No fim de semana, voltei a encontrar na casa da minha cunhada com um psiquiatra amigo deles chamado Gerardo, que mora no sul da Argentina. Nos conhecemos há vários anos através do meu cunhado, mas nos vemos só uma ou duas vezes por ano.
Ele é um cara alto, de boa aparência, mas desde a última vez que o vi, engordou uns 10 quilos. Ainda assim, continua sendo um cara muito sexy.
Conversamos pra caramba, como sempre que nos encontramos, e como os dois ficam loucos com Gancia, depois de três copos já estávamos falando besteira e com uma tendência estranha de nos tocar, já que normalmente mantemos as aparências.
Em um momento, fui pra cozinha preparar outro Gancia e ele me seguiu.
Mesmo com as outras quatro pessoas na casa — meu marido, a esposa dele e meus cunhados — nos beijamos. O beijo durou uns vinte segundos, mas foi uma batalha intensa de línguas e dentes. Sempre que dava, a gente se escondia pra se beijar e se tocar.
Eu sabia que ele voltaria pra casa dele na noite do dia seguinte; a reunião era uma despedida.
Antes de irmos, trocamos cartões pessoais, porque ele queria que eu ajudasse com o design da imagem de um hostel que ele está construindo (já contei pra vocês que, entre outras coisas, sou formada em Comunicação).
Na manhã seguinte, ele me ligou. Disse que tinha três horas livres e que precisava me ver pra falar sobre o que tinha acontecido no dia anterior.
Me surpreendeu, então expliquei com frieza que achava que tinha sido só coisa de bêbados. Ele disse que precisava deixar as coisas claras antes de ir embora, senão ia ficar com uma pulga atrás da orelha. "OK", respondi. "Estou sozinha em casa, se quiser vir aqui podemos conversar tranquilos."
Meia hora depois, ele apareceu. Ofereci uns mates, conversamos sobre coisas bobas até que Gerardo mudou de assunto abruptamente, dizendo:
— Preciso saber o que você sente por mim.
— Sentir? — perguntei.
Ele assentiu, solene. Olhei pra ele, entretida com a novidade.
— Já te disse, pra mim foram só uns beijos de bêbados — respondi, enquanto pensava: "Se... percebe que você não me conhece além do plano familiar.
- entre você e eu há muita tensão sexual, continuou ele dizendo, sempre que estamos na casa dos meninos (na verdade eu os nomeio, mas enfim... vamos evitar problemas futuros) acabamos num canto isolados dos outros. Disse.
- acabamos num canto, conversando. esclareci, cada vez mais divertida com a enrolação dele sobre o assunto.
- sim, até ontem só conversávamos. mas ontem cruzamos uma linha. continuou explicando.
- você está analisando demais, comentei sorrindo, mesmo achando você um cara muito bonito nunca tinha me passado pela cabeça fazer nada com você. e ontem sei lá... aconteceu... não fica enrolando
- bom, eu não consegui dormir pensando em você. afirmou.
mesmo imaginando que a visita dele não era só para conversar, e eu o convidei para casa para ter a liberdade de nos deixarmos levar se ele se animasse, a afirmação me surpreendeu um pouco.
- e o que é que você pensa tanto?, perguntei.
- por que não conseguia parar de beijar você ontem à noite?, o que você sentiria se eu te beijasse sóbrio? que gosto teria sua pele, seus seios? e coisas mais pesadas, se explodiu.
- olha Gerardo, eu disse, não tenho as respostas para suas perguntas.
- tem certeza disso, disse ele se aproximando do meu rosto.
- pensa que se fizermos algo agora "sóbrios" e você vai embora em algumas horas e vai ficar mais enrolado.
- pior vai ser ir embora pensando no que poderia ter acontecido. sentenciou.
E se aproximando, me beijou. E me beijou, e me beijou. Depois de uns quinze minutos de beijos loucos de adolescente começou a me apalpar, tirou minha camiseta e começou a traçar círculos com a língua nos mamilos. Mordiscava de leve na ponta. Juntava meus seios tentando meter os dois mamilos ao mesmo tempo na boca.
Se levantou e, abrindo o zíper da calça, aproximou seu membro do meu rosto. Nem lenta nem preguiçosa comecei a rodear com minha língua os 11 cm de carne que já estavam mais que duros.
Percorria o pau dele com a língua, colocava entre meus lábios molhados a cabeça avermelhada. Metia tudo na boca...
Poucos minutos durou minha brincadeira. porque ele pediu para eu parar.
Eu parei... Baixei o shorts que eu tava usando, e ele me fez agachar, colocando meus peitos sobre a mesa. E começou a me penetrar. Enquanto me falava coisas, que pra ser sincera não lembro...
Ele gozou logo. Como eu não tinha chegado ao orgasmo, ele meteu dois dedos dentro de mim e com o polegar acariciou meu clitóris. Dois minutos depois, o tremor tomou conta do meu corpo, se espalhando por mim e me levando àquele lugar perto da morte...
Tomamos mais uns mates e ele foi embora, dizendo que quando voltasse queria me dedicar mais tempo.
A verdade é que, no meu sexocosômetro, eu daria um 7. Não sei se vale a pena repetir. (vou analisar quando ele voltar)
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Ele é um cara alto, de boa aparência, mas desde a última vez que o vi, engordou uns 10 quilos. Ainda assim, continua sendo um cara muito sexy.
Conversamos pra caramba, como sempre que nos encontramos, e como os dois ficam loucos com Gancia, depois de três copos já estávamos falando besteira e com uma tendência estranha de nos tocar, já que normalmente mantemos as aparências.
Em um momento, fui pra cozinha preparar outro Gancia e ele me seguiu.
Mesmo com as outras quatro pessoas na casa — meu marido, a esposa dele e meus cunhados — nos beijamos. O beijo durou uns vinte segundos, mas foi uma batalha intensa de línguas e dentes. Sempre que dava, a gente se escondia pra se beijar e se tocar.
Eu sabia que ele voltaria pra casa dele na noite do dia seguinte; a reunião era uma despedida.
Antes de irmos, trocamos cartões pessoais, porque ele queria que eu ajudasse com o design da imagem de um hostel que ele está construindo (já contei pra vocês que, entre outras coisas, sou formada em Comunicação).
Na manhã seguinte, ele me ligou. Disse que tinha três horas livres e que precisava me ver pra falar sobre o que tinha acontecido no dia anterior.
Me surpreendeu, então expliquei com frieza que achava que tinha sido só coisa de bêbados. Ele disse que precisava deixar as coisas claras antes de ir embora, senão ia ficar com uma pulga atrás da orelha. "OK", respondi. "Estou sozinha em casa, se quiser vir aqui podemos conversar tranquilos."
Meia hora depois, ele apareceu. Ofereci uns mates, conversamos sobre coisas bobas até que Gerardo mudou de assunto abruptamente, dizendo:
— Preciso saber o que você sente por mim.
— Sentir? — perguntei.
Ele assentiu, solene. Olhei pra ele, entretida com a novidade.
— Já te disse, pra mim foram só uns beijos de bêbados — respondi, enquanto pensava: "Se... percebe que você não me conhece além do plano familiar.
- entre você e eu há muita tensão sexual, continuou ele dizendo, sempre que estamos na casa dos meninos (na verdade eu os nomeio, mas enfim... vamos evitar problemas futuros) acabamos num canto isolados dos outros. Disse.
- acabamos num canto, conversando. esclareci, cada vez mais divertida com a enrolação dele sobre o assunto.
- sim, até ontem só conversávamos. mas ontem cruzamos uma linha. continuou explicando.
- você está analisando demais, comentei sorrindo, mesmo achando você um cara muito bonito nunca tinha me passado pela cabeça fazer nada com você. e ontem sei lá... aconteceu... não fica enrolando
- bom, eu não consegui dormir pensando em você. afirmou.
mesmo imaginando que a visita dele não era só para conversar, e eu o convidei para casa para ter a liberdade de nos deixarmos levar se ele se animasse, a afirmação me surpreendeu um pouco.
- e o que é que você pensa tanto?, perguntei.
- por que não conseguia parar de beijar você ontem à noite?, o que você sentiria se eu te beijasse sóbrio? que gosto teria sua pele, seus seios? e coisas mais pesadas, se explodiu.
- olha Gerardo, eu disse, não tenho as respostas para suas perguntas.
- tem certeza disso, disse ele se aproximando do meu rosto.
- pensa que se fizermos algo agora "sóbrios" e você vai embora em algumas horas e vai ficar mais enrolado.
- pior vai ser ir embora pensando no que poderia ter acontecido. sentenciou.
E se aproximando, me beijou. E me beijou, e me beijou. Depois de uns quinze minutos de beijos loucos de adolescente começou a me apalpar, tirou minha camiseta e começou a traçar círculos com a língua nos mamilos. Mordiscava de leve na ponta. Juntava meus seios tentando meter os dois mamilos ao mesmo tempo na boca.
Se levantou e, abrindo o zíper da calça, aproximou seu membro do meu rosto. Nem lenta nem preguiçosa comecei a rodear com minha língua os 11 cm de carne que já estavam mais que duros.
Percorria o pau dele com a língua, colocava entre meus lábios molhados a cabeça avermelhada. Metia tudo na boca...
Poucos minutos durou minha brincadeira. porque ele pediu para eu parar.
Eu parei... Baixei o shorts que eu tava usando, e ele me fez agachar, colocando meus peitos sobre a mesa. E começou a me penetrar. Enquanto me falava coisas, que pra ser sincera não lembro...
Ele gozou logo. Como eu não tinha chegado ao orgasmo, ele meteu dois dedos dentro de mim e com o polegar acariciou meu clitóris. Dois minutos depois, o tremor tomou conta do meu corpo, se espalhando por mim e me levando àquele lugar perto da morte...
Tomamos mais uns mates e ele foi embora, dizendo que quando voltasse queria me dedicar mais tempo.
A verdade é que, no meu sexocosômetro, eu daria um 7. Não sei se vale a pena repetir. (vou analisar quando ele voltar)
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8 comentários - Gerardo ou o Número 16
excelente nuevo capitulo de esta historia que vas compartiendo! recomiendo!
Gracias por compartir