Minha vida como acompanhante (Capítulo 3)

Já tinha feito 19 anos, era 1999, acho. Um amigo que me deu uma mão quando tive problemas com a polícia, quando dois oficiais tentaram me estuprar numa viatura. Denunciei eles e meu amigo, que é advogado, pegou o caso e eles foram expulsos da corporação. Enfim, isso é outra história. Esse amigo tava fazendo uma festa e queria que eu fosse. Ia ter bebida, provavelmente um pouco de maconha, mas só até aí. Iam alguns amigos dele e umas amigas meio fáceis. A ideia era encher a cara e ver no que dava. Ele tinha uma casa sozinha num bairro de alto nível em Buenos Aires e ia me pagar, não o que eu cobrava, mas favor é favor. Fui, ganhava só 300 pesos. Tinha bebida boa, música maneira e uns caras decentes. Mas quando fui pra piscina, vi ele. Moreno, cabelo comprido, magro. Me apaixonei pelo jeito que ele segurava a taça, mostrava refinamento nos modos. Um cigarro na mão, magro sem ser perfeito, e alto, tipo 1,80, calculei. Tava com dois caras que pareciam legais. Dei duas voltas pra ver se ele me olhava, e ele nem olhou pra minha bunda. Me comportei como uma garota sonsa de 15. Dei voltas e mais voltas, e ele nada. Até que me cansei e fui falar com eles:

— Oi, meninos, tudo bem?

Os dois amigos, com cara de tarados pervertidos de anime japonês, responderam:

— Bem, agora que você chegou.

— Hahaha, valeu.

O tal sujeito me cumprimentou com um gesto respeitoso, e aí percebi o que ele tava olhando com atenção. Tinha uma ruiva, cabelo vermelho bem puta, tipo vídeo pornô, que devia ter uns 20 anos, talvez mais. Ele tava olhando pra ela. Ele era mais velho, devia ter uns 25, mas com cara jovem. Vi que ele tava de olho na ruiva, que não era feia, e o cabelo dava aquele ar de vadia que, suponho, ele curtia. Fui até o bar que tinha ali sem perder ele de vista e pedi pro meu amigo duas taças de champanhe e umas informações sobre o "sujeito". Ele me disse que se chamava Jorge, tinha 28 anos e trabalhava com algo de computação, mas não sabia bem o quê. Que era solteiro, sem namorada nem parceira, mas tinha uma filha. Peguei as duas taças de... champanhe e fui devagar com minha caminhada de puta que eu tanto gosto de fazer, ele nem virou mas vários caras sim, então fui e falei pra ele

– quer uma taça, Jorge?

ele se surpreendeu um pouco, acho que por eu saber o nome, e virou pro bar, viu o amigo e percebeu que eu tinha perguntado por ele, os dois amigos olhavam pros meus peitos sem vergonha e eu tinha vestido um vestido bem decotado que deixava ver meus peitos impressionantes, além de sem nada por baixo e meio transparente, meus mamilos rosados apareciam bem,

o cavalheiro falou pra mim

– sim, aceito, linda
– toma, gato (já tinha me entregado, tava no jogo)
– que gostosa que você é, como chama?
– Marina
– mm Marina, que nome sensual
– cê acha? (faz a sonsa!)
– sim, tá frio já, né?
– um pouco, vamos pra dentro?
– sei não, não quero largar os caras, vim com eles

ele me encarou com aquele olhar de olhos castanhos penetrantes que me gelou e eu já imaginava o que ele queria, ele queria que os três me comessem, pensei dois segundos e falei "Marina, já fez coisa pior por muito menos, sei lá" e disse pra ele

– bom, vamos todos então

Sentamos meio apertados num sofá e eu me apertei um pouco nele, toquei a perna dele e ele me olhava, observava cada movimento meu, até que falou

– tem um quarto grande lá em cima, vamos todos ver se tá vazio?
– bom, vamos, falei (os outros dois não eram "incomíveis", só pareciam inocentes e eu curto mais a onda selvagem)

Subimos os três, ele pegou na minha mão pra subir as escadas e entramos, passei pela porta e ele falou "fecha", quando me virei e tranquei a porta, ele me empurrou com força contra a porta enquanto segurava meu cabelo pra eu não bater, e falou no meu ouvido "então queria dar comigo, puta? agora vai ter três picas em vez de uma", forcejei e me virei, desabotoei o cinto dele e meti a mão dentro da cueca, me surpreendi ao sentir ela tão grande, os amigos olhavam meio atônitos e ele falou pra eles Pelen, essa puta também vai dar pra todo mundo" — eles puxaram as picas, ambas normais, uns 18 cm mais ou menos. Mas quando o "meu" Jorge tirou o pau dele já duro, fiquei chocada e abri a boca: era fácil uns 21 cm, duríssimo, com as veias inchadas e os ovos cheios de porra. Ele pegou na minha cabeça e me ajoelhou enquanto enfiava aquela coisa enorme na minha boca. Engasguei, e eles se colocaram ao meu redor. Eu chupava uma e batia punheta pras outras duas. Ficamos assim por um tempo até que um dos caras disse: "Quero foder ela". Fiquei de quatro e ele começou a me comer por trás. Tinha o Jorge na minha frente, com o pau dele a centímetros da minha boca, mas ele não enfiava; pegava nele e batia na minha cabeça, me chamando de puta barata. Os caras foram se revezando em mim, usem a palavra: pussy, mas eu só me importava em sentir aquela pica enorme dentro de mim. Queria que o Jorge me comesse. Cansei daqueles "meninos" e falei pro Jorge: "Você se atreve a arrebentar meu cu com isso?" — "Se você aguentar." — "Claro que sim." Ele colocou na porta do meu cu e perguntou: "Suave ou selvagem?"... Pensei: era grande... "Faz eu sentir." Ele deu uma estocada que pensei que tinha arrancado meus olhos, e comecei a gemer como uma puta no cio. Tocava minha pussy porque não aguentava o tesão. Tava tão excitada que um dos caras gozou no meu cabelo e eu nem percebi; tinha os olhos fechados. Enquanto aquela pica imensa me perfurava, ele bombava forte. Por acaso, senti o outro cara falar: "Na carinha." Essa eu senti, e era muita porra na minha cara. Jorge continuou me fodendo até perguntar: "Onde a puta quer?" e eu respondi: "Goza dentro do meu cu." Ele disse: "Vou fazer algo melhor que isso." Começou a meter mais forte, os outros dois sentados no sofá da frente se masturbando. Senti que ele ia gozar porque o pau ficou duríssimo, um ferro quente atravessando minha bunda, até que senti — o filho da puta só deixou a ponta dentro, e a porra escorria pra fora do meu cu e caía na minha pussy, que tava toda molhada. Ele se levantou, pegou Pegou o celular e tirou uma foto da minha buceta toda aberta com porra escorrendo, eu tinha gozado pra caralho. Deitei no chão e ele limpou minha porra com minha calcinha fio dental, enfiou na minha boca e falou: "come, sua putinha"... Juro que me apaixonei por ele naquela noite. Ele era tão carinhoso e selvagem ao mesmo tempo que me conquistou. Além disso, nunca ligou pro que eu faço e tem a mente super aberta. Agora tá do meu lado corrigindo os erros e fazendo café. Te amo, Jorge, nunca muda (pelo menos comigo).

21 comentários - Minha vida como acompanhante (Capítulo 3)

alejo73 +1
tecnicamente puedo decir que me calento
Waaooo marina tremendo relato
me dejaste Mi Vergota de 21x6 al re paloooooooooo
que ganas de llenarte esa colita de lechita
Yo te doy un poco de mi lechita también donde me lo pidas
Marina...que gusto conocerte...me encanto tu relato.
Puntos para motivar y te sigo desde hoy.
Excelente!!!
Como me ponen tus relatos!!
Segui asi
Gracias por compartir
buen relato !
creo que tengo la imagen de como quedo la colita

Minha vida como acompanhante (Capítulo 3)

seguro asi le quedo !


gracias por el aporte y si eres tu la del relato animate a ser poringera 🤤
Que paso con nos quedamos sin relatos, se vino el frio !
Excelente marina!!! la verdad nose como encontre tus relatos pero lei varios y son MUY BUENOS jajaja te mando un beso pasa por el mio q tengo uno solo por el tiempo que me falta
No entiendo algo, estan juntos hace 7 meses, pero vos dijiste al ppio que era 1999.
si nos conocemos hace mucho pero estamos juntos desde hace ahoara 8 meses y medio segun el, yo ni idea, el estuvo hospitalizado algo de 3 meses y 9 mas de recuperacion y yo lo fui a ver recuerdo 4 o 5 veces, eramos algo como amigos, muchisimo tiempo despues lo busque y aca seguimos
ssushi
Todo lo que venis relatando es todo lo que le proponga a la flaca, pero no se anima.
Que ganas de ponertela toda....opssss....
ME ENCANTARON LOS RELATOOOSS♥♥ 🤤 🤤 DE APOCO VOY LEYENDO CAPITULO A CAPITULO♥ +10 :F