Só um sonho?

Quando a noite chegou, eu realmente não sabia o que fazer. O dia inteiro tive a imagem dela na minha cabeça: o rosto dela, o corpo dela, imaginei ela em todas as posições do Kama Sutra que conheço e em várias outras que inventei pra ela. Vejo o rostinho dela corado e os gemidos enquanto ela curte cada empurrada que dou dentro dela. Olho pra minha entreperna e lá está meu pau, duro e comprido feito um ferro.

Tomei um banho frio pra aliviar o tesão, mas não adiantou nada. Fui pra cama sem me tocar... ela não era pra mim, era a namorada do meu amigo. Eu mesmo tinha uma namorada e um bebê com ela... mas desde que vi como ela beijava meu amigo, a sensualidade dela e a safadeza com que se entregava, minha libido acendeu por ela. Agora, sozinho na cama, percebo que sou um porco.

Duas horas se passaram e sem conseguir dormir, comecei a sussurrar o nome dela bem devagar, sentindo o gosto de pronunciá-lo. Depois de um tempo, algo estranho aconteceu: vi ela saindo de entre meus lençóis com um conjunto de lingerie destruidor de tão gostoso. Se antes eu já tava duro, agora tava explodindo.

— Diana... — falei quando ela parou o olhar no meu pau. Com a ponta do dedo indicador, ela roçou a cabeça dele, me fazendo gemer de prazer por tê-la na minha cama. Passei a mão na bochecha dela, esperando que a qualquer momento ela sumisse, mas não sumiu. Vendo que ela tava ali comigo, não consegui me segurar e puxei ela pra um beijo. Enfiei minha língua na boca dela com desespero enquanto minha mão acariciava o peito firme e grande dela. Abaixei o sutiã e brinquei com os biquinhos até eles ficarem durinhos e prontos pra serem chupados. Inclinei o corpo dela pra trás e peguei com meus lábios aqueles botõezinhos rosados que me chamavam pra pecar. Desci a mão e esfreguei o meio dela por cima da calcinha até ela ficar molhada. Afastei o tecido fininho que a cobria, deixando livre acesso pra enfiar um dos meus dedos nela — eu grunhi — não aguentava mais, mas precisava provar ela. Deitei o corpo dela na cama, enquanto Eu me levantei, tirei a calcinha dela e olhei o que logo seria meu... a buceta dela, rosada e suculenta, o néctar que eu esperava que tivesse gosto de glória. Desci, deixando as expectativas pra trás, aproximei meu nariz e rocei o centro dela com ele, fazendo ela se arrepiar de prazer. Com a ponta da língua, provei o clitóris dela — um gosto doce se espalhou pelo meu paladar, me fazendo querer mais. Mergulhei nela, lambendo e mordendo o centro dela. Levantei os quadris dela com minhas mãos pra ter mais acesso, olhei pra buceta dela totalmente exposta pra mim e enfiei minha língua uma e outra vez no canal do prazer dela, enquanto ela mordia o lábio inferior pra não gritar, se agarrando forte na cama. Eu não parava a invasão que fazia no centro dela.

Tomei meu tempo enquanto a saboreava, ignorando a reclamação do meu pau a cada momento. Quando o orgasmo dela explodiu na minha boca, soube que ela tava pronta pra ser penetrada. Me acomodei sobre ela e meti com força — incrivelmente, ela tava mais apertada do que eu imaginava. Foi um gostão tão grande entrar e sair por aquele canal estreito. Levantei uma das pernas dela e coloquei no meu ombro pra meter mais forte e gozar no fundo do canal dela.

Ela cravava as unhas nos meus ombros e me obrigou a trocar de lado... Diana tava assumindo o controle. Terminou sentada em cima de mim, de pernas abertas, rebolando os quadris. Senti a buceta dela ainda mais assim. Segurei os quadris dela e puxava ela mais pra baixo pra ela engolir mais de mim, até que ela me parou, pegou minhas mãos e levou até os peitos dela, que eu não hesitei em acariciar e apertar. Eu ouvia os gemidos e curtia como ela se contorcia de prazer, até que os dois ofegamos forte e explodimos num orgasmo.

Acordei coberto de suor e com o meu mole murcho, exausto e dolorido... Foi um sonho? Levantei e tomei um banho rápido — hoje eu tinha que ir trabalhar. Durante o dia, me sentia confuso. O que eu achei que aconteceu ontem à noite não aconteceu, foi um sonho...? Diana não podia ter estado na minha cama. Só porque eu disse o nome dela um milhão de vezes... ou será que sim?

Chegou o fim de semana e com ele a reunião de amigos que sempre fazemos. Fui com a Marissa, minha namorada, e o Diego, meu filho. Todos os meus amigos estavam lá, e eu relaxei com as brincadeiras de sempre. Até que chegou o Pablo, o amigo que sinto que traí, e atrás dele veio a Diana, com um vestido preto curto que deixava as pernas longas dela à mostra. Ela ignorou meu olhar e se juntou às meninas na brincadeira das crianças.

Já de noite, estávamos indo embora e eu tive que voltar, deixando minha família no carro. Quando entrei, a Diana sussurrou no meu ouvido: "Me liga quando quiser, me diverti pra caralho com você". Piscou um dos olhos lindos dela e foi se encontrar com o Pablo... realmente não entendo nada.

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