Antonia era uma mulher sensual, cabelo escuro e curto na altura do queixo, olhos verdes e uma pele macia e branca como se não tivesse nem 30 anos. Magra, com umas curvas que toda mulher queria ter e umas pernas infinitas que deixariam qualquer um maluco. Antonia tava morando sozinha na capital fazia um tempo, num apartamento, porque tinha vindo estudar arquitetura — era uma mulher, além de gostosa, inteligente. Fazia pouco tempo que morava ali, então não conhecia todos os vizinhos, só uma velhinha que morava do lado e que ela via quando saía pra passear com a cachorrinha dela.
Até que um dia ela voltou da faculdade bem mais cedo porque não quis ficar pras últimas aulas. Quando tava voltando, pensando em tomar um banho e se jogar no sofá pra ver TV quase pelada por causa do calorão, ela ia entrar no elevador e, quando a porta tava fechando, veio um homem correndo. (Alto, magro, com olhos cor de amêndoa, um sorriso branco como o céu e uns dentes muito perfeitos.) Ela segurou o elevador pra ele poder entrar junto com ela. Ele olhou pra ela sorrindo e agradeceu. Ela só baixou o olhar e sorriu de volta. Ficaram em silêncio e perceberam que desceram no mesmo andar. Quando saíram do elevador, se cumprimentaram e cada um foi pro seu apê. Ela ficou pasma, não acreditava que aquele cara era vizinho dela e que nunca tinha visto ele antes. Só os separavam janelas e paredes.
Os dias foram passando e as cenas se repetiam: só trocavam sorrisos, agradecimentos e iam cada um pra sua casa. Até que um dia, quando Antonia chegou em casa, não cruzou com ele. Ficou meio estranha, mas não deu muita bola. Naquele dia tava um calorão, ela chegou muito cansada e suada. Decidiu abrir umas janelas e foi tomar um banho daqueles que relaxam. Saiu pelada do banheiro pro quarto, sabendo que esses são os luxos que a gente pode se dar quando mora sozinha. Ia se vestir, mas o calor era tão sufocante que ela só colocou a calcinha. e se sentou no sofá em frente à janela pra ver TV. Enquanto as gotas de suor escorriam pelo corpo tão esbelto que ela tinha, começou a sentir que outras partes do corpo também começavam a esquentar e devagarzinho começou a se acariciar, era merecido depois de um dia tão longo e cansativo.
Começou a tocar a buceta por cima da calcinha e os peitos por fora do sutiã, sentindo os biquinhos rosados e macios endurecerem, e aí, com cuidado, enfiou a mão por dentro da calcinha, mexendo a pelvis de um jeito bem gostoso. Enquanto Antonia tava tão entretida no próprio amor, nem percebeu que, quando chegou, tinha deixado a janela aberta que dava pra casa do vizinho misterioso. E de repente, o vizinho, passando por aquela janela, vê ela de longe sentada e fica surpreso porque parece vê-la nua. Ele chega bem mais perto e fica admirando aquele corpo tão lindo e como ela se tocava. Ficou tão excitado que também começou a se tocar enquanto olhava, não podia acreditar que aquela era a vizinha tímida dele.
Os dias passaram e o vizinho criou o hábito de espiar a vizinha direto, esperando aquele momento quente onde podia ver as coisas que ela fazia consigo mesma. Até que um dia ele encontra ela no bendito elevador voltando de dançar. Ela tava muito gostosa, embora ele já conhecesse ela nua sem ela saber. Ele cumprimentou com um sorriso safado e ficou por isso. Ele tava encostado no vidro e ela na porta, esperando chegar no destino. Ele devorava com o olhar a bunda linda que tanto fazia ele gozar quando olhava, e sem Antonia perceber, apertou o botão de Stop, fingindo que era um problema técnico.
Ela ficou puta com o elevador porque queria chegar logo, e ele entrou na onda sem ela saber que foi ele quem parou. Era um dia muito quente e eles estavam presos ali por um suposto defeito que não era real. Ele tentou acalmá-la, dizendo que ele... O porteiro perceberia e viria atrás deles, o que ela não sabia é que naquela hora o porteiro dormia e demoraria pra notar.
Enquanto ela batia o salto esperando conseguir sair dali, ele, apoiado no vidro, olhava pra ela com muito detalhe e começava a se esfregar por cima da calça, fazendo o pau dele acordar devagar. Ela estava de costas pra ele e não via o que ele fazia, e de repente ele desabotoou a calça, deixando o pau todo duro pra fora, tão ereto que dava pra ver as veias de tão carnudo que tava, e cautelosamente se aproximou dela e começou a encostar. Ela ficou paralisada, não sabia se gritava, se batia nele ou se aproveitava aquilo que há tanto tempo não sentia. Como ele viu que ela não dizia nada, se aproximou de novo e encostou devagar, deixando o pau ereto contra a bunda dura dela por cima da minissaia. Quando ele percebeu que ela não falava nada, começou a se mexer como se estivesse penetrando ela por cima da roupa, mas devagar foi levantando a minissaia dela e colocou o pau em cima da calcinha. Ela fechava os punhos de prazer, sem saber o que fazer. Até que ele começou a se mover de novo contra a buceta dela por cima da calcinha. Ela pensou em gritar, mas sabia que a buceta dela dizia o contrário, e que no fundo ela sabia que aquelas punhetas que ela batia eram pensando nele. Então ficou quieta pra ver até onde o vizinho iria, e ali mesmo, vendo que não tinha reações negativas, ele agarrou ela pela cintura, apertando ela junto com ele, e começou a meter a mão na buceta molhada e depilada dela, enquanto encostava com muita intensidade contra o pau duro e cheio de veias, e começou a massagear o clitóris dela, que a cada amassada ficava mais molhado e mais quente.
A respiração dela ficava cada vez mais ofegante e os corpos deles se conectavam cada vez mais.
E ali mesmo ele começou a apertar os bicos dos peitos dela, que estavam bem duros, apertava e amassava enquanto não parava de encostar nela com muita vulgaridade, e aí desceu a mão de novo pra buceta. Da Antônia, enquanto ela se inclinava pra trás, empinando a bunda de prazer por sentir ele entre as nádegas e mordia os lábios de tesão, o vizinho começou a tocar ela de novo e, sem que ela percebesse, puxou a calcinha minúscula que ela usava, inclinou ela um pouquinho e, enquanto continuava tocando o clitóris dela e fazendo ela tremer de prazer, começou a penetrar ela devagar, sentindo os sucos dela no pau dele, sabendo que aquela excitação tinha sido provocada por ele, e isso o deixava cada vez mais excitado. E aí ele começou a se mover com mais frequência, enquanto ela rebolava contra ele, sentindo o prazer duplo que ele tava dando.
Até que ele agarra as mãos dela, levanta elas e coloca contra o vidro do elevador, pra poder ver a cara dela enquanto comia ela. E aí, com ela contra ele e os peitos e o rosto dela no espelho, ele começou a penetrar ela de novo, mas dessa vez foi com força e firmeza, com aquela intensidade que ele vinha acumulando de todas as vezes que viu ela se tocando. E a frequência aumentava cada vez mais, parecia que ela tava gostando, porque o corpo dela se inclinava de prazer, arranhando o vidro de tanto tesão. E aí ele agarrou ela pelo cabelo, começou a morder ela toda, lambendo as costas dela e cuspindo nela ao mesmo tempo. A luxúria dele com a Antônia era algo de outro mundo, ele não conseguia parar de admirar aquele corpo e de comer ela com tanta força.
Aí ele virou ela, colocou ela de frente pra ele pela primeira vez, olhou nos olhos dela e começou a rasgar a pouca roupa que ainda tinha nela, até deixar ela completamente pelada. Ele baixou a cueca, tirou a camiseta e ficou nu igual a ela, olhando fixo nos olhos dela e sem parar de sorrir de um jeito safado. Quando terminou de se despir, se aproximou dela, levantou a sobrancelha com malícia e enfiou a mão dentro da buceta dela, masturbando ela com muita raiva, do jeito que ele via ela se tocar. Aí ela começou a gritar de prazer (o silêncio tinha acabado). As pernas dela tremiam e ela ficava louca com as mãos tão macias do vizinho. podia fazer, e aí se abaixou e começou a lamber entre as pernas dela e por fora dos lábios da buceta, ela se agarrava nos próprios cabelos de prazer e se tocava nos peitos, e aí começou a lamber o clitóris molhado e gostoso dela ao mesmo tempo com tanto amor e delicadeza que ela não parava de gemer de prazer. Aí quando ele viu que ela não aguentava mais de tesão, se levantou e pegou ela no colo e começou a meter nela de novo, mas dessa vez mais forte que antes, com uma safadeza nunca vista. Ele tava com sede de sexo, e ela também, porque se mexiam e rebolavam como se fosse a última foda da vida deles. Aí enquanto ele não parava de bombar ela, ela chegou no auge da excitação e sentia o corpo perder o controle de tanto prazer, e aí ele, ao sentir toda a gozada dela no pau dele, ficou mais feroz ainda, tirou ela de cima, mandou ela ajoelhar e pegou ela pelo cabelo, obrigando ela a fazer sexo oral, afogando ela até a baba escorrer da boca dela, fazendo ela sentir o pau duro inteiro na boca com todos os fluidos. E aí, quando tava no meio do ato, passou o pau na cara dela e começou a bater com o pau no rosto dela com tanta dureza que parecia uma pedra nas bochechas dela, e aí gozou na cara toda dela, soltando todo o esperma branco e grosso por toda a cara branca e lisa dela, deixando até as últimas gotas ali. E quando terminou de deixar tudo isso, passou a mão na cara dela espalhando e, com os dedos cheios de porra, enfiou na boca dela e fez ela lamber os dedos. Aí olhou pra ela sorrindo, se abaixou junto com ela, tocou na buceta dela cheia de fluido vaginal e lambeu a mão enquanto apertava o botão de Stop, se vestiu. Enquanto ela continuava nua, ajoelhada, sem acreditar no que aconteceu e como ele a enganou. O elevador abriu, ele desceu e quando tava indo embora falou:
— Da próxima vez que você se tocar, me avisa e eu te como de novo. Não me faz ficar só na punheta que eu bato vendo você.
E foi embora antes que vissem ele no apartamento dele. Deixando ela lá. Ajoelhada, nua e cheia de porra, atordoada com a situação que viveu, ela se levantou e foi devagar pra casa semi nua, esperando que aquela foda que o vizinho deu nela se repita.!
Afrodditaa!
Até que um dia ela voltou da faculdade bem mais cedo porque não quis ficar pras últimas aulas. Quando tava voltando, pensando em tomar um banho e se jogar no sofá pra ver TV quase pelada por causa do calorão, ela ia entrar no elevador e, quando a porta tava fechando, veio um homem correndo. (Alto, magro, com olhos cor de amêndoa, um sorriso branco como o céu e uns dentes muito perfeitos.) Ela segurou o elevador pra ele poder entrar junto com ela. Ele olhou pra ela sorrindo e agradeceu. Ela só baixou o olhar e sorriu de volta. Ficaram em silêncio e perceberam que desceram no mesmo andar. Quando saíram do elevador, se cumprimentaram e cada um foi pro seu apê. Ela ficou pasma, não acreditava que aquele cara era vizinho dela e que nunca tinha visto ele antes. Só os separavam janelas e paredes.
Os dias foram passando e as cenas se repetiam: só trocavam sorrisos, agradecimentos e iam cada um pra sua casa. Até que um dia, quando Antonia chegou em casa, não cruzou com ele. Ficou meio estranha, mas não deu muita bola. Naquele dia tava um calorão, ela chegou muito cansada e suada. Decidiu abrir umas janelas e foi tomar um banho daqueles que relaxam. Saiu pelada do banheiro pro quarto, sabendo que esses são os luxos que a gente pode se dar quando mora sozinha. Ia se vestir, mas o calor era tão sufocante que ela só colocou a calcinha. e se sentou no sofá em frente à janela pra ver TV. Enquanto as gotas de suor escorriam pelo corpo tão esbelto que ela tinha, começou a sentir que outras partes do corpo também começavam a esquentar e devagarzinho começou a se acariciar, era merecido depois de um dia tão longo e cansativo.
Começou a tocar a buceta por cima da calcinha e os peitos por fora do sutiã, sentindo os biquinhos rosados e macios endurecerem, e aí, com cuidado, enfiou a mão por dentro da calcinha, mexendo a pelvis de um jeito bem gostoso. Enquanto Antonia tava tão entretida no próprio amor, nem percebeu que, quando chegou, tinha deixado a janela aberta que dava pra casa do vizinho misterioso. E de repente, o vizinho, passando por aquela janela, vê ela de longe sentada e fica surpreso porque parece vê-la nua. Ele chega bem mais perto e fica admirando aquele corpo tão lindo e como ela se tocava. Ficou tão excitado que também começou a se tocar enquanto olhava, não podia acreditar que aquela era a vizinha tímida dele.
Os dias passaram e o vizinho criou o hábito de espiar a vizinha direto, esperando aquele momento quente onde podia ver as coisas que ela fazia consigo mesma. Até que um dia ele encontra ela no bendito elevador voltando de dançar. Ela tava muito gostosa, embora ele já conhecesse ela nua sem ela saber. Ele cumprimentou com um sorriso safado e ficou por isso. Ele tava encostado no vidro e ela na porta, esperando chegar no destino. Ele devorava com o olhar a bunda linda que tanto fazia ele gozar quando olhava, e sem Antonia perceber, apertou o botão de Stop, fingindo que era um problema técnico.
Ela ficou puta com o elevador porque queria chegar logo, e ele entrou na onda sem ela saber que foi ele quem parou. Era um dia muito quente e eles estavam presos ali por um suposto defeito que não era real. Ele tentou acalmá-la, dizendo que ele... O porteiro perceberia e viria atrás deles, o que ela não sabia é que naquela hora o porteiro dormia e demoraria pra notar.
Enquanto ela batia o salto esperando conseguir sair dali, ele, apoiado no vidro, olhava pra ela com muito detalhe e começava a se esfregar por cima da calça, fazendo o pau dele acordar devagar. Ela estava de costas pra ele e não via o que ele fazia, e de repente ele desabotoou a calça, deixando o pau todo duro pra fora, tão ereto que dava pra ver as veias de tão carnudo que tava, e cautelosamente se aproximou dela e começou a encostar. Ela ficou paralisada, não sabia se gritava, se batia nele ou se aproveitava aquilo que há tanto tempo não sentia. Como ele viu que ela não dizia nada, se aproximou de novo e encostou devagar, deixando o pau ereto contra a bunda dura dela por cima da minissaia. Quando ele percebeu que ela não falava nada, começou a se mexer como se estivesse penetrando ela por cima da roupa, mas devagar foi levantando a minissaia dela e colocou o pau em cima da calcinha. Ela fechava os punhos de prazer, sem saber o que fazer. Até que ele começou a se mover de novo contra a buceta dela por cima da calcinha. Ela pensou em gritar, mas sabia que a buceta dela dizia o contrário, e que no fundo ela sabia que aquelas punhetas que ela batia eram pensando nele. Então ficou quieta pra ver até onde o vizinho iria, e ali mesmo, vendo que não tinha reações negativas, ele agarrou ela pela cintura, apertando ela junto com ele, e começou a meter a mão na buceta molhada e depilada dela, enquanto encostava com muita intensidade contra o pau duro e cheio de veias, e começou a massagear o clitóris dela, que a cada amassada ficava mais molhado e mais quente.
A respiração dela ficava cada vez mais ofegante e os corpos deles se conectavam cada vez mais.
E ali mesmo ele começou a apertar os bicos dos peitos dela, que estavam bem duros, apertava e amassava enquanto não parava de encostar nela com muita vulgaridade, e aí desceu a mão de novo pra buceta. Da Antônia, enquanto ela se inclinava pra trás, empinando a bunda de prazer por sentir ele entre as nádegas e mordia os lábios de tesão, o vizinho começou a tocar ela de novo e, sem que ela percebesse, puxou a calcinha minúscula que ela usava, inclinou ela um pouquinho e, enquanto continuava tocando o clitóris dela e fazendo ela tremer de prazer, começou a penetrar ela devagar, sentindo os sucos dela no pau dele, sabendo que aquela excitação tinha sido provocada por ele, e isso o deixava cada vez mais excitado. E aí ele começou a se mover com mais frequência, enquanto ela rebolava contra ele, sentindo o prazer duplo que ele tava dando.
Até que ele agarra as mãos dela, levanta elas e coloca contra o vidro do elevador, pra poder ver a cara dela enquanto comia ela. E aí, com ela contra ele e os peitos e o rosto dela no espelho, ele começou a penetrar ela de novo, mas dessa vez foi com força e firmeza, com aquela intensidade que ele vinha acumulando de todas as vezes que viu ela se tocando. E a frequência aumentava cada vez mais, parecia que ela tava gostando, porque o corpo dela se inclinava de prazer, arranhando o vidro de tanto tesão. E aí ele agarrou ela pelo cabelo, começou a morder ela toda, lambendo as costas dela e cuspindo nela ao mesmo tempo. A luxúria dele com a Antônia era algo de outro mundo, ele não conseguia parar de admirar aquele corpo e de comer ela com tanta força.
Aí ele virou ela, colocou ela de frente pra ele pela primeira vez, olhou nos olhos dela e começou a rasgar a pouca roupa que ainda tinha nela, até deixar ela completamente pelada. Ele baixou a cueca, tirou a camiseta e ficou nu igual a ela, olhando fixo nos olhos dela e sem parar de sorrir de um jeito safado. Quando terminou de se despir, se aproximou dela, levantou a sobrancelha com malícia e enfiou a mão dentro da buceta dela, masturbando ela com muita raiva, do jeito que ele via ela se tocar. Aí ela começou a gritar de prazer (o silêncio tinha acabado). As pernas dela tremiam e ela ficava louca com as mãos tão macias do vizinho. podia fazer, e aí se abaixou e começou a lamber entre as pernas dela e por fora dos lábios da buceta, ela se agarrava nos próprios cabelos de prazer e se tocava nos peitos, e aí começou a lamber o clitóris molhado e gostoso dela ao mesmo tempo com tanto amor e delicadeza que ela não parava de gemer de prazer. Aí quando ele viu que ela não aguentava mais de tesão, se levantou e pegou ela no colo e começou a meter nela de novo, mas dessa vez mais forte que antes, com uma safadeza nunca vista. Ele tava com sede de sexo, e ela também, porque se mexiam e rebolavam como se fosse a última foda da vida deles. Aí enquanto ele não parava de bombar ela, ela chegou no auge da excitação e sentia o corpo perder o controle de tanto prazer, e aí ele, ao sentir toda a gozada dela no pau dele, ficou mais feroz ainda, tirou ela de cima, mandou ela ajoelhar e pegou ela pelo cabelo, obrigando ela a fazer sexo oral, afogando ela até a baba escorrer da boca dela, fazendo ela sentir o pau duro inteiro na boca com todos os fluidos. E aí, quando tava no meio do ato, passou o pau na cara dela e começou a bater com o pau no rosto dela com tanta dureza que parecia uma pedra nas bochechas dela, e aí gozou na cara toda dela, soltando todo o esperma branco e grosso por toda a cara branca e lisa dela, deixando até as últimas gotas ali. E quando terminou de deixar tudo isso, passou a mão na cara dela espalhando e, com os dedos cheios de porra, enfiou na boca dela e fez ela lamber os dedos. Aí olhou pra ela sorrindo, se abaixou junto com ela, tocou na buceta dela cheia de fluido vaginal e lambeu a mão enquanto apertava o botão de Stop, se vestiu. Enquanto ela continuava nua, ajoelhada, sem acreditar no que aconteceu e como ele a enganou. O elevador abriu, ele desceu e quando tava indo embora falou:
— Da próxima vez que você se tocar, me avisa e eu te como de novo. Não me faz ficar só na punheta que eu bato vendo você.
E foi embora antes que vissem ele no apartamento dele. Deixando ela lá. Ajoelhada, nua e cheia de porra, atordoada com a situação que viveu, ela se levantou e foi devagar pra casa semi nua, esperando que aquela foda que o vizinho deu nela se repita.!
Afrodditaa!
3 comentários - Boa Vizinhada Gostosa!
van puntos y #reshout