Espiando a nova secretária gostosa

Tem horas em que as mudanças são favoráveis, e essa era uma delas pra mim.

Eu tava imerso numa rotina que já começava a me sufocar e precisava de ares novos.

Tenho uma vida muito organizada pro gosto de muitos... uma mulher gostosa... uma casa confortável... e uma profissão que me rendeu muito bem e me permitiu não me preocupar com grana.

Mas cheguei naquele ponto onde tudo que tenho não me faz mais feliz... tinha um vazio na minha vida e sabia que me faltavam emoções novas pra me fazer sentir que ainda tinha muito pra aproveitar.

Foi quando me avisaram na empresa onde trabalho que eu teria que me mudar pro novo escritório em outra cidade!

Achei uma boa ideia... ia ver gente nova... outro espaço... outro caminho pro trabalho. Ia me fazer bem nesse momento.

A primeira semana foi de adaptação ao prédio moderníssimo e às salas que nos deram. Quando entrei no meu escritório, fiquei encantado.

Era relaxante pra caralho, gostei, mas o que realmente chamou minha atenção foi descobrir que meu computador tinha algo especial.

Tinha um programa extra que permitia ver as imagens gravadas pelas câmeras de segurança do andar inteiro, da entrada do meu escritório até o elevador.

Achei muito curioso, tinha acesso pra espionar os outros e até a mim mesmo. Bom, dentro do meu escritório parecia não ter câmera nenhuma. Mas por que eu teria esse privilégio?

Era muito estranho, será que era um erro ou alguém mais podia ver a mesma coisa que eu?

Ia ter que descobrir mais sobre isso, mas na discrição. A verdade é que eu tinha adorado a ideia de ter esse poder de espionar os outros sem que eles soubessem, até a secretária que me designaram.

Era novinha, gostosa e sexy. Uma tentação, pensei desde a primeira vez que vi ela. Mas eu tenho minhas regras e essa era uma buceta que eu não ia provar. Mas podia olhar pra ela sem que ela soubesse.

Claro que eu não contava com a presença da secretária. da outra firma com quem agora dividíamos o andar.

Foi assim que começou minha história com ela.

Geralmente chego bem cedo no escritório e naquela manhã, no elevador, encontrei aquela mulher gostosa que me cumprimentou amigavelmente, como se me conhecesse. Devia ter minha idade, embora parecesse muito mais nova, que pedaço de mulher! pensei. Era tipo uma garota poringa, linda e muito sexy.

Vocês não sabem quem são? ... Deviam saber! ...

Essa cutie era divina mesmo.

Ela estava vestida com um look de executiva… mas extremamente sexy, diria que a presença dela era imponente e cheirava tão tasty que me deixei levar pelo aroma dela.

Ela sorriu pra mim um par de vezes enquanto olhava esperando a porta do elevador abrir. Saiu no mesmo andar na minha frente, enquanto eu fiquei atrás dela olhando aquela bunda maravilhosa... que ela tem e aquele corte da saia justa que ela usava e deixava ver as coxas torneadas até dar asas à minha imaginação de querer ver mais...

! De que cor seria a calcinha dela!!!....! pelo amor de Deus, no que eu tava pensando!

Entrei no meu escritório e comecei a trabalhar. Passei a manhã toda atendendo ligações e programando reuniões que me ocupariam o dia inteiro, mas mais de uma vez fiquei pensando nela...

Quem seria? … me conhecia de outro lugar e eu não lembrava.

Fiquei curioso pra saber mais.

Lembrei que podia ver pelas câmeras do andar. Comecei a olhar cada imagem até que a localizei.

Era bom demais isso de espionar, podia vê-la muito bem daqui. Ela sentada na mesa dela trabalhando... cruzava as pernas toda vez que falava ao telefone e a saia justa subia deslizando sobre as coxas deixando ver mais... tinha um ângulo muito bom, como se fosse um diretor de cinema com a melhor imagem da atriz dele.

Embora eu gostasse mais da cena quando ela abria as pernas de novo... deixando ver aquele pequeno triângulo escuro no fundo das coxas... imagem linda.

E o que dizer quando ela juntava Os braços dela na frente do corpo como num abraço, e os peitos dela aparecendo por cima do botão da blusa de forma abundante... insinuantes... apetitosos... ou quando ela lia no computador e brincava com uma mecha do cabelo dela de forma suave, como se estivesse se acariciando.

Eram movimentos sensuais os dela, e como eu tava gostando daquela mulher. Já tava hipnotizado com ela e excitadíssimo!!!

Tive que voltar pro meu trabalho de novo, mas tinha que dar um jeito de saber quem ela era.

Fiquei assim vários dias, espiando o que ela fazia sempre depois do meio-dia, quando todo mundo começava a sair pra almoçar e ela ficava um pouco mais.

Ela tirava os sapatos debaixo da mesa e relaxava o pescoço, girando pra cada lado enquanto abria um pouco a camisa e começava a ler, enquanto brincava enrolando os dedos no cabelo e com a outra mão acariciava as coxas dela discretamente. Parecia que nada interrompia a leitura divertida dela, depois abria a bolsa, tirava um estojo, levantava e ia pro banheiro. Uns quinze minutos depois, voltava radiante, guardava o estojo, pegava a bolsa e saía pra almoçar.

Todo dia era a mesma rotina no mesmo horário.

A postura de relaxar, a leitura, o nécessaire, ir pro banheiro, voltar radiante e sair pra almoçar. O comportamento repetitivo dela tinha despertado minha curiosidade. Vi ela umas duas vezes conversando com minha secretária, então perguntei quem era.

— É a Vera! — disse — a assistente do gerente da área jurídica — concluiu falando sem dar mais detalhes, e eu também não perguntei mais, pra não levantar suspeitas de que eu tava interessado.

Comecei a ficar de olho no horário que ela chegava pra cruzar com ela nem que fosse no elevador, ou esperar de tarde na hora que ela ia embora e coincidir com ela.

Não tínhamos assuntos de trabalho pra conversar, mas alguma coisa ia me ocorrer pra puxar papo.

Comecei a cumprimentar ela onde quer que a encontrasse, e ela respondia com um: "oi!" Sempre sorrindo. Acho Percebi que eu era só mais um agindo como um cachorro atrás de uma mulher no cio, e dava pra ver no meu olhar algo além de uma simples cortesia. Será que era tão evidente assim?
Não era o único cara bobão, porque ela monopolizava a atenção de todos os homens por perto.

Mas ela não se incomodava com os olhares, e acho que o meu não parecia desagradá-la; pelo contrário, ela me encarava fixo nos olhos, como se me desafiasse a ver até onde eu era capaz de ir.

Um par de vezes, quando o elevador começava a encher de gente, acabei ficando atrás dela, tão... mas tão perto, que pude sentir ela respirando em cima de mim, e o calor do corpo dela me envolveu, com o perfume invadindo meus sentidos.

Não consegui esconder meus desejos, e naquela manhã foi tão óbvio o que ela me causava que, toda vez que o elevador parava, meu pau duro acabava encostado na bunda dela. Eu tava morrendo de vontade, e ela percebeu; a reação dela foi manter o corpo colado no meu, dando permissão pra essas roçadas entre a gente. Ela se mexia devagar, como se quisesse conhecer o tamanho do meu pacote. Fechei os olhos por uns instantes, imaginando como seria sentir tudo dentro dela, quando senti a mão dela roçando na minha calça, acariciando meu pau. Esse foi o convite pra eu, disfarçadamente, deixar meus dedos escorregarem por baixo da saia dela até chegar na buceta dela. Não sei se alguém percebeu o que tava rolando, mas eu queria que todo mundo sumisse e só ficássemos nós dois. Era uma delícia sentir a umidade do desejo dela entre meus dedos enquanto eu esfregava, mas foram momentos tão rápidos que terminaram de repente quando o elevador abriu, e ela tirou minha mão com cuidado e saiu na minha frente como se nada tivesse acontecido.

O que vou dizer desse episódio...

Entrei no meu escritório direto pro banheiro pra aliviar, tava explodindo. Essa mulher despertava em mim um tipo de luxúria animal, impossível de me controlar. Mas agora eu tinha certeza de que ela queria a mesma coisa que eu e tava disposta a continuar. procurando ela até saciar aquela vontade que me consumia de desejo.

Naquele dia, esperei o meio-dia, na hora em que ela ia sozinha para o banheiro. Vi pelos vídeos que não tinha mais ninguém no setor e a segui. Quando me viu entrar no banheiro feminino, ela não se surpreendeu. Estava de frente para os espelhos da pia, penteando o cabelo, e estava ainda mais linda… irresistível.

— Quero falar com você, Vera — falei.

Era mentira. Queria terminar o que começou no elevador.

— Quer terminar o que começou no elevador? — disse ela, sorrindo. Estava lendo meus pensamentos. — Não acha que está se arriscando ao entrar aqui? Podia ter falado comigo lá fora, chegado na minha mesa ou me ligado.

— Não tô nem aí agora — respondi. — Você tem razão, mas eu precisava te ver. Não consigo esquecer o que aconteceu hoje e… quero continuar. Por que negar que sinto coisas muito fortes por você? Desde que te vi pela primeira vez, não faço outra coisa senão ficar de olho em você. Acho que sabe quem eu sou e com certeza sabe mais de mim do que imagino.

Eu estava tão perto dela e queria tanto beijá-la. Enquanto eu falava, ela me encarava fixamente, como se visse através dos meus olhos minha alma se despindo.

— Sei quem você é — disse ela. — Mas tenho minhas regras e não me envolvo com alguém do trabalho.

— Mas pode ser um segredo entre nós, ninguém precisa ficar sabendo.

Eu tentava convencê-la, senão não conseguiria continuar vendo ela. Ela sorria docemente, e minhas palavras pareciam engraçadas para ela… não sei quantas coisas mais falei tentando que ela aceitasse, quando, de repente, ela me beijou. Assim, simplesmente, calou minha tagarelice. Cobriu meus lábios com um delicioso beijo de língua que me deixou sem fôlego. A boca dela era tão gostosa quanto imaginei; só consegui segurar sua cintura e puxá-la para perto do meu corpo, pra ela sentir como me deixou duro. O calor da minha virilha se fundiu com a buceta dela, e senti o peito dela começar a ofegar, enquanto a excitação tomava conta do corpo dela nos meus braços. Não Deixei passar um segundo, queria ver ela gozar, então fui direto tocar a buceta dela. Dessa vez meus dedos deslizaram ansiosos pra penetrar e não teve resistência, já tava preparada e lubrificada pra me receber. Ela começou a gemer entre os beijos que a gente trocava. Ela me tocou de novo, dessa vez com mais intensidade, tentando libertar meu pau do aprisionamento. Enfiou a mãozinha dela e me acariciou suavemente. Aí parou e disse:

— A gente tá louco! Você me surpreende. Quem diria, tão sério o senhor. Espera um momento. — falou.

Foi até a porta, olhou pra fora e trancou. Depois veio na minha direção decidida. Eu tava pronto pra tudo.

— Essa é minha hora de break do escritório e posso fazer o que eu quiser. Agora vem… — disse, sentando na pia e abrindo as coxas, num convite claro pra eu devorar a buceta dela. — Quero ver como você faz. Se me deixar satisfeita, vou te dar tudo que você quer. Esse é o trato.

Não foi sacrifício nenhum pescar naquele mar de delícia enquanto ela começou a envolver meu corpo com as pernas, me prendendo e puxando pra enterrar de vez minha cara na boceta pulsante dela. Ela se mexia e gemia intensamente no ritmo do movimento dos meus lábios, e olha, tava me enlouquecendo. Eu tava prestes a explodir de prazer. Pensei que ia estourar dentro da calça. Quando ela pegou da bolsa um vibrador médio e, entre gemidos, me entregou.

— Usa ele. Quero que me penetre com isso enquanto me chupa. — ordenou.

— Quero te penetrar, tô morrendo de vontade de sentir você, olha como eu tô — falei, mostrando meu pau inchado.

— Agora não. Quero que você me masturbe. Me satisfaz.

Nunca tinha segurado um desses aparelhos na mão. Achava que meus dedos já bastavam. Mas ela veio preparada. Girei o botão e ele começou a vibrar. Simples assim. Comecei a esfregar no clitóris, enquanto ia ficando mais molhada, até que ela disse:

— Faz agora. Me penetra. Quero ele dentro. Vai.

Obedeci e enfiei de uma vez, e ela soltou um gemido intenso. Agora morde, morde e me beija, não para não.

Com uma mão comecei a meter nela com o vibrador enquanto com a outra abri a blusa dela pra beijar os peitos dela, e ela me ajudou.

— Me beija... me beija assim... e me morde mais, que você tá fazendo muito bem. — ela disse — Assim que eu gosto.

Eu tava levando ela ao limite, dava pra ver nos gemidos dela e na cara dela que mostrava como ela tava gozando, senti minha mão completamente molhada e os espasmos do corpo dela começaram a rolar, enquanto ela apertava meus braços e me beijava pra não gritar.

O que vou dizer, eu fui junto com ela. Não consegui me segurar mais... senti a energia dela percorrer meu corpo antes de gozar sem nem me tocar.

Me senti envergonhado por um momento. Nunca tinha acontecido algo assim comigo. Ela se recuperou e me olhou satisfeita. Abaixou minha calça e começou devagar a beijar meu pau enquanto ia limpando os vestígios da minha excitação. Não deixou nada fora da boca dela e eu senti de novo ele ganhar vida entre os lábios dela. Ela adorava o que fazia... delicadamente... esfregando ele no rosto dela. Depois pegou meu lenço, molhou e terminou de me limpar.

— Hora de ir — ela disse — Isso foi só um aperitivo. Vou pensar em você na minha hora do lanche. Hoje você ganhou o jantar. — enquanto guardava o vibrador e arrumava a roupa dela.

Ela me beijou de novo intensamente antes de ir, pediu pra eu esperar antes de sair, pra ninguém nos ver juntos. A verdade... Fiquei pensando no jantar.

Se isso tinha sido só uma provinha dela... o que mais me esperava...
FIM
Espero que vocês tenham gostado da história. Se ficaram com gostinho de quero mais, esperem eu terminar a segunda parte e postar aqui nos meus próximos posts!! 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤

Não vão embora sem comentar!! 😀

0 comentários - Espiando a nova secretária gostosa