Ficando Doido pela Minha Sogra

Depois que nosso primeiro filho nasceu, a alegria do nosso lar, minha sogra passou a ficar enfiada na minha casa. Enquanto nós dois trabalhávamos, ela cuidava do menino. O que poderia ser melhor do que a avó para cuidar dele e, de quebra, tomar conta das coisas da casa? Nunca me dei mal com ela, pelo contrário, nos dávamos muito bem, então sua presença nunca me incomodou. Ela era parte da casa e ainda por cima cozinhava divinamente. Como ela é separada há muitos anos e já não trabalhava, tinha todo o tempo do mundo, e não era raro ela dormir lá algumas vezes na semana.

Minha sogra é uma mulher muito chamativa. Tem coxas grossas, uma bunda generosa e uns peitos enormes, com uma altura normal. Um físico que contrastava bastante com o corpo magrinho da filha, provocando em mim uma curiosidade extraordinária desde sempre. Além da simpatia, dos olhos verdes, da boca sensual, muitas vezes eu a via com outros olhos, imaginando aqueles peitos na minha boca, mas algo normal que deve acontecer com muitos homens com a sogra. Mas depois de um tempo, essas estadias casuais na minha casa ficaram muito mais frequentes, e ela praticamente já morava conosco. Por isso mesmo, vê-la todo dia, com camisolas fininhas ou roupas leves, começou a despertar em mim um desejo além do normal.

Todas as manhãs, minha sogra passeava pela cozinha, enquanto me servia o café da manhã, com um roupão branco e os peitos balançando sem sutiã, bamboleando o tempo todo, a cada movimento que ela fazia. Todas as manhãs eu ia para o escritório pensando naqueles peitões que me atendiam, ou quando ela saía do banho enrolada numa toalha, ufff, me deixava com tesão o dia todo pensando no corpo exuberante que aquele pano escondia.

Foi assim que, com o passar dos anos, pouco a pouco foi se criando uma obsessão maníaca por aquela mulher, que sem querer, me deixava com tesão todo dia, chamando cada vez mais a minha atenção... O corpo dela, nos movimentos, querendo estar perto, tocá-la de alguma forma etc.

Ela não fazia ideia do que estava me provocando e agia todo dia da forma mais normal, enquanto eu batia punhetas secretas, escondido no banheiro com a calcinha suja dela no meu nariz.

Pensei muito nisso, li muitas histórias sobre o assunto que só me deixavam mais excitado e, diferente delas, no meu caso não havia nada, absolutamente nada, que me fizesse pensar que ela queria algo comigo.

Passou muito tempo, anos, e minha obsessão não diminuiu, pelo contrário. Com o passar dos anos, minha sogra engordou um pouco, o que fez o cu e os peitos dela crescerem ainda mais, assim como meu desejo por ela. Numa tarde quente, ela foi lavar um tapete no quintal de casa, e enquanto jogava o jato de água com a *** no tapete pendurado, a blusa dela foi molhando e me deu um espetáculo fabuloso dos peitos, transparentes através do tecido fino. Foi a gota d'água, chegou a doer meu pau com a ereção enorme que aquilo me causou.

No mesmo dia, minha sogra comentou mais tarde que eu estava quieto e perguntou se tinha algo errado, mas eu disse que eram coisas da cabeça dela. Mas era isso mesmo, eu estava estranho com ela, me sentia desconfortável, a desejava tanto que chegava a doer a barriga de vê-la ao meu lado.

Foi tanto meu sofrimento, que um dia em que estávamos sozinhos, ela perguntou de novo e, com a confiança que tinha nela, disse que realmente tinha algo acontecendo, que era complicado e que precisava desabafar. Ela imediatamente percebeu que o que eu ia dizer era sério e deixou de lado o que estava fazendo para me dar atenção.

Não enrolei muito, só pedi que aquela conversa ficasse entre nós e que, por favor, ela não me julgasse pelo que eu ia Eu ia dizer, e ela imediatamente me falou que podia confiar nela. Eu disse que meu relacionamento com a filha dela estava ótimo, não tinha problemas com ela de jeito nenhum, que eu a amava, mas que fazia um bom tempo que eu estava obcecado por outra mulher. Ela me olhou surpresa e começou a fazer perguntas sobre ela, se eu tinha tido algo com ela, se era alguma colega de trabalho, e sem muito rodeio, acabei confessando que a mulher que eu tanto desejava era ela.

No começo ela levou na brincadeira, mas quando percebeu que o que eu dizia era verdade, o sorriso sumiu do rosto dela e ela ficou muda, sem acreditar no que ouvia. Eu disse que, como qualquer homem, eu gostava de peitos grandes e que os dela obviamente me chamaram a atenção desde o começo, desde que eu namorava a filha dela, mas que essa atenção, vê-la dia após dia, foi se transformando em algo muito diferente. Eu gostava do jeito dela, do físico, como os peitos dela involuntariamente me deixavam louco, e que foi uma luta interna por muito tempo tentar mudar meus desejos por ela, mas eu entrei em colapso, não aguentava mais e preferia contar. Obviamente sabendo que nada aconteceria entre a gente, mas já era um desabafo, que era isso que estava acontecendo comigo, que eu esperava que ela não me julgasse depois disso, e que nada mudasse entre a gente.

Minha sogra não conseguia acreditar no que o genro dela estava falando tão francamente, não sabia o que me dizer, como responder. Ela estava nervosa, com cara de constrangida, de raiva, pediu um cigarro, quase nunca fumava, mas estava nervosa.- Não acredito que você me diga isso, sério

- Você não queria sinceridade? Bom, isso que dá

- Mas como você pode fazer isso com a minha filha!

- Fazer o quê?… Eu não fiz nada, é algo que se sente, não dá pra controlar

- Mas não te entendo, minha filha é jovem, linda, magra, maravilhosa, eu sou velha, gorda, não sei como você pode pensar assim

- Já te falei, são coisas que a gente não controla, só sente

- E o que você quer que eu faça agora?

- Nada… o que você vai fazer…

- Óbvio que nada

- Óbvio, bom, não sei… talvez evitar cenas como a do outro dia lavando o tapete, pensa que sou um homem e sem querer meu olho ia lá

- Ufff, eu fiz sem querer

- Óbvio, mas… tenta me entender

- Ainda não consigo acreditar no que acabei de ouvir… nem nos sonhos

- Era só isso, me desculpa, talvez não devesse ter te contado

- UFFF… não sei o que te dizer… a verdade é que é uma situação muito desconfortável pra mim, inacreditável

- A única coisa que te peço é que essa conversa fique entre a gente e que a gente tente esquecer

- Claro que vai ficar entre a gente! Agora esquecer, como você acha? Difícil, uma coisa dessas não dá pra esquecer, você me deixou gelada… por que os homens são assim?

- Você mesma disse, somos homens, não pensamos só com uma cabeça

- Ahhh meu Deus… até me dói a cabeça com tudo isso

- Já… vamos deixar pra lá… desculpa, mas… bom… não tem mais o que dizer

- É, melhor… vamos fazer de conta que isso não aconteceu… me deixa sozinha, por favor…
O relacionamento com minha sogra, quando estávamos sozinhos, foi difícil, muito complicado. Ambos nos evitávamos, mas com minha esposa em casa, conseguimos levar a situação, não mudei. Os dois tentamos fazer de conta que nada tinha acontecido. A primeira semana obviamente foi meio complicada, vergonha da minha parte, silêncio da parte dela, mas depois de um bom tempo, tudo voltou ao normal ou quase normal. Só que ela agora se cobria mais e tentava evitar comentários ou piadas de duplo sentido como antes.

Passaram-se vários meses sem nenhum comentário a respeito, tudo normal, tudo tranquilo.

Uma noite como qualquer outra, minha esposa de plantão no hospital e eu, meu filho e minha sogra, assistindo a um desenho animado no meu quarto comendo batatas fritas. Aí meu pequeno adormece, eu o pego no colo e o levo para o quarto dele junto com ela, ela abrindo as portas para mim. Em silêncio, com a luz meio apagada, o cobrimos e saímos do quarto. Mas antes de sair, por alguns segundos ficamos frente a frente, cruzando um olhar diferente da parte dela. Foram só alguns segundos, mas imediatamente me ligou, pensando que ela queria me dizer algo. Saímos do quarto e se gerou novamente um silêncio desconfortável entre nós dois. Ela disse que ia se deitar, que estava com sono, e por minha parte também entrei no meu quarto e me deitei.

Assisti um pouco de televisão, depois apaguei a luz e me acomodei para dormir. O quarto completamente escuro, eu já dormindo há um bom tempo, quando sinto minha esposa se deitando ao meu lado. Achei estranho, já que o plantão dela ia até as 9 da manhã, mas mais de uma vez ela tinha conseguido sair antes. Eu me viro para abraçá-la e no escuro do meu quarto percebo que a mulher ao meu lado era minha sogra. Ela não disse nada, tapou minha boca com a mão e se atirou sobre mim, e começamos a nos beijar.

Com minha sogra completamente sobre mim, minhas mãos se agarraram aos seus grandes... Apertando suas nádegas com toda minha força, enquanto nossas línguas se fundiam numa brusca luta. Era uma mulher completamente diferente, fogosa, ardiente. Me beijava com fúria e se deixava tocar ao meu bel-prazer. Minha pica em segundos estava dura e roçava sua virilha. Joguei-a de lado e finalmente minhas mãos se apoderavam de um de seus peitões, aquelas tetas que me tinham tido preso durante anos estavam ali, ao meu lado, só para mim. Como um polvo me grudei nelas e as apalpei admirando o grande volume delas. Quase aos puxões consegui tirar uma para fora de sua camisola e minha boca se grudou naquele mamilo chupando-o com todas minhas forças saciando anos de desejo. Ela gemía e gemía, deixando-me agir, enquanto sua mão descia e encontrava minha virilidade, agarrando-se fortemente a ela, tocando-me com frenesi.

Em um minuto ambos nos desnudamos completamente, jogando os lençóis para trás, fundindo nossos corpos em um só. Penetrei-a com um só empurrão, enfiando-a o mais fundo que pude, enquanto minhas mãos agarravam sua bunda para aumentar nosso contato. Com minha pica dentro de seu corpo, montei sobre ela agora e a penetrei ainda mais fundo. Um forte gemido de sua parte, suas pernas abertas e suas mãos em minhas nádegas e as minhas nas dela, começamos a foder com desejo animal. Ainda não podia acreditar que a mãe de minha mulher estava sob meu corpo, com suas pernas abertas, recebendo desejosa minhas investidas. Uma e outra vez minha pica se perdeu na cavidade úmida de sua virilha, fazendo-a gemer de prazer. Mas meu desejo não era só fodi-la, mas chupar seus peitos, esse sonho que tinha há anos enfim se tornava realidade. Tirei-a de sua buceta e baixei meu rosto até aquelas tremendas tetas, gigantes, deliciosas. Peguei-as entre minhas mãos e revolvi meu rosto sobre elas, chupei-as com toda minha vontade, brincando com seus mamilos dentro de minha boca, esmagando minha cabeça entre tanta carne. Que tetas ela tinha. aquela mulher, que seios lindos e grandes, não podia acreditar que finalmente estava entre eles. Por um bom tempo não parei de chupá-los, enquanto ela acariciava meus cabelos.

Mas depois de um tempo, sem dar-lhe tempo para reagir, desci até sua virilha e embora ela tentasse evitar, não conseguiu, quando meu rosto já colidia com uma mata frondosa de pelos e minha língua encontrava uma buceta suculenta. Chupei-a com a mesma paixão com que chupei seus seios, esfregando meu rosto entre eles. Ali minha sogra se soltou completamente, começou a gemer muito alto, entregando-se às carícias que seu genro lhe proporcionava. Gritava de prazer e tentava a todo momento me empurrar, dizendo que por favor não fizesse isso senão ela iria gozar. Aguentei alguns minutos ali saboreando os fluidos da minha sogra, mas no final saí, porque minha intenção era dar àquela mulher madura uma noite de prazer que ela não esqueceria.

Saí de entre suas pernas, levantei do chão e acendi a luz. Minha sogra completamente nua sobre minha cama, cobriu o rosto com um travesseiro me pedindo que por favor apagasse a luz, que estava com vergonha. Foram apenas alguns segundos, mas a visão daquele corpo maduro nu ficou gravada em minha mente. Seus enormes seios caindo para os lados pela força da gravidade, maiores do que eu imaginava, seus mamilos rosados, enrugados, suas pernas grossas, brancas como o resto de seu corpo e entre elas uma buceta peluda, com pelos longos e negros, realmente um espetáculo. Aproveitando o dimer que havia instalado, não apaguei a luz, mas sim diminui a intensidade dela ao mínimo, para poder ver aquele corpo volumoso. Novamente me deitei e me coloquei ao seu lado, com ela dando as costas para mim. Aproximei-me dela, levantei uma de suas pernas e comecei a foder por trás, mais suavemente do que no início, enquanto suas nádegas se moviam no ritmo das minhas investidas e minha mão não parava de percorrer nem um centímetro de seu corpo branco...

Mudei ela de posição, coloquei ela de quatro na cama e fiquei em pé no chão, admirando a bunda da minha sogra em todo seu esplendor. As duas nádegas grandes e carnudas da minha sogra, com o rosto na cama e a bunda empinada, me ofereciam sua buceta suculenta. Queria ter aumentado a luz para ver melhor esse espetáculo de raba, mas minha sogra era meio tímida, então me contentei em apalpar toda a sua bunda, admirando o formato e o volume, antes de enfiar até o fundo, arrancando um gemido forte, uma mistura de prazer e dor, ao sentir o pau do genro se enterrar no mais profundo do seu ser.

Com a bunda dela empinada e minhas mãos agarradas nos seus quadris largos, meti com tudo na minha sogra. Uma e outra vez meu corpo batia contra aquela bunda enorme, linda, divina, vendo no reflexo da tela da TV como aqueles peitões balançavam e batiam um no outro cada vez que eu enfiava.- Ahhhhh, como eu estava com vontade de te ter assim, estava morrendo de tesão!

- Mmmm, você gosta?

- Eu adoro!... desde que te vi na praia, com aquele biquíni azul, aquele rabão enorme, eu quis te ter assim, como te tenho agora

- Ahhhh que loucura... que prazer você me faz sentir!!

- Mmmm que gostosa

- Sei que é uma loucura, mas eu também estava com vontade... estava com muita vontade de te sentir dentro...

- Sério?

- Ah sim... E aquele dia que você me disse que me queria... juro que quase pulei em cima de você...

- Ohhhh... que delícia... que rabo mais gostoso...

- Juro que lutei para não cair em tentação todos esses meses, mas não aguentei mais, faz anos sem um homem... anos... e meu corpo ardia de desejo...

- Mmmmmmmmmm deliciosa... que prazer você me faz sentir... quando quiser te dou o que quiser

- Ah sim meu rei... sou sua... só sua... me faz sua, faz o que quiser comigo... quando quiser... me faz sentir mulher... como agora... como você me tem... que gostosa...
Por um tempão, aquele tremendo rabo da minha sogra recebeu minha tesão, uma palmada atrás da outra caindo na sua bunda, fazendo as carnes do seu cu divino tremer e fazendo ela gemer que nem uma louca, até que sem aguentar mais ela começou a me dizer entre gemidos que não tava aguentando, que ia gozar. Aumentei minhas enfiadas e nós dois, num concerto de gemidos, suspiros e gritos, acabamos estrondosamente.

Fiquei deitado em cima do corpo dela, com meu pau ainda dentro, dando as últimas metidas. Tinha sido uma foda espetacular, como fazia tempo que eu não pegava uma daquelas. Ficamos pelados na cama e, mesmo já tendo me aliviado, mesmo assim chupei os peitos dela por um tempão.

Já era tarde, minha sogra se vestiu e foi pro seu quarto, ainda por cima me agradecendo. Tudo era um sonho, uma loucura e que com certeza ia se repetir…

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