Num sábado qualquer, lá pelas 2 da manhã, numa saída como tantas outras, encontrei um dos meus tios, irmão da minha mãe, num bar cheio da cidade. Por uma série de motivos, a proximidade com esse tio sempre foi diferente dos outros irmãos e irmãs da minha mãe. A gente tinha uma relação especial de amigos, baseada em mulher. Nós dois éramos muito viciados em sexo, inclusive a primeira vez que fui num puteiro foi com ele. Bom, acho que a herança sexual vinha do meu avô, que teve nada mais, nada menos que 11 filhos.
O negócio é que perto das 3 da manhã, nós dois com umas doses a mais. Meu tio me deu um comprimido de viagra, que segundo ele usava quando a adversária era quente demais. Eu, entre brincadeiras, falei pra ele admitir que, aos 52 anos, o bagulho já não subia mais e que ele precisava apelar pra essas pílulas mágicas, mas que aos meus 33 anos eu não precisava disso.
Porém, era algo novo, eu tava separado, com uma situação financeira boa, boa pinta e mulher não faltava, então às vezes, depois de dar conta de tanta solicitação, meu corpo não rendia igual. Aceitei pra testar.
Como anedota, ele me contou que, há um tempo, depois de uma conversa intensa com uma das tantas irmãs casadas dele (uma tia minha), mais velha que ele (54 anos), onde ela contou que a vida de casada tava uma decadência total, que minha tia ficava sempre insatisfeita porque o marido dela, beirando os 60, já não conseguia fazer o pau subir, ele tinha dado um desses comprimidos pra ela e que tinha conseguido, em parte, reacender o fogo.
Eu, entre risadas e bebida, ri e aceitei o comprimido, dizendo que ia testar. Mas a imagem da minha tia cinquentona, insatisfeita de sexo, separada, ficou martelando na minha cabeça, basicamente porque de todas as minhas tias, minha tia Silvia era a que tinha as tetas maiores, que sempre foram minha fantasia sexual, sem contar a bunda enorme que ela tinha.
Bom, passou uma semana e Provei a famosa pílula, deixando minha parceira quase morta. Era realmente algo de outro mundo, meu pau endurecia e crescia a níveis nunca vistos antes, e olha que só tomei metade da pílula, exatamente como meu tio tinha me falado, considerando minha idade.
Não passaram mais do que algumas semanas, quando uma ligação surpresa da minha tia me pega de surpresa. Segundo ela me contou, meu tio (marido dela) tinha recebido um bônus muito bom do trabalho, e eles estavam pensando em usar pra ampliar a casa deles.
Falei que não tinha problema em fazer os planos da ampliação (meu trabalho), e na mesma tarde fui até a casa deles, onde ela (que eu não via há muitos meses) e o marido me mostraram o que queriam fazer.
Naquela tarde, minha tia usava um vestido longo, azul, florido, que dava pra ver que era de uso diário, mas que ao mesmo tempo caía muito bem nela. Os peitões enormes dela apareciam imponentes através de um decote generoso, e o volume daquele rabão quase rasgava o tecido. Por mais que eu tentasse me concentrar no que eles estavam dizendo, lembrava da conversa com meu tio naquele bar, da insatisfação sexual dela com o marido, e ficava olhando o corpo maduro e gostoso da minha tia.
No final, tirei algumas medidas (embora tivesse adorado tirar as medidas da minha tia), e falei que em uns dois dias teria uns desenhos pra eles, e depois a gente veria os materiais e a forma de pagamento.
No dia seguinte, fazendo a planta, percebi que faltavam algumas medidas e, como moro perto da casa deles, fui de carro tirar as medidas que faltavam. Surpreendentemente, cheguei lá umas 10 da manhã, minha tia abre a porta ainda de camisola e roupão. Quase caí pra trás quando vi os peitões enormes da minha tia sem sutiã. Tirei as medidas e fiquei pra tomar café da manhã com ela.
Sem se vestir, na mesinha da cozinha, minha tia me dava um show com aquele corpo maduro e poderoso enquanto preparava o café e conversava sobre coisas de família, enquanto eu admirava o corpo robusto dela, imaginando ela com vontade de sexo igual o irmão dela tinha me contado. Com que vontade eu chuparia aqueles peitões enormes, tia!
O café da manhã inteiro foi um suplício. Com muito esforço, me concentrava pra não olhar pros peitos da minha tia, mas era impossível. Eram tentadores demais, além de que minha tia tem uns olhos verdes lindos e uma cara de puta que não tem jeito.
No final, fui embora, com o compromisso de terminar os projetos em uns dois dias.
Depois de uns dois dias, terminei os projetos e fui pra casa dos meus tios. Não encontrei ninguém e quando liguei pra ela, ela disse que tava na academia, mas que na volta passaria na minha casa.
Eram cinco da tarde quando meu telefone tocou. Era minha tia dizendo que tava perto da minha casa, mas não sabia direito o endereço. Saí pra encontrá-la, ela estacionou a jipe na frente da minha casa e quando desceu, quase tive um infarto. Ela vinha com umas lycra coladas no corpo volumoso dela, que acentuavam a bunda enorme e os lábios da buceta extremamente marcados, grandes, grossos, sem mencionar os peitões enormes debaixo de uma regata justa. Entramos em casa, ela elogiou a organização, pra ser homem solteiro, e depois fomos ver os projetos.
Mostrei os desenhos, ela gostou de um, fez alguns ajustes e depois pediu pra eu mostrar a casa, que ela não conhecia. Deixei ela ir na frente pra olhar descaradamente a bunda enorme que minha tia tinha. Depois do passeio todo, chegamos no quarto, onde de brincadeira ela disse que talvez quantas mulheres tinham morrido na minha cama. Eu só ri, dizendo que mais de uma, mas pensando comigo como eu queria mostrar pra ela como me comporto na cama com uma mulher como você.
Saímos pro quintal, ela acendeu um cigarro, enquanto admirava as plantas, o jardim, etc, fumava. Fez perguntas sobre minha vida, se eu tava com alguém, etc, e respondi que não, que não tinha encontrado minha alma gêmea e que aproveitando que ainda era jovem, só tava era se divertindo pra caralho. Ela me invejava por ser novo, falando pra eu não casar, ficar solteiro, que assim era bem melhor. A gente foi por esse lado, eu perguntei sobre o casamento dela e, no fundo, ela deixou claro que no casamento dela "faltava alguma coisa".
Eu sabia bem do que ela tava falando, e falei que imaginava o que era. Ela riu e perguntou o que eu achava. Eu disse que tinha tido a sorte de ficar com algumas mulheres da idade dela, onde o assunto sempre era a insatisfação na cama, e que por isso elas procuravam caras novos como eu, que conseguiam suprir essas carências.
Ela riu e falou que não achava que eu era tão ousado, mas que de certa forma eu tava certo no meu palpite. Eu disse que ela era uma mulher muito gostosa, que o corpo dela era um imã pra caras da minha idade. Ela começou a mudar, o tom de voz, os gestos. Talvez tenha começado a perceber que eu, indiretamente, tava dizendo que ela me interessava.
Quase sem me olhar, ela perguntou se, de fato, eu, como homem, gostaria de ficar com alguém como ela, e na hora eu respondi que sim.Que azar você ser filho da minha irmã
Por quê?
Porque se não fosse… já teria tentado te seduzir
A senhora acha, tia, que alguém como eu teria chance com alguém como a senhora?
Eu acho que todas…
Que pena… porque com uma mulher como a senhora…
Assim… como eu?
Sim… um sonho
Ha ha ha, que mentiroso que você é… como vai gostar de uma gorda e velha como eu?
Me desculpe, tia… com todo respeito… mas seu físico… dá muito o que pensar
É? O que você pensa?
Pensamentos safados
Não acredito que você goste do meu físico
Mas tia… não me diga que não sabe o que causa nos homens com essas… coisas
Você se refere a estas… você gosta de peitudas?
Adoro
Olha que safado meu sobrinho… de qualquer forma, muito obrigada, você elevou meu ego
Mas é verdade
Ainda não acredito que eu conseguiria um jovem tão gostoso quanto você
Com certeza não te faltam
Vou vir mais vezes pra você levantar meu astral
Quando quiser…
Quando quiser o quê? (com tom de provocação)
Vem na minha casa
E se eu vier atrás de outra coisa, que não sejam plantas?
Por mim… adoraria
Tá falando sério?
Quer que eu prove?Ela fica me olhando, eu me aproximo, abraço ela e tento dar um beijo, mas ela me afasta com as mãos.Ei, calma aí!
Foi mal, tia.Me enchi de vergonha, devo ter ficado vermelho, só ali percebi o que tinha tentado fazer: beijar a irmã da minha mãe.
Pedii mil desculpas, dizendo que não sabia o que tinha me dado. Ela não falava nada, mas me olhava e sorria. Falei que era melhor a gente entrar pra terminar o assunto dos projetos e que, por favor, me desculpasse.
Entrei em casa, com ela me seguindo por trás. Fui direto pros projetos e comecei a falar sobre eles, enquanto minha tia não parava de me olhar e sorrir. Eu tava vermelho de vergonha e, quando perguntei o que ela achava, ela me perguntou se eu tinha uma cerveja. Deixei ela do lado da minha mesa de trabalho e fui na cozinha pegar duas latas. Passei uma pra ela e ela pediu um copo (tinha esquecido a idade dela). Voltei com o copo, servi e continuei explicando o que tava pensando em fazer na casa dela, enquanto ela, depois de beber o copo, não tirava os olhos de mim nem por um minuto.
Me senti muito desconfortável e tentei encerrar o assunto dos reparos na casa dela o mais rápido possível. Ela, tomando as rédeas da situação, me perguntou se eu tava mandando ela embora.[iNada, tia, como é que você tem coragem?
E por que você tá tão nervoso?
Bom... na real... me sinto meio desconfortável
Por quê?
Pelo que aconteceu
Não aconteceu nada
Bom... a senhora tem razão... mas tenta me entender
É isso que eu tô tentando fazer...
E o que a senhora acha?
Do quê?
Da sua ampliação
Ahh... não tô nem aí
E então?
Tô mais interessada no assunto que a gente deixou pendente
Já te pedi desculpas
Por que eu vou te pedir desculpas? ... por você ter dito que gosta de mim?
Pelo que eu tentei fazer... acho que não foi certo... por favor, me perdoa
Vou te falar uma coisa?
Fala
Tô morrendo de vontade de você tentar de novoMe levantei e ficamos de pé nos olhando. Chego suavemente no rosto dela e ela não se afastou. Beijei ela e ela correspondeu meu beijo. Era algo que nem em sonhos eu teria imaginado, beijando a mãe dos meus primos, sozinhos na sala da minha casa.
Meu pau, duro como uma rocha, se apoiou contra o corpo robusto dela e, como resposta, senti toda a buceta da minha tia encostada nele. Timidamente, sem interromper o beijo, me atrevi a descer uma mão até o começo das nádegas dela, e daí, minha tia, igual a um vulcão, explodiu em tesão. Ela enfiou a língua até o fundo da minha boca ainda mais apaixonadamente, e pegando minha mão, colocou ela diretamente sobre as nádegas dela.
Os dados já estavam lançados, de pé beijando minha tia, agarrando a bunda dela com força, sentindo através da lycra a calcinha e apertando ela contra meu corpo pra sentir como eu tava. Por um bom tempo nos beijamos até que ela se separa e, virando-se, fica de costas pra mim e apoia a bunda enorme contra mim, se esfregando e pegando minhas mãos, levando elas até os peitos dela, sem parar de gemer. Eu beijava o pescoço dela e acariciava o corpo todo.
As mãos dela foram pra trás e apertavam meu pau com força, enquanto eu já tinha enfiado as mãos por baixo da roupa dela e tocava os peitos por cima do sutiã. Num novo movimento dela, ela pega minhas mãos e, levantando a calça dela, enfia elas pela frente, deixando elas no sexo peludo dela.
Já tinha tudo que queria e, tomando as rédeas da situação, comecei a masturbar ela, brincando com os pelos, levando ela sem soltar até o sofá.
Ela solta minha calça, abaixa tudo e me empurra no sofá. Fico sentado com meu pau apontando pro teto. Em segundos, minha tia tinha se ajoelhado na minha frente e com a mão gorda dela me masturbava, arrumando o cabelo, pra depois me dar uma chupada espetacular.
Deixei ela se engasgar com meu pau por um bom tempo, apoiando minhas mãos na cabeça dela, seguindo o movimento. Separei ela um pouco pra tirar sua blusa esportiva, aquela que custou pra sair por causa do tamanho dos peitos dela. Por só alguns segundos, pude ver os peitões enormes dela apertados num sutiã grande que parecia prestes a arrebentar segurando aquelas tetas. Sem perder tempo, minha tia volta a chupar meu pau, agora com ainda mais intensidade.
Dava pra ver que minha tia era uma amante de boquetes, porque quando eu tentava afastar ela, não me dava bola e continuava no que tava fazendo. Desabotoei o sutiã dela por trás e ela mesma terminou de tirar a peça. Os peitos mais enormes que já vi na vida ficaram expostos na minha frente. Sem nada pra segurar, o tamanho deles dobrou. Ela, vendo minha cara de surpresa ao ver aquelas tetonas, pegou elas com as mãos e colocou na minha pélvis. Apertou elas contra meu pau e começou a me masturbar com elas, perguntando se eu tava gostando.
Não aguentei mais, a única coisa que queria era chupar os peitos dela, então fiz ela ficar de pé, e eu sentado, com as tetas da minha tia na altura do meu rosto, levei elas pra boca chupando com força, apertando, sentindo o cheiro da pele dela, os mamões pretos enormes na minha boca, com umas auréolas enormes, que combinavam com o tamanho dos peitos dela. Minha tia pegava eles e esfregava no meu rosto, batendo eles nas minhas bochechas.
Ela mesma terminou de tirar o resto da roupa que ainda tinha, ficando completamente nua. Deitei ela no sofá e eu do lado, já também pelado, pra continuar chupando os peitos dela enquanto ela me masturbava. Quando finalmente consegui deixar um dos peitos dela no meu rosto, sem ele cair por causa do volume, comecei a masturbar ela também, arrancando gemidos de prazer que deviam ter sido ouvidos pela casa toda. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas foi muito, deitados um do lado do outro, pelados, acariciando nossos sexos. Meus dedos entravam na buceta peluda dela, que escorria sucos.
Ela virou de costas e em claro sinal de que queria ser penetrada, me acomodei atrás daquela bunda enorme, separando as nádegas dela, procurando a entrada da buceta dela. Meu pau, sem errar, encontrou a cavidade molhada, que de uma só vez foi completamente preenchida por toda a minha virilidade. Minha tia sentiu a chegada daquele pedaço de carne com um gemido alto, jogando a bunda pra trás, esfregando ela na minha pélvis.
Por um tempo ficamos assim, mas as grandes dimensões do bundão da minha tia não deixavam eu ir muito fundo, então me levantei e fiz ela se colocar a 90°, apoiada no braço do sofá.
Meus olhos não acreditavam no que viam. A rabuda da minha tia nua, com a bunda levantada esperando pra receber meu pau. Realmente a bunda dela era tremenda, gorda, gigante, com alguns pelos na parte de dentro que apareciam. Peguei ela pelas ancas largas e enfiei sem piedade. Ela soltou um grito de prazer e jogou a bunda mais pra trás, quase me empurrando pra que meu pau enterrasse por completo. Uma e outra vez eu perfurei com força, do jeito que ela gostava, porque, mesmo minhas bolas batendo naquela bunda enorme, ela pedia pra eu meter mais fundo e mais forte.
Não parei de penetrar ela por um bom tempo, vendo como aquela bunda gorda se mexia como gelatina a cada metida que eu dava. Não sei como descrever, mas quando eu apoiava meu corpo todo nela, sobravam uns 20 cm pra cada lado em relação ao meu corpo.
Levantei ela um pouco pra poder pegar nos peitos dela enquanto a fodia, mas meu pau saiu da buceta dela e, por causa das dimensões do rabo dela, não foi possível colocar de novo naquele lugar, porque eu não alcançava.
Joguei ela no sofá, ficando com a cara dela no assento e a bunda levantada. Com um pé no sofá e o outro no chão, separei as nádegas dela e meti de novo. Nessa posição, fui ainda mais fundo, e mesmo assim ela pedia mais e mais.
Aquela bunda enorme me deixava louco, e eu saí dela pra separar as nádegas e provar ela. direto com minha boca. Ela não podia acreditar que o sobrinho dela comia a bunda dela daquele jeito, me dizia entre gemidos que nunca tinham comido a bunda dela tão gostosa como eu fazia, enquanto com minha língua eu fuçava toda a intimidade dela, desde a buceta molhada até a bunda peluda.
Ela mesma, com o rosto apoiado nas almofadas do sofá, levou as mãos pra trás e separou as nádegas grandes dela, me deixando mais espaço pra chupar tudo. Com essa ajuda, ficou mais fácil chegar até a buceta dela e chupei o máximo que pude, enfiando minha língua o mais fundo que dava. Não demorou muito pra sentir na minha boca a emanação de um caldo grosso e quente que me inundou e que não hesitei em saborear. Os gritos dela abafados pelas almofadas e a bunda batendo forte no meu rosto, prova clara de que minha tia madura estava tendo um orgasmo monstruoso.
Quando os líquidos dela pararam de jorrar, rapidamente mudei de posição e ela me disse: "agora joga seus melados na minha boca".
De pé, com minha tia sentada no sofá, chupando minha pica como se estivesse possuída, também não aguentei muito e avisando que não dava mais, comecei a descarregar na boca dela, enchendo ela de porra, que ela não hesitou em engolir, esfregando minha pica no rosto todo dela, como se fosse um troféu delicioso.
Sentei ao lado dela, todo suado, enquanto ela caía do meu lado morta de cansaço, com os peitos espalhados pros lados, recuperando o fôlego depois de um encontro tão fogoso.
Agradecendo seus comentários e avaliações, se despede muito atenciosamente de vocês.
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O negócio é que perto das 3 da manhã, nós dois com umas doses a mais. Meu tio me deu um comprimido de viagra, que segundo ele usava quando a adversária era quente demais. Eu, entre brincadeiras, falei pra ele admitir que, aos 52 anos, o bagulho já não subia mais e que ele precisava apelar pra essas pílulas mágicas, mas que aos meus 33 anos eu não precisava disso.
Porém, era algo novo, eu tava separado, com uma situação financeira boa, boa pinta e mulher não faltava, então às vezes, depois de dar conta de tanta solicitação, meu corpo não rendia igual. Aceitei pra testar.
Como anedota, ele me contou que, há um tempo, depois de uma conversa intensa com uma das tantas irmãs casadas dele (uma tia minha), mais velha que ele (54 anos), onde ela contou que a vida de casada tava uma decadência total, que minha tia ficava sempre insatisfeita porque o marido dela, beirando os 60, já não conseguia fazer o pau subir, ele tinha dado um desses comprimidos pra ela e que tinha conseguido, em parte, reacender o fogo.
Eu, entre risadas e bebida, ri e aceitei o comprimido, dizendo que ia testar. Mas a imagem da minha tia cinquentona, insatisfeita de sexo, separada, ficou martelando na minha cabeça, basicamente porque de todas as minhas tias, minha tia Silvia era a que tinha as tetas maiores, que sempre foram minha fantasia sexual, sem contar a bunda enorme que ela tinha.
Bom, passou uma semana e Provei a famosa pílula, deixando minha parceira quase morta. Era realmente algo de outro mundo, meu pau endurecia e crescia a níveis nunca vistos antes, e olha que só tomei metade da pílula, exatamente como meu tio tinha me falado, considerando minha idade.
Não passaram mais do que algumas semanas, quando uma ligação surpresa da minha tia me pega de surpresa. Segundo ela me contou, meu tio (marido dela) tinha recebido um bônus muito bom do trabalho, e eles estavam pensando em usar pra ampliar a casa deles.
Falei que não tinha problema em fazer os planos da ampliação (meu trabalho), e na mesma tarde fui até a casa deles, onde ela (que eu não via há muitos meses) e o marido me mostraram o que queriam fazer.
Naquela tarde, minha tia usava um vestido longo, azul, florido, que dava pra ver que era de uso diário, mas que ao mesmo tempo caía muito bem nela. Os peitões enormes dela apareciam imponentes através de um decote generoso, e o volume daquele rabão quase rasgava o tecido. Por mais que eu tentasse me concentrar no que eles estavam dizendo, lembrava da conversa com meu tio naquele bar, da insatisfação sexual dela com o marido, e ficava olhando o corpo maduro e gostoso da minha tia.
No final, tirei algumas medidas (embora tivesse adorado tirar as medidas da minha tia), e falei que em uns dois dias teria uns desenhos pra eles, e depois a gente veria os materiais e a forma de pagamento.
No dia seguinte, fazendo a planta, percebi que faltavam algumas medidas e, como moro perto da casa deles, fui de carro tirar as medidas que faltavam. Surpreendentemente, cheguei lá umas 10 da manhã, minha tia abre a porta ainda de camisola e roupão. Quase caí pra trás quando vi os peitões enormes da minha tia sem sutiã. Tirei as medidas e fiquei pra tomar café da manhã com ela.
Sem se vestir, na mesinha da cozinha, minha tia me dava um show com aquele corpo maduro e poderoso enquanto preparava o café e conversava sobre coisas de família, enquanto eu admirava o corpo robusto dela, imaginando ela com vontade de sexo igual o irmão dela tinha me contado. Com que vontade eu chuparia aqueles peitões enormes, tia!
O café da manhã inteiro foi um suplício. Com muito esforço, me concentrava pra não olhar pros peitos da minha tia, mas era impossível. Eram tentadores demais, além de que minha tia tem uns olhos verdes lindos e uma cara de puta que não tem jeito.
No final, fui embora, com o compromisso de terminar os projetos em uns dois dias.
Depois de uns dois dias, terminei os projetos e fui pra casa dos meus tios. Não encontrei ninguém e quando liguei pra ela, ela disse que tava na academia, mas que na volta passaria na minha casa.
Eram cinco da tarde quando meu telefone tocou. Era minha tia dizendo que tava perto da minha casa, mas não sabia direito o endereço. Saí pra encontrá-la, ela estacionou a jipe na frente da minha casa e quando desceu, quase tive um infarto. Ela vinha com umas lycra coladas no corpo volumoso dela, que acentuavam a bunda enorme e os lábios da buceta extremamente marcados, grandes, grossos, sem mencionar os peitões enormes debaixo de uma regata justa. Entramos em casa, ela elogiou a organização, pra ser homem solteiro, e depois fomos ver os projetos.
Mostrei os desenhos, ela gostou de um, fez alguns ajustes e depois pediu pra eu mostrar a casa, que ela não conhecia. Deixei ela ir na frente pra olhar descaradamente a bunda enorme que minha tia tinha. Depois do passeio todo, chegamos no quarto, onde de brincadeira ela disse que talvez quantas mulheres tinham morrido na minha cama. Eu só ri, dizendo que mais de uma, mas pensando comigo como eu queria mostrar pra ela como me comporto na cama com uma mulher como você.
Saímos pro quintal, ela acendeu um cigarro, enquanto admirava as plantas, o jardim, etc, fumava. Fez perguntas sobre minha vida, se eu tava com alguém, etc, e respondi que não, que não tinha encontrado minha alma gêmea e que aproveitando que ainda era jovem, só tava era se divertindo pra caralho. Ela me invejava por ser novo, falando pra eu não casar, ficar solteiro, que assim era bem melhor. A gente foi por esse lado, eu perguntei sobre o casamento dela e, no fundo, ela deixou claro que no casamento dela "faltava alguma coisa".
Eu sabia bem do que ela tava falando, e falei que imaginava o que era. Ela riu e perguntou o que eu achava. Eu disse que tinha tido a sorte de ficar com algumas mulheres da idade dela, onde o assunto sempre era a insatisfação na cama, e que por isso elas procuravam caras novos como eu, que conseguiam suprir essas carências.
Ela riu e falou que não achava que eu era tão ousado, mas que de certa forma eu tava certo no meu palpite. Eu disse que ela era uma mulher muito gostosa, que o corpo dela era um imã pra caras da minha idade. Ela começou a mudar, o tom de voz, os gestos. Talvez tenha começado a perceber que eu, indiretamente, tava dizendo que ela me interessava.
Quase sem me olhar, ela perguntou se, de fato, eu, como homem, gostaria de ficar com alguém como ela, e na hora eu respondi que sim.Que azar você ser filho da minha irmã
Por quê?
Porque se não fosse… já teria tentado te seduzir
A senhora acha, tia, que alguém como eu teria chance com alguém como a senhora?
Eu acho que todas…
Que pena… porque com uma mulher como a senhora…
Assim… como eu?
Sim… um sonho
Ha ha ha, que mentiroso que você é… como vai gostar de uma gorda e velha como eu?
Me desculpe, tia… com todo respeito… mas seu físico… dá muito o que pensar
É? O que você pensa?
Pensamentos safados
Não acredito que você goste do meu físico
Mas tia… não me diga que não sabe o que causa nos homens com essas… coisas
Você se refere a estas… você gosta de peitudas?
Adoro
Olha que safado meu sobrinho… de qualquer forma, muito obrigada, você elevou meu ego
Mas é verdade
Ainda não acredito que eu conseguiria um jovem tão gostoso quanto você
Com certeza não te faltam
Vou vir mais vezes pra você levantar meu astral
Quando quiser…
Quando quiser o quê? (com tom de provocação)
Vem na minha casa
E se eu vier atrás de outra coisa, que não sejam plantas?
Por mim… adoraria
Tá falando sério?
Quer que eu prove?Ela fica me olhando, eu me aproximo, abraço ela e tento dar um beijo, mas ela me afasta com as mãos.Ei, calma aí!
Foi mal, tia.Me enchi de vergonha, devo ter ficado vermelho, só ali percebi o que tinha tentado fazer: beijar a irmã da minha mãe.
Pedii mil desculpas, dizendo que não sabia o que tinha me dado. Ela não falava nada, mas me olhava e sorria. Falei que era melhor a gente entrar pra terminar o assunto dos projetos e que, por favor, me desculpasse.
Entrei em casa, com ela me seguindo por trás. Fui direto pros projetos e comecei a falar sobre eles, enquanto minha tia não parava de me olhar e sorrir. Eu tava vermelho de vergonha e, quando perguntei o que ela achava, ela me perguntou se eu tinha uma cerveja. Deixei ela do lado da minha mesa de trabalho e fui na cozinha pegar duas latas. Passei uma pra ela e ela pediu um copo (tinha esquecido a idade dela). Voltei com o copo, servi e continuei explicando o que tava pensando em fazer na casa dela, enquanto ela, depois de beber o copo, não tirava os olhos de mim nem por um minuto.
Me senti muito desconfortável e tentei encerrar o assunto dos reparos na casa dela o mais rápido possível. Ela, tomando as rédeas da situação, me perguntou se eu tava mandando ela embora.[iNada, tia, como é que você tem coragem?
E por que você tá tão nervoso?
Bom... na real... me sinto meio desconfortável
Por quê?
Pelo que aconteceu
Não aconteceu nada
Bom... a senhora tem razão... mas tenta me entender
É isso que eu tô tentando fazer...
E o que a senhora acha?
Do quê?
Da sua ampliação
Ahh... não tô nem aí
E então?
Tô mais interessada no assunto que a gente deixou pendente
Já te pedi desculpas
Por que eu vou te pedir desculpas? ... por você ter dito que gosta de mim?
Pelo que eu tentei fazer... acho que não foi certo... por favor, me perdoa
Vou te falar uma coisa?
Fala
Tô morrendo de vontade de você tentar de novoMe levantei e ficamos de pé nos olhando. Chego suavemente no rosto dela e ela não se afastou. Beijei ela e ela correspondeu meu beijo. Era algo que nem em sonhos eu teria imaginado, beijando a mãe dos meus primos, sozinhos na sala da minha casa.
Meu pau, duro como uma rocha, se apoiou contra o corpo robusto dela e, como resposta, senti toda a buceta da minha tia encostada nele. Timidamente, sem interromper o beijo, me atrevi a descer uma mão até o começo das nádegas dela, e daí, minha tia, igual a um vulcão, explodiu em tesão. Ela enfiou a língua até o fundo da minha boca ainda mais apaixonadamente, e pegando minha mão, colocou ela diretamente sobre as nádegas dela.
Os dados já estavam lançados, de pé beijando minha tia, agarrando a bunda dela com força, sentindo através da lycra a calcinha e apertando ela contra meu corpo pra sentir como eu tava. Por um bom tempo nos beijamos até que ela se separa e, virando-se, fica de costas pra mim e apoia a bunda enorme contra mim, se esfregando e pegando minhas mãos, levando elas até os peitos dela, sem parar de gemer. Eu beijava o pescoço dela e acariciava o corpo todo.
As mãos dela foram pra trás e apertavam meu pau com força, enquanto eu já tinha enfiado as mãos por baixo da roupa dela e tocava os peitos por cima do sutiã. Num novo movimento dela, ela pega minhas mãos e, levantando a calça dela, enfia elas pela frente, deixando elas no sexo peludo dela.
Já tinha tudo que queria e, tomando as rédeas da situação, comecei a masturbar ela, brincando com os pelos, levando ela sem soltar até o sofá.
Ela solta minha calça, abaixa tudo e me empurra no sofá. Fico sentado com meu pau apontando pro teto. Em segundos, minha tia tinha se ajoelhado na minha frente e com a mão gorda dela me masturbava, arrumando o cabelo, pra depois me dar uma chupada espetacular.
Deixei ela se engasgar com meu pau por um bom tempo, apoiando minhas mãos na cabeça dela, seguindo o movimento. Separei ela um pouco pra tirar sua blusa esportiva, aquela que custou pra sair por causa do tamanho dos peitos dela. Por só alguns segundos, pude ver os peitões enormes dela apertados num sutiã grande que parecia prestes a arrebentar segurando aquelas tetas. Sem perder tempo, minha tia volta a chupar meu pau, agora com ainda mais intensidade.
Dava pra ver que minha tia era uma amante de boquetes, porque quando eu tentava afastar ela, não me dava bola e continuava no que tava fazendo. Desabotoei o sutiã dela por trás e ela mesma terminou de tirar a peça. Os peitos mais enormes que já vi na vida ficaram expostos na minha frente. Sem nada pra segurar, o tamanho deles dobrou. Ela, vendo minha cara de surpresa ao ver aquelas tetonas, pegou elas com as mãos e colocou na minha pélvis. Apertou elas contra meu pau e começou a me masturbar com elas, perguntando se eu tava gostando.
Não aguentei mais, a única coisa que queria era chupar os peitos dela, então fiz ela ficar de pé, e eu sentado, com as tetas da minha tia na altura do meu rosto, levei elas pra boca chupando com força, apertando, sentindo o cheiro da pele dela, os mamões pretos enormes na minha boca, com umas auréolas enormes, que combinavam com o tamanho dos peitos dela. Minha tia pegava eles e esfregava no meu rosto, batendo eles nas minhas bochechas.
Ela mesma terminou de tirar o resto da roupa que ainda tinha, ficando completamente nua. Deitei ela no sofá e eu do lado, já também pelado, pra continuar chupando os peitos dela enquanto ela me masturbava. Quando finalmente consegui deixar um dos peitos dela no meu rosto, sem ele cair por causa do volume, comecei a masturbar ela também, arrancando gemidos de prazer que deviam ter sido ouvidos pela casa toda. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas foi muito, deitados um do lado do outro, pelados, acariciando nossos sexos. Meus dedos entravam na buceta peluda dela, que escorria sucos.
Ela virou de costas e em claro sinal de que queria ser penetrada, me acomodei atrás daquela bunda enorme, separando as nádegas dela, procurando a entrada da buceta dela. Meu pau, sem errar, encontrou a cavidade molhada, que de uma só vez foi completamente preenchida por toda a minha virilidade. Minha tia sentiu a chegada daquele pedaço de carne com um gemido alto, jogando a bunda pra trás, esfregando ela na minha pélvis.
Por um tempo ficamos assim, mas as grandes dimensões do bundão da minha tia não deixavam eu ir muito fundo, então me levantei e fiz ela se colocar a 90°, apoiada no braço do sofá.
Meus olhos não acreditavam no que viam. A rabuda da minha tia nua, com a bunda levantada esperando pra receber meu pau. Realmente a bunda dela era tremenda, gorda, gigante, com alguns pelos na parte de dentro que apareciam. Peguei ela pelas ancas largas e enfiei sem piedade. Ela soltou um grito de prazer e jogou a bunda mais pra trás, quase me empurrando pra que meu pau enterrasse por completo. Uma e outra vez eu perfurei com força, do jeito que ela gostava, porque, mesmo minhas bolas batendo naquela bunda enorme, ela pedia pra eu meter mais fundo e mais forte.
Não parei de penetrar ela por um bom tempo, vendo como aquela bunda gorda se mexia como gelatina a cada metida que eu dava. Não sei como descrever, mas quando eu apoiava meu corpo todo nela, sobravam uns 20 cm pra cada lado em relação ao meu corpo.
Levantei ela um pouco pra poder pegar nos peitos dela enquanto a fodia, mas meu pau saiu da buceta dela e, por causa das dimensões do rabo dela, não foi possível colocar de novo naquele lugar, porque eu não alcançava.
Joguei ela no sofá, ficando com a cara dela no assento e a bunda levantada. Com um pé no sofá e o outro no chão, separei as nádegas dela e meti de novo. Nessa posição, fui ainda mais fundo, e mesmo assim ela pedia mais e mais.
Aquela bunda enorme me deixava louco, e eu saí dela pra separar as nádegas e provar ela. direto com minha boca. Ela não podia acreditar que o sobrinho dela comia a bunda dela daquele jeito, me dizia entre gemidos que nunca tinham comido a bunda dela tão gostosa como eu fazia, enquanto com minha língua eu fuçava toda a intimidade dela, desde a buceta molhada até a bunda peluda.
Ela mesma, com o rosto apoiado nas almofadas do sofá, levou as mãos pra trás e separou as nádegas grandes dela, me deixando mais espaço pra chupar tudo. Com essa ajuda, ficou mais fácil chegar até a buceta dela e chupei o máximo que pude, enfiando minha língua o mais fundo que dava. Não demorou muito pra sentir na minha boca a emanação de um caldo grosso e quente que me inundou e que não hesitei em saborear. Os gritos dela abafados pelas almofadas e a bunda batendo forte no meu rosto, prova clara de que minha tia madura estava tendo um orgasmo monstruoso.
Quando os líquidos dela pararam de jorrar, rapidamente mudei de posição e ela me disse: "agora joga seus melados na minha boca".
De pé, com minha tia sentada no sofá, chupando minha pica como se estivesse possuída, também não aguentei muito e avisando que não dava mais, comecei a descarregar na boca dela, enchendo ela de porra, que ela não hesitou em engolir, esfregando minha pica no rosto todo dela, como se fosse um troféu delicioso.
Sentei ao lado dela, todo suado, enquanto ela caía do meu lado morta de cansaço, com os peitos espalhados pros lados, recuperando o fôlego depois de um encontro tão fogoso.
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9 comentários - Minha tia gostosa de bucetão e peitão (1)