Oi, me chamo Marina, tenho 23 anos e sou escort vip. Desde os 18 anos que faço isso e realmente gosto muito, me excita ver que homens (e às vezes mulheres) ficam excitados com o que eu mostro ou faço pra eles. Aos 18 anos, tava estudando pra ser modelo (acreditem ou não, isso se estuda) e surgiu a oportunidade de fazer isso, peguei as rédeas e fui em frente. A questão é que eu gostei e, com meu corpo (93 - 61 - 91), tinha chance de ganhar muita grana em pouco tempo. Mas enfim, toda história começa de algum lugar, e aqui começa a minha. Espero que curtam minhas experiências - beijos **
**Minha primeira vez (18 anos)**
Tinha saído naquela noite pra estrear uma calça lindíssima de couro branco que juntei muito pra comprar. Não conseguia muita grana e economizava o que podia. Minha mãe morreu quando eu era pequena e meu pai é chefe de segurança numa empresa. O dinheiro era mais ou menos apertado, e se eu queria algo, juntava. Além disso, tava começando a faculdade e todo gasto era imenso.
Naquela noite, fui pra balada com umas amigas e a gente tava dançando bem em círculo (aquele grupinho típico de mulheres). Minha calça nova destacava minha bunda bem formada. A gente continuou dançando muito e, num momento, fui ao banheiro. Pra ir, tinha que passar na frente do bar e vi dois caras bem mais velhos que eu, talvez 30 ou 35 anos, que me olhavam. Quando passei, fiz um gesto e vi que eles olhavam minha bunda sem nenhum disfarce. Segui pro banheiro e, quando voltei, eles me pararam, falando aquelas besteiras que os homens dizem pras mulheres: "linda", "gostosa", "maravilhosa". Sorri e falei que tava com amigas. Eles disseram: "Deixa elas, toma um negócio com a gente" e me deram uma taça de champanhe, que aceitei de boa. Bebi devagar porque sabia que champanhe embriaga rápido. Me perguntaram aquelas bobagens de sempre e depois falei que tinha que avisar minhas amigas que tava "acompanhada". Fui, disse pras meninas que tava com uns amigos e voltei pros caras. Um deles... chamava Marcos e o outro Andrés, não eram bonitos mas também não eram feios, Marcos tinha olhos lindos, até que saímos pro pátio da balada e Andrés, que parecia ser o mais carismático, me perguntou "quanto você cobra uma noite com nós dois?" fiquei gelada e pensei em mandar eles tomarem no cu e vazar, mas não fiz isso, fiquei pensando e Marcos me disse "com essa cara e esse corpo de menininha, a gente pagaria o que fosse pra você ser nossa escrava" em dois segundos pensei na grana e sem pensar saiu da minha boca "500 cada um" eles me olharam e falaram "se você vale isso, vamos pro nosso apê?" saímos, eles tinham um lindo Toyota Celica, Marcos dirigia e eu ia sentada em cima do Andrés, me esfregava na virilha dele pra excitar e minha calça de couro recebia as mãos grandes dele. Chegamos no apê e moravam no 12º andar, pegamos o elevador, no elevador os dois começaram a me beijar e apalpar, meteram a mão por baixo do meu top e amassaram meus peitos que naquela época eram maiores que agora, adorava sentir os dedos deles apertando meus bicos, o elevador parou e Marcos continuava me apalpando, Andrés desceu do elevador e abriu o apê que era bem na frente do elevador, entramos ainda nos beijando e finalmente me soltaram, sentaram num sofá de três lugares e me falaram "ajoelha" o tapete era bem macio e bonito, vi que eles abriram as calças e tiraram as picas, não eram enormes mas eu nunca tinha estado com dois caras, já tinha feito de tudo anal oral vaginal, já tinham gozado na minha boca na cara e eu gostava mas nunca tinha sentido uma dupla penetração, essa ia ser minha iniciação, fui bem devagar fingindo ser uma gata, engatinhando devagar e vi como as picas deles reagiram, peguei as duas com as mãos e comecei a masturbar eles devagar, passei saliva nas duas mãos e esse gesto de puta excitou eles, aí percebi "esses caras querem uma puta bem puta que grite" comecei a fazer gestos bem de puta e isso esquentava eles, falei "querem que a menininha de vocês coma a pica de vocês? Disseram "si, slut" e isso me excitou ainda mais, comecei a me tocar por cima da calça enquanto colocava o pau do Andres na minha boca. Chupei com muita vontade e ele começou a gemer: "chega, você vai me fazer gozar e eu quero foder essa bunda". Então parei e passei pro Marcos, quando apoiei meus lábios no pau dele, saiu uma exalação de prazer e comecei a chupar selvagemente. Andres olhava e se esfregava o pau bestialmente. Fiquei de quatro e Marcos pegou minha cabeça e me apertou contra o pau dele, o cock dele tocava minha garganta e eu tentava enfiar mais. Andres baixou minha calça enquanto eu chupava e descobriu minha calcinha fio dental branca, parece que isso o excitou porque começou a gemer enquanto a puxava e acariciava suavemente minha buceta. Aí decidi tomar o controle eu mesma, tirei o pau do Marcos da boca e me levantei com minha figura esbelta de 1,76m, era um pouco mais alta que os dois. Levantei a camiseta e deixei meus peitos no ar, meus mamilos eram rosadinhos e bem formados, quase perfeitos. Me virei e baixei a calça me inclinando pra eles verem meu rabo perfeito com minha fio dental branca bem enfiadinha. Olhei pra eles com cara meio séria e vi que os paus deles estavam duríssimos. Falei: "Camisinha por favor, que já tô com os buracos quentes". Em menos de dois segundos os dois já estavam "encapados". Fiquei de quatro de costas pra eles e virei a cabeça e falei com a cara de puta mais safada que consegui: "Quem vai meter em mim?" Andres disse: "É o aniversário do Marcos, então ele tem prioridade". Marcos se levantou e veio até mim, senti a mão dele apoiada no meu rabo e a ponta do pau dele na porta da minha buceta. Ele começou a meter devagar, até que eu falei: "Mete com força, pussy". Aí ele investiu com toda a força, tinha 18 cm de cock dentro de mim que bombeava selvagemente. Andres olhava, me beijou e disse: "Você aguenta uma dupla?" Respondi: "Vocês pagam, sou de vocês a noite toda, façam o que quiserem". Então Marcos tirou violentamente, eu fiquei olhando o que iam fazer, e Andres se jogou no carpete. Eu montei. Em cima dele, enfiei o pau dele até o fundo de mim. Montei um pouquinho, me inclinei bem, olhei pra trás e falei: "Marcos, é sua vez". Abri minha bunda com as duas mãos. Marcos, bem obediente, veio até mim, meteu o pau dele no meu cu com muita força, e eu soltei um gemido que misturava dor e prazer. Marcos, que parecia bem atento, perguntou: "Doeu? Quer mais devagar?" Eu respondi: "Não, tá de boa, é que vocês tão me fazendo gozar". Comecei a aguentar forte dos dois. Andres chupava meus peitos e Marcos acariciava minhas costas suavemente. Por mim, já tinha me acostumado com os dois dentro de mim. Vocês continuaram bombando com vontade, até que Marcos disse: "Não aguento mais". E Andres falou: "Eu também não, essa novinha me esquentou demais". Tiraram os paus de dentro de mim e tiraram as camisinhas. Aí me perguntaram: "Onde você quer a porra?" Respondi: "Vocês pagam, vocês escolhem". Eles responderam: "Ahhh, vamos encher de porra essa carinha de santinha que você tem". Me ajoelhei bem entre os dois e comecei a me tocar na buceta e no cu com as duas mãos, gemendo. Eles ficaram de pé, um de cada lado, e se masturbavam loucamente. Até que finalmente Marcos me encheu de porra, parecia que tinha guardada um monte. E Andres ainda não tinha gozado. Então tirei minha calcinha branca e coloquei na boca, segurando com os dentes. Olhava pra ele com a cara cheia de porra e falava: "Me dá a porra, machão, vai, enche minha boca". E abri a boca. Isso fez ele disparar. Os jatos de porra entravam na minha boca. Já tinha contado 5 jatos fortes quando ele finalmente terminou e soltou um suspiro de prazer. Eles acariciaram minha cabeça, e Marcos, bem atento, me indicou onde era o banheiro. Me lavei bem, cuspi o sêmen, enxaguei a boca e voltei. Os dois estavam sentados, já vestidos. Procurei minha roupa no chão e não vi. Marcos disse: "Sua roupa está naquela cadeira, eu arrumei pra você". Muito educado ele. Fui e me vesti. Sentei entre eles e eles falaram: "Acabamos de conversar e chegamos a um acordo, Marina". "O que foi?" respondi. "Você se comportou muito bem com a gente, então vamos te pagar 750 cada um. Tinha esquecido o dinheiro, mas por dentro fiquei feliz. Me deram o dinheiro e não contei. Perguntei: "Alguém me leva até o centro, pelo menos? Ou me chamam um táxi?" Marcos, sempre atento, disse: "Eu te levo". Subimos no carro, me sentei, acendi um cigarro e vi que Marcos me olhava. Até que perguntei: "O que foi?" Ele respondeu: "Nada, não entendo como uma garota tão gostosa se mete nisso. Deve ter uma clientela enorme." "Faço isso pelo dinheiro, estudo na universidade. Mas também não entendo como um cara tão atencioso e legal como você não tem namorada." "Coisas da vida. Tinha, mas me largou." "É uma idiota, mas enfim, o que eu sei?" Ele ficou calado o resto da viagem. Chegamos no centro e falei: "Me deixa naquela rua atrás da praça." Eu sabia que naquela hora não tinha ninguém lá. Quando ele parou o carro, me olhou e me deu um beijo na bochecha. Pedi o número do celular dele, e ele me deu um cartão que dizia "Consultor Financeiro". Então decidi dar um último presente. Me abaixei, abri a calça jeans dele e chupei o pau dele com tudo. Ele gozou em menos de 5 minutos. Cuspi a porra pela janela e falei: "Você é um cara bom, Marcos. Não se desperdiça com qualquer mulher. Isso foi pela sua cavalheirice." Desci e fui andando. Tinha 1500 pesos no bolso pra fazer o que quisesse. Cheguei em casa e meu pai estava dormindo. Tomei um café e fui pra cama. Me deitei pensando que era um bom negócio... Sim, era um bom negócio.
**Minha primeira vez (18 anos)**
Tinha saído naquela noite pra estrear uma calça lindíssima de couro branco que juntei muito pra comprar. Não conseguia muita grana e economizava o que podia. Minha mãe morreu quando eu era pequena e meu pai é chefe de segurança numa empresa. O dinheiro era mais ou menos apertado, e se eu queria algo, juntava. Além disso, tava começando a faculdade e todo gasto era imenso.
Naquela noite, fui pra balada com umas amigas e a gente tava dançando bem em círculo (aquele grupinho típico de mulheres). Minha calça nova destacava minha bunda bem formada. A gente continuou dançando muito e, num momento, fui ao banheiro. Pra ir, tinha que passar na frente do bar e vi dois caras bem mais velhos que eu, talvez 30 ou 35 anos, que me olhavam. Quando passei, fiz um gesto e vi que eles olhavam minha bunda sem nenhum disfarce. Segui pro banheiro e, quando voltei, eles me pararam, falando aquelas besteiras que os homens dizem pras mulheres: "linda", "gostosa", "maravilhosa". Sorri e falei que tava com amigas. Eles disseram: "Deixa elas, toma um negócio com a gente" e me deram uma taça de champanhe, que aceitei de boa. Bebi devagar porque sabia que champanhe embriaga rápido. Me perguntaram aquelas bobagens de sempre e depois falei que tinha que avisar minhas amigas que tava "acompanhada". Fui, disse pras meninas que tava com uns amigos e voltei pros caras. Um deles... chamava Marcos e o outro Andrés, não eram bonitos mas também não eram feios, Marcos tinha olhos lindos, até que saímos pro pátio da balada e Andrés, que parecia ser o mais carismático, me perguntou "quanto você cobra uma noite com nós dois?" fiquei gelada e pensei em mandar eles tomarem no cu e vazar, mas não fiz isso, fiquei pensando e Marcos me disse "com essa cara e esse corpo de menininha, a gente pagaria o que fosse pra você ser nossa escrava" em dois segundos pensei na grana e sem pensar saiu da minha boca "500 cada um" eles me olharam e falaram "se você vale isso, vamos pro nosso apê?" saímos, eles tinham um lindo Toyota Celica, Marcos dirigia e eu ia sentada em cima do Andrés, me esfregava na virilha dele pra excitar e minha calça de couro recebia as mãos grandes dele. Chegamos no apê e moravam no 12º andar, pegamos o elevador, no elevador os dois começaram a me beijar e apalpar, meteram a mão por baixo do meu top e amassaram meus peitos que naquela época eram maiores que agora, adorava sentir os dedos deles apertando meus bicos, o elevador parou e Marcos continuava me apalpando, Andrés desceu do elevador e abriu o apê que era bem na frente do elevador, entramos ainda nos beijando e finalmente me soltaram, sentaram num sofá de três lugares e me falaram "ajoelha" o tapete era bem macio e bonito, vi que eles abriram as calças e tiraram as picas, não eram enormes mas eu nunca tinha estado com dois caras, já tinha feito de tudo anal oral vaginal, já tinham gozado na minha boca na cara e eu gostava mas nunca tinha sentido uma dupla penetração, essa ia ser minha iniciação, fui bem devagar fingindo ser uma gata, engatinhando devagar e vi como as picas deles reagiram, peguei as duas com as mãos e comecei a masturbar eles devagar, passei saliva nas duas mãos e esse gesto de puta excitou eles, aí percebi "esses caras querem uma puta bem puta que grite" comecei a fazer gestos bem de puta e isso esquentava eles, falei "querem que a menininha de vocês coma a pica de vocês? Disseram "si, slut" e isso me excitou ainda mais, comecei a me tocar por cima da calça enquanto colocava o pau do Andres na minha boca. Chupei com muita vontade e ele começou a gemer: "chega, você vai me fazer gozar e eu quero foder essa bunda". Então parei e passei pro Marcos, quando apoiei meus lábios no pau dele, saiu uma exalação de prazer e comecei a chupar selvagemente. Andres olhava e se esfregava o pau bestialmente. Fiquei de quatro e Marcos pegou minha cabeça e me apertou contra o pau dele, o cock dele tocava minha garganta e eu tentava enfiar mais. Andres baixou minha calça enquanto eu chupava e descobriu minha calcinha fio dental branca, parece que isso o excitou porque começou a gemer enquanto a puxava e acariciava suavemente minha buceta. Aí decidi tomar o controle eu mesma, tirei o pau do Marcos da boca e me levantei com minha figura esbelta de 1,76m, era um pouco mais alta que os dois. Levantei a camiseta e deixei meus peitos no ar, meus mamilos eram rosadinhos e bem formados, quase perfeitos. Me virei e baixei a calça me inclinando pra eles verem meu rabo perfeito com minha fio dental branca bem enfiadinha. Olhei pra eles com cara meio séria e vi que os paus deles estavam duríssimos. Falei: "Camisinha por favor, que já tô com os buracos quentes". Em menos de dois segundos os dois já estavam "encapados". Fiquei de quatro de costas pra eles e virei a cabeça e falei com a cara de puta mais safada que consegui: "Quem vai meter em mim?" Andres disse: "É o aniversário do Marcos, então ele tem prioridade". Marcos se levantou e veio até mim, senti a mão dele apoiada no meu rabo e a ponta do pau dele na porta da minha buceta. Ele começou a meter devagar, até que eu falei: "Mete com força, pussy". Aí ele investiu com toda a força, tinha 18 cm de cock dentro de mim que bombeava selvagemente. Andres olhava, me beijou e disse: "Você aguenta uma dupla?" Respondi: "Vocês pagam, sou de vocês a noite toda, façam o que quiserem". Então Marcos tirou violentamente, eu fiquei olhando o que iam fazer, e Andres se jogou no carpete. Eu montei. Em cima dele, enfiei o pau dele até o fundo de mim. Montei um pouquinho, me inclinei bem, olhei pra trás e falei: "Marcos, é sua vez". Abri minha bunda com as duas mãos. Marcos, bem obediente, veio até mim, meteu o pau dele no meu cu com muita força, e eu soltei um gemido que misturava dor e prazer. Marcos, que parecia bem atento, perguntou: "Doeu? Quer mais devagar?" Eu respondi: "Não, tá de boa, é que vocês tão me fazendo gozar". Comecei a aguentar forte dos dois. Andres chupava meus peitos e Marcos acariciava minhas costas suavemente. Por mim, já tinha me acostumado com os dois dentro de mim. Vocês continuaram bombando com vontade, até que Marcos disse: "Não aguento mais". E Andres falou: "Eu também não, essa novinha me esquentou demais". Tiraram os paus de dentro de mim e tiraram as camisinhas. Aí me perguntaram: "Onde você quer a porra?" Respondi: "Vocês pagam, vocês escolhem". Eles responderam: "Ahhh, vamos encher de porra essa carinha de santinha que você tem". Me ajoelhei bem entre os dois e comecei a me tocar na buceta e no cu com as duas mãos, gemendo. Eles ficaram de pé, um de cada lado, e se masturbavam loucamente. Até que finalmente Marcos me encheu de porra, parecia que tinha guardada um monte. E Andres ainda não tinha gozado. Então tirei minha calcinha branca e coloquei na boca, segurando com os dentes. Olhava pra ele com a cara cheia de porra e falava: "Me dá a porra, machão, vai, enche minha boca". E abri a boca. Isso fez ele disparar. Os jatos de porra entravam na minha boca. Já tinha contado 5 jatos fortes quando ele finalmente terminou e soltou um suspiro de prazer. Eles acariciaram minha cabeça, e Marcos, bem atento, me indicou onde era o banheiro. Me lavei bem, cuspi o sêmen, enxaguei a boca e voltei. Os dois estavam sentados, já vestidos. Procurei minha roupa no chão e não vi. Marcos disse: "Sua roupa está naquela cadeira, eu arrumei pra você". Muito educado ele. Fui e me vesti. Sentei entre eles e eles falaram: "Acabamos de conversar e chegamos a um acordo, Marina". "O que foi?" respondi. "Você se comportou muito bem com a gente, então vamos te pagar 750 cada um. Tinha esquecido o dinheiro, mas por dentro fiquei feliz. Me deram o dinheiro e não contei. Perguntei: "Alguém me leva até o centro, pelo menos? Ou me chamam um táxi?" Marcos, sempre atento, disse: "Eu te levo". Subimos no carro, me sentei, acendi um cigarro e vi que Marcos me olhava. Até que perguntei: "O que foi?" Ele respondeu: "Nada, não entendo como uma garota tão gostosa se mete nisso. Deve ter uma clientela enorme." "Faço isso pelo dinheiro, estudo na universidade. Mas também não entendo como um cara tão atencioso e legal como você não tem namorada." "Coisas da vida. Tinha, mas me largou." "É uma idiota, mas enfim, o que eu sei?" Ele ficou calado o resto da viagem. Chegamos no centro e falei: "Me deixa naquela rua atrás da praça." Eu sabia que naquela hora não tinha ninguém lá. Quando ele parou o carro, me olhou e me deu um beijo na bochecha. Pedi o número do celular dele, e ele me deu um cartão que dizia "Consultor Financeiro". Então decidi dar um último presente. Me abaixei, abri a calça jeans dele e chupei o pau dele com tudo. Ele gozou em menos de 5 minutos. Cuspi a porra pela janela e falei: "Você é um cara bom, Marcos. Não se desperdiça com qualquer mulher. Isso foi pela sua cavalheirice." Desci e fui andando. Tinha 1500 pesos no bolso pra fazer o que quisesse. Cheguei em casa e meu pai estava dormindo. Tomei um café e fui pra cama. Me deitei pensando que era um bom negócio... Sim, era um bom negócio.
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