.
Fiquei parado, mudei um pouco de posição mas sem tirar da entrada do cuzinho. Procurei a posição pra encostar meu rosto na nuca dela. Beijinhos e mordidas na base da nuca. A língua nas orelhas dela, depois indo pro canto dos lábios. A língua dela procura a minha. — Já é minha, penso. Minha mão brinca no clitóris dela e continuo empurrando.
— Só um pouco, ela fala.
— Só a pontinha, nada mais…, eu falo.
E continuo com os beijinhos, as línguas se encontrando e o dedo brincando do outro lado.
— Só um pouco, ela fala.
— Só a pontinha, nada mais…, eu falo. Continuo brincando enquanto sussurro no ouvido da condessa, que agora não tem mais os peitos sobre a mesa. Meu dedo acelerava os movimentos na buceta molhada dela.
- Aggg, não para, vou gozar, ahh.
E enquanto ela gozava, enfiei até o fundo, até que os ovos batessem nas nádegas molhadas dela.
- Filho da puta, você me partiu no meio. Tira.
Me afastei sem tirar tudo e voltei ao fundo.
- Filho da mãe, tira.
Me afastei de novo e entrei de novo. Repeti umas quantas vezes.
- Para, para e tira.
E ela não disse mais nada, eu parei de dar ouvidos. A voz dela dizia tira e minha mente dizia mete. E no vai e vem, aceleramos e gozamos os dois.
Fiquei exausto, meio sonolento. Ela se levantou em silêncio. Ouvi o barulho do chuveiro. Apaguei.
Acordei com os beijos e carícias dela. Fiquei feliz que não estava brava. Continuou com os beijos nas minhas costas. Mordeu minha nuca e enfiou a língua no meu ouvido. Procurou o canto dos meus lábios e brincamos com as línguas. Desceu rápido, passando a língua pelas minhas vértebras. Mordeu minhas nádegas e chupou meus ovos. Meu pau já estava duro de novo. Ela enfiou na boca enquanto começou a brincar de novo com um dedo no meu cu. Deixei ela fazer, da outra vez eu tinha gostado.
Voltou com a boca e tentou me comer com a língua. Tava elétrica.
Colocou o travesseiro embaixo, levantando minhas nádegas. E continuou babando no meu cu, enfiou o dedo do meio até o fundo. Enfiou os dedos na própria buceta e, com eles molhados, enfiou dois dedos em mim. Tava ficando doido.
Subiu até minha nuca com beijinhos. Me colocou de quatro, se posicionou como se fosse me foder, olhei de lado e vi ela descascando uma banana. Sorriu pra mim, fiquei cagado de medo. Mas não me mexi.
Senti ela começando a meter, até o fundo.
- Não, para, tira.
Ela tirou até a metade e enfiou de novo.
Não falei mais nada. Ela metia e tirava enquanto brincava com meu pau.
- Vou gozar, vou gozar.
Ela procurou meu pau com a boca, parte caiu dentro e parte fora. Nos beijamos. Depois a gente comeu a banana, metade pra cada um, dividindo tudo.
Depois de tomar outro banho, ela foi embora, trocamos nossos e-mails e viramos a página. Depois viriam outras.
Já no terminal quatro dava pra ver que a greve não oficial dos controladores ia fazer a viagem durar mais do que o previsto. A ideia era voar ao meio-dia, mas no fim partimos depois da meia-noite, um desastre.
Já no terminal, enquanto esperávamos, eu ficava andando pra lá e pra cá no corredor pra matar o tempo. Olhava pros outros passageiros, tomava umas cervejas, trocava olhares cúmplices. Foi lá que vi ela pela primeira vez, tava se pegando com um cara e não tinham vergonha nenhuma. Acho que todo mundo ali tava ficando com muito tesão. Não fazia ideia de que voo eles iam pegar, o negócio é que perdi eles de vista e fui jantar. Mais tarde, dei outra volta e vi eles de novo no fim do terminal U, já era mais que beijo, não consegui evitar de ficar duro. Queria muito estar no lugar dele, não que a mulher fosse uma gostosa, mas tinha um puta morbo. Devia ter uns trinta e poucos anos e parecia saber o que queria, os olhos dela brilhavam. Ela tava com a mão no bolso da calça dele, dava pra adivinhar fácil o que tava fazendo. A gente se olhou, ela não parou e eu fiquei vermelho que nem um tomate. Resolvi mudar de lugar e fui pra perto do meu portão de embarque.
Finalmente chamaram pra embarcar. Eu tava no fim do avião, então entrei dos primeiros. Depois de um tempo, vi que tinha sorte: os dois assentos do meu lado estavam vazios, ou pelo menos era o que eu pensava. Quando o embarque já tava quase acabando, vejo a mina do terminal vindo pelo corredor, e ela vinha sozinha. Sentou num dos dois lugares vagos do meu lado, deixando livre o que era colado no meu. A gente nem se cumprimentou. Ela me olhou como se me reconhecesse e eu fiquei vermelho pela segunda vez. Não consegui evitar de pensar que ela ia me achar um tarado. Olhei esperando ver o parceiro dela chegar. Não chegou. Decolamos, era meia-noite e quarenta.
Eu tava com vergonha de olhar pra ela e ela tava inquieta. Olhei disfarçado: saia plissada, na altura da canela. Uma blusa branca com gola rolê. Não era uma beleza, mas me deixava com tesão.
A gente se cumprimentou e comentou sobre o atraso, como os planos mudam, o trabalho, as viagens. Ela tava viajando pra ver um parente e o companheiro dela pegava outro voo e se veriam daqui a uma semana. — Que merda, ela disse. — Pois é, falei; não consegui evitar um sorriso e dessa vez foi ela que ficou vermelha. Paciência, falei, no fim todo mundo tem que usar um pouco de imaginação pra superar os momentos de solidão. Disso ela tinha de sobra, ela disse.
Resumindo, passamos umas boas horas conversando e tocamos em todos os assuntos, no fim o cansaço chegou e era hora de dormir, o avião já tava escuro fazia tempo. A gente se cobriu com as mantas e ela me perguntou se eu me importava dela ocupar os dois assentos, meu sonho foi pro saco. Claro que não, falei.
Ela se acomodou em posição fetal, de lado, com os pés virados pra mim, sem sapatos, encolhida. Pensei que não ia conseguir dormir aquela noite. Depois de um tempo, os pés dela encostaram no meu quadril, não me incomodava, o problema é que ela não parava quieta. Tava nervosa, cansada, sei lá. Falei que pra mim não tinha problema ela esticar as pernas sobre minhas coxas. Não sei por que falei aquilo, não tinha segundas intenções. O fato é que depois de um tempo ela se esticou. Ela parecia mais relaxada, eu, nem um pouco. Minha cabeça não parava de imaginar possibilidades.
Sem perceber, acabei acariciando os tornozelos dela, ela não disse nada. Eu tinha creme para as mãos na minha pochete, peguei um pouco e comecei a massagear, comecei pelos dedos e pela sola dos pés. Ela levantou a cabeça no escuro, me olhou e se acomodou de barriga pra cima, ajeitou a manta e o travesseiro e fechou os olhos. Eu me senti à vontade, continuei com as panturrilhas, aquilo prometia. Debaixo da manta. Deslizei a saia até os joelhos. As mãos dela baixaram a saia e impediram que eu continuasse por ali. Voltei pros tornozelos dela e depois pros dedos. Massageei com bastante creme o dedão e brinquei com meus dedos entre os dela. Os dedinhos dela eram finos e compridos, com as unhas bem cortadas. Simulei com três dos meus dedos como se estivesse fazendo uma punheta com o dedão do pé dela. Depois, juntando dois dedos dela pelas pontas, enfiei um dos meus como se fosse uma buceta molhada. Senti um leve tremor nas pernas dela. Com a outra mão, subi de novo até os joelhos, serpenteie por baixo da saia até a beirada da calcinha dela. Não vi, mas imaginei que fosse pequenininha. Ela já não colocou mais obstáculos, e brinquei com a borda da peça, não passei dela, mas a ponta dos meus dedos já estava com a umidade dela pra facilitar a massagenzinha. Ela afastou levemente as coxas, como quem não quer nada, como se estivesse dormindo e se espreguiçando. Continuei no meu rumo. Contornando por fora da calcinha, cheguei no umbigo dela, enfiei o dedo. Ela abriu as coxas de novo.
Por cima da renda da calcinha fio-dental, procurei a pepininha dela, não foi difícil, e notei que ela gozava em silêncio. Passei o dedo do meio pelos lábios da buceta dela por cima do tecido. Empurrei, enfiando o dedo com o pano feito camisinha. Girei o anelar pra alcançar o ponto G. Tava rugoso, inchado. Agitei o dedo como se tivesse limpando a orelha, só a primeira falange. Aquilo aumentou o volume. Enfiei um segundo dedo e com as duas falanges acelerei os movimentos. Era um rio. Com certeza quem sentasse depois naquela poltrona ia pensar que alguém tinha mijado. Ela gozou sem jeito. Suavemente espalhei os sucos dela pela pepininha, e ela dormiu.
E eu também.
Acordei com a luz do café da manhã, ela também. E nos olhamos, e ela me deu um sorriso. Se aproximou e, olhando nos meus olhos, me deu um beijinho, e depois outro, passou a língua na borda dos meus lábios. Não enfiou a língua. De frente, brincou junto com uma das pontas e entrou quentinha até o fundo. Foi um beijo nada brusco, feminino e muito quente.
Debaixo do cobertor, a mão dela avançou brincando na minha coxa, acariciou meu umbigo e, igual eu tinha feito antes, brincou de enfiar. Continuou subindo, os dedos beliscaram meus mamilos, que a essa altura já estavam durinhos. Pra mim, brincar com os mamilos me deixa muito excitado. A brincadeira dos beijos não parava, perto do meu ouvido ela sussurrou que tinha que me retribuir, e retribuiu: os dedos percorreram o comprimento do meu pau, de cima pra baixo, de baixo pra cima. Achou o zíper, achou o bicho e achou um jeito de acariciar ele de modo que ficasse escondido de olhares indiscretos. Faltavam algumas fileiras pra chegar o carrinho dos cafés da manhã, as bolas estavam cheias. Bem na hora que passou por nós, eu me esvaziei até a alma. Na mesma hora me perguntam o que queria beber, minha garganta estava seca e meus olhos praticamente fechados, acho que ainda estava gozando. Foi ela quem pediu suco de uva, abacaxi e maçã. Precisava de algo fresco pra recuperar o fôlego.
Não parecíamos desconhecidos; pra quem olhasse, veria um casal apaixonado viajando. Saímos do aeroporto como um casal no carro alugado, não perguntei pra onde ela ia, nem o hotel ou endereço. Fomos direto pro meu hotel no Microcentro, na Tucumán. O centro de Buenos Aires tá sempre agitado e hoje não era diferente. Demoramos uma eternidade e, durante essa eternidade, as carícias eram constantes. "Não goza", ela disse, "quero tudo pra mim". Me deu um arrepio.
O hotel é o meu de sempre pra trabalho, nunca chego acompanhado, dessa vez foi exceção. Eu não sabia como lidar com a situação, ela resolveu na boa ao mostrar a identidade. Não queria que parecesse que eu tava levando uma puta pro quarto, não é meu costume, nem achei justo que ela se sentisse assim.
Entramos no quarto e ofereci um banho, ela disse que a gente precisava. Faltou para os dois, a viagem foi longa. Deixei ela tomar banho sozinha, meu corpo pedia outra coisa, mas eu queria estar limpo, cheirava a suor e ainda tinha restos de gozo.
Chamei o serviço de quarto, pedi um café da manhã para dois com champanhe, frutos do mar e frutas. Demorou um pouco, não era o normal, mas cumpriram.
Enquanto chegava, tomei banho, depois do banho um pouco de Antaeus da Chanel pra melhorar meu cheiro. É um perfume que me excita.
Ao sair do banheiro, de roupão, vi ela na cama, vestindo uma camisola curta, amarela, uff, de parar o coração. Ficava linda na pele bronzeada dela, coisa do verão valenciano. Nisso bateram na porta, era o serviço de quarto.
— Vem, ela disse, prefiro começar pela carne. E desatou o laço do roupão. Eu já tava duro, ela pegou com a mão quentinha e me deixou cair na cama. Não começou a chupar meu pau, como eu pensei. Enfiou direto na boca o dedão do pé, e depois os outros, com a língua penetrando cada espaço entre os dedos. Tentou enfiar todos os dedos de uma vez, como se fosse um pauzão. Com a boca foi subindo, tava me ensalivando inteiro. Não parou, da virilha foi pro umbigo e depois atacou meus peitos e minhas axilas. — Adoro seu cheiro — ela disse. A qualquer momento eu gozava. Desceu pro umbigo, e pra virilha. As mãos dela amassavam minha bunda. Ela me olha nos olhos, faz biquinho de Marilyn e enquanto um dedo acaricia meu cu, a boca dela se deixa penetrar devagar. Gozei. Gozei enquanto os lábios dela chegavam na base do pau. Gozei e parecia que perdia a consciência.
— Vamos tomar café? E minhas pernas tremiam.
Tomamos um banho juntos, fui vestir uma cueca mas ela não deixou. Sentamos um de frente pro outro, nos olhando nos olhos enquanto ela me servia uma taça de suco de laranja. Olhei os peitos dela, médios, os mamilos pareciam umas cobras. Pânico teriam os que correm em San Fermín. Escuros.
— Vai chupar eles depois do café? Café da manhã?
– Sim, falei, mas não vou esperar terminar.
– Meu marido adora chupar eles. Fico muito tesuda quando chupam.
– Acho que você fica tesuda com qualquer coisa, precisa dar uma olhada nisso.
– Pois é, tô procurando alguém pra me consertar. Vai ser você?
– Com quem você estava no aeroporto?
– Era meu marido, não devia ter ficado tão excitada e não ter gozado. Ele sabe que quando passo do ponto, não consigo mais parar. Não consigo parar até o corpo não responder mais. O problema é que viemos juntos pra uma convenção da universidade, mas ele recebeu uma ligação já na área de embarque, coisas de trabalho, e quando é isso, tudo é secundário.
– Você me deixou muito excitado no aeroporto.
– Não esperei sua reação no avião. Você se arriscou, podia ter feito um escândalo…
– Vi nos seus olhos o tesão, o mesmo que você tem agora.
Peguei um morango, molhei na taça, levei aos lábios dela. Passei pelos lábios como se fosse um botão, um botão de pau. Ela entrou na dança e chupou. Mordeu. Pela comissura dos lábios escorria o suco.
Ela pegou outro morango, levou pra fora da minha vista, debaixo da mesa. Semi-cerrou os olhos, sorriu e levou à minha boca. O gosto de morango e dos sucos da buceta dela me deixou duro, o café da manhã prometia.
Brincamos um pouco com os morangos, e com as uvas. E com os kiwis. Eu gosto dos amarelos, são mais doces. Cortei ao meio, estava madurinho. Passei pelos mamilos dela, que se ergueram na hora. A barriga dela se contraiu e os mamilos ficaram duros, mistura do frio e da carícia macia. Limpei com minha língua, com minha boca. Ela agradeceu com um gemido o calor da minha boca.
– Shhh, espera, vejo que você tá com fome. Me passa as camarões. Você gosta com maionese ou puro? Tão meio sem graça, né?
Já na minha vista, ela levou o camarão e passou pela conchinha dela. Hum, camarão com conchinha, adoro! Ela acariciou os lábios dela por fora, devagar, e devagar passou pela boceta dela. Pepita. Desceu e enfiou no bocetinho pelado dela. Tirou. Levou até minha boca.
— Tô vendo que cê tá com fome. Não me respondeu se gosta delas sozinhas ou não…
Procurei a lagosta maior. Levei até a rachinha dela e comecei a punhetar, fui masturbando enquanto ela começava a rebolar como se já estivesse trepando. Tirei. Levei até a boca dela.
Ela me olhou surpresa, pensando que a iguaria era pra mim. Chupou igual se chupa a cabeça de uma lagosta. Me olhou enquanto eu molhava de novo no molho da buceta dela. Bem molhada, levei de volta à boca dela, que comeu com uma cara de tesuda. Continuamos brincando até acabar o prato inteiro. O cheiro de lagosta e buceta deixou o quarto intoxicado.
Mordi a boca dela, as línguas já brincavam sem sensualidade, o corpo já pedia mais. Abraçados, levei ela até a cama, onde ela se deixou cair abrindo as pernas. O peladinho dela apareceu molhado, molhado e aberto como um figo. Só vi por uns segundos, o tempo suficiente pra pegar ela pelas pernas e puxar pra mim, deixando a bunda dela na beirada da cama. Segundos demorei pra enfiar até o fundo, igual manteiga. Me surpreendi como ela era apertadinha, feito uma luva.
— Ahh, já era hora. Que duro. Que presente cê guardou pra mim. Cê me enche toda. Deeus.
— Pô, cê é religiosa agora? Cê que me surpreende, que apertadinha!!
— Deus, nem pense em parar, e menos ainda em lobo, meu marido nunca achou apertado. Menos lobo.
— Cê é apertada. Agg, será que é porque tá assustada?
— Não para, filho da puta, mete forte, agg, ahh, já, jáaa. Deus, porra.
Eu fui atrás. Assim que senti ela gozar, não consegui evitar e gozei também.
Me deixei cair na cama, do lado dela. Senti a boca dela de novo chupando meu peito. Começou pelos mamilos. Fez círculos com a língua nos meus peitos, terminando nas minhas axilas. Nunca tinham chupado elas. Fechou meus braços e lambeu como se fosse uma bocetinha, primeiro devagar pra depois devorar, bem na hora que eu abria o braço. como se tivesse abrindo as pernas. Fiquei duro de novo. Ela desceu a língua pelo meu lado, indo até a base da rola. Ficou brincando até deixar ela no talo.
Procurei o sessenta e nove. Fui direto na buceta dela, tava muito quente. Ela ficou grata e meteu até a campainha. A saliva encharcava os lençóis.
A buceta dela tinha um gosto de uma mistura de camarão, minha porra e a dela. Adorei. Não parei de lamber, fui até o grelo dela e além, até o cuzinho. Ela apertou as nádegas, relaxou e eu brinquei de penetrar alternando língua e dedo.
Ela desceu até as bolas, chupou uma e depois a outra. Tentou comer as duas juntas. Quando a saliva escorria pro G, a língua dela seguiu o riozinho chupando e tentando morder desde a base das minhas bolas até meu cu. Ela meteu a língua, era minha primeira vez. E eu gostei.
Continuei brincando com minha língua e meu dedo no buraquinho dela. Meti ele inteiro.
— Filho da puta, eu gosto, gosto muito.
Ela continuou brincando com o meu com a língua e o dedo. Meteu ele inteiro.
— Porra, não para, eu também gosto.
Era minha primeira vez, tava desvirginando meu cu, não vi como sinal de homossexualidade. Era puro desejo por aquela mulher.
Virei ela, de quatro continuei chupando o cu dela e já meti dois e depois três dedos. Coloquei um travesseiro pra levantar a bunda dela, olhei ela já dilatada enquanto apontava a rola.
— Para, para. Não vai entrar, tira, filho da puta. Tá doendo.
Fiquei parado, mudei um pouco de posição mas sem tirar da entrada do cuzinho. Procurei a posição pra encostar meu rosto na nuca dela. Beijinhos e mordidas na base da nuca. A língua nas orelhas dela, depois indo pro canto dos lábios. A língua dela procura a minha. — Já é minha, penso. Minha mão brinca no clitóris dela e continuo empurrando.
— Só um pouco, ela fala.
— Só a pontinha, nada mais…, eu falo.
E continuo com os beijinhos, as línguas se encontrando e o dedo brincando do outro lado.
— Só um pouco, ela fala.
— Só a pontinha, nada mais…, eu falo. Continuo brincando enquanto sussurro no ouvido da condessa, que agora não tem mais os peitos sobre a mesa. Meu dedo acelerava os movimentos na buceta molhada dela.
- Aggg, não para, vou gozar, ahh.
E enquanto ela gozava, enfiei até o fundo, até que os ovos batessem nas nádegas molhadas dela.
- Filho da puta, você me partiu no meio. Tira.
Me afastei sem tirar tudo e voltei ao fundo.
- Filho da mãe, tira.
Me afastei de novo e entrei de novo. Repeti umas quantas vezes.
- Para, para e tira.
E ela não disse mais nada, eu parei de dar ouvidos. A voz dela dizia tira e minha mente dizia mete. E no vai e vem, aceleramos e gozamos os dois.
Fiquei exausto, meio sonolento. Ela se levantou em silêncio. Ouvi o barulho do chuveiro. Apaguei.
Acordei com os beijos e carícias dela. Fiquei feliz que não estava brava. Continuou com os beijos nas minhas costas. Mordeu minha nuca e enfiou a língua no meu ouvido. Procurou o canto dos meus lábios e brincamos com as línguas. Desceu rápido, passando a língua pelas minhas vértebras. Mordeu minhas nádegas e chupou meus ovos. Meu pau já estava duro de novo. Ela enfiou na boca enquanto começou a brincar de novo com um dedo no meu cu. Deixei ela fazer, da outra vez eu tinha gostado.
Voltou com a boca e tentou me comer com a língua. Tava elétrica.
Colocou o travesseiro embaixo, levantando minhas nádegas. E continuou babando no meu cu, enfiou o dedo do meio até o fundo. Enfiou os dedos na própria buceta e, com eles molhados, enfiou dois dedos em mim. Tava ficando doido.
Subiu até minha nuca com beijinhos. Me colocou de quatro, se posicionou como se fosse me foder, olhei de lado e vi ela descascando uma banana. Sorriu pra mim, fiquei cagado de medo. Mas não me mexi.
Senti ela começando a meter, até o fundo.
- Não, para, tira.
Ela tirou até a metade e enfiou de novo.
Não falei mais nada. Ela metia e tirava enquanto brincava com meu pau.
- Vou gozar, vou gozar.
Ela procurou meu pau com a boca, parte caiu dentro e parte fora. Nos beijamos. Depois a gente comeu a banana, metade pra cada um, dividindo tudo.
Depois de tomar outro banho, ela foi embora, trocamos nossos e-mails e viramos a página. Depois viriam outras.
3 comentários - Voo molhado intercontinental (completo)