Olá, sou Gabriel e minha história secreta com minha irmã Karina não pode mais ficar escondida. Acho que tem muita coisa pra colocar pra fora. Não consigo dormir à noite pensando em como foi bom e que preciso contar pra alguém. Acho que aqui é o lugar ideal.
Minha irmã se chama Karina, tem 17 anos, um a menos que eu, e pra mim é, sem dúvida, uma das mulheres mais gostosas que já vi. Daquelas que você quer transar o dia inteiro. Ela é branquinha com um tom moreno, altura média, um par de peitos naturais perfeitamente moldados, com um biquinho rosa que vive durinho. Pior pra mim, porque ela sempre andou pela casa de pijama sem sutiã. Uma cintura que você se perde nas curvas e um par de bundas bem carnudas e macias. Isso eu sei porque, em todas as viagens longas de carro, vou sentindo elas junto com as coxas grossas dela o caminho inteiro, quando ela senta do meu lado.
E mesmo não tendo um rosto particularmente bonito, ela tem uns lábios grossos que ela ama e não consegue deixar de passar um gloss que realça ainda mais. Além disso, tem cílios grandes e uns olhos de safada que sempre me deixaram desconfortável.
Na nossa escola, os garotos, quase todos amigos dela, adoram sentar ela no colo "de brincadeira". Por mais que eu explicasse pra Karina por que ela não devia fazer aquilo, ela fingia se importar, mas continuava. Me irritava não conseguir evitar ver o colo dos caras quando eles se levantavam com a virilha toda inchada.
Por não ser muito bonita, mas ter muitos namorados, com quem geralmente durava menos de um mês, e ainda mais ficantes, dava pra imaginar qual era o objetivo de todos esses relacionamentos. Isso me deixava com muito tesão, por raiva e, querendo ou não, também por excitação. Minha teoria ficou evidente na primeira vez que peguei ela se pegando com um dos namorados, quatro anos mais velho que ela. Os dois de pé, ele encostado na parede, agarrando os peitos dela com uma mão com tanta força que um deles já tinha escapado. Do top e do sutiã, e a outra apertando a virilha dela, as nádegas dela apertando pra dentro no pau dele.
De novo no meu quarto, eu ouvia ela gemer docemente e imaginei que ela tava se tocando, não consegui evitar ficar excitado e comecei a me masturbar imaginando que era outra que tava gemendo. Quando já tava quase gozando, me veio a ideia louca de espiar ela, mas qual foi minha surpresa que, ao olhar pela fresta dos nossos quartos, vi ela dando um boquete incrível no namorado dela, enfiando o pedaço de carne inteiro. Minha gozada não deu pra segurar, saiu, e eu curti a cena, mas na hora do gozo, quando vi que eles não paravam, fui eu parar eles. Mas na hora, o namorado gozou seco, descarregando montes na cara da minha irmãzinha. Ela ainda teve a cara de pau de passar o dedo e a língua docemente pelo rosto dela no meio da porra, sabendo da situação. O namorado, envergonhado, saiu correndo de casa.
Quando bati no namorado dela na frente de todo mundo na escola, consegui que ela não arrumasse mais namorados e o respeito de todos, mas depois o comportamento estranho da Karina me levaria à tragédia.
Ela começou a jogar indiretas muito sexuais, na comida chupava a colher dela mil vezes e do jeito mais sexy, enquanto me olhava e gemia do jeito mais discreto. Eu não sabia se ela tava puta e queria se vingar ou se só tava brincando comigo por ser da natureza dela de puta.
O pijama normal dela, que era um short rosa que deixava livres as coxas torneadas e carnudas, agora tinha virado calcinhas com que ela se mexia gostosamente pela casa toda e um top branco que deixava livre a barriga perfeita dela.
Eu me aliviava toda noite no meu quarto pensando em outras mulheres, às vezes até de tarde, mas com o tempo me toquei que a Karina era o motivo de todas as minhas punhetas.
Esse passo me libertou e me fez ver minha irmã com outros olhos, agora eu já curtia ela, mas de longe. Mas ela percebeu um dia em que papai e mamãe foram Compras na cidade vizinha, eu espiando ela na banheira e ela me disse, rindo, se eu queria entrar. Mas eu levei a sério, como se ela tivesse falado sério, e minha tesão me fez entrar sem pensar. Quando entrei, vi a cara de surpresa dela, mas ela tentou agir naturalmente e continuou se lavando. Eu não aguentei mais, meu pau estava durasso, parecia um tronco. Ela sentiu ele nas costas, porque, de vergonha, se virou. Olhou pra mim e deu um sorrisinho safado, pegando no meu pau e mexendo pra não encostar nela. Eu perguntei se ela queria que eu ensaboasse ela, e ela fingiu surpresa — coisa que eu percebi — e passou o sabonete líquido rápido, dizendo: "Passa onde você quiser, papai." Nessa hora, eu já tinha entendido que pra ela era uma brincadeira pra me provocar, e ela achava que eu também tava brincando. Mas eu duvidava, e isso fazia ela recuar um pouco. Só que quando ensaboei o corpinho todo dela, passando pelos ombros, pelos peitos — que com certeza ficaram super limpos —, pela barriga macia e pela bunda, que ficou igual aos peitos, ela já tinha se virado e tava me acariciando, segurando meus braços com doçura, me incentivando a continuar com a massagem-banho. Mas quando fui pras coxas, passei do limite. Como não dava pra alcançar direito com ela de frente pra mim, puxei ela um pouco e a cabeça do meu pau encostou na rachinha dela, que tava fervendo. Os olhos dela se cravaram nos meus, e ela passou a língua discretamente pelos lábios carnudos, limpando as gotas da banheira que, com o calor, soltavam vapor de todo lado. A gente entendeu que não tava mais brincando. Nos beijamos com paixão e nos abraçamos. Nossos braços escorregavam quando tentávamos apertar nossos corpos, e isso era maravilhoso. Eu já tinha esquecido a raiva que sentia dela. Ela era minha irmã, e a gente tava se curtindo. Ela também me puxava com força pelo cabelo e pelas costas, me puxando pra parede da banheira, onde se apoiou pra ficar confortável. Abriu as pernas, e eu comecei a roçar meu pau na buceta dela. Mas se... Sentíamos que ela se metia, ou eu tirava o pau com as mãos. Ela virou de costas, eu agarrei as duas nádegas dela e prendi meu pau entre elas pra me masturbar. Depois, ela pegou e fez ele passar por baixo da virilha dela pra eu me masturbar com a parte de baixo da buceta dela. Em seguida, ela se virou de novo pra ficar de frente, e eu levantei ela pelas pernas gostosas dela, e lembro de ter pensado que tudo era como o sonho molhado mais longo e real, uma fantasia onde não ligava mais pra moral nem pra minha dignidade, só pro melhor jeito de fazer meu pau explodir. Enquanto beijava ela de olhos fechados, segurando ela contra a parede, senti que ia explodir. Acabei gozando na barriga dela, e ela espalhou o esperma por todo o abdômen dela. Depois de um beijo longo, ela saiu da banheira pra começar nossa semana de mais vergonha, mas depois da semana perdemos todo o pudor e, depois de conversar, decidimos tornar nossos encontros algo cotidiano.
Mesmo com nosso acordo, eu tinha medo de dar o próximo passo, mas fiz isso às 3 da manhã. Fui silenciosamente até o quarto dela, entrei e comecei a acariciar as bundinhas dela e a bucetinha por cima da calcinha azul. Quando ela acordou, começamos a nos pegar simplesmente, porque sabíamos do risco dos nossos pais estarem no quarto ao lado. Nossos corpos suados, por estarmos cobertos por cobertores grossos no meio do verão, deixaram nossos roces mais quentes. Ao sentir a buceta dela na minha virilha, vi que ela tava muito quente. Eu também tava duro que nem um tronco, então falei pra gente fazer, que eu tinha um camisinha guardada. Ela topou, mas disse pra fazermos em silêncio. Então, depois de tirar a calcinha dela e a blusa comprida, começamos a nos apalpar o corpo todo, nos exploramos da cabeça aos pés, e então me coloquei suavemente sobre ela e comecei a meter devagar. Aí eu falei que a gente tinha esquecido a camisinha, e os dois soltamos uma risadinha nervosa, mas continuamos. Desde o começo, meu pau entrou como se fosse manteiga e me moldei como se já tivesse estado ali antes, senti meu pau derretendo e que não ia durar nada, e mesmo que a Karina fosse minha irmã, me dava vergonha de gozar rápido, mas nunca foi assim, foi tipo meia hora de sexo suave e delicado, as pernas dela bem abertas se moviam com delicadeza esfregando minhas coxas com tesão. Aceitei que ela tinha experiência, mas agora era mais ciúme, porque queria que minha irmãzinha fosse só minha, mas me acalmou ouvir ela dizer —ai que gostoso— repetidamente junto com gemidos suaves, ela dizia que nunca tinha feito assim e que queria fazer comigo todo dia pra sempre enquanto passava a mão nas minhas costas com as mãos delicadas. Perguntei —mas com camisinha, né?— e ela sorriu pra mim e sussurrou devagar que era mais gostoso sem, isso me excitou tanto que aumentei um pouco a velocidade, e os gemidos dela, que agora iam direto no meu ouvido, me incentivaram a gozar dentro dela. Ela disse docemente —não se preocupa, bebê, gosto mais dentro de mim—. Enquanto nos vestíamos e ela mexia a cintura pra enfiar a calcinha rosa, porque a azul tava toda molhada, ela me falava que sempre podia tomar pílula pra não engravidar.
Nosso próximo encontro, depois de um tempo, foi logo depois de uma briga. Eu tava reclamando com ela por causa de uma foto que ela tinha postado no Facebook onde aparecia de biquíni pequeno e justo, mostrando aquele corpaço. Encostei ela na parede e beijei com força, ela me jogou na cama e a gente continuou. Dessa vez eu virei ela, rasguei a calcinha de escola e, sem tirar a saia, penetrei com violência. Ela adorava, e isso me irritava e me excitava mais, então eu aumentava a velocidade. Eu queria que ela gemesse de dor, mas ela curtia cada vez mais até que senti ela gozar, e eu também não consegui me controlar, deixando a cama toda manchada. Naquela noite dormimos na mesma posição até o dia seguinte.
Ela, de vingança, desceu pra sala onde eu tava com meus melhores amigos, Fernando e Erik. vestida com uma calcinha velha de anos atrás, vermelha, que ficava apertada demais da conta, e uma blusinha de seda bege, ela perguntou se podia jogar cartas com a gente. Eu disse que não, mas meus amigos pervertidos mandaram ela sentar. Ela fingiu um acidente e sentou no colo do Erik, depois se levantou apoiando a mão no pau dele. Erik e Fernando estavam explodindo de tesão e eu, de raiva. Já jogando, minha irmã teve a ideia de tirar a blusa por causa do calor e convidou a gente pra fazer o mesmo. Conversando com ela em particular pra controlar, ela me disse que eu não dava mais atenção como antes e que, se eu quisesse que o show parasse, tinha que foder ela naquele momento. Eu disse que não. Aí ela foi pra sala, baixou as calças dos meus amigos e, com as duas mãos, ficava mexendo devagar e depois levando até os peitos dela. Fernando gozou nos peitos dela, e Erik, mais desesperado, agarrou ela pelo cabelo e puxou pra meter o pau na boquinha da minha irmã, e deu pra ver que descarregou tudo dentro dela. Agora os dois estavam prontos pra comer ela, tiraram a calcinha dela e pareciam surdos pra minhas palavras. Não culpo eles, porque eu sabia o que era ser seduzido pelo corpo da minha irmã — você perde toda a razão. Então, quando ela já estava toda nua, e Erik subia e descia o pau nas nádegas dela, e Fernando brincava com as dobras da bucetinha dela com a cabeça do pênis, quase explodindo, eu tirei ela de lá antes que fosse penetrada. Corri com meus amigos, levei ela pro meu quarto e meti nela selvagemente. Meus amigos voltaram a entrar e ficaram olhando a gente enquanto se masturbavam, até que eu finalmente gozei nela, possuindo ela pelos dois buracos, enquanto ela, de costas pra mim, passava minhas mãos por todo o corpo dela. Eles também gozaram em cima dela. Combinamos que eles guardariam meu segredo se minha irmãzinha masturbasse eles uma vez por dia durante três semanas, e foi assim. Meus amigos cumpriram a promessa. Pra compensar a humilhação, a Karina — que até chorou pedindo perdão — passou a trazer amigas dela regularmente. pra fazer juntos.
Nossas relações quase acabaram quando, num dia de um tesão da porra, em que estávamos no quarto de hotel com nossos pais durante todas as férias e não conseguíamos nem nos masturbar, ao voltar pra escola e ouvir uns colegas meus olhando minha irmã andar e falando que ela era uma gostosa do caralho e que queriam partir ela de tanto foder o dia inteiro, fiquei com um tesão absurdo e fui pro banheiro mais afastado das salas me masturbar, mas ela me seguiu e entrou no meio do ato. Por sorte, os banheiros estavam vazios e limpos, porque nossa escola é cara e de alto prestígio. Pedi pra ela parar, mas ela não obedeceu. Eu sabia que, se ela começasse, eu não teria sanidade pra parar, e o risco de humilhação era muito alto. Agarrei ela pelos ombros pra tentar impedir, porque ela já estava levando meu pau pra boca, mas com ele tão perto, ela começou a soprar da boquinha dela, e correntes quentes de ar chegaram no meu pau. Não aguentei mais e me joguei nela, agarrei ela pela nuca e quase a joguei no chão, forçando meu pau dentro da boca dela. Eu me mexia até com o corpo. Meu plano era gozar rápido e acabar logo com aquele pesadelo, mas eu não terminava e ficava mais excitado. Me sentia o tempo todo prestes a estourar, como se meu pau soubesse que aquela era a boca dela e quisesse expelir o sêmen dentro da buceta dela. Ela mexia a língua como uma profissional, me fazendo sentir nas nuvens. Então, levantei ela e vi o rosto dela com todo o cabelo bagunçado e umas manchinhas de líquido transparente nos lábios grossos dela. Sentei no vaso e coloquei ela em cima de mim com as pernas abertas. Rasguei outra calcinha do uniforme pra fazer aquilo com ela. Nessa posição, ela com as duas pernas abertas o máximo possível, se apoiando só com os pés nas bordas do cubículo do banheiro e a bunda dela nas minhas coxas, enquanto me agarrava com as mãos nas costas, eu posicionava meu pau apontando levemente pra cima pra entrar, como sempre, com muita facilidade na cavidade lisinha e depilada da minha irmãzinha. Sentíamos que já íamos gozar, na verdade ela já estava no auge do orgasmo, todos os fluidos dela escorriam pra dentro e na borda da privada, os gemidos dela eram melhores do que em qualquer outro momento. Eu me perguntava por que esse sexo tão arriscado tinha que ser o melhor que estávamos tendo, e quando queríamos fazer rápido, parecia que durávamos mais. Mas já vinha meu sêmen, sentia meu pau inchando. Minha irmã, pelo visto, também sentiu, porque os gemidos dela aumentaram de volume. Infelizmente, Pablo e Jorge ouviram e entraram no banheiro. Eu ouvi eles rindo e o Jorge dizendo: "Tão trepando, tão trepando!" E o Pablo: "E forte!" Mas não tinha como eles saberem quem éramos, então me apressei e meti ainda mais rápido, porque com o susto meu pau tinha murchado de novo. Ela viu minha pressa e também se mexia pra que meu pau e a buceta dela se roçassem mais e eu gozasse rápido, mas a lubrificação e o movimento eram tantos que meu pau escapava e eu enfiava de novo como se fosse qualquer coisa, uma vez e outra, o que era alucinante, mas não o que eu precisava naquele momento. Até que finalmente me apoiei nos peitos nus da minha irmã, lambendo eles com a camisa dela presa pra baixo na barriga, e enquanto me segurava na cinturinha espetacular dela, sentindo os jatos chegarem como um milhão de borboletas vitoriosas em direção ao covil da minha irmãzinha. Por acidente, os três primeiros jatos entraram tudo dentro dela, só no quarto eu consegui tirar meu pau, que jorrou na barriga dela e umas gotinhas na camisa. Quando nos vestimos rápido, ouvimos Pablo e Jorge fugindo como se não quisessem ser pegos como espiões. Aquela tarde foi a pior. Vi que de longe dava pra notar umas gotinhas na camisa branca dela, e o rosto dela não conseguia disfarçar o rubor. As bochechas, os braços e as coxas estavam vermelhos de atrito com minhas mãos, e o pior de tudo: ela não estava de calcinha. Se alguém reparasse, dava pra perceber. Eu vi a buceta dela umas três vezes naquele dia. Dia e na saída foi o pior, onde pra sair a gente andava tudo apertado e, como sempre, o povo tenta pegar alguma coisa da minha irmã, até pais de família às vezes. Enfim, depois disso saímos ilesos, mas Karina e eu brigamos e ficamos meses sem nos falar até nos reconciliarmos. Agora, nosso sexo ficou bem planejado, responsável e doce.
Minha irmã se chama Karina, tem 17 anos, um a menos que eu, e pra mim é, sem dúvida, uma das mulheres mais gostosas que já vi. Daquelas que você quer transar o dia inteiro. Ela é branquinha com um tom moreno, altura média, um par de peitos naturais perfeitamente moldados, com um biquinho rosa que vive durinho. Pior pra mim, porque ela sempre andou pela casa de pijama sem sutiã. Uma cintura que você se perde nas curvas e um par de bundas bem carnudas e macias. Isso eu sei porque, em todas as viagens longas de carro, vou sentindo elas junto com as coxas grossas dela o caminho inteiro, quando ela senta do meu lado.
E mesmo não tendo um rosto particularmente bonito, ela tem uns lábios grossos que ela ama e não consegue deixar de passar um gloss que realça ainda mais. Além disso, tem cílios grandes e uns olhos de safada que sempre me deixaram desconfortável.
Na nossa escola, os garotos, quase todos amigos dela, adoram sentar ela no colo "de brincadeira". Por mais que eu explicasse pra Karina por que ela não devia fazer aquilo, ela fingia se importar, mas continuava. Me irritava não conseguir evitar ver o colo dos caras quando eles se levantavam com a virilha toda inchada.
Por não ser muito bonita, mas ter muitos namorados, com quem geralmente durava menos de um mês, e ainda mais ficantes, dava pra imaginar qual era o objetivo de todos esses relacionamentos. Isso me deixava com muito tesão, por raiva e, querendo ou não, também por excitação. Minha teoria ficou evidente na primeira vez que peguei ela se pegando com um dos namorados, quatro anos mais velho que ela. Os dois de pé, ele encostado na parede, agarrando os peitos dela com uma mão com tanta força que um deles já tinha escapado. Do top e do sutiã, e a outra apertando a virilha dela, as nádegas dela apertando pra dentro no pau dele.
De novo no meu quarto, eu ouvia ela gemer docemente e imaginei que ela tava se tocando, não consegui evitar ficar excitado e comecei a me masturbar imaginando que era outra que tava gemendo. Quando já tava quase gozando, me veio a ideia louca de espiar ela, mas qual foi minha surpresa que, ao olhar pela fresta dos nossos quartos, vi ela dando um boquete incrível no namorado dela, enfiando o pedaço de carne inteiro. Minha gozada não deu pra segurar, saiu, e eu curti a cena, mas na hora do gozo, quando vi que eles não paravam, fui eu parar eles. Mas na hora, o namorado gozou seco, descarregando montes na cara da minha irmãzinha. Ela ainda teve a cara de pau de passar o dedo e a língua docemente pelo rosto dela no meio da porra, sabendo da situação. O namorado, envergonhado, saiu correndo de casa.
Quando bati no namorado dela na frente de todo mundo na escola, consegui que ela não arrumasse mais namorados e o respeito de todos, mas depois o comportamento estranho da Karina me levaria à tragédia.
Ela começou a jogar indiretas muito sexuais, na comida chupava a colher dela mil vezes e do jeito mais sexy, enquanto me olhava e gemia do jeito mais discreto. Eu não sabia se ela tava puta e queria se vingar ou se só tava brincando comigo por ser da natureza dela de puta.
O pijama normal dela, que era um short rosa que deixava livres as coxas torneadas e carnudas, agora tinha virado calcinhas com que ela se mexia gostosamente pela casa toda e um top branco que deixava livre a barriga perfeita dela.
Eu me aliviava toda noite no meu quarto pensando em outras mulheres, às vezes até de tarde, mas com o tempo me toquei que a Karina era o motivo de todas as minhas punhetas.
Esse passo me libertou e me fez ver minha irmã com outros olhos, agora eu já curtia ela, mas de longe. Mas ela percebeu um dia em que papai e mamãe foram Compras na cidade vizinha, eu espiando ela na banheira e ela me disse, rindo, se eu queria entrar. Mas eu levei a sério, como se ela tivesse falado sério, e minha tesão me fez entrar sem pensar. Quando entrei, vi a cara de surpresa dela, mas ela tentou agir naturalmente e continuou se lavando. Eu não aguentei mais, meu pau estava durasso, parecia um tronco. Ela sentiu ele nas costas, porque, de vergonha, se virou. Olhou pra mim e deu um sorrisinho safado, pegando no meu pau e mexendo pra não encostar nela. Eu perguntei se ela queria que eu ensaboasse ela, e ela fingiu surpresa — coisa que eu percebi — e passou o sabonete líquido rápido, dizendo: "Passa onde você quiser, papai." Nessa hora, eu já tinha entendido que pra ela era uma brincadeira pra me provocar, e ela achava que eu também tava brincando. Mas eu duvidava, e isso fazia ela recuar um pouco. Só que quando ensaboei o corpinho todo dela, passando pelos ombros, pelos peitos — que com certeza ficaram super limpos —, pela barriga macia e pela bunda, que ficou igual aos peitos, ela já tinha se virado e tava me acariciando, segurando meus braços com doçura, me incentivando a continuar com a massagem-banho. Mas quando fui pras coxas, passei do limite. Como não dava pra alcançar direito com ela de frente pra mim, puxei ela um pouco e a cabeça do meu pau encostou na rachinha dela, que tava fervendo. Os olhos dela se cravaram nos meus, e ela passou a língua discretamente pelos lábios carnudos, limpando as gotas da banheira que, com o calor, soltavam vapor de todo lado. A gente entendeu que não tava mais brincando. Nos beijamos com paixão e nos abraçamos. Nossos braços escorregavam quando tentávamos apertar nossos corpos, e isso era maravilhoso. Eu já tinha esquecido a raiva que sentia dela. Ela era minha irmã, e a gente tava se curtindo. Ela também me puxava com força pelo cabelo e pelas costas, me puxando pra parede da banheira, onde se apoiou pra ficar confortável. Abriu as pernas, e eu comecei a roçar meu pau na buceta dela. Mas se... Sentíamos que ela se metia, ou eu tirava o pau com as mãos. Ela virou de costas, eu agarrei as duas nádegas dela e prendi meu pau entre elas pra me masturbar. Depois, ela pegou e fez ele passar por baixo da virilha dela pra eu me masturbar com a parte de baixo da buceta dela. Em seguida, ela se virou de novo pra ficar de frente, e eu levantei ela pelas pernas gostosas dela, e lembro de ter pensado que tudo era como o sonho molhado mais longo e real, uma fantasia onde não ligava mais pra moral nem pra minha dignidade, só pro melhor jeito de fazer meu pau explodir. Enquanto beijava ela de olhos fechados, segurando ela contra a parede, senti que ia explodir. Acabei gozando na barriga dela, e ela espalhou o esperma por todo o abdômen dela. Depois de um beijo longo, ela saiu da banheira pra começar nossa semana de mais vergonha, mas depois da semana perdemos todo o pudor e, depois de conversar, decidimos tornar nossos encontros algo cotidiano.
Mesmo com nosso acordo, eu tinha medo de dar o próximo passo, mas fiz isso às 3 da manhã. Fui silenciosamente até o quarto dela, entrei e comecei a acariciar as bundinhas dela e a bucetinha por cima da calcinha azul. Quando ela acordou, começamos a nos pegar simplesmente, porque sabíamos do risco dos nossos pais estarem no quarto ao lado. Nossos corpos suados, por estarmos cobertos por cobertores grossos no meio do verão, deixaram nossos roces mais quentes. Ao sentir a buceta dela na minha virilha, vi que ela tava muito quente. Eu também tava duro que nem um tronco, então falei pra gente fazer, que eu tinha um camisinha guardada. Ela topou, mas disse pra fazermos em silêncio. Então, depois de tirar a calcinha dela e a blusa comprida, começamos a nos apalpar o corpo todo, nos exploramos da cabeça aos pés, e então me coloquei suavemente sobre ela e comecei a meter devagar. Aí eu falei que a gente tinha esquecido a camisinha, e os dois soltamos uma risadinha nervosa, mas continuamos. Desde o começo, meu pau entrou como se fosse manteiga e me moldei como se já tivesse estado ali antes, senti meu pau derretendo e que não ia durar nada, e mesmo que a Karina fosse minha irmã, me dava vergonha de gozar rápido, mas nunca foi assim, foi tipo meia hora de sexo suave e delicado, as pernas dela bem abertas se moviam com delicadeza esfregando minhas coxas com tesão. Aceitei que ela tinha experiência, mas agora era mais ciúme, porque queria que minha irmãzinha fosse só minha, mas me acalmou ouvir ela dizer —ai que gostoso— repetidamente junto com gemidos suaves, ela dizia que nunca tinha feito assim e que queria fazer comigo todo dia pra sempre enquanto passava a mão nas minhas costas com as mãos delicadas. Perguntei —mas com camisinha, né?— e ela sorriu pra mim e sussurrou devagar que era mais gostoso sem, isso me excitou tanto que aumentei um pouco a velocidade, e os gemidos dela, que agora iam direto no meu ouvido, me incentivaram a gozar dentro dela. Ela disse docemente —não se preocupa, bebê, gosto mais dentro de mim—. Enquanto nos vestíamos e ela mexia a cintura pra enfiar a calcinha rosa, porque a azul tava toda molhada, ela me falava que sempre podia tomar pílula pra não engravidar.
Nosso próximo encontro, depois de um tempo, foi logo depois de uma briga. Eu tava reclamando com ela por causa de uma foto que ela tinha postado no Facebook onde aparecia de biquíni pequeno e justo, mostrando aquele corpaço. Encostei ela na parede e beijei com força, ela me jogou na cama e a gente continuou. Dessa vez eu virei ela, rasguei a calcinha de escola e, sem tirar a saia, penetrei com violência. Ela adorava, e isso me irritava e me excitava mais, então eu aumentava a velocidade. Eu queria que ela gemesse de dor, mas ela curtia cada vez mais até que senti ela gozar, e eu também não consegui me controlar, deixando a cama toda manchada. Naquela noite dormimos na mesma posição até o dia seguinte.
Ela, de vingança, desceu pra sala onde eu tava com meus melhores amigos, Fernando e Erik. vestida com uma calcinha velha de anos atrás, vermelha, que ficava apertada demais da conta, e uma blusinha de seda bege, ela perguntou se podia jogar cartas com a gente. Eu disse que não, mas meus amigos pervertidos mandaram ela sentar. Ela fingiu um acidente e sentou no colo do Erik, depois se levantou apoiando a mão no pau dele. Erik e Fernando estavam explodindo de tesão e eu, de raiva. Já jogando, minha irmã teve a ideia de tirar a blusa por causa do calor e convidou a gente pra fazer o mesmo. Conversando com ela em particular pra controlar, ela me disse que eu não dava mais atenção como antes e que, se eu quisesse que o show parasse, tinha que foder ela naquele momento. Eu disse que não. Aí ela foi pra sala, baixou as calças dos meus amigos e, com as duas mãos, ficava mexendo devagar e depois levando até os peitos dela. Fernando gozou nos peitos dela, e Erik, mais desesperado, agarrou ela pelo cabelo e puxou pra meter o pau na boquinha da minha irmã, e deu pra ver que descarregou tudo dentro dela. Agora os dois estavam prontos pra comer ela, tiraram a calcinha dela e pareciam surdos pra minhas palavras. Não culpo eles, porque eu sabia o que era ser seduzido pelo corpo da minha irmã — você perde toda a razão. Então, quando ela já estava toda nua, e Erik subia e descia o pau nas nádegas dela, e Fernando brincava com as dobras da bucetinha dela com a cabeça do pênis, quase explodindo, eu tirei ela de lá antes que fosse penetrada. Corri com meus amigos, levei ela pro meu quarto e meti nela selvagemente. Meus amigos voltaram a entrar e ficaram olhando a gente enquanto se masturbavam, até que eu finalmente gozei nela, possuindo ela pelos dois buracos, enquanto ela, de costas pra mim, passava minhas mãos por todo o corpo dela. Eles também gozaram em cima dela. Combinamos que eles guardariam meu segredo se minha irmãzinha masturbasse eles uma vez por dia durante três semanas, e foi assim. Meus amigos cumpriram a promessa. Pra compensar a humilhação, a Karina — que até chorou pedindo perdão — passou a trazer amigas dela regularmente. pra fazer juntos.
Nossas relações quase acabaram quando, num dia de um tesão da porra, em que estávamos no quarto de hotel com nossos pais durante todas as férias e não conseguíamos nem nos masturbar, ao voltar pra escola e ouvir uns colegas meus olhando minha irmã andar e falando que ela era uma gostosa do caralho e que queriam partir ela de tanto foder o dia inteiro, fiquei com um tesão absurdo e fui pro banheiro mais afastado das salas me masturbar, mas ela me seguiu e entrou no meio do ato. Por sorte, os banheiros estavam vazios e limpos, porque nossa escola é cara e de alto prestígio. Pedi pra ela parar, mas ela não obedeceu. Eu sabia que, se ela começasse, eu não teria sanidade pra parar, e o risco de humilhação era muito alto. Agarrei ela pelos ombros pra tentar impedir, porque ela já estava levando meu pau pra boca, mas com ele tão perto, ela começou a soprar da boquinha dela, e correntes quentes de ar chegaram no meu pau. Não aguentei mais e me joguei nela, agarrei ela pela nuca e quase a joguei no chão, forçando meu pau dentro da boca dela. Eu me mexia até com o corpo. Meu plano era gozar rápido e acabar logo com aquele pesadelo, mas eu não terminava e ficava mais excitado. Me sentia o tempo todo prestes a estourar, como se meu pau soubesse que aquela era a boca dela e quisesse expelir o sêmen dentro da buceta dela. Ela mexia a língua como uma profissional, me fazendo sentir nas nuvens. Então, levantei ela e vi o rosto dela com todo o cabelo bagunçado e umas manchinhas de líquido transparente nos lábios grossos dela. Sentei no vaso e coloquei ela em cima de mim com as pernas abertas. Rasguei outra calcinha do uniforme pra fazer aquilo com ela. Nessa posição, ela com as duas pernas abertas o máximo possível, se apoiando só com os pés nas bordas do cubículo do banheiro e a bunda dela nas minhas coxas, enquanto me agarrava com as mãos nas costas, eu posicionava meu pau apontando levemente pra cima pra entrar, como sempre, com muita facilidade na cavidade lisinha e depilada da minha irmãzinha. Sentíamos que já íamos gozar, na verdade ela já estava no auge do orgasmo, todos os fluidos dela escorriam pra dentro e na borda da privada, os gemidos dela eram melhores do que em qualquer outro momento. Eu me perguntava por que esse sexo tão arriscado tinha que ser o melhor que estávamos tendo, e quando queríamos fazer rápido, parecia que durávamos mais. Mas já vinha meu sêmen, sentia meu pau inchando. Minha irmã, pelo visto, também sentiu, porque os gemidos dela aumentaram de volume. Infelizmente, Pablo e Jorge ouviram e entraram no banheiro. Eu ouvi eles rindo e o Jorge dizendo: "Tão trepando, tão trepando!" E o Pablo: "E forte!" Mas não tinha como eles saberem quem éramos, então me apressei e meti ainda mais rápido, porque com o susto meu pau tinha murchado de novo. Ela viu minha pressa e também se mexia pra que meu pau e a buceta dela se roçassem mais e eu gozasse rápido, mas a lubrificação e o movimento eram tantos que meu pau escapava e eu enfiava de novo como se fosse qualquer coisa, uma vez e outra, o que era alucinante, mas não o que eu precisava naquele momento. Até que finalmente me apoiei nos peitos nus da minha irmã, lambendo eles com a camisa dela presa pra baixo na barriga, e enquanto me segurava na cinturinha espetacular dela, sentindo os jatos chegarem como um milhão de borboletas vitoriosas em direção ao covil da minha irmãzinha. Por acidente, os três primeiros jatos entraram tudo dentro dela, só no quarto eu consegui tirar meu pau, que jorrou na barriga dela e umas gotinhas na camisa. Quando nos vestimos rápido, ouvimos Pablo e Jorge fugindo como se não quisessem ser pegos como espiões. Aquela tarde foi a pior. Vi que de longe dava pra notar umas gotinhas na camisa branca dela, e o rosto dela não conseguia disfarçar o rubor. As bochechas, os braços e as coxas estavam vermelhos de atrito com minhas mãos, e o pior de tudo: ela não estava de calcinha. Se alguém reparasse, dava pra perceber. Eu vi a buceta dela umas três vezes naquele dia. Dia e na saída foi o pior, onde pra sair a gente andava tudo apertado e, como sempre, o povo tenta pegar alguma coisa da minha irmã, até pais de família às vezes. Enfim, depois disso saímos ilesos, mas Karina e eu brigamos e ficamos meses sem nos falar até nos reconciliarmos. Agora, nosso sexo ficou bem planejado, responsável e doce.
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