Terminei minhas aulas, as férias estavam chegando e eu, com 22 anos, me preparava para passar três meses de vagabundagem absoluta.
Minha ideia era pegar a mochila, me juntar com meu amigo Paco e nos dedicar a percorrer a Europa com um passe de trem para estudantes.
Estávamos planejando a viagem o inverno inteiro.
Foi aí que uma bomba estourou na família. Maite, a irmã da minha mãe, tinha acabado de receber a notícia: seu marido, o notário, o católico, o cagão, o careta, o triste do meu tio Vicente, anunciou do nada que ia deixá-la, que queria o divórcio.
Depois descobrimos que o crápula do Vicente tinha se envolvido com uma senhora viúva de Ciudad Real, a quem ele tinha ajudado a receber o testamento do falecido marido.
A notícia foi um choque. Minha tia Maite vivia como uma rainha às custas do Notário, e ninguém jamais suspeitaria que Vicente teria um caso fora do casamento.
Uma manhã, através da minha mãe, recebi uma proposta insólita.
Meus tios tinham preparado minuciosamente as férias deles. O destino seria Costa Yummy. Duas semanas percorrendo o país nos melhores hotéis e voos em Primeira Classe – uma loucura.
"Pedro, minha irmã me disse que de jeito nenhum vai deixar de ir para Costa Yummy. Ela me propôs que eu a acompanhasse, mas eu disse que não podia ir. Então ela me propôs que eu falasse com você. Você quer acompanhar sua tia na viagem?"
Ir para a Centro Améyummy com todo luxo era um plano ao qual eu não podia dizer não, então levei dois segundos para aceitar.
"Que bom, minha irmã está muito mal, e sua companhia com certeza vai ajudá-la. Me faça um favor, passe na casa dela esta tarde e dê a notícia você mesmo."
No meio da tarde, peguei a moto e fui para a casa da minha tia Maite.
A empregada abriu a porta e me disse que a senhora estava na piscina.
Em uma espreguiçadeira, lendo um livro enquanto tomava sol, eu encontrei minha tia.
Em quase todos os relatos que leio as... As protagonistas são mulheres esculturais dignas de aparecer na página central da Playboy, minha tia não era dessas.
No meio da quarentena, Maite era uma mulher normal, mais para gordinha do que para magra. Tudo nela era grande: corpo robusto, peitões, quadris enormes e uma bunda que, para mim, acostumado com minhas amigas de vinte e poucos anos, parecia descomunal. Isso sim, não vi sinais de celulite, tão comum na idade dela.
Ela usava um maiô completo, mata-prazeres, com o qual nem a Marilyn Monroe estaria sexy.
Para ser sincero, o que eu gostava na minha tia era o bom humor dela, ela estava sempre sorrindo e tinha uma risada fácil.
Na piscina, me deparei com outra mulher, apagada, tristonha, murcha.
Contei a ela o que tinha ido contar, e isso pareceu animá-la um pouco.
"Que alegria você me dá, Pedro! Pensei que teria que viajar sozinha. O país não é perigoso, mas me sinto mais segura com um homem."
Minha tia me explicou o roteiro da viagem, deu muita ênfase nas praias maravilhosas que íamos visitar e em como nos divertiríamos.
Foi nesse momento que eu disse:
"Você não está pensando em ir ao Caribe com esse maiô, né?"
"O que tem o meu maiô?"
"Não tem nada, mas para a única vez que você vai ao Caribe, poderia usar algo um pouco menos retado. Você parece uma freira. Com essa aparência, nenhum homem vai reparar em você."
"Não quero que nenhum homem repare em mim, nem que se aproxime."
"Tanto faz, você tem a chance de se exibir, de se sentir mulher e até de se sentir desejada, mesmo que não dê bola para ninguém."
"Pedro, tenho quarenta e sete anos, meu marido acabou de me abandonar, e olhe para mim. Não sou uma daquelas mulheres que os homens viram a cabeça para olhar."
"Tia, eu acho que você é uma mulher que pode agradar muitos homens, e o fato de ter se divorciado não significa que você vai se enterrar viva."
"Você é um amor de sobrinho. Você vai ver como vamos nos divertir."
Duas semanas depois, pegamos o avião rumo a San José. Voo perfeito.
Uma vez na capital, a reserva era no Hotel Marriott. Um quarto esplêndido, uma vista maravilhosa e, conforme constava na reserva: cama de casal, king size duplo. Ao vê-la, minha tia perguntou sobre a possibilidade de trocar de quarto, mas o hotel estava lotado.
"Talvez em dois dias possamos trocá-los."
Saímos para dar uma volta pela cidade, que, aliás, não vale muito, jantamos num restaurante peruano delicioso e fomos para o hotel, estávamos mortos de sono.
Eu costumo dormir pelado, mas por respeito à minha tia decidi que para a ocasião ia deixar a cueca.
A cena ao chegar no quarto foi um pouco violenta, não sabíamos como fazer. No final, Maite me disse: "Enquanto você coloca o pijama, eu vou ao banheiro, me troco (ela não disse: fico nua, mas me troco) e coloco meu camisola. Quando voltar, quero que a luz esteja apagada."
Segui suas instruções ao pé da letra. Com o quarto às escuras, senti quando minha tia se meteu na cama.
"Boa noite, Pedro."
"Boa noite, tia."
"Maite, me chame de Maite, gosto mais."
"Boa noite, Maite. Durma bem."
O fuso horário produz efeitos diferentes em cada pessoa, mas em geral faz você acordar como se ainda estivesse no seu país de origem e foi o que aconteceu comigo.
Acordei e, para minha surpresa, Maite tinha um braço jogado sobre meu peito, seu corpo colado no meu, e sua perna em cima de mim, para ser mais exato, em cima do meu irmãozinho pequeno.
Seria o contato, o calor, a pressão ou o que fosse, mas constatei que estava com uma ereção de cavalo. Debaixo da coxa da minha tia, meu pau pulsava, como se tivesse vida própria.
Não mexi um músculo e tentei dormir. Foi em vão. Com vinte e dois anos e uma mulher abraçada em você, é muito difícil pegar no sono.
Os minutos pareciam eternos, estava quase a... Levantei-me para esticar as pernas quando minha tia se mexeu. Ela retirou a coxa colossal que me aprisionava e a mão que estava apoiada no meu peito foi descendo até alcançar meu pau.
Ela o agarrou com força e ali ficou, com meu pau preso em sua mão.
Pensei que se ela começasse a mover a mão eu ia gozar como um canário, mas ela ficou parada.
De bom grado teria começado a acariciar seus peitos, mas fiquei com medo e permaneci imóvel como um morto. Depois de um tempo que me pareceu eterno, ela soltou meu pau e se virou, mas se aproximou de mim e apertou sua bunda contra meu corpo. A bunda da minha tia, grande como era, tinha a temperatura de um aquecedor.
Demorei para dormir, mas o sono acabou me vencendo.
Ao acordar, o sol entrava em torrentes pela janela. Maite estava de roupão e, ao ver que eu acordava, disse:
— Pedi para nos trazerem o café da manhã no quarto. Como você dormiu?
— Como uma pedra. E você?
— Deliciosamente, e ainda tive um sonho muito gostoso.
— O que você sonhou?
— Não me lembro, mas sei que foi muito gostoso. Tenho alguns fragmentos, mas não consigo me recordar.
Ao sair da cama, Maite pôde ver que eu estava só de cueca.
— Você não trouxe pijama?
— Maite, eu nunca uso pijama, durmo pelado, mas por respeito a você deixei a cueca.
— Agradeço o gesto. Coloque algo, pois vão trazer o café da manhã.
Vesti uma bermuda e uma camiseta e tomamos café.
A tarefa de nos vestir foi parecida com a da noite.
Tomei banho primeiro, saí envolto em uma toalha gigante e, quando entrei no quarto, minha tia entrou no banheiro.
— Quando eu sair, como preciso me vestir e escolher o que vou usar, não quero você no quarto. Espere por mim na recepção.
Obedeci, e quando ela apareceu levei um susto enorme. Maite havia colocado um vestido de verão, com um decote generoso e, principalmente, uma saia curta que deixava à Ela levantou as coxas.
As mulheres são muito sábias e mostram o que acham que têm de melhor, e nesse caso era assim, minha tia, sem ter pernas escandalosas, tem pernas bem apresentáveis, e, acho, por isso ela as mostrava.
Eu disse a ela: Que surpresa, você está linda.
Fiz caso e mudei um pouco o vestuário.
Saímos para passear pela cidade, minha tia se pendurou no meu braço e, do nada, me disse:
Ontem eu disse que não quero que me chame de tia, prefiro que me chame de Maite, vamos fazer de conta que somos um casalzinho.
As pessoas vão achar que você é uma daquelas espanholinhas que vêm ao Caribe em busca de carne fresca e, assim que descem do avião, arrumam um acompanhante jovem.
Tanto faz, aliás, gosto que pensem que você é meu efebo e que eu sou uma velha tarada.
Não preciso nem dizer que, depois do que aconteceu de noite, eu via minha tia de outra forma, ela me deixava ardendo só de pensar que íamos dormir juntos de novo. Por isso, o plano dela de nos fazer passar por casal caiu como uma luva.
Passeamos sob um sol de rachar, de braço dado como dois namorados, e assim fomos a um restaurante.
Entrando no papel que tanto me agradava, forcei o máximo possível sempre que tínhamos plateia.
Nos sentaram em uma mesa, os dois do mesmo lado, de frente para uma praça, ao nosso lado, um casal de mexicanos de meia-idade.
Quando o garçom chegou para perguntar sobre as bebidas, me virei para Maite e, em voz alta o suficiente para os mexicanos ouvirem, perguntei:
O que você quer beber, meu amor?
E passei um dedo pelos lábios dela.
Minha tia entrou na brincadeira, beijou meu dedo e disse:
Você sabe muito bem o que me apetece nessa hora.
Eu disse beber.
A mesma coisa que você.
Os mexicanos ficaram nos olhando, entendendo o duplo sentido das palavras da minha tia.
Pedi duas cervejas e fui um momento ao banheiro. Encontrei-o ocupado, o que me atrasou mais do que previsto.
Na minha volta, Maite me disse em voz baixa:
"Me beija."
Sem hesitar um instante, aproximei meus lábios dos dela e dei um beijo sutil. Maite, ao sentir o contato, abriu a boca e lançou sua língua contra a minha. Fiquei atônito.
"Quando você foi embora, um senhor — acho que me viu sozinha — teve a ousadia de me fazer um convite. Mandei ele embora dizendo que estava acompanhada, por isso pedi o beijo. É o senhor sozinho na mesa lá do fundo."
Os acontecimentos se sucediam numa velocidade vertiginosa.
Não tinha dúvida de que minha tia estava gostando do jogo; aliás, pensei, o mal-entendido estava sendo tão excitante para ela quanto para mim. Talvez isso explicasse o que aconteceu de noite.
Na minha melhor hipótese, os planos da Maite eram idênticos aos meus. A temperatura que estava se criando entre nós não deixava margem para eu estar enganado.
Terminada a comida, passeamos de novo pela cidade, visitamos o Museu do Ouro, mas acho que nem percebemos direito o que estávamos vendo — pelo menos eu só tinha um pensamento na cabeça.
E chegou a noite, e repetimos o que fizemos na noite anterior.
Uma vez na cama, Maite, com a maior naturalidade, como se fizesse isso a vida toda, aproximou seu corpo do meu e passou o braço por cima do meu peito.
"Foi um dia lindo, me diverti muito com você e adorei enganar as pessoas que nos viam. Você gostou?"
Fui direto ao ponto:
"Aconteceu uma coisa que eu não tinha previsto, mas não posso te contar, tenho vergonha."
"Vai ter vergonha de contar suas coisas pra mim?"
"É que talvez você fique brava comigo e estrague as férias."
"Vamos, conta tudo pra sua tia."
"Você não vai ficar brava?"
"Com certeza não vou ficar brava."
"Brincando de que éramos um casal, eu entrei no personagem e passei o dia todo pensando que hoje à noite a gente ia ficar os dois metidos na mesma... cama. Eu fiquei o dia todo excitado. Sinto muito, mas não consegui evitar.
Então meu sobrinho ficou excitado com essa velha aqui
Você não é nenhuma velha e, pra não mentir, vou dizer que sim, que passei o dia todo pensando na noite e fazendo esforço pra você não notar minha excitação.
E você, gostou do jogo?
Maite não respondeu, com toda a calma para que eu visse, tirou as alças que seguravam seu camisola e a deslizou para baixo, pegou minha cabeça e a levou entre seus peitos. Então, e só então disse:
Você tem que me perdoar porque eu também não tinha previsto, mas ontem à noite, não sei no que sonhei, mas tive um orgasmo muito gostoso, e quando acordei com o prazer, estava abraçada em você. Passei o dia toda excitada esperando esse momento. Sei que é uma loucura, que você é meu sobrinho, mas eu também passei o dia toda muito excitada, pensando que íamos nos deitar na mesma cama.
Me joguei entre aquelas duas tetas tremendas, enquanto minha tia gemia de prazer. Beijei, chupei, lambi e mordi aquelas duas montanhas de carne coroadas por mamilos do tamanho de uma tâmara. Minha tia não parava de gemer.
Enquanto me dedicava a comer seus peitos, minha mão deslizou por seu ventre e não parou até alcançar a mata de cabelo que adornava a buceta da minha tia. Ao notar o contato, Maite deu um pulo como se tivesse tocado num fio elétrico.
Devagar, me acaricia devagar que estou muito sensível. E continua comendo meus peitos que isso me deixa muito excitada.
Evidentemente minha tia havia superado a barreira do pudor e agora só queria receber e entregar prazer, só de ouvi-la dizer que estava excitada me deixou com o coração acelerado.
Tira a roupa, quero te ver pelada.
Tenho vergonha.
Estou comendo seus peitos e tenho minha mão na sua buceta, e vai ter vergonha de mim?
Ela se levantou da cama, acendeu a luz e deixou o camisola cair até seus pés.
As circunstâncias condicionam muito os Juízes, é possível que o corpo da minha tia, em outras circunstâncias, pudesse ter chamado pouca atenção, mas no quarto do Marriott em San José, me pareceu o corpo mais desejável do planeta.
Dois peitos enormes, monumentais e, dado seu tamanho e a idade de sua dona, se mantinham bem levantados.
Me veio à cabeça o verão anterior, em que, estando um dia com minha mãe na Praia das Salinas em Ibiza, só nós dois, entre tantos corpos nus, minha mãe tirou a parte de cima do biquíni, o que me deu a oportunidade de ver seus peitos. Um pouco menores que os da minha tia, e também um pouco mais caídos (Maite nunca teve gravidezes), mas com as mesmas formas que os que eu tinha agora diante de mim.
A barriga fazia um escudo que me pareceu adorável. Os quadris largos e compactos, as coxas fortes. Para algum imbecil, minha tia estava um pouco gorda; para mim, perfeita.
O que mais chamou minha atenção: uma mata densa de pelos negros, encaracolados, compactos como o chapéu de um toureiro, que cobria a caverna que eu acabara de acariciar.
Você é linda, tem um corpo que pode deixar qualquer homem louco. Vem pra cama, que não posso esperar mais.
Você gosta mesmo de mim?
Vem pra cama e você vai ver o quanto eu gosto de você.
Maite veio para a cama, deitou-se de costas e, assim que apoiou as costas no lençol, já me tinha em cima dela.
A penetrei quase com brutalidade. Minha pica entrou na sua buceta de uma só vez. Maite gritou quando me sentiu dentro.
Me fode, me fode com todas as suas forças, me dá bem duro com essa pica que eu estava acariciando ontem à noite, pra você saber, ontem eu estava pegando na sua pica e quase te acordei para pedir que me fodesse, bem fodida, como você está me fodendo agora.
Agarrei aquelas duas nádegas tremendas com minhas mãos e comecei a dar com toda a minha força. Foder minha tia me levou ao paraíso, entrar e sair daquele corpo tremendo sabendo que a Quem estava me comendo era a irmã da minha mãe, isso me deixava incandescente. Em algum momento, tive a sensação de que estava com minha mãe, e isso dava ainda mais tesão à situação.
Minha tia devia estar muito carente, porque a transa estava levando ela ao paraíso.
Que gostoso você está me comendo, está me deixando louca, que grossa eu a sinto, você está me enchendo e eu quero que você goze em mim, quero sentir você se esvaziando dentro de mim. Me dá mais forte, me dá mais forte que já estou gozando.
Minha tia nunca teve filhos, então me deparei com uma buceta fechada, apertada, como se fosse de uma adolescente.
O imbecil do Vicente não a comeu muito.
Gozamos como bestas e eu fiquei deitado em cima da minha tia.
Não sai de mim, fica assim, sinto você dentro. Você me comeu muito gostoso, não sabe há quanto tempo eu não gozava tão forte. Acho que foi o melhor orgasmo da minha vida, você me deixou louca de prazer.
Ela ficou quieta um momento e depois continuou:
Pedro, vamos ficar aqui duas semanas, você vai me foder todos os dias? Eu quero que a gente transe todos os dias, que você me coma de novo como hoje. Você nem imagina há quanto tempo estou sem uma boa transa.
Maite, vamos foder todas as vezes que você quiser, bom, e que eu seja capaz.
Meu amor, descansa e dorme bem, porque amanhã você vai ter trabalho.
Antes de dormir, fiquei com uma dúvida: quando você pensou que a gente podia transar?
Estou passando por uma fase muito ruim, você sabe, sem sexo, e usar um vibrador não tira a minha necessidade, o que eu preciso é de um homem. Ao vir com você, nem passou pela minha cabeça, só pensei que talvez pudesse rolar uma aventurinha com alguém aqui, mas ontem à noite eu acordei, estava com seu pau na minha mão e estava encharcada, tanto que, com seu pau na mão, me toquei e tive uma gozada tremenda. Fiquei com um tesão danado e, naquele momento, ainda com seu pau na mão... eu pensei: essa pica vai ficar enfiada na minha buceta o dia todo. Passei o dia todo com tesão que nem uma puta.
Acordei quando você já estava segurando meu pau, fingi que ainda estava dormindo porque achei que você também estivesse.
Olha só, perdemos uma boa trepada.
Ela se virou para mim e enfiou a língua até minha garganta.
Acredita que ainda me deixou com tesão? Vamos dormir.
Na manhã seguinte foi bem diferente, acordei primeiro, abri as cortinas, levantei os lençóis e dediquei um tempo contemplando minha tia.
Deitada de costas, dormindo, indefesa, estava totalmente à minha disposição.
Suas coxas estavam levemente abertas, o que me deu a chance de me enfiar entre elas, agarrar sua bunda enorme e, com o pau duro que nem pedra, não foi difícil penetrá-la.
Quando ela sentiu dentro, minha tia acordou:
Ah, que gostoso, sentir você dentro de mim, que delícia acordar com você me enfiando. Viu como fico molhada quando sinto você dentro?
Como você me fode bem, Pedro, enche minha buceta com seu pau e me deixa louca, me dá com força e se sacode em mim.
Hoje à noite vou te dar um presente. O que vai me dar? Não preciso de nada.
O que vou te dar você com certeza precisa, vou te dar meu cu para você comer e encher. Quer que eu te dê meu cu?
Sim, meu amor, claro que quero, mas você vai ter que me ajudar, tenho pouca experiência.
Eu também não tenho, você vai me estrear, mas com certeza vamos curtir juntos. Vou te dar meu cu, safado.
Foder com minha tia era uma delícia total, ela gostava de tudo, ficava excitada em segundos e a prova era a inundação que aparecia entre suas coxas, e numa trepada ela podia gozar meia dúzia de vezes. Me deixava louco ouvi-la gritar conforme ficava excitada e a paixão com que me contava cada vez que gozava.
Naquele dia decidimos ficar na piscina do hotel.
Tudo tinha mudado, Maite, antes de descer, ficou pelada na minha frente e experimentou três biquínis diferentes, cada um mais ousado que o anterior.
O último era apenas três triângulos minúsculos de lycra amarelo berrante, que, pensei, mal tapavam os mamilos e deixavam escapar um pouco dos seus pelos púbicos. Eu me deleitei naquele corpo lindo, grande, farto. Tinha certeza de que os homens iam se virar para ver aquela carne, principalmente a bunda, que mal era coberta por uma fina tira que, enfiada entre as nádegas, dava a impressão de que ela estava com ela ao ar.
— Este é o que mais gosto, dá pra ver uma bunda divina, e uns peitos de dar vontade de pular em cima, mas dá pra ver alguns pelinhos, se quiser eu corto.
Ela topou, com uma tesoura cortei tudo o que o biquíni deixava escapar e com um roupão descemos para a piscina.
De propósito escolhi duas espreguiçadeiras entre um grupo de jovens, um pouco mais velhos que eu, e um casal.
— Você vai ver os olhares de fogo que esses rapazes ao lado vão te dar quando tirar o roupão.
— Exagerado.
— Tire dando as costas pra eles, quero ver a reação deles quando virem sua bunda, e depois, antes de sentar, você se vira e olha a reação.
O grupo estava conversando, tomando cerveja, pelo sotaque, pensei que eram americanos ou canadenses. Eram cinco, todos com cerca de 30 anos.
Quando Maite tirou o roupão e expôs suas duas nádegas tremendas, o tempo parou, o grupo parou de falar e pude ver a cara de idiota que ficou neles. Um deles mordeu o lábio inferior e balançou a cabeça para a esquerda e direita, só faltou dizer em voz alta: Que rabo, eu comeria agora mesmo.
Quando Maite se virou, alguns daqueles caras ainda não tinham fechado a boca. Certos de que não os entenderíamos, um deles disse:
— Vocês viram essa bunda? Isso só se vê aqui. Isso sim é uma MILF, não como as que a gente vê no Texas.
Para quem não Você sabe que MILF significa Mãe que Eu Gostaria de Foder.
A Maite, que fala inglês melhor que eu, entendeu tudo e deitou na espreguiçadeira com um sorriso de satisfação.
Se não fosse porque tenho na minha cama tudo que preciso, poderia levar para a cama qualquer um dessa turma.
Não tenha dúvida, você deixou eles de queixo caído e não vão tirar os olhos de você enquanto estiver aqui.
Para deixá-los com inveja e seguindo nosso jogo, com a Maite de bruços, dediquei quase um pote inteiro de protetor solar para untar minha tia, a verdade é que fiz de propósito.
Comecei pelas costas e ombros, daí passei a passar creme nos lados, especialmente na lateral das tetas (que devido ao tamanho e à postura apareciam pelas laterais das costas dela), me demorei no lado de onde os voyeurs podiam ver minha mão se introduzir até por baixo do sutiã e acariciar os seios enquanto passava o creme.
Passei pelas costas, pela cintura e cheguei nas nádegas. Mais do que passar creme, o que fiz foi me deliciar amassando e apalpando seus dois montes de carne. Afastei a fina tira de tecido para lubrificar o rabo divino que separava as duas bundas e enfiei minha mão bem fundo para enlouquecer os vizinhos.
Continuei pelas coxas, dando ênfase especial na parte interna e mais próxima da calcinha do biquíni. Minhas mãos se enterravam entre as coxas robustas da minha tia e os ianques continuavam boquiabertos acompanhando minhas evoluções.
A Maite ficou imóvel sob o sol tropical por quase uma hora, o protetor era fator 60. Ela suava por cada poro do corpo, o que me dava desculpa para de vez em quando passar minha mão pelas nádegas dela para enxugar o suor. Os ianques continuavam hipnotizados.
Depois de uma dose de sol que me pareceu excessiva, a Maite virou de barriga para cima. Ela poderia ter passado o creme sozinha, mas seguimos o roteiro e eu, como se fosse seu escravo, ou seu amante local, repeti a operação, primeiro no rosto, no pescoço os seios, as tetas às quais dediquei atenção especial, enfiei sem nenhuma vergonha (sob o olhar atento dos vizinhos) minhas mãos sob o sutiã minúsculo, e a consequência foi que os mamilos da Maite ameaçaram explodir a peça.
Continuei pela barriga, de novo meti minha mão por baixo da calcinha e acabei dedicando tempo e creme às coxas.
Maite, baixinho, me disse:
Não sei como estão os vizinhos, mas você tá me deixando muito excitada, tô com a calcinha toda molhada. Me dá um beijo.
Antes de voltar a pegar sol, Maite, com toda a malícia, se levantou e, de frente para nossos vizinhos, se dedicou a passar creme em mim. Inclinada para frente, seus peitos balançavam e ameaçavam escapar da prisão. Cinco pares de olhos estavam grudados nas tetas da minha acompanhante. Os gringos estavam tendo um belo banho de vista. Me orgulhava ver a atenção que a Maite tava causando.
Voltamos a pegar sol. Enquanto me torrava, pensei: a gente se conhece a vida toda, pra ser mais exato, ela me conhece desde que nasci e eu conheço ela desde que me entendo por gente, e bastaram dois dias compartilhando a cama pra que, pelo menos eu, tenha a sensação de uma cumplicidade que muitos casais com anos de convivência não alcançam. Estamos os dois desinibidos, felizes, sem nenhum pudor e curtindo cada um o corpo do outro.
Nessa estávamos quando um garçom se aproximou pra nos dizer que já podíamos trocar de quarto. Olhamos pra ele com desdém e foi a Maite quem disse:
Estamos felizes com o que nos deram. Não queremos trocar.
Ao fim da sessão, voltamos pro quarto. Eu tava morto de sono. Me joguei na cama e Maite me disse:
Vou descer um momento na recepção, quero fazer as unhas. Dorme um pouco que já volto.
Dormi feito um bebê e quando acordei, Maite estava na varanda com um copo na mão.
Ah, acordou? Te vi dormindo tão feliz que não tive coragem de te acordar. Querido, estou interrompendo.
Obrigada. E aí, como ficou a manicure?
Ficou ótima e aproveitei para te dar um presente.
O que você comprou pra mim?
Não comprei nada.
Que presente em, hein.
Se não gostar, não posso devolver.
Vai, me mostra.
Tenho certeza que você vai adorar.
Ela deixou o copo no parapeito da varanda e, com uma lentidão calculada, começou a levantar a saia. Primeiro vi suas pernas, suas coxas, e quando levantou mais o vestido, me deixou ver sua buceta completamente depilada.
Eu tinha muito pelo e, como quero que você a coma, achei que se eu tirasse, você ia gostar.
Enquanto falava, levantou a perna e me deixou ver que não deixaram um único pelinho em toda a região.
Adorei, ficou com uma bucetinha de menina de quinze anos. Deixa eu te dar um beijinho.
Saí na varanda, me ajoelhei e, com minha tia que continuava na mesma posição facilitando o acesso, dei primeiro um beijo e depois uma lambida.
Não continua que eu esquento muito fácil e temos que sair pra jantar.
Tá bom, mas me faz um favor. Quero que você se vista como quiser, mas com vestido e não quero que use nem sutiã nem calcinha.
Tenho um amante tarado e pervertido, mas eu adoro. Não sei como você faz, mas me deixa com tesão o dia todo, desde que acordo até quando vou dormir. Tesão é pouco, você me deixa louca de tesão, com a buceta molhada e com vontade de você me foder.
Jantamos num quiosque na praia. Compartilhamos uma garrafa de vinho branco chileno que estava muito gostoso.
Não fizemos nada de especial, o que não quer dizer que eu não deslizasse minha mão por baixo da saia dela e acariciasse a bucetinha nua da Maite. Ela, ao notar minha mão, abriu as coxas para facilitar a tarefa.
Como você faz pra estar sempre molhada?
Já te disse antes, porque você me deixa com tesão o dia todo. Você está se aproveitando de uma mulher muito carente.
Carente do quê?
De carinho, carente de muito carinho, de ternura, afeto, cumplicidade, e muito, muito carente disso.
Enquanto dizia isso, sua mão agarrou meu pau sem cerimônia.
Isso é o que está me fazendo ver a vida de outro jeito. Você está me fazendo muito feliz.
Voltamos para o hotel, já tudo tinha mudado, sem pudores. Maite tirou o vestido e ficou pelada.
Vou escovar os dentes e vou fazer uma coisa que, mesmo que você não acredite, nunca fiz na vida. Vou dormir nua com você. Nunca dormi nua, nem sozinha nem acompanhada, mas se você gosta de dormir pelado, eu te acompanho. E saiba que trouxe dois camisolões bem sexy, caso eu arrumasse alguém.
Você vai me mostrar depois, pelada você me deixa louco.
Entramos na cama e abraçados começamos a nos beijar. Maite, descobri, era beijoqueira, e eu também sou. Beijos e mais beijos enquanto cada um explorava com as mãos o corpo do outro.
Dediquei tempo e atenção a percorrer as costas da Maite e dali passei para as nádegas (elas me deixavam louco) e nelas fiquei.
Ela, enquanto isso, das minhas costas também passou para minha bunda, e dali, aproveitando o vão que havia entre nossos corpos, sua mão se introduziu entre nós e agarrou meu pau, com a palma da mão acariciando minha cabecinha.
Você tem a ponta do pau molhadinha, você também está com tesão.
Acho que estou com mais tesão que você.
Deixa eu provar o gosto.
Maite mergulhou sob os lençóis e diretamente enfiou meu pau na boca. Chupou como se fosse um picolé e voltou a subir.
Tem um gostinho bom, mas não estou preparada para engolir, nunca fiz isso, embora saiba que muitos casais fazem, e tenho vontade de fazer, tenho vontade de sentir você enchendo minha boca de porra, embora não saiba se vou gostar, mas quero experimentar com você, mas hoje tenho outros planos.
Quero te dar meu cu, comprei lá embaixo um potinho de vaselina, quero que você me dê no meu bumbum e que enfie bem fundo.
É algo que nunca Nunca fiz isso antes, e também estou com medo, mas sei que você vai fazer com cuidado e se eu disser que está me machucando, você para.
Por que você quer me dar seu cu hoje?
Muito simples, quero te dar tudo, quero fazer com você tudo que não fiz ao longo da minha vida sem graça, quero que nos dias que vamos ficar juntos você não fique sem nada que uma mulher possa te oferecer e em troca espero que me deixe louca de prazer.
Quero ser sua até o meu último buraco.
As palavras da Maite me deixaram com muito tesão e, mesmo sem experiência anterior, eu queria experimentar o que ela estava me oferecendo.
Antes de pegar o potinho que minha tia me oferecia, realizei uma das minhas fantasias não realizadas: enfiei meu rosto entre as nádegas dela e direcionei minha língua, começando pelo clitóris, percorrendo os lábios até chegar ao ânus, onde parei e fiquei, passei e repassei minha língua pela retaguarda da Maite até ela começar a gemer dizendo:
Que gostoso, meu amor, que delícia sinto sua língua no meu cu, que prazer você está me dando, vai fazer eu gozar sem nem meter.
Com a região bem molhada, untei meus dedos com vaselina e com delicadeza passei no ânus dela, e não só isso, introduzi dois dedos dentro e lubrifiquei o máximo que pude.
Terminada a tarefa, eu disse:
Maite, fica de quatro e me oferece esse seu cu que me deixa doido e que vou comer.
Ela se ajoelhou na cama e se apoiou nos antebraços.
O espetáculo de ver minha tia de pernas abertas, com as nádegas na minha frente e os peitos balançando, me deixou a mil.
Me aproximei daquelas duas montanhas de carne, enquanto ouvia a Maite me dizer:
Come meu cu, estréia ele, quero te dar tudo e te fazer feliz, me fode como um animal e enche minha barriga com sua porra.
Primeiro senti uma pequena resistência, mas bastou fazer pressão para que meu pau entrasse até minhas coxas baterem nas nádegas dela.
Pensei que ia doer, mas não doeu nada. Gosto de sentir você dentro, me dá me dá.
Com minhas mãos segurando os imensos quadris da minha tia, comecei um vai e vem, primeiro lento, mas profundo, empurrando até sentir meu corpo colidir contra o dela, e pouco a pouco aumentando a velocidade e a força.
Me dominou uma sensação nova, com a bunda da minha tia empinada, na minha frente, agarrada pelas minhas mãos, entrando e saindo dela, com meu pau cravado até o fundo e com Maite gritando de prazer, me tornei uma fera, ataquei o reduto mais íntimo como se o mundo fosse acabar, empurrei como um animal, entrei e saí daquela bunda perfeita como se minha vida dependesse disso.
Maite, desta vez em vez de gemer, gritava como se eu estivesse matando ela, eram gritos longos entre os quais ela misturava palavras:
"Deus, que delícia, como estou gostando, sinto você dentro de mim, você está me dando muito prazer, vou me tocar enquanto você fode minha bunda, enquanto você fode a bunda da sua tia, safado, como eu ia imaginar que teria o pau do meu sobrinho cravado na minha bunda e que ia me dar tanto prazer, me dá mais forte, arromba minha bunda com pirocadas, me dá palmadas nas nádegas que estou muito cachorra e com vontade de gozar como uma puta."
E depois de alguns gritos: "Ai, que vou gozar, tô gozando, tô gozando, tô gozando, estou gozando, me dá vontade de fazer xixi, tô gozando, estou ficando tonta com o prazer que você me dá. Enche minha barriga com sua porra, me enche enquanto eu gozo como uma puta."
Nós gozamos. Ao sentir minha porra entrando no corpo dela, Maite soltou um grito longo e depois desabou como se tivesse levado um tiro.
Fiquei um tempo deitado sobre ela, Maite tinha fechado as coxas e eu não teria como escapar mesmo se quisesse, o que eu não queria.
"Pedro, eu fiquei tonta ao sentir sua porra na minha bunda, isso nunca tinha acontecido comigo, tive um desmaio, perdi a cabeça com o prazer que estava sentindo, pensei que ia morrer de tanto gostar. Você é um demônio que me transformou numa puta viciada. insaciável.
Passamos quinze dias de sexo contínuo, Maite, que queria experimentar tudo, me acordou uma manhã com meu pau na boca e, mesmo dizendo ser inexperiente, tudo que ela fez foi uma glória pra mim e, segundo ela depois me contou, pra ela também. Ela me deu um boquete soberbo e, na hora de gozar, ela fechou os lábios e aproveitou sentindo minha porra na garganta antes de engolir.
O que aconteceu na viagem a Puerto Limón foi insólito.
Decidimos ir de ônibus para curtir uma experiência local. Maite, seguindo minhas instruções, não usava mais calcinha nem sutiã. Nos sentamos nos bancos de trás. O ônibus estava quase vazio e os locais ocupavam as fileiras da frente. No meio da viagem, anoitecia e, com Maite encostada no meu ombro e meio adormecida, meti minha mão no decote dela e comecei a acariciar seus peitos. Minha tia estava na poltrona da janela e os encostos dos outros assentos nos protegiam de olhares indiscretos.
Eu estava curtindo os peitos da Maite quando, com todo cuidado, ela abriu o zíper da minha calça, tirou meu pau, ficou acariciando por uns momentos e, em seguida, se inclinou sobre mim e, no meio da viagem, com gente a três fileiras de distância, me deu um boquete animal. Dessa vez não trocamos uma palavra, Maite não parou até conseguir que eu gozasse nela.
Já sentada, ela me disse:
"Estou pegando gosto pela sua porra, adoro tirar ela de você e saborear antes de engolir. Que puta você me transformou."
A desinibição que surgiu em Maite a transformou em uma pessoa desconhecida, nada restava da senhora recatada do Notário. Outro dia, na praia, quando o sol se punha e estávamos praticamente sozinhos, ela me disse:
"Quero que você me foda agora."
"Ainda tem gente na praia."
"Tanto faz, mesmo se estivesse lotada, me fode."
Dessa vez não teve preliminares, deitada na toalha de bruços Em cima, ela tirou o biquíni de lado e eu a penetrei.
Estar ao ar livre não a fez se conter nem um pouco, ela gritou como era seu costume, a ponto de um casal que estava a mais de cinquenta metros de nós se virar ao ouvi-la.
Nós continuamos com o que estávamos fazendo e o mais engraçado foi que nossos vizinhos distantes, contagiados pelo nosso comportamento, decidiram fazer a festa por conta própria e pouco tempo depois eles também estavam transando. Ouvimos os gritos da garota enquanto seu parceiro a enfiava.
Quinze dias de sexo, cumplicidade, sem nenhum complexo e tendo abandonado o pudor estavam chegando ao fim.
No último dia, por desejo da Maite, passamos sem sair do quarto. Nada lá fora era melhor do que o que tínhamos dentro.
Já no avião de volta, vi a Maite triste, voltei a ver a mesma mulher que encontrei na piscina da casa dela algumas semanas antes.
O que foi, meu amor?
Que estou saindo do paraíso, que vamos voltar à nossa vida anterior, que você vai voltar às suas aulas com seus amigos e suas amigas, e eu vou voltar a dormir sozinha e esses dias em que você me deu tanto prazer e em que me senti desejada e em que você me comeu tão gostoso, serão só uma lembrança.
Não fala isso, eu passei os melhores dias da minha vida, não há e não pode haver uma mulher com quem eu aproveite como com você, vamos continuar nos vendo.
Eu acredito, de vez em quando você virá na minha casa, vamos dar uns pegas que eu vou adorar que você me dê, e depois tudo vai voltar a ser igual.
As lágrimas corriam por suas bochechas.
Naquele momento pensei em dizer que não seria assim, que ela me teria dia e noite com ela, que tudo continuaria igual. Mas não o fiz, tinha medo de fazer promessas que talvez não cumprisse depois.
A viagem de volta foi triste, passamos quase todo o trajeto sem falar, enquanto eu ouvia a Maite chorar em silêncio.
Chegamos em Madrid, minha mãe estava esperando. Minha tia fez tudo o necessário para que sua irmã não percebesse nada, aliás, mostrou-se alegre e falante.
Deixamos a Maite em casa primeiro, me ofereci para ajudá-la com as malas, subi elas até seu quarto e antes de descer, Maite me abraçou, me deu o beijo mais longo que tínhamos dado até então e disse:
Obrigada, Pedro, você me fez a mulher mais feliz do mundo e me ajudou a fazer com que a mulher que viajou com você tenha ficado na Costa deliciosa e isso eu vou agradecer para sempre. Pena que você tenha vinte e cinco anos a menos que eu.
Minha casa, não, melhor, este quarto estará à sua disposição sempre e meu corpo também. Venha sempre que quiser e quando vier não perca tempo com explicações, me jogue nessa cama e me fode como tem me fodido essas duas semanas. Tome esta chave da minha casa, nem precisará bater na porta.
Fomos para casa, desfiz a mala, minha mãe fez uns ovos fritos como um jantar lanche, conversamos um pouco sobre a viagem, ela me contou as novidades da família e pouco mais.
Cansado como estava da viagem, minha mãe me deu um remédio para dormir e fui para meu quarto. Na verdade, não estava com sono.
Inevitável foi lembrar de tudo que vivi nas duas semanas anteriores, a enxurrada de prazer que Maite me deu, o bem que eu tinha me sentido com ela, como com nenhuma outra pessoa, pensei. E tinha acabado, nunca mais seria igual. E me senti como alguém que teve arrancado o que mais amava, sozinho, órfão, infeliz.
Foram passando as horas e eu continuava sem dormir e mergulhado na tristeza, sentindo falta de tudo aquilo que tinha aproveitado.
Eram quase duas da manhã quando dei um pulo da cama, me vesti, peguei minha moto e sem respeitar nenhuma regra de trânsito fui para a casa da Maite.
Abri a porta silenciosamente, subi para o andar de cima e antes de entrar no quarto dela tirei minha roupa, abri Abri a porta com cuidado e sem fazer o mínimo barulho, deixei a roupa no chão e entrei na cama. Aproximei meu corpo do da Maite e percebi que ela estava dormindo pelada. Encostei meu corpo na sua bunda e então ouvi sua voz:
Bem-vindo à sua cama e à sua mulher, meu amor. Me fode que já faz muito tempo que você não come sua mina.
Já se passaram seis meses desde que tudo o que contei aconteceu, vivo com a Maite. Para as pessoas que nos conhecem, porque estou mais perto da Universidade; para a minha mãe, que é a única opinião que importa para mim, porque sua irmã e eu somos loucos um pelo outro, porque não conseguimos viver separados, porque precisamos foder todo dia, e por isso decidimos passar a vida toda juntos.
Minha ideia era pegar a mochila, me juntar com meu amigo Paco e nos dedicar a percorrer a Europa com um passe de trem para estudantes.
Estávamos planejando a viagem o inverno inteiro.
Foi aí que uma bomba estourou na família. Maite, a irmã da minha mãe, tinha acabado de receber a notícia: seu marido, o notário, o católico, o cagão, o careta, o triste do meu tio Vicente, anunciou do nada que ia deixá-la, que queria o divórcio.
Depois descobrimos que o crápula do Vicente tinha se envolvido com uma senhora viúva de Ciudad Real, a quem ele tinha ajudado a receber o testamento do falecido marido.
A notícia foi um choque. Minha tia Maite vivia como uma rainha às custas do Notário, e ninguém jamais suspeitaria que Vicente teria um caso fora do casamento.
Uma manhã, através da minha mãe, recebi uma proposta insólita.
Meus tios tinham preparado minuciosamente as férias deles. O destino seria Costa Yummy. Duas semanas percorrendo o país nos melhores hotéis e voos em Primeira Classe – uma loucura.
"Pedro, minha irmã me disse que de jeito nenhum vai deixar de ir para Costa Yummy. Ela me propôs que eu a acompanhasse, mas eu disse que não podia ir. Então ela me propôs que eu falasse com você. Você quer acompanhar sua tia na viagem?"
Ir para a Centro Améyummy com todo luxo era um plano ao qual eu não podia dizer não, então levei dois segundos para aceitar.
"Que bom, minha irmã está muito mal, e sua companhia com certeza vai ajudá-la. Me faça um favor, passe na casa dela esta tarde e dê a notícia você mesmo."
No meio da tarde, peguei a moto e fui para a casa da minha tia Maite.
A empregada abriu a porta e me disse que a senhora estava na piscina.
Em uma espreguiçadeira, lendo um livro enquanto tomava sol, eu encontrei minha tia.
Em quase todos os relatos que leio as... As protagonistas são mulheres esculturais dignas de aparecer na página central da Playboy, minha tia não era dessas.
No meio da quarentena, Maite era uma mulher normal, mais para gordinha do que para magra. Tudo nela era grande: corpo robusto, peitões, quadris enormes e uma bunda que, para mim, acostumado com minhas amigas de vinte e poucos anos, parecia descomunal. Isso sim, não vi sinais de celulite, tão comum na idade dela.
Ela usava um maiô completo, mata-prazeres, com o qual nem a Marilyn Monroe estaria sexy.
Para ser sincero, o que eu gostava na minha tia era o bom humor dela, ela estava sempre sorrindo e tinha uma risada fácil.
Na piscina, me deparei com outra mulher, apagada, tristonha, murcha.
Contei a ela o que tinha ido contar, e isso pareceu animá-la um pouco.
"Que alegria você me dá, Pedro! Pensei que teria que viajar sozinha. O país não é perigoso, mas me sinto mais segura com um homem."
Minha tia me explicou o roteiro da viagem, deu muita ênfase nas praias maravilhosas que íamos visitar e em como nos divertiríamos.
Foi nesse momento que eu disse:
"Você não está pensando em ir ao Caribe com esse maiô, né?"
"O que tem o meu maiô?"
"Não tem nada, mas para a única vez que você vai ao Caribe, poderia usar algo um pouco menos retado. Você parece uma freira. Com essa aparência, nenhum homem vai reparar em você."
"Não quero que nenhum homem repare em mim, nem que se aproxime."
"Tanto faz, você tem a chance de se exibir, de se sentir mulher e até de se sentir desejada, mesmo que não dê bola para ninguém."
"Pedro, tenho quarenta e sete anos, meu marido acabou de me abandonar, e olhe para mim. Não sou uma daquelas mulheres que os homens viram a cabeça para olhar."
"Tia, eu acho que você é uma mulher que pode agradar muitos homens, e o fato de ter se divorciado não significa que você vai se enterrar viva."
"Você é um amor de sobrinho. Você vai ver como vamos nos divertir."
Duas semanas depois, pegamos o avião rumo a San José. Voo perfeito.
Uma vez na capital, a reserva era no Hotel Marriott. Um quarto esplêndido, uma vista maravilhosa e, conforme constava na reserva: cama de casal, king size duplo. Ao vê-la, minha tia perguntou sobre a possibilidade de trocar de quarto, mas o hotel estava lotado.
"Talvez em dois dias possamos trocá-los."
Saímos para dar uma volta pela cidade, que, aliás, não vale muito, jantamos num restaurante peruano delicioso e fomos para o hotel, estávamos mortos de sono.
Eu costumo dormir pelado, mas por respeito à minha tia decidi que para a ocasião ia deixar a cueca.
A cena ao chegar no quarto foi um pouco violenta, não sabíamos como fazer. No final, Maite me disse: "Enquanto você coloca o pijama, eu vou ao banheiro, me troco (ela não disse: fico nua, mas me troco) e coloco meu camisola. Quando voltar, quero que a luz esteja apagada."
Segui suas instruções ao pé da letra. Com o quarto às escuras, senti quando minha tia se meteu na cama.
"Boa noite, Pedro."
"Boa noite, tia."
"Maite, me chame de Maite, gosto mais."
"Boa noite, Maite. Durma bem."
O fuso horário produz efeitos diferentes em cada pessoa, mas em geral faz você acordar como se ainda estivesse no seu país de origem e foi o que aconteceu comigo.
Acordei e, para minha surpresa, Maite tinha um braço jogado sobre meu peito, seu corpo colado no meu, e sua perna em cima de mim, para ser mais exato, em cima do meu irmãozinho pequeno.
Seria o contato, o calor, a pressão ou o que fosse, mas constatei que estava com uma ereção de cavalo. Debaixo da coxa da minha tia, meu pau pulsava, como se tivesse vida própria.
Não mexi um músculo e tentei dormir. Foi em vão. Com vinte e dois anos e uma mulher abraçada em você, é muito difícil pegar no sono.
Os minutos pareciam eternos, estava quase a... Levantei-me para esticar as pernas quando minha tia se mexeu. Ela retirou a coxa colossal que me aprisionava e a mão que estava apoiada no meu peito foi descendo até alcançar meu pau.
Ela o agarrou com força e ali ficou, com meu pau preso em sua mão.
Pensei que se ela começasse a mover a mão eu ia gozar como um canário, mas ela ficou parada.
De bom grado teria começado a acariciar seus peitos, mas fiquei com medo e permaneci imóvel como um morto. Depois de um tempo que me pareceu eterno, ela soltou meu pau e se virou, mas se aproximou de mim e apertou sua bunda contra meu corpo. A bunda da minha tia, grande como era, tinha a temperatura de um aquecedor.
Demorei para dormir, mas o sono acabou me vencendo.
Ao acordar, o sol entrava em torrentes pela janela. Maite estava de roupão e, ao ver que eu acordava, disse:
— Pedi para nos trazerem o café da manhã no quarto. Como você dormiu?
— Como uma pedra. E você?
— Deliciosamente, e ainda tive um sonho muito gostoso.
— O que você sonhou?
— Não me lembro, mas sei que foi muito gostoso. Tenho alguns fragmentos, mas não consigo me recordar.
Ao sair da cama, Maite pôde ver que eu estava só de cueca.
— Você não trouxe pijama?
— Maite, eu nunca uso pijama, durmo pelado, mas por respeito a você deixei a cueca.
— Agradeço o gesto. Coloque algo, pois vão trazer o café da manhã.
Vesti uma bermuda e uma camiseta e tomamos café.
A tarefa de nos vestir foi parecida com a da noite.
Tomei banho primeiro, saí envolto em uma toalha gigante e, quando entrei no quarto, minha tia entrou no banheiro.
— Quando eu sair, como preciso me vestir e escolher o que vou usar, não quero você no quarto. Espere por mim na recepção.
Obedeci, e quando ela apareceu levei um susto enorme. Maite havia colocado um vestido de verão, com um decote generoso e, principalmente, uma saia curta que deixava à Ela levantou as coxas.
As mulheres são muito sábias e mostram o que acham que têm de melhor, e nesse caso era assim, minha tia, sem ter pernas escandalosas, tem pernas bem apresentáveis, e, acho, por isso ela as mostrava.
Eu disse a ela: Que surpresa, você está linda.
Fiz caso e mudei um pouco o vestuário.
Saímos para passear pela cidade, minha tia se pendurou no meu braço e, do nada, me disse:
Ontem eu disse que não quero que me chame de tia, prefiro que me chame de Maite, vamos fazer de conta que somos um casalzinho.
As pessoas vão achar que você é uma daquelas espanholinhas que vêm ao Caribe em busca de carne fresca e, assim que descem do avião, arrumam um acompanhante jovem.
Tanto faz, aliás, gosto que pensem que você é meu efebo e que eu sou uma velha tarada.
Não preciso nem dizer que, depois do que aconteceu de noite, eu via minha tia de outra forma, ela me deixava ardendo só de pensar que íamos dormir juntos de novo. Por isso, o plano dela de nos fazer passar por casal caiu como uma luva.
Passeamos sob um sol de rachar, de braço dado como dois namorados, e assim fomos a um restaurante.
Entrando no papel que tanto me agradava, forcei o máximo possível sempre que tínhamos plateia.
Nos sentaram em uma mesa, os dois do mesmo lado, de frente para uma praça, ao nosso lado, um casal de mexicanos de meia-idade.
Quando o garçom chegou para perguntar sobre as bebidas, me virei para Maite e, em voz alta o suficiente para os mexicanos ouvirem, perguntei:
O que você quer beber, meu amor?
E passei um dedo pelos lábios dela.
Minha tia entrou na brincadeira, beijou meu dedo e disse:
Você sabe muito bem o que me apetece nessa hora.
Eu disse beber.
A mesma coisa que você.
Os mexicanos ficaram nos olhando, entendendo o duplo sentido das palavras da minha tia.
Pedi duas cervejas e fui um momento ao banheiro. Encontrei-o ocupado, o que me atrasou mais do que previsto.
Na minha volta, Maite me disse em voz baixa:
"Me beija."
Sem hesitar um instante, aproximei meus lábios dos dela e dei um beijo sutil. Maite, ao sentir o contato, abriu a boca e lançou sua língua contra a minha. Fiquei atônito.
"Quando você foi embora, um senhor — acho que me viu sozinha — teve a ousadia de me fazer um convite. Mandei ele embora dizendo que estava acompanhada, por isso pedi o beijo. É o senhor sozinho na mesa lá do fundo."
Os acontecimentos se sucediam numa velocidade vertiginosa.
Não tinha dúvida de que minha tia estava gostando do jogo; aliás, pensei, o mal-entendido estava sendo tão excitante para ela quanto para mim. Talvez isso explicasse o que aconteceu de noite.
Na minha melhor hipótese, os planos da Maite eram idênticos aos meus. A temperatura que estava se criando entre nós não deixava margem para eu estar enganado.
Terminada a comida, passeamos de novo pela cidade, visitamos o Museu do Ouro, mas acho que nem percebemos direito o que estávamos vendo — pelo menos eu só tinha um pensamento na cabeça.
E chegou a noite, e repetimos o que fizemos na noite anterior.
Uma vez na cama, Maite, com a maior naturalidade, como se fizesse isso a vida toda, aproximou seu corpo do meu e passou o braço por cima do meu peito.
"Foi um dia lindo, me diverti muito com você e adorei enganar as pessoas que nos viam. Você gostou?"
Fui direto ao ponto:
"Aconteceu uma coisa que eu não tinha previsto, mas não posso te contar, tenho vergonha."
"Vai ter vergonha de contar suas coisas pra mim?"
"É que talvez você fique brava comigo e estrague as férias."
"Vamos, conta tudo pra sua tia."
"Você não vai ficar brava?"
"Com certeza não vou ficar brava."
"Brincando de que éramos um casal, eu entrei no personagem e passei o dia todo pensando que hoje à noite a gente ia ficar os dois metidos na mesma... cama. Eu fiquei o dia todo excitado. Sinto muito, mas não consegui evitar.
Então meu sobrinho ficou excitado com essa velha aqui
Você não é nenhuma velha e, pra não mentir, vou dizer que sim, que passei o dia todo pensando na noite e fazendo esforço pra você não notar minha excitação.
E você, gostou do jogo?
Maite não respondeu, com toda a calma para que eu visse, tirou as alças que seguravam seu camisola e a deslizou para baixo, pegou minha cabeça e a levou entre seus peitos. Então, e só então disse:
Você tem que me perdoar porque eu também não tinha previsto, mas ontem à noite, não sei no que sonhei, mas tive um orgasmo muito gostoso, e quando acordei com o prazer, estava abraçada em você. Passei o dia toda excitada esperando esse momento. Sei que é uma loucura, que você é meu sobrinho, mas eu também passei o dia toda muito excitada, pensando que íamos nos deitar na mesma cama.
Me joguei entre aquelas duas tetas tremendas, enquanto minha tia gemia de prazer. Beijei, chupei, lambi e mordi aquelas duas montanhas de carne coroadas por mamilos do tamanho de uma tâmara. Minha tia não parava de gemer.
Enquanto me dedicava a comer seus peitos, minha mão deslizou por seu ventre e não parou até alcançar a mata de cabelo que adornava a buceta da minha tia. Ao notar o contato, Maite deu um pulo como se tivesse tocado num fio elétrico.
Devagar, me acaricia devagar que estou muito sensível. E continua comendo meus peitos que isso me deixa muito excitada.
Evidentemente minha tia havia superado a barreira do pudor e agora só queria receber e entregar prazer, só de ouvi-la dizer que estava excitada me deixou com o coração acelerado.
Tira a roupa, quero te ver pelada.
Tenho vergonha.
Estou comendo seus peitos e tenho minha mão na sua buceta, e vai ter vergonha de mim?
Ela se levantou da cama, acendeu a luz e deixou o camisola cair até seus pés.
As circunstâncias condicionam muito os Juízes, é possível que o corpo da minha tia, em outras circunstâncias, pudesse ter chamado pouca atenção, mas no quarto do Marriott em San José, me pareceu o corpo mais desejável do planeta.
Dois peitos enormes, monumentais e, dado seu tamanho e a idade de sua dona, se mantinham bem levantados.
Me veio à cabeça o verão anterior, em que, estando um dia com minha mãe na Praia das Salinas em Ibiza, só nós dois, entre tantos corpos nus, minha mãe tirou a parte de cima do biquíni, o que me deu a oportunidade de ver seus peitos. Um pouco menores que os da minha tia, e também um pouco mais caídos (Maite nunca teve gravidezes), mas com as mesmas formas que os que eu tinha agora diante de mim.
A barriga fazia um escudo que me pareceu adorável. Os quadris largos e compactos, as coxas fortes. Para algum imbecil, minha tia estava um pouco gorda; para mim, perfeita.
O que mais chamou minha atenção: uma mata densa de pelos negros, encaracolados, compactos como o chapéu de um toureiro, que cobria a caverna que eu acabara de acariciar.
Você é linda, tem um corpo que pode deixar qualquer homem louco. Vem pra cama, que não posso esperar mais.
Você gosta mesmo de mim?
Vem pra cama e você vai ver o quanto eu gosto de você.
Maite veio para a cama, deitou-se de costas e, assim que apoiou as costas no lençol, já me tinha em cima dela.
A penetrei quase com brutalidade. Minha pica entrou na sua buceta de uma só vez. Maite gritou quando me sentiu dentro.
Me fode, me fode com todas as suas forças, me dá bem duro com essa pica que eu estava acariciando ontem à noite, pra você saber, ontem eu estava pegando na sua pica e quase te acordei para pedir que me fodesse, bem fodida, como você está me fodendo agora.
Agarrei aquelas duas nádegas tremendas com minhas mãos e comecei a dar com toda a minha força. Foder minha tia me levou ao paraíso, entrar e sair daquele corpo tremendo sabendo que a Quem estava me comendo era a irmã da minha mãe, isso me deixava incandescente. Em algum momento, tive a sensação de que estava com minha mãe, e isso dava ainda mais tesão à situação.
Minha tia devia estar muito carente, porque a transa estava levando ela ao paraíso.
Que gostoso você está me comendo, está me deixando louca, que grossa eu a sinto, você está me enchendo e eu quero que você goze em mim, quero sentir você se esvaziando dentro de mim. Me dá mais forte, me dá mais forte que já estou gozando.
Minha tia nunca teve filhos, então me deparei com uma buceta fechada, apertada, como se fosse de uma adolescente.
O imbecil do Vicente não a comeu muito.
Gozamos como bestas e eu fiquei deitado em cima da minha tia.
Não sai de mim, fica assim, sinto você dentro. Você me comeu muito gostoso, não sabe há quanto tempo eu não gozava tão forte. Acho que foi o melhor orgasmo da minha vida, você me deixou louca de prazer.
Ela ficou quieta um momento e depois continuou:
Pedro, vamos ficar aqui duas semanas, você vai me foder todos os dias? Eu quero que a gente transe todos os dias, que você me coma de novo como hoje. Você nem imagina há quanto tempo estou sem uma boa transa.
Maite, vamos foder todas as vezes que você quiser, bom, e que eu seja capaz.
Meu amor, descansa e dorme bem, porque amanhã você vai ter trabalho.
Antes de dormir, fiquei com uma dúvida: quando você pensou que a gente podia transar?
Estou passando por uma fase muito ruim, você sabe, sem sexo, e usar um vibrador não tira a minha necessidade, o que eu preciso é de um homem. Ao vir com você, nem passou pela minha cabeça, só pensei que talvez pudesse rolar uma aventurinha com alguém aqui, mas ontem à noite eu acordei, estava com seu pau na minha mão e estava encharcada, tanto que, com seu pau na mão, me toquei e tive uma gozada tremenda. Fiquei com um tesão danado e, naquele momento, ainda com seu pau na mão... eu pensei: essa pica vai ficar enfiada na minha buceta o dia todo. Passei o dia todo com tesão que nem uma puta.
Acordei quando você já estava segurando meu pau, fingi que ainda estava dormindo porque achei que você também estivesse.
Olha só, perdemos uma boa trepada.
Ela se virou para mim e enfiou a língua até minha garganta.
Acredita que ainda me deixou com tesão? Vamos dormir.
Na manhã seguinte foi bem diferente, acordei primeiro, abri as cortinas, levantei os lençóis e dediquei um tempo contemplando minha tia.
Deitada de costas, dormindo, indefesa, estava totalmente à minha disposição.
Suas coxas estavam levemente abertas, o que me deu a chance de me enfiar entre elas, agarrar sua bunda enorme e, com o pau duro que nem pedra, não foi difícil penetrá-la.
Quando ela sentiu dentro, minha tia acordou:
Ah, que gostoso, sentir você dentro de mim, que delícia acordar com você me enfiando. Viu como fico molhada quando sinto você dentro?
Como você me fode bem, Pedro, enche minha buceta com seu pau e me deixa louca, me dá com força e se sacode em mim.
Hoje à noite vou te dar um presente. O que vai me dar? Não preciso de nada.
O que vou te dar você com certeza precisa, vou te dar meu cu para você comer e encher. Quer que eu te dê meu cu?
Sim, meu amor, claro que quero, mas você vai ter que me ajudar, tenho pouca experiência.
Eu também não tenho, você vai me estrear, mas com certeza vamos curtir juntos. Vou te dar meu cu, safado.
Foder com minha tia era uma delícia total, ela gostava de tudo, ficava excitada em segundos e a prova era a inundação que aparecia entre suas coxas, e numa trepada ela podia gozar meia dúzia de vezes. Me deixava louco ouvi-la gritar conforme ficava excitada e a paixão com que me contava cada vez que gozava.
Naquele dia decidimos ficar na piscina do hotel.
Tudo tinha mudado, Maite, antes de descer, ficou pelada na minha frente e experimentou três biquínis diferentes, cada um mais ousado que o anterior.
O último era apenas três triângulos minúsculos de lycra amarelo berrante, que, pensei, mal tapavam os mamilos e deixavam escapar um pouco dos seus pelos púbicos. Eu me deleitei naquele corpo lindo, grande, farto. Tinha certeza de que os homens iam se virar para ver aquela carne, principalmente a bunda, que mal era coberta por uma fina tira que, enfiada entre as nádegas, dava a impressão de que ela estava com ela ao ar.
— Este é o que mais gosto, dá pra ver uma bunda divina, e uns peitos de dar vontade de pular em cima, mas dá pra ver alguns pelinhos, se quiser eu corto.
Ela topou, com uma tesoura cortei tudo o que o biquíni deixava escapar e com um roupão descemos para a piscina.
De propósito escolhi duas espreguiçadeiras entre um grupo de jovens, um pouco mais velhos que eu, e um casal.
— Você vai ver os olhares de fogo que esses rapazes ao lado vão te dar quando tirar o roupão.
— Exagerado.
— Tire dando as costas pra eles, quero ver a reação deles quando virem sua bunda, e depois, antes de sentar, você se vira e olha a reação.
O grupo estava conversando, tomando cerveja, pelo sotaque, pensei que eram americanos ou canadenses. Eram cinco, todos com cerca de 30 anos.
Quando Maite tirou o roupão e expôs suas duas nádegas tremendas, o tempo parou, o grupo parou de falar e pude ver a cara de idiota que ficou neles. Um deles mordeu o lábio inferior e balançou a cabeça para a esquerda e direita, só faltou dizer em voz alta: Que rabo, eu comeria agora mesmo.
Quando Maite se virou, alguns daqueles caras ainda não tinham fechado a boca. Certos de que não os entenderíamos, um deles disse:
— Vocês viram essa bunda? Isso só se vê aqui. Isso sim é uma MILF, não como as que a gente vê no Texas.
Para quem não Você sabe que MILF significa Mãe que Eu Gostaria de Foder.
A Maite, que fala inglês melhor que eu, entendeu tudo e deitou na espreguiçadeira com um sorriso de satisfação.
Se não fosse porque tenho na minha cama tudo que preciso, poderia levar para a cama qualquer um dessa turma.
Não tenha dúvida, você deixou eles de queixo caído e não vão tirar os olhos de você enquanto estiver aqui.
Para deixá-los com inveja e seguindo nosso jogo, com a Maite de bruços, dediquei quase um pote inteiro de protetor solar para untar minha tia, a verdade é que fiz de propósito.
Comecei pelas costas e ombros, daí passei a passar creme nos lados, especialmente na lateral das tetas (que devido ao tamanho e à postura apareciam pelas laterais das costas dela), me demorei no lado de onde os voyeurs podiam ver minha mão se introduzir até por baixo do sutiã e acariciar os seios enquanto passava o creme.
Passei pelas costas, pela cintura e cheguei nas nádegas. Mais do que passar creme, o que fiz foi me deliciar amassando e apalpando seus dois montes de carne. Afastei a fina tira de tecido para lubrificar o rabo divino que separava as duas bundas e enfiei minha mão bem fundo para enlouquecer os vizinhos.
Continuei pelas coxas, dando ênfase especial na parte interna e mais próxima da calcinha do biquíni. Minhas mãos se enterravam entre as coxas robustas da minha tia e os ianques continuavam boquiabertos acompanhando minhas evoluções.
A Maite ficou imóvel sob o sol tropical por quase uma hora, o protetor era fator 60. Ela suava por cada poro do corpo, o que me dava desculpa para de vez em quando passar minha mão pelas nádegas dela para enxugar o suor. Os ianques continuavam hipnotizados.
Depois de uma dose de sol que me pareceu excessiva, a Maite virou de barriga para cima. Ela poderia ter passado o creme sozinha, mas seguimos o roteiro e eu, como se fosse seu escravo, ou seu amante local, repeti a operação, primeiro no rosto, no pescoço os seios, as tetas às quais dediquei atenção especial, enfiei sem nenhuma vergonha (sob o olhar atento dos vizinhos) minhas mãos sob o sutiã minúsculo, e a consequência foi que os mamilos da Maite ameaçaram explodir a peça.
Continuei pela barriga, de novo meti minha mão por baixo da calcinha e acabei dedicando tempo e creme às coxas.
Maite, baixinho, me disse:
Não sei como estão os vizinhos, mas você tá me deixando muito excitada, tô com a calcinha toda molhada. Me dá um beijo.
Antes de voltar a pegar sol, Maite, com toda a malícia, se levantou e, de frente para nossos vizinhos, se dedicou a passar creme em mim. Inclinada para frente, seus peitos balançavam e ameaçavam escapar da prisão. Cinco pares de olhos estavam grudados nas tetas da minha acompanhante. Os gringos estavam tendo um belo banho de vista. Me orgulhava ver a atenção que a Maite tava causando.
Voltamos a pegar sol. Enquanto me torrava, pensei: a gente se conhece a vida toda, pra ser mais exato, ela me conhece desde que nasci e eu conheço ela desde que me entendo por gente, e bastaram dois dias compartilhando a cama pra que, pelo menos eu, tenha a sensação de uma cumplicidade que muitos casais com anos de convivência não alcançam. Estamos os dois desinibidos, felizes, sem nenhum pudor e curtindo cada um o corpo do outro.
Nessa estávamos quando um garçom se aproximou pra nos dizer que já podíamos trocar de quarto. Olhamos pra ele com desdém e foi a Maite quem disse:
Estamos felizes com o que nos deram. Não queremos trocar.
Ao fim da sessão, voltamos pro quarto. Eu tava morto de sono. Me joguei na cama e Maite me disse:
Vou descer um momento na recepção, quero fazer as unhas. Dorme um pouco que já volto.
Dormi feito um bebê e quando acordei, Maite estava na varanda com um copo na mão.
Ah, acordou? Te vi dormindo tão feliz que não tive coragem de te acordar. Querido, estou interrompendo.
Obrigada. E aí, como ficou a manicure?
Ficou ótima e aproveitei para te dar um presente.
O que você comprou pra mim?
Não comprei nada.
Que presente em, hein.
Se não gostar, não posso devolver.
Vai, me mostra.
Tenho certeza que você vai adorar.
Ela deixou o copo no parapeito da varanda e, com uma lentidão calculada, começou a levantar a saia. Primeiro vi suas pernas, suas coxas, e quando levantou mais o vestido, me deixou ver sua buceta completamente depilada.
Eu tinha muito pelo e, como quero que você a coma, achei que se eu tirasse, você ia gostar.
Enquanto falava, levantou a perna e me deixou ver que não deixaram um único pelinho em toda a região.
Adorei, ficou com uma bucetinha de menina de quinze anos. Deixa eu te dar um beijinho.
Saí na varanda, me ajoelhei e, com minha tia que continuava na mesma posição facilitando o acesso, dei primeiro um beijo e depois uma lambida.
Não continua que eu esquento muito fácil e temos que sair pra jantar.
Tá bom, mas me faz um favor. Quero que você se vista como quiser, mas com vestido e não quero que use nem sutiã nem calcinha.
Tenho um amante tarado e pervertido, mas eu adoro. Não sei como você faz, mas me deixa com tesão o dia todo, desde que acordo até quando vou dormir. Tesão é pouco, você me deixa louca de tesão, com a buceta molhada e com vontade de você me foder.
Jantamos num quiosque na praia. Compartilhamos uma garrafa de vinho branco chileno que estava muito gostoso.
Não fizemos nada de especial, o que não quer dizer que eu não deslizasse minha mão por baixo da saia dela e acariciasse a bucetinha nua da Maite. Ela, ao notar minha mão, abriu as coxas para facilitar a tarefa.
Como você faz pra estar sempre molhada?
Já te disse antes, porque você me deixa com tesão o dia todo. Você está se aproveitando de uma mulher muito carente.
Carente do quê?
De carinho, carente de muito carinho, de ternura, afeto, cumplicidade, e muito, muito carente disso.
Enquanto dizia isso, sua mão agarrou meu pau sem cerimônia.
Isso é o que está me fazendo ver a vida de outro jeito. Você está me fazendo muito feliz.
Voltamos para o hotel, já tudo tinha mudado, sem pudores. Maite tirou o vestido e ficou pelada.
Vou escovar os dentes e vou fazer uma coisa que, mesmo que você não acredite, nunca fiz na vida. Vou dormir nua com você. Nunca dormi nua, nem sozinha nem acompanhada, mas se você gosta de dormir pelado, eu te acompanho. E saiba que trouxe dois camisolões bem sexy, caso eu arrumasse alguém.
Você vai me mostrar depois, pelada você me deixa louco.
Entramos na cama e abraçados começamos a nos beijar. Maite, descobri, era beijoqueira, e eu também sou. Beijos e mais beijos enquanto cada um explorava com as mãos o corpo do outro.
Dediquei tempo e atenção a percorrer as costas da Maite e dali passei para as nádegas (elas me deixavam louco) e nelas fiquei.
Ela, enquanto isso, das minhas costas também passou para minha bunda, e dali, aproveitando o vão que havia entre nossos corpos, sua mão se introduziu entre nós e agarrou meu pau, com a palma da mão acariciando minha cabecinha.
Você tem a ponta do pau molhadinha, você também está com tesão.
Acho que estou com mais tesão que você.
Deixa eu provar o gosto.
Maite mergulhou sob os lençóis e diretamente enfiou meu pau na boca. Chupou como se fosse um picolé e voltou a subir.
Tem um gostinho bom, mas não estou preparada para engolir, nunca fiz isso, embora saiba que muitos casais fazem, e tenho vontade de fazer, tenho vontade de sentir você enchendo minha boca de porra, embora não saiba se vou gostar, mas quero experimentar com você, mas hoje tenho outros planos.
Quero te dar meu cu, comprei lá embaixo um potinho de vaselina, quero que você me dê no meu bumbum e que enfie bem fundo.
É algo que nunca Nunca fiz isso antes, e também estou com medo, mas sei que você vai fazer com cuidado e se eu disser que está me machucando, você para.
Por que você quer me dar seu cu hoje?
Muito simples, quero te dar tudo, quero fazer com você tudo que não fiz ao longo da minha vida sem graça, quero que nos dias que vamos ficar juntos você não fique sem nada que uma mulher possa te oferecer e em troca espero que me deixe louca de prazer.
Quero ser sua até o meu último buraco.
As palavras da Maite me deixaram com muito tesão e, mesmo sem experiência anterior, eu queria experimentar o que ela estava me oferecendo.
Antes de pegar o potinho que minha tia me oferecia, realizei uma das minhas fantasias não realizadas: enfiei meu rosto entre as nádegas dela e direcionei minha língua, começando pelo clitóris, percorrendo os lábios até chegar ao ânus, onde parei e fiquei, passei e repassei minha língua pela retaguarda da Maite até ela começar a gemer dizendo:
Que gostoso, meu amor, que delícia sinto sua língua no meu cu, que prazer você está me dando, vai fazer eu gozar sem nem meter.
Com a região bem molhada, untei meus dedos com vaselina e com delicadeza passei no ânus dela, e não só isso, introduzi dois dedos dentro e lubrifiquei o máximo que pude.
Terminada a tarefa, eu disse:
Maite, fica de quatro e me oferece esse seu cu que me deixa doido e que vou comer.
Ela se ajoelhou na cama e se apoiou nos antebraços.
O espetáculo de ver minha tia de pernas abertas, com as nádegas na minha frente e os peitos balançando, me deixou a mil.
Me aproximei daquelas duas montanhas de carne, enquanto ouvia a Maite me dizer:
Come meu cu, estréia ele, quero te dar tudo e te fazer feliz, me fode como um animal e enche minha barriga com sua porra.
Primeiro senti uma pequena resistência, mas bastou fazer pressão para que meu pau entrasse até minhas coxas baterem nas nádegas dela.
Pensei que ia doer, mas não doeu nada. Gosto de sentir você dentro, me dá me dá.
Com minhas mãos segurando os imensos quadris da minha tia, comecei um vai e vem, primeiro lento, mas profundo, empurrando até sentir meu corpo colidir contra o dela, e pouco a pouco aumentando a velocidade e a força.
Me dominou uma sensação nova, com a bunda da minha tia empinada, na minha frente, agarrada pelas minhas mãos, entrando e saindo dela, com meu pau cravado até o fundo e com Maite gritando de prazer, me tornei uma fera, ataquei o reduto mais íntimo como se o mundo fosse acabar, empurrei como um animal, entrei e saí daquela bunda perfeita como se minha vida dependesse disso.
Maite, desta vez em vez de gemer, gritava como se eu estivesse matando ela, eram gritos longos entre os quais ela misturava palavras:
"Deus, que delícia, como estou gostando, sinto você dentro de mim, você está me dando muito prazer, vou me tocar enquanto você fode minha bunda, enquanto você fode a bunda da sua tia, safado, como eu ia imaginar que teria o pau do meu sobrinho cravado na minha bunda e que ia me dar tanto prazer, me dá mais forte, arromba minha bunda com pirocadas, me dá palmadas nas nádegas que estou muito cachorra e com vontade de gozar como uma puta."
E depois de alguns gritos: "Ai, que vou gozar, tô gozando, tô gozando, tô gozando, estou gozando, me dá vontade de fazer xixi, tô gozando, estou ficando tonta com o prazer que você me dá. Enche minha barriga com sua porra, me enche enquanto eu gozo como uma puta."
Nós gozamos. Ao sentir minha porra entrando no corpo dela, Maite soltou um grito longo e depois desabou como se tivesse levado um tiro.
Fiquei um tempo deitado sobre ela, Maite tinha fechado as coxas e eu não teria como escapar mesmo se quisesse, o que eu não queria.
"Pedro, eu fiquei tonta ao sentir sua porra na minha bunda, isso nunca tinha acontecido comigo, tive um desmaio, perdi a cabeça com o prazer que estava sentindo, pensei que ia morrer de tanto gostar. Você é um demônio que me transformou numa puta viciada. insaciável.
Passamos quinze dias de sexo contínuo, Maite, que queria experimentar tudo, me acordou uma manhã com meu pau na boca e, mesmo dizendo ser inexperiente, tudo que ela fez foi uma glória pra mim e, segundo ela depois me contou, pra ela também. Ela me deu um boquete soberbo e, na hora de gozar, ela fechou os lábios e aproveitou sentindo minha porra na garganta antes de engolir.
O que aconteceu na viagem a Puerto Limón foi insólito.
Decidimos ir de ônibus para curtir uma experiência local. Maite, seguindo minhas instruções, não usava mais calcinha nem sutiã. Nos sentamos nos bancos de trás. O ônibus estava quase vazio e os locais ocupavam as fileiras da frente. No meio da viagem, anoitecia e, com Maite encostada no meu ombro e meio adormecida, meti minha mão no decote dela e comecei a acariciar seus peitos. Minha tia estava na poltrona da janela e os encostos dos outros assentos nos protegiam de olhares indiscretos.
Eu estava curtindo os peitos da Maite quando, com todo cuidado, ela abriu o zíper da minha calça, tirou meu pau, ficou acariciando por uns momentos e, em seguida, se inclinou sobre mim e, no meio da viagem, com gente a três fileiras de distância, me deu um boquete animal. Dessa vez não trocamos uma palavra, Maite não parou até conseguir que eu gozasse nela.
Já sentada, ela me disse:
"Estou pegando gosto pela sua porra, adoro tirar ela de você e saborear antes de engolir. Que puta você me transformou."
A desinibição que surgiu em Maite a transformou em uma pessoa desconhecida, nada restava da senhora recatada do Notário. Outro dia, na praia, quando o sol se punha e estávamos praticamente sozinhos, ela me disse:
"Quero que você me foda agora."
"Ainda tem gente na praia."
"Tanto faz, mesmo se estivesse lotada, me fode."
Dessa vez não teve preliminares, deitada na toalha de bruços Em cima, ela tirou o biquíni de lado e eu a penetrei.
Estar ao ar livre não a fez se conter nem um pouco, ela gritou como era seu costume, a ponto de um casal que estava a mais de cinquenta metros de nós se virar ao ouvi-la.
Nós continuamos com o que estávamos fazendo e o mais engraçado foi que nossos vizinhos distantes, contagiados pelo nosso comportamento, decidiram fazer a festa por conta própria e pouco tempo depois eles também estavam transando. Ouvimos os gritos da garota enquanto seu parceiro a enfiava.
Quinze dias de sexo, cumplicidade, sem nenhum complexo e tendo abandonado o pudor estavam chegando ao fim.
No último dia, por desejo da Maite, passamos sem sair do quarto. Nada lá fora era melhor do que o que tínhamos dentro.
Já no avião de volta, vi a Maite triste, voltei a ver a mesma mulher que encontrei na piscina da casa dela algumas semanas antes.
O que foi, meu amor?
Que estou saindo do paraíso, que vamos voltar à nossa vida anterior, que você vai voltar às suas aulas com seus amigos e suas amigas, e eu vou voltar a dormir sozinha e esses dias em que você me deu tanto prazer e em que me senti desejada e em que você me comeu tão gostoso, serão só uma lembrança.
Não fala isso, eu passei os melhores dias da minha vida, não há e não pode haver uma mulher com quem eu aproveite como com você, vamos continuar nos vendo.
Eu acredito, de vez em quando você virá na minha casa, vamos dar uns pegas que eu vou adorar que você me dê, e depois tudo vai voltar a ser igual.
As lágrimas corriam por suas bochechas.
Naquele momento pensei em dizer que não seria assim, que ela me teria dia e noite com ela, que tudo continuaria igual. Mas não o fiz, tinha medo de fazer promessas que talvez não cumprisse depois.
A viagem de volta foi triste, passamos quase todo o trajeto sem falar, enquanto eu ouvia a Maite chorar em silêncio.
Chegamos em Madrid, minha mãe estava esperando. Minha tia fez tudo o necessário para que sua irmã não percebesse nada, aliás, mostrou-se alegre e falante.
Deixamos a Maite em casa primeiro, me ofereci para ajudá-la com as malas, subi elas até seu quarto e antes de descer, Maite me abraçou, me deu o beijo mais longo que tínhamos dado até então e disse:
Obrigada, Pedro, você me fez a mulher mais feliz do mundo e me ajudou a fazer com que a mulher que viajou com você tenha ficado na Costa deliciosa e isso eu vou agradecer para sempre. Pena que você tenha vinte e cinco anos a menos que eu.
Minha casa, não, melhor, este quarto estará à sua disposição sempre e meu corpo também. Venha sempre que quiser e quando vier não perca tempo com explicações, me jogue nessa cama e me fode como tem me fodido essas duas semanas. Tome esta chave da minha casa, nem precisará bater na porta.
Fomos para casa, desfiz a mala, minha mãe fez uns ovos fritos como um jantar lanche, conversamos um pouco sobre a viagem, ela me contou as novidades da família e pouco mais.
Cansado como estava da viagem, minha mãe me deu um remédio para dormir e fui para meu quarto. Na verdade, não estava com sono.
Inevitável foi lembrar de tudo que vivi nas duas semanas anteriores, a enxurrada de prazer que Maite me deu, o bem que eu tinha me sentido com ela, como com nenhuma outra pessoa, pensei. E tinha acabado, nunca mais seria igual. E me senti como alguém que teve arrancado o que mais amava, sozinho, órfão, infeliz.
Foram passando as horas e eu continuava sem dormir e mergulhado na tristeza, sentindo falta de tudo aquilo que tinha aproveitado.
Eram quase duas da manhã quando dei um pulo da cama, me vesti, peguei minha moto e sem respeitar nenhuma regra de trânsito fui para a casa da Maite.
Abri a porta silenciosamente, subi para o andar de cima e antes de entrar no quarto dela tirei minha roupa, abri Abri a porta com cuidado e sem fazer o mínimo barulho, deixei a roupa no chão e entrei na cama. Aproximei meu corpo do da Maite e percebi que ela estava dormindo pelada. Encostei meu corpo na sua bunda e então ouvi sua voz:
Bem-vindo à sua cama e à sua mulher, meu amor. Me fode que já faz muito tempo que você não come sua mina.
Já se passaram seis meses desde que tudo o que contei aconteceu, vivo com a Maite. Para as pessoas que nos conhecem, porque estou mais perto da Universidade; para a minha mãe, que é a única opinião que importa para mim, porque sua irmã e eu somos loucos um pelo outro, porque não conseguimos viver separados, porque precisamos foder todo dia, e por isso decidimos passar a vida toda juntos.
5 comentários - Comendo minha tia Maíte na Costa
Felicito a tu tia