No segundo dia de aula, Esteban, o diretor e professor, leva elas pra outra sala. Ao entrar, viram uma mulher deitada sobre uma mesa com as mãos amarradas.
e 5 homens nus ao redor dela: um estava atrás dela arrombando a bucetinha dela, outro segurava ela pelo cabelo levantando a cabeça enquanto comia a boquinha dela e os outros 3 batam uma enquanto tocavam nela, e iam se revezando. Enquanto viam aquela cena, Esteban disse pra eles que o que estavam vendo era um castigo, aquela mulher tinha se recusado a ser comida por um homem que pediu na rua, então ela precisava ser castigada pra nunca mais negar. E ainda disse que aqueles 5 homens eram só os primeiros, quando eles terminassem, viriam mais 5 pra continuar castigando ela e depois mais 5, e enquanto contava isso, os homens tinham soltado a mulher, colocado ela de barriga pra cima e amarrado de novo com a cabeça pendurada pra trás, e enquanto um comia a buceta dela, outro fazia ela engolir a pica, fazendo ela engasgar pra caralho.
Depois de ver o castigo por um tempo, o professor Esteban levou elas pra sala de aula pra começar a aula. Quando sentaram nos lugares, deram uma correntinha com um medalhão com o símbolo da escola e falaram que elas tinham que usar essa correntinha o tempo todo e deixar o pescoço descoberto pra todo mundo ver, porque assim todos os professores e parceiros que sabiam da existência da escola e colaboravam com ela podiam identificar as alunas pra comer elas quando quisessem, na hora que bem entendessem. E naquele mesmo instante, mandaram elas colocarem a correntinha. Depois, o professor começou a aula e mandou todas tirarem a roupa enquanto ele ia buscar outros 9 professores. Mandaram elas se deitarem nas carteiras onde cada uma apoiava os cadernos, menos as 3 que no dia anterior tinham dito que os cuzinhos eram virgens, e os professores começaram a chupar as bucetas delas pra depois enfiar as picas na buceta e no cu.
Mas às 3, com a bundinha virgem, o diretor Esteban e mais 2 professores levaram elas pra outra sala separada. Quando chegaram na sala, mandaram elas ficarem de quatro em cima de umas camas que tinha lá e começaram a chupar as bundinhas delas. A que tava com o diretor era a Sara, uma mina de 20 anos, com namorado, mas nunca tinha tido um orgasmo, era muito gostosa, com cabelo castanho e olhos verdes. Esteban começou a meter um dedo na buceta de Sara, o que fez ela soltar um gemido que não conseguiu segurar. Depois meteu 2... aí lubrificou bem a pica e também a bundinha dela e encostou a cabeça da pica no cu dela e começou a fazer força empurrando pra dentro pra abrir a bundinha e dar passagem pra pica, e foi assim, a bundinha dela não aguentou a pressão e abriu, dando passagem pra pica, e naquele momento ela deu um grito forte. Esteban continuou metendo a pica enquanto ela falava "devagar, devagar!!!" fazendo careta de dor, é que ele tinha a pica muito grande, igual todos os outros professores. Mas Esteban continuou fazendo o trabalho dele, sentindo como aquela buceta apertada apertava a pica dele, até que a pica inteira tava dentro da buceta de Sara e aí ele começou a comer ela. Ela gritava. No começo eram gemidos que mostravam um pouco de dor, mas depois dava pra sentir que ela tava adorando. Esteban tirou a pica pra ver como tava ficando aquele rabo e viu que já tava bem aberto.
Isso aqueceu ele ainda mais, e ele meteu de novo e começou a comer ela com mais força, e ela gemia e gemia. Depois de um tempo arrombando a bunda dela, ela começou a sentir uma sensação muito intensa por todo o corpo que não conseguia explicar, até que numa das enfiadas do Esteban, ela sentiu uma eletricidade no corpo todo e começou a gritar de prazer... Naquele momento, ela percebeu que tinha tido o primeiro orgasmo e se sentiu mais mulher do que nunca. Ao ver que ela tinha gozado, Esteban começa a dizer: "Então você gozou, putinha, gostou pelo cu, né? Agora é minha vez, vou encher você de porra" e começou a comer ela mais forte até que o esperma dele jorrou com força do pau, enchendo aquela bundinha linda e apertada.
Assim que todos terminaram, voltaram pra sala delas. Todo mundo já tinha acabado por lá, as mulheres estavam deitadas de bruços sobre as carteiras, esperando o Esteban pra ele ver o quanto cada uma delas tinha a buceta aberta. Depois que ele deu uma olhada, mandou elas se trocarem e deu a aula por encerrada. Quando estavam saindo, viram os 5 caras que tinham castigado aquela mulher saindo, mas na hora entraram mais 5, e elas lembraram que o diretor tinha dito que outros 5 caras iam castigar ela, e depois mais 5. Cada uma pensou que era melhor se comportar bem, senão iam levar um castigo daqueles. Cada uma foi pra sua casa. A Sara morava perto dali e foi andando, o corpo ainda tremendo depois de ter o primeiro orgasmo. Enquanto caminhava, lembrando daquele orgasmo gostoso, alguém parou ela segurando o braço. Era um cara de uns vinte e poucos anos, que disse: "Oi, gostosa, vi sua correntinha e me senti muito sortudo. Quero te comer agora mesmo, e sei que você não pode dizer não." Ela pensou em recusar, mas lembrou da correntinha e daquele castigo que tinha visto, e soube que não podia dizer não. Então, balançando a cabeça, foi com o cara. Pegaram um táxi e logo chegaram na casa dele. Lá dentro, ele colocou uma música sensual e mandou ela dançar pra ele, tirando a roupa. Ela obedeceu, e enquanto se despia, ele se tocava no pau. Quando ela já estava toda peladinha, mandou ela ficar de quatro e, como uma putinha gostosa, fez ela ir até onde ele estava sentado. Quando chegou, ele enfiou o pau na boca dela e fez ela chupar... tirava e enfiava de novo, uma e outra vez, e fazia ela lamber as bolas dele. Ela pensava no namorado, mas não conseguia evitar de curtir a situação. Ela não sabia o que tava acontecendo, não se reconhecia mais, não queria gostar, mas adorava, e ficava cada vez mais molhada. Depois, ele colocou ela no chão de barriga pra cima e subiu em cima, enfiando o pau de uma vez na pussy. E aí começa a comer ela. Ela sentia aquele homem bem fundo dentro dela, e ele beijava ela metendo a língua e trocando saliva, e ela amava aquilo! Colocou as mãos na bunda dele pra puxar ele mais pra perto, desejando que aquela pica entrasse cada vez mais fundo. E enquanto ele metia bem fundo e chupava os peitos dela, ela sentiu de novo aquela sensação e aquela eletricidade, e gritando como nunca, teve outro orgasmo. Assim que ela gozou, ele levou ela pro quarto, amarrou as mãos dela nas costas e colocou ela de quatro com a cabeça pra baixo.
Ele começou a rasgar a bunda dela e, vendo ela tão aberta, meteu de uma vez e começou a meter forte.
Ela nunca reclamou, pelo contrário, adorava! Num dado momento, enquanto ele arrebentava a buceta dela, o celular dela começou a tocar, largado em algum canto, e ela soube que era o namorado porque naquela hora ela sempre ligava pra ele. Mas ela sabia que o dever dela era satisfazer aquele homem, então só pensou nisso, e depois inventaria alguma desculpa pro namorado. Pra surpresa dela, não sentiu remorso, porque sabia que estava cumprindo seu dever como mulher, e continuou gemendo. E num instante, com aquelas estocadas fortes, aquela sensação voltou e ela teve outro orgasmo. Na mesma hora, ele a colocou de joelhos, embora ela tivesse dificuldade de se equilibrar porque ainda tremia do orgasmo que tinha tido, e ele mandou ela abrir a boca e, se masturbando na frente dela, gozou na cara toda dela.
Ela, cheia de tesão, levou com as mãos toda a porra até a boca e tomou tudo, chupando os dedos.
Depois, enquanto ainda tremia, se trocou como pôde, e foi pra casa pensando em que desculpas dar pro namorado, mas com um sorriso que nunca tinha tido antes.
e 5 homens nus ao redor dela: um estava atrás dela arrombando a bucetinha dela, outro segurava ela pelo cabelo levantando a cabeça enquanto comia a boquinha dela e os outros 3 batam uma enquanto tocavam nela, e iam se revezando. Enquanto viam aquela cena, Esteban disse pra eles que o que estavam vendo era um castigo, aquela mulher tinha se recusado a ser comida por um homem que pediu na rua, então ela precisava ser castigada pra nunca mais negar. E ainda disse que aqueles 5 homens eram só os primeiros, quando eles terminassem, viriam mais 5 pra continuar castigando ela e depois mais 5, e enquanto contava isso, os homens tinham soltado a mulher, colocado ela de barriga pra cima e amarrado de novo com a cabeça pendurada pra trás, e enquanto um comia a buceta dela, outro fazia ela engolir a pica, fazendo ela engasgar pra caralho.
Depois de ver o castigo por um tempo, o professor Esteban levou elas pra sala de aula pra começar a aula. Quando sentaram nos lugares, deram uma correntinha com um medalhão com o símbolo da escola e falaram que elas tinham que usar essa correntinha o tempo todo e deixar o pescoço descoberto pra todo mundo ver, porque assim todos os professores e parceiros que sabiam da existência da escola e colaboravam com ela podiam identificar as alunas pra comer elas quando quisessem, na hora que bem entendessem. E naquele mesmo instante, mandaram elas colocarem a correntinha. Depois, o professor começou a aula e mandou todas tirarem a roupa enquanto ele ia buscar outros 9 professores. Mandaram elas se deitarem nas carteiras onde cada uma apoiava os cadernos, menos as 3 que no dia anterior tinham dito que os cuzinhos eram virgens, e os professores começaram a chupar as bucetas delas pra depois enfiar as picas na buceta e no cu.
Isso aqueceu ele ainda mais, e ele meteu de novo e começou a comer ela com mais força, e ela gemia e gemia. Depois de um tempo arrombando a bunda dela, ela começou a sentir uma sensação muito intensa por todo o corpo que não conseguia explicar, até que numa das enfiadas do Esteban, ela sentiu uma eletricidade no corpo todo e começou a gritar de prazer... Naquele momento, ela percebeu que tinha tido o primeiro orgasmo e se sentiu mais mulher do que nunca. Ao ver que ela tinha gozado, Esteban começa a dizer: "Então você gozou, putinha, gostou pelo cu, né? Agora é minha vez, vou encher você de porra" e começou a comer ela mais forte até que o esperma dele jorrou com força do pau, enchendo aquela bundinha linda e apertada.
Assim que todos terminaram, voltaram pra sala delas. Todo mundo já tinha acabado por lá, as mulheres estavam deitadas de bruços sobre as carteiras, esperando o Esteban pra ele ver o quanto cada uma delas tinha a buceta aberta. Depois que ele deu uma olhada, mandou elas se trocarem e deu a aula por encerrada. Quando estavam saindo, viram os 5 caras que tinham castigado aquela mulher saindo, mas na hora entraram mais 5, e elas lembraram que o diretor tinha dito que outros 5 caras iam castigar ela, e depois mais 5. Cada uma pensou que era melhor se comportar bem, senão iam levar um castigo daqueles. Cada uma foi pra sua casa. A Sara morava perto dali e foi andando, o corpo ainda tremendo depois de ter o primeiro orgasmo. Enquanto caminhava, lembrando daquele orgasmo gostoso, alguém parou ela segurando o braço. Era um cara de uns vinte e poucos anos, que disse: "Oi, gostosa, vi sua correntinha e me senti muito sortudo. Quero te comer agora mesmo, e sei que você não pode dizer não." Ela pensou em recusar, mas lembrou da correntinha e daquele castigo que tinha visto, e soube que não podia dizer não. Então, balançando a cabeça, foi com o cara. Pegaram um táxi e logo chegaram na casa dele. Lá dentro, ele colocou uma música sensual e mandou ela dançar pra ele, tirando a roupa. Ela obedeceu, e enquanto se despia, ele se tocava no pau. Quando ela já estava toda peladinha, mandou ela ficar de quatro e, como uma putinha gostosa, fez ela ir até onde ele estava sentado. Quando chegou, ele enfiou o pau na boca dela e fez ela chupar... tirava e enfiava de novo, uma e outra vez, e fazia ela lamber as bolas dele. Ela pensava no namorado, mas não conseguia evitar de curtir a situação. Ela não sabia o que tava acontecendo, não se reconhecia mais, não queria gostar, mas adorava, e ficava cada vez mais molhada. Depois, ele colocou ela no chão de barriga pra cima e subiu em cima, enfiando o pau de uma vez na pussy. E aí começa a comer ela. Ela sentia aquele homem bem fundo dentro dela, e ele beijava ela metendo a língua e trocando saliva, e ela amava aquilo! Colocou as mãos na bunda dele pra puxar ele mais pra perto, desejando que aquela pica entrasse cada vez mais fundo. E enquanto ele metia bem fundo e chupava os peitos dela, ela sentiu de novo aquela sensação e aquela eletricidade, e gritando como nunca, teve outro orgasmo. Assim que ela gozou, ele levou ela pro quarto, amarrou as mãos dela nas costas e colocou ela de quatro com a cabeça pra baixo.
Ela nunca reclamou, pelo contrário, adorava! Num dado momento, enquanto ele arrebentava a buceta dela, o celular dela começou a tocar, largado em algum canto, e ela soube que era o namorado porque naquela hora ela sempre ligava pra ele. Mas ela sabia que o dever dela era satisfazer aquele homem, então só pensou nisso, e depois inventaria alguma desculpa pro namorado. Pra surpresa dela, não sentiu remorso, porque sabia que estava cumprindo seu dever como mulher, e continuou gemendo. E num instante, com aquelas estocadas fortes, aquela sensação voltou e ela teve outro orgasmo. Na mesma hora, ele a colocou de joelhos, embora ela tivesse dificuldade de se equilibrar porque ainda tremia do orgasmo que tinha tido, e ele mandou ela abrir a boca e, se masturbando na frente dela, gozou na cara toda dela.
Ela, cheia de tesão, levou com as mãos toda a porra até a boca e tomou tudo, chupando os dedos.
Depois, enquanto ainda tremia, se trocou como pôde, e foi pra casa pensando em que desculpas dar pro namorado, mas com um sorriso que nunca tinha tido antes.
4 comentários - Escola do Sexo 2
Y muuy caleinte!
Gracias por compartir