Olá pessoal, tudo bem? Então, vou contar que foi bem difícil me decidir a criar uma conta e mais ainda postar isso. Sou meio indecisa e medrosa até me decidir, aí ninguém me segura, haha.
Vou contar que me chamo Soledad (embora todo mundo me chame de Sole ou Solcito), tenho 34 anos, solteira, mas em um relacionamento (meio desgastado e mais que rotineiro) há 8 anos (com uns perrengues no meio). Ainda não tenho filhos, sou formada em Relações Trabalhistas, trabalho no RH de uma multinacional (um trampo super repetitivo e às vezes chato). Ah, e esqueci de dizer que sou uruguaia, moro em Montevidéu.
Fisicamente, sou normal, não sou gorda nem magrela, mas muita gente fala que sou bonita, então acreditei 😉. Tenho 1,68m, cabelo castanho escuro, bem liso.
Sou uma boa pessoa, embora às vezes tenha que admitir (já que é só entre nós) que não me comportei muito bem.
Há alguns anos, percebi que não tenho o dom da fidelidade — fazer o quê, todo mundo tem defeitos, né?
Já aprontei algumas na vida e espero continuar aprontando, porque no fim das contas a vida é uma só e a gente tem que tentar aproveitar e viver da melhor forma possível.
A primeira história que vou contar aconteceu há alguns anos. Na época, eu tinha 20 anos. Já estava namorando há uns cinco anos um cara 7 anos mais velho que eu.
Conheci ele antes de fazer 16 anos e, claro, foi meu primeiro homem e meu primeiro tudo. Eu era uma menina que não conhecia nada, não sabia de nada.
Foi o pior relacionamento da minha vida por vários motivos, e hoje, com meus olhos experientes, vejo que ele não sabia transar e não fazia ideia de como tratar uma mulher. Mas fazer o quê, eu não tinha como saber e muito menos com o que comparar.
A questão é que, quando eu tinha 20 anos, trabalhava numa empresa onde precisava me comunicar por telefone direto com vendedores que moravam em outras cidades.
Eram muitos. e olha, não é por nada não, mas eu sempre fui muito simpática e educada, por isso tinha uma relação boa com todo mundo. Mas tinha alguém que era um pouco especial e que eu tratava melhor que os outros. Ele se chamava Andrés, era 5 anos mais velho que eu, e tinha uma voz realmente encantadora, era super simpático e, sinceramente, fui me apaixonando. Bom, conversa vai, conversa vem, decidimos um dia nos encontrar para nos conhecer.
No começo, achei horrível porque eu tinha namorado e achava que era uma traição, mesmo que fosse só pra conhecer ele e não rolar nada. No final, meu namorado me enchia tanto o saco que resolvi me encontrar com ele. Escolhemos uma cidade neutra, Montevidéu (os dois morávamos no interior na época). Cidade grande onde ninguém ia nos reconhecer. Nos encontramos num shopping (pra quem é do meu país, o de Punta Carretas).
Conto pra vocês que, quando vi ele, não fiquei apaixonada, mas também não era feio. Ele era bonito de rosto, tinha uns olhos verdes lindos, um sorriso impecável e usava um perfume incrível. O único defeito pra mim era a altura, muito baixinho pro meu gosto (eu gosto de homens altos, grandões, fortões). Mas naquele momento, não liguei.
A gente se olhou e na hora percebi que ia ter química. Ele ficou me encarando como se tivesse bobão, eu fui vestida com uma blusinha, saia rodadinha e sapatilha (meio infantil, eu sei, mas lembrem que eu só tinha 20 anos). A gente deu umas voltas e ele disse: "A gente janta aqui ou você quer ir jantar no apartamento de um amigo? Ele foi pra casa da namorada e eu tenho a chave" (pensei: que conveniente, e que amigo gente boa). Como eu, mesmo estando em outra cidade, tinha pavor de ser vista, falei: "bora, vamos na casa do seu amigo".
Bom, conto pra vocês que do jantar a gente nunca lembrou, nenhum dos dois teve fome, pelo menos naquele momento, hehe. A gente conversou um pouco, ele era realmente um amor, o Andrezinho. Abriu uma garrafa de vinho, eu não gosto muito de Ele veio, mas aceitei um drink.
Começou a ficar carinhoso e, pra ser sincera, não consegui resistir. Não consigo explicar a quantidade de sensações diferentes que senti ao ser tocada por outro homem. Ele me beijou no pescoço e... tá, pra que vou mentir? Perdi todos os escrúpulos que eu podia ter.
Só posso dizer que ele me levantou no colo, me levou pra cama do amigo e me comeu como nunca tinha sido comida. Ele era incansável; se não me engano, foram cinco gozadas em poucas horas, e não tô mentindo. Foi a primeira vez que senti um orgasmo provocado por um homem.
Foi inesquecível, de verdade. Me senti mais mulher, mais feminina.
Nem preciso dizer que, depois disso, minha vida nunca mais foi a mesma. Fiquei mais um tempo com meu namorado, vi o Andrés mais uma vez, mas não foi a mesma coisa, e depois, sinceramente, não me interessou mais. Ele continuou me ligando e insistindo por um tempo, mas eu não quis mais nada. Não era o que eu queria pra minha vida, e meu namorado também não era. Por isso, mandei ele pra merda, e foi aí que minha vida realmente começou.
Mas isso fica pra outros posts.
Bom, espero não ter entediado vocês. Tenham paciência, sou novata nisso, não tenho experiência. Digamos que sou uma virgem em contos eróticos, hehe.
Aceito dicas e sugestões.
Tchau, amigues!
Vou contar que me chamo Soledad (embora todo mundo me chame de Sole ou Solcito), tenho 34 anos, solteira, mas em um relacionamento (meio desgastado e mais que rotineiro) há 8 anos (com uns perrengues no meio). Ainda não tenho filhos, sou formada em Relações Trabalhistas, trabalho no RH de uma multinacional (um trampo super repetitivo e às vezes chato). Ah, e esqueci de dizer que sou uruguaia, moro em Montevidéu.
Fisicamente, sou normal, não sou gorda nem magrela, mas muita gente fala que sou bonita, então acreditei 😉. Tenho 1,68m, cabelo castanho escuro, bem liso.
Sou uma boa pessoa, embora às vezes tenha que admitir (já que é só entre nós) que não me comportei muito bem.
Há alguns anos, percebi que não tenho o dom da fidelidade — fazer o quê, todo mundo tem defeitos, né?
Já aprontei algumas na vida e espero continuar aprontando, porque no fim das contas a vida é uma só e a gente tem que tentar aproveitar e viver da melhor forma possível.
A primeira história que vou contar aconteceu há alguns anos. Na época, eu tinha 20 anos. Já estava namorando há uns cinco anos um cara 7 anos mais velho que eu.
Conheci ele antes de fazer 16 anos e, claro, foi meu primeiro homem e meu primeiro tudo. Eu era uma menina que não conhecia nada, não sabia de nada.
Foi o pior relacionamento da minha vida por vários motivos, e hoje, com meus olhos experientes, vejo que ele não sabia transar e não fazia ideia de como tratar uma mulher. Mas fazer o quê, eu não tinha como saber e muito menos com o que comparar.
A questão é que, quando eu tinha 20 anos, trabalhava numa empresa onde precisava me comunicar por telefone direto com vendedores que moravam em outras cidades.
Eram muitos. e olha, não é por nada não, mas eu sempre fui muito simpática e educada, por isso tinha uma relação boa com todo mundo. Mas tinha alguém que era um pouco especial e que eu tratava melhor que os outros. Ele se chamava Andrés, era 5 anos mais velho que eu, e tinha uma voz realmente encantadora, era super simpático e, sinceramente, fui me apaixonando. Bom, conversa vai, conversa vem, decidimos um dia nos encontrar para nos conhecer.
No começo, achei horrível porque eu tinha namorado e achava que era uma traição, mesmo que fosse só pra conhecer ele e não rolar nada. No final, meu namorado me enchia tanto o saco que resolvi me encontrar com ele. Escolhemos uma cidade neutra, Montevidéu (os dois morávamos no interior na época). Cidade grande onde ninguém ia nos reconhecer. Nos encontramos num shopping (pra quem é do meu país, o de Punta Carretas).
Conto pra vocês que, quando vi ele, não fiquei apaixonada, mas também não era feio. Ele era bonito de rosto, tinha uns olhos verdes lindos, um sorriso impecável e usava um perfume incrível. O único defeito pra mim era a altura, muito baixinho pro meu gosto (eu gosto de homens altos, grandões, fortões). Mas naquele momento, não liguei.
A gente se olhou e na hora percebi que ia ter química. Ele ficou me encarando como se tivesse bobão, eu fui vestida com uma blusinha, saia rodadinha e sapatilha (meio infantil, eu sei, mas lembrem que eu só tinha 20 anos). A gente deu umas voltas e ele disse: "A gente janta aqui ou você quer ir jantar no apartamento de um amigo? Ele foi pra casa da namorada e eu tenho a chave" (pensei: que conveniente, e que amigo gente boa). Como eu, mesmo estando em outra cidade, tinha pavor de ser vista, falei: "bora, vamos na casa do seu amigo".
Bom, conto pra vocês que do jantar a gente nunca lembrou, nenhum dos dois teve fome, pelo menos naquele momento, hehe. A gente conversou um pouco, ele era realmente um amor, o Andrezinho. Abriu uma garrafa de vinho, eu não gosto muito de Ele veio, mas aceitei um drink.
Começou a ficar carinhoso e, pra ser sincera, não consegui resistir. Não consigo explicar a quantidade de sensações diferentes que senti ao ser tocada por outro homem. Ele me beijou no pescoço e... tá, pra que vou mentir? Perdi todos os escrúpulos que eu podia ter.
Só posso dizer que ele me levantou no colo, me levou pra cama do amigo e me comeu como nunca tinha sido comida. Ele era incansável; se não me engano, foram cinco gozadas em poucas horas, e não tô mentindo. Foi a primeira vez que senti um orgasmo provocado por um homem.
Foi inesquecível, de verdade. Me senti mais mulher, mais feminina.
Nem preciso dizer que, depois disso, minha vida nunca mais foi a mesma. Fiquei mais um tempo com meu namorado, vi o Andrés mais uma vez, mas não foi a mesma coisa, e depois, sinceramente, não me interessou mais. Ele continuou me ligando e insistindo por um tempo, mas eu não quis mais nada. Não era o que eu queria pra minha vida, e meu namorado também não era. Por isso, mandei ele pra merda, e foi aí que minha vida realmente começou.
Mas isso fica pra outros posts.
Bom, espero não ter entediado vocês. Tenham paciência, sou novata nisso, não tenho experiência. Digamos que sou uma virgem em contos eróticos, hehe.
Aceito dicas e sugestões.
Tchau, amigues!
11 comentários - Minha primeira vez nos contos da Poringa
Un dato tan casual y que pocas chicas destacan es la importancia que les dan a detalles como una dentadura perfecta, pero que en la realidad influye en la primera impresión.
En fin, lástima que vivo lejos pero espero leer mas.
ahora si... jejej yo soy mas vete...grandote.. ni muy muy ni tan tan...pero qeu la pasariamos lindooooo
firmalo che!!! ajaja besos bombonccito..te sigo..te reco..miendo y puntos jejeje
huff solsito que buen relato
descubrir esas sensaciones.... siendo una nena... y que nena!!! jajajajaajajaj
gracas or compartir y quedas omprometida a seguir...
besotes y van puntos
besos
las disculpas del caso....
😉