Recuerdo de egresados...

Fala, comunidade do P! Hoje vou trazer uma fantasia-realidade, ou melhor, porque vou fazer de tudo pra realizar, mas por enquanto é só fantasia.

Em 2014, fui pra viagem de formatura com a minha turma toda. As minas são, na maioria, gostosas, mas tem uma em especial que me deixa idiota, me dá um tesão danado. Morena com raízes descoloridas, o que dá um ar de loira, olhos verdes-azulados, 1,70m de altura, e corpo, olha, nem sei, mas tem uma cintura de matar. O mais longe que cheguei foi num trabalho em grupo, a gente ficou completamente sozinho na casa dela. Aí, sem perder tempo, me fiz de bobo, cheguei perto e meti um puta beijo nela. Sinceramente, não pensei que ela tinha corpo, porque é daquelas minas que têm cara de boneca, mas o corpo deixa a desejar. Ela tava com o uniforme do colégio: um moletom e uma saia na altura do meio do joelho e da virilha. Enquanto o beijo avançava, comecei a colocar a mão na massa. Tirei o moletom dela, sem problema nenhum, ela deixou. Ficou de regata. Juro, eram os melhores peitos que já vi na vida, mas aí os pais voltaram, porque a gente ouviu o carro.

Esquecemos tudo que rolou, até que na viagem, na terceira noite de balada, a gente se encontrou. Ficamos conversando um tempo até que percebi que algo tava errado com ela, ela tava estranha. Negou tudo, mas aproveitei a situação pra tentar finalizar o que tinha rolado no outro dia. Ela respondeu o beijo e, num momento de tesão entre nós dois, fomos pro hotel sem falar nada pra ninguém. Lá, continuamos com os beijos, comecei a tirar a roupa dela. Só quando ela ficou de sutiã é que se animou a tirar minha regata. Depois disso, ficamos os dois completamente pelados, e entre risadas, peguei ela pelos joelhos e levantei no colo, e ela cruzou as pernas na minha cintura. Sem mais enrolação, começou a ação. Comecei a penetrar ela vaginalmente enquanto ela gemia que nem uma gostosa, começou a Chupar meu pescoço, o que deixou marcas que vou ter que justificar depois daquela noite. Nisso, eu virei o rosto dela e comecei a beijar o pescoço dela, descendo devagar e comecei a lamber os peitos dela. Fiquei hipnotizado, devo ter passado uns 10 minutos sem parar comendo aqueles peitos gostosos, até que terminei na buceta dela. Aí deixei ela descer porque tava pesando, ela me pegou pelo pescoço e disse: "Quero continuar brincando" e nos jogou os dois na cama. Rapidão, peguei a cabeça dela e mandei ela chupar minha pica. Ela começou a lamber devagar e depois foi até o fundo. Nisso, peguei a perna dela, virei ela de lado e comecei a lamber a pussy dela. A gente deve ter passado uns 20 minutos fácil no 69, até que eu gozei de novo, mas na boca dela, e ela engoliu tudo. Peguei ela pela cintura e coloquei de quatro. Os dois tavam super quentes e o "não" já não existia mais. Coloquei ela na posição de cachorrinho, passei saliva no cu dela pra facilitar a penetração, e aí coloquei a cabeça e metade da pica. Ela começou a gritar e falou que era o primeiro anal dela. Me deu mais vontade de arrebentar ela toda. Comecei devagar, mas depois meti com tudo. Ela gritava, mas pedia mais, e eu dava. Tava realizando uma das minhas fantasias. Num dos vários empurrões, gozei dentro dela, mas não queria parar, então continuei até a segunda gozada, que não aguentei mais. Aí ficamos os dois deitados na cama, ela abraçada, e lembro da conversa na hora.

— Isso era o que eu queria que acontecesse no trabalho prático, mas justo meus pais chegaram.

— Tá tudo bem, a espera foi o que mais fez a gente desejar.

— Sim, mas quero que um dia, ou vários, a gente repita isso uma e mil vezes mais.

— É só pedir, que eu te como toda.

Depois disso, ficamos falando umas besteiras até dormir. Quando acordei, ela tava do meu lado e meus colegas de quarto não tinham chegado. Foi estranho. Levantei, me troquei, fui no banheiro e depois preparei o café da manhã. Quando abri o pote de café... Tinha uma nota, quando li era dos meus colegas: "Bem, mestre, finalmente você comeu quem queria, agora faltam outras 2". Pelo visto, eles tinham ido sim e percebido tudo, mas isso já não importava, eu tava feliz.

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