Me chamo Marcos, tenho 29 anos, sou moreno, cabelo curto e olhos castanhos claros.
Isso aconteceu neste fim de semana prolongado em que minhas cunhadas e minha sogra vieram nos visitar em casa.
Minha cunhada se chama Soledad, tem 24 anos, 1,60m de altura, morena, pele branca, olhos pretos e um corpinho lindo, harmonioso.
A parada começou no sábado à tarde, quando minha mulher entrou no banheiro enquanto eu estava tomando banho, pra pegar a roupa suja e me chupar um pouquinho, me deixar de pau duro e depois eu comer ela no quarto, como a gente sempre faz. Ao sair, ela deixou a porta mal fechada, e a cortina do chuveiro estava aberta, ou seja, qualquer um que passasse podia me ver pelado e todo duro. Quando percebi, quis sair rápido do chuveiro pra fechar a porta, e aí entra minha cunhada, pensando que não tinha ninguém (acho), e me vê com o pau todo duro. Pensei que ela ia recuar e sair envergonhada, mas não. Ela me olhou e, com a melhor cara de puta e tesuda que conseguiu fazer, disse: “Me desculpa, cunhado, pensei que não tinha ninguém” e saiu me encarando descaradamente a piroca (uns humildes 20 cm). Eu fiquei louco e não consegui evitar bater uma punheta pensando na carinha de puta que ela fez, a vagabunda. Naquela noite, minha mulher ia sair com minhas cunhadas e minha sogra pra tomar algo em San Telmo, e eu tinha um churrasco com meus amigos, então fui no fim da tarde porque era minha vez de ser o churrasqueiro.
Lá pela meia-noite, decidi voltar pra casa porque tava com muito sono e, pra ser sincero, os caras tavam bem chatos com suas mulheres. Quando chego em casa, vejo as luzes do quarto acesas, pensei que era minha mulher, então subi as escadas já abrindo a braguilha. Abri a porta e lá estava ela, minha cunhada, com um shortinho jeans minúsculo e uma regata branca sem sutiã. Agarrei ela por trás e encostei o pau todo na bunda dela, apertando os peitos e lambendo a nuca. A putinha empinava a bunda e mexia, roçando bem o pau todo. “Vou te comer como Nunca te comeram, vadia", falei pra ela, e ela respondeu: "Melhor você colaborar, senão conto pra minha irmã". Ela se virou, tirou minha rola do boxer com o jeans desabotoado, e começou a me provocar com uma arte majestosa. Olhava nos meus olhos sem me beijar, na distância certa pra ver nossos rostos, e gesticulava: "Como você me excita, filha da puta". Desabotoei o shortinho dela e enfiei as mãos na calcinha fio dental, toda pequenininha, completamente encharcada, a putinha. Só consegui massagear suavemente o clitóris dela quando ela começou a gozar, enchendo meus dedos de porra. Quando terminou de gozar, enfiei os dedos na boca dela, e ela lambeu toda a própria porra. "Agora quero sua porra", ela disse, e se abaixou pra engolir minha pica toda de uma vez. Tava me chupando desesperadamente quando ouvimos o carro de aplicativo chegando — era minha mulher e minha sogra. Ela se levantou e, sem soltar minha rola, disse: "Se não me comer hoje, amanhã você fica solteiro". E foi embora, me deixando de pau duro.
Amanhã tem a segunda parte, agora tenho que ir buscar minha mulher no trabalho...
Isso aconteceu neste fim de semana prolongado em que minhas cunhadas e minha sogra vieram nos visitar em casa.
Minha cunhada se chama Soledad, tem 24 anos, 1,60m de altura, morena, pele branca, olhos pretos e um corpinho lindo, harmonioso.
A parada começou no sábado à tarde, quando minha mulher entrou no banheiro enquanto eu estava tomando banho, pra pegar a roupa suja e me chupar um pouquinho, me deixar de pau duro e depois eu comer ela no quarto, como a gente sempre faz. Ao sair, ela deixou a porta mal fechada, e a cortina do chuveiro estava aberta, ou seja, qualquer um que passasse podia me ver pelado e todo duro. Quando percebi, quis sair rápido do chuveiro pra fechar a porta, e aí entra minha cunhada, pensando que não tinha ninguém (acho), e me vê com o pau todo duro. Pensei que ela ia recuar e sair envergonhada, mas não. Ela me olhou e, com a melhor cara de puta e tesuda que conseguiu fazer, disse: “Me desculpa, cunhado, pensei que não tinha ninguém” e saiu me encarando descaradamente a piroca (uns humildes 20 cm). Eu fiquei louco e não consegui evitar bater uma punheta pensando na carinha de puta que ela fez, a vagabunda. Naquela noite, minha mulher ia sair com minhas cunhadas e minha sogra pra tomar algo em San Telmo, e eu tinha um churrasco com meus amigos, então fui no fim da tarde porque era minha vez de ser o churrasqueiro.
Lá pela meia-noite, decidi voltar pra casa porque tava com muito sono e, pra ser sincero, os caras tavam bem chatos com suas mulheres. Quando chego em casa, vejo as luzes do quarto acesas, pensei que era minha mulher, então subi as escadas já abrindo a braguilha. Abri a porta e lá estava ela, minha cunhada, com um shortinho jeans minúsculo e uma regata branca sem sutiã. Agarrei ela por trás e encostei o pau todo na bunda dela, apertando os peitos e lambendo a nuca. A putinha empinava a bunda e mexia, roçando bem o pau todo. “Vou te comer como Nunca te comeram, vadia", falei pra ela, e ela respondeu: "Melhor você colaborar, senão conto pra minha irmã". Ela se virou, tirou minha rola do boxer com o jeans desabotoado, e começou a me provocar com uma arte majestosa. Olhava nos meus olhos sem me beijar, na distância certa pra ver nossos rostos, e gesticulava: "Como você me excita, filha da puta". Desabotoei o shortinho dela e enfiei as mãos na calcinha fio dental, toda pequenininha, completamente encharcada, a putinha. Só consegui massagear suavemente o clitóris dela quando ela começou a gozar, enchendo meus dedos de porra. Quando terminou de gozar, enfiei os dedos na boca dela, e ela lambeu toda a própria porra. "Agora quero sua porra", ela disse, e se abaixou pra engolir minha pica toda de uma vez. Tava me chupando desesperadamente quando ouvimos o carro de aplicativo chegando — era minha mulher e minha sogra. Ela se levantou e, sem soltar minha rola, disse: "Se não me comer hoje, amanhã você fica solteiro". E foi embora, me deixando de pau duro.
Amanhã tem a segunda parte, agora tenho que ir buscar minha mulher no trabalho...
5 comentários - Minha cunhada gostosa