Olá, pessoal, a história continua.
Uma vez, saí do bar, peguei o carro e fui pro endereço que o Marcial Rios tinha me dado. Ficava nos arredores da cidade, onde a estrada acabava e começava um caminho de cascalho. Umas trezentos metros adiante, vi uma casa com jardim de dois andares. Quando cheguei, toquei o interfone, e abriram o portão. Entrei com o carro, e uma moça de uns trinta anos saiu de casa pra falar comigo.
— Oi, sou a Elena, mulher do Marcial e prima do Pedro Rios. Me disseram pra você deixar o carro nos fundos da casa, pra Laura não ver quando chegar e não saber que você tá aqui. — Obedeci e estacionei onde a Elena mandou. Ela me convidou pra entrar. Na esquerda, tinha uma sala de estar e jantar com uma TV de tela plana enorme. A sala devia ter uns cem metros quadrados, com lareira, vários sofás, algumas mesas e cadeiras, e um balcão de bar no fundo. Subimos as escadas. A Elena usava uma calça jeans bem justa que destacava uma bunda espetacular. Ela era morena, olhos castanhos, magrinha, com quadris largos. Vestia um suéter justo, e dava pra ver que tinha uns peitões bonitos. Era verdade que usava o mesmo tamanho de roupa que a Laura, mais ou menos. Ela abriu o quarto número cinco. Era um quarto normal, com uma janela pro campo, um banheiro e uma cama de dois por dois metros — o típico quarto de hotel. — Te deixo as chaves e te tranco por fora. O Pedro disse que você não pode sair daqui. Ah, e deixa sua roupa no armário. — Dizendo isso, a Elena foi embora e me trancou.
Assim que ela saiu, abri o armário pra ver se era como o Sr. Rios tinha explicado: se do meu quarto dava pra observar tudo que rolava no quarto vizinho. Toda a parte de trás do armário era um vidrão, de onde dava pra ver perfeitamente o outro dormitório. Peguei uma cadeira e sentei, esperando a chegada da Laura e do Marcial. Subindo na cadeira, percebi que também dava pra ouvir, já que a parte... Em cima do armário tinha uns buracos bem pequenos que se comunicavam com o outro quarto. Depois de esperar uns minutos, vi a porta do quarto se abrir. Era o Sr. Pedro Rios, o chefe da Laura, que, olhando no espelho do quarto onde eu estava, me disse:
P. — Então, Jorge, o espetáculo vai começar. Vou amortizar meu investimento. — E sentou na cama.
Depois das palavras dele, fiquei inquieto, olhando pra ele sentado na cama onde minha namorada Laura seria dele. Não demorou muito pra eu ouvir passos nas escadas de novo, e entraram no quarto número 4: Laura e Marcial Rios, o cara do bar. Laura estava com o cabelo bagunçado, a jaqueta de couro na mão, a saia preta bem levantada e uma alça da camiseta caída. Pedro Rios disse pro primo:
P. — Como é que tá tudo no bar, primo?
M. — Bem, a gente se divertiu um bocado.
P. — Agora deixa a gente a sós, Marcial.
Marcial saiu do quarto e fechou a porta. O Sr. Rios falou pela primeira vez com a Laura:
P. — Então, Laura, me conhece?
L. — Não, mas já ouvi falar do senhor.
P. — Preciso dizer que eu já tinha reparado em você. Garotas tão gostosas como você no escritório não tem mesmo, pra ser sincero. E não esperava a surpresa que seu namorado me deu, me entregar uma mina como você não acontece todo dia.
Laura não respondeu, só baixou o olhar pro chão, meio envergonhada. Pedro pegou o queixo dela com a mão e levantou a cara dela de novo, dizendo:
P. — Fica tranquila, te garanto que você vai curtir pra caralho. Bom, me disseram que no bar você já se divertiu, né?
L. — É, sim... mas foram meio brutos.
P. — Raramente se vê minas como você por aqui, entende eles. Então se acostuma, porque o fim de semana não vai ser nada delicado, ok?
L. — Ok.
P. — Beleza. As regras combinadas com seu namorado, não sei se você sabe.
L. — Tanto faz, o que vocês combinaram tá de boa.
P. — Suas regras são as seguintes: você vai tratar o Marcial, a mulher dele e a mim de "senhor", e vai aceitar tudo. Ordens que a gente der, espero que nos faça gozar muito e que seja bem obediente.
Essa conversa me deixou com uma ereção de cavalo, e o Sr. Rios disse.
P. – Pois bem, é hora de começar. Tira a roupa.
Laura tirou a regata, depois abaixou a saia e as meias, e tirou as botas, ficando nua na frente do Sr. Rios, já que a calcinha fio dental tinha perdido no bar.
P. – Muito bem, Laura, você é uma gostosa. Agora deita na cama olhando pro espelho e começa a se tocar, você já sabe.
Laura, bem obediente, deitou, abriu as pernas e, me olhando, começou a tocar o clitóris com uma mão e um dos peitos com a outra. Eu tava muito excitado e a imagem me encantava. Depois de uns minutos observando, o Sr. Rios decidiu dar outra ordem e, andando até o espelho, disse:
P. – Bem, já chega. Agora ajoelha, tira minha rola e chupa ela. Espero que você saiba fazer.
Laura não respondeu, só balançou a cabeça. Desceu da cama, se ajoelhou, abriu o zíper da calça e tirou a rola do Sr. Rios. Primeiro começou a beijar a cabeça dela, depois com a língua dava voltas em cima, e de repente abriu a boca pra engolir inteira. O homem jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos, dizendo:
P. – Olha no espelho enquanto chupa.
Laura obedeceu sem reclamar, e no fundo parecia que tava me olhando. Eu tava vidrado na cena do outro quarto. Passaram uns segundos e eu vi que o ritmo da chupada diminuiu e o Sr. Rios começou a gemer. Laura tirou a rola da boca e ele ordenou de novo:
P. – Engole olhando no espelho, por favor.
Laura, de joelhos, se aproximou um pouco mais do espelho e, abrindo a boca, eu vi que ela tava cheia de porra. Com dois goles na garganta, ela abriu a boca de novo e quase toda a porra tinha sumido, enquanto o Sr. Rios sorria olhando no espelho.
P. – Bem, agora vai tomar um banho e a Elena vai te vestir. Lembra que Você tem que obedecer qualquer ordem minha, do meu primo ou da mulher dele, ok?
L.- Ok.
O Sr. Rios saiu pela porta, minha ereção estava enorme, não imaginava que pudesse sentir tanto prazer assim. Na mesma hora, a Elena entrou e disse:
E.- Você vai tomar um banho, e depois eu trago a roupa. Hoje à noite você vai jantar lá embaixo com uns convidados do Sr. Rios. Se comporte direitinho. Isso aqui antes era uma casa rural aberta ao público, mas por uma série de problemas a gente perdeu a licença. O Sr. Rios quer recuperá-la. Vem jantar o prefeito da cidade com outro homem da câmara. Seja boazinha com eles, por favor.
L.- Tá bom.
Depois de responder, Laura entrou no banheiro enquanto Elena deixava em cima da cama a roupa que ela devia vestir naquela noite para o jantar.
Laura saiu com o cabelo ainda molhado, usando uma toalha que cobria das axilas até os joelhos, e perguntou pra Elena:
L.- Essa é a minha roupa?
E.- Sim, tira a toalha.
Laura, obediente, tirou a toalha e deixou cair no chão. Elena pegou da cama uma calcinha fio-dental preta e entregou pra ela vestir. Depois da calcinha, deu umas meias pretas de renda que iam até a parte alta da coxa, e em seguida entregou um vestido preto justo, de alcinhas, bem curto — se subisse um pouquinho, dava pra ver o final das meias. Laura perguntou:
L.- Sutiã você não vai me dar?
E.- Não, não precisa.
A próxima coisa que Elena deu pra Laura foram umas botas pretas altas com um salto enorme. Ela estava linda. Voltou pro banheiro pra arrumar o cabelo e se maquiar, e Elena sumiu do quarto. Acho que foi buscar o Sr. Rios, porque entre a saída da Elena e a entrada do Pedro não deu nem dois minutos. Quando Pedro entrou, foi até o espelho sabendo que eu estava atrás e começou a ajeitar a gravata que usava, dando um sorriso safado. Poucos minutos depois, Laura saiu do banheiro maquiada e com o cabelo muito bem arrumado, longo e levemente ondulado. as pontas, ela tava com dificuldade de andar com as botas de tanto salto e fez igual o Sr. Rios: se olhou no espelho, mexendo no cabelo e ajeitando o vestido. Mas aí o Pedro falou.
P.— Peraí, arruma esse vestido direito. E puxou ele pra baixo com tudo, as alças cederam um pouco e deixou o decote bem mais aberto. Se fosse mais um centímetro pra baixo, já começava a aparecer os bicos dos peitos.
P.— Assim você tá perfeita.
P.— Imagino que a Elena já falou com você. Se comporta direitinho com os convidados, não seja grossa com eles, e deixa eles bem satisfeitos, entendido?
L.— Entendido, Sr. Rios.
Depois dessas palavras, a Laura e o Pedro saíram do quarto, e meu show acabou naquele momento até eles resolverem voltar do jantar.
Uns quinze minutos depois, a Elena entrou no meu quarto com uma bandeja trazendo meu jantar e falou:
E.— Essa é sua janta, bom apetite.
J.— E a Laura, cadê?
E.— Ela tá jantando na sala com o Pedro e dois convidados dele.
J.— Tá bem, né?
E.— Tá sim, fica tranquilo. O charuto e as bebidas vão tomar no quarto da Laura, e você vai poder ver tudo sem problema nenhum.
Depois de me falar isso, a Elena entrou no quarto da Laura e arrumou numa mesa que tinha lá: charutos, uma garrafa de uísque e copos de vidro. Também colocou as três cadeiras em volta da mesa e um balde de gelo do lado. Uns quinze minutos depois, começou a ouvir risada vindo da escada de novo, o que me fez temer que já estavam subindo os quatro. E foi isso mesmo: o primeiro a entrar foi o Pedro Rios, e atrás veio a Laura. Por último, entraram dois caras de terno, os convidados. Um deles era moreno, alto e magro, uns 40 anos. O outro era mais baixo e bem gordo, com uma barriga enorme, devia ter uns 50. Os três homens sentaram nas cadeiras, enquanto a Laura sentou do lado deles, mas na cama. O moreno falou:
— Laura, serve uns copos pra gente, pô, não fica aí sentada. Levantou e serviu três whiskys com Coca Booty pra eles, e o moreno falou de novo:
— Beleza, e você não vai se servir de nada?
L. — Não, não quero mais, já bebi muito vinho.
— Tanto faz, vou te servir um copo e você vai beber, agora mesmo, entendeu? — disse ele, aumentando a voz.
L. — Sim, entendido, Fede.
Fede, que era assim que se chamava o mais novo e bonitão dos convidados, levantou, pegou um copo, colocou dois cubos de gelo e começou a despejar uísque até faltar dois dedos pro copo encher. Depois abriu uma Coca Booty e colocou só um pouquinho que cabia, enquanto os outros dois homens caíam na risada. Laura disse:
L. — Isso aí, não dá pra beber, tá muito forte.
F. — Pois é essa a graça, o forte que tá.
Os três riam às gargalhadas enquanto Fede entregava o copo pra Laura, que tinha se sentado de novo na cama. Depois de tentar dar um gole, ela fez uma cara de nojo danada, porque tava cheio de uísque. Fede, que ainda tava de pé, pegou outro copo longo, colocou dois cubos de gelo e disse:
F. — Nessa festa você não pode ficar sem beber. Não gostou disso?
L. — Não, tá muito forte.
F. — Ok, vou te dar outra opção.
Com o copo na mão, ele desabotoou o cinto, baixou a calça, abriu o zíper e puxou o pau pra fora, começando a mijar no copo. Vendo isso, os outros dois companheiros caíram na risada de novo com a cara de surpresa da Laura. Depois que terminou de encher o copo, ele disse:
F. — Me dá o uísque, e bebe isso aqui se quiser.
L. — Não, prefiro isso.
As risadas dos três eram sinistras, e Fede falou de novo:
F. — Você tem 30 segundos pra beber um copo ou o outro.
E os três começaram a contar juntos: 1, 2, 3, 4...
Laura, quase no fim, conseguiu beber o copo de uísque que o Fede tinha servido, enquanto eles caíam na gargalhada. Aí o outro cara gordo disse:
— Bom, já terminei meu drink, que tal servir outro, né?
Laura serviu mais três whiskys pra eles, e sentou de novo na cama. O mais novo, Fede, perguntou: a Pedro Rios.
F. – Beleza, de qual agência é essa mina?
P. – Não é de agência nenhuma, trabalha na minha empresa.
F. – Não acredito, ela não se prostitui?
P. – Não, já te falei, trabalha comigo, mas neste fim de semana vai tirar um extra.
Fede, olhando pra Laura, perguntou.
F. – Isso é verdade? Você não é uma profissional?
L. – Não.
F. – Não sei como você consegue, Pedro. Diz pra gente, pro prefeito e pra mim, que a gente janta na sua casa, que você precisa da licença da casa rural de novo, que tem comida, bebida e que a gente vai comer de graça, e ainda por cima descobre que ela não é puta... é isso?
P. – Sim, como você ouviu, Fede.
F. – E aposto que agora vai me contar que ela tem namorado.
P. – É verdade, mas vou além: foi o namorado quem recebeu o dinheiro pra ela estar aqui agora, e a gente poder fazer o que quiser com ela.
Fede e o prefeito se olharam com risada debochada, e meio incrédulo, o prefeito disse.
A. – Então, Laura, a gente vai te comer com a permissão do seu namorado, em troca de uma grana, é isso?
L. – Sim.
A. – Pois eu não vou esperar nem mais um segundo.
O prefeito largou o copo na mesa, fez um gesto com a mão pra Laura sentar no colo dele. Laura obedientemente sentou nas pernas do prefeito, de costas pra ele e de frente pro Fede e Pedro Rios, que estavam sentados na frente deles. Com as duas mãos por baixo das alças do vestido preto de Laura, e todo mundo ali presente pôde ver os peitos dela, ele começou a apalpar cada centímetro dos seios dela sob o olhar dos outros. Na hora, Laura começou a rebolar a bunda pra excitar ainda mais o homem. Depois de alguns segundos, ele disse.
A. – Tira a roupa.
Laura deu dois passos e se afastou da mesa onde os três homens estavam sentados, terminou de abaixar o vestido e ficou parada. O prefeito também começou a se despir: o paletó, a gravata, a camisa, aos poucos mostrando um corpo acima do peso, peludo e de um... Tipo de uns 50 anos, que contrastava muito com o que ele tinha na frente: uma jovem de vinte e poucos anos e com um corpo de dar inveja. Assim que o prefeito tirou a parte de cima, disse:
A. – Tira a tanga também, fica só com as meias e as botas.
Enquanto Laura obedecia e deixava ver seu corpo lindo, o prefeito também já tinha se despido. Ele estava com uma ereção enorme, mas o pau dele não era muito grande. O cara se deitou na cama e disse: "Vem, gata, me fode." Laura se aproximou da cama onde o prefeito estava deitado e se colocou em cima da rola dele, enfiando de uma vez. Naquele momento, Laura começou a cavalgar o senhor de 50 anos, e depois de um minuto, no máximo, ele começou a gritar, e Laura foi parando de se mover aos poucos. Depois, Laura se levantou e da buceta dela começou a escorrer esperma sobre o pau do prefeito, que continuava deitado, se recuperando do esforço. Com a fala entrecortada, ele disse:
A. – Limpa todo esse esperma, não me deixa assim.
Laura se abaixou até a virilha do senhor e, com a língua, começou a lamber cada resto de esperma que tinha caído entre os pelos pubianos e o pau do prefeito. Depois de vários minutos assim, ela foi ao banheiro e, com um pouco de papel higiênico, terminou o serviço e ficou de pé, esperando novas ordens dos outros dois homens na sala. Fede já estava um pouco bêbado, mas queria continuar bebendo.
F. – Serve mais uma dose pra gente, Laura.
A. – Não, pra mim não põe mais não, já terminei. Vou embora pra casa. Pedro, valeu por tudo, fazia tempo que não me divertia assim. Vou fazer de tudo pra você recuperar a licença da casa rural. Espero que com o que eu movimentar na prefeitura e o Fede na câmara, em menos de 3 meses você tenha esse negócio funcionando. Um abraço, amigos.
O prefeito, meio vestido, sem paletó e sem gravata, sumiu do quarto. Os outros dois homens, já com suas doses na mão, olhavam com desejo para Laura, que tinha se sentado de novo na cama. Fede olhou pra ela e disse:
F. – Isso que você tá... Isso é novo pra você, mas a noite vai ser bem longa. Pedro e eu vamos te aproveitar a noite inteira, vamos fazer coisas que você nunca imaginou, pode ter certeza. Vai pro banheiro e lava essa buceta, vamos preparar algo pra você.
Laura se levantou e foi pro banheiro. Minha ereção estava total, não podia acreditar que ver minha mina com outros caras era tão excitante assim.
CONTINUA.
Comentem se gostaram, que assim continuo postando os relatos.
Uma vez, saí do bar, peguei o carro e fui pro endereço que o Marcial Rios tinha me dado. Ficava nos arredores da cidade, onde a estrada acabava e começava um caminho de cascalho. Umas trezentos metros adiante, vi uma casa com jardim de dois andares. Quando cheguei, toquei o interfone, e abriram o portão. Entrei com o carro, e uma moça de uns trinta anos saiu de casa pra falar comigo.
— Oi, sou a Elena, mulher do Marcial e prima do Pedro Rios. Me disseram pra você deixar o carro nos fundos da casa, pra Laura não ver quando chegar e não saber que você tá aqui. — Obedeci e estacionei onde a Elena mandou. Ela me convidou pra entrar. Na esquerda, tinha uma sala de estar e jantar com uma TV de tela plana enorme. A sala devia ter uns cem metros quadrados, com lareira, vários sofás, algumas mesas e cadeiras, e um balcão de bar no fundo. Subimos as escadas. A Elena usava uma calça jeans bem justa que destacava uma bunda espetacular. Ela era morena, olhos castanhos, magrinha, com quadris largos. Vestia um suéter justo, e dava pra ver que tinha uns peitões bonitos. Era verdade que usava o mesmo tamanho de roupa que a Laura, mais ou menos. Ela abriu o quarto número cinco. Era um quarto normal, com uma janela pro campo, um banheiro e uma cama de dois por dois metros — o típico quarto de hotel. — Te deixo as chaves e te tranco por fora. O Pedro disse que você não pode sair daqui. Ah, e deixa sua roupa no armário. — Dizendo isso, a Elena foi embora e me trancou.
Assim que ela saiu, abri o armário pra ver se era como o Sr. Rios tinha explicado: se do meu quarto dava pra observar tudo que rolava no quarto vizinho. Toda a parte de trás do armário era um vidrão, de onde dava pra ver perfeitamente o outro dormitório. Peguei uma cadeira e sentei, esperando a chegada da Laura e do Marcial. Subindo na cadeira, percebi que também dava pra ouvir, já que a parte... Em cima do armário tinha uns buracos bem pequenos que se comunicavam com o outro quarto. Depois de esperar uns minutos, vi a porta do quarto se abrir. Era o Sr. Pedro Rios, o chefe da Laura, que, olhando no espelho do quarto onde eu estava, me disse:
P. — Então, Jorge, o espetáculo vai começar. Vou amortizar meu investimento. — E sentou na cama.
Depois das palavras dele, fiquei inquieto, olhando pra ele sentado na cama onde minha namorada Laura seria dele. Não demorou muito pra eu ouvir passos nas escadas de novo, e entraram no quarto número 4: Laura e Marcial Rios, o cara do bar. Laura estava com o cabelo bagunçado, a jaqueta de couro na mão, a saia preta bem levantada e uma alça da camiseta caída. Pedro Rios disse pro primo:
P. — Como é que tá tudo no bar, primo?
M. — Bem, a gente se divertiu um bocado.
P. — Agora deixa a gente a sós, Marcial.
Marcial saiu do quarto e fechou a porta. O Sr. Rios falou pela primeira vez com a Laura:
P. — Então, Laura, me conhece?
L. — Não, mas já ouvi falar do senhor.
P. — Preciso dizer que eu já tinha reparado em você. Garotas tão gostosas como você no escritório não tem mesmo, pra ser sincero. E não esperava a surpresa que seu namorado me deu, me entregar uma mina como você não acontece todo dia.
Laura não respondeu, só baixou o olhar pro chão, meio envergonhada. Pedro pegou o queixo dela com a mão e levantou a cara dela de novo, dizendo:
P. — Fica tranquila, te garanto que você vai curtir pra caralho. Bom, me disseram que no bar você já se divertiu, né?
L. — É, sim... mas foram meio brutos.
P. — Raramente se vê minas como você por aqui, entende eles. Então se acostuma, porque o fim de semana não vai ser nada delicado, ok?
L. — Ok.
P. — Beleza. As regras combinadas com seu namorado, não sei se você sabe.
L. — Tanto faz, o que vocês combinaram tá de boa.
P. — Suas regras são as seguintes: você vai tratar o Marcial, a mulher dele e a mim de "senhor", e vai aceitar tudo. Ordens que a gente der, espero que nos faça gozar muito e que seja bem obediente.
Essa conversa me deixou com uma ereção de cavalo, e o Sr. Rios disse.
P. – Pois bem, é hora de começar. Tira a roupa.
Laura tirou a regata, depois abaixou a saia e as meias, e tirou as botas, ficando nua na frente do Sr. Rios, já que a calcinha fio dental tinha perdido no bar.
P. – Muito bem, Laura, você é uma gostosa. Agora deita na cama olhando pro espelho e começa a se tocar, você já sabe.
Laura, bem obediente, deitou, abriu as pernas e, me olhando, começou a tocar o clitóris com uma mão e um dos peitos com a outra. Eu tava muito excitado e a imagem me encantava. Depois de uns minutos observando, o Sr. Rios decidiu dar outra ordem e, andando até o espelho, disse:
P. – Bem, já chega. Agora ajoelha, tira minha rola e chupa ela. Espero que você saiba fazer.
Laura não respondeu, só balançou a cabeça. Desceu da cama, se ajoelhou, abriu o zíper da calça e tirou a rola do Sr. Rios. Primeiro começou a beijar a cabeça dela, depois com a língua dava voltas em cima, e de repente abriu a boca pra engolir inteira. O homem jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos, dizendo:
P. – Olha no espelho enquanto chupa.
Laura obedeceu sem reclamar, e no fundo parecia que tava me olhando. Eu tava vidrado na cena do outro quarto. Passaram uns segundos e eu vi que o ritmo da chupada diminuiu e o Sr. Rios começou a gemer. Laura tirou a rola da boca e ele ordenou de novo:
P. – Engole olhando no espelho, por favor.
Laura, de joelhos, se aproximou um pouco mais do espelho e, abrindo a boca, eu vi que ela tava cheia de porra. Com dois goles na garganta, ela abriu a boca de novo e quase toda a porra tinha sumido, enquanto o Sr. Rios sorria olhando no espelho.
P. – Bem, agora vai tomar um banho e a Elena vai te vestir. Lembra que Você tem que obedecer qualquer ordem minha, do meu primo ou da mulher dele, ok?
L.- Ok.
O Sr. Rios saiu pela porta, minha ereção estava enorme, não imaginava que pudesse sentir tanto prazer assim. Na mesma hora, a Elena entrou e disse:
E.- Você vai tomar um banho, e depois eu trago a roupa. Hoje à noite você vai jantar lá embaixo com uns convidados do Sr. Rios. Se comporte direitinho. Isso aqui antes era uma casa rural aberta ao público, mas por uma série de problemas a gente perdeu a licença. O Sr. Rios quer recuperá-la. Vem jantar o prefeito da cidade com outro homem da câmara. Seja boazinha com eles, por favor.
L.- Tá bom.
Depois de responder, Laura entrou no banheiro enquanto Elena deixava em cima da cama a roupa que ela devia vestir naquela noite para o jantar.
Laura saiu com o cabelo ainda molhado, usando uma toalha que cobria das axilas até os joelhos, e perguntou pra Elena:
L.- Essa é a minha roupa?
E.- Sim, tira a toalha.
Laura, obediente, tirou a toalha e deixou cair no chão. Elena pegou da cama uma calcinha fio-dental preta e entregou pra ela vestir. Depois da calcinha, deu umas meias pretas de renda que iam até a parte alta da coxa, e em seguida entregou um vestido preto justo, de alcinhas, bem curto — se subisse um pouquinho, dava pra ver o final das meias. Laura perguntou:
L.- Sutiã você não vai me dar?
E.- Não, não precisa.
A próxima coisa que Elena deu pra Laura foram umas botas pretas altas com um salto enorme. Ela estava linda. Voltou pro banheiro pra arrumar o cabelo e se maquiar, e Elena sumiu do quarto. Acho que foi buscar o Sr. Rios, porque entre a saída da Elena e a entrada do Pedro não deu nem dois minutos. Quando Pedro entrou, foi até o espelho sabendo que eu estava atrás e começou a ajeitar a gravata que usava, dando um sorriso safado. Poucos minutos depois, Laura saiu do banheiro maquiada e com o cabelo muito bem arrumado, longo e levemente ondulado. as pontas, ela tava com dificuldade de andar com as botas de tanto salto e fez igual o Sr. Rios: se olhou no espelho, mexendo no cabelo e ajeitando o vestido. Mas aí o Pedro falou.
P.— Peraí, arruma esse vestido direito. E puxou ele pra baixo com tudo, as alças cederam um pouco e deixou o decote bem mais aberto. Se fosse mais um centímetro pra baixo, já começava a aparecer os bicos dos peitos.
P.— Assim você tá perfeita.
P.— Imagino que a Elena já falou com você. Se comporta direitinho com os convidados, não seja grossa com eles, e deixa eles bem satisfeitos, entendido?
L.— Entendido, Sr. Rios.
Depois dessas palavras, a Laura e o Pedro saíram do quarto, e meu show acabou naquele momento até eles resolverem voltar do jantar.
Uns quinze minutos depois, a Elena entrou no meu quarto com uma bandeja trazendo meu jantar e falou:
E.— Essa é sua janta, bom apetite.
J.— E a Laura, cadê?
E.— Ela tá jantando na sala com o Pedro e dois convidados dele.
J.— Tá bem, né?
E.— Tá sim, fica tranquilo. O charuto e as bebidas vão tomar no quarto da Laura, e você vai poder ver tudo sem problema nenhum.
Depois de me falar isso, a Elena entrou no quarto da Laura e arrumou numa mesa que tinha lá: charutos, uma garrafa de uísque e copos de vidro. Também colocou as três cadeiras em volta da mesa e um balde de gelo do lado. Uns quinze minutos depois, começou a ouvir risada vindo da escada de novo, o que me fez temer que já estavam subindo os quatro. E foi isso mesmo: o primeiro a entrar foi o Pedro Rios, e atrás veio a Laura. Por último, entraram dois caras de terno, os convidados. Um deles era moreno, alto e magro, uns 40 anos. O outro era mais baixo e bem gordo, com uma barriga enorme, devia ter uns 50. Os três homens sentaram nas cadeiras, enquanto a Laura sentou do lado deles, mas na cama. O moreno falou:
— Laura, serve uns copos pra gente, pô, não fica aí sentada. Levantou e serviu três whiskys com Coca Booty pra eles, e o moreno falou de novo:
— Beleza, e você não vai se servir de nada?
L. — Não, não quero mais, já bebi muito vinho.
— Tanto faz, vou te servir um copo e você vai beber, agora mesmo, entendeu? — disse ele, aumentando a voz.
L. — Sim, entendido, Fede.
Fede, que era assim que se chamava o mais novo e bonitão dos convidados, levantou, pegou um copo, colocou dois cubos de gelo e começou a despejar uísque até faltar dois dedos pro copo encher. Depois abriu uma Coca Booty e colocou só um pouquinho que cabia, enquanto os outros dois homens caíam na risada. Laura disse:
L. — Isso aí, não dá pra beber, tá muito forte.
F. — Pois é essa a graça, o forte que tá.
Os três riam às gargalhadas enquanto Fede entregava o copo pra Laura, que tinha se sentado de novo na cama. Depois de tentar dar um gole, ela fez uma cara de nojo danada, porque tava cheio de uísque. Fede, que ainda tava de pé, pegou outro copo longo, colocou dois cubos de gelo e disse:
F. — Nessa festa você não pode ficar sem beber. Não gostou disso?
L. — Não, tá muito forte.
F. — Ok, vou te dar outra opção.
Com o copo na mão, ele desabotoou o cinto, baixou a calça, abriu o zíper e puxou o pau pra fora, começando a mijar no copo. Vendo isso, os outros dois companheiros caíram na risada de novo com a cara de surpresa da Laura. Depois que terminou de encher o copo, ele disse:
F. — Me dá o uísque, e bebe isso aqui se quiser.
L. — Não, prefiro isso.
As risadas dos três eram sinistras, e Fede falou de novo:
F. — Você tem 30 segundos pra beber um copo ou o outro.
E os três começaram a contar juntos: 1, 2, 3, 4...
Laura, quase no fim, conseguiu beber o copo de uísque que o Fede tinha servido, enquanto eles caíam na gargalhada. Aí o outro cara gordo disse:
— Bom, já terminei meu drink, que tal servir outro, né?
Laura serviu mais três whiskys pra eles, e sentou de novo na cama. O mais novo, Fede, perguntou: a Pedro Rios.
F. – Beleza, de qual agência é essa mina?
P. – Não é de agência nenhuma, trabalha na minha empresa.
F. – Não acredito, ela não se prostitui?
P. – Não, já te falei, trabalha comigo, mas neste fim de semana vai tirar um extra.
Fede, olhando pra Laura, perguntou.
F. – Isso é verdade? Você não é uma profissional?
L. – Não.
F. – Não sei como você consegue, Pedro. Diz pra gente, pro prefeito e pra mim, que a gente janta na sua casa, que você precisa da licença da casa rural de novo, que tem comida, bebida e que a gente vai comer de graça, e ainda por cima descobre que ela não é puta... é isso?
P. – Sim, como você ouviu, Fede.
F. – E aposto que agora vai me contar que ela tem namorado.
P. – É verdade, mas vou além: foi o namorado quem recebeu o dinheiro pra ela estar aqui agora, e a gente poder fazer o que quiser com ela.
Fede e o prefeito se olharam com risada debochada, e meio incrédulo, o prefeito disse.
A. – Então, Laura, a gente vai te comer com a permissão do seu namorado, em troca de uma grana, é isso?
L. – Sim.
A. – Pois eu não vou esperar nem mais um segundo.
O prefeito largou o copo na mesa, fez um gesto com a mão pra Laura sentar no colo dele. Laura obedientemente sentou nas pernas do prefeito, de costas pra ele e de frente pro Fede e Pedro Rios, que estavam sentados na frente deles. Com as duas mãos por baixo das alças do vestido preto de Laura, e todo mundo ali presente pôde ver os peitos dela, ele começou a apalpar cada centímetro dos seios dela sob o olhar dos outros. Na hora, Laura começou a rebolar a bunda pra excitar ainda mais o homem. Depois de alguns segundos, ele disse.
A. – Tira a roupa.
Laura deu dois passos e se afastou da mesa onde os três homens estavam sentados, terminou de abaixar o vestido e ficou parada. O prefeito também começou a se despir: o paletó, a gravata, a camisa, aos poucos mostrando um corpo acima do peso, peludo e de um... Tipo de uns 50 anos, que contrastava muito com o que ele tinha na frente: uma jovem de vinte e poucos anos e com um corpo de dar inveja. Assim que o prefeito tirou a parte de cima, disse:
A. – Tira a tanga também, fica só com as meias e as botas.
Enquanto Laura obedecia e deixava ver seu corpo lindo, o prefeito também já tinha se despido. Ele estava com uma ereção enorme, mas o pau dele não era muito grande. O cara se deitou na cama e disse: "Vem, gata, me fode." Laura se aproximou da cama onde o prefeito estava deitado e se colocou em cima da rola dele, enfiando de uma vez. Naquele momento, Laura começou a cavalgar o senhor de 50 anos, e depois de um minuto, no máximo, ele começou a gritar, e Laura foi parando de se mover aos poucos. Depois, Laura se levantou e da buceta dela começou a escorrer esperma sobre o pau do prefeito, que continuava deitado, se recuperando do esforço. Com a fala entrecortada, ele disse:
A. – Limpa todo esse esperma, não me deixa assim.
Laura se abaixou até a virilha do senhor e, com a língua, começou a lamber cada resto de esperma que tinha caído entre os pelos pubianos e o pau do prefeito. Depois de vários minutos assim, ela foi ao banheiro e, com um pouco de papel higiênico, terminou o serviço e ficou de pé, esperando novas ordens dos outros dois homens na sala. Fede já estava um pouco bêbado, mas queria continuar bebendo.
F. – Serve mais uma dose pra gente, Laura.
A. – Não, pra mim não põe mais não, já terminei. Vou embora pra casa. Pedro, valeu por tudo, fazia tempo que não me divertia assim. Vou fazer de tudo pra você recuperar a licença da casa rural. Espero que com o que eu movimentar na prefeitura e o Fede na câmara, em menos de 3 meses você tenha esse negócio funcionando. Um abraço, amigos.
O prefeito, meio vestido, sem paletó e sem gravata, sumiu do quarto. Os outros dois homens, já com suas doses na mão, olhavam com desejo para Laura, que tinha se sentado de novo na cama. Fede olhou pra ela e disse:
F. – Isso que você tá... Isso é novo pra você, mas a noite vai ser bem longa. Pedro e eu vamos te aproveitar a noite inteira, vamos fazer coisas que você nunca imaginou, pode ter certeza. Vai pro banheiro e lava essa buceta, vamos preparar algo pra você.
Laura se levantou e foi pro banheiro. Minha ereção estava total, não podia acreditar que ver minha mina com outros caras era tão excitante assim.
CONTINUA.
Comentem se gostaram, que assim continuo postando os relatos.
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