Este é meu primeiro post... não é um conto meu, mas adorei pra minha "iniciação" no Poringa. No futuro vão vir as criações próprias, enquanto isso, espero que vocês curtam o que tô compartilhando.
Os gostos do Mario estavam ficando cada vez mais deliciosos pra mim. Dessa vez ele me surpreendeu ao me entregar pra um homem com uma piroca deliciosa. Meu cu foi aberto e cheio de porra como nunca.Você realmente quer que eu faça isso? Não é que eu esteja recusando, Mario, mas antes de aceitar, queria te perguntar uma coisa, posso?
Claro, Sônia, pergunta o que quiser.
Você realmente curte? Tipo, não te incomoda que me comam na sua frente? Por favor, seja sincero e responde minha pergunta, meu amor.
Sônia, quando eu te vi na outra vez, gemendo, aproveitando cada carícia, fiquei excitado pra caralho. Não sei se é normal ou não, mas adorei te ver gemer. Agora é tipo um vício, mas se te assusta, a gente não faz.
Não, Mario, não me assusta! Só queria ouvir da sua boca que você também curte. E nesse caso, fica tranquilo, pode aceitar o convite.
Valeu, amor! Sabia que você me entenderia.
Os dias passaram e, finalmente, numa tarde, ouvi Mario dizer o que já esperava.
Sônia, amanhã, sábado, vão passar aqui pra nos pegar. De manhã, vamos fazer compras, e às 5 da tarde a gente sai. Alguma dúvida?
Sim, que roupa eu vou levar?
É pra isso que a gente vai, amor. Quero que você se vista bem gostosa… prometi te vestir pra ocasião.
No dia seguinte, de manhã, fomos fazer compras. Primeiro, um minivestido preto, tipo tomara-que-caia, uma calcinha fio-dental vermelha minúscula que só tinha um triângulo pequenininho, mal cobrindo uma parte do meu triângulo de pelos, se é que dá pra chamar de cobrir um paninho super fino, umas sapatilhas vermelhas de salto alto e uma pulseira no tornozelo. Mario mostrou que tem bom gosto. Voltamos pra casa e, faltando uns 40 minutos pra hora, tomei banho, me maquiei, fiz um rabo de cavalo e me vesti. Primeiro a calcinha fio-dental, ficou justa, o elástico sumiu nas minhas nádegas carnudas, o triângulo mal cobria metade da minha buceta. O vestido colou na minha pele, mas quando eu andava, ele subia, deslizando pelas minhas pernas.
Devia ter uns 10 centímetros abaixo da minha bunda. Se eu me via muito gostosa, ainda mais com as sapatilhas lindas que torneavam minhas panturrilhas, mas acho que, se não tomasse cuidado com os movimentos, minha bunda aparecia fácil. E em cima… Meus mamilos dava pra ver por baixo do tecido sem problema nenhum, olhei pro Mario e perguntei meio tímida.
Mario, não posso sair de casa vestida assim! Tô com vergonha dos vizinhos.
Não se preocupa, coloca uma legging por baixo, assim não dá nada, a gente vê depois quando você tirar.
Com a legging me senti mais tranquila, coloquei um suéter pra cobrir os mamilos e assim a gente saiu quando ouvimos a buzina do carro de quem convidou o Mario e a linda esposa dele… ou seja, eu.
Ao sair, olhei meio nervosa, não era só uma pessoa, no banco de trás do carro tinham 2 caras de uns 46 anos, dirigindo um mais velho, o Mario entrou no banco do carona e eu fiquei no meio dos dois de trás, a gente saiu sem chamar atenção, não tinham passado nem 10 minutos quando o Mario falou sem hesitar.
Meu amor! Tira a legging e o suéter, já tamo longe de casa.
Aqui? Perguntei surpresa.
Sim, meu amor, vamos, mostra pros meus amigos como você tá com seu vestido.
Sem contradizer ele, tirei a legging e o suéter, por um momento pensei que aqueles caras iam me tocar ali mesmo, mas nada, eles foram muito educados e meio tímidos, a gente conversou sobre coisas sem importância e de repente o José, o homem que tava dirigindo, falou.
Precisamos de cigarros, rapazes, querem comprar aqui? Ou mais pra frente.
O do meu lado direito respondeu, sabe, José? Para na avenida Juárez, aí a Sonia desce pra comprar… engoli seco, já imaginava que não iam deixar eu colocar a legging nem o suéter, todos responderam animados que sim, que ali era o lugar certo.
Chegamos numa das avenidas mais movimentadas da cidade, antes de eu descer o José se apressou pra falar pro Mario e pra mim.
Mario, a partir de agora, você só pode olhar e ouvir, não pode participar de jeito nenhum, Sonia!, você agora só vai fazer o que a gente pedir, não importa se o Mario tá aqui, finja que ele não existe nesse momento, alguma pergunta? Mário só ficou em silêncio, eu, por minha vez, perguntei ingenuamente… posso vestir a legging?
Kkkkkkkkk, ouviram-se gargalhadas em uníssono, me senti meio sem graça.
Olha, Sônia, do jeito que você está vestida, vai sair assim, e sem desculpa, esse corpinho é pra ser admirado, não tenha medo, só sai naturalmente e compra os cigarros, a gente espera aqui.
Sem mais, saí do carro, andei com o rosto vermelho de vergonha, os comentários tarados vieram de quem não teve pudor de falar, alguns que, pra ser sincera, me deixaram meio excitada. Ali começou aquela noite de sexo onde fui pega numa espécie de orgia: “mamacita, que gostosa você tá” “te chupo até você gozar na minha boca, delícia” “com essa boquinha, tenho certeza que você adora mamar pinto, mami”
Por fim, ao voltar pro carro, me senti aliviada. Demos várias voltas por um parque, até que, depois de um tempo, quando as sombras da noite já caíam sobre a cidade, nos afastamos das ruas do centro e paramos numa rua deserta. Lá, José deu uma instrução:
— Desce e anda até a esquina, fica lá parada por uns minutos, como se fosse uma puta. Se alguém parar pra te perguntar algo, você sabe o que responder, mas não sobe no carro. A gente vai passar e você entra.
Andei pela rua meio escura, só os saltos das minhas sapatilhas quebravam o silêncio da noite. Não tinha chegado na esquina quando um carro virou e diminuiu a velocidade, parou na minha frente e, abaixando o vidro, me perguntou:
— Quanto você cobra pra chupar meu pau?
— Desculpa, tô esperando um cliente.
— Poxa, quem sabe outro dia.
Ele foi embora e eu continuei andando. Outro carro se aproximou e agora me disseram:
— Quanto pra fazer no seu cu, mami?
— Desculpa, já tô ocupada.
— Sem chance, puta, fica pra outra vez.
Por fim, eles se aproximaram e eu entrei no carro. Fomos embora, e dessa vez não tinha nada daqueles homens tímidos. O da esquerda enfiou a mão e tocou minha buceta, pelo tecido fino… da calcinha estava encharcada, a ponto de a mão dela sair molhada, sorrindo ela falou alto.
Olha só, amigos, ela gosta de brincar de putinha, tá toda molhada, vamos, se apressa pra chegar que já tô com a pica dura… mete a mão aí, Sergio, sente como ela tá quente.
O Sergio enfiou a mão e confirmou o que o Francisco tinha dito, em poucos minutos chegamos no que parecia um depósito, os dois, Sergio e Francisco, desceram e abriram, o carro entrou e quando desci, o José já se apressou pra falar com o Mario.
Pode sentar naquelas caixas de madeira, enquanto a gente curte a sua “putinha”.
O Mario andou e sentou, agora começava o show.
O Sergio caminhou e parou na minha frente, colocou as mãos no elástico do meu vestido, bem onde começam meus peitos, e com um puxão forte arrancou ele, jogou pro lado todo rasgado, e agora o José, se colocando atrás de mim, me pegou pelos braços e me segurou firme… o Francisco pegou a calcinha e arrancou do meu corpo, meu corpo tremia com aquela atitude, nunca tinham me tratado com tanta brutalidade, o José me soltou e aproveitou pra me dar um tapa forte na bunda, o Sergio me pegou nos braços e rodeou minha cintura, me apertou o mais forte que pôde, senti que ia sufocar, depois o José e o Sergio me pegaram cada um por uma perna, passaram meus braços pelos deles e me levantaram abrindo minhas pernas, fiquei com a buceta exposta, o Francisco se apressou pra chupar minha buceta, me senti muito excitada, aquela língua entrava e saía da minha buceta e tocava meu cu sempre que podia, me largaram no chão e agora eles se desp iram, enquanto eu observava.
O Sergio parou na minha frente e me obrigou a chupar a pica dele, o José abriu minhas pernas e se jogou pra chupar minha bucetinha, enquanto o Francisco fez o mesmo com meu cu, de vez em quando eu soltava a pica do Sergio e deixava escapar gemidos fortes, assim eles e o Mario saberiam que eu tava gostando, um por um trocaram de lugar, cada um terminou na minha boca, enquanto minha buceta pedia pra ser comida, sentia ela pulsando… mas nada, não me comiam, olhei pra eles surpresa e eu Perceberam que os paus deles estavam murchos, se olharam e, sorrindo, ouviram José.
Vamos dar o prêmio pra essa "puta", que ela goze e grite quando o negro meter o pau nela... pode sair, negro.
Um homem alto, de pele escura, saiu de um canto, completamente nu. O corpo magro dele fazia o pau parecer ainda mais agressivo, grosso e comprido. Senti medo de me machucar, mas no fundo eu queria aquilo. Ele me pegou no colo e caminhou comigo, parou onde Mario estava sentado, me deitou de bruços sobre os fardos de papelão e me colocou de quatro. Mario ia trocar de lugar, mas o negro ordenou seco:
Fica aí. Se você gosta de olhar, agora vai ver como se fode uma puta igual a que você tem. Vai ouvir ela gemer de prazer e vai ver ela escorrendo de porra quando eu terminar. Vou arrebentar o cu dela. Olha o tamanho do meu pau.
Ele me pegou pelas pernas e me puxou pra boca dele. A língua dele se esbaldou primeiro no meu cu. Meus gemidos dava pra ouvir claramente. Meus peitos balançavam no ritmo. Ele me virou e me colocou de joelhos, abriu minhas pernas e enfiou os dedos na minha buceta, como se fosse um pau, metendo e tirando rápido. Em segundos, me fez ficar toda molhada. Perdi as forças e, antes que eu me recuperasse, me tirou do fardo de papelão. Me levantou, apoiei as mãos no fardo, ele abriu minhas pernas e, sem piedade, me masturbou de novo. Desfalecida, quase caí no chão.
Agora ele me virou e, de joelhos, me obrigou a chupar o pau enorme dele. Escorreram lágrimas dos meus olhos. Não consegui enfiar tudo, só uns centímetros. Por fim, ele me ajudou a ficar de pé, puxou uma cadeira de madeira e sentou. Me pediu pra sentar em cima dele enquanto eu mesma tinha que me enfiar.
Mesmo estando bem lubrificada, senti dor quando o pau dele foi entrando. Fiquei paradinha uns segundos, tentei me soltar, mas foi um erro grave, porque ele me pegou pela cintura e, sem piedade, me sentou por completo, me enfiando tudo.
Aaaaaaaaaaaaaa, esperaaaaaaaaaa, pelo amorrrrrrrrrrrr, me matassssssssss ayayayayayayayayaach. Acho que por um momento eu perdi a consciência, já recuperada, eu mesma comecei a subir e descer num vai e vem gostoso, gozando aquela piroca enorme.
Cê gosta da minha piroca? Hein, cê gosta, putinha?
Siiiiiiiiiiiiim, é uma delíciaaaaaaaa, a,a,a,a,a,a,a, dava pra ouvir meus gemidos, de repente ele me pegou pelas pernas e andou comigo pelo depósito, o tamanho da piroca dele era tão grande que não saía, a sensação era de enlouquecer.
Ele se deitou no chão, e eu fiquei sentada em cima dele, aí apoiei meus braços no peito dele e meus pés ao lado, assim eu me levantava e parecia uma espécie de sobe e desce, fechei meus olhos e assim respondi às perguntas dele enquanto terminava numa enxurrada, o esperma dele se misturou com o meu.
Cê gosta de ser putinha? Cê curte muito, putinha?
Sim, adoro ser putinha, asiiiiiiiiiii aaaaaaaaaa, que gostoso, me come mais, tira todo o meu gozo, papai.
O esperma dele correu dentro de mim como lava fervendo, meu corpo estava suado… as tetas doíam e meu clitóris estava inchado, assim como minha buceta.
Quero te comer pelo cu, cê quer que eu faça isso?
Sim, faz, arrebenta meu cu, com essa piroca gostosa… deixa ele cheio de porra.
Eu me empinei e ele colocou a piroca no meu cu, empurrou um pouco, mas senti tanta dor que não consegui evitar choramingar de medo.
Espera… nãooooooooo, por favor, não vai entrar, vamos esquecer isso.
Vamos, não tenha medo, só a pontinha, não vou deixar você ir sem meter pelo menos a ponta.
Mal ele disse isso e me pegou pela cintura, de novo sem piedade foi abrindo caminho, sem se importar com minha dor, não parava e pelo contrário, parecia que meus pedidos esquentavam ele mais, eu desmaiei e quando acordei, senti uma pontada no cu, estava enfiada por completo, um fiozinho de sangue escorria pelas minhas pernas, depois que a dor passou um pouco, fui me adaptando àquela piroca enorme, agora eu mesma me mexia com suavidade, me sentia bem preenchida como nunca, as mãos dele pegaram meus mamilos apertando com força, apesar da dor, eu estava gostando, senti o corpo dele ficar tenso, e um novo Um jato de porra entrou no meu cu, finalmente ele tirou o pau de dentro de mim. Toda dolorida, me apoiei nos fardos de papelão. O negão foi embora do mesmo jeito que chegou. Mario se apressou pra me ajudar a subir no carro. Exausta, apaguei no meio de Sergio e Francisco.
Quando chegamos em casa, Mario me cobriu só com a jaqueta dele, me ajudou a sair do carro. Ele se despediu e a gente entrou. Ele me ajudou a deitar na nossa cama, abriu minhas pernas e, enquanto olhava minha buceta escorrendo porra, igualzinho meu cu, se masturbou na minha frente.
Foi assim que dormi: cheia de porra, satisfeita, dolorida, mas com vontade de repetir tudo de novo.
Os gostos do Mario estavam ficando cada vez mais deliciosos pra mim. Dessa vez ele me surpreendeu ao me entregar pra um homem com uma piroca deliciosa. Meu cu foi aberto e cheio de porra como nunca.Você realmente quer que eu faça isso? Não é que eu esteja recusando, Mario, mas antes de aceitar, queria te perguntar uma coisa, posso?
Claro, Sônia, pergunta o que quiser.
Você realmente curte? Tipo, não te incomoda que me comam na sua frente? Por favor, seja sincero e responde minha pergunta, meu amor.
Sônia, quando eu te vi na outra vez, gemendo, aproveitando cada carícia, fiquei excitado pra caralho. Não sei se é normal ou não, mas adorei te ver gemer. Agora é tipo um vício, mas se te assusta, a gente não faz.
Não, Mario, não me assusta! Só queria ouvir da sua boca que você também curte. E nesse caso, fica tranquilo, pode aceitar o convite.
Valeu, amor! Sabia que você me entenderia.
Os dias passaram e, finalmente, numa tarde, ouvi Mario dizer o que já esperava.
Sônia, amanhã, sábado, vão passar aqui pra nos pegar. De manhã, vamos fazer compras, e às 5 da tarde a gente sai. Alguma dúvida?
Sim, que roupa eu vou levar?
É pra isso que a gente vai, amor. Quero que você se vista bem gostosa… prometi te vestir pra ocasião.
No dia seguinte, de manhã, fomos fazer compras. Primeiro, um minivestido preto, tipo tomara-que-caia, uma calcinha fio-dental vermelha minúscula que só tinha um triângulo pequenininho, mal cobrindo uma parte do meu triângulo de pelos, se é que dá pra chamar de cobrir um paninho super fino, umas sapatilhas vermelhas de salto alto e uma pulseira no tornozelo. Mario mostrou que tem bom gosto. Voltamos pra casa e, faltando uns 40 minutos pra hora, tomei banho, me maquiei, fiz um rabo de cavalo e me vesti. Primeiro a calcinha fio-dental, ficou justa, o elástico sumiu nas minhas nádegas carnudas, o triângulo mal cobria metade da minha buceta. O vestido colou na minha pele, mas quando eu andava, ele subia, deslizando pelas minhas pernas.
Devia ter uns 10 centímetros abaixo da minha bunda. Se eu me via muito gostosa, ainda mais com as sapatilhas lindas que torneavam minhas panturrilhas, mas acho que, se não tomasse cuidado com os movimentos, minha bunda aparecia fácil. E em cima… Meus mamilos dava pra ver por baixo do tecido sem problema nenhum, olhei pro Mario e perguntei meio tímida.
Mario, não posso sair de casa vestida assim! Tô com vergonha dos vizinhos.
Não se preocupa, coloca uma legging por baixo, assim não dá nada, a gente vê depois quando você tirar.
Com a legging me senti mais tranquila, coloquei um suéter pra cobrir os mamilos e assim a gente saiu quando ouvimos a buzina do carro de quem convidou o Mario e a linda esposa dele… ou seja, eu.
Ao sair, olhei meio nervosa, não era só uma pessoa, no banco de trás do carro tinham 2 caras de uns 46 anos, dirigindo um mais velho, o Mario entrou no banco do carona e eu fiquei no meio dos dois de trás, a gente saiu sem chamar atenção, não tinham passado nem 10 minutos quando o Mario falou sem hesitar.
Meu amor! Tira a legging e o suéter, já tamo longe de casa.
Aqui? Perguntei surpresa.
Sim, meu amor, vamos, mostra pros meus amigos como você tá com seu vestido.
Sem contradizer ele, tirei a legging e o suéter, por um momento pensei que aqueles caras iam me tocar ali mesmo, mas nada, eles foram muito educados e meio tímidos, a gente conversou sobre coisas sem importância e de repente o José, o homem que tava dirigindo, falou.
Precisamos de cigarros, rapazes, querem comprar aqui? Ou mais pra frente.
O do meu lado direito respondeu, sabe, José? Para na avenida Juárez, aí a Sonia desce pra comprar… engoli seco, já imaginava que não iam deixar eu colocar a legging nem o suéter, todos responderam animados que sim, que ali era o lugar certo.
Chegamos numa das avenidas mais movimentadas da cidade, antes de eu descer o José se apressou pra falar pro Mario e pra mim.
Mario, a partir de agora, você só pode olhar e ouvir, não pode participar de jeito nenhum, Sonia!, você agora só vai fazer o que a gente pedir, não importa se o Mario tá aqui, finja que ele não existe nesse momento, alguma pergunta? Mário só ficou em silêncio, eu, por minha vez, perguntei ingenuamente… posso vestir a legging?
Kkkkkkkkk, ouviram-se gargalhadas em uníssono, me senti meio sem graça.
Olha, Sônia, do jeito que você está vestida, vai sair assim, e sem desculpa, esse corpinho é pra ser admirado, não tenha medo, só sai naturalmente e compra os cigarros, a gente espera aqui.
Sem mais, saí do carro, andei com o rosto vermelho de vergonha, os comentários tarados vieram de quem não teve pudor de falar, alguns que, pra ser sincera, me deixaram meio excitada. Ali começou aquela noite de sexo onde fui pega numa espécie de orgia: “mamacita, que gostosa você tá” “te chupo até você gozar na minha boca, delícia” “com essa boquinha, tenho certeza que você adora mamar pinto, mami”
Por fim, ao voltar pro carro, me senti aliviada. Demos várias voltas por um parque, até que, depois de um tempo, quando as sombras da noite já caíam sobre a cidade, nos afastamos das ruas do centro e paramos numa rua deserta. Lá, José deu uma instrução:
— Desce e anda até a esquina, fica lá parada por uns minutos, como se fosse uma puta. Se alguém parar pra te perguntar algo, você sabe o que responder, mas não sobe no carro. A gente vai passar e você entra.
Andei pela rua meio escura, só os saltos das minhas sapatilhas quebravam o silêncio da noite. Não tinha chegado na esquina quando um carro virou e diminuiu a velocidade, parou na minha frente e, abaixando o vidro, me perguntou:
— Quanto você cobra pra chupar meu pau?
— Desculpa, tô esperando um cliente.
— Poxa, quem sabe outro dia.
Ele foi embora e eu continuei andando. Outro carro se aproximou e agora me disseram:
— Quanto pra fazer no seu cu, mami?
— Desculpa, já tô ocupada.
— Sem chance, puta, fica pra outra vez.
Por fim, eles se aproximaram e eu entrei no carro. Fomos embora, e dessa vez não tinha nada daqueles homens tímidos. O da esquerda enfiou a mão e tocou minha buceta, pelo tecido fino… da calcinha estava encharcada, a ponto de a mão dela sair molhada, sorrindo ela falou alto.
Olha só, amigos, ela gosta de brincar de putinha, tá toda molhada, vamos, se apressa pra chegar que já tô com a pica dura… mete a mão aí, Sergio, sente como ela tá quente.
O Sergio enfiou a mão e confirmou o que o Francisco tinha dito, em poucos minutos chegamos no que parecia um depósito, os dois, Sergio e Francisco, desceram e abriram, o carro entrou e quando desci, o José já se apressou pra falar com o Mario.
Pode sentar naquelas caixas de madeira, enquanto a gente curte a sua “putinha”.
O Mario andou e sentou, agora começava o show.
O Sergio caminhou e parou na minha frente, colocou as mãos no elástico do meu vestido, bem onde começam meus peitos, e com um puxão forte arrancou ele, jogou pro lado todo rasgado, e agora o José, se colocando atrás de mim, me pegou pelos braços e me segurou firme… o Francisco pegou a calcinha e arrancou do meu corpo, meu corpo tremia com aquela atitude, nunca tinham me tratado com tanta brutalidade, o José me soltou e aproveitou pra me dar um tapa forte na bunda, o Sergio me pegou nos braços e rodeou minha cintura, me apertou o mais forte que pôde, senti que ia sufocar, depois o José e o Sergio me pegaram cada um por uma perna, passaram meus braços pelos deles e me levantaram abrindo minhas pernas, fiquei com a buceta exposta, o Francisco se apressou pra chupar minha buceta, me senti muito excitada, aquela língua entrava e saía da minha buceta e tocava meu cu sempre que podia, me largaram no chão e agora eles se desp iram, enquanto eu observava.
O Sergio parou na minha frente e me obrigou a chupar a pica dele, o José abriu minhas pernas e se jogou pra chupar minha bucetinha, enquanto o Francisco fez o mesmo com meu cu, de vez em quando eu soltava a pica do Sergio e deixava escapar gemidos fortes, assim eles e o Mario saberiam que eu tava gostando, um por um trocaram de lugar, cada um terminou na minha boca, enquanto minha buceta pedia pra ser comida, sentia ela pulsando… mas nada, não me comiam, olhei pra eles surpresa e eu Perceberam que os paus deles estavam murchos, se olharam e, sorrindo, ouviram José.
Vamos dar o prêmio pra essa "puta", que ela goze e grite quando o negro meter o pau nela... pode sair, negro.
Um homem alto, de pele escura, saiu de um canto, completamente nu. O corpo magro dele fazia o pau parecer ainda mais agressivo, grosso e comprido. Senti medo de me machucar, mas no fundo eu queria aquilo. Ele me pegou no colo e caminhou comigo, parou onde Mario estava sentado, me deitou de bruços sobre os fardos de papelão e me colocou de quatro. Mario ia trocar de lugar, mas o negro ordenou seco:
Fica aí. Se você gosta de olhar, agora vai ver como se fode uma puta igual a que você tem. Vai ouvir ela gemer de prazer e vai ver ela escorrendo de porra quando eu terminar. Vou arrebentar o cu dela. Olha o tamanho do meu pau.
Ele me pegou pelas pernas e me puxou pra boca dele. A língua dele se esbaldou primeiro no meu cu. Meus gemidos dava pra ouvir claramente. Meus peitos balançavam no ritmo. Ele me virou e me colocou de joelhos, abriu minhas pernas e enfiou os dedos na minha buceta, como se fosse um pau, metendo e tirando rápido. Em segundos, me fez ficar toda molhada. Perdi as forças e, antes que eu me recuperasse, me tirou do fardo de papelão. Me levantou, apoiei as mãos no fardo, ele abriu minhas pernas e, sem piedade, me masturbou de novo. Desfalecida, quase caí no chão.
Agora ele me virou e, de joelhos, me obrigou a chupar o pau enorme dele. Escorreram lágrimas dos meus olhos. Não consegui enfiar tudo, só uns centímetros. Por fim, ele me ajudou a ficar de pé, puxou uma cadeira de madeira e sentou. Me pediu pra sentar em cima dele enquanto eu mesma tinha que me enfiar.
Mesmo estando bem lubrificada, senti dor quando o pau dele foi entrando. Fiquei paradinha uns segundos, tentei me soltar, mas foi um erro grave, porque ele me pegou pela cintura e, sem piedade, me sentou por completo, me enfiando tudo.
Aaaaaaaaaaaaaa, esperaaaaaaaaaa, pelo amorrrrrrrrrrrr, me matassssssssss ayayayayayayayayaach. Acho que por um momento eu perdi a consciência, já recuperada, eu mesma comecei a subir e descer num vai e vem gostoso, gozando aquela piroca enorme.
Cê gosta da minha piroca? Hein, cê gosta, putinha?
Siiiiiiiiiiiiim, é uma delíciaaaaaaaa, a,a,a,a,a,a,a, dava pra ouvir meus gemidos, de repente ele me pegou pelas pernas e andou comigo pelo depósito, o tamanho da piroca dele era tão grande que não saía, a sensação era de enlouquecer.
Ele se deitou no chão, e eu fiquei sentada em cima dele, aí apoiei meus braços no peito dele e meus pés ao lado, assim eu me levantava e parecia uma espécie de sobe e desce, fechei meus olhos e assim respondi às perguntas dele enquanto terminava numa enxurrada, o esperma dele se misturou com o meu.
Cê gosta de ser putinha? Cê curte muito, putinha?
Sim, adoro ser putinha, asiiiiiiiiiii aaaaaaaaaa, que gostoso, me come mais, tira todo o meu gozo, papai.
O esperma dele correu dentro de mim como lava fervendo, meu corpo estava suado… as tetas doíam e meu clitóris estava inchado, assim como minha buceta.
Quero te comer pelo cu, cê quer que eu faça isso?
Sim, faz, arrebenta meu cu, com essa piroca gostosa… deixa ele cheio de porra.
Eu me empinei e ele colocou a piroca no meu cu, empurrou um pouco, mas senti tanta dor que não consegui evitar choramingar de medo.
Espera… nãooooooooo, por favor, não vai entrar, vamos esquecer isso.
Vamos, não tenha medo, só a pontinha, não vou deixar você ir sem meter pelo menos a ponta.
Mal ele disse isso e me pegou pela cintura, de novo sem piedade foi abrindo caminho, sem se importar com minha dor, não parava e pelo contrário, parecia que meus pedidos esquentavam ele mais, eu desmaiei e quando acordei, senti uma pontada no cu, estava enfiada por completo, um fiozinho de sangue escorria pelas minhas pernas, depois que a dor passou um pouco, fui me adaptando àquela piroca enorme, agora eu mesma me mexia com suavidade, me sentia bem preenchida como nunca, as mãos dele pegaram meus mamilos apertando com força, apesar da dor, eu estava gostando, senti o corpo dele ficar tenso, e um novo Um jato de porra entrou no meu cu, finalmente ele tirou o pau de dentro de mim. Toda dolorida, me apoiei nos fardos de papelão. O negão foi embora do mesmo jeito que chegou. Mario se apressou pra me ajudar a subir no carro. Exausta, apaguei no meio de Sergio e Francisco.
Quando chegamos em casa, Mario me cobriu só com a jaqueta dele, me ajudou a sair do carro. Ele se despediu e a gente entrou. Ele me ajudou a deitar na nossa cama, abriu minhas pernas e, enquanto olhava minha buceta escorrendo porra, igualzinho meu cu, se masturbou na minha frente.
Foi assim que dormi: cheia de porra, satisfeita, dolorida, mas com vontade de repetir tudo de novo.
2 comentários - Uma boa pica preta pro meu cu.
Quiero cogerte por el culo, ¿quieres que lo haga?
Si, hazlo, rompe mi culo, con esa rica verga…déjalo lleno de leche.
Me empino y puso su verga en mi ano, empujo un poco pero sentí tanto dolor que no pude evitar lloriquear asustada.
Espera… nooooooooo, por favor no podrá entrar, olvidémoslo.
Vamos, no tengas miedo, solo la puntita, no te dejare ir sin meterte aunque sea la punta.
Apenas dijo esto y me tomo de la cintura, nuevamente sin piedad se abrió paso, sin importar mi dolor, no se detenía y al contrario parecía que mis suplicas lo calentaban mas, me desmalle y cuando reaccione, sentí como me punzaba el ano, estaba ensartada por completo, un hilillo de sangre escurría por mis piernas, pasado un poco el dolor, me fui adaptando a semejante verga, ahora yo misma me movía con suavidad, me sentía bien llena como nunca, sus manos tomaron mis pezones apretándolos con brusquedad, a pesar del dolor, me estaba gustando, sentí como se ponía tenso su cuerpo, y un nuevo torrente de leche entro en mi ano, por fin me saco la verga