O que vou contar agora é verdadeiro e aconteceu há uns anos. Durante todo esse tempo, não esqueci nenhum detalhe desse acontecimento que me deu a chance de praticar o amor de forma explícita e sem inibições, e que pra mim foi realmente incrível.
Mas deixem eu contar: naquela época eu já tinha uns anos de estrada e era gerente administrativo de uma empresa. Por reviravoltas do destino, me mandaram cobrir a licença de um colega de trabalho em outra filial. Nessa fase, eu vivia um momento muito feliz e estável no meu casamento, com dois filhos adoráveis e uma esposa totalmente dedicada ao lar e aos cuidados dos pequenos. Não sou nenhum Adônis, mas pro meu trabalho eu precisava estar sempre com boa aparência, tanto física quanto mentalmente, pra passar aquela imagem que os altos executivos tanto querem.
Cheguei naquela filial inesquecível e, depois das apresentações de praxe, onde conheci o pessoal masculino e feminino que seriam meus colaboradores, percebi a beleza de uma moça de 30 anos, morena clara, com um rostinho muito lindo. Ela me estendeu a mão de um jeito bem caloroso e amigável, e na apresentação dela notei o tom sugestivo da voz e um olhar muito expressivo, com olhos profundamente negros emoldurados por sobrancelhas perfeitas, um nariz fino e lábios delgados, no formato exato que convida a serem beijados com paixão. O cabelo longo era a moldura perfeita: preto, sedoso, brilhante e ondulado, fazendo um jogo perfeito com a imagem impecável dela, elegante, vestindo um uniforme tipo tailleur que dava um toque de mulher inteligente e muito feminina. Não paro de elogiar até hoje aquela imagem que causou um impacto forte em mim, tanto que ao toque das mãos dela senti que derretia por completo, mas tive que manter aquela imagem de executivo que a empresa exigia, bom, pelo menos naquele momento.
No decorrer da minha estadia naquela filial, fiquei sabendo Ela era casada, óbvio, quem deixaria solteira uma gostosa daquelas, e o marido dela trabalhava naquele escritório. Bom, se em algum momento passou pela minha cabeça dar em cima dela, eu descartei a ideia. No trabalho, eu me concentrei tanto nos problemas acumulados e em entregar bons resultados que minha relação com aquela gostosa se resumiu a questões profissionais. Sabendo do impacto forte que ela causou em mim, eu evitava ao máximo qualquer aproximação que não fosse estritamente profissional. Até o dia em que me avisaram da chegada de gente importante da empresa no escritório e que a gente precisava impressioná-los. Quando informei meus colaboradores, pedi a ajuda deles pra deixar o escritório num clima realmente agradável no dia da visita, e também a ajuda das mulheres pra preparar uns salgadinhos e uns refrigerantes pros visitantes. Como sempre acontece nesses eventos, todo mundo topou e, depois de planejar como seria, voltamos todos ao trabalho. Naquele dia, antes de bater o ponto, a T — vou chamar assim aquela mulher lindíssima — se aproximou pra me apresentar um orçamento das compras pros salgadinhos e refrigerantes. Depois que aprovei o orçamento, ela disse que, já que o tempo estava curto, era pra eu acompanhá-la pra fazer as compras no fim do expediente daquele dia. Pensei duas vezes, mas como queria passar a imagem de ser uma pessoa sociável e amigável, acabei topando. Antes de fazer as compras, convidei ela pra tomar um café, usando meus galanteios de dias de festa. Bom, aquele dia foi um dia de festa pra mim, que terminou num ato feliz. Enquanto fazíamos as compras, percebi que ela parou um tempão num espaço onde vendem cartões postais. Dei tempo pra ela escolher um cartão, me afastei pra não me intrometer nas coisas pessoais dela. Vi que ela pegou um e até aí nada de anormal. Quando deixei ela na porta da casa dela, antes de descer do carro, ela me estendeu o cartão e disse que era pra mim. Ela me agradeceu pela tarde que tinha dedicado a ela e pediu desculpas por não assinar o cartão, mas que com o que estava escrito ali já dizia tudo. Fiquei pasmo, nem consegui articular uma palavra. Na rua seguinte, parei o carro pra ler o conteúdo do cartão e fiquei ainda mais surpreso quando percebi que a dedicatória era um convite, era a abertura pra um relacionamento. O cartão dizia que ela tinha passado uma tarde "super" e esperava que não fosse a única vez que teria uma tarde assim. Me senti nas nuvens, no paraíso! Além disso, ela tinha deixado o número de telefone da casa dela. No primeiro orelhão que vi, parei e liguei pra ela, mesmo sabendo que o marido poderia atender. Pra minha sorte, ouvi a voz dela, e ela ainda disse que estava esperando minha ligação. Trocamos um monte de palavras bonitas e combinamos de sair de novo outro dia, mas que no escritório a gente teria que manter o máximo de discrição.
Depois da visita, no fim do expediente, fomos comemorar nosso sucesso com toda a equipe de trabalho. Depois de umas 2 horas de confraternização, fomos nos despedindo. Ao se despedir, T estendeu a mão e deixou um papel discretamente comigo. No papel, ela pedia pra eu ligar pra casa dela em uma hora. Na mesma hora, terminei tudo que tinha pendente e liguei. T disse que estava esperando minha ligação e pediu pra gente se encontrar naquele dia. Marquei num café bem discreto. Ela estava radiante e eu, felizão. Peguei nas mãos dela e me atrevi a provar um pouco do céu: beijei ela na boca. Aquilo me excitou pra caralho. Saímos de lá de mãos dadas. Quando deixei ela no carro, com delicadeza e firmeza ao mesmo tempo, abracei ela. Minha intenção era fazer ela sentir a dureza da minha pica. Ela percebeu, sorriu e disse que adorava causar essa reação em mim, que se sentia lisonjeada.
Durante a semana seguinte, saímos três vezes e nos encontrávamos em lugares diferentes. E a cada vez, as carícias eram mais intensas. Sensuais e atrevidas. Até que eu criei coragem e pedi pra gente se ver num lugar mais íntimo. Ela topou na hora, mas pediu que fosse num local bem discreto. Fui atrás de um lugar que seria "a porta do paraíso", até que encontrei. No fim de semana seguinte, combinamos de nos ver às 5 da tarde, mas ela só tinha 2 horas. Pra mim, era mais que suficiente.
Naquele dia, ela chegou no encontro vestindo uma calça jeans e uma camisetinha casual, onde pude apreciar o esplendor do corpo dela. Abri os braços e ela se encostou em mim, a gente se beijou suave, a sensualidade que ela exalava estava no auge. Como os dois sabíamos o que queríamos e o tempo que tínhamos, tratei logo de tirar a blusinha dela primeiro. Acariciei suas costas, senti a maciez da pele dela e, como eu já tava mais que excitado, desabotoei o sutiã dela e tirei devagar. Percebi que os peitos dela eram pequenos, mas bem durinhos e no lugar certo. Os bicos eram pequenos, coroados por uma auréola marrom que dava uma vista linda. Depois de beijar as costas e o pescoço dela e me deliciar com a pele, fui pros peitos. Brinquei com eles o suficiente pra deixá-la excitada. Ela tirou minha camisa e foi me mordendo e beijando do mesmo jeito. Meu pau tava duríssimo e não furou o tecido da minha calça porque tava colado no corpo dela. Fui deslizando a calça dela pra baixo, descendo meus lábios e beijando desde os peitos até a barriga lisinha, enfiando a língua no umbigo e mais pra baixo até sentir o tecido macio da calcinha dela. Beijei a buceta dela, sentindo os pelinhos e a umidade que tomava conta, e o cheiro de mulher excitada que ela exalava. Devagar, puxei a calcinha vermelha pra baixo e ela ficou completamente nua na minha frente. Ajoelhado diante dela, levantei uma das pernas dela e enfiei o rosto no sexo dela. Minha língua encontrou os lábios da buceta dela e senti aquele sabor inigualável dos fluidos femininos, que são como mel pras abelhas. Fiquei ali um bom tempo. sentindo que estava cada vez mais molhada, ela encostava cada vez mais aquela parte linda no meu rosto, eu estava segurando suas nádegas macias e redondas, que eu massageava com luxúria, ela estava à beira da histeria, pedindo para eu continuar e parar ao mesmo tempo, eu me levantei e ela imediatamente desabotoou minha calça, que não caiu no chão porque ficou presa na minha pica, que naquele momento estava muito dura, como nunca antes, do jeito que conseguiu, ela tirou minha cueca e, ao ver meu membro ereto na frente do rosto dela, pegou ele com as duas mãos, acariciando minhas bolas e depois, com a língua, sugou a gotinha transparente que aparecia e, depois de dar um beijo, começou a chupar ele, primeiro foi a cabeça, ela colocou na boca com uma delicadeza incrível e, aos poucos, foi enfiando toda a minha pica na boca e, tirando devagar, colocava de novo, não sei quanto tempo durou isso, eu já tinha perdido a noção do tempo, e quando eu não aguentava mais, ela parou e, com uma graça sem igual, se virou e me ofereceu a bunda linda dela, se encostou em mim e minha pica ficou entre as nádegas dela, molhados como estávamos, senti o roçar da minha pica entre as pernas dela, exatamente na entrada da buceta, ela já se contorcia de tesão e só murmúrios de prazer saíam dos lábios dela, instintivamente ela afastou os glúteos e eu olhei o cuzinho brilhante e molhado dela e coloquei minha pica na posição, ela com as mãos colocou na direção e eu comecei a empurrar, enfiando primeiro a cabeça da minha pica no cuzinho dela para depois enfiar tudo aos poucos, aproveitando aquelas sensações sem parar, ela mesma começou a se mexer sensual e devagar, deixando minha pica sair do cu até a metade e depois enfiar de novo, que delícia! Eu, por minha vez, não parava de beijar a nuca dela e com uma mão acariciava os peitos e com a outra acariciava o clitóris, enfiando um, dois e até três dedos na buceta, naquele momento ela começou a gritar como se estivesse possuída e, não aguentando mais, eu esvaziei dentro da bunda dela, enchi o cu dela com meu esperma e, mesmo doendo, não tirei a pica, ficamos colados por um bom tempo até não aguentarmos mais e nos deixamos cair na cama. Devagar ela se separou de mim, eu estava deitado de barriga pra cima, ela chegou perto, me deu um beijo na boca e com a mão começou a brincar com minha pica. Ao perceber que ainda tava dura, ela subiu em cima de mim e, montando, com as mãos dela guiou minha pica até a buceta dela, sentou e enfiou tudo, e começou de novo o vai e vem. Ela pediu pra eu apertar os peitos dela, lamber, morder. A gente tava num nível incrível de tesão, ela gozou 1, 2, 3, nem sei quantas vezes, e eu dei meu esperma de novo. Exausta, ela caiu do meu lado, me cobriu de beijos e de novo apalpou minha pica e viu que ainda tava dura. Ela disse que não podia desperdiçar aquela maravilha e, ficando de quatro, me ofereceu um espetáculo incrível: o cu e a buceta dela prontos e esperando minha pica. Sem fazer ela esperar, comecei primeiro com a buceta dela e depois com o cu, e fui alternando até que ela já tava no ponto. Senti como os fluidos dela anunciavam que ela já tava tendo outros orgasmos quando eu externei que já ia gozar também. Ela se virou, pegou minha pica com as mãos e enfiou na boca, e ali na boca dela eu explodi de novo. Ela engoliu todo meu esperma, que obviamente já não era tão abundante, mas senti como um alívio. Aí fui eu quem caiu exausto, e minha pica já mostrava o cansaço, porque já tava mole. Puxei a T pra perto de mim e dei um beijo nela, e ficamos abraçados por um tempo. A verdade é que não sei quanto tempo, mas quando olhamos os relógios, percebemos que a gente tinha passado mais de 5 horas nessa! A T foi pro banheiro se lavar e quando saiu já vestida, ainda dava pra ver que tinha tido um encontro sexual, a expressão dela era inconfundível. Ela disse que não sabia que explicação podia dar, mas que pelo amor de Deus eu ligasse pra casa dela em no máximo uma hora. Fiz isso, e ela disse que quando Chegou em casa, o marido dela ainda não tinha chegado, que bom.
Mantivemos um relacionamento por um ano, nossos encontros eram todo fim de semana, mas o que a gente curtiu naquele fim de semana, a primeira vez nunca mais se repetiu. Depois de 8 anos, ainda lembro como algo inesquecível.
Se algum dos leitores já teve uma experiência parecida, me escrevam pra trocar essas lembranças.
Mas deixem eu contar: naquela época eu já tinha uns anos de estrada e era gerente administrativo de uma empresa. Por reviravoltas do destino, me mandaram cobrir a licença de um colega de trabalho em outra filial. Nessa fase, eu vivia um momento muito feliz e estável no meu casamento, com dois filhos adoráveis e uma esposa totalmente dedicada ao lar e aos cuidados dos pequenos. Não sou nenhum Adônis, mas pro meu trabalho eu precisava estar sempre com boa aparência, tanto física quanto mentalmente, pra passar aquela imagem que os altos executivos tanto querem.
Cheguei naquela filial inesquecível e, depois das apresentações de praxe, onde conheci o pessoal masculino e feminino que seriam meus colaboradores, percebi a beleza de uma moça de 30 anos, morena clara, com um rostinho muito lindo. Ela me estendeu a mão de um jeito bem caloroso e amigável, e na apresentação dela notei o tom sugestivo da voz e um olhar muito expressivo, com olhos profundamente negros emoldurados por sobrancelhas perfeitas, um nariz fino e lábios delgados, no formato exato que convida a serem beijados com paixão. O cabelo longo era a moldura perfeita: preto, sedoso, brilhante e ondulado, fazendo um jogo perfeito com a imagem impecável dela, elegante, vestindo um uniforme tipo tailleur que dava um toque de mulher inteligente e muito feminina. Não paro de elogiar até hoje aquela imagem que causou um impacto forte em mim, tanto que ao toque das mãos dela senti que derretia por completo, mas tive que manter aquela imagem de executivo que a empresa exigia, bom, pelo menos naquele momento.
No decorrer da minha estadia naquela filial, fiquei sabendo Ela era casada, óbvio, quem deixaria solteira uma gostosa daquelas, e o marido dela trabalhava naquele escritório. Bom, se em algum momento passou pela minha cabeça dar em cima dela, eu descartei a ideia. No trabalho, eu me concentrei tanto nos problemas acumulados e em entregar bons resultados que minha relação com aquela gostosa se resumiu a questões profissionais. Sabendo do impacto forte que ela causou em mim, eu evitava ao máximo qualquer aproximação que não fosse estritamente profissional. Até o dia em que me avisaram da chegada de gente importante da empresa no escritório e que a gente precisava impressioná-los. Quando informei meus colaboradores, pedi a ajuda deles pra deixar o escritório num clima realmente agradável no dia da visita, e também a ajuda das mulheres pra preparar uns salgadinhos e uns refrigerantes pros visitantes. Como sempre acontece nesses eventos, todo mundo topou e, depois de planejar como seria, voltamos todos ao trabalho. Naquele dia, antes de bater o ponto, a T — vou chamar assim aquela mulher lindíssima — se aproximou pra me apresentar um orçamento das compras pros salgadinhos e refrigerantes. Depois que aprovei o orçamento, ela disse que, já que o tempo estava curto, era pra eu acompanhá-la pra fazer as compras no fim do expediente daquele dia. Pensei duas vezes, mas como queria passar a imagem de ser uma pessoa sociável e amigável, acabei topando. Antes de fazer as compras, convidei ela pra tomar um café, usando meus galanteios de dias de festa. Bom, aquele dia foi um dia de festa pra mim, que terminou num ato feliz. Enquanto fazíamos as compras, percebi que ela parou um tempão num espaço onde vendem cartões postais. Dei tempo pra ela escolher um cartão, me afastei pra não me intrometer nas coisas pessoais dela. Vi que ela pegou um e até aí nada de anormal. Quando deixei ela na porta da casa dela, antes de descer do carro, ela me estendeu o cartão e disse que era pra mim. Ela me agradeceu pela tarde que tinha dedicado a ela e pediu desculpas por não assinar o cartão, mas que com o que estava escrito ali já dizia tudo. Fiquei pasmo, nem consegui articular uma palavra. Na rua seguinte, parei o carro pra ler o conteúdo do cartão e fiquei ainda mais surpreso quando percebi que a dedicatória era um convite, era a abertura pra um relacionamento. O cartão dizia que ela tinha passado uma tarde "super" e esperava que não fosse a única vez que teria uma tarde assim. Me senti nas nuvens, no paraíso! Além disso, ela tinha deixado o número de telefone da casa dela. No primeiro orelhão que vi, parei e liguei pra ela, mesmo sabendo que o marido poderia atender. Pra minha sorte, ouvi a voz dela, e ela ainda disse que estava esperando minha ligação. Trocamos um monte de palavras bonitas e combinamos de sair de novo outro dia, mas que no escritório a gente teria que manter o máximo de discrição.
Depois da visita, no fim do expediente, fomos comemorar nosso sucesso com toda a equipe de trabalho. Depois de umas 2 horas de confraternização, fomos nos despedindo. Ao se despedir, T estendeu a mão e deixou um papel discretamente comigo. No papel, ela pedia pra eu ligar pra casa dela em uma hora. Na mesma hora, terminei tudo que tinha pendente e liguei. T disse que estava esperando minha ligação e pediu pra gente se encontrar naquele dia. Marquei num café bem discreto. Ela estava radiante e eu, felizão. Peguei nas mãos dela e me atrevi a provar um pouco do céu: beijei ela na boca. Aquilo me excitou pra caralho. Saímos de lá de mãos dadas. Quando deixei ela no carro, com delicadeza e firmeza ao mesmo tempo, abracei ela. Minha intenção era fazer ela sentir a dureza da minha pica. Ela percebeu, sorriu e disse que adorava causar essa reação em mim, que se sentia lisonjeada.
Durante a semana seguinte, saímos três vezes e nos encontrávamos em lugares diferentes. E a cada vez, as carícias eram mais intensas. Sensuais e atrevidas. Até que eu criei coragem e pedi pra gente se ver num lugar mais íntimo. Ela topou na hora, mas pediu que fosse num local bem discreto. Fui atrás de um lugar que seria "a porta do paraíso", até que encontrei. No fim de semana seguinte, combinamos de nos ver às 5 da tarde, mas ela só tinha 2 horas. Pra mim, era mais que suficiente.
Naquele dia, ela chegou no encontro vestindo uma calça jeans e uma camisetinha casual, onde pude apreciar o esplendor do corpo dela. Abri os braços e ela se encostou em mim, a gente se beijou suave, a sensualidade que ela exalava estava no auge. Como os dois sabíamos o que queríamos e o tempo que tínhamos, tratei logo de tirar a blusinha dela primeiro. Acariciei suas costas, senti a maciez da pele dela e, como eu já tava mais que excitado, desabotoei o sutiã dela e tirei devagar. Percebi que os peitos dela eram pequenos, mas bem durinhos e no lugar certo. Os bicos eram pequenos, coroados por uma auréola marrom que dava uma vista linda. Depois de beijar as costas e o pescoço dela e me deliciar com a pele, fui pros peitos. Brinquei com eles o suficiente pra deixá-la excitada. Ela tirou minha camisa e foi me mordendo e beijando do mesmo jeito. Meu pau tava duríssimo e não furou o tecido da minha calça porque tava colado no corpo dela. Fui deslizando a calça dela pra baixo, descendo meus lábios e beijando desde os peitos até a barriga lisinha, enfiando a língua no umbigo e mais pra baixo até sentir o tecido macio da calcinha dela. Beijei a buceta dela, sentindo os pelinhos e a umidade que tomava conta, e o cheiro de mulher excitada que ela exalava. Devagar, puxei a calcinha vermelha pra baixo e ela ficou completamente nua na minha frente. Ajoelhado diante dela, levantei uma das pernas dela e enfiei o rosto no sexo dela. Minha língua encontrou os lábios da buceta dela e senti aquele sabor inigualável dos fluidos femininos, que são como mel pras abelhas. Fiquei ali um bom tempo. sentindo que estava cada vez mais molhada, ela encostava cada vez mais aquela parte linda no meu rosto, eu estava segurando suas nádegas macias e redondas, que eu massageava com luxúria, ela estava à beira da histeria, pedindo para eu continuar e parar ao mesmo tempo, eu me levantei e ela imediatamente desabotoou minha calça, que não caiu no chão porque ficou presa na minha pica, que naquele momento estava muito dura, como nunca antes, do jeito que conseguiu, ela tirou minha cueca e, ao ver meu membro ereto na frente do rosto dela, pegou ele com as duas mãos, acariciando minhas bolas e depois, com a língua, sugou a gotinha transparente que aparecia e, depois de dar um beijo, começou a chupar ele, primeiro foi a cabeça, ela colocou na boca com uma delicadeza incrível e, aos poucos, foi enfiando toda a minha pica na boca e, tirando devagar, colocava de novo, não sei quanto tempo durou isso, eu já tinha perdido a noção do tempo, e quando eu não aguentava mais, ela parou e, com uma graça sem igual, se virou e me ofereceu a bunda linda dela, se encostou em mim e minha pica ficou entre as nádegas dela, molhados como estávamos, senti o roçar da minha pica entre as pernas dela, exatamente na entrada da buceta, ela já se contorcia de tesão e só murmúrios de prazer saíam dos lábios dela, instintivamente ela afastou os glúteos e eu olhei o cuzinho brilhante e molhado dela e coloquei minha pica na posição, ela com as mãos colocou na direção e eu comecei a empurrar, enfiando primeiro a cabeça da minha pica no cuzinho dela para depois enfiar tudo aos poucos, aproveitando aquelas sensações sem parar, ela mesma começou a se mexer sensual e devagar, deixando minha pica sair do cu até a metade e depois enfiar de novo, que delícia! Eu, por minha vez, não parava de beijar a nuca dela e com uma mão acariciava os peitos e com a outra acariciava o clitóris, enfiando um, dois e até três dedos na buceta, naquele momento ela começou a gritar como se estivesse possuída e, não aguentando mais, eu esvaziei dentro da bunda dela, enchi o cu dela com meu esperma e, mesmo doendo, não tirei a pica, ficamos colados por um bom tempo até não aguentarmos mais e nos deixamos cair na cama. Devagar ela se separou de mim, eu estava deitado de barriga pra cima, ela chegou perto, me deu um beijo na boca e com a mão começou a brincar com minha pica. Ao perceber que ainda tava dura, ela subiu em cima de mim e, montando, com as mãos dela guiou minha pica até a buceta dela, sentou e enfiou tudo, e começou de novo o vai e vem. Ela pediu pra eu apertar os peitos dela, lamber, morder. A gente tava num nível incrível de tesão, ela gozou 1, 2, 3, nem sei quantas vezes, e eu dei meu esperma de novo. Exausta, ela caiu do meu lado, me cobriu de beijos e de novo apalpou minha pica e viu que ainda tava dura. Ela disse que não podia desperdiçar aquela maravilha e, ficando de quatro, me ofereceu um espetáculo incrível: o cu e a buceta dela prontos e esperando minha pica. Sem fazer ela esperar, comecei primeiro com a buceta dela e depois com o cu, e fui alternando até que ela já tava no ponto. Senti como os fluidos dela anunciavam que ela já tava tendo outros orgasmos quando eu externei que já ia gozar também. Ela se virou, pegou minha pica com as mãos e enfiou na boca, e ali na boca dela eu explodi de novo. Ela engoliu todo meu esperma, que obviamente já não era tão abundante, mas senti como um alívio. Aí fui eu quem caiu exausto, e minha pica já mostrava o cansaço, porque já tava mole. Puxei a T pra perto de mim e dei um beijo nela, e ficamos abraçados por um tempo. A verdade é que não sei quanto tempo, mas quando olhamos os relógios, percebemos que a gente tinha passado mais de 5 horas nessa! A T foi pro banheiro se lavar e quando saiu já vestida, ainda dava pra ver que tinha tido um encontro sexual, a expressão dela era inconfundível. Ela disse que não sabia que explicação podia dar, mas que pelo amor de Deus eu ligasse pra casa dela em no máximo uma hora. Fiz isso, e ela disse que quando Chegou em casa, o marido dela ainda não tinha chegado, que bom.
Mantivemos um relacionamento por um ano, nossos encontros eram todo fim de semana, mas o que a gente curtiu naquele fim de semana, a primeira vez nunca mais se repetiu. Depois de 8 anos, ainda lembro como algo inesquecível.
Se algum dos leitores já teve uma experiência parecida, me escrevam pra trocar essas lembranças.
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