Minha filha abriu a porta do quarto e me encontrou dormindo com a avó dela.
Vovó, você dormiu aqui? .........................
Nós dois pulamos assustados. Sem nos descobrir. Minha filha se meteu na minha cama, do lado da avó dela.
Não, meu amor, o que acontece é que eu levantei cedo pra ver TV com seu pai e acabei dormindo.
Vesti a calça por baixo dos lençóis e me levantei.
Vem, meu amor, vamos nos vestir pra ir passear.
Peguei minha filha e tirei ela do lado da avó. Levei ela pro quarto dela, vesti ela. Quando saí, minha sogra estava no banheiro, trocou de roupa e entrou na cozinha pra preparar o café da manhã. Eu, deixando minha filha sozinha, me aproximei dela.
Que susto que a Camilita nos pregou.
Não acredito... Se minha filha descobre...
Não se preocupe, sogra, ela não vai contar nada, vou levá-la nos brinquedos e ela vai esquecer tudo.
Mas, Virgem Santíssima... como chegamos a esse ponto... Como é que eu fui fazer isso?
Calma, sogra, só precisamos ter mais cuidado (e dizendo isso, peguei na bunda dela).
Nem pense nisso!... Nunca mais!... Isso é imoral, o que estamos fazendo.
Mas, sogra, não tem nada demais.
Não! O que passou, passou, mas nunca mais. Então, vou pedir que por favor nunca mais toque nesse assunto, e me respeite, a mim e à minha filha (com tom irritado).
Levei minha filha pros brinquedos. Pra falar a verdade, também fiquei puto com a atitude da minha sogra, agora que já tinha dado tudo, ficava se fazendo de santinha. Quando voltei, minha sogra serviu o almoço. Não falava comigo, dava pra ver que tava puta comigo.
Descemos pra praia só eu e minha filha. Minha sogra ficou na cabana. Continuou assim pelo resto da semana, até chegar sexta-feira.
Fomos buscar minha esposa no terminal. Minha sogra mudou completamente, cinicamente era uma mulher totalmente diferente, alegre, animada.
Ficamos mais uma semana os quatro na cabana. Só de vez em quando eu conseguia ver minha sogra pelo armário quando ela se trocava. roupa. De vez em quando passava atrás dela e pegava na bunda dela, só pra provocar.
Voltamos pra Santiago. Nossa vida continuou quase como antes. Minha sogra tava puta comigo e eu com ela. Minha esposa percebeu. Me perguntou:
— O que tá rolando entre você e minha mãe?
— Por que você tá perguntando?
— É que eu vi que vocês não se falam nada. Tão brigados?
— Não, por nada não.
— Você tá escondendo algo de mim.
— Não, cê tá louca.
No outro dia, ela fez o mesmo interrogatório de novo, e a mãe dela também. Ainda bem que a sogra falou a mesma coisa que eu pra ela.
Na quarta-feira, liguei pra minha sogra.
— Alô?
— Sogra.
— Fala.
— Precisamos conversar.
— A gente não tem nada pra conversar.
— Não viaja. O negócio é que a Andrea tá desconfiando que tem algo entre a gente. Se a gente não quer que isso vaze, temos que fazer as pazes e passar uma borracha. Tá de boa?
— Acho que sim. Além disso, sexta é o aniversário dela e não quero estragar.
— Então fechou, sogrinha.
— Ok, borracha e recomeço.
— A gente se vê.
— Tchau.
Chegou sexta-feira. Parentes, amigos, uma comida gostosa pra caralho. Ficamos conversando até tarde. Vários já tinham ido embora.
— Bom — disse minha sogra —, já tô indo.
— Mas mãe, como assim? Por que não dorme aqui?
— Não, nem pensar. Não quero incomodar. Vou pedir um Uber e pronto.
— Mas não, o Alex pode te levar. Né, meu amor?
— Sim, sem problema.
— Relaxa, vou chamar um Uber melhor. Não quero dar trabalho.
— Não, mãe, o Alex vai te levar.
— É, sogra, fica tranquila.
— Tá bom, então.
Ela se despediu de todo mundo e a gente saiu rumo à casa dela. Pra ser sincero, tinha bebido pra caralho e o álcool me deixa com tesão. Sem pensar muito, já tava afim de meter mais uma na minha sogra, mas não sabia como. Chegamos na casa dela.
— Valeu por me trazer (minha sogra também tinha bebido).
— Deixa eu ir no banheiro? É que não aguento até em casa.
— Beleza.
Entrei direto no banheiro. Verdade, tava morrendo de vontade de ir. Enquanto tava mijando, olhei no cesto de roupa suja e vi as calcinhas enormes da minha sogra, meio sujinhas. Cheirei elas e foi a gota d'água. A única coisa que eu queria era pegar ela de novo.
Saí do banheiro, minha sogra tava bebendo um copo d'água na cozinha.
"Já vou indo."
"Muito obrigado por me trazer."
"Ah... Sogrinha, te incomodo, não tem alguma coisa pra dor de cabeça?"
"Tá com dor de cabeça?"
"É, um pouco."
"Sim, espera, já vou te trazer."
Eu sabia que ela guardava os remédios na gaveta do criado-mudo, então fui atrás dela admirando aquele rabo enorme. Ela abre a gaveta e começa a procurar o tal remédio.
Não aguentei mais, não consegui resistir à visão daquele rabo, era demais pra mim. Sem pensar duas vezes, peguei ela pela cintura e encostei toda a minha pica nela.
"Me solta! O que cê tá fazendo?"
"Não aguento, sogrinha, quero te ter de novo!"
"Não, me solta!... Já te falei que não!"
"Vai, sogrinha, rapidinho."
"Não, já te disse que nunca mais... Me solta!"
Ela se vira e fica de frente. Tento beijar ela, mas ela não deixava. Minhas mãos agarram a bunda dela, apertando forte.
"Me solta! Tá me machucando!"
"Vai, sogrinha, a última, o que custa?"
"Não!"
"Vai, eu sei que cê gosta."
"Não, me solta, não quero!"
Minhas mãos já tinham levantado a saia dela e estavam agarrando a bunda dela. Ela tentava me soltar com as mãos pra trás, mas não adiantava, minhas mãos tinham se grudado naquelas carnes enormes e não iam soltar. Enquanto isso, continuava tentando beijar ela.
A briga continuou. Empurrei ela e caímos na cama. A gente se revirou, ela agarrando meus pulsos tentando se soltar, mas não conseguia. Montei nela, segurei os braços dela e juntei eles acima da cabeça, descendo com a boca pra beijar os peitões enormes dela por cima do vestido. Ela continuava gritando pra eu soltar, mas a putaria era demais. Segurando as duas mãos dela com uma das minhas, arranquei os botões do vestido dela. Blusa de um ombro só. O lindo par de peitos dela ficou exposto, coberto só por um sutiã de renda preta. Minha boca se perdeu entre os peitos dela, beijando os bicos por cima do tecido. Com a mão livre, puxei o tecido pra baixo, liberando um dos peitos dela, que foi direto pra minha boca.
Ela continuava pedindo pra eu soltar. Sendo uma mulher tão grande, ela tinha bastante força, então não foi fácil manter ela naquela posição. Nossos corpos estavam molhados do suor da luta. Enquanto beijava o peito dela, minha mão terminou de subir a saia dela completamente, acariciando as coxas grossas dela, subindo até chegar na calcinha. Meus dedos se perderam dentro da calcinha dela, encontrando a grande moita de pelos, avançando até chegar nos lábios carnudos. Ela estava molhada, a situação tinha excitado ela, o bico do peito dela tinha crescido e quanto mais eu a masturbava, menos resistência ela fazia. Enfiei um dedo até o fundo da buceta dela. Ela já tinha fechado os olhos e me deixou beijar ela. Foi um beijo quente, molhado, sentia o coração dela batendo a mil por hora, a respiração ofegante. Soltei as mãos dela. Ela agarrou minha bunda. Ela estava com tesão, nunca tinha visto ela tão com tesão, parecia que ela tinha adorado se sentir praticamente violentada.
Parei de beijar ela e liberei os dois peitos dela, amassando, apertando, chupando, mordendo, ela só gemia de prazer, acariciando meu cabelo enquanto eu chupava eles.
Mmmmmmm que gostoso....... chupa os peitos da sua sogra!....... mais forte, mais.......... chupa eles forte..... aperta eles.. assim.. mais forte ....... olha meus bicos como você deixou eles............. chupa mais.......... tô tão molhada............ você me deixou fervendo..... tô molhada ............MMMMmmmmm como você me faz gozar..... isso!!!!! Você me deixou toda molhada.
Levantei a saia dela completamente e me meti entre as pernas dela, chupando a buceta dela ainda com a calcinha vestida.
Siiiiiiiiii chupa ela...........¡ Adoro quando você chupa ela ¡ ......... quero Sentir tua língua dentro de mim... enfia tua língua em mim.......
Eu puxei a calcinha dela pro lado e enfiei minha língua. Ela deu um grito de prazer. Era mais gostosa que das outras vezes, já que, sozinha em casa, ela gritava me dizendo o que queria.
Levantei e, de um puxão, terminei de tirar a saia e a calcinha dela. Ela, de olhos fechados, abria as pernas e enfiava os dedos. De novo me meti entre as pernas dela, mas dessa vez só observava ela se masturbar.
— Olha como eu me toco!... Olha como eu me masturbo na frente do meu genro!
— Isso, sogra, continua assim... deixa eu ver como você se toca... você me deixa muito tesudo...
— Você gosta de ver sua sogra se masturbando?... Como ela se masturba na sua cara!
— Siiim... quero que você goze... quero ver você gozar!
— Aaahhhhgggg!... mmmm. Siiim... Ahhhga... AAAAAAGGGGGG!... AAAGGGGGHCHHHH — EU GOZEI!!!!
— Era inacreditável! Minha sogra de pernas abertas... se masturbando com as duas mãos, enfiando e tirando os dedos!... Se tocando com um dedo só no clitóris, ela jorrou um jato de líquido direto na minha cara, molhando as pernas dela, os lençóis... tudo. Quando saiu o segundo jato, me meti entre as pernas dela e bebi tudo. Ela puxava meu cabelo, até doía, esfregando minha cara na buceta dela. Gritava de prazer!... Montei no peito dela e comecei a me masturbar agora na cara dela.
— Agora é minha vez.
— Me dá!... Goza na minha cara, igual eu fiz com você.
Era tanta excitação que gozei rapidinho. Sentado entre os peitos dela, apontando pro rosto dela, comecei a gozar, deixando a cara toda dela cheia de porra. Com a boca aberta, ela recebia o que caía nela. Saboreando e engolindo tudo que podia, terminando com todo meu pau na boca dela, chupando até ele amolecer.
Foi rápido. Levantei, lavei o rosto e fui embora.
Desde então, minha sogra não teve mais peso na consciência. Começamos a transar frequentemente, várias vezes por semana, até conseguia. pedi folga no trampo pra ir na casa dela e meter uma boa transa com ela, e até hoje a gente continua na mesma
Vovó, você dormiu aqui? .........................
Nós dois pulamos assustados. Sem nos descobrir. Minha filha se meteu na minha cama, do lado da avó dela.
Não, meu amor, o que acontece é que eu levantei cedo pra ver TV com seu pai e acabei dormindo.
Vesti a calça por baixo dos lençóis e me levantei.
Vem, meu amor, vamos nos vestir pra ir passear.
Peguei minha filha e tirei ela do lado da avó. Levei ela pro quarto dela, vesti ela. Quando saí, minha sogra estava no banheiro, trocou de roupa e entrou na cozinha pra preparar o café da manhã. Eu, deixando minha filha sozinha, me aproximei dela.
Que susto que a Camilita nos pregou.
Não acredito... Se minha filha descobre...
Não se preocupe, sogra, ela não vai contar nada, vou levá-la nos brinquedos e ela vai esquecer tudo.
Mas, Virgem Santíssima... como chegamos a esse ponto... Como é que eu fui fazer isso?
Calma, sogra, só precisamos ter mais cuidado (e dizendo isso, peguei na bunda dela).
Nem pense nisso!... Nunca mais!... Isso é imoral, o que estamos fazendo.
Mas, sogra, não tem nada demais.
Não! O que passou, passou, mas nunca mais. Então, vou pedir que por favor nunca mais toque nesse assunto, e me respeite, a mim e à minha filha (com tom irritado).
Levei minha filha pros brinquedos. Pra falar a verdade, também fiquei puto com a atitude da minha sogra, agora que já tinha dado tudo, ficava se fazendo de santinha. Quando voltei, minha sogra serviu o almoço. Não falava comigo, dava pra ver que tava puta comigo.
Descemos pra praia só eu e minha filha. Minha sogra ficou na cabana. Continuou assim pelo resto da semana, até chegar sexta-feira.
Fomos buscar minha esposa no terminal. Minha sogra mudou completamente, cinicamente era uma mulher totalmente diferente, alegre, animada.
Ficamos mais uma semana os quatro na cabana. Só de vez em quando eu conseguia ver minha sogra pelo armário quando ela se trocava. roupa. De vez em quando passava atrás dela e pegava na bunda dela, só pra provocar.
Voltamos pra Santiago. Nossa vida continuou quase como antes. Minha sogra tava puta comigo e eu com ela. Minha esposa percebeu. Me perguntou:
— O que tá rolando entre você e minha mãe?
— Por que você tá perguntando?
— É que eu vi que vocês não se falam nada. Tão brigados?
— Não, por nada não.
— Você tá escondendo algo de mim.
— Não, cê tá louca.
No outro dia, ela fez o mesmo interrogatório de novo, e a mãe dela também. Ainda bem que a sogra falou a mesma coisa que eu pra ela.
Na quarta-feira, liguei pra minha sogra.
— Alô?
— Sogra.
— Fala.
— Precisamos conversar.
— A gente não tem nada pra conversar.
— Não viaja. O negócio é que a Andrea tá desconfiando que tem algo entre a gente. Se a gente não quer que isso vaze, temos que fazer as pazes e passar uma borracha. Tá de boa?
— Acho que sim. Além disso, sexta é o aniversário dela e não quero estragar.
— Então fechou, sogrinha.
— Ok, borracha e recomeço.
— A gente se vê.
— Tchau.
Chegou sexta-feira. Parentes, amigos, uma comida gostosa pra caralho. Ficamos conversando até tarde. Vários já tinham ido embora.
— Bom — disse minha sogra —, já tô indo.
— Mas mãe, como assim? Por que não dorme aqui?
— Não, nem pensar. Não quero incomodar. Vou pedir um Uber e pronto.
— Mas não, o Alex pode te levar. Né, meu amor?
— Sim, sem problema.
— Relaxa, vou chamar um Uber melhor. Não quero dar trabalho.
— Não, mãe, o Alex vai te levar.
— É, sogra, fica tranquila.
— Tá bom, então.
Ela se despediu de todo mundo e a gente saiu rumo à casa dela. Pra ser sincero, tinha bebido pra caralho e o álcool me deixa com tesão. Sem pensar muito, já tava afim de meter mais uma na minha sogra, mas não sabia como. Chegamos na casa dela.
— Valeu por me trazer (minha sogra também tinha bebido).
— Deixa eu ir no banheiro? É que não aguento até em casa.
— Beleza.
Entrei direto no banheiro. Verdade, tava morrendo de vontade de ir. Enquanto tava mijando, olhei no cesto de roupa suja e vi as calcinhas enormes da minha sogra, meio sujinhas. Cheirei elas e foi a gota d'água. A única coisa que eu queria era pegar ela de novo.
Saí do banheiro, minha sogra tava bebendo um copo d'água na cozinha.
"Já vou indo."
"Muito obrigado por me trazer."
"Ah... Sogrinha, te incomodo, não tem alguma coisa pra dor de cabeça?"
"Tá com dor de cabeça?"
"É, um pouco."
"Sim, espera, já vou te trazer."
Eu sabia que ela guardava os remédios na gaveta do criado-mudo, então fui atrás dela admirando aquele rabo enorme. Ela abre a gaveta e começa a procurar o tal remédio.
Não aguentei mais, não consegui resistir à visão daquele rabo, era demais pra mim. Sem pensar duas vezes, peguei ela pela cintura e encostei toda a minha pica nela.
"Me solta! O que cê tá fazendo?"
"Não aguento, sogrinha, quero te ter de novo!"
"Não, me solta!... Já te falei que não!"
"Vai, sogrinha, rapidinho."
"Não, já te disse que nunca mais... Me solta!"
Ela se vira e fica de frente. Tento beijar ela, mas ela não deixava. Minhas mãos agarram a bunda dela, apertando forte.
"Me solta! Tá me machucando!"
"Vai, sogrinha, a última, o que custa?"
"Não!"
"Vai, eu sei que cê gosta."
"Não, me solta, não quero!"
Minhas mãos já tinham levantado a saia dela e estavam agarrando a bunda dela. Ela tentava me soltar com as mãos pra trás, mas não adiantava, minhas mãos tinham se grudado naquelas carnes enormes e não iam soltar. Enquanto isso, continuava tentando beijar ela.
A briga continuou. Empurrei ela e caímos na cama. A gente se revirou, ela agarrando meus pulsos tentando se soltar, mas não conseguia. Montei nela, segurei os braços dela e juntei eles acima da cabeça, descendo com a boca pra beijar os peitões enormes dela por cima do vestido. Ela continuava gritando pra eu soltar, mas a putaria era demais. Segurando as duas mãos dela com uma das minhas, arranquei os botões do vestido dela. Blusa de um ombro só. O lindo par de peitos dela ficou exposto, coberto só por um sutiã de renda preta. Minha boca se perdeu entre os peitos dela, beijando os bicos por cima do tecido. Com a mão livre, puxei o tecido pra baixo, liberando um dos peitos dela, que foi direto pra minha boca.
Ela continuava pedindo pra eu soltar. Sendo uma mulher tão grande, ela tinha bastante força, então não foi fácil manter ela naquela posição. Nossos corpos estavam molhados do suor da luta. Enquanto beijava o peito dela, minha mão terminou de subir a saia dela completamente, acariciando as coxas grossas dela, subindo até chegar na calcinha. Meus dedos se perderam dentro da calcinha dela, encontrando a grande moita de pelos, avançando até chegar nos lábios carnudos. Ela estava molhada, a situação tinha excitado ela, o bico do peito dela tinha crescido e quanto mais eu a masturbava, menos resistência ela fazia. Enfiei um dedo até o fundo da buceta dela. Ela já tinha fechado os olhos e me deixou beijar ela. Foi um beijo quente, molhado, sentia o coração dela batendo a mil por hora, a respiração ofegante. Soltei as mãos dela. Ela agarrou minha bunda. Ela estava com tesão, nunca tinha visto ela tão com tesão, parecia que ela tinha adorado se sentir praticamente violentada.
Parei de beijar ela e liberei os dois peitos dela, amassando, apertando, chupando, mordendo, ela só gemia de prazer, acariciando meu cabelo enquanto eu chupava eles.
Mmmmmmm que gostoso....... chupa os peitos da sua sogra!....... mais forte, mais.......... chupa eles forte..... aperta eles.. assim.. mais forte ....... olha meus bicos como você deixou eles............. chupa mais.......... tô tão molhada............ você me deixou fervendo..... tô molhada ............MMMMmmmmm como você me faz gozar..... isso!!!!! Você me deixou toda molhada.
Levantei a saia dela completamente e me meti entre as pernas dela, chupando a buceta dela ainda com a calcinha vestida.
Siiiiiiiiii chupa ela...........¡ Adoro quando você chupa ela ¡ ......... quero Sentir tua língua dentro de mim... enfia tua língua em mim.......
Eu puxei a calcinha dela pro lado e enfiei minha língua. Ela deu um grito de prazer. Era mais gostosa que das outras vezes, já que, sozinha em casa, ela gritava me dizendo o que queria.
Levantei e, de um puxão, terminei de tirar a saia e a calcinha dela. Ela, de olhos fechados, abria as pernas e enfiava os dedos. De novo me meti entre as pernas dela, mas dessa vez só observava ela se masturbar.
— Olha como eu me toco!... Olha como eu me masturbo na frente do meu genro!
— Isso, sogra, continua assim... deixa eu ver como você se toca... você me deixa muito tesudo...
— Você gosta de ver sua sogra se masturbando?... Como ela se masturba na sua cara!
— Siiim... quero que você goze... quero ver você gozar!
— Aaahhhhgggg!... mmmm. Siiim... Ahhhga... AAAAAAGGGGGG!... AAAGGGGGHCHHHH — EU GOZEI!!!!
— Era inacreditável! Minha sogra de pernas abertas... se masturbando com as duas mãos, enfiando e tirando os dedos!... Se tocando com um dedo só no clitóris, ela jorrou um jato de líquido direto na minha cara, molhando as pernas dela, os lençóis... tudo. Quando saiu o segundo jato, me meti entre as pernas dela e bebi tudo. Ela puxava meu cabelo, até doía, esfregando minha cara na buceta dela. Gritava de prazer!... Montei no peito dela e comecei a me masturbar agora na cara dela.
— Agora é minha vez.
— Me dá!... Goza na minha cara, igual eu fiz com você.
Era tanta excitação que gozei rapidinho. Sentado entre os peitos dela, apontando pro rosto dela, comecei a gozar, deixando a cara toda dela cheia de porra. Com a boca aberta, ela recebia o que caía nela. Saboreando e engolindo tudo que podia, terminando com todo meu pau na boca dela, chupando até ele amolecer.
Foi rápido. Levantei, lavei o rosto e fui embora.
Desde então, minha sogra não teve mais peso na consciência. Começamos a transar frequentemente, várias vezes por semana, até conseguia. pedi folga no trampo pra ir na casa dela e meter uma boa transa com ela, e até hoje a gente continua na mesma
Comentários e sugestões:
arukadooooooo@gmail.com
https://www.facebook.com/arukadooooooohttps://www.facebook.com/arukadooooooo
2 comentários - Férias com minha sogra (5) - Final