Testimonio Incestuoso 6ª

Nome: Leo, desde o momento em que atravessou os poucos passos até o chuveiro, onde estava o proibido, ele soube que tudo mudaria.
Não ligou, ou não pensou muito nisso, dizem que quando se age com uma "cabeça", a outra para de funcionar.Testimonio Incestuoso 6ªO contato com o corpo da mãe o transformou num lascivo, vicioso e obsceno filho da puta, que queria profaná-la carnalmente. No entanto, a água que escorria pelo corpo dela virava um obstáculo, apesar da luxúria dele e dos líquidos pré-seminais que escorriam da glande ávida por sexo. Os desejos e instintos dele eram freados pela água do chuveiro no corpo da mãe.

Ele investia como um bode safado, entre as nádegas dela. Abria com as duas mãos os glúteos e penetrava aquela fenda profunda, sem encontrar uma brecha de entrada em lugar nenhum.

Buscou, tentou sem parar, mas sem sucesso penetrar. Tanto que a mãe dele, apesar do constrangimento, teve pena e o ajudou resignada, com as mãos, a chegar ao lugar, ao objetivo dele. Embora o simples fato de "pegar naquilo" fez ele gozar, quase entre a virilha e a entreperna.

Nome: Angélica, desde que viu o rosto do agressor (o filho dela) junto com ela no chuveiro, soube que "aquilo" era muito errado. Mas também sabia que tinha se metido nessa, talvez, no começo sem querer ou inconscientemente. Embora depois dos dias anteriores e das ações dela, era lógico e uma questão de tempo que acontecesse.

Ela relaxou automaticamente, quis aproveitar sem ser óbvia. No entanto, o garanhão novinho era muito inexperiente, era mais sem jeito do que imaginava (embora ela pensasse "não é uma situação normal", não sei se muitos conseguiriam, como se desculpasse ele). O nervosismo dele jogava contra, e o corpo molhado pelo elemento vital (a água) que se podia pensar que seria um grande condutor, nesse caso com a pele, era um estorvo, uma dificuldade, emperrava, travava, o pau não deslizava na racha dela.

Por isso, ela optou por ajudar e perder a desculpa, deixando claro com os fatos que aceitava fazer aquilo. Teve que se sacrificar, senão os dois acabariam machucados, pela força ou brutalidade do Leo, misturada com a falta de habilidade, experiência e destreza.

Mas, no instante em que Imediatamente sentiu aquele líquido viscoso, morno e a pulsação do membro jovem, endurecido entre as pernas dela, expelindo ou ejaculando esperma.
Os gemidos e as pulsações trêmulas do filho no pescoço dela a comoveram de novo, excitando-a, isso a incentivou a se exacerbar, perdendo os freios inibitórios.
Devagar, ela se virou, apoiou os peitos no peito do filho, ele levantou o olhar, se encararam fixamente e se beijaram como estranhos apaixonados.
A língua da mãe entrou na cavidade bucal do filho e, curiosa, brincou, se enroscou com a de Leo.
Ele a abraçou com força, quis se fundir, se unir, se misturando numa associação simétrica e simbiótica.
De repente, o órgão viril do filho ressuscitou milagrosamente, ela comparou com o do marido, o pai daquele filho, e os esforços dela pra ter alguma reação parecida.
Novamente, de forma urgente, ele quis acasalar.
Ela o segurou, pra convidá-lo a ficar mais confortável (já não tinha idade pra fazer de pé). Os dois saíram do chuveiro, se cobriram com toalhas, ela prendeu o cabelo e foram pro quarto de casal. No entanto, ao entrar, lembrou que a cama estava sem lençóis, ela hesitou. Leo tirou a toalha que a cobria e tirou a dele, jogando-as em cima da cama de casal. Ela sorriu de forma safada pela iniciativa do garoto, mas disse que podiam deixar evidências que comprometessem os dois. Leo fez cara feia e Angélica, pra animá-lo, se inclinou, abriu com a mão uma nádega e deixou ele ver o buraco do cu e a buceta dela. O filho sorriu, ela pegou ele pela mão e foram pro quarto das crianças (ela tinha a fantasia de fazer lá). Deitou ele de barriga pra cima e pediu pra ele chupar ela (o marido nunca gostou de fazer isso).maeLeo fez isso, e mais ainda, queria enfiar tudo pra dentro, voltar pro útero materno, enfiava o nariz, os lábios e a língua.
Angélica teve que segurá-lo e ensinar que não precisava disso, ela gostava que lambessem só o clitóris e com isso chegou ao clímax e, junto com ele, seu primeiro orgasmo.incestoDepois ela deu um boquete no filho, mas ele estava tão excitado que com só um beijinho na cabecinha, ele gozou pra caralho.FamiliaDepois disso, já mais calmos os dois, ela fez esse discurso.

"Filho, você sabe que isso não pode se repetir nunca mais. Faz alguns dias que estou sendo condescendente com você. E se quiser, pra ser totalmente honesta, não foi um grande sacrifício meu, mas até aqui chegou. Imagina se isso vaza, se alguém desconfia, porque se continuar, vai acabar acontecendo. Alguém nos ver, seria o fim de tudo, pra nós dois. Mas muito pior pra mim. Então, se você me ama, tem que me prometer esquecer tudo e continuar como estávamos antes desses últimos dias."

Leo estava mudo, entendia tudo, compreendia a mãe, não podia ser tão egoísta a ponto de arruinar o ser que mais amava no mundo. Então disse: "Mãe, agradeço tudo que você fez por mim. Sei que há um tempo você já percebia minha atração sexual por você, e isso foi mais um presente seu pra mim. Outro agrado que eu queria, como tantos outros que você me deu ao longo da minha vida, sempre me satisfez em tudo que eu quis. Por isso, também especulei com isso. Eu sabia que em algum momento você ia me dar, eu ia conseguir, e até sem pedir abertamente, só dando a entender. Então, pode ficar tranquila que não vou mais te incomodar, e espero que nossa relação anterior cresça e se fortaleça por causa do que aconteceu entre nós dois. Temos um segredo em comum, e isso nos une ainda mais."

No meio do diálogo, o telefone tocou. Nenhum dos dois fez questão de atender. No entanto, Angélica reagiu e aproveitou esse impasse pra ir atender, pra assim refletir sobre o que o filho tinha dito. Nunca imaginou que Leo, o filho dela, responderia daquele jeito.

O telefone estava no final do famoso vestíbulo, um corredor de mais de dez metros. Ela foi devagar, pensando na resposta de Leo. Pra demorar ainda mais, calçou um par de sandálias. Levantou o fone do antigo telefone de coleção, apoiou o pé esquerdo na parede (fazendo aquele velho quatro das putas) e ajeitou o cabelo, como quem... Flertando com os olhares dela e do filho no lado oposto, na outra ponta da casa.filhoEla demorou uns minutos na conversa telefônica, enquanto falava se mexia de um jeito bem provocante. Desligou e voltou pro quarto do filho, também bem devagar, com um andar rebolado.
Esse tempo que Angélica gastou e esse "teatro" que fez renderam frutos: o filho questionou o que ela disse e propôs mais uma vez, uma última vez.
Ela sorriu por dentro, mas mesmo assim recusou (embora não quisesse exagerar na negação), talvez Leo acreditasse e desistisse. Quando viu que o filho já não tinha argumentos pra convencê-la, falou: "Tá bom, mas que seja a última vez, hein!"
"Valeu, mamãe!!!" Disse Leo.
"Mas quero sua bunda pequenininha! Assim, tenho tudo de você!" Disse o filho com carinho.
"Meu amor, nunca entreguei pra ninguém!" Garantiu Angélica.
"Por favor, mamãe!" Implorou o filho.
"Tá bom, porque é você, minha vida!" Afirmou a mamãe.
Ele penetrou ela por trás e, enquanto enfiava, perguntou: "Quem ligou?"
"Seu... tio... Prados!" Ela se esforçou pra responder enquanto era invadida contra a natureza.
Leo odiava aquele parente, achava ele um tarado, e mais ainda, tinha ciúmes da influência que ele tinha sobre suas mulheres, as damas da casa, Felina e Angélica. A mãe sabia disso, tinha notado os gestos ciumentos do filho quando o tio chegava em casa, por isso mencionou. Era verdade, ele tinha ligado, mas ela podia ter omitido. Só que quis exacerbar, deixá-lo frenético e fazer com que aquela raiva fosse descarregada sexualmente.
"E o que ele queria?" Perguntou enquanto entrava e saia ritmicamente com o pau no cu da mãe.
"Vem no fim de semana com a tia e seu primo!" Esclareceu a mãe, mantendo uma conversa normal, de família, enquanto transavam anormalmente, os dois como animais exaltados.
"Uffff! Isso me tirou do clima, mamãe, não consigo continuar!" Disse o filho amargurado, irritado, fora de si.
"Você me deve essa!" Avisou Leo, se retirou do ânus da mãe e foi tomar banho.Testimonio Incestuoso 6ª

34 comentários - Testimonio Incestuoso 6ª

como me calento la intimidad en la ducha, y mas si es una mujer mayor
muy bueno
@hindami Un placer leerte, te mereces más pero lamentablemente sólo tengo esos para darte.
Que chico tan afortunado, poseer a su preciosa madre, pero quedo inquieto por el resto, me dejaste muy excitado!!!