La profe entrega la colita

Já contei a primeira vez com a professora. A gente continuou se vendo e transava bem, uns boquetes alucinantes, uns 69 de antologia e todo tipo de posição. Uma noite, enquanto eu tava com ela de quatro (a famosa posição do cachorrinho), comecei a acariciar a bunda dela. Nessa hora, ela fala baixinho e com voz de putona: "Adoro que façam isso por trás, mas agora não, preciso me preparar". Isso me deixou louco, porque na maioria das vezes as minas fingem demência e falam: "por aí não, isso não dou pra ninguém", embora mais cedo ou mais tarde acabem entregando. Mas essa mina falou que adorava, ou seja, já vai dar, mas agora não. Isso me explodiu a cabeça, me deixou doido.

Toda vez que a gente transava, eu acariciava o buraquinho mágico dela, e ela sempre falava a mesma coisa: "Adoro, mas agora não". Uma tarde, a gente tava trepando que nem loucos, depois de um 69 maravilhoso. Ela montou em mim e começou a cavalgar selvagemente. A buceta dela tava ardente e molhada, escorrendo uns sucos bem quentes. Ela passou os próprios sucos no cuzinho e, num movimento só, tirou a pica da buceta e enfiou no cuzinho. Foi tão excitante quanto inesperado. Minha pica foi vencendo a resistência que aquela bunda oferecia. A excitação era tanta que, quando chegou na metade, eu gozei na hora (a gostosa deve ter pensado: "tanto pedir minha bunda e quando eu dou, ele goza na hora"). A gente ficou abraçado um tempão sem falar nada. Depois de um tempo, ela se vestiu e foi embora, mas aquilo não ia ficar assim.

No dia seguinte, ela voltou pra mais. Começamos com um 69 como sempre, mas dessa vez caprichei na bunda dela. Depois, coloquei ela de quatro (tinha que terminar o que ficou pendente no dia anterior). Então enfiei devagar. Quando entrou até a metade, eu bombeava suavemente. Entre gemidos, ela pedia pra eu meter devagar. Nisso, ela saiu e pediu pra trocar de posição: "Prefiro montar em você", ela falou. Então subiu e começou a cavalgar, até enfiar tudo. Quando chegou no fundo, comecei a meter com força e ela... também, e ela não parava de gemer. Depois de um tempo, ela se colocou na beira da cama e eu peguei as perninhas dela no ombro. Essa posição é espetacular, e quando eu tava metendo, ela começou a gritar e pedir pra eu meter tudo: "ME PARTE A RABA, GUACHO!", "ME DESTRÓI BEM O CU", "SOU UMA PUTA, ME COME A BUNDINHA" e coisas do tipo, e me arranhava a costa igual uma fera. Aquilo me deixou confuso e excitado ao mesmo tempo (nunca tinha estado com uma gostosa tão selvagem). Nessa posição, continuei enquanto acariciava e massageava o clitóris dela, até que ela gozou num orgasmo selvagem, entre arranhões e gritos. Eu segurei o orgasmo e coloquei ela de quatro de novo, e nessa posição descarreguei toda a minha porra. Depois de gozar, desci pra buceta dela até fazê-la gozar de novo. Aí ficamos exaustos na cama. Durante aquela semana, a gente transou quase todo dia pelo cu. Eu parecia um moleque com brinquedo novo, hahaha.
Depois de um tempo, ela me contou por que não dava quando eu pedia. Antes de fazer por trás, ela passava um dia sem comer ou comendo leve, e umas duas horas antes de entregar a bundinha, além de limpar bem a área, ela deixava dilatado pra evitar dor e aproveitar de verdade uma boa metida por trás. Mais pra frente, vou contar outras experiências com a Nora.

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