Pela forma como as coisas aconteceram, eu sabia que a Isa não ia demorar pra chamar o Ruben de novo, ela queria que ele comesse ela outra vez.
Então ela ligou pra ele de novo e convidou pra jantar.
A gente esperou ele com uma mesa bem arrumada e um jantar preparado por nós dois com muito capricho. Quando ouvimos a campainha, não quis deixar ele esperando e fui eu atender.
— Entra, a gente tava te esperando pra jantar
Ele me cumprimentou e foi até onde a Isa esperava, deu um beijo na boca dela, como se eu não estivesse ali e ele fosse o marido dela.
— Cê gostou, *love*, do que a gente preparou? — disse a Isa
— Você sabe que eu não vim pra comer, vim te comer e ensinar pro *cuck* promíscuo.
— *Love*, não fala assim com ele, ele não gosta
— E quem liga? Ele é *cuck* e se ainda não é promíscuo é porque não teve chance. — falou enquanto ia pro quarto
A gente seguiu ele e lá, ele sentou na cama, mandou eu sentar do lado dele e a Isa se despir.
— Agora, começa a se tocar, a bater uma que isso vai esquentar a gente — disse o Ruben
— Ai, *love*, tô com vergonha
— Vai, toca essas tetas que a gente quer ver
— Mas Ruben, — falei eu — ela não quer
— Você cala a boca e aprende, *cuck* promíscuo
A Isa começou a se tocar, e a gente a esquentar, tanto que eu já não aguentava mais a *cock* dentro da calça e tirei ela pra fora.
O Ruben me olhou e só deu um sorrisinho, mas não falou nada.
— Agora, *slut*, chupa os dedos e acaricia essa *pussy* que eu quero ver
Era um espetáculo ver a Isa se masturbando pra gente, o marido dela e o *male* dela, de certo modo.
— Tá bem quente? — disse o Ruben
— Sim, *love*, não aguento mais
— Começa a despir a gente, agora!!!! A Isa começou a beijar ele todo enquanto tirava a roupa dele, depois fez o mesmo comigo
— Agora, *cuck*, olha como se come uma *slut*
— *Love*, não chama ele de meu papi, eu amo ele demais
- Não enche o saco e abre as pernas que vou te meter o pau pra esse cuck aprender
Ele fez ela montar nele e ficou um tempão assim, ele ficava parado e ela se mexia que nem uma louca
- Vem cá, cuck, olha a cara de puta chupadora de pau que a tua mulher faz quando um macho de verdade tá com ela bem enfiada, bem cravada
Parece que isso foi o estopim pra minha Isa começar a gozar de um jeito tão escandaloso que até eu fiquei com medo.
- Agora fica de quatro que vou te comer como a gostosa que você é
Isa ficou como o Ruben mandou e ele meteu de uma vez na buceta dela.
- Me fala, gostosa, o que você gosta
- Amor, eu gosto que você meta
- Não, fala se você gosta do meu pau, quero que o cuck ouça
- Sim, minha vida, eu gosto do teu pau
- Você gosta que eu te trate como o que você é? Uma puta?
- Sim, minha vida, eu gosto que você me trate assim
- Você vai me pedir pra gozar? Quer que eu goze aí?
- Sim, amor
- E depois você vai fazer o cuck chupar tua buceta e engolir tudo? Fala pra mim
- Sim, amor, quero que você goze na minha buceta e depois o Nacho vai me chupar
Eu vi que o Ruben ia gozar na buceta dela e pedi pra ele não fazer ali, mas... era inútil, ele era o dono da situação
- Fala pro cuck que depois ele vai engolir meu gozo, que vou encher tua buceta e ele vai chupar
- Papi, você vai chupar minha buceta com o gozo do Ruben? Vai sim, né?
Na hora eu vi o Ruben gozar e minha mulher ter outro orgasmo foda.
Eles ficaram parados um tempinho e ele tirou, eu via o sêmen escorrendo, saindo da buceta dela e escorrendo pelas pernas
- Agora, viado, o que você tá esperando pra chupar a buceta dela?
- Senhor, ela vai se higienizar primeiro, depois eu faço
- Não, nada disso, chupa ela agora você vai chupar assim. Isa, diz pra ele que tem que fazer agora
- Papai, sê bonzinho, papai, chupa eu assim, tô muito quente ainda
Ela se deitou e abriu as pernas pra eu chupar ela.
Eu não tava muito seguro de fazer, não queria, mas sabia que isso agradava muito a Isabel e além disso tava muito excitado de ver a cara que a minha mulher fazia
- Vai, viado, chupa a buceta dela até ela gozar e enquanto isso, vai lubrificando o cu dela com o que vai escorrendo, assim você come ela por lá. Vou te ensinar direitinho isso
- Sim, papai, me chupa e depois me come pelo cuzinho, tô com muita vontade
Depois disso, não hesitei, tava morrendo de vontade de meter a pica naquele rabo que o Ruben tinha desvirginado há um tempo e que pra mim só dava em raras ocasiões
Quando comecei a chupar ela, pensei que ia sentir nojo, mas não. Aquele gosto salgado não era ruim e a gente tava muito excitado, ela gemia, gritava, pedia mais língua, pedia pica, tava doida. Num momento enfiei bem fundo o meu dedo maior no cu dela e levantei a cabeça pra olhar ela e de verdade ela tinha cara de puta chuparola como o Ruben disse, e vi que vinha outro orgasmo enorme.
Aproveitei pra enfiar mais um dedo no cu dela enquanto com a língua um pouco chupava o clitóris e um pouco penetrava ela, até sentir ela se desmanchar em outro orgasmo.
Eu não sabia, nem imaginava que a Isabel podia ter tantos orgasmos quase juntos, mas nunca é tarde pra ir conhecendo ela
- Agora, viado, faz ela se por de novo como uma gostosa e arrebenta o cu dela, não vê que ela tá desesperada por isso?
- Isa, vira e se põe como o Ruben falou
- Não, viado, aprende, não é questão de pedir, você vira ela e faz ela se pôr assim
Peguei a Isa pelos ombros e fiz ela virar, ela levantou a bunda e ficou de quatro
Comecei a passar a minha pica que tava duríssima pela frestinha e coloquei no buraquinho dela e forcei um pouco, vi que a cabeça entrou com mais facilidade do que que eu tinha pensado e fui empurrando até enfiar tudo.
Fiquei com medo de gozar na hora, então parei um instante. Aí senti a mão do Ruben pegando a minha e levando até a pussy da minha mulher.
Passei a mão no clitóris dela e ele fez eu enfiar um dedo na pussy. Eu ouvia ela gemer e se mexer cada vez mais, vi que ela tava adorando aquilo. Mas o Ruben pegou minha mão com força e tirou dali, levando pro meu próprio cu.
Ele fez eu passar a mão várias vezes na racha do meu cu e, num momento, pressionou meu dedo pra eu mesmo enfiar no meu cu.
Doeu um pouquinho, e bem na hora que a dor passou e começou uma sensação diferente, ele levou minha mão de volta pra pussy da minha esposa.
Repetiu isso mais umas duas vezes, até que num momento, junto com meu dedo, ele enfiou também o dele.
Depois, no meu cu, ele enfiou primeiro o meu dedo e depois o dele. Já não doía mais e, sinceramente, eu tava curtindo pra caralho.
— Olha, Isabel, que promíscuo seu marido é: tem dois dedos no cu, enfiados até o talo, e levanta a bunda cada vez mais pra enfiarem mais fundo.
— Quero ver isso. É verdade, amor, tão enfiando os dedos no teu cu e tu gosta?
— Sim, love, vão me fazer gozar.
Naquele momento, gozamos os dois juntos. A Isa saiu de cima de mim e quis ver como o Ruben ainda tinha os dedos no meu cu virgem.
— Vai comer ele? — perguntou a Isa pro Ruben.
— Não, se tu sabe que eu não curto homem nem pra comer. Mas meu amigo Oscar, o da borracharia, sim, ele curte. Um dia desses venho com ele e a gente come os dois.
— Não senhor, eu não quero que venham comer a gente. Acho que cê tá enganado. A Isa tem uma fraqueza por você, mas isso não significa que pode trazer mais gente que ela não gosta. Entendeu?
— Cala a boca, promíscuo, a gente tá falando. Tu quer, Isabel?
— Não sei, love, não tenho certeza se... quero ver meu marido com uma pica dentro, com você eu sei que é diferente, se você quiser, eu também, mas com outra pessoa… não sei
- Bom, pensa nisso, se você quiser que a gente vá comer vocês, que o corno promíscuo ligue, mas quero que seja ele mesmo quem peça pra gente ir, entendeu?
- Acho que a gente vai conversar sobre isso e depois te falo
- Não, não quero que você me fale, é ele quem tem que pedir pra gente ir comer vocês, não entendeu?
- Sim, amor, sim, entendi
Ruben foi embora e ficamos conversando sobre o que aconteceu e o que podia rolar.
- Gostou, papai? Tem vontade de sentir uma pica dentro? Quer ver por que eu gozo tanto?
- Pra ser sincero, acho que sim, mas…
- Mas o quê, papai? Se você tem vontade, a gente faz
- É que o Ruben sai contando por aí, do mesmo jeito que contou pro Oscar que vem aqui, vai contar pra todo mundo e eu não gosto disso
- E se eu pedir pra ele não contar?
- Não confio nele, se você quer transar com os dois, vai fundo, mas nem me conta quando for fazer, não quero saber de nada
- Mas hoje você gozou com o Ruben enfiando os dedos e estava bem submisso, hoje você teria dado a raba pra ele
- Acho que sim, mas era aquele momento de tesão, não quero ser viado, sabe?
- Papai, você não é viado, é meu corno querido, é minha vida, é quem me faz feliz. Te adoro. Me dá muito tesão pensar em você dando a raba pra alguém.
Por enquanto ficou assim, não me convenceu, ela não insistiu e eu não pretendo ligar pro Ruben.
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Então ela ligou pra ele de novo e convidou pra jantar.
A gente esperou ele com uma mesa bem arrumada e um jantar preparado por nós dois com muito capricho. Quando ouvimos a campainha, não quis deixar ele esperando e fui eu atender.
— Entra, a gente tava te esperando pra jantar
Ele me cumprimentou e foi até onde a Isa esperava, deu um beijo na boca dela, como se eu não estivesse ali e ele fosse o marido dela.
— Cê gostou, *love*, do que a gente preparou? — disse a Isa
— Você sabe que eu não vim pra comer, vim te comer e ensinar pro *cuck* promíscuo.
— *Love*, não fala assim com ele, ele não gosta
— E quem liga? Ele é *cuck* e se ainda não é promíscuo é porque não teve chance. — falou enquanto ia pro quarto
A gente seguiu ele e lá, ele sentou na cama, mandou eu sentar do lado dele e a Isa se despir.
— Agora, começa a se tocar, a bater uma que isso vai esquentar a gente — disse o Ruben
— Ai, *love*, tô com vergonha
— Vai, toca essas tetas que a gente quer ver
— Mas Ruben, — falei eu — ela não quer
— Você cala a boca e aprende, *cuck* promíscuo
A Isa começou a se tocar, e a gente a esquentar, tanto que eu já não aguentava mais a *cock* dentro da calça e tirei ela pra fora.
O Ruben me olhou e só deu um sorrisinho, mas não falou nada.
— Agora, *slut*, chupa os dedos e acaricia essa *pussy* que eu quero ver
Era um espetáculo ver a Isa se masturbando pra gente, o marido dela e o *male* dela, de certo modo.
— Tá bem quente? — disse o Ruben
— Sim, *love*, não aguento mais
— Começa a despir a gente, agora!!!! A Isa começou a beijar ele todo enquanto tirava a roupa dele, depois fez o mesmo comigo
— Agora, *cuck*, olha como se come uma *slut*
— *Love*, não chama ele de meu papi, eu amo ele demais
- Não enche o saco e abre as pernas que vou te meter o pau pra esse cuck aprender
Ele fez ela montar nele e ficou um tempão assim, ele ficava parado e ela se mexia que nem uma louca
- Vem cá, cuck, olha a cara de puta chupadora de pau que a tua mulher faz quando um macho de verdade tá com ela bem enfiada, bem cravada
Parece que isso foi o estopim pra minha Isa começar a gozar de um jeito tão escandaloso que até eu fiquei com medo.
- Agora fica de quatro que vou te comer como a gostosa que você é
Isa ficou como o Ruben mandou e ele meteu de uma vez na buceta dela.
- Me fala, gostosa, o que você gosta
- Amor, eu gosto que você meta
- Não, fala se você gosta do meu pau, quero que o cuck ouça
- Sim, minha vida, eu gosto do teu pau
- Você gosta que eu te trate como o que você é? Uma puta?
- Sim, minha vida, eu gosto que você me trate assim
- Você vai me pedir pra gozar? Quer que eu goze aí?
- Sim, amor
- E depois você vai fazer o cuck chupar tua buceta e engolir tudo? Fala pra mim
- Sim, amor, quero que você goze na minha buceta e depois o Nacho vai me chupar
Eu vi que o Ruben ia gozar na buceta dela e pedi pra ele não fazer ali, mas... era inútil, ele era o dono da situação
- Fala pro cuck que depois ele vai engolir meu gozo, que vou encher tua buceta e ele vai chupar
- Papi, você vai chupar minha buceta com o gozo do Ruben? Vai sim, né?
Na hora eu vi o Ruben gozar e minha mulher ter outro orgasmo foda.
Eles ficaram parados um tempinho e ele tirou, eu via o sêmen escorrendo, saindo da buceta dela e escorrendo pelas pernas
- Agora, viado, o que você tá esperando pra chupar a buceta dela?
- Senhor, ela vai se higienizar primeiro, depois eu faço
- Não, nada disso, chupa ela agora você vai chupar assim. Isa, diz pra ele que tem que fazer agora
- Papai, sê bonzinho, papai, chupa eu assim, tô muito quente ainda
Ela se deitou e abriu as pernas pra eu chupar ela.
Eu não tava muito seguro de fazer, não queria, mas sabia que isso agradava muito a Isabel e além disso tava muito excitado de ver a cara que a minha mulher fazia
- Vai, viado, chupa a buceta dela até ela gozar e enquanto isso, vai lubrificando o cu dela com o que vai escorrendo, assim você come ela por lá. Vou te ensinar direitinho isso
- Sim, papai, me chupa e depois me come pelo cuzinho, tô com muita vontade
Depois disso, não hesitei, tava morrendo de vontade de meter a pica naquele rabo que o Ruben tinha desvirginado há um tempo e que pra mim só dava em raras ocasiões
Quando comecei a chupar ela, pensei que ia sentir nojo, mas não. Aquele gosto salgado não era ruim e a gente tava muito excitado, ela gemia, gritava, pedia mais língua, pedia pica, tava doida. Num momento enfiei bem fundo o meu dedo maior no cu dela e levantei a cabeça pra olhar ela e de verdade ela tinha cara de puta chuparola como o Ruben disse, e vi que vinha outro orgasmo enorme.
Aproveitei pra enfiar mais um dedo no cu dela enquanto com a língua um pouco chupava o clitóris e um pouco penetrava ela, até sentir ela se desmanchar em outro orgasmo.
Eu não sabia, nem imaginava que a Isabel podia ter tantos orgasmos quase juntos, mas nunca é tarde pra ir conhecendo ela
- Agora, viado, faz ela se por de novo como uma gostosa e arrebenta o cu dela, não vê que ela tá desesperada por isso?
- Isa, vira e se põe como o Ruben falou
- Não, viado, aprende, não é questão de pedir, você vira ela e faz ela se pôr assim
Peguei a Isa pelos ombros e fiz ela virar, ela levantou a bunda e ficou de quatro
Comecei a passar a minha pica que tava duríssima pela frestinha e coloquei no buraquinho dela e forcei um pouco, vi que a cabeça entrou com mais facilidade do que que eu tinha pensado e fui empurrando até enfiar tudo.
Fiquei com medo de gozar na hora, então parei um instante. Aí senti a mão do Ruben pegando a minha e levando até a pussy da minha mulher.
Passei a mão no clitóris dela e ele fez eu enfiar um dedo na pussy. Eu ouvia ela gemer e se mexer cada vez mais, vi que ela tava adorando aquilo. Mas o Ruben pegou minha mão com força e tirou dali, levando pro meu próprio cu.
Ele fez eu passar a mão várias vezes na racha do meu cu e, num momento, pressionou meu dedo pra eu mesmo enfiar no meu cu.
Doeu um pouquinho, e bem na hora que a dor passou e começou uma sensação diferente, ele levou minha mão de volta pra pussy da minha esposa.
Repetiu isso mais umas duas vezes, até que num momento, junto com meu dedo, ele enfiou também o dele.
Depois, no meu cu, ele enfiou primeiro o meu dedo e depois o dele. Já não doía mais e, sinceramente, eu tava curtindo pra caralho.
— Olha, Isabel, que promíscuo seu marido é: tem dois dedos no cu, enfiados até o talo, e levanta a bunda cada vez mais pra enfiarem mais fundo.
— Quero ver isso. É verdade, amor, tão enfiando os dedos no teu cu e tu gosta?
— Sim, love, vão me fazer gozar.
Naquele momento, gozamos os dois juntos. A Isa saiu de cima de mim e quis ver como o Ruben ainda tinha os dedos no meu cu virgem.
— Vai comer ele? — perguntou a Isa pro Ruben.
— Não, se tu sabe que eu não curto homem nem pra comer. Mas meu amigo Oscar, o da borracharia, sim, ele curte. Um dia desses venho com ele e a gente come os dois.
— Não senhor, eu não quero que venham comer a gente. Acho que cê tá enganado. A Isa tem uma fraqueza por você, mas isso não significa que pode trazer mais gente que ela não gosta. Entendeu?
— Cala a boca, promíscuo, a gente tá falando. Tu quer, Isabel?
— Não sei, love, não tenho certeza se... quero ver meu marido com uma pica dentro, com você eu sei que é diferente, se você quiser, eu também, mas com outra pessoa… não sei
- Bom, pensa nisso, se você quiser que a gente vá comer vocês, que o corno promíscuo ligue, mas quero que seja ele mesmo quem peça pra gente ir, entendeu?
- Acho que a gente vai conversar sobre isso e depois te falo
- Não, não quero que você me fale, é ele quem tem que pedir pra gente ir comer vocês, não entendeu?
- Sim, amor, sim, entendi
Ruben foi embora e ficamos conversando sobre o que aconteceu e o que podia rolar.
- Gostou, papai? Tem vontade de sentir uma pica dentro? Quer ver por que eu gozo tanto?
- Pra ser sincero, acho que sim, mas…
- Mas o quê, papai? Se você tem vontade, a gente faz
- É que o Ruben sai contando por aí, do mesmo jeito que contou pro Oscar que vem aqui, vai contar pra todo mundo e eu não gosto disso
- E se eu pedir pra ele não contar?
- Não confio nele, se você quer transar com os dois, vai fundo, mas nem me conta quando for fazer, não quero saber de nada
- Mas hoje você gozou com o Ruben enfiando os dedos e estava bem submisso, hoje você teria dado a raba pra ele
- Acho que sim, mas era aquele momento de tesão, não quero ser viado, sabe?
- Papai, você não é viado, é meu corno querido, é minha vida, é quem me faz feliz. Te adoro. Me dá muito tesão pensar em você dando a raba pra alguém.
Por enquanto ficou assim, não me convenceu, ela não insistiu e eu não pretendo ligar pro Ruben.
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