Na segunda-feira, a Norma voltou pro trabalho mais que satisfeita. Não só tinha enfiado um belo par de chifres na Raquel, como também tinha descoberto um amante, sem compromisso e sem exigências, que ia servir pra aquelas noites que ela estivesse sozinha e precisando.
Mas nada disso adiantava se as amigas dela não ficassem sabendo.
Naquele meio-dia, ela entrou sorrindo na cozinha da empresa. Não disfarçava a alegria. Pelo contrário, aumentava de um jeito que todo mundo se espantasse. As amigas já estavam lá.
— Hmm, parece que você teve um fim de semana dos bons, Normita — disse a Carina, piscando um olho pra Marina.
— Não posso reclamar, verdade.
— Acho que você tem umas coisas interessantes pra contar.
— Não vale a pena — falou Norma, sorrindo.
— Vai, conta, conta, somos todo ouvidos — provocou Marina.
— Então, nada. Satisfação dupla. Encontrei uma companhia bem divertida e gostosa, e ainda usei o namoradinho da Raquel.
Os olhos das amigas se arregalaram de espanto.
— Como assim, o namoradinho? Não sabia que ela tinha alguém. E como você descobriu?
— Bom, descobri, e montei uma jogada inocente pra ele acabar na minha cama, o que aconteceu no sábado.
— Quem é? — perguntou Carina, morrendo de curiosidade.
— Não é importante. Além do mais, vocês não vão acreditar — disse Norma, aumentando a intriga.
— Acreditamos, Normita, vai, quem é?
— É alguém da empresa — falou enquanto terminava um iogurte.
As duas amigas se olharam, confusas. Na cabeça delas, percorriam a lista de funcionários sem encontrar o candidato.
— Falei que iam se surpreender.
— Desistimos, quem é?
— O office boy — disse em voz baixa.
Os olhos das amigas se abriram como pires.
— O guri? Sua puta ladra de berço — disse Marina.
— E valeu a pena? — perguntou Carina, bem mais prática.
— Além da vingança pessoal, tenho que admitir que ele é um verdadeiro garanhão. Gozei que nem uma louca. Nem lembro quantas vezes gozei — falou se achando. — O que ele não gosta é de usar camisinha, então me lambuzou o corpo todo. E, do jeito que vocês veem, ele é Um expertão em sexo anal. Me sodomizou como um mestre. Imagina que eu era virgem naquilo e amei.
- O que acontece é que, como ele é novinho, deve ter uma rola pequena.
- Pequena? Minha filha, nunca vi um troço daquele tamanho. É uma arma perigosa. Se você não souber usar, ele te arrebenta toda, pode ter certeza, disse ela, satisfeita.
A soberba da Norma não deixou ela perceber, como o Mário já imaginava, que o que ela contava colocava um alvo no peito dela. As "amigas" começaram a pensar se não valia a pena dar em cima do guri. Se a Raquel e a Norma estavam se divertindo com ele, por que elas não?
Norma se estendeu na história, até exagerou um pouco, e onde ela era a figura central, contando como tinha ensinado o menino. Quando saíram da cozinha, a Carina e a Marina já estavam planejando em silêncio de que jeito podiam tirar alguma vantagem da situação.
Pra Marina era mais fácil, já que tinha liberdade suficiente pra se aproximar do Mário. Já a Carina, com o marido tão vigilante, teria muito problema pra arrumar um jeito de ficar com o Mário, mas não tem nada que uma mulher com tesão e revoltada não consiga fazer. Era só dar um jeito.
Mário percebeu que o plano dele tava funcionando quando notou os olhares que as mulheres davam pra ele.
Na semana seguinte, a Raquel teve que viajar pra um congresso da empresa e não ia ficar a semana inteira, então a Norma cuidou dos próprios assuntos, já que não tinha motivo pra cansar o Mário. Ia chamar ele pro apartamento dela no domingo à noite, pra deixar ele moído, caso a Raquel quisesse usar quando voltasse.
Mas pra Marina, a ausência da Raquel era perfeita, ainda mais quando soube dos planos da Norma. Então ela ia usar ele no domingo à noite? Bom, então sábado à noite era uma boa hora pra fortalecer os laços com um colega de trabalho. O marido dela, naquele fim de semana, ia pescar com uns amigos e voltaria só no domingo à tarde. Isso Estava decidido. Agora o problema era como interessar o Mario pra conseguir isso. E resolveu se jogar de vez, passar por cima dele e se aproveitar que era um garotão novinho.
Mario, enquanto isso, sabendo da viagem da Raquel e do convite da Norma, tinha o sábado livre, então resolveu ficar em casa pra descansar. Ultimamente, entre as duas vadias, ele tava sendo moído de tanto puxar. Na real, passava mais tempo de calça arriada do que vestido pra sair na rua, e o trabalho e os estudos tavam sofrendo nessa voragem.
Um dia só pra ele era incrível. Organizou um jantar em casa no sábado com o amigo Roberto, o colega de trabalho, que tinha sido uma baita ajuda.
Comeram uma pizza, tomaram umas cervejas, e o papo foi parar nas mulheres. Roberto reclamava que tava há tempos sem transar e tava muito necessitado.
— Já você não te vejo muito ansioso — disse pro Mario.
— A verdade é que não. Deve ser que tô me acostumando — mentiu.
— Ninguém se acostuma a ficar sem sexo — falou Roberto.
A conversa continuou e Roberto abriu todo o desejo que sentia pelas colegas de trabalho. Mario não podia deixar de sentir pena. Roberto, que tava com tanta vontade, não conseguia nada daquelas putas do escritório, e ele não sabia como se livrar delas. A vida é assim. Uns têm tudo, outros nada. Era bom, pela primeira vez, estar entre os que têm tudo.
Roberto, por causa da bebida, foi ao banheiro.
Mario aproveitou pra levantar a mesa. O plano era ver um filme, então deixou tudo preparado. Foi nisso que a campainha tocou. Atendeu o porteiro eletrônico.
— Quem é?
— Oi Mario, sou a Marina. Preciso falar um segundo com você.
A presença dela ali o surpreendeu. Ele nem sabia que ela conhecia o endereço dele. O que será que ela queria? Com certeza tinha esquecido algum encargo do trabalho e vinha deixar. Pensou no amigo que tava lá e na bagunça que era o apartamento dele.
— Espera que eu desço — disse ele.
— Prefiro subir — falou ela. Mas tá uma bagunça aqui. Acabei de arrumar a mesa. Se for algo rápido, evito o elevador, desço e a gente conversa.
— Por favor, ela suplicou.
Resmungando baixinho, ele abriu a porta. Foi até a porta do banheiro e pediu pro Roberto ficar ali, que tinha um compromisso de trabalho e era questão de minutos.
Duas batidas soaram na porta.
Ele abriu, e lá estava Marina, com um casacão comprido, bem penteada e arrumada.
— Entra, por favor, mas não se assusta, ele disse fingindo alegria.
Marina entrou, Mário fechou a porta, e quando se virou, ela se jogou em cima dele, começando a beijá-lo de um jeito selvagem enquanto o abraçava com força.
Mário ficou paralisado. No começo, não soube o que dizer nem fazer, mas em uns dois minutos já tava devolvendo as investidas com a mesma fúria.
Marina se afastou uns passos, abriu o casacão e mostrou que por baixo só tinha uma lingerie bem sexy. Deixou o casaco cair e se ajoelhou na frente de Mário, começando a desabotoar a calça dele.
— Espera, Marina, você precisa saber que... e naquele momento as mãos frias da mulher tomaram posse da pica dele, uhhhhhhh, espera, espera, Mário suplicava, mas sem dar chance, Marina engoliu o pedaço dele. Ela se sentiu satisfeita. Tava mole no começo, mas rapidinho começou a pulsar e crescer, até chegar no auge. Realmente aquela pica era de respeito, como a Norma tinha dito. Ela não tinha mentido. Esperava que também não tivesse mentido sobre o resto. Agora Mário não ia conseguir evitar transar com ela. Os dois tavam quentes, e depois daquela mamada, o próximo passo era a cama, então ela caprichou.
— Hmmmmm, pelo amor de Deus, Marina, não faz, não faz, ele suplicou. Viu a porta do banheiro abrir uns centímetros e imaginou o amigo acompanhando cada detalhe do que tava rolando. Naquele momento, Mário teve uma ideia perversa. Marina queria guerra, então ele ia dar guerra, mas mais do que ela esperava, e de quebra, o amigo dele podia se aliviar com uma. madura. Olhou para a porta do banheiro e fez sinal pra esperar, sabendo que Roberto tava vendo, um joinha apareceu na escuridão. Roberto tinha entendido. Tirou a camisa, jogando no chão. Arrancou os tênis e deixou a calça cair, tirando as pernas da bagunça de roupa. Ficou completamente pelado. Na hora, agarrou a mulher pelo cabelo e forçou ela a se levantar.
- Então, putinha, tá decidida que vou te abrir no meio como um pêssego. E você não faz ideia de como vou te abrir, falou enquanto segurava ela pelo braço e levava até a cama. Lá, fez ela ficar de quatro na cama, olhando pra parede, e puxou a calcinha dela pra baixo, deixando à mostra uma virilha totalmente depilada. Sem pausa, enfiou a cara e a língua começou a passear pela buceta dela, separando os lábios vaginais e metendo pra dentro, igual Raquel tinha ensinado no segundo encontro. Marina gemia de prazer, enquanto se molhava pra caralho, coisa que Mario sentia na língua. Quando tava bem lubrificada, se ajeitou atrás dela e, abrindo a vagina com uma mão, colocou o pau na posição. Agarrou de novo os cabelos longos de Marina e, como se fosse uma gostosa, se apoiou neles pra meter até o fundo, provocando um uivo de dor e prazer da mulher. Tava bem empalada.
- É isso que você veio buscar? Como conseguiu meu endereço?
- Na empresa, continua, continua, implorava Marina.
- De onde você tirou que eu ia querer te furar, hein putinha?
- A Norma contou pra gente, ahhh, eu vou gozar, vou gozar, gritava.
- Quem mais sabe? Perguntava sem parar de bombar ela selvagemente.
- Só a Carina, só a Carina, ahh continua que tô chegando, por favor.
- Mas isso não é de graça. Você se meteu na minha casa e na minha vida. Hoje à noite você vai ser minha putinha particular, e vai obedecer tudo que eu mandar.
- Não, só quero isso, nada mais, gemia à beira do orgasmo.
Mario tirou o pau e agarrou ela pelo pescoço.
- Então acabou, falou.
- NÃO ME DEIXA ASSIM!!!!!!!! por favor. Tá bom, vou te obedecer, vou te obedecer.
Mário se ajeitou de novo e enfiou tudo até o fundo. Essa nova investida foi a gota d'água pro desejo de Marina, que começou a gozar que nem uma desesperada.
Mário ficou parado lá no fundo dela, esperando ela terminar a viagem. Quando acabou, ele tirou e, sentando na cama na frente dela, ofereceu pra ela chupar.
Marina, satisfeita e grata, meteu na boca na hora e começou uma chupada de campeão.
Mário fez um sinal pro banheiro, e Roberto saiu de lá pelado e todo duro. A pica dele era um pouco mais curta que a do Mário, mas igualmente grossa. Ele se aproximou devagar, se posicionou no mesmo lugar onde Mário tava antes, e esperou instruções.
— Olha pra mim — ordenou Mário, e Marina, sem parar de chupar, encarou ele nos olhos.
— Você é uma puta muito safada, e claramente disposta a conseguir o que quer, né?
Marina concordou.
— Então, te garanto que essa noite você vai ficar bem satisfeita. Como nunca — e dizendo isso, segurou a cabeça dela, imobilizando, enquanto ela continuava chupando.
— Fecha os olhos — ele ordenou, e Marina obedeceu. Com um movimento de cabeça, ele liberou o amigo tarado, que apontou e enfiou tudo até o fundo. Os olhos de Marina se arregalaram, ela quis gritar, mas a boca tava ocupada. Quis fugir, mas entre Mário segurando ela e Roberto metendo, não tinha escapatória.
— Calma, Marina. Tentei te avisar que não tava sozinho, mas você é tão puta que não me deixou. Agora não pode querer deixar um amigo de fora da diversão. Seja boazinha e dá prazer pra ele, vamos, putinha — disse ele, acariciando a cabeça dela.
Os olhos de Marina mostravam raiva, que rapidamente virou luxúria, porque Roberto tava bombando ela com uma profundidade foda. Saía quase tudo e afundava até o fundo, cada vez mais rápido. Além disso, um dos dedos dele, lubrificado nos fluidos dela, brincava com a bunda dela, penetrando, o que Isso excitava ainda mais Marina. Em pouco tempo, eram dois dedos penetrando ela por trás. Marina soluçava de prazer, e Mario já não aguentava mais a cena que estava vendo, então começou a acariciar suavemente o rosto de Marina, o pescoço, os peitos, até finalmente pegar sua cabeça de novo e enfiar o pau o mais fundo que pôde, começando a gozar na garganta dela. Marina, surpresa com aquele líquido quente enchendo sua boca, começou a engolir e a gozar também. Nesse momento, Roberto se retirou e, mirando a entrada traseira, já molhadinha e lubrificada, cravou fundo a cabeça do pau. No começo, Marina, cheia de sensações, nem percebeu, e quando notou, já tinha mais da metade do pau enfiado no cu dela.
— Ahhhh, dói, dói — conseguiu dizer quando liberou a boca, mas a sorte já estava lançada. O único caminho era pra dentro, e Roberto percorreu ele sem pressa, mas sem parar, até empalar ela por completo.
— Ahhh, finalmente. Cansei de ver essa bunda passando pelo corredor pensando em te arrombar, e agora te tenho do jeito que queria — disse Roberto, curtindo a vitória.
Marina se virou e viu, surpresa, o colega de trabalho enfiado até o talo no cu dela. Tentou escapar, mas não tinha pra onde, e depois de alguns instantes deixou ele continuar. Na real, ele estava metendo muito bem. Ela tava gostando.
Mario se afastou e sentou numa poltrona, deixando os pombinhos curtirem a sodomização. Enquanto olhava a cena, se masturbava devagar até o pau ficar duro de novo. Quando ficou pronto, se aproximou da cama.
— Agora, Roberto, senta ela em cima de você aqui na beirada — indicou Mario.
Roberto, sem tirar o pau, virou de lado, os dois deitados de lado, e depois virou de novo, levantando a mulher. Sentou na borda da cama, deitou, e Marina ficou em cima dele, totalmente empalada. Mario se aproximou, empurrou ela pra trás e, apontando o pau, enfiou na buceta dela. Isso sim que é um sanduíche gostoso, ele disse pro Roberto
- Demais, Mario, nunca comi uma bombinha igual a essa. Que pedaço de puta, pelo amor de Deus.
Marina flutuava. Não conseguia acreditar no que tava rolando. Nunca tinha feito um menage, e fazia tempo que não furavam a bunda dela. O desejo e o prazer tomavam conta, sem limite nenhum. Quando Mario começou a meter, ela gozou de novo, e foi um orgasmo estranho, porque com altos e baixos se estendeu por vários minutos, deixando ela quase apagada. Tanto que nem sentiu quando os dois caras gozaram dentro dela. Por fim, Mario saiu e Roberto, virando ela, também se levantou, deixando ela largada como um trapo na cama.
Os dois homens sentaram no sofá.
- Que foda, Mario. Que gostosas que têm no trabalho. Eu já imaginava. Mas como é que aconteceu?
- Não sei, Roberto, é a primeira vez. Nunca me deu bola. Mal me cumprimentava.
- Ainda bem, senão ela arrancava sua pica no mordidaço.
- Você curtiu?
- Sim, Mario, mas talvez eu queira dar um gás a mais.
- É toda sua, eu vou dormir aqui no sofá, então vai sem dó.
Mario pegou um cobertor e se deitou no sofá. Roberto voltou pra cama e, colocando Marina de barriga pra cima, deu a pica pra ela chupar. Quando ficou pronto, se ajeitou entre as pernas dela e enfiou de novo. Marina gemia de prazer. Fazia tempo que não se divertia tanto.
Mario dormiu na hora, mas Roberto continuou por um bom tempo metendo na mulher até que ela implorou pra deixar ela ir, que não aguentava mais. Por fim, depois de gozar na boca dela o pouco de porra que sobrou, Roberto se vestiu e foi embora, deixando Marina escarrapachada na cama.
De madrugada, Mario acordou, foi ao banheiro e, ao voltar, viu Marina dormindo na cama dele. Se aproximou e, de conchinha atrás dela, enfiou até o fundo, ficando dormindo dentro dela. Marina soluçava e gemia. O sonho molhado dela era fabuloso. Ela sentia que tavam enfiando nela. e gozava, chegando até a ter uns orgasmos. Enquanto isso, Mario, dormindo, gozou dentro dela, queimando ela com a porra dele. O sol tava nascendo quando Marina se vestiu e foi embora. Saiu de lá flutuando. Foi a melhor noite de sexo de toda a vida dela. Nunca tinham fodido ela daquele jeito. Mario era foda, mas de repente, Roberto já não parecia um velhinho tão sem graça.
Mas nada disso adiantava se as amigas dela não ficassem sabendo.
Naquele meio-dia, ela entrou sorrindo na cozinha da empresa. Não disfarçava a alegria. Pelo contrário, aumentava de um jeito que todo mundo se espantasse. As amigas já estavam lá.
— Hmm, parece que você teve um fim de semana dos bons, Normita — disse a Carina, piscando um olho pra Marina.
— Não posso reclamar, verdade.
— Acho que você tem umas coisas interessantes pra contar.
— Não vale a pena — falou Norma, sorrindo.
— Vai, conta, conta, somos todo ouvidos — provocou Marina.
— Então, nada. Satisfação dupla. Encontrei uma companhia bem divertida e gostosa, e ainda usei o namoradinho da Raquel.
Os olhos das amigas se arregalaram de espanto.
— Como assim, o namoradinho? Não sabia que ela tinha alguém. E como você descobriu?
— Bom, descobri, e montei uma jogada inocente pra ele acabar na minha cama, o que aconteceu no sábado.
— Quem é? — perguntou Carina, morrendo de curiosidade.
— Não é importante. Além do mais, vocês não vão acreditar — disse Norma, aumentando a intriga.
— Acreditamos, Normita, vai, quem é?
— É alguém da empresa — falou enquanto terminava um iogurte.
As duas amigas se olharam, confusas. Na cabeça delas, percorriam a lista de funcionários sem encontrar o candidato.
— Falei que iam se surpreender.
— Desistimos, quem é?
— O office boy — disse em voz baixa.
Os olhos das amigas se abriram como pires.
— O guri? Sua puta ladra de berço — disse Marina.
— E valeu a pena? — perguntou Carina, bem mais prática.
— Além da vingança pessoal, tenho que admitir que ele é um verdadeiro garanhão. Gozei que nem uma louca. Nem lembro quantas vezes gozei — falou se achando. — O que ele não gosta é de usar camisinha, então me lambuzou o corpo todo. E, do jeito que vocês veem, ele é Um expertão em sexo anal. Me sodomizou como um mestre. Imagina que eu era virgem naquilo e amei.
- O que acontece é que, como ele é novinho, deve ter uma rola pequena.
- Pequena? Minha filha, nunca vi um troço daquele tamanho. É uma arma perigosa. Se você não souber usar, ele te arrebenta toda, pode ter certeza, disse ela, satisfeita.
A soberba da Norma não deixou ela perceber, como o Mário já imaginava, que o que ela contava colocava um alvo no peito dela. As "amigas" começaram a pensar se não valia a pena dar em cima do guri. Se a Raquel e a Norma estavam se divertindo com ele, por que elas não?
Norma se estendeu na história, até exagerou um pouco, e onde ela era a figura central, contando como tinha ensinado o menino. Quando saíram da cozinha, a Carina e a Marina já estavam planejando em silêncio de que jeito podiam tirar alguma vantagem da situação.
Pra Marina era mais fácil, já que tinha liberdade suficiente pra se aproximar do Mário. Já a Carina, com o marido tão vigilante, teria muito problema pra arrumar um jeito de ficar com o Mário, mas não tem nada que uma mulher com tesão e revoltada não consiga fazer. Era só dar um jeito.
Mário percebeu que o plano dele tava funcionando quando notou os olhares que as mulheres davam pra ele.
Na semana seguinte, a Raquel teve que viajar pra um congresso da empresa e não ia ficar a semana inteira, então a Norma cuidou dos próprios assuntos, já que não tinha motivo pra cansar o Mário. Ia chamar ele pro apartamento dela no domingo à noite, pra deixar ele moído, caso a Raquel quisesse usar quando voltasse.
Mas pra Marina, a ausência da Raquel era perfeita, ainda mais quando soube dos planos da Norma. Então ela ia usar ele no domingo à noite? Bom, então sábado à noite era uma boa hora pra fortalecer os laços com um colega de trabalho. O marido dela, naquele fim de semana, ia pescar com uns amigos e voltaria só no domingo à tarde. Isso Estava decidido. Agora o problema era como interessar o Mario pra conseguir isso. E resolveu se jogar de vez, passar por cima dele e se aproveitar que era um garotão novinho.
Mario, enquanto isso, sabendo da viagem da Raquel e do convite da Norma, tinha o sábado livre, então resolveu ficar em casa pra descansar. Ultimamente, entre as duas vadias, ele tava sendo moído de tanto puxar. Na real, passava mais tempo de calça arriada do que vestido pra sair na rua, e o trabalho e os estudos tavam sofrendo nessa voragem.
Um dia só pra ele era incrível. Organizou um jantar em casa no sábado com o amigo Roberto, o colega de trabalho, que tinha sido uma baita ajuda.
Comeram uma pizza, tomaram umas cervejas, e o papo foi parar nas mulheres. Roberto reclamava que tava há tempos sem transar e tava muito necessitado.
— Já você não te vejo muito ansioso — disse pro Mario.
— A verdade é que não. Deve ser que tô me acostumando — mentiu.
— Ninguém se acostuma a ficar sem sexo — falou Roberto.
A conversa continuou e Roberto abriu todo o desejo que sentia pelas colegas de trabalho. Mario não podia deixar de sentir pena. Roberto, que tava com tanta vontade, não conseguia nada daquelas putas do escritório, e ele não sabia como se livrar delas. A vida é assim. Uns têm tudo, outros nada. Era bom, pela primeira vez, estar entre os que têm tudo.
Roberto, por causa da bebida, foi ao banheiro.
Mario aproveitou pra levantar a mesa. O plano era ver um filme, então deixou tudo preparado. Foi nisso que a campainha tocou. Atendeu o porteiro eletrônico.
— Quem é?
— Oi Mario, sou a Marina. Preciso falar um segundo com você.
A presença dela ali o surpreendeu. Ele nem sabia que ela conhecia o endereço dele. O que será que ela queria? Com certeza tinha esquecido algum encargo do trabalho e vinha deixar. Pensou no amigo que tava lá e na bagunça que era o apartamento dele.
— Espera que eu desço — disse ele.
— Prefiro subir — falou ela. Mas tá uma bagunça aqui. Acabei de arrumar a mesa. Se for algo rápido, evito o elevador, desço e a gente conversa.
— Por favor, ela suplicou.
Resmungando baixinho, ele abriu a porta. Foi até a porta do banheiro e pediu pro Roberto ficar ali, que tinha um compromisso de trabalho e era questão de minutos.
Duas batidas soaram na porta.
Ele abriu, e lá estava Marina, com um casacão comprido, bem penteada e arrumada.
— Entra, por favor, mas não se assusta, ele disse fingindo alegria.
Marina entrou, Mário fechou a porta, e quando se virou, ela se jogou em cima dele, começando a beijá-lo de um jeito selvagem enquanto o abraçava com força.
Mário ficou paralisado. No começo, não soube o que dizer nem fazer, mas em uns dois minutos já tava devolvendo as investidas com a mesma fúria.
Marina se afastou uns passos, abriu o casacão e mostrou que por baixo só tinha uma lingerie bem sexy. Deixou o casaco cair e se ajoelhou na frente de Mário, começando a desabotoar a calça dele.
— Espera, Marina, você precisa saber que... e naquele momento as mãos frias da mulher tomaram posse da pica dele, uhhhhhhh, espera, espera, Mário suplicava, mas sem dar chance, Marina engoliu o pedaço dele. Ela se sentiu satisfeita. Tava mole no começo, mas rapidinho começou a pulsar e crescer, até chegar no auge. Realmente aquela pica era de respeito, como a Norma tinha dito. Ela não tinha mentido. Esperava que também não tivesse mentido sobre o resto. Agora Mário não ia conseguir evitar transar com ela. Os dois tavam quentes, e depois daquela mamada, o próximo passo era a cama, então ela caprichou.
— Hmmmmm, pelo amor de Deus, Marina, não faz, não faz, ele suplicou. Viu a porta do banheiro abrir uns centímetros e imaginou o amigo acompanhando cada detalhe do que tava rolando. Naquele momento, Mário teve uma ideia perversa. Marina queria guerra, então ele ia dar guerra, mas mais do que ela esperava, e de quebra, o amigo dele podia se aliviar com uma. madura. Olhou para a porta do banheiro e fez sinal pra esperar, sabendo que Roberto tava vendo, um joinha apareceu na escuridão. Roberto tinha entendido. Tirou a camisa, jogando no chão. Arrancou os tênis e deixou a calça cair, tirando as pernas da bagunça de roupa. Ficou completamente pelado. Na hora, agarrou a mulher pelo cabelo e forçou ela a se levantar.
- Então, putinha, tá decidida que vou te abrir no meio como um pêssego. E você não faz ideia de como vou te abrir, falou enquanto segurava ela pelo braço e levava até a cama. Lá, fez ela ficar de quatro na cama, olhando pra parede, e puxou a calcinha dela pra baixo, deixando à mostra uma virilha totalmente depilada. Sem pausa, enfiou a cara e a língua começou a passear pela buceta dela, separando os lábios vaginais e metendo pra dentro, igual Raquel tinha ensinado no segundo encontro. Marina gemia de prazer, enquanto se molhava pra caralho, coisa que Mario sentia na língua. Quando tava bem lubrificada, se ajeitou atrás dela e, abrindo a vagina com uma mão, colocou o pau na posição. Agarrou de novo os cabelos longos de Marina e, como se fosse uma gostosa, se apoiou neles pra meter até o fundo, provocando um uivo de dor e prazer da mulher. Tava bem empalada.
- É isso que você veio buscar? Como conseguiu meu endereço?
- Na empresa, continua, continua, implorava Marina.
- De onde você tirou que eu ia querer te furar, hein putinha?
- A Norma contou pra gente, ahhh, eu vou gozar, vou gozar, gritava.
- Quem mais sabe? Perguntava sem parar de bombar ela selvagemente.
- Só a Carina, só a Carina, ahh continua que tô chegando, por favor.
- Mas isso não é de graça. Você se meteu na minha casa e na minha vida. Hoje à noite você vai ser minha putinha particular, e vai obedecer tudo que eu mandar.
- Não, só quero isso, nada mais, gemia à beira do orgasmo.
Mario tirou o pau e agarrou ela pelo pescoço.
- Então acabou, falou.
- NÃO ME DEIXA ASSIM!!!!!!!! por favor. Tá bom, vou te obedecer, vou te obedecer.
Mário se ajeitou de novo e enfiou tudo até o fundo. Essa nova investida foi a gota d'água pro desejo de Marina, que começou a gozar que nem uma desesperada.
Mário ficou parado lá no fundo dela, esperando ela terminar a viagem. Quando acabou, ele tirou e, sentando na cama na frente dela, ofereceu pra ela chupar.
Marina, satisfeita e grata, meteu na boca na hora e começou uma chupada de campeão.
Mário fez um sinal pro banheiro, e Roberto saiu de lá pelado e todo duro. A pica dele era um pouco mais curta que a do Mário, mas igualmente grossa. Ele se aproximou devagar, se posicionou no mesmo lugar onde Mário tava antes, e esperou instruções.
— Olha pra mim — ordenou Mário, e Marina, sem parar de chupar, encarou ele nos olhos.
— Você é uma puta muito safada, e claramente disposta a conseguir o que quer, né?
Marina concordou.
— Então, te garanto que essa noite você vai ficar bem satisfeita. Como nunca — e dizendo isso, segurou a cabeça dela, imobilizando, enquanto ela continuava chupando.
— Fecha os olhos — ele ordenou, e Marina obedeceu. Com um movimento de cabeça, ele liberou o amigo tarado, que apontou e enfiou tudo até o fundo. Os olhos de Marina se arregalaram, ela quis gritar, mas a boca tava ocupada. Quis fugir, mas entre Mário segurando ela e Roberto metendo, não tinha escapatória.
— Calma, Marina. Tentei te avisar que não tava sozinho, mas você é tão puta que não me deixou. Agora não pode querer deixar um amigo de fora da diversão. Seja boazinha e dá prazer pra ele, vamos, putinha — disse ele, acariciando a cabeça dela.
Os olhos de Marina mostravam raiva, que rapidamente virou luxúria, porque Roberto tava bombando ela com uma profundidade foda. Saía quase tudo e afundava até o fundo, cada vez mais rápido. Além disso, um dos dedos dele, lubrificado nos fluidos dela, brincava com a bunda dela, penetrando, o que Isso excitava ainda mais Marina. Em pouco tempo, eram dois dedos penetrando ela por trás. Marina soluçava de prazer, e Mario já não aguentava mais a cena que estava vendo, então começou a acariciar suavemente o rosto de Marina, o pescoço, os peitos, até finalmente pegar sua cabeça de novo e enfiar o pau o mais fundo que pôde, começando a gozar na garganta dela. Marina, surpresa com aquele líquido quente enchendo sua boca, começou a engolir e a gozar também. Nesse momento, Roberto se retirou e, mirando a entrada traseira, já molhadinha e lubrificada, cravou fundo a cabeça do pau. No começo, Marina, cheia de sensações, nem percebeu, e quando notou, já tinha mais da metade do pau enfiado no cu dela.
— Ahhhh, dói, dói — conseguiu dizer quando liberou a boca, mas a sorte já estava lançada. O único caminho era pra dentro, e Roberto percorreu ele sem pressa, mas sem parar, até empalar ela por completo.
— Ahhh, finalmente. Cansei de ver essa bunda passando pelo corredor pensando em te arrombar, e agora te tenho do jeito que queria — disse Roberto, curtindo a vitória.
Marina se virou e viu, surpresa, o colega de trabalho enfiado até o talo no cu dela. Tentou escapar, mas não tinha pra onde, e depois de alguns instantes deixou ele continuar. Na real, ele estava metendo muito bem. Ela tava gostando.
Mario se afastou e sentou numa poltrona, deixando os pombinhos curtirem a sodomização. Enquanto olhava a cena, se masturbava devagar até o pau ficar duro de novo. Quando ficou pronto, se aproximou da cama.
— Agora, Roberto, senta ela em cima de você aqui na beirada — indicou Mario.
Roberto, sem tirar o pau, virou de lado, os dois deitados de lado, e depois virou de novo, levantando a mulher. Sentou na borda da cama, deitou, e Marina ficou em cima dele, totalmente empalada. Mario se aproximou, empurrou ela pra trás e, apontando o pau, enfiou na buceta dela. Isso sim que é um sanduíche gostoso, ele disse pro Roberto
- Demais, Mario, nunca comi uma bombinha igual a essa. Que pedaço de puta, pelo amor de Deus.
Marina flutuava. Não conseguia acreditar no que tava rolando. Nunca tinha feito um menage, e fazia tempo que não furavam a bunda dela. O desejo e o prazer tomavam conta, sem limite nenhum. Quando Mario começou a meter, ela gozou de novo, e foi um orgasmo estranho, porque com altos e baixos se estendeu por vários minutos, deixando ela quase apagada. Tanto que nem sentiu quando os dois caras gozaram dentro dela. Por fim, Mario saiu e Roberto, virando ela, também se levantou, deixando ela largada como um trapo na cama.
Os dois homens sentaram no sofá.
- Que foda, Mario. Que gostosas que têm no trabalho. Eu já imaginava. Mas como é que aconteceu?
- Não sei, Roberto, é a primeira vez. Nunca me deu bola. Mal me cumprimentava.
- Ainda bem, senão ela arrancava sua pica no mordidaço.
- Você curtiu?
- Sim, Mario, mas talvez eu queira dar um gás a mais.
- É toda sua, eu vou dormir aqui no sofá, então vai sem dó.
Mario pegou um cobertor e se deitou no sofá. Roberto voltou pra cama e, colocando Marina de barriga pra cima, deu a pica pra ela chupar. Quando ficou pronto, se ajeitou entre as pernas dela e enfiou de novo. Marina gemia de prazer. Fazia tempo que não se divertia tanto.
Mario dormiu na hora, mas Roberto continuou por um bom tempo metendo na mulher até que ela implorou pra deixar ela ir, que não aguentava mais. Por fim, depois de gozar na boca dela o pouco de porra que sobrou, Roberto se vestiu e foi embora, deixando Marina escarrapachada na cama.
De madrugada, Mario acordou, foi ao banheiro e, ao voltar, viu Marina dormindo na cama dele. Se aproximou e, de conchinha atrás dela, enfiou até o fundo, ficando dormindo dentro dela. Marina soluçava e gemia. O sonho molhado dela era fabuloso. Ela sentia que tavam enfiando nela. e gozava, chegando até a ter uns orgasmos. Enquanto isso, Mario, dormindo, gozou dentro dela, queimando ela com a porra dele. O sol tava nascendo quando Marina se vestiu e foi embora. Saiu de lá flutuando. Foi a melhor noite de sexo de toda a vida dela. Nunca tinham fodido ela daquele jeito. Mario era foda, mas de repente, Roberto já não parecia um velhinho tão sem graça.
2 comentários - Iniciação (3ª parte)