O dia passou sem novidades, fui fazer compras (obviamente umas garrafas de pisco e outras coisas), descemos pra praia, me estendi na areia, dormi um pouco. Quando acordei, minha sogra estava se banhando com minha filha.
Uma morena gostosa estava deitada na minha frente. Fiquei olhando pra ela um tempão até que ela se levantou e me sorriu.
— Me empresta teu jornal?
— Claro, pega.
— Valeu.
Na hora que eu passei pra ela, minha filha chegou com a avó.
Ela me beliscou a perna e falou baixinho: — Cuidado hein, viu que me deixaram de olho em você.
Eu só ri.
Voltamos pra casa, minha sogra deu banho na minha filha e depois entrou no chuveiro. Fiquei brincando com a menina na sala até ouvir minha sogra sair do banho. Quando ela fechou a porta do quarto dela, deixei a menina sozinha e me enfiei no closet do meu quarto. Minha sogra, com uma toalha, secava o cabelo enquanto com a outra se cobria. De repente, largou a toalha de lado e, de costas pra mim, tirou a outra. O corpo dela, completamente pelado, se mostrou na minha frente. As costas com uns gominhos terminavam numa bunda enorme. Como se soubesse o que eu queria, ela se virou, mostrando como secava os peitões poderosos, descendo pela barriga até terminar secando uma moita bem peluda na virilha.
Entrei no banho, preparei algo pra comer e nos deitamos os três na minha cama pra ver TV (era a única TV da casa).
Minha filha logo ficou entediada e foi brincar no quarto dela, acabando dormindo na cama.
Anunciaram o filme da noite. Era de ação e, como estávamos entediados, nos preparamos pra ver. Eu fui pra cozinha, enquanto minha sogra foi pro outro quarto deitar a menina.
Preparei uns petiscos e dois drinks (um mais forte que o outro).
— Vai me fazer beber de novo?
— Qual o problema?
— Olha que ontem a gente passou um pouco do ponto, parece.
— Era só uma brincadeira (eu ri).
Começamos a ver o filme. O filme e a gente beber. Quando minha sogra tomou o primeiro, logo levantei pra preparar outro, e mais outro. Já com três no corpo, a fala começava a embolar um pouco.
— Esse filme é uma merda.
— É, pensei que fosse melhor.
— Me acompanha lá fora pra fumar um cigarro?
— Beleza.
Sentamos num sofá que tava lá fora, tudo escuro, a lua e as estrelas perfeitas. Acendi um cigarro e ofereci um pra ela.
— Faz tempo que não fumo, mas já que tamo de férias, vamos abrir uma exceção. Mas antes vou preparar um drink e já volto.
Me deixando sozinho, ela entrou em casa e pouco depois saiu com dois drinks. Acendi o cigarro dela. Conversamos sobre um monte de coisas: da minha filha, da filha dela, como era nossa relação, das brigas, etc. Até que perguntei sobre o ex-marido dela.
— Sogra, depois que se separou, não teve mais ninguém?
— Na verdade, só teve um, mas foi por bem pouco tempo. Além disso, as meninas eram muito pequenas e ele não gostava delas, então não durou muito.
— Que idade a senhora tinha?
— Quando me separei, tinha 25 anos. Casei e aguentei três anos, mas não deu mais.
— Por que se separou?
— Seu sogro hoje parece um santo, mas na época era muito mulherengo e bebia pra caralho. Às vezes chegava bêbado e me obrigava a fazer amor mesmo eu não querendo. Me maltratava, gastava toda a grana, enfim.
— E aquele cara que veio depois do meu sogro, quanto tempo durou?
— Uuuuuu, tipo um mês. E desde então, nunca mais. Já faz uns 30 anos... Tô com um pouco de frio, que tal a gente entrar?
— Ok.
Ela entrou no banheiro, tava bem bebida.
— Começou o outro filme! Esse parece bom mesmo.
— Prefiro ir deitar, tô com um pouco de sono.
— Como assim, vai me deixar sozinho? Lembra que tem que cuidar de mim.
— Tá bom, só mais um pouco, mas vou me agasalhar porque tô com frio.
— Então se enfia debaixo da coberta.
Ficamos vendo o outro filme. Eu também me deitei debaixo da coberta. Minha sogra, depois de um tempo, se... Virou e caiu no sono. Passou umas meia hora. Eu tava muito excitado vendo as costas da minha sogra. Sabia que ela tava bem pra lá de copas e que o sono dela era bem pesado. Me virei e encostei meu corpo nas costas dela. Fingi que tava dormindo um pouco e, numa virada, fiquei com toda a minha pica encostada na bunda dela. Ela não se mexeu, continuava dormindo. Comecei a acariciar bem devagar, até que aos poucos fui descendo até a perna nua dela e comecei a acariciar, subindo a saia. Pensei que, de qualquer forma, ela ia achar que eu tava dormindo e confundindo ela com minha mulher. Ela continuava roncando. Minha mão já tava na virilha dela, dava pra sentir os pelos grossos que saíam pela borda da calcinha. Comecei a me esfregar na bunda dela enquanto continuava acariciando a buceta dela por cima do tecido fino.
Ela não se mexia. A respiração dela, mesmo dormindo, parecia acelerar um pouco. Segui com minha tarefa, a ideia era tentar puxar um pouco a calcinha dela, na esperança de tocar direto. Não foi fácil, devagar, sem que ela acordasse, consegui enfiar só um dedo que mal chegou no lugar. Encontrei os lábios carnudos e a buceta dela bem molhada. Sabia que a mulher tava ficando excitada. Um movimento dela me obrigou a tirar o dedo e deixar a mão só apoiada. Mas ela não acordou. De novo voltei pra minha tarefa, de novo tive que percorrer todo aquele caminho que tinha me custado tanto. Outro movimento, ainda mais perceptível, me obrigou a me afastar. Mas aí ela virou e ficou de costas. Esperei uns minutos até sentir que ela tinha pegado no sono de novo.
Minha mão aventureira pousou rápido na calcinha dela. Puxando um pouco, comecei a enfiar, mas dessa vez por cima. Dessa vez não teve resistência, minha mão avançou sem encontrar dificuldade nenhuma pela mata espessa de pelos. Devagar, fui até chegar com meu dedo e me posicionar bem no meio da buceta dela. Fiquei surpreso com o quanto ela estava molhada, devagar fui acariciando ela, era uma sensação muito gostosa, a situação me deixou tão excitado que eu gozei sem nem esfregar meu pau. O clitóris dela ficou ao meu alcance, devagar comecei a estimular, e ele foi crescendo. A respiração dela foi aumentando. De repente, sinto as duas mãos da minha sogra sobre as minhas, fiquei paralisado. Ela apertou elas com força e começou a esfregar rapidamente até que um jato molhou minha mão. Naquele momento, eu não aguentei mais e também gozei. Os movimentos começaram a cessar, ela soltou minha mão, minha mão completamente molhada ainda se mexia entre as pernas dela. Sem dizer uma palavra, ela se levantou, sem me olhar, e saiu do quarto.
Na escuridão do meu quarto, sentia o cheiro que tinha ficado na minha mão, aquele cheiro de mulher satisfeita. Não sabia o que ia acontecer no dia seguinte, então só me restava aproveitar o momento e estar preparado para qualquer coisa no outro dia.
Amanheceu, me levantei e minha sogra não estava. Pouco depois, minha filha se levantou, tomamos café da manhã e saímos para dar uma volta. Quando voltamos, ela estava cozinhando, cumprimentei ela como se nada tivesse acontecido, ela não respondeu. Tentei conversar normalmente durante o jantar, mas nada.
Comentei que ontem tinha dormido profundamente e que nem tinha percebido a hora que ela tinha ido embora, tentando fazer ela pensar que, dormindo, confundi ela com a Andrea... Só aí ela mudou um pouco a cara.
Uma morena gostosa estava deitada na minha frente. Fiquei olhando pra ela um tempão até que ela se levantou e me sorriu.
— Me empresta teu jornal?
— Claro, pega.
— Valeu.
Na hora que eu passei pra ela, minha filha chegou com a avó.
Ela me beliscou a perna e falou baixinho: — Cuidado hein, viu que me deixaram de olho em você.
Eu só ri.
Voltamos pra casa, minha sogra deu banho na minha filha e depois entrou no chuveiro. Fiquei brincando com a menina na sala até ouvir minha sogra sair do banho. Quando ela fechou a porta do quarto dela, deixei a menina sozinha e me enfiei no closet do meu quarto. Minha sogra, com uma toalha, secava o cabelo enquanto com a outra se cobria. De repente, largou a toalha de lado e, de costas pra mim, tirou a outra. O corpo dela, completamente pelado, se mostrou na minha frente. As costas com uns gominhos terminavam numa bunda enorme. Como se soubesse o que eu queria, ela se virou, mostrando como secava os peitões poderosos, descendo pela barriga até terminar secando uma moita bem peluda na virilha.
Entrei no banho, preparei algo pra comer e nos deitamos os três na minha cama pra ver TV (era a única TV da casa).
Minha filha logo ficou entediada e foi brincar no quarto dela, acabando dormindo na cama.
Anunciaram o filme da noite. Era de ação e, como estávamos entediados, nos preparamos pra ver. Eu fui pra cozinha, enquanto minha sogra foi pro outro quarto deitar a menina.
Preparei uns petiscos e dois drinks (um mais forte que o outro).
— Vai me fazer beber de novo?
— Qual o problema?
— Olha que ontem a gente passou um pouco do ponto, parece.
— Era só uma brincadeira (eu ri).
Começamos a ver o filme. O filme e a gente beber. Quando minha sogra tomou o primeiro, logo levantei pra preparar outro, e mais outro. Já com três no corpo, a fala começava a embolar um pouco.
— Esse filme é uma merda.
— É, pensei que fosse melhor.
— Me acompanha lá fora pra fumar um cigarro?
— Beleza.
Sentamos num sofá que tava lá fora, tudo escuro, a lua e as estrelas perfeitas. Acendi um cigarro e ofereci um pra ela.
— Faz tempo que não fumo, mas já que tamo de férias, vamos abrir uma exceção. Mas antes vou preparar um drink e já volto.
Me deixando sozinho, ela entrou em casa e pouco depois saiu com dois drinks. Acendi o cigarro dela. Conversamos sobre um monte de coisas: da minha filha, da filha dela, como era nossa relação, das brigas, etc. Até que perguntei sobre o ex-marido dela.
— Sogra, depois que se separou, não teve mais ninguém?
— Na verdade, só teve um, mas foi por bem pouco tempo. Além disso, as meninas eram muito pequenas e ele não gostava delas, então não durou muito.
— Que idade a senhora tinha?
— Quando me separei, tinha 25 anos. Casei e aguentei três anos, mas não deu mais.
— Por que se separou?
— Seu sogro hoje parece um santo, mas na época era muito mulherengo e bebia pra caralho. Às vezes chegava bêbado e me obrigava a fazer amor mesmo eu não querendo. Me maltratava, gastava toda a grana, enfim.
— E aquele cara que veio depois do meu sogro, quanto tempo durou?
— Uuuuuu, tipo um mês. E desde então, nunca mais. Já faz uns 30 anos... Tô com um pouco de frio, que tal a gente entrar?
— Ok.
Ela entrou no banheiro, tava bem bebida.
— Começou o outro filme! Esse parece bom mesmo.
— Prefiro ir deitar, tô com um pouco de sono.
— Como assim, vai me deixar sozinho? Lembra que tem que cuidar de mim.
— Tá bom, só mais um pouco, mas vou me agasalhar porque tô com frio.
— Então se enfia debaixo da coberta.
Ficamos vendo o outro filme. Eu também me deitei debaixo da coberta. Minha sogra, depois de um tempo, se... Virou e caiu no sono. Passou umas meia hora. Eu tava muito excitado vendo as costas da minha sogra. Sabia que ela tava bem pra lá de copas e que o sono dela era bem pesado. Me virei e encostei meu corpo nas costas dela. Fingi que tava dormindo um pouco e, numa virada, fiquei com toda a minha pica encostada na bunda dela. Ela não se mexeu, continuava dormindo. Comecei a acariciar bem devagar, até que aos poucos fui descendo até a perna nua dela e comecei a acariciar, subindo a saia. Pensei que, de qualquer forma, ela ia achar que eu tava dormindo e confundindo ela com minha mulher. Ela continuava roncando. Minha mão já tava na virilha dela, dava pra sentir os pelos grossos que saíam pela borda da calcinha. Comecei a me esfregar na bunda dela enquanto continuava acariciando a buceta dela por cima do tecido fino.
Ela não se mexia. A respiração dela, mesmo dormindo, parecia acelerar um pouco. Segui com minha tarefa, a ideia era tentar puxar um pouco a calcinha dela, na esperança de tocar direto. Não foi fácil, devagar, sem que ela acordasse, consegui enfiar só um dedo que mal chegou no lugar. Encontrei os lábios carnudos e a buceta dela bem molhada. Sabia que a mulher tava ficando excitada. Um movimento dela me obrigou a tirar o dedo e deixar a mão só apoiada. Mas ela não acordou. De novo voltei pra minha tarefa, de novo tive que percorrer todo aquele caminho que tinha me custado tanto. Outro movimento, ainda mais perceptível, me obrigou a me afastar. Mas aí ela virou e ficou de costas. Esperei uns minutos até sentir que ela tinha pegado no sono de novo.
Minha mão aventureira pousou rápido na calcinha dela. Puxando um pouco, comecei a enfiar, mas dessa vez por cima. Dessa vez não teve resistência, minha mão avançou sem encontrar dificuldade nenhuma pela mata espessa de pelos. Devagar, fui até chegar com meu dedo e me posicionar bem no meio da buceta dela. Fiquei surpreso com o quanto ela estava molhada, devagar fui acariciando ela, era uma sensação muito gostosa, a situação me deixou tão excitado que eu gozei sem nem esfregar meu pau. O clitóris dela ficou ao meu alcance, devagar comecei a estimular, e ele foi crescendo. A respiração dela foi aumentando. De repente, sinto as duas mãos da minha sogra sobre as minhas, fiquei paralisado. Ela apertou elas com força e começou a esfregar rapidamente até que um jato molhou minha mão. Naquele momento, eu não aguentei mais e também gozei. Os movimentos começaram a cessar, ela soltou minha mão, minha mão completamente molhada ainda se mexia entre as pernas dela. Sem dizer uma palavra, ela se levantou, sem me olhar, e saiu do quarto.
Na escuridão do meu quarto, sentia o cheiro que tinha ficado na minha mão, aquele cheiro de mulher satisfeita. Não sabia o que ia acontecer no dia seguinte, então só me restava aproveitar o momento e estar preparado para qualquer coisa no outro dia.
Amanheceu, me levantei e minha sogra não estava. Pouco depois, minha filha se levantou, tomamos café da manhã e saímos para dar uma volta. Quando voltamos, ela estava cozinhando, cumprimentei ela como se nada tivesse acontecido, ela não respondeu. Tentei conversar normalmente durante o jantar, mas nada.
Comentei que ontem tinha dormido profundamente e que nem tinha percebido a hora que ela tinha ido embora, tentando fazer ela pensar que, dormindo, confundi ela com a Andrea... Só aí ela mudou um pouco a cara.
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