Na mesma hora, fechei os olhos e engoli seco como pude, meu coração já não batia mais na espera da jogada da Clara. A Rocío, rindo, desafiava a Clara e o Mario pra eles fazerem a prenda, dizendo que pra ela não tinha aposta que ela não cumprisse. Eu, lá no fundo (bem no fundo), rezava pra ela calar a boca, porque conhecendo a Clara, sabia muito bem que ela não tem código, nem limite, nem preconceito na hora de pedir as coisas, e no estado dela só tinha uma ideia possível pro pedido: SIM, TUDO IA PRO LADO DO SEXO.
Aí a Clara e o Mario levantaram e foram pra dentro com a desculpa de planejar a melhor prenda que pudessem imaginar, e rindo, foram embora, deixando eu e a Rocío pelados por um bom tempo. Da minha posição, dava pra ver eles rindo e gesticulando a prenda, enquanto a Rocío ria e não parecia nada nervosa, como se já soubesse como tudo ia terminar. Enquanto isso, a gente terminava de beber o que sobrou pra tentar afogar o pouco pudor que só em mim ainda restava, e tentando (em vão) convencer a Rocío a parar com aquilo. Ela, rindo, me dizia pra ficar tranquilo que o que rolasse aqui, ficava aqui. Isso não bastava pra mim, porque ela não era como minha sogra, ela é do meu sangue e nunca me imaginei nessa situação. A Rocío, entre risadas, me perguntava sobre meu relacionamento com a Clara e tudo sobre minha vida sexual liberal, questionando se a libertinagem não estragava nossa relação. Eu, entregue ao jogo dela, comecei a explicar que não, que a gente fazia tudo junto e que na hora de incluir mais gente, sempre fazíamos juntos. Ela, rindo, disse então que podia ser um bom número pra nossa soma, e foi aí que meu coração explodiu com aquele puta golpe na minha moral familiar. Não sabia o que dizer, a boca encheu de saliva como nunca antes tinha acontecido. A putinha (sim, minha priminha acabou sendo a mais vadia de todas, pra mim naquele momento) falando isso, se aproximou bem sensual, mas sexualmente) colocando sua mãozinha no meu pau já endurecido, me fazendo soltar um uivo que foi abafado por uma das tetas lindas dela (nãooooooooooooooooooo!). Rocio brincava bem suavemente com meu pau enquanto tentava enfiar a teta dela inteira na minha boca; sentia que ia ter um troço na hora e, de repente, ela se abaixa pra enfiar todo o meu pau na boca linda dela; sentia que ia morrer de tão bom que era (ela era toda uma expert) no que fazia. Eu, na minha posição, só conseguia tocar o cabelo dela e, já totalmente entregue ao prazer, fechei os olhos e sentia como essa puta subia e descia por todo o meu tronco; depois, passava a mão nas minhas bolas de um jeito que só ela e Clara tinham me feito sentir. E foi aí que ouvimos um grito; era Clara nos dizendo que aquilo não valia, porque aquilo era a prenda dela e agora a gente devia fazer tudo o que ela e o Mario quisessem. Então pegaram a Rocio, separando ela do meu pau, deixando ver como um fiozinho de saliva ia se esticando pra depois se cortar e cair no peito da Ro. Me obrigaram a me deitar na grama e, sem precisar forçar a Ro, fizeram ela ficar na posição do lindo 69. E aí foi a primeira vez que pude ver e sentir aquele lindo par de lábios que já brilhavam pelo grau de excitação que a Ro tava. Enquanto eu chupava aquela buceta grande e totalmente depilada, pude ver como a Clara tentava enfiar a língua no cu da Ro. Aquela imagem me deixou a mil. Entre lambidas na buceta da Ro por minha parte e no cu por parte da Clara, ela me deu um beijo violento, me fazendo sentir o gostinho da buceta da Ro. Enquanto isso, o Mario ficou atrás da Clara, saboreando a bunda linda dela, que sem dúvida nenhuma é muito mais bonita pra mim do que a da Ro. Enquanto a Clara recebia do Mario um bom trabalho de chupada, ela começou a trabalhar mais forte no cu da Ro, que começava a soltar os primeiros gemidos, indicando que já tava no ponto. Clara começou a enfiar os dedos naquela buceta linda buraco número 1, nem 2, mas 3 dedos de uma, fazendo a Ro se contrair e, enquanto me fazia um boquete delicioso, ela apertou ainda mais a boca no meu pau, me causando um prazer indescritível. Mario, cansado de chupar, agarrou a Clara e, puxando-a de joelhos, meteu na boca dela de um jeito mais que brutal, fazendo brotar lágrimas como se fosse um choro. Enquanto isso, eu continuava com meu trabalho e o que a Clara tinha deixado, trocando de buracos, mas decidido a perfurar aquele cuzinho gostoso. Já o Mario tinha se deitado no chão e a Clara, que continuava entre as pernas dele, ficou de quatro e, quebrando a cintura, convidou a Ro pra provar seus sucos. Ver a Clara naquela posição sempre me afetava, porque a danada deixa o buraco totalmente pra cima e toda a boceta exposta pra quem quiser sentir e fazer dela tudo o que a gente quiser e mais (por sorte pra mim, a Clara nunca disse não pra nada). Foi aí que a Ro foi até lá, engatinhando e ao mesmo tempo quebrando a cintura, pra depois chegar e pedir, com voz de menina brincalhona, pra eu fazer o que quisesse com ela. A Ro começou a chupar direto o cu da Clara e, com uma mão, começou a abrir aquele rabo que já me tinha totalmente hipnotizado. Eu, sem perder tempo, enfiei toda a minha língua e, de uma só vez, meti o pau inteiro lá dentro, tentando fazê-la gritar de dor, mas a putinha só pedia, entre gritos (sim, eram gritos), que eu partisse ela ali mesmo. Já era totalmente de dia e notei que, pela janela da casa ao lado, apareceu a filha do Héctor, um vizinho amigo (amigo porque ele não sabe quantas vezes a Daniela, a filha dele, já se juntou a nós nas nossas festas, mas isso eu conto outro dia), fazendo gestos pra gente não gritar tanto. Então, a meu pedido, fomos pra dentro, pra continuar nossa festa. Já deitados no tapete da sala, ouvimos a campainha e era a Dani, que, irritada, entrou sem pedir licença, foi direto onde a Clara estava e deu um beijo, deixando cair um casacão, sacanagem que nos mostrou que ela não vinha brava, mas sim com tesão pelo que tinha visto antes. Totalmente nua, pediu permissão pra Ro pra poder sentir aquele brinquedão que o Mario trouxe, e ela, com uma leve piscada de olhos, deu o sinal verde.
Ai, já é mó tarde, amanhã eu continuo contando, beijos.
CATOY 1975
Aí a Clara e o Mario levantaram e foram pra dentro com a desculpa de planejar a melhor prenda que pudessem imaginar, e rindo, foram embora, deixando eu e a Rocío pelados por um bom tempo. Da minha posição, dava pra ver eles rindo e gesticulando a prenda, enquanto a Rocío ria e não parecia nada nervosa, como se já soubesse como tudo ia terminar. Enquanto isso, a gente terminava de beber o que sobrou pra tentar afogar o pouco pudor que só em mim ainda restava, e tentando (em vão) convencer a Rocío a parar com aquilo. Ela, rindo, me dizia pra ficar tranquilo que o que rolasse aqui, ficava aqui. Isso não bastava pra mim, porque ela não era como minha sogra, ela é do meu sangue e nunca me imaginei nessa situação. A Rocío, entre risadas, me perguntava sobre meu relacionamento com a Clara e tudo sobre minha vida sexual liberal, questionando se a libertinagem não estragava nossa relação. Eu, entregue ao jogo dela, comecei a explicar que não, que a gente fazia tudo junto e que na hora de incluir mais gente, sempre fazíamos juntos. Ela, rindo, disse então que podia ser um bom número pra nossa soma, e foi aí que meu coração explodiu com aquele puta golpe na minha moral familiar. Não sabia o que dizer, a boca encheu de saliva como nunca antes tinha acontecido. A putinha (sim, minha priminha acabou sendo a mais vadia de todas, pra mim naquele momento) falando isso, se aproximou bem sensual, mas sexualmente) colocando sua mãozinha no meu pau já endurecido, me fazendo soltar um uivo que foi abafado por uma das tetas lindas dela (nãooooooooooooooooooo!). Rocio brincava bem suavemente com meu pau enquanto tentava enfiar a teta dela inteira na minha boca; sentia que ia ter um troço na hora e, de repente, ela se abaixa pra enfiar todo o meu pau na boca linda dela; sentia que ia morrer de tão bom que era (ela era toda uma expert) no que fazia. Eu, na minha posição, só conseguia tocar o cabelo dela e, já totalmente entregue ao prazer, fechei os olhos e sentia como essa puta subia e descia por todo o meu tronco; depois, passava a mão nas minhas bolas de um jeito que só ela e Clara tinham me feito sentir. E foi aí que ouvimos um grito; era Clara nos dizendo que aquilo não valia, porque aquilo era a prenda dela e agora a gente devia fazer tudo o que ela e o Mario quisessem. Então pegaram a Rocio, separando ela do meu pau, deixando ver como um fiozinho de saliva ia se esticando pra depois se cortar e cair no peito da Ro. Me obrigaram a me deitar na grama e, sem precisar forçar a Ro, fizeram ela ficar na posição do lindo 69. E aí foi a primeira vez que pude ver e sentir aquele lindo par de lábios que já brilhavam pelo grau de excitação que a Ro tava. Enquanto eu chupava aquela buceta grande e totalmente depilada, pude ver como a Clara tentava enfiar a língua no cu da Ro. Aquela imagem me deixou a mil. Entre lambidas na buceta da Ro por minha parte e no cu por parte da Clara, ela me deu um beijo violento, me fazendo sentir o gostinho da buceta da Ro. Enquanto isso, o Mario ficou atrás da Clara, saboreando a bunda linda dela, que sem dúvida nenhuma é muito mais bonita pra mim do que a da Ro. Enquanto a Clara recebia do Mario um bom trabalho de chupada, ela começou a trabalhar mais forte no cu da Ro, que começava a soltar os primeiros gemidos, indicando que já tava no ponto. Clara começou a enfiar os dedos naquela buceta linda buraco número 1, nem 2, mas 3 dedos de uma, fazendo a Ro se contrair e, enquanto me fazia um boquete delicioso, ela apertou ainda mais a boca no meu pau, me causando um prazer indescritível. Mario, cansado de chupar, agarrou a Clara e, puxando-a de joelhos, meteu na boca dela de um jeito mais que brutal, fazendo brotar lágrimas como se fosse um choro. Enquanto isso, eu continuava com meu trabalho e o que a Clara tinha deixado, trocando de buracos, mas decidido a perfurar aquele cuzinho gostoso. Já o Mario tinha se deitado no chão e a Clara, que continuava entre as pernas dele, ficou de quatro e, quebrando a cintura, convidou a Ro pra provar seus sucos. Ver a Clara naquela posição sempre me afetava, porque a danada deixa o buraco totalmente pra cima e toda a boceta exposta pra quem quiser sentir e fazer dela tudo o que a gente quiser e mais (por sorte pra mim, a Clara nunca disse não pra nada). Foi aí que a Ro foi até lá, engatinhando e ao mesmo tempo quebrando a cintura, pra depois chegar e pedir, com voz de menina brincalhona, pra eu fazer o que quisesse com ela. A Ro começou a chupar direto o cu da Clara e, com uma mão, começou a abrir aquele rabo que já me tinha totalmente hipnotizado. Eu, sem perder tempo, enfiei toda a minha língua e, de uma só vez, meti o pau inteiro lá dentro, tentando fazê-la gritar de dor, mas a putinha só pedia, entre gritos (sim, eram gritos), que eu partisse ela ali mesmo. Já era totalmente de dia e notei que, pela janela da casa ao lado, apareceu a filha do Héctor, um vizinho amigo (amigo porque ele não sabe quantas vezes a Daniela, a filha dele, já se juntou a nós nas nossas festas, mas isso eu conto outro dia), fazendo gestos pra gente não gritar tanto. Então, a meu pedido, fomos pra dentro, pra continuar nossa festa. Já deitados no tapete da sala, ouvimos a campainha e era a Dani, que, irritada, entrou sem pedir licença, foi direto onde a Clara estava e deu um beijo, deixando cair um casacão, sacanagem que nos mostrou que ela não vinha brava, mas sim com tesão pelo que tinha visto antes. Totalmente nua, pediu permissão pra Ro pra poder sentir aquele brinquedão que o Mario trouxe, e ela, com uma leve piscada de olhos, deu o sinal verde.
Ai, já é mó tarde, amanhã eu continuo contando, beijos.
CATOY 1975
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