Olá galera, trago um novo relato, já que não sei como subir vídeos nem imagens xD, então, aqui continuo com o post, AGRADECER NÃO CUSTA NADANo dia em que completei 18 anos, recebi dos meus pais um envelope com a entrada para o show de rock que eu tava doido pra ir e a passagem de ida e volta de trem Cádiz-Barcelona (que era onde o show ia rolar).
O show era no fim de semana seguinte e eu ia sozinho, porque meus amigos tavam enrolados preparando as provas que vinham.
O show era sábado, dia 23 de março, às 20h, no Palau San Jordi, na cidade condal.
Depois de uns dias que pareceram intermináveis, finalmente chegou a sexta, o dia em que peguei o trem em Cádiz à meia-noite. Ia chegar de manhã cedo em Barcelona e era uma baita canseira passar a noite inteira no trem e também a seguinte voltando pra minha cidade. Mas o show valia a pena.
Então subi no trem uns minutos antes de partir e me acomodei no meu compartimento: era pra quatro pessoas, mas até aquele momento o único ocupante era eu. Sinceramente, torcia pra não entrar mais ninguém pra poder viajar sozinho e mais à vontade, porque sempre é meio complicado passar a noite num espaço apertado com gente que você não conhece de nada.
Quando o trem tava prestes a partir, apareceu o revisor e mostrei meu bilhete. Na mesma hora, começaram a se ouvir vozes femininas se aproximando do compartimento. Então apareceram três mulheres que, depois de conferirem os bilhetes e mostrarem pro revisor, entraram no compartimento. O revisor, antes de ir embora, aconselhou a gente que, já que ninguém mais ia entrar, fechássemos a porta com o trinco pra evitar possíveis roubos durante a noite. Sinceramente, eu só levava uma mochila com o básico e um dinheiro, e as mulheres também não tinham bagagem, só as bolsas delas. Mas mesmo assim a gente fez o que o revisor disse e uma das mulheres fechou a porta com o trinco.
Nesse momento, o trem começou a andar. Eu me sentei... E as três mulheres fizeram o mesmo. Me cumprimentaram e eu devolvi o cumprimento. Eram duas mulheres por volta dos 50 anos e outra bem mais nova, na casa dos 25. Estavam maquiadas e vestidas de forma sexy, como se tivessem vindo de alguma festa.
A moça nova usava uma camiseta branca com umas letras rosas, uma minissaia jeans e meias pretas. Era a mais magra das três e tinha o cabelo preto preso num coque.
As duas mulheres mais velhas também estavam vestidas de forma sexy: uma usava um vestido azul elétrico que ia até a metade das coxas, cobertas com meias pretas, e a outra, a mais cheinha e alta das três, vestia uma blusa vermelha com transparências, uma minissaia preta e meias marrons. As transparências da blusa deixavam ver parte do sutiã, também vermelho, que cobria uns peitões.
A moça nova sentou do meu lado e as duas milf sentaram na minha frente.
A nova parecia mais tímida e reservada, mas as outras duas logo puxaram conversa comigo:
- Por pouco a gente perdia o trem - me disse a mulher do vestido azul.
Antes que eu pudesse falar alguma coisa, a outra mulher mais velha respondeu:
- Claro, por sua culpa, por querer continuar bebendo no aniversário até o fim.
Eu, desde que elas entraram no vagão, tinha notado algo estranho nos movimentos e gestos das mulheres, mas agora já tinha certeza do motivo: estavam meio altas.
A mulher da blusa vermelha não demorou a se apresentar:
- Eu sou a Elisa, essa é minha irmã Alba, e a moça do seu lado é minha filha Ingrid.
- Eu sou o David - respondi.
- Indo pra Barcelona, né? - me perguntou Elisa.
- Sim, vou a um show que tem amanhã.
- Ah, que legal - disse Alba, enquanto tirava os sapatos de salto. - Não aguentava mais - completou.
Então Elisa, bem alegrinha por causa da bebida, comentou:
- A gente vem do aniversário de uma amiga num... finca a uns 50 quilômetros de Cádiz. Passamos o dia inteiro comendo e bebendo. Só faltou a gente dar uma trepada gostosa.
- Mãe, pelo amor de Deus, já chega, você está fazendo vexame! - exclamou a filha, que parecia a única sóbria das três.
Mas Elisa, longe de se calar e enquanto também tirava os sapatos, disse:
- Eu fazendo vexame? Vocês também não fizeram desde que saímos da finca?
Ela olhou para mim e disse:
- Olha, quando chegamos ontem na finca, alugamos um carro para ir até lá e para voltar esta noite para a estação. Minha filha não bebe álcool e é quem dirigiu. Vou te contar o que aconteceu.
- Mãe, nem se atreva - gritou a filha.
- Deixa ela contar, assim a gente ri um pouco e a viagem fica mais agradável - comentou Alba.
Eu continuava espantado com a atitude das mulheres.
Elisa não hesitou e começou a contar o que tinha acontecido:
"Na festa de aniversário, minha irmã e eu ficamos empanturradas de comida e bebida, suponho que você já notou. Quando saímos da finca, pegamos o carro e minha filha estava dirigindo, porque era a única que não tinha bebido. Depois de 10 quilômetros de viagem, tive que pedir para minha filha parar no acostamento, porque estava com vontade de vomitar. Ainda bem que é uma estrada secundária e pouco movimentada, então quase não passavam carros naquele momento. Desci do veículo e vomitei. Minha filha também desceu para ver como eu estava. A cabeça estava rodando e ainda estava com uma vontade enorme de mijar. Então minha irmã também apareceu lá, dizendo que precisava fazer xixi. Ela se agachou, levantou um pouco o vestido, mas não deu tempo de mais nada: ela mijou com as meias e a calcinha ainda vestidas.
Comigo aconteceu o mesmo: consegui tirar a minissaia, mas não aguentei mais e mijei com meu fio dental e minha meia-calça ainda vestidos.
Minha filha também aproveitou para aliviar as necessidades, mas ela não estava tão apertada e conseguiu tirar toda a roupa sem problemas.
Minha irmã e eu estávamos com nossas roupas íntimas e meia-calça completamente encharcadas, mas não parávamos de rir. Minha filha nos perguntou:
- O que vocês acham que vão fazer agora? Vai, vou no carro pegar uns lenços pra vocês poderem se secar um pouco. Tirem o vestido, a minissaia, a meia-calça e as calcinhas.
Minha filha voltou, trouxe os lenços e voltou para o carro. Eu olhava para minha irmã e não conseguia segurar o riso: ela estava ali, no meio da noite e no acostamento daquela estrada, de sutiã, com toda a buceta peluda de fora e com as calcinhas e a meia-calça jogadas no chão. Claro que eu estava igual: só estava vestindo minha blusa e estava completamente nua da cintura para baixo. Então minha filha começou a gritar pra gente:
- Rápido, acho que vem um caminhão. Terminem de uma vez e entrem no carro!
Mas não deu tempo senão de terminar de nos limpar. Quando percebemos, o caminhão já estava na nossa altura e parou. O caminhoneiro no início deve ter achado que a gente tinha tido uma pane, mas quando desceu do veículo e nos viu as duas quase peladas, ficou com uma cara de espanto enorme.
Minha irmã tentou se cobrir a boceta com as mãos e eu tentava colocar minha calcinha fio dental, mas nem encontrava no chão de tão bêbada que estava. Então o caminhoneiro se deleitou vendo minha buceta. Já não fazia muito sentido me cobrir, já que aquele homem tinha visto minha boceta, então tanto fazia se ele continuasse olhando por mais alguns segundos. O cara começava a se notar uma grande protuberância embaixo da calça, de tão excitado que estava ficando.
- Vamos, entrem no carro de uma vez e vamos embora! – gritou minha filha de dentro do veículo.
Eu me dirigi ao carro deixando no chão a calcinha fio dental e a meia-calça. Minha irmã tentou fazer o mesmo, mas tropeçou e caiu no chão. Ficou deitada uns instantes até que conseguiu se levantar, momentos que o caminhoneiro aproveitou pra ver a buceta dela também. O homem tinha tirado o pau pra fora e tava se tocando na nossa frente. Finalmente minha irmã alcançou o carro e entrou.
- Ei, vocês tão esquecendo isso, hahaha! - gritou o caminhoneiro, mostrando na mão meu fio dental e minha meia-calça.
Minha filha deu partida no veículo e a gente começou a sair daquele lugar. Me virei e vi o caminhoneiro se masturbando igual um louco e cheirando meu fio dental. Tenho certeza de que ele ficou com toda a roupa íntima que a gente deixou largada por lá como lembrança.
Minha irmã e eu começamos a nos vestir dentro do carro: ela vestiu a minissaia dela e eu a minha. Logicamente por baixo não tava usando nada.
Quando finalmente estávamos entrando na cidade, eu disse pra minha filha Ingrid:
- Filha, vê se antes de chegar na estação você consegue entrar em algum bazar daqueles que fecham tarde pra comprar uma calcinha pra sua tia e pra mim e um par de meia-calça.
Eram 23h30 e em poucos minutos passamos por um bazar chinês que tava quase fechando. Minha filha parou o carro na frente da loja e entrou rapidinho. Uns instantes depois saiu com uma sacola plástica na mão. Subiu no veículo e me passou a sacola.
- Toma, isso é a única coisa que consegui comprar. Pelo menos vocês não vão ficar com a buceta de fora!
Abri a sacola e dentro tinha duas caixinhas vermelhas com uma meia-calça em cada uma. Passei uma caixinha pra minha irmã e fiquei com a outra. Antes da minha filha dar partida de novo no carro, a gente se virou pra vestir as meias-calças do jeito que dava. O dono da loja, que já tava do lado de fora fechando a porta, percebeu o que a gente tava fazendo e, olhando disfarçado, foi o segundo homem naquela noite que viu a buceta da minha irmã e a minha.
Quando terminamos de nos vestir, a Ingrid deu partida no carro e finalmente chegamos na estação. É tudo o que aconteceu com a gente até agora.
O relato daquela mulher me excitou por completo e eu sentia Debaixo da minha calça, minha cueca molhada e meu pau duro. Tava ali naquele vagão do trem com aquelas três mulheres gostosas e sabia que duas delas não tavam de calcinha.
Ficamos mais um tempo batendo papo sobre outras coisas e lá pela 1h da madrugada eu falei praquelas três mulheres que ia me deitar. Elas falaram que iam fazer o mesmo, porque tavam exaustas. Eu dormiria num dos beliches de cima, a Ingrid no de baixo e as outras duas nos beliches que sobraram.
Mas aí a gente tinha um problema: como é que íamos tirar a roupa e deitar? Ninguém tinha pijama nem nada do tipo: eu costumo dormir de cueca e já falei isso pras mulheres. A Ingrid ficou calada, mas a mãe dela me disse:
- Você tá acostumado a dormir de cueca, mas é que nós três dormimos sempre peladas. Bom, hoje a gente ia ter que abrir uma exceção por você estar na frente e pelo menos dormir de calcinha, mas é que nem minha irmã nem eu tamos usando, como eu te contei. A única que pode deixar o fio dental é a Ingrid.
Então a Alba comentou sem pensar muito:
- Olha, depois do caminhoneiro e do chinês da loja terem visto minha buceta hoje, não vou morrer por esse moleque ver também.
- Você não se importa que a gente durma peladas as duas? - me perguntou a Elisa.
Eu demorei pra reagir. Aquelas duas mulheres iam se pelar ali mesmo e passar a noite completamente nuas, e a garota nova só coberta com um fio dental.
- Não, claro que não me importo - respondi.
A Alba completou:
- Eu sou solteira, e fazia tempo que um homem não me via nua. Pois é, num único dia vão ver minha buceta 3 homens: o caminhoneiro, o chinês e agora você.
Quem começou a se despir primeiro antes de deitar foi a Elisa. Ela foi desabotoando a blusa, tirou e deixou cair no chão. Levou as mãos pra trás tentando soltar os peitos do sutiã. Após duas tentativas ela conseguiu e eu tive que engolir até saliva de tão impressionado: nunca tinha visto uns peitos tão grandes ao natural. A mulher percebeu meu espanto e, safada, jogou o sutiã na minha cara. Em seguida, começou a tirar a minissaia devagar. Entre os balanços do trem e o fato de a mulher ainda não ter se recuperado da bebedeira, ela perdeu o equilíbrio quando tentava tirar a minissaia pelos pés e caiu em cima de mim. Eu a segurei para não cair no chão e ela aproveitou para se grudar em mim de propósito. Os dois peitões enormes estavam espremidos contra o meu peito e a buceta dela, coberta só pela meia fina, colada na minha braguilha. Meu pau não demorou a reagir e logo ficou duro e firme por baixo da calça.
Elisa aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou:
– Você está começando a ficar excitado, né? Sinto seu pau durinho e quero sentir ele inteiro dentro de mim.
– Mãe, pelo amor de Deus! – gritou Ingrid.
– Estou com uma vontade terrível de foder desde que aquele caminhoneiro viu minha buceta e eu vi ele se masturbando. Então esse jovem não vai escapar: quero que ele me coma de todos os jeitos.
Ela mal terminou de falar e já estava tirando minha camiseta. Jogou no chão e depois começou a abaixar minha calça impacientemente. Tirou de vez, jogou também no chão e eu fiquei na frente daquelas três mulheres só de cueca.
– Já estou com a buceta molhada há um tempinho de tão tesuda que tô, mas você também molhou a cueca – comentou Elisa.
E ela tinha razão: a mancha de líquido pré-seminal que tinha ali me entregava. Até aquele momento eu estava incrédulo e surpreso com o que estava acontecendo, mas a partir dali resolvi me deixar levar e aproveitar aquela situação.
Olhei os peitos de Elisa: os mamilos eram rosadinhos e estavam eretos de excitação. Baixei o olhar e Através da calcinha, vi a buceta dela completamente depilada, cuja umidade tinha manchado a meia na área da virilha. A mulher começou a acariciar meu volume por cima da cueca, sob o olhar da filha Ingrid e da Alba. Quando meu pau já estava completamente duro, a Elisa tirou minha cueca e meu cock saltou como uma mola liberada da peça. As duas mulheres milf ficaram olhando pra ele sem dizer nada, mas com caras de tesão, enquanto que a Ingrid eu vi pela primeira vez na noite também com vontade de "guerra". As três mulheres se olharam e sorriram. Alba disse então:
- Caralho, que cock enorme. Com certeza tem de sobra pra nós três!
E começou a tirar o vestido azul, não usava sutiã, então ficou nua em cima e coberta só pela meia-calça embaixo, que deixava ver a boceta peluda da mulher.
Os peitos dela não eram tão grandes quanto os da irmã, mas tinham um formato melhor. Os bicos eram marrom escuro e estavam durinhos.
Enquanto isso, Ingrid também tinha começado a se despir e já tinha tirado a camiseta. Ela usava um sutiã branco transparente que não demorou a desabotoar. Era a que tinha os peitos menores das três. No topo das duas tetinhas apareciam bicos rosados. Depois, abaixou a minissaia: as pernas cobertas pela meia-calça preta eram perfeitas e uma calcinha fio dental branca tapava a parte mais íntima dela. A mãe se virou pra ela e tirou a meia-calça, jogando no monte de roupa que já se acumulava no chão. A garota ficou só de fio dental e observou como a mãe e a tia começavam o "trabalho" comigo. A Elisa estava colada em mim pela frente e a Alba fazia o mesmo por trás. Eu me sentia nas nuvens: estava espremido entre duas mulheres milf, sentia os peitos delas grudados no meu peito e nas minhas costas. Meu cock estava tão duro que ficava na altura do umbigo da Elisa. As duas mulheres ainda estavam de meia-calça e através delas eu sentia a... molhada que estava Elisa, mas também já a Alba. Esta se separou por uns instantes de mim para tirar as meias e depois de fazer isso, colocou-as de surpresa no meu nariz:
- Toma, cheira a minha excitação! - ela disse.
Aquela meia-calça estava molhada na região da entreperna e exalava um forte cheiro de buceta que me esquentou ainda mais. Depois a mulher se agachou e enfiou um dos dedos no meu ânus: a muito promíscua estava me penetrando pelo cu.
Estava me causando uma mistura de prazer e dor e eu desabafei agarrando a meia-calça de Elisa e rasgando-a na região da entreperna. Rasguei a peça o suficiente para poder enfiar ali o pau e foder a madura sem esperar ela tirar a meia-calça. O prazer de sentir meu pau dentro daquela buceta escorrendo e ardente foi enorme. Comecei com movimentos lentos de mete e tira, enquanto mordiscava os mamilos dela.
Enquanto por trás Alba tinha substituído o dedo pela língua e agora lambia todo o meu ânus com ela. Por sua vez, Ingrid estava sentada no chão, tinha afastado um pouco a tanga na frente e se acariciava os lábios vaginais.
Comecei a acelerar meus movimentos de penetração e Elisa começou a gemer cada vez mais. Após alguns instantes, decidi parar e tirei meu pau: queria provar também a buceta da Alba.
- O que você está fazendo? Não me deixe assim na vontade. Me fode até partir minha buceta! - gritou Elisa desesperada.
Mas eu comentei que agora era a vez da Alba, que depois continuaria com ela. Não teve alternativa a não ser esperar e se satisfazer enfiando vários dedos na sua buceta e se masturbando com afinco.
Eu não demorei a enfiar meu pau na buceta peluda da Alba e começar a perfurá-la. Além disso, apalpava os seios dela e beijava sua boca, que ainda tinha gosto de álcool. Doíam meu pau e meus testículos e bunda, e eu sentia toda aquela área prestes a estourar. Não aguentei muito mais e descarreguei todo o meu sêmen em vários jatos. dentro da buceta da Alba. Ela ficou com uma cara de satisfação enorme e quando eu tirei o pau da buceta dela, ela aproveitou pra dar umas lambidas e chupar as últimas gotas da minha porra. Satisfeita, ela se deitou no beliche dela e de lá ficou observando o resto da orgia.
Quase sem me dar tempo de me recuperar, a Elisa agarrou meu pau com as duas mãos e começou a me masturbar, chegando a me causar dor por causa da veemência com que fazia. Gritei pra ela parar, por favor, mas ela não ligou e continuou por mais um tempo. Quando meu pau ficou duro de novo, ela parou um instante e me disse pra meter de novo na buceta dela, mas dessa vez de forma definitiva. Enquanto eu começava os movimentos de bombada, percebi que a Ingrid já tinha tirado o fio dental: por cima dos lábios vaginais dela, que tinham uma aparência delicada, havia uma fina linha de pelos pubianos perfeitamente marcada e depilada. Com uma mão ela se masturbava e com a outra ela acariciava os peitos.
Mudei o ritmo das minhas investidas dentro do sexo da Elisa: em vez de muitos movimentos rápidos, comecei a fazer outros mais lentos, mas com mais força. Além disso, de vez em quando eu deixava meu pau dentro por uns segundos e fazia movimentos circulares com a cintura, pra que meu pau alcançasse mais áreas internas do sexo dela. Senti que a Elisa teve um orgasmo e gozou, jorrando uma quantidade enorme de fluidos. Eu ainda demorei um pouco mais até que, entre gritos, gozei dentro do corpo da Elisa.
A coitada da Ingrid esperava a vez dela, mas eu precisei pedir uns minutos: depois das duas gozadas, eu estava exausto e precisava me recuperar. Então a Elisa se aproximou da filha e, para meu espanto, começou a acariciar primeiro os peitos dela e depois a buceta. A filha não ficou atrás e também começou a apalpar os peitos da mãe e até a vagina, ainda com restos do meu sêmen, que a Ingrid recolheu com os dedos e chupou.
Fiquei com a impressão de que não era a primeira vez que mãe e filha Elas faziam esse tipo de jogos sexuais entre si. Os lábios da buceta da Ingrid estavam encharcadíssimos e quando a mãe dela a penetrou por alguns minutos com vários dedos, ela teve um orgasmo e gozou, manchando o chão do vagão com seus fluidos.
Eu já tinha recuperado minimamente as forças e avisei a Ingrid. Ela me pediu pra penetrar ela por trás, que nunca tinham feito isso com ela e que queria experimentar pela primeira vez. Então eu lubrifiquei meu pau com um pouco de saliva, abri as nádegas dela e bem devagar e lentamente comecei a enfiar o pau nela. Ela gemia de dor e pedia pra eu ir mais devagar, mas era impossível ir mais lento. Finalmente consegui introduzir todo o meu membro no ânus dela e deixei parado por alguns segundos, antes de começar o vai e vem. Ela continuava com suspiros e gemidos e eu sabia que não ia demorar muito pra gozar dessa vez, e imaginava que não ia soltar muito sêmen, porque meu corpo já estava esgotado. Então tirei meus últimos gramas de força, dei seis ou sete estocadas brutais e enchi o cu dela com o pouco de sêmen que me restava.
- Ahhh, que dor! Não aguento mais, tenho que ir ao banheiro! - gritou Ingrid e, pegando a calcinha fio dental e levando na mão pra não perder tempo vestindo, saiu do compartimento em busca do banheiro que ficava quase ao lado de onde estávamos.
- Coitadinha, você deve ter remexido tudo. Mas tudo bem, o prazer ninguém tira dela - disse a mãe dela com um sorriso no rosto.
Uns minutos depois, Ingrid voltou já recuperada e com a calcinha fio dental branca vestida.
- Ainda bem que não tinha ninguém no corredor por causa do horário, senão me viam pelada! - comentou a garota.
Nos deitamos cada um na nossa beliche e logo caímos vencidos pelo cansaço. De manhã acordamos já quase em Barcelona, nos vestimos rapidamente e antes de descer do trem comentamos os quatro que nunca esqueceríamos aquela viagem. noturno.
Eu não sei se elas esqueceram ou não. Eu, com certeza, não. Apesar dos anos que se passaram desde aquilo, ainda lembro cada detalhe como se tivesse acontecido ontem mesmo.
O show era no fim de semana seguinte e eu ia sozinho, porque meus amigos tavam enrolados preparando as provas que vinham.
O show era sábado, dia 23 de março, às 20h, no Palau San Jordi, na cidade condal.
Depois de uns dias que pareceram intermináveis, finalmente chegou a sexta, o dia em que peguei o trem em Cádiz à meia-noite. Ia chegar de manhã cedo em Barcelona e era uma baita canseira passar a noite inteira no trem e também a seguinte voltando pra minha cidade. Mas o show valia a pena.
Então subi no trem uns minutos antes de partir e me acomodei no meu compartimento: era pra quatro pessoas, mas até aquele momento o único ocupante era eu. Sinceramente, torcia pra não entrar mais ninguém pra poder viajar sozinho e mais à vontade, porque sempre é meio complicado passar a noite num espaço apertado com gente que você não conhece de nada.
Quando o trem tava prestes a partir, apareceu o revisor e mostrei meu bilhete. Na mesma hora, começaram a se ouvir vozes femininas se aproximando do compartimento. Então apareceram três mulheres que, depois de conferirem os bilhetes e mostrarem pro revisor, entraram no compartimento. O revisor, antes de ir embora, aconselhou a gente que, já que ninguém mais ia entrar, fechássemos a porta com o trinco pra evitar possíveis roubos durante a noite. Sinceramente, eu só levava uma mochila com o básico e um dinheiro, e as mulheres também não tinham bagagem, só as bolsas delas. Mas mesmo assim a gente fez o que o revisor disse e uma das mulheres fechou a porta com o trinco.
Nesse momento, o trem começou a andar. Eu me sentei... E as três mulheres fizeram o mesmo. Me cumprimentaram e eu devolvi o cumprimento. Eram duas mulheres por volta dos 50 anos e outra bem mais nova, na casa dos 25. Estavam maquiadas e vestidas de forma sexy, como se tivessem vindo de alguma festa.
A moça nova usava uma camiseta branca com umas letras rosas, uma minissaia jeans e meias pretas. Era a mais magra das três e tinha o cabelo preto preso num coque.
As duas mulheres mais velhas também estavam vestidas de forma sexy: uma usava um vestido azul elétrico que ia até a metade das coxas, cobertas com meias pretas, e a outra, a mais cheinha e alta das três, vestia uma blusa vermelha com transparências, uma minissaia preta e meias marrons. As transparências da blusa deixavam ver parte do sutiã, também vermelho, que cobria uns peitões.
A moça nova sentou do meu lado e as duas milf sentaram na minha frente.
A nova parecia mais tímida e reservada, mas as outras duas logo puxaram conversa comigo:
- Por pouco a gente perdia o trem - me disse a mulher do vestido azul.
Antes que eu pudesse falar alguma coisa, a outra mulher mais velha respondeu:
- Claro, por sua culpa, por querer continuar bebendo no aniversário até o fim.
Eu, desde que elas entraram no vagão, tinha notado algo estranho nos movimentos e gestos das mulheres, mas agora já tinha certeza do motivo: estavam meio altas.
A mulher da blusa vermelha não demorou a se apresentar:
- Eu sou a Elisa, essa é minha irmã Alba, e a moça do seu lado é minha filha Ingrid.
- Eu sou o David - respondi.
- Indo pra Barcelona, né? - me perguntou Elisa.
- Sim, vou a um show que tem amanhã.
- Ah, que legal - disse Alba, enquanto tirava os sapatos de salto. - Não aguentava mais - completou.
Então Elisa, bem alegrinha por causa da bebida, comentou:
- A gente vem do aniversário de uma amiga num... finca a uns 50 quilômetros de Cádiz. Passamos o dia inteiro comendo e bebendo. Só faltou a gente dar uma trepada gostosa.
- Mãe, pelo amor de Deus, já chega, você está fazendo vexame! - exclamou a filha, que parecia a única sóbria das três.
Mas Elisa, longe de se calar e enquanto também tirava os sapatos, disse:
- Eu fazendo vexame? Vocês também não fizeram desde que saímos da finca?
Ela olhou para mim e disse:
- Olha, quando chegamos ontem na finca, alugamos um carro para ir até lá e para voltar esta noite para a estação. Minha filha não bebe álcool e é quem dirigiu. Vou te contar o que aconteceu.
- Mãe, nem se atreva - gritou a filha.
- Deixa ela contar, assim a gente ri um pouco e a viagem fica mais agradável - comentou Alba.
Eu continuava espantado com a atitude das mulheres.
Elisa não hesitou e começou a contar o que tinha acontecido:
"Na festa de aniversário, minha irmã e eu ficamos empanturradas de comida e bebida, suponho que você já notou. Quando saímos da finca, pegamos o carro e minha filha estava dirigindo, porque era a única que não tinha bebido. Depois de 10 quilômetros de viagem, tive que pedir para minha filha parar no acostamento, porque estava com vontade de vomitar. Ainda bem que é uma estrada secundária e pouco movimentada, então quase não passavam carros naquele momento. Desci do veículo e vomitei. Minha filha também desceu para ver como eu estava. A cabeça estava rodando e ainda estava com uma vontade enorme de mijar. Então minha irmã também apareceu lá, dizendo que precisava fazer xixi. Ela se agachou, levantou um pouco o vestido, mas não deu tempo de mais nada: ela mijou com as meias e a calcinha ainda vestidas.
Comigo aconteceu o mesmo: consegui tirar a minissaia, mas não aguentei mais e mijei com meu fio dental e minha meia-calça ainda vestidos.
Minha filha também aproveitou para aliviar as necessidades, mas ela não estava tão apertada e conseguiu tirar toda a roupa sem problemas.
Minha irmã e eu estávamos com nossas roupas íntimas e meia-calça completamente encharcadas, mas não parávamos de rir. Minha filha nos perguntou:
- O que vocês acham que vão fazer agora? Vai, vou no carro pegar uns lenços pra vocês poderem se secar um pouco. Tirem o vestido, a minissaia, a meia-calça e as calcinhas.
Minha filha voltou, trouxe os lenços e voltou para o carro. Eu olhava para minha irmã e não conseguia segurar o riso: ela estava ali, no meio da noite e no acostamento daquela estrada, de sutiã, com toda a buceta peluda de fora e com as calcinhas e a meia-calça jogadas no chão. Claro que eu estava igual: só estava vestindo minha blusa e estava completamente nua da cintura para baixo. Então minha filha começou a gritar pra gente:
- Rápido, acho que vem um caminhão. Terminem de uma vez e entrem no carro!
Mas não deu tempo senão de terminar de nos limpar. Quando percebemos, o caminhão já estava na nossa altura e parou. O caminhoneiro no início deve ter achado que a gente tinha tido uma pane, mas quando desceu do veículo e nos viu as duas quase peladas, ficou com uma cara de espanto enorme.
Minha irmã tentou se cobrir a boceta com as mãos e eu tentava colocar minha calcinha fio dental, mas nem encontrava no chão de tão bêbada que estava. Então o caminhoneiro se deleitou vendo minha buceta. Já não fazia muito sentido me cobrir, já que aquele homem tinha visto minha boceta, então tanto fazia se ele continuasse olhando por mais alguns segundos. O cara começava a se notar uma grande protuberância embaixo da calça, de tão excitado que estava ficando.
- Vamos, entrem no carro de uma vez e vamos embora! – gritou minha filha de dentro do veículo.
Eu me dirigi ao carro deixando no chão a calcinha fio dental e a meia-calça. Minha irmã tentou fazer o mesmo, mas tropeçou e caiu no chão. Ficou deitada uns instantes até que conseguiu se levantar, momentos que o caminhoneiro aproveitou pra ver a buceta dela também. O homem tinha tirado o pau pra fora e tava se tocando na nossa frente. Finalmente minha irmã alcançou o carro e entrou.
- Ei, vocês tão esquecendo isso, hahaha! - gritou o caminhoneiro, mostrando na mão meu fio dental e minha meia-calça.
Minha filha deu partida no veículo e a gente começou a sair daquele lugar. Me virei e vi o caminhoneiro se masturbando igual um louco e cheirando meu fio dental. Tenho certeza de que ele ficou com toda a roupa íntima que a gente deixou largada por lá como lembrança.
Minha irmã e eu começamos a nos vestir dentro do carro: ela vestiu a minissaia dela e eu a minha. Logicamente por baixo não tava usando nada.
Quando finalmente estávamos entrando na cidade, eu disse pra minha filha Ingrid:
- Filha, vê se antes de chegar na estação você consegue entrar em algum bazar daqueles que fecham tarde pra comprar uma calcinha pra sua tia e pra mim e um par de meia-calça.
Eram 23h30 e em poucos minutos passamos por um bazar chinês que tava quase fechando. Minha filha parou o carro na frente da loja e entrou rapidinho. Uns instantes depois saiu com uma sacola plástica na mão. Subiu no veículo e me passou a sacola.
- Toma, isso é a única coisa que consegui comprar. Pelo menos vocês não vão ficar com a buceta de fora!
Abri a sacola e dentro tinha duas caixinhas vermelhas com uma meia-calça em cada uma. Passei uma caixinha pra minha irmã e fiquei com a outra. Antes da minha filha dar partida de novo no carro, a gente se virou pra vestir as meias-calças do jeito que dava. O dono da loja, que já tava do lado de fora fechando a porta, percebeu o que a gente tava fazendo e, olhando disfarçado, foi o segundo homem naquela noite que viu a buceta da minha irmã e a minha.
Quando terminamos de nos vestir, a Ingrid deu partida no carro e finalmente chegamos na estação. É tudo o que aconteceu com a gente até agora.
O relato daquela mulher me excitou por completo e eu sentia Debaixo da minha calça, minha cueca molhada e meu pau duro. Tava ali naquele vagão do trem com aquelas três mulheres gostosas e sabia que duas delas não tavam de calcinha.
Ficamos mais um tempo batendo papo sobre outras coisas e lá pela 1h da madrugada eu falei praquelas três mulheres que ia me deitar. Elas falaram que iam fazer o mesmo, porque tavam exaustas. Eu dormiria num dos beliches de cima, a Ingrid no de baixo e as outras duas nos beliches que sobraram.
Mas aí a gente tinha um problema: como é que íamos tirar a roupa e deitar? Ninguém tinha pijama nem nada do tipo: eu costumo dormir de cueca e já falei isso pras mulheres. A Ingrid ficou calada, mas a mãe dela me disse:
- Você tá acostumado a dormir de cueca, mas é que nós três dormimos sempre peladas. Bom, hoje a gente ia ter que abrir uma exceção por você estar na frente e pelo menos dormir de calcinha, mas é que nem minha irmã nem eu tamos usando, como eu te contei. A única que pode deixar o fio dental é a Ingrid.
Então a Alba comentou sem pensar muito:
- Olha, depois do caminhoneiro e do chinês da loja terem visto minha buceta hoje, não vou morrer por esse moleque ver também.
- Você não se importa que a gente durma peladas as duas? - me perguntou a Elisa.
Eu demorei pra reagir. Aquelas duas mulheres iam se pelar ali mesmo e passar a noite completamente nuas, e a garota nova só coberta com um fio dental.
- Não, claro que não me importo - respondi.
A Alba completou:
- Eu sou solteira, e fazia tempo que um homem não me via nua. Pois é, num único dia vão ver minha buceta 3 homens: o caminhoneiro, o chinês e agora você.
Quem começou a se despir primeiro antes de deitar foi a Elisa. Ela foi desabotoando a blusa, tirou e deixou cair no chão. Levou as mãos pra trás tentando soltar os peitos do sutiã. Após duas tentativas ela conseguiu e eu tive que engolir até saliva de tão impressionado: nunca tinha visto uns peitos tão grandes ao natural. A mulher percebeu meu espanto e, safada, jogou o sutiã na minha cara. Em seguida, começou a tirar a minissaia devagar. Entre os balanços do trem e o fato de a mulher ainda não ter se recuperado da bebedeira, ela perdeu o equilíbrio quando tentava tirar a minissaia pelos pés e caiu em cima de mim. Eu a segurei para não cair no chão e ela aproveitou para se grudar em mim de propósito. Os dois peitões enormes estavam espremidos contra o meu peito e a buceta dela, coberta só pela meia fina, colada na minha braguilha. Meu pau não demorou a reagir e logo ficou duro e firme por baixo da calça.
Elisa aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou:
– Você está começando a ficar excitado, né? Sinto seu pau durinho e quero sentir ele inteiro dentro de mim.
– Mãe, pelo amor de Deus! – gritou Ingrid.
– Estou com uma vontade terrível de foder desde que aquele caminhoneiro viu minha buceta e eu vi ele se masturbando. Então esse jovem não vai escapar: quero que ele me coma de todos os jeitos.
Ela mal terminou de falar e já estava tirando minha camiseta. Jogou no chão e depois começou a abaixar minha calça impacientemente. Tirou de vez, jogou também no chão e eu fiquei na frente daquelas três mulheres só de cueca.
– Já estou com a buceta molhada há um tempinho de tão tesuda que tô, mas você também molhou a cueca – comentou Elisa.
E ela tinha razão: a mancha de líquido pré-seminal que tinha ali me entregava. Até aquele momento eu estava incrédulo e surpreso com o que estava acontecendo, mas a partir dali resolvi me deixar levar e aproveitar aquela situação.
Olhei os peitos de Elisa: os mamilos eram rosadinhos e estavam eretos de excitação. Baixei o olhar e Através da calcinha, vi a buceta dela completamente depilada, cuja umidade tinha manchado a meia na área da virilha. A mulher começou a acariciar meu volume por cima da cueca, sob o olhar da filha Ingrid e da Alba. Quando meu pau já estava completamente duro, a Elisa tirou minha cueca e meu cock saltou como uma mola liberada da peça. As duas mulheres milf ficaram olhando pra ele sem dizer nada, mas com caras de tesão, enquanto que a Ingrid eu vi pela primeira vez na noite também com vontade de "guerra". As três mulheres se olharam e sorriram. Alba disse então:
- Caralho, que cock enorme. Com certeza tem de sobra pra nós três!
E começou a tirar o vestido azul, não usava sutiã, então ficou nua em cima e coberta só pela meia-calça embaixo, que deixava ver a boceta peluda da mulher.
Os peitos dela não eram tão grandes quanto os da irmã, mas tinham um formato melhor. Os bicos eram marrom escuro e estavam durinhos.
Enquanto isso, Ingrid também tinha começado a se despir e já tinha tirado a camiseta. Ela usava um sutiã branco transparente que não demorou a desabotoar. Era a que tinha os peitos menores das três. No topo das duas tetinhas apareciam bicos rosados. Depois, abaixou a minissaia: as pernas cobertas pela meia-calça preta eram perfeitas e uma calcinha fio dental branca tapava a parte mais íntima dela. A mãe se virou pra ela e tirou a meia-calça, jogando no monte de roupa que já se acumulava no chão. A garota ficou só de fio dental e observou como a mãe e a tia começavam o "trabalho" comigo. A Elisa estava colada em mim pela frente e a Alba fazia o mesmo por trás. Eu me sentia nas nuvens: estava espremido entre duas mulheres milf, sentia os peitos delas grudados no meu peito e nas minhas costas. Meu cock estava tão duro que ficava na altura do umbigo da Elisa. As duas mulheres ainda estavam de meia-calça e através delas eu sentia a... molhada que estava Elisa, mas também já a Alba. Esta se separou por uns instantes de mim para tirar as meias e depois de fazer isso, colocou-as de surpresa no meu nariz:
- Toma, cheira a minha excitação! - ela disse.
Aquela meia-calça estava molhada na região da entreperna e exalava um forte cheiro de buceta que me esquentou ainda mais. Depois a mulher se agachou e enfiou um dos dedos no meu ânus: a muito promíscua estava me penetrando pelo cu.
Estava me causando uma mistura de prazer e dor e eu desabafei agarrando a meia-calça de Elisa e rasgando-a na região da entreperna. Rasguei a peça o suficiente para poder enfiar ali o pau e foder a madura sem esperar ela tirar a meia-calça. O prazer de sentir meu pau dentro daquela buceta escorrendo e ardente foi enorme. Comecei com movimentos lentos de mete e tira, enquanto mordiscava os mamilos dela.
Enquanto por trás Alba tinha substituído o dedo pela língua e agora lambia todo o meu ânus com ela. Por sua vez, Ingrid estava sentada no chão, tinha afastado um pouco a tanga na frente e se acariciava os lábios vaginais.
Comecei a acelerar meus movimentos de penetração e Elisa começou a gemer cada vez mais. Após alguns instantes, decidi parar e tirei meu pau: queria provar também a buceta da Alba.
- O que você está fazendo? Não me deixe assim na vontade. Me fode até partir minha buceta! - gritou Elisa desesperada.
Mas eu comentei que agora era a vez da Alba, que depois continuaria com ela. Não teve alternativa a não ser esperar e se satisfazer enfiando vários dedos na sua buceta e se masturbando com afinco.
Eu não demorei a enfiar meu pau na buceta peluda da Alba e começar a perfurá-la. Além disso, apalpava os seios dela e beijava sua boca, que ainda tinha gosto de álcool. Doíam meu pau e meus testículos e bunda, e eu sentia toda aquela área prestes a estourar. Não aguentei muito mais e descarreguei todo o meu sêmen em vários jatos. dentro da buceta da Alba. Ela ficou com uma cara de satisfação enorme e quando eu tirei o pau da buceta dela, ela aproveitou pra dar umas lambidas e chupar as últimas gotas da minha porra. Satisfeita, ela se deitou no beliche dela e de lá ficou observando o resto da orgia.
Quase sem me dar tempo de me recuperar, a Elisa agarrou meu pau com as duas mãos e começou a me masturbar, chegando a me causar dor por causa da veemência com que fazia. Gritei pra ela parar, por favor, mas ela não ligou e continuou por mais um tempo. Quando meu pau ficou duro de novo, ela parou um instante e me disse pra meter de novo na buceta dela, mas dessa vez de forma definitiva. Enquanto eu começava os movimentos de bombada, percebi que a Ingrid já tinha tirado o fio dental: por cima dos lábios vaginais dela, que tinham uma aparência delicada, havia uma fina linha de pelos pubianos perfeitamente marcada e depilada. Com uma mão ela se masturbava e com a outra ela acariciava os peitos.
Mudei o ritmo das minhas investidas dentro do sexo da Elisa: em vez de muitos movimentos rápidos, comecei a fazer outros mais lentos, mas com mais força. Além disso, de vez em quando eu deixava meu pau dentro por uns segundos e fazia movimentos circulares com a cintura, pra que meu pau alcançasse mais áreas internas do sexo dela. Senti que a Elisa teve um orgasmo e gozou, jorrando uma quantidade enorme de fluidos. Eu ainda demorei um pouco mais até que, entre gritos, gozei dentro do corpo da Elisa.
A coitada da Ingrid esperava a vez dela, mas eu precisei pedir uns minutos: depois das duas gozadas, eu estava exausto e precisava me recuperar. Então a Elisa se aproximou da filha e, para meu espanto, começou a acariciar primeiro os peitos dela e depois a buceta. A filha não ficou atrás e também começou a apalpar os peitos da mãe e até a vagina, ainda com restos do meu sêmen, que a Ingrid recolheu com os dedos e chupou.
Fiquei com a impressão de que não era a primeira vez que mãe e filha Elas faziam esse tipo de jogos sexuais entre si. Os lábios da buceta da Ingrid estavam encharcadíssimos e quando a mãe dela a penetrou por alguns minutos com vários dedos, ela teve um orgasmo e gozou, manchando o chão do vagão com seus fluidos.
Eu já tinha recuperado minimamente as forças e avisei a Ingrid. Ela me pediu pra penetrar ela por trás, que nunca tinham feito isso com ela e que queria experimentar pela primeira vez. Então eu lubrifiquei meu pau com um pouco de saliva, abri as nádegas dela e bem devagar e lentamente comecei a enfiar o pau nela. Ela gemia de dor e pedia pra eu ir mais devagar, mas era impossível ir mais lento. Finalmente consegui introduzir todo o meu membro no ânus dela e deixei parado por alguns segundos, antes de começar o vai e vem. Ela continuava com suspiros e gemidos e eu sabia que não ia demorar muito pra gozar dessa vez, e imaginava que não ia soltar muito sêmen, porque meu corpo já estava esgotado. Então tirei meus últimos gramas de força, dei seis ou sete estocadas brutais e enchi o cu dela com o pouco de sêmen que me restava.
- Ahhh, que dor! Não aguento mais, tenho que ir ao banheiro! - gritou Ingrid e, pegando a calcinha fio dental e levando na mão pra não perder tempo vestindo, saiu do compartimento em busca do banheiro que ficava quase ao lado de onde estávamos.
- Coitadinha, você deve ter remexido tudo. Mas tudo bem, o prazer ninguém tira dela - disse a mãe dela com um sorriso no rosto.
Uns minutos depois, Ingrid voltou já recuperada e com a calcinha fio dental branca vestida.
- Ainda bem que não tinha ninguém no corredor por causa do horário, senão me viam pelada! - comentou a garota.
Nos deitamos cada um na nossa beliche e logo caímos vencidos pelo cansaço. De manhã acordamos já quase em Barcelona, nos vestimos rapidamente e antes de descer do trem comentamos os quatro que nunca esqueceríamos aquela viagem. noturno.
Eu não sei se elas esqueceram ou não. Eu, com certeza, não. Apesar dos anos que se passaram desde aquilo, ainda lembro cada detalhe como se tivesse acontecido ontem mesmo.
1 comentários - O Trem...