Mulher velha, baixinha, de rabão enorme e um par de peitos descomunais. O rosto não era lá essas coisas, tinha uma verruga de carne na cara, pele morena, cabelo preto e curto, uma barriguinha saliente, pernas grossas, sempre vestida de forma casual, com vestidos largos que deixavam entrever o corpanzil dela. Não tinha uma situação financeira muito boa, 56 anos, casada e com 3 filhas. Essa é a protagonista da minha história, uma mulher nada agraciada, mas o que ela tem de sobra é ser muito simpática, extrovertida, alegre, carinhosa, com um senso de humor excelente e, o mais importante, mãe da minha namorada.
Conheço ela há uns 3 anos, desde que comecei a namorar uma das filhas dela. Desde o primeiro dia, me tratou super bem, sempre muito alegre e carinhosa, uma mulher de pele, daquelas que te tocam enquanto falam contigo. Às vezes me deixava desconfortável, eram tantas as atenções que tinha comigo. O jeito dela de me olhar, de me atender, servindo primeiro a mim do que ao marido dela, o prato maior e tal. Por causa disso, rolou uma relação muito boa entre nós dois e também um certo carinho por essa mulher. Também admito que sempre curti os atributos dela. Na minha idade, era uma fantasia escondida que eu tinha, de ficar com alguém como minha sogra. Uma mulher mais velha, de carnes abundantes, imaginando sempre como seria ter aqueles peitões enormes à minha disposição.
Minha namorada também tinha peitos grandes, herança da mãe, não posso reclamar, mas nada comparado com as tetas enormes da progenitora dela, umas tetas milf, obviamente caídas por causa do volume, tetas que amamentaram 3 bebês, tetas impossíveis de não olhar, enormes, e nem vou falar da bunda dela, uma montanha de carne, um rabo avantajado que balançava de um lado pro outro quando ela andava. Sempre que podia, tentava dar uma boa olhada naqueles peitos fabulosos, do jeito mais disfarçado possível, mas várias vezes minha sogra percebeu. disso, embora nunca tenha feito nenhum comentário sobre o assunto.
O marido dela já estava perto dos 65 anos, magro, baixinho, com mais de 40 anos de casamento, já era certeza que não fazia nada com aquela mulherona. Eu imaginava meu sogrão magrelo tentando fazer algo com a mulherzona que tinha do lado… ha ha ha. Naquela época, eu tinha acabado de me formar, com 24 anos, e trabalhava na capital, onde alugava um apartamentinho de um quarto só, enquanto minha namorada ainda estudava num instituto da nossa cidade.
Foi assim que, depois de um tempo, a irmã da minha sogra foi parar no hospital e ela teve que viajar pra capital pra cuidar dela. Por obrigação, já que não gostava nem um pouco da ideia de ter minha sogra no meu apê (porque isso cortava minha outra vida, com umas amigas ocasionais), ofereci pra ela ficar no meu apartamento caso precisasse. Todo mundo achou uma ideia ótima, e foi assim que no domingo à noite peguei o ônibus de novo pra capital, mas agora acompanhado da mãe da minha namorada.
Meu apê ficava a poucas quadras do terminal, chegamos e minha sogra elogiou minha organização e limpeza, dizendo que a filha dela tinha muita sorte de ter encontrado um jovem tão atraente e ao mesmo tempo arrumado.
Preparamos algo pra comer, vimos um filme e depois fomos dormir. Como não tinha outro jeito, ofereci minha cama pra minha sogra, ficando eu no sofá. Ela não queria aceitar, mas depois topou. A gente se virou umas quantas vezes antes de deitar, até que entrei no banho e saí com uma bermuda folgada, já que não uso pijama, durmo pelado e era o mais adequado pra receber minha visita.
Me acomodei no sofá, enquanto minha sogra dava a última volta. Nisso, ela aparece na sala com uma camisola, não muito sensual, mas que mal cobria as tetonas dela. mal dava pra cobrir a bunda enorme dela. Quase tive um infarto quando vi ela assim, parada do meu lado e me dizendo de novo que se sentia mal por ocupar meu quarto e eu ter que dormir ali. Falei pra ela não se preocupar, que o sofá era bem confortável, e ela se inclinou pra mim, me deu um beijo na bochecha agradecendo pela hospitalidade. Quando fez isso, os peitos enormes dela caíram em cima de mim e me deixaram de pau duro, vendo o corpo volumoso da minha sogra se afastar, de costas, balançando a bunda enorme de um lado pro outro, entrando no meu quarto.
No dia seguinte, quando saí do banho, minha sogra já tinha levantado pra me preparar o café da manhã, na mesma camisola da noite anterior. Ver o corpo dela e os peitos gigantescos se mexendo pela cozinha quase me tirou a fome. Era impossível parar de olhar pra aqueles peitões, sentada na minha frente. Toda vez que eu levantava o olhar, aquelas tetonas enormes ali na minha cara… ufffffff, um suplício, porque sem sutiã, pareciam ainda maiores. Já tava pronto pra ir embora, passei um jogo de chaves do apê pra ela e, na despedida, ela me abraçou de novo, esfregando os peitos enormes em mim e me agradecendo pela hospitalidade.
Com o pau duro que nem pedra, fui pro trabalho. Falei que só chegava às 20h, então ela não precisava se preocupar comigo. No trampo, não conseguia tirar a imagem da minha sogra da cabeça, aqueles peitões enormes, aquela bunda descomunal, aquela camisola que não deixava nada pra imaginação…
Já de noite, voltei pro apê e encontrei tudo limpinho. Minha sogra tinha preparado um jantar delicioso e perguntou como tinha sido meu dia. Ela tinha passado o dia todo com a irmã, que ainda estava se recuperando. Disse que em dois dias achava que dariam alta, então não ia me incomodar mais. Falei pra ela Como um cavalheiro, não me incomodava que ela ficasse o tempo que quisesse.
Depois do jantar, fomos ver televisão. O filme terminou, fui de novo ao banheiro trocar de roupa, e na saída dei de cara com minha sogra e sua camisola, que me deixava louco. Ela insistiu de novo para eu dormir no quarto, dizendo que se sentia mal por me incomodar, e ao receber minha recusa, me abraçou de novo e agradeceu, ficando abraçada em mim, falando o quanto valorizava minha boa vontade. Sentir ela assim me excitou na hora e, depois de soltá-la, tive que me virar imediatamente para que ela não percebesse minha ereção.
No dia seguinte, minha sogra me preparou o café da manhã de novo com sua camisola curta, me enchendo de pensamentos sujos. Não sabia se era coisa da minha cabeça, mas minha sogra estava muito mais atenta que o normal, me tratando como um rei. Ela me serviu mais comida e se aproximou, quase enfiando os peitos na minha cara, depois sentou na minha frente e de vez em quando coçava o começo dos seios. De novo, se despediu com um abraço forte e um beijão na bochecha, que dessa vez foi bem perto dos lábios. Eu tava mais que convencido de que a coroa estava me seduzindo. Mas... COM MINHA SOGRA? E se ela contasse pra filha? Não, melhor fazer de bobo, mesmo que a velha me tivesse completamente pirado, LOUCO DE TESÃO! Não, devo estar enganado, não acredito, melhor pensar em outra coisa.
Cheguei à tarde no apartamento e ele estava impecável de novo. Um cheiro delicioso saindo da cozinha e minha sogra me recebendo toda amorosa. Ela me serviu uma bebida enquanto o jantar ficava pronto. Me contou sobre o dia dela, sobre a irmã, enquanto eu, tomando meu drinque, admirava a bunda enorme daquela mulher que estava hospedada comigo. Depois de jantar deliciosamente, minha sogra me diz que queria tomar uma ducha antes de se sentar pra ver TV, já que tinha caminhado muito naquele dia e estava toda suada. Fico sentado no sofá vendo o jornal, quando aquela mulher madura aparece, de novo na camisola dela que quase me tirava o fôlego, se acomodando do meu lado, dizendo que por causa do horário e do calor, tinha decidido vestir logo o pijama que era mais fresco. Com as luzes apagadas, quase não conseguia me concentrar com minha sogra do lado naquela roupa fininha. Ela me pergunta se quero mais um drinque, traz dois copos e a garrafa. Serve na minha frente, se curvando pra fazer isso, mostrando aquele rabão enorme. Era impossível que ela não percebesse que, ao fazer aquilo, a bunda dela toda ficava exposta.
Já não restava dúvida nenhuma, a mãe da minha namorada queria ação e tava me oferecendo de bandeja. Ela se apoiava em mim, mexia as pernas roçando em mim, só faltava subir elas em cima de mim, o jeito dela falar, contato demais com meu ombro, minha mão, minhas pernas. Termino o filme e minha sogra me disse que naquela noite não aceitaria um não e que dormiria ela no sofá. A gente teve uma briguinha pelo cobertor, que quase fez um dos peitos dela pular pra fora, até que ela me obrigou a ir pro meu quarto.
Apaguei a luz e me deitei, desejando que minha sogra entrasse no meu quarto e que aquilo acabasse logo de uma vez. A sedução por parte da minha sogra era mais que descarada e eu tava morrendo de vontade de ficar com ela, realizar meu desejo e satisfazer minha fantasia, mas não podia dar o primeiro passo, não tinha coragem. Passaram 20 minutos, ouço a porta do banheiro abrir e, cinco minutos depois, de novo. Eu suplicava que a porta do meu quarto se abrisse, e que ela aparecesse ali, com qualquer desculpa, mas não aconteceu. Fiquei acordado, desejando aquela mulher que tinha me paquerado descaradamente a noite toda, me recriminando. por não ter feito nada, até eu me levantar e agora entrar no banheiro. Esperava que ela me dissesse alguma coisa, mas nada. Voltei pro meu quarto e me deitei, pensando que nenhum dos dois teria coragem.
Passaram mais 10 minutos, quando ouço a porta do meu quarto se abrindo devagar. Meu coração batia a mil por hora, de costas pra porta, sinto minha sogra entrando. Me viro e olho pra ela, parada ali do meu lado. Suavemente, como se alguém fosse nos ouvir, ela me pergunta se me incomoda ela dormir ali comigo, que estava desconfortável no sofá. Quase não saiu minha voz. Falei que não me incomodava. Ela se meteu bem devagar na cama e fica me olhando, perguntando se eu tinha certeza que não me incomodava.
Não deixo ela terminar a frase, quando já sem me segurar mais, me joguei naquele corpo volumoso, sem me importar com nada, que fosse mais velha, que fosse minha sogra, que fosse gorda, nada, eu a desejava e beijei com toda minha vontade. Nos fundimos numa demonstração feroz de paixão e luxúria, finalmente aquele corpo, pra mim completamente desejável, era meu, completamente meu. Tocando ela por todos os lados, apertando as bundas dela, os peitos, o corpo inteiro.
Minha sogra, completamente entregue à paixão, pega minha cabeça e enfia entre os peitos generosos dela, esfregando meu rosto neles, dizendo entre gemidos o quanto me desejava. Sem perder tempo, tirei um daqueles peitos enormes dela e chupei com toda minha força. Aqueles peitos que não saíam da minha mente, agora estavam nas minhas mãos, na minha boca, e chupei sem piedade. Eram gigantes, deliciosos, muito melhores do que eu imaginava, com um mamilo escuro, bem grande e pontudo, mal cabia um nas minhas duas mãos, o paraíso dos peitos. Era um sonho, não podia nem queria parar de tocar ela, nem parar de chupar o peito dela, enquanto ela gemia de prazer. Eu gozei na minha cueca, puxando meu pau para fora pela lateral, montando nela e puxando rapidamente a calcinha dela, enfiei até o fundo, sem maiores rodeios, direto, até o fundo da sua buceta peluda e molhada, que não ofereceu nenhum obstáculo para me receber por completo.
Daí, foi uma loucura total. Minha sogra de pernas abertas e eu metendo com tudo, arrancando gritos de prazer dela. A buceta dela escorria sucos e minhas mãos se agarravam com força naquele rabão dela, puxando ela com tudo pra mim, enquanto ela fazia o mesmo com o meu.
Foi um sexo violento, selvagem, intenso, nós dois nos desejávamos há muito tempo e naquela noite despejamos toda a nossa vontade um no outro. Num momento, ela me para e pede pra eu dar uma segurada, que eu estava prestes a fazê-la gozar e ela não queria ainda, queria que aquele encontro durasse muito tempo. Eu me acalmei um pouco, ela tinha razão, nos despimos completamente sem parar de nos tocar um só instante. Já com mais calma, acendi a luz do abajur da mesa de cabeceira pra poder vê-la. Ela sentia um pouco de vergonha de me mostrar aquele corpo gordo e pelado, mas topou e, tendo minha sogra completamente nua, me deitei ao lado dela e me acabei de chupar os peitos dela por um bom tempo, brincando com eles, enfiando minha cabeça entre eles e apertando eles com as mãos, enquanto ela não soltava meu pau, esfregando ele nas pernas dela, na buceta dela.
Tudo o que eu quis fazer naquela noite, eu fiz... tudo, minha sogra não teve vergonha de me dar o gosto em tudo... era incrível o quanto essa mulher era gostosa, como ela se entregava de corpo e alma em cada posição, em cada ato...
Nós nos masturbamos um ao outro suavemente por um bom tempo, depois ela disse que queria me chupar, eu fiquei de pé ao lado da cama, ela sentou, eu aproximei meu Coloquei meu pau na boca dela e minha sogra engoliu na hora, me dando um boquete de campeonato, enfiando tudo na boca. Sentia as mãos dela apertando minha bunda e me puxando pra perto, oooohhh como ela chupava, essa mulher era impressionante. Tirava o pau da boca e esfregava no rosto dela, eu me masturbei sozinho, com a ponta do meu pau na boca dela, enquanto ela, com as mãos gordinhas e pequenas, segurava minhas bolas apertando enquanto eu fazia isso.
Depois foi minha vez de retribuir o favor e, deitando ela de costas, abri as pernas da minha sogra deliciosa e toda a buceta peluda dela foi parar na minha boca, dando prazer oral extremo, alternando minha língua com meus dedos que entravam sem dificuldade dentro da xota molhada dela. Era inacreditável ter aquela mulher de pernas abertas, nunca imaginei, toda a buceta dela exposta, vermelha, suculenta, bem peluda, recebendo as carícias da minha língua. Às vezes eu me aventurava a descer mais e enfiar minha língua entre as nádegas grandes dela, o que dava ainda mais prazer, então depois eu descaradamente abria as nádegas dela com as mãos e passava a língua no cu dela, fazendo ela gozar como nunca.
Ela também pediu depois de um tempo para eu parar, que não estava acostumada com tanto prazer e que se eu continuasse dando oral nela, inevitavelmente ia fazer ela gozar.
Coloquei ela de quatro, deixando aquela bunda gigantesca ali, toda minha, pra fazer o que quisesse e, agarrado nos quadris mais grandes da minha vida, meti com toda força na mãe da minha namorada, que reclamava e gemia de prazer, quase como se tivesse tendo um ataque. Mordi as nádegas dela, chupei elas, até um beijo negro ela deixou eu dar, a velha, só pra receber prazer, às vezes eu dava uns tapas nas nádegas grandes dela, o que só a excitava ainda mais.
Enquanto eu fodia ela nessa posição, Confessei o quanto eu adorava a bunda enorme dela, como gostava de tê-la assim, com a bunda pra cima, vendo meu pau mergulhando naquela carne, e ela respondia que eu podia fazer tudo o que quisesse, que era a nossa noite e tudo era permitido.
Me deu vontade de tentar enfiar no cu dela, mas preferi não, pelo menos por enquanto, pra ela não pensar que eu era um tarado, embora estar com a minha sogra daquele jeito já fosse mais que óbvio.
Fodi e fodi ela, forte, devagar, de todo jeito. Não me cansava de olhar e tocar aquelas nádegas macias que balançavam no ritmo das minhas estocadas. Soltei ela e me deitei na cama, enquanto ela não perdeu a chance de enfiar o pau na boca de novo por um tempo, dessa vez dando mais atenção às minhas bolas, pra depois montar em mim, deixando cair as tetonas no meu rosto, enfiando ela mesma o meu pau, enquanto eu me deliciava chupando aqueles peitos que balançavam e batiam na minha cara. A gente foi devagar, os movimentos dela eram bem suaves, indo pra frente e pra trás, fazendo as tetas baterem no meu rosto, enquanto eu deixava ela me montar, sem nem tocar nela, com as mãos pra trás, sentindo o peso da minha sogra em cima de mim se movendo deliciosamente.
Já fazia um tempão que a gente tava fodendo, completamente suados, o quarto fedendo a sexo, e os movimentos suaves da minha sogra, junto com os gemidos baixinhos, foram mudando, aos poucos, cada vez mais fortes, excitando-se ao máximo, até se mover violentamente, enfiando meu pau inteiro, agarrando as próprias tetas e a bunda, dizendo que sentia tudo, que sentia ele completamente dentro dela, que já ia gozar. Eu tava duro como uma pedra e poderia ter aguentado mais, mas ver ela se tocando, as tetas, a bunda, a buceta, a cara amarrada segurando o orgasmo me desconcentrou. Apesar da idade e do físico, minha sogra era uma mulher muito sensual. Seus movimentos, seus gemidos, o jeito que ela se tocava sabendo que aquilo me excitava — ela aproveitou ao máximo, sem se importar com nada. Senti meu esperma lutando pra sair. Falei que não aguentava mais, ela pediu só mais um minuto, nós dois segurando com todas as forças, até que ela começou a gritar que nem uma louca, bem alto, se mexendo freneticamente, gritando que estava gozando. Não aguentei mais e, também com gritos fortes, comecei a encher a pussy da minha sogra com meu cum quente, sentindo ele ser expulso, me dando um prazer indescritível, sentindo minhas pernas molhadas, uma mistura de suor, os fluidos da minha sogra e os meus próprios fluidos.
O quarto se encheu de gritos e gemidos dos dois, gozando ao mesmo tempo. Foi delicioso, fazia tempo que não transava tão bem assim. Ela continuou um bom tempo em cima de mim, apertando meu pau com a pussy dela, tirando as últimas gotas de esperma.
Ela caiu exausta do meu lado, tentando recuperar o fôlego, completamente ofegante, toda suada, com as pernas abertas pra entrar um pouco de ar naquela pussy quente dela. Ficamos conversando pelados na cama por um bom tempo. Ela dizia que se sentia mal pela filha, mas que não se arrependia. Que fazia tempo que o marido não tocava nela, que ficava excitada ao ver como eu olhava disfarçadamente pros peitos dela e que sempre foi uma fantasia estar assim comigo. Da minha parte, também confessei que amava a filha dela, mas que isso não me impedia de olhar pra ela e que, querendo ou não, eu era homem e me excitavam as tetas dela, a bunda dela, e que desde que ela estava hospedada no meu apartamento, essa atração tinha aumentado pra caralho. Enquanto conversávamos calmamente, eu não parava de acariciar uma das tetas dela que caía pro lado, e ela me tocava. A perna e meu pau já morto, fazendo carinho nela.
Conversamos um tempão assim, até que fomos esquentando de novo e acabamos fodendo outra vez que nem animais, dessa vez deixando gozar entre os peitos dela, um sonho realizado. Ela me confessou que era de um orgasmo só, mas que algo acontecia comigo que não queria parar de foder. Já cansados, apagamos a luz e dormimos. No outro dia, ouvi o despertador, desliguei e tentei dormir só mais uns minutos, minutos que viraram mais de uma hora e não tive escolha a não ser ligar pro trabalho e me declarar doente.
Doente de tesão, porque pouco depois, ao estar com aquela mulher volumosa e gostosa pelada do meu lado, fodi minha sogra de novo de manhã…..
" rel="nofollow" target="_blank">Conheço ela há uns 3 anos, desde que comecei a namorar uma das filhas dela. Desde o primeiro dia, me tratou super bem, sempre muito alegre e carinhosa, uma mulher de pele, daquelas que te tocam enquanto falam contigo. Às vezes me deixava desconfortável, eram tantas as atenções que tinha comigo. O jeito dela de me olhar, de me atender, servindo primeiro a mim do que ao marido dela, o prato maior e tal. Por causa disso, rolou uma relação muito boa entre nós dois e também um certo carinho por essa mulher. Também admito que sempre curti os atributos dela. Na minha idade, era uma fantasia escondida que eu tinha, de ficar com alguém como minha sogra. Uma mulher mais velha, de carnes abundantes, imaginando sempre como seria ter aqueles peitões enormes à minha disposição.
Minha namorada também tinha peitos grandes, herança da mãe, não posso reclamar, mas nada comparado com as tetas enormes da progenitora dela, umas tetas milf, obviamente caídas por causa do volume, tetas que amamentaram 3 bebês, tetas impossíveis de não olhar, enormes, e nem vou falar da bunda dela, uma montanha de carne, um rabo avantajado que balançava de um lado pro outro quando ela andava. Sempre que podia, tentava dar uma boa olhada naqueles peitos fabulosos, do jeito mais disfarçado possível, mas várias vezes minha sogra percebeu. disso, embora nunca tenha feito nenhum comentário sobre o assunto.
O marido dela já estava perto dos 65 anos, magro, baixinho, com mais de 40 anos de casamento, já era certeza que não fazia nada com aquela mulherona. Eu imaginava meu sogrão magrelo tentando fazer algo com a mulherzona que tinha do lado… ha ha ha. Naquela época, eu tinha acabado de me formar, com 24 anos, e trabalhava na capital, onde alugava um apartamentinho de um quarto só, enquanto minha namorada ainda estudava num instituto da nossa cidade.
Foi assim que, depois de um tempo, a irmã da minha sogra foi parar no hospital e ela teve que viajar pra capital pra cuidar dela. Por obrigação, já que não gostava nem um pouco da ideia de ter minha sogra no meu apê (porque isso cortava minha outra vida, com umas amigas ocasionais), ofereci pra ela ficar no meu apartamento caso precisasse. Todo mundo achou uma ideia ótima, e foi assim que no domingo à noite peguei o ônibus de novo pra capital, mas agora acompanhado da mãe da minha namorada.
Meu apê ficava a poucas quadras do terminal, chegamos e minha sogra elogiou minha organização e limpeza, dizendo que a filha dela tinha muita sorte de ter encontrado um jovem tão atraente e ao mesmo tempo arrumado.
Preparamos algo pra comer, vimos um filme e depois fomos dormir. Como não tinha outro jeito, ofereci minha cama pra minha sogra, ficando eu no sofá. Ela não queria aceitar, mas depois topou. A gente se virou umas quantas vezes antes de deitar, até que entrei no banho e saí com uma bermuda folgada, já que não uso pijama, durmo pelado e era o mais adequado pra receber minha visita.
Me acomodei no sofá, enquanto minha sogra dava a última volta. Nisso, ela aparece na sala com uma camisola, não muito sensual, mas que mal cobria as tetonas dela. mal dava pra cobrir a bunda enorme dela. Quase tive um infarto quando vi ela assim, parada do meu lado e me dizendo de novo que se sentia mal por ocupar meu quarto e eu ter que dormir ali. Falei pra ela não se preocupar, que o sofá era bem confortável, e ela se inclinou pra mim, me deu um beijo na bochecha agradecendo pela hospitalidade. Quando fez isso, os peitos enormes dela caíram em cima de mim e me deixaram de pau duro, vendo o corpo volumoso da minha sogra se afastar, de costas, balançando a bunda enorme de um lado pro outro, entrando no meu quarto.
No dia seguinte, quando saí do banho, minha sogra já tinha levantado pra me preparar o café da manhã, na mesma camisola da noite anterior. Ver o corpo dela e os peitos gigantescos se mexendo pela cozinha quase me tirou a fome. Era impossível parar de olhar pra aqueles peitões, sentada na minha frente. Toda vez que eu levantava o olhar, aquelas tetonas enormes ali na minha cara… ufffffff, um suplício, porque sem sutiã, pareciam ainda maiores. Já tava pronto pra ir embora, passei um jogo de chaves do apê pra ela e, na despedida, ela me abraçou de novo, esfregando os peitos enormes em mim e me agradecendo pela hospitalidade.
Com o pau duro que nem pedra, fui pro trabalho. Falei que só chegava às 20h, então ela não precisava se preocupar comigo. No trampo, não conseguia tirar a imagem da minha sogra da cabeça, aqueles peitões enormes, aquela bunda descomunal, aquela camisola que não deixava nada pra imaginação…
Já de noite, voltei pro apê e encontrei tudo limpinho. Minha sogra tinha preparado um jantar delicioso e perguntou como tinha sido meu dia. Ela tinha passado o dia todo com a irmã, que ainda estava se recuperando. Disse que em dois dias achava que dariam alta, então não ia me incomodar mais. Falei pra ela Como um cavalheiro, não me incomodava que ela ficasse o tempo que quisesse.
Depois do jantar, fomos ver televisão. O filme terminou, fui de novo ao banheiro trocar de roupa, e na saída dei de cara com minha sogra e sua camisola, que me deixava louco. Ela insistiu de novo para eu dormir no quarto, dizendo que se sentia mal por me incomodar, e ao receber minha recusa, me abraçou de novo e agradeceu, ficando abraçada em mim, falando o quanto valorizava minha boa vontade. Sentir ela assim me excitou na hora e, depois de soltá-la, tive que me virar imediatamente para que ela não percebesse minha ereção.
No dia seguinte, minha sogra me preparou o café da manhã de novo com sua camisola curta, me enchendo de pensamentos sujos. Não sabia se era coisa da minha cabeça, mas minha sogra estava muito mais atenta que o normal, me tratando como um rei. Ela me serviu mais comida e se aproximou, quase enfiando os peitos na minha cara, depois sentou na minha frente e de vez em quando coçava o começo dos seios. De novo, se despediu com um abraço forte e um beijão na bochecha, que dessa vez foi bem perto dos lábios. Eu tava mais que convencido de que a coroa estava me seduzindo. Mas... COM MINHA SOGRA? E se ela contasse pra filha? Não, melhor fazer de bobo, mesmo que a velha me tivesse completamente pirado, LOUCO DE TESÃO! Não, devo estar enganado, não acredito, melhor pensar em outra coisa.
Cheguei à tarde no apartamento e ele estava impecável de novo. Um cheiro delicioso saindo da cozinha e minha sogra me recebendo toda amorosa. Ela me serviu uma bebida enquanto o jantar ficava pronto. Me contou sobre o dia dela, sobre a irmã, enquanto eu, tomando meu drinque, admirava a bunda enorme daquela mulher que estava hospedada comigo. Depois de jantar deliciosamente, minha sogra me diz que queria tomar uma ducha antes de se sentar pra ver TV, já que tinha caminhado muito naquele dia e estava toda suada. Fico sentado no sofá vendo o jornal, quando aquela mulher madura aparece, de novo na camisola dela que quase me tirava o fôlego, se acomodando do meu lado, dizendo que por causa do horário e do calor, tinha decidido vestir logo o pijama que era mais fresco. Com as luzes apagadas, quase não conseguia me concentrar com minha sogra do lado naquela roupa fininha. Ela me pergunta se quero mais um drinque, traz dois copos e a garrafa. Serve na minha frente, se curvando pra fazer isso, mostrando aquele rabão enorme. Era impossível que ela não percebesse que, ao fazer aquilo, a bunda dela toda ficava exposta.
Já não restava dúvida nenhuma, a mãe da minha namorada queria ação e tava me oferecendo de bandeja. Ela se apoiava em mim, mexia as pernas roçando em mim, só faltava subir elas em cima de mim, o jeito dela falar, contato demais com meu ombro, minha mão, minhas pernas. Termino o filme e minha sogra me disse que naquela noite não aceitaria um não e que dormiria ela no sofá. A gente teve uma briguinha pelo cobertor, que quase fez um dos peitos dela pular pra fora, até que ela me obrigou a ir pro meu quarto.
Apaguei a luz e me deitei, desejando que minha sogra entrasse no meu quarto e que aquilo acabasse logo de uma vez. A sedução por parte da minha sogra era mais que descarada e eu tava morrendo de vontade de ficar com ela, realizar meu desejo e satisfazer minha fantasia, mas não podia dar o primeiro passo, não tinha coragem. Passaram 20 minutos, ouço a porta do banheiro abrir e, cinco minutos depois, de novo. Eu suplicava que a porta do meu quarto se abrisse, e que ela aparecesse ali, com qualquer desculpa, mas não aconteceu. Fiquei acordado, desejando aquela mulher que tinha me paquerado descaradamente a noite toda, me recriminando. por não ter feito nada, até eu me levantar e agora entrar no banheiro. Esperava que ela me dissesse alguma coisa, mas nada. Voltei pro meu quarto e me deitei, pensando que nenhum dos dois teria coragem.
Passaram mais 10 minutos, quando ouço a porta do meu quarto se abrindo devagar. Meu coração batia a mil por hora, de costas pra porta, sinto minha sogra entrando. Me viro e olho pra ela, parada ali do meu lado. Suavemente, como se alguém fosse nos ouvir, ela me pergunta se me incomoda ela dormir ali comigo, que estava desconfortável no sofá. Quase não saiu minha voz. Falei que não me incomodava. Ela se meteu bem devagar na cama e fica me olhando, perguntando se eu tinha certeza que não me incomodava.
Não deixo ela terminar a frase, quando já sem me segurar mais, me joguei naquele corpo volumoso, sem me importar com nada, que fosse mais velha, que fosse minha sogra, que fosse gorda, nada, eu a desejava e beijei com toda minha vontade. Nos fundimos numa demonstração feroz de paixão e luxúria, finalmente aquele corpo, pra mim completamente desejável, era meu, completamente meu. Tocando ela por todos os lados, apertando as bundas dela, os peitos, o corpo inteiro.
Minha sogra, completamente entregue à paixão, pega minha cabeça e enfia entre os peitos generosos dela, esfregando meu rosto neles, dizendo entre gemidos o quanto me desejava. Sem perder tempo, tirei um daqueles peitos enormes dela e chupei com toda minha força. Aqueles peitos que não saíam da minha mente, agora estavam nas minhas mãos, na minha boca, e chupei sem piedade. Eram gigantes, deliciosos, muito melhores do que eu imaginava, com um mamilo escuro, bem grande e pontudo, mal cabia um nas minhas duas mãos, o paraíso dos peitos. Era um sonho, não podia nem queria parar de tocar ela, nem parar de chupar o peito dela, enquanto ela gemia de prazer. Eu gozei na minha cueca, puxando meu pau para fora pela lateral, montando nela e puxando rapidamente a calcinha dela, enfiei até o fundo, sem maiores rodeios, direto, até o fundo da sua buceta peluda e molhada, que não ofereceu nenhum obstáculo para me receber por completo.
Daí, foi uma loucura total. Minha sogra de pernas abertas e eu metendo com tudo, arrancando gritos de prazer dela. A buceta dela escorria sucos e minhas mãos se agarravam com força naquele rabão dela, puxando ela com tudo pra mim, enquanto ela fazia o mesmo com o meu.
Foi um sexo violento, selvagem, intenso, nós dois nos desejávamos há muito tempo e naquela noite despejamos toda a nossa vontade um no outro. Num momento, ela me para e pede pra eu dar uma segurada, que eu estava prestes a fazê-la gozar e ela não queria ainda, queria que aquele encontro durasse muito tempo. Eu me acalmei um pouco, ela tinha razão, nos despimos completamente sem parar de nos tocar um só instante. Já com mais calma, acendi a luz do abajur da mesa de cabeceira pra poder vê-la. Ela sentia um pouco de vergonha de me mostrar aquele corpo gordo e pelado, mas topou e, tendo minha sogra completamente nua, me deitei ao lado dela e me acabei de chupar os peitos dela por um bom tempo, brincando com eles, enfiando minha cabeça entre eles e apertando eles com as mãos, enquanto ela não soltava meu pau, esfregando ele nas pernas dela, na buceta dela.
Tudo o que eu quis fazer naquela noite, eu fiz... tudo, minha sogra não teve vergonha de me dar o gosto em tudo... era incrível o quanto essa mulher era gostosa, como ela se entregava de corpo e alma em cada posição, em cada ato...
Nós nos masturbamos um ao outro suavemente por um bom tempo, depois ela disse que queria me chupar, eu fiquei de pé ao lado da cama, ela sentou, eu aproximei meu Coloquei meu pau na boca dela e minha sogra engoliu na hora, me dando um boquete de campeonato, enfiando tudo na boca. Sentia as mãos dela apertando minha bunda e me puxando pra perto, oooohhh como ela chupava, essa mulher era impressionante. Tirava o pau da boca e esfregava no rosto dela, eu me masturbei sozinho, com a ponta do meu pau na boca dela, enquanto ela, com as mãos gordinhas e pequenas, segurava minhas bolas apertando enquanto eu fazia isso.
Depois foi minha vez de retribuir o favor e, deitando ela de costas, abri as pernas da minha sogra deliciosa e toda a buceta peluda dela foi parar na minha boca, dando prazer oral extremo, alternando minha língua com meus dedos que entravam sem dificuldade dentro da xota molhada dela. Era inacreditável ter aquela mulher de pernas abertas, nunca imaginei, toda a buceta dela exposta, vermelha, suculenta, bem peluda, recebendo as carícias da minha língua. Às vezes eu me aventurava a descer mais e enfiar minha língua entre as nádegas grandes dela, o que dava ainda mais prazer, então depois eu descaradamente abria as nádegas dela com as mãos e passava a língua no cu dela, fazendo ela gozar como nunca.
Ela também pediu depois de um tempo para eu parar, que não estava acostumada com tanto prazer e que se eu continuasse dando oral nela, inevitavelmente ia fazer ela gozar.
Coloquei ela de quatro, deixando aquela bunda gigantesca ali, toda minha, pra fazer o que quisesse e, agarrado nos quadris mais grandes da minha vida, meti com toda força na mãe da minha namorada, que reclamava e gemia de prazer, quase como se tivesse tendo um ataque. Mordi as nádegas dela, chupei elas, até um beijo negro ela deixou eu dar, a velha, só pra receber prazer, às vezes eu dava uns tapas nas nádegas grandes dela, o que só a excitava ainda mais.
Enquanto eu fodia ela nessa posição, Confessei o quanto eu adorava a bunda enorme dela, como gostava de tê-la assim, com a bunda pra cima, vendo meu pau mergulhando naquela carne, e ela respondia que eu podia fazer tudo o que quisesse, que era a nossa noite e tudo era permitido.
Me deu vontade de tentar enfiar no cu dela, mas preferi não, pelo menos por enquanto, pra ela não pensar que eu era um tarado, embora estar com a minha sogra daquele jeito já fosse mais que óbvio.
Fodi e fodi ela, forte, devagar, de todo jeito. Não me cansava de olhar e tocar aquelas nádegas macias que balançavam no ritmo das minhas estocadas. Soltei ela e me deitei na cama, enquanto ela não perdeu a chance de enfiar o pau na boca de novo por um tempo, dessa vez dando mais atenção às minhas bolas, pra depois montar em mim, deixando cair as tetonas no meu rosto, enfiando ela mesma o meu pau, enquanto eu me deliciava chupando aqueles peitos que balançavam e batiam na minha cara. A gente foi devagar, os movimentos dela eram bem suaves, indo pra frente e pra trás, fazendo as tetas baterem no meu rosto, enquanto eu deixava ela me montar, sem nem tocar nela, com as mãos pra trás, sentindo o peso da minha sogra em cima de mim se movendo deliciosamente.
Já fazia um tempão que a gente tava fodendo, completamente suados, o quarto fedendo a sexo, e os movimentos suaves da minha sogra, junto com os gemidos baixinhos, foram mudando, aos poucos, cada vez mais fortes, excitando-se ao máximo, até se mover violentamente, enfiando meu pau inteiro, agarrando as próprias tetas e a bunda, dizendo que sentia tudo, que sentia ele completamente dentro dela, que já ia gozar. Eu tava duro como uma pedra e poderia ter aguentado mais, mas ver ela se tocando, as tetas, a bunda, a buceta, a cara amarrada segurando o orgasmo me desconcentrou. Apesar da idade e do físico, minha sogra era uma mulher muito sensual. Seus movimentos, seus gemidos, o jeito que ela se tocava sabendo que aquilo me excitava — ela aproveitou ao máximo, sem se importar com nada. Senti meu esperma lutando pra sair. Falei que não aguentava mais, ela pediu só mais um minuto, nós dois segurando com todas as forças, até que ela começou a gritar que nem uma louca, bem alto, se mexendo freneticamente, gritando que estava gozando. Não aguentei mais e, também com gritos fortes, comecei a encher a pussy da minha sogra com meu cum quente, sentindo ele ser expulso, me dando um prazer indescritível, sentindo minhas pernas molhadas, uma mistura de suor, os fluidos da minha sogra e os meus próprios fluidos.
O quarto se encheu de gritos e gemidos dos dois, gozando ao mesmo tempo. Foi delicioso, fazia tempo que não transava tão bem assim. Ela continuou um bom tempo em cima de mim, apertando meu pau com a pussy dela, tirando as últimas gotas de esperma.
Ela caiu exausta do meu lado, tentando recuperar o fôlego, completamente ofegante, toda suada, com as pernas abertas pra entrar um pouco de ar naquela pussy quente dela. Ficamos conversando pelados na cama por um bom tempo. Ela dizia que se sentia mal pela filha, mas que não se arrependia. Que fazia tempo que o marido não tocava nela, que ficava excitada ao ver como eu olhava disfarçadamente pros peitos dela e que sempre foi uma fantasia estar assim comigo. Da minha parte, também confessei que amava a filha dela, mas que isso não me impedia de olhar pra ela e que, querendo ou não, eu era homem e me excitavam as tetas dela, a bunda dela, e que desde que ela estava hospedada no meu apartamento, essa atração tinha aumentado pra caralho. Enquanto conversávamos calmamente, eu não parava de acariciar uma das tetas dela que caía pro lado, e ela me tocava. A perna e meu pau já morto, fazendo carinho nela.
Conversamos um tempão assim, até que fomos esquentando de novo e acabamos fodendo outra vez que nem animais, dessa vez deixando gozar entre os peitos dela, um sonho realizado. Ela me confessou que era de um orgasmo só, mas que algo acontecia comigo que não queria parar de foder. Já cansados, apagamos a luz e dormimos. No outro dia, ouvi o despertador, desliguei e tentei dormir só mais uns minutos, minutos que viraram mais de uma hora e não tive escolha a não ser ligar pro trabalho e me declarar doente.
Doente de tesão, porque pouco depois, ao estar com aquela mulher volumosa e gostosa pelada do meu lado, fodi minha sogra de novo de manhã…..
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