Fala, galera do Poringa! Tô deixando aqui um negócio que é de minha autoria, são lembranças de uns anos atrás... e queria compartilhar e somar com os contos, que é a seção que eu mais curto. Espero que vocês curtam... e desculpa, é meu primeiro conto, tenham paciência se não estiver tão bom, a prática leva à perfeição...Minha inspiração são todas as gostosas do poringa que sempre escrevem... essas linhas vão especialmente pra elas 🙂
______________________________________Era verão, época de férias, não tinha viajado pra lugar nenhum por falta de grana, mas isso não me amargurava, de jeito nenhum, tava na expectativa de me meter em todas as putarias que aparecessem na minha frente. Na época eu tinha 24 anos, morava sozinho e não tinha compromisso pra me preocupar, só o trampo, mas era férias, então...
Meu físico tava em dia, vinha de um ano de academia, então mesmo sem ter uma cara de modelo, eu tinha meu valor, conseguia chamar a atenção de alguma mina se quisesse...
Eu tinha feito um grupo de amigos e amigas muito foda. A gente sempre andava por aí em shows, bares, ainda mais nas férias, e não sei bem por quê, mas acabei saindo mais com duas minas do grupo, Valéria e Sofia. Pra dar uma ideia de cada uma, Valéria era linda, sorriso fácil, atraía olhares dos caras porque tinha uns peitões generosos, nadava pra caralho, então o corpo dela era bem definido. Valéria adorava sair como todo mundo na época, mas ela não perdia chance de tomar um drink e se deixar levar pelo que a noite pudesse rolar, gostava de se arriscar nos limites... Sofia, por outro lado, era menos angelical, mas não menos gostosa, eu sabia das várias aventuras dela com caras e umas poucas com minas, porque com o tempo elas começaram a falar na minha frente, como se eu fosse mais um viadinho, o que me preocupou no começo, mas o tempo tratou de esclarecer essa parada, como vou contar depois.
O verão seguiu normal, elas às vezes transando com outros caras, eu ouvindo os relatos das aventuras delas, e às vezes conhecendo minas e contando algo das minhas aventuras pra Vale e Sofi, mas não no estilo gay friendly, eu contava minhas histórias tentando criar um clima de tesão no ar, e me fazendo de desentendido, não queria mostrar muito interesse nas minhas reais intenções, o que foi funcionando aos poucos, devagar elas começaram a gostar, me me esforçava pra colocar detalhes íntimos nas histórias. Isso fez nascer um jogo de histeria e foi ficando cada vez mais divertido, já não éramos 3 pessoas contando nossas experiências, mas a gente curtia ouvir o outro e a imaginação voava cada vez mais nessas histórias. Em algum ponto eu entendia que os encontros frequentes entre nós três, somados às histórias com uns bons copos no meio e outras ervas que nunca faltavam, não ia demorar muito até rolar algo a mais, mas eu não queria apressar nada, deixava tudo fluir, que o bicho saísse da jaula na hora certa, é...
Fazia tempo que eu tava de olho na Valéria, mas ela não correspondia minhas tentativas claras, então pra preservar a amizade, fui desistindo e comecei a me aproximar da Sofia, embora ela fosse muito gostosa e isso me desse um pouco de vergonha, porque me sentia fora do padrão dela, e ela nunca dava em cima de mim, nem nada, enfim...
Um belo dia, Sofia nos convida pra casa dela pra fazer uma prévia lá e depois sair pra algum lugar. Passei pra buscar a Valéria e fomos direto pra casa da Sofi. Era umas 23h, então já tínhamos jantado todos. Chegando lá, a Sofia tava vestida com um shortinho e uma regata, recém-tomada banho, com os cabelos loiros molhados, perfumada, uma flor na primavera, era um verdadeiro prazer pra minha existência masculina vê-la. A gente se jogou pra tomar algo nos sofás e no tapete, enquanto falávamos sobre o que fazer. Sofia colocou música, tava mais animada que o normal, dançava sozinha, enquanto eu e a Valéria brindávamos por qualquer besteira, deixando claro que já estávamos de porre. Naquela noite, a gente pediu delivery pelo menos umas 2 vezes, tava muito calor e a cerveja descia rápido, foi ficando tarde e ninguém parecia querer sair, estávamos os três bebendo e já no estágio do famoso "porre alegre". Embora eu já tivesse me juntado pra pegar um clima prévio várias vezes com elas, do jeito que a noite tava, eu tava decidido a... Avançar um pouco sobre a Sofia, na real eu tava bem excitado por dentro, já não tava me controlando tanto, não sei se por causa do álcool ou da putaria que elas tavam me dando, mas mesmo assim tentava ir devagar, pra não perder a linha e estragar o clima...
Naquele frenesi de risadas, a noite ia queimando, as conversas já eram 100% histeria, alguma coisa tinha que rolar, mas o que eu faço, meus reclamos internos já tavam insuportáveis, vai dar merda, ela vai me expulsar da casa dela, mas se a gente tá aqui é por algum motivo, um monte de pensamentos adolescentes idiotas, até que de repente aconteceu, mas não fui eu que fiz nada, aconteceu enquanto a Valéria tava vidrada lendo a contracapa de um CD do Spinetta, a Sofia sentou do meu lado e começou a falar no meu ouvido, como eu não entendia nada, aproximei meu ouvido, e quando fiz isso senti primeiro a umidade da língua dela no meu lóbulo, uma lambida que terminou com os lábios dela, coisa que em meio segundo fez meu coração inflar que nem um balão, e as batidas dispararem pras nuvens, me pegou totalmente de surpresa, quando fui reagir ela tava rindo com uma risada totalmente cúmplice com a Valéria, que via tudo de canto de olho sem perder a visão do livrinho do CD.
Querendo que não parasse por ali, e com o sangue fervendo em todas as minhas extremidades, como um reflexo me aproximei mais da Sofia, que tinha se levantado, como desafiando ela a assumir o que tinha feito, ou pra fazer alguma coisa, pra não cortar o momento, quando me aproximei sem falar nada, ela começa a andar pro corredor, pensei que ia no banheiro, mas não podia ser, hesitei em segui-la, mas quando vi que já tinha passado do banheiro, fui direto atrás dela, perdi o registro da Valéria, que tava observando tudo a um metro, segui a Sofia até ela entrar no quarto dela...
Ao entrar, peguei ela pelo braço com força, virando ela, entre o álcool e a putaria que me dominava, notei que tava meio tonto, mas era uma tontura que eu deixava me levar, era divertido, seguro porque a noite estava começando a ficar boa. Embora eu seja bem tímido ou "encostado" com as gostosas, depois que os primeiros passos são resolvidos, gosto de preencher os momentos com intensidade, ou seja, me preocupo em não ser só mais uma transa pra outra pessoa.
Retomando... ficamos de frente com a Sofia, com a perversa e brincalhona Sofia, não sei se era vontade real dela, mas eu sentia que ela estava à minha mercê. Com um impulso, peguei a boca dela com minha mão direita, apertando dos dois lados dos cantos, levando meu dedo indicador até a junção dos lábios dela, que se separaram rapidamente, deixando ele entrar na boca dela e chupando da base até a ponta, arrepio no corpo todo, e então as coisas se aceleraram.
Tirei minha camiseta e praticamente arranquei a regata dela de um puxão, ela terminou de tirar o sutiã, fiquei olhando os pezinhos rosados dela por um segundo, e enquanto começava a desabotoar meu cinto, percebi que tava com a pica mais dura do que imaginava. Abaixei minha calça jeans e deixei a Sofia, que já estava sentada na cama de frente pra minha pica, bem venosa e no auge da grossura, com umas gotas de líquido seminal na ponta que anunciavam meu gozo. Sofia meteu ela na boca de uma vez só, desesperada, como se estivesse desidratada de sexo, usando a mão livre pra pegar na minha bunda e se impulsionar na tarefa de engolir cada vez mais... instintivamente, peguei ela pelo cabelo e apertava pra ela engolir cada vez mais fundo, o único som que se ouvia era a garganta da Sofia sendo golpeada pela minha pica ereta e firme como poucas vezes, mesmo ouvindo ela gemer como se tivesse sem ar, eu não soltava e percebia que ela não oferecia resistência, queria que ela se enchesse da minha pica, e devo dizer que nunca mais me chuparam com tanta vontade quanto naquele momento.
De repente, percebi que ela tava fazendo tão bem que eu tava com vontade de banhar a boquinha dela toda com meu leite, mas não queria gozar tão rápido, então peguei ela pelo cabelo e arranquei daquela união incrível que era a boca dela e meu pau ereto, tinha a boca dela toda cheia dos meus sucos, tava tão tesuda que me joguei na cama com ela e começamos a nos beijar bestialmente, chupando as línguas uma do outro, compartilhando o gosto da minha excitação, enquanto terminávamos de nos despir no que parecia uma luta sexual corpo a corpo.
Fiquei por cima dela, sem pensar em mais nada além de penetrá-la, meu 1,85 contra o 1,65 dela fez com que eu pudesse segurar firme os dois pulsos dela com uma mão só e os levei para cima da cabeça dela, a outra mão passei segurando a parte de baixo das costas dela, ela estava quase no ar quando comecei aos poucos a sentir a umidade dela usando meu pau que estava desejoso de ser aquecido pelo calor úmido do interior dela, ao notar que ela estava muito molhada, não demorei nada para tentar enfiar o mais fundo possível, saindo e entrando primeiro devagar e aumentando o ritmo, com a mão eu a puxava e empurrava e ela gemia entrecortado pela pressão que eu estava fazendo no corpo dela, pressão que eu controlava de acordo com como ia penetrando, queria que ela sentisse que eu estava comendo o corpo inteiro dela. Nós dois gozamos rapidinho e por sorte foi junto, mas improvisando na putaria já que não podia gozar dentro, segundos antes de gozar, tirei e com um movimento lento coloquei a mão dela no clitóris guiando para que ela não parasse de se tocar, poucos segundos depois eu reguei os mamilos rosados dela com meus jatos de porra bem branca e abundante... ao receber o banho morno, o corpo dela começou a ter pequenos espasmos, busquei pressionar forte com a palma da minha mão a buceta dela, e pude sentir o fluxo que estava escapando do corpo dela, enquanto ela gemia com um som profundo fechando os lábios para dentro, depois minha mão cheia do fluxo dela serviu para uma massagem nos peitos dela antes banhados por mim...
Deitados na cama já, ela me disse... "então era assim que era transar com você", e rimos, nisso, me veio à mente um detalhe chamado Valéria... Olhei pra porta, ela tava entreaberta, e falei pra Sofia: — Ei, que onda, Valéria será que ficou brava? E Sofia respondeu: — Tô nem aí pra Valéria (e ela tava certa). A gente começou a se beijar de novo e a se apalpar, já com mais confiança, relaxados porque a hora da primeira transa já tinha passado, agora dava pra ir num outro ritmo. Ela subiu em cima de mim e disse que agora queria me mostrar o que sabia fazer. Dois minutos depois de a gente estar se esquentando de novo, vejo uma sombra passando pela porta... era a Valéria! Que, com voz de mocinha (de mocinha crescida), entrava dizendo: — O que que tá rolando, tanto barulho assim?...(continua...? só se vocês quiserem.....)
______________________________________Era verão, época de férias, não tinha viajado pra lugar nenhum por falta de grana, mas isso não me amargurava, de jeito nenhum, tava na expectativa de me meter em todas as putarias que aparecessem na minha frente. Na época eu tinha 24 anos, morava sozinho e não tinha compromisso pra me preocupar, só o trampo, mas era férias, então...
Meu físico tava em dia, vinha de um ano de academia, então mesmo sem ter uma cara de modelo, eu tinha meu valor, conseguia chamar a atenção de alguma mina se quisesse...
Eu tinha feito um grupo de amigos e amigas muito foda. A gente sempre andava por aí em shows, bares, ainda mais nas férias, e não sei bem por quê, mas acabei saindo mais com duas minas do grupo, Valéria e Sofia. Pra dar uma ideia de cada uma, Valéria era linda, sorriso fácil, atraía olhares dos caras porque tinha uns peitões generosos, nadava pra caralho, então o corpo dela era bem definido. Valéria adorava sair como todo mundo na época, mas ela não perdia chance de tomar um drink e se deixar levar pelo que a noite pudesse rolar, gostava de se arriscar nos limites... Sofia, por outro lado, era menos angelical, mas não menos gostosa, eu sabia das várias aventuras dela com caras e umas poucas com minas, porque com o tempo elas começaram a falar na minha frente, como se eu fosse mais um viadinho, o que me preocupou no começo, mas o tempo tratou de esclarecer essa parada, como vou contar depois.
O verão seguiu normal, elas às vezes transando com outros caras, eu ouvindo os relatos das aventuras delas, e às vezes conhecendo minas e contando algo das minhas aventuras pra Vale e Sofi, mas não no estilo gay friendly, eu contava minhas histórias tentando criar um clima de tesão no ar, e me fazendo de desentendido, não queria mostrar muito interesse nas minhas reais intenções, o que foi funcionando aos poucos, devagar elas começaram a gostar, me me esforçava pra colocar detalhes íntimos nas histórias. Isso fez nascer um jogo de histeria e foi ficando cada vez mais divertido, já não éramos 3 pessoas contando nossas experiências, mas a gente curtia ouvir o outro e a imaginação voava cada vez mais nessas histórias. Em algum ponto eu entendia que os encontros frequentes entre nós três, somados às histórias com uns bons copos no meio e outras ervas que nunca faltavam, não ia demorar muito até rolar algo a mais, mas eu não queria apressar nada, deixava tudo fluir, que o bicho saísse da jaula na hora certa, é...
Fazia tempo que eu tava de olho na Valéria, mas ela não correspondia minhas tentativas claras, então pra preservar a amizade, fui desistindo e comecei a me aproximar da Sofia, embora ela fosse muito gostosa e isso me desse um pouco de vergonha, porque me sentia fora do padrão dela, e ela nunca dava em cima de mim, nem nada, enfim...
Um belo dia, Sofia nos convida pra casa dela pra fazer uma prévia lá e depois sair pra algum lugar. Passei pra buscar a Valéria e fomos direto pra casa da Sofi. Era umas 23h, então já tínhamos jantado todos. Chegando lá, a Sofia tava vestida com um shortinho e uma regata, recém-tomada banho, com os cabelos loiros molhados, perfumada, uma flor na primavera, era um verdadeiro prazer pra minha existência masculina vê-la. A gente se jogou pra tomar algo nos sofás e no tapete, enquanto falávamos sobre o que fazer. Sofia colocou música, tava mais animada que o normal, dançava sozinha, enquanto eu e a Valéria brindávamos por qualquer besteira, deixando claro que já estávamos de porre. Naquela noite, a gente pediu delivery pelo menos umas 2 vezes, tava muito calor e a cerveja descia rápido, foi ficando tarde e ninguém parecia querer sair, estávamos os três bebendo e já no estágio do famoso "porre alegre". Embora eu já tivesse me juntado pra pegar um clima prévio várias vezes com elas, do jeito que a noite tava, eu tava decidido a... Avançar um pouco sobre a Sofia, na real eu tava bem excitado por dentro, já não tava me controlando tanto, não sei se por causa do álcool ou da putaria que elas tavam me dando, mas mesmo assim tentava ir devagar, pra não perder a linha e estragar o clima...
Naquele frenesi de risadas, a noite ia queimando, as conversas já eram 100% histeria, alguma coisa tinha que rolar, mas o que eu faço, meus reclamos internos já tavam insuportáveis, vai dar merda, ela vai me expulsar da casa dela, mas se a gente tá aqui é por algum motivo, um monte de pensamentos adolescentes idiotas, até que de repente aconteceu, mas não fui eu que fiz nada, aconteceu enquanto a Valéria tava vidrada lendo a contracapa de um CD do Spinetta, a Sofia sentou do meu lado e começou a falar no meu ouvido, como eu não entendia nada, aproximei meu ouvido, e quando fiz isso senti primeiro a umidade da língua dela no meu lóbulo, uma lambida que terminou com os lábios dela, coisa que em meio segundo fez meu coração inflar que nem um balão, e as batidas dispararem pras nuvens, me pegou totalmente de surpresa, quando fui reagir ela tava rindo com uma risada totalmente cúmplice com a Valéria, que via tudo de canto de olho sem perder a visão do livrinho do CD.
Querendo que não parasse por ali, e com o sangue fervendo em todas as minhas extremidades, como um reflexo me aproximei mais da Sofia, que tinha se levantado, como desafiando ela a assumir o que tinha feito, ou pra fazer alguma coisa, pra não cortar o momento, quando me aproximei sem falar nada, ela começa a andar pro corredor, pensei que ia no banheiro, mas não podia ser, hesitei em segui-la, mas quando vi que já tinha passado do banheiro, fui direto atrás dela, perdi o registro da Valéria, que tava observando tudo a um metro, segui a Sofia até ela entrar no quarto dela...
Ao entrar, peguei ela pelo braço com força, virando ela, entre o álcool e a putaria que me dominava, notei que tava meio tonto, mas era uma tontura que eu deixava me levar, era divertido, seguro porque a noite estava começando a ficar boa. Embora eu seja bem tímido ou "encostado" com as gostosas, depois que os primeiros passos são resolvidos, gosto de preencher os momentos com intensidade, ou seja, me preocupo em não ser só mais uma transa pra outra pessoa.
Retomando... ficamos de frente com a Sofia, com a perversa e brincalhona Sofia, não sei se era vontade real dela, mas eu sentia que ela estava à minha mercê. Com um impulso, peguei a boca dela com minha mão direita, apertando dos dois lados dos cantos, levando meu dedo indicador até a junção dos lábios dela, que se separaram rapidamente, deixando ele entrar na boca dela e chupando da base até a ponta, arrepio no corpo todo, e então as coisas se aceleraram.
Tirei minha camiseta e praticamente arranquei a regata dela de um puxão, ela terminou de tirar o sutiã, fiquei olhando os pezinhos rosados dela por um segundo, e enquanto começava a desabotoar meu cinto, percebi que tava com a pica mais dura do que imaginava. Abaixei minha calça jeans e deixei a Sofia, que já estava sentada na cama de frente pra minha pica, bem venosa e no auge da grossura, com umas gotas de líquido seminal na ponta que anunciavam meu gozo. Sofia meteu ela na boca de uma vez só, desesperada, como se estivesse desidratada de sexo, usando a mão livre pra pegar na minha bunda e se impulsionar na tarefa de engolir cada vez mais... instintivamente, peguei ela pelo cabelo e apertava pra ela engolir cada vez mais fundo, o único som que se ouvia era a garganta da Sofia sendo golpeada pela minha pica ereta e firme como poucas vezes, mesmo ouvindo ela gemer como se tivesse sem ar, eu não soltava e percebia que ela não oferecia resistência, queria que ela se enchesse da minha pica, e devo dizer que nunca mais me chuparam com tanta vontade quanto naquele momento.
De repente, percebi que ela tava fazendo tão bem que eu tava com vontade de banhar a boquinha dela toda com meu leite, mas não queria gozar tão rápido, então peguei ela pelo cabelo e arranquei daquela união incrível que era a boca dela e meu pau ereto, tinha a boca dela toda cheia dos meus sucos, tava tão tesuda que me joguei na cama com ela e começamos a nos beijar bestialmente, chupando as línguas uma do outro, compartilhando o gosto da minha excitação, enquanto terminávamos de nos despir no que parecia uma luta sexual corpo a corpo.
Fiquei por cima dela, sem pensar em mais nada além de penetrá-la, meu 1,85 contra o 1,65 dela fez com que eu pudesse segurar firme os dois pulsos dela com uma mão só e os levei para cima da cabeça dela, a outra mão passei segurando a parte de baixo das costas dela, ela estava quase no ar quando comecei aos poucos a sentir a umidade dela usando meu pau que estava desejoso de ser aquecido pelo calor úmido do interior dela, ao notar que ela estava muito molhada, não demorei nada para tentar enfiar o mais fundo possível, saindo e entrando primeiro devagar e aumentando o ritmo, com a mão eu a puxava e empurrava e ela gemia entrecortado pela pressão que eu estava fazendo no corpo dela, pressão que eu controlava de acordo com como ia penetrando, queria que ela sentisse que eu estava comendo o corpo inteiro dela. Nós dois gozamos rapidinho e por sorte foi junto, mas improvisando na putaria já que não podia gozar dentro, segundos antes de gozar, tirei e com um movimento lento coloquei a mão dela no clitóris guiando para que ela não parasse de se tocar, poucos segundos depois eu reguei os mamilos rosados dela com meus jatos de porra bem branca e abundante... ao receber o banho morno, o corpo dela começou a ter pequenos espasmos, busquei pressionar forte com a palma da minha mão a buceta dela, e pude sentir o fluxo que estava escapando do corpo dela, enquanto ela gemia com um som profundo fechando os lábios para dentro, depois minha mão cheia do fluxo dela serviu para uma massagem nos peitos dela antes banhados por mim...
Deitados na cama já, ela me disse... "então era assim que era transar com você", e rimos, nisso, me veio à mente um detalhe chamado Valéria... Olhei pra porta, ela tava entreaberta, e falei pra Sofia: — Ei, que onda, Valéria será que ficou brava? E Sofia respondeu: — Tô nem aí pra Valéria (e ela tava certa). A gente começou a se beijar de novo e a se apalpar, já com mais confiança, relaxados porque a hora da primeira transa já tinha passado, agora dava pra ir num outro ritmo. Ela subiu em cima de mim e disse que agora queria me mostrar o que sabia fazer. Dois minutos depois de a gente estar se esquentando de novo, vejo uma sombra passando pela porta... era a Valéria! Que, com voz de mocinha (de mocinha crescida), entrava dizendo: — O que que tá rolando, tanto barulho assim?...(continua...? só se vocês quiserem.....)
10 comentários - Valéria, Sofia... e eu (1ª história!)
Lindo relato...
Te dejo puntitos y besitos...
Vas muy bien...
"...la tome del pelo y la arranque de esa union increible que era su boca y mi pija erecta..."
Exquisito..
Besos!
Va #reshout y volvere por puntos