Fantasia realizada (primeira parte)

Eu terminei o ensino médio de adulto, aos 29 anos. Nora dava sociologia e filosofia, na época ela tinha 31 anos e era bem gostosa. Ela é baixinha, mas tinha uma bunda boa e os peitos, sem serem enormes, pareciam deliciosos. Quase todos os caras davam em cima dela pra caralho, porque a gente tinha descoberto que ela tava separada há mais de um ano. Ela sempre era séria, não dava abertura pra nada. No dia da formatura, ela foi pra festa com uma calça preta social que marcava a raba e uma blusa branca tipo babylook, tava muito linda. Ela conversou e dançou com todo mundo durante a festa, e num momento saiu pra tomar um ar. Quando vi ela saindo, peguei uma cerveja gelada e fui atrás. A gente conversou animadamente e ela me contou que desde que se separou não tinha ficado com ninguém intimamente. Essa confidência me comeu a cabeça. A conversa continuou e, como acontece nesses casos, sem perceber a gente tava se beijando. Ela me afastou e disse que ali não, porque não queria ser vista — "Você vai embora, mas eu continuo na escola e não quero dar uma má impressão. Eu entro pra me despedir, você me espera daqui a meia hora na outra esquina." Foi assim, e como na música do Sabina, no caminho pro hotel a gente se beijava em cada poste. Como ela beijava bem, o jeito de beijar era uma amostra do que estava por vir, ela mexia a língua de um jeito espetacular. Antes de chegar, ela pediu pra eu comprar camisinha. Obedeci. Fomos pra um hotel muito luxuoso da cidade, pedimos um quarto e entramos. Eu a despi devagar, ela era linda, pele branca de porcelana, os peitos como eu disse pequenos mas bem empinados e uma bunda monumental. Eu me despi e a gente se deitou. Ela começou a beijar meu corpo todo, quando chegou na região baixa, respirava sobre o amigo, o que aumentava minha excitação, até que ela enfiou ele na boca e começou a chupar. Chupava e lambia com suavidade, com movimentos envolventes, enquanto massageava minhas bolas. Depois de um tempo lá embaixo, ela montou em mim de uma vez. A buceta dela fervia, ela me montava selvagemente e pedia pra eu não gozar dentro. Depois de um tempo, Ela desce, pega um preservativo e coloca em mim. Depois, ficou de quatro e eu comi ela no estilo cachorrinho enquanto massageava o clitóris dela, até eu explodir num orgasmo celestial. Ela, mesmo sem ter chegado ao ohhh, ficou exausta. A gente dormiu umas horas e continuou no segundo round, mas isso eu deixo pra outra história. Espero que tenham gostado. Sem querer, realizei a fantasia de quase todo estudante: transar com uma professora.

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