Este é meu primeiro post, espero que vocês gostem.Esses encontros com Ricardo só aumentaram em mim e na Ana a vontade de fazer um ménage, e decidimos botar em prática logo. Nessa altura, as diferenças entre a gente, fora da cama, ainda não eram enormes, e me excitava a ideia de ela gozar com minha permissão. Isso me permitiria gozar ao mesmo tempo. Um aspecto meio estranho, mas muito sensual.
Numa quarta-feira de julho, a Ana ligou pro Ricardo e disse pra gente se ver em dois dias, que ele passasse em casa pra nos pegar e daí ir pra casa dele. "Vamos nos divertir", foi o resumo dela.
Embora eu tivesse imaginado várias vezes o prazer que sentiria ao encontrar Ricardo e Ana num 69 intenso no quarto (eu chegava do trampo e ficava só olhando, pra depois pegar a minha parte), comecei a ficar com ciúme e cheio de dúvidas, mas a Ana, surpresa, me disse que se eu tivesse mal, a gente não ia. Na sexta, estávamos em casa. Era quase sete da noite e a Ana tinha vestido um body preto de renda com liga. Bom, só de vê-la e imaginá-la sendo penetrada pela boca e por outras partes, com essa roupa provocante, fiquei tão excitado que fiz sexo oral nela no comedor e ali mesmo falei o que queria ver entre ela e o Ricardo.
Às oito ele chegou... e fomos pra casa dele. Ela ia no meio de nós dois, íamos a pé e os dois a pegávamos na cintura alternadamente, com um gesto aparentemente normal, mas os dedos de ambos já queriam fuçar mais além. É que naquela noite, ela não era minha parceira. Era uma mulher que nós dois desejávamos. Ia nos fazer seus e, ao mesmo tempo, a gente ia possuí-la. Já na casa dele, depois de papear um pouco, Ricardo e ela dançaram umas músicas que tocavam no rádio. Sentados, a Ana, sempre no meio de nós dois, se deixava acariciar as coxas. No começo, com uma timidez que eu não esperava dele, Ricardo só colocou a mão no joelho dela, mas eu, já com uns copos a mais, coloquei a mão da Ana sobre a dele. Ela começou a... Acariciar a mão dela e ela começou a deslizar pela coxa com menos vergonha.
Me queimava a ideia de que, por baixo do vestido leve (daqueles que parecem levantar só de soprar), ela usava aquele body provocante. Quantos minutos passariam até que aquela fosse a única peça de roupa no corpo dela?
Num dado momento, Ana levantou pra pegar gelo na cozinha e Ricardo grudou nela, mas sem beijá-la. No ar, dava pra sentir uma tensão deliciosa, cheirava a desejo não contido. Nós três ali sabíamos que era questão de tempo ou de alguém tomar a iniciativa. Continuamos bebendo e aí eu levantei, indo pro banheiro. Esse era o sinal pra Ana. Entrei, fechei a porta e fiquei escutando. O som do rádio se misturava com as vozes dos dois, com alguma risada, com alguma frase que era uma pergunta, mas depois de um instante fez-se o silêncio... só o rádio continuava tocando.
Dava pra imaginar o que tava rolando. Minha respiração começou a acelerar. Esperei mais alguns segundos. Abri a porta sem fazer muito barulho e o que vi foi maravilhoso: Ana, de joelhos na frente dele, engolindo toda a pica do Ricardo, enquanto ele, em completo êxtase, estava largado no sofá, com as mãos revolvendo o cabelo dela. Dava pra ouvir os estalos da boca de Ana, chupando aquilo; a respiração desesperada dela e as mãos, ansiosas, alternando entre as carícias no peito e no pau, levantando ele pra meter a boca toda. Os dois estavam vidrados e sabiam bem, pelo som da porta, que eu tava me deliciando vendo como a puta da minha mulher tava engolindo toda a pica dele.
Fiquei ali, paralisado, contemplando eles. Ana tava mais gostosa do que nunca. Tava entregue de corpo e alma pra dar prazer pro Ricardo. Mesmo com o pau na boca, ela arrumava espaço pra gemer, soltar sons guturais que falavam do apetite dela e da vontade de devorar tudo.
Depois, Ana me contou o que tinha acontecido. acontecido nesse intervalo: Quando me retirei, eles continuaram falando de bobeiras e de repente se viram cara a cara e começaram a se beijar sem freio. As línguas se enroscavam e as mãos dos dois procuravam as zonas sensíveis da outra pessoa. Se separaram por um momento e Ricardo perguntou: "Você me deseja?" E ela, arrebatada, respondeu: "Sim... muito!!", mas antes de terminar a palavra, Ricardo começou a chupar a língua dela com uma ansiedade que não ia parar mais. Ela levou as mãos até o zíper da calça e com habilidade, em segundos, tirou a piroca dele pra fora e se ajoelhou. Ele parou um momento, com a voz trêmula mais pela emoção de tê-la ajoelhada na frente dele do que pela possibilidade de uma cena comigo aparecendo, e disse: "E o Gerardo?"; "Ele quer que você me coma", disse ela antes de enfiar a boca inteira naquela piroca que já tava, ela me disse, esplêndida. Esse argumento, claro, bastou pra Ricardo se deixar levar, sem se importar muito se eu aparecesse de repente.
O que se via e ouvia na sala era maravilhoso. Ana parecia multiplicada numa revista pornô ou num filme XXX. Era como se ela estivesse vendo tudo comigo e curtindo. A língua dela rastejava ao longo da piroca do Ricardo, mordia de leve as bolas dele e passava os lábios e a língua pela parte de baixo do pau, tão sensível ao toque e mais ainda quando a carícia é molhada, gostosa, voraz. O cabelo dela estava bagunçado e as mãos de Ricardo acariciavam e ao mesmo tempo ditavam a força e a profundidade com que Ana tava chupando ele. Ela enfiava com suavidade, fazia dele dela a cada investida, mas também era ela a dona daquele instante. Era ela quem nos tinha enfeitiçados aos dois. E era maravilhoso vê-la. Dava pra imaginar os biquinhos dela bem durinhos. Comecei a me aproximar por trás de Ana. Me ajoelhei e comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos fuçavam entre as curvas dela, apertava ela contra mim e Ela continuava ali, entregue, passando a língua inteira pela glande. Aquilo era uma declaração de desejo. Ana se separou da pica do Ricardo, que tava inchada, molhada... e se virou pra mim, me oferecendo os lábios, todos cheios dos fluidos dos dois, e eu dei um beijo nela, fundo, profundo.
Ricardo se abaixou, ainda sentado, e começou a desabotoar o vestido dela. A gente se levantou enquanto ela continuava me beijando e ficou de frente pra mim. Comecei a tocar o corpo dela, que já era um incêndio, e minhas mãos se encontravam com as do Ricardo, que também beijava ela por trás e já tava tirando o vestido. Assim que o vestido caiu e eu vi o body de renda no corpo dela, todo cheio de tesão, a gente se jogou pra devorar ela com mais vontade. Parecíamos chacais em cima de uma cervinha inocente. "Vamos pra cama...", disse Ana entre suspiros e beijos pra nós dois. Naquele momento, com aquela declaração, o mundo sumiu.
Só dava pra ouvir nossas respirações ofegantes. E no rádio tava tocando uma música de uma cantora inglesa, "Mirrors" da Sally Oldfield. Com essa trilha, a gente chegou no quarto. Ricardo fechou as cortinas pra evitar olhares indiscretos.
Com o body e a cinta-liga ainda vestidos e nós dois pelados (não lembro direito, mas em segundos a gente tirou tudo, enquanto Ana ficava nos acariciando e beijando), Ana se deitou de barriga pra cima na cama. Comecei a beijar ela feito louco e Ricardo começou a beijar a buceta dela, enquanto com as mãos apertava os peitos dela.
Ana só se deixava mimar... E Ricardo dizia pra ela: "Que delícia que você tá, Güereja!!", e enfiava a cara de novo naquela matinha preta e molhada que cheirava doce. Depois de se saciar, Ricardo se levantou e começou a meter a pica, que era comprida e fina, sem cerimônia, sem delicadeza. Ela, que já tava bem molhada, me empurrou de lado e abraçou ele com força, e se beijaram por um tempão, enquanto a cintura do Ricardo trabalhava no máximo que dava. Era o paraíso. Além disso, Ana tinha força em os músculos vaginais dela Ana, de modo que
conseguia agarrar um pau e espremer com uma sensação maravilhosa.
Quase não precisávamos de palavras. Aproximei meu pau da
boca da Ana e ela começou a chupar com uma puta vontade. O Ricardo focou nos
peitos, beijando, mordendo, enquanto ainda estava enfiado nela. Ana grunhia,
enquanto engolia ele inteiro. Como eu estava de pé, na beira da cama,
o Ricardo se afastou, com o peito todo suado, e me disse:
“Prova ela... tá uma delícia”. Então me enfiei nela num 69. Me excitava
a ideia de beijar aquela buceta que já tinha sido tocada antes e que estava
molhadíssima por tantas fontes. Ficamos assim uns segundos porque eu queria
que os três tivéssemos nosso banquete e que não houvesse observador. Me levantei
e o Ricardo, com a Ana ainda de barriga pra cima, começou a meter o pau na boca dela.
Ela parecia uma menina gulosa. Não usava as mãos porque ele as segurava sobre a
cama, de modo que só com a boca ela tinha que achar o jeito ideal pra
engolir aquele pedaço de carne. Joguei as coxas da Ana sobre meus ombros e
comecei a me levantar pra que a buceta e o cu dela ficassem na altura da
minha boca. Aquilo era inacreditável de ver. Me vi por um instante no espelho do
quarto e não posso dizer que era eu ali, mas sim meu desejo mais
intenso e ardente. Comecei a passar minha língua no cuzinho dela e ela,
poucos minutos depois dessa ação, teve um orgasmo enorme. Enfiei minha língua, minha
boca, minha cara inteira naquele triângulo de cabelo crespo e cheiroso. Ana não
podia gritar porque a boca dela estava cheia com a carne do Ricardo, mas os
espasmos do corpo dela eram mais que explícitos. Os três estávamos
banhados de suor. Bom, deixamos ela na cama uns minutos, enquanto
a acariciávamos. O Ricardo disse: “Vira”. Ela obedeceu e ficou de quatro
porque a única coisa que queria era pau e enfiada. E ali estávamos nós dois pra colocar-nos à disposição de vocês
Uma gostosa, com as meias já meio rasgadas em algumas partes. Ricardo ficou atrás dela e começou a meter tudo sem piedade. Ana, por causa do orgasmo recente, estava muito sensível e gozou na hora, não sem gemer e abaixar a cabeça na altura do colchão, enquanto bufava igual uma puta.
Ricardo se afastou, ofegante, e me disse: "Come ela". Eu estava mais que excitado. Ali estava minha parceira, minha mulher, transando como uma louca. Foi fácil penetrá-la, estava completamente molhada e não parecia ter fundo. Ricardo voltou pra sua posição favorita. Levantou o rosto de Ana e ofereceu o pau dele, enorme, com as veias prestes a estourar, e de novo ela, fazendo da boca um caldeirão de luxúria, começou a chupar ele, enquanto ele bagunçava o cabelo dela. Igual na primeira cena. Só que eu estava metendo por trás. Era maravilhoso ver aquilo. Minhas estocadas faziam a bunda dela tremer, que se mexia como ondas, e ali estava o par: ela mamando como a expert que era e ele agora dando as ordens, enquanto eu continuava metendo o pau. O que será que Ana sentia naquele momento?
O difícil era se segurar, porque pra mim e pro Ricardo aquilo era a glória, pelo que víamos, ouvíamos e sentíamos. Depois de um tempo, quase explodindo, eu saí e falei pro Ricardo: "É tua, vai...".
E Ricardo deitou ela de bruços, enfiou no clitóris dela e começou a dar uma metida de quebrar recordes. Não sei quantos minutos ele ficou naquela posição, mas Ana começou a gritar que nem uma louca, a se contorcer, a gemer sem parar. Ricardo não dava espaço pra ela se mexer. Tava em cima dela e metia com raiva e desejo. Ana gritava: "Me dá, me dá... Ricardo, me dá tudo!!!!!"... uma imagem inesquecível são as mãos de Ana, crispadas de tesão, rasgando a colcha, o lençol, o colchão. Aquelas mãos que minutos antes acariciavam dois paus, agora não tinham onde se agarrar e se cravavam. no colchão como se estivesse prestes a cair de um precipício. A cama rangia com as investidas, tudo se mexia contagiado pelo frenesi de Ana e Ricardo. As investidas de Ricardo continuavam e parecia que não ia gozar tão cedo. A cama inteira estava bagunçada e, em cima dela, putona, Ana, com seu corpo flexível, bem lubrificado por tantos fluidos, e Ricardo por cima enfiando a língua no ouvido dela, mordendo a nuca, beijando o pescoço. Ele continuou metendo nela com toda a força. Os dois estavam banhados de suor. Dava pra ver na cara de Ricardo que Ana tinha o pau dele bem preso e que ele tentava não gozar rápido. Ele me disse, então: "BANHA ELA!". Ana ouviu a ordem e, segurando os gemidos, pegou meu pau com a mão direita e começou a dar linguadas que não tinham muita mira porque atrás Ricardo estava alargando toda a buceta dela. O que se via de qualquer ângulo era espetacular. Eu gozei primeiro... e banhei o rosto todo dela. Ela abriu a boca pra engolir o esperma e algumas gotas chegaram na língua dela. Tive que me recostar pelo esforço, ou pelo menos me aproximei da beirada da cama e sentei pra bagunçar o cabelo dela e tocar os peitos, que estavam durinhos. Enquanto isso, Ricardo, o filho da puta, continuava montado nela. O corpo de Ana se agitou, se contorceu e começou com um segundo fôlego a pedir aos gritos que ele enchesse ela. As mãos se enterravam no lençol, e ela uivava: "ME DÁ, ME DÁ, RICARDO, ME DÁ TUDO, ASSIM, SIM.... SIM, SIM, SIM.... Aghhhhhhhhhhh.... SIM, SIM, SIM... Aggyyyyygg, SIM... TUDO, TUDO!!!!!". E afundou a cara nos lençóis, bufando, sentindo um prazer que não dá pra descrever em palavras. E ele, finalmente, gozou dentro dela, se esvaziou.
Nunca Ana tinha transado assim. Demorou minutos pra recuperar o fôlego. Ricardo ficou em cima dela
e se levantou, escorrendo. Imagino que o interior de Ana estava a 100 graus Celsius. Ele saiu do banho, com um roupão vestido e aí começamos a conversar. Ana estava radiante, feliz. Nós dois no meio e ela beijando a gente alternadamente. Falei pro Ricardo que queria fazer um quarteto com a amiga dele que me interessou, mas ele disse pra não acreditar nela. Ela finge que vai pra cama com você e, na hora H, desiste.
Bom, a gente se vestiu, rolou uns beijos entre eles e eu e a Ana estávamos tão excitados que, quando chegamos em casa, fiz sexo oral nela de novo e ela gozou mais uma vez.
Numa quarta-feira de julho, a Ana ligou pro Ricardo e disse pra gente se ver em dois dias, que ele passasse em casa pra nos pegar e daí ir pra casa dele. "Vamos nos divertir", foi o resumo dela.
Embora eu tivesse imaginado várias vezes o prazer que sentiria ao encontrar Ricardo e Ana num 69 intenso no quarto (eu chegava do trampo e ficava só olhando, pra depois pegar a minha parte), comecei a ficar com ciúme e cheio de dúvidas, mas a Ana, surpresa, me disse que se eu tivesse mal, a gente não ia. Na sexta, estávamos em casa. Era quase sete da noite e a Ana tinha vestido um body preto de renda com liga. Bom, só de vê-la e imaginá-la sendo penetrada pela boca e por outras partes, com essa roupa provocante, fiquei tão excitado que fiz sexo oral nela no comedor e ali mesmo falei o que queria ver entre ela e o Ricardo.
Às oito ele chegou... e fomos pra casa dele. Ela ia no meio de nós dois, íamos a pé e os dois a pegávamos na cintura alternadamente, com um gesto aparentemente normal, mas os dedos de ambos já queriam fuçar mais além. É que naquela noite, ela não era minha parceira. Era uma mulher que nós dois desejávamos. Ia nos fazer seus e, ao mesmo tempo, a gente ia possuí-la. Já na casa dele, depois de papear um pouco, Ricardo e ela dançaram umas músicas que tocavam no rádio. Sentados, a Ana, sempre no meio de nós dois, se deixava acariciar as coxas. No começo, com uma timidez que eu não esperava dele, Ricardo só colocou a mão no joelho dela, mas eu, já com uns copos a mais, coloquei a mão da Ana sobre a dele. Ela começou a... Acariciar a mão dela e ela começou a deslizar pela coxa com menos vergonha.
Me queimava a ideia de que, por baixo do vestido leve (daqueles que parecem levantar só de soprar), ela usava aquele body provocante. Quantos minutos passariam até que aquela fosse a única peça de roupa no corpo dela?
Num dado momento, Ana levantou pra pegar gelo na cozinha e Ricardo grudou nela, mas sem beijá-la. No ar, dava pra sentir uma tensão deliciosa, cheirava a desejo não contido. Nós três ali sabíamos que era questão de tempo ou de alguém tomar a iniciativa. Continuamos bebendo e aí eu levantei, indo pro banheiro. Esse era o sinal pra Ana. Entrei, fechei a porta e fiquei escutando. O som do rádio se misturava com as vozes dos dois, com alguma risada, com alguma frase que era uma pergunta, mas depois de um instante fez-se o silêncio... só o rádio continuava tocando.
Dava pra imaginar o que tava rolando. Minha respiração começou a acelerar. Esperei mais alguns segundos. Abri a porta sem fazer muito barulho e o que vi foi maravilhoso: Ana, de joelhos na frente dele, engolindo toda a pica do Ricardo, enquanto ele, em completo êxtase, estava largado no sofá, com as mãos revolvendo o cabelo dela. Dava pra ouvir os estalos da boca de Ana, chupando aquilo; a respiração desesperada dela e as mãos, ansiosas, alternando entre as carícias no peito e no pau, levantando ele pra meter a boca toda. Os dois estavam vidrados e sabiam bem, pelo som da porta, que eu tava me deliciando vendo como a puta da minha mulher tava engolindo toda a pica dele.
Fiquei ali, paralisado, contemplando eles. Ana tava mais gostosa do que nunca. Tava entregue de corpo e alma pra dar prazer pro Ricardo. Mesmo com o pau na boca, ela arrumava espaço pra gemer, soltar sons guturais que falavam do apetite dela e da vontade de devorar tudo.
Depois, Ana me contou o que tinha acontecido. acontecido nesse intervalo: Quando me retirei, eles continuaram falando de bobeiras e de repente se viram cara a cara e começaram a se beijar sem freio. As línguas se enroscavam e as mãos dos dois procuravam as zonas sensíveis da outra pessoa. Se separaram por um momento e Ricardo perguntou: "Você me deseja?" E ela, arrebatada, respondeu: "Sim... muito!!", mas antes de terminar a palavra, Ricardo começou a chupar a língua dela com uma ansiedade que não ia parar mais. Ela levou as mãos até o zíper da calça e com habilidade, em segundos, tirou a piroca dele pra fora e se ajoelhou. Ele parou um momento, com a voz trêmula mais pela emoção de tê-la ajoelhada na frente dele do que pela possibilidade de uma cena comigo aparecendo, e disse: "E o Gerardo?"; "Ele quer que você me coma", disse ela antes de enfiar a boca inteira naquela piroca que já tava, ela me disse, esplêndida. Esse argumento, claro, bastou pra Ricardo se deixar levar, sem se importar muito se eu aparecesse de repente.
O que se via e ouvia na sala era maravilhoso. Ana parecia multiplicada numa revista pornô ou num filme XXX. Era como se ela estivesse vendo tudo comigo e curtindo. A língua dela rastejava ao longo da piroca do Ricardo, mordia de leve as bolas dele e passava os lábios e a língua pela parte de baixo do pau, tão sensível ao toque e mais ainda quando a carícia é molhada, gostosa, voraz. O cabelo dela estava bagunçado e as mãos de Ricardo acariciavam e ao mesmo tempo ditavam a força e a profundidade com que Ana tava chupando ele. Ela enfiava com suavidade, fazia dele dela a cada investida, mas também era ela a dona daquele instante. Era ela quem nos tinha enfeitiçados aos dois. E era maravilhoso vê-la. Dava pra imaginar os biquinhos dela bem durinhos. Comecei a me aproximar por trás de Ana. Me ajoelhei e comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos fuçavam entre as curvas dela, apertava ela contra mim e Ela continuava ali, entregue, passando a língua inteira pela glande. Aquilo era uma declaração de desejo. Ana se separou da pica do Ricardo, que tava inchada, molhada... e se virou pra mim, me oferecendo os lábios, todos cheios dos fluidos dos dois, e eu dei um beijo nela, fundo, profundo.
Ricardo se abaixou, ainda sentado, e começou a desabotoar o vestido dela. A gente se levantou enquanto ela continuava me beijando e ficou de frente pra mim. Comecei a tocar o corpo dela, que já era um incêndio, e minhas mãos se encontravam com as do Ricardo, que também beijava ela por trás e já tava tirando o vestido. Assim que o vestido caiu e eu vi o body de renda no corpo dela, todo cheio de tesão, a gente se jogou pra devorar ela com mais vontade. Parecíamos chacais em cima de uma cervinha inocente. "Vamos pra cama...", disse Ana entre suspiros e beijos pra nós dois. Naquele momento, com aquela declaração, o mundo sumiu.
Só dava pra ouvir nossas respirações ofegantes. E no rádio tava tocando uma música de uma cantora inglesa, "Mirrors" da Sally Oldfield. Com essa trilha, a gente chegou no quarto. Ricardo fechou as cortinas pra evitar olhares indiscretos.
Com o body e a cinta-liga ainda vestidos e nós dois pelados (não lembro direito, mas em segundos a gente tirou tudo, enquanto Ana ficava nos acariciando e beijando), Ana se deitou de barriga pra cima na cama. Comecei a beijar ela feito louco e Ricardo começou a beijar a buceta dela, enquanto com as mãos apertava os peitos dela.
Ana só se deixava mimar... E Ricardo dizia pra ela: "Que delícia que você tá, Güereja!!", e enfiava a cara de novo naquela matinha preta e molhada que cheirava doce. Depois de se saciar, Ricardo se levantou e começou a meter a pica, que era comprida e fina, sem cerimônia, sem delicadeza. Ela, que já tava bem molhada, me empurrou de lado e abraçou ele com força, e se beijaram por um tempão, enquanto a cintura do Ricardo trabalhava no máximo que dava. Era o paraíso. Além disso, Ana tinha força em os músculos vaginais dela Ana, de modo que
conseguia agarrar um pau e espremer com uma sensação maravilhosa.
Quase não precisávamos de palavras. Aproximei meu pau da
boca da Ana e ela começou a chupar com uma puta vontade. O Ricardo focou nos
peitos, beijando, mordendo, enquanto ainda estava enfiado nela. Ana grunhia,
enquanto engolia ele inteiro. Como eu estava de pé, na beira da cama,
o Ricardo se afastou, com o peito todo suado, e me disse:
“Prova ela... tá uma delícia”. Então me enfiei nela num 69. Me excitava
a ideia de beijar aquela buceta que já tinha sido tocada antes e que estava
molhadíssima por tantas fontes. Ficamos assim uns segundos porque eu queria
que os três tivéssemos nosso banquete e que não houvesse observador. Me levantei
e o Ricardo, com a Ana ainda de barriga pra cima, começou a meter o pau na boca dela.
Ela parecia uma menina gulosa. Não usava as mãos porque ele as segurava sobre a
cama, de modo que só com a boca ela tinha que achar o jeito ideal pra
engolir aquele pedaço de carne. Joguei as coxas da Ana sobre meus ombros e
comecei a me levantar pra que a buceta e o cu dela ficassem na altura da
minha boca. Aquilo era inacreditável de ver. Me vi por um instante no espelho do
quarto e não posso dizer que era eu ali, mas sim meu desejo mais
intenso e ardente. Comecei a passar minha língua no cuzinho dela e ela,
poucos minutos depois dessa ação, teve um orgasmo enorme. Enfiei minha língua, minha
boca, minha cara inteira naquele triângulo de cabelo crespo e cheiroso. Ana não
podia gritar porque a boca dela estava cheia com a carne do Ricardo, mas os
espasmos do corpo dela eram mais que explícitos. Os três estávamos
banhados de suor. Bom, deixamos ela na cama uns minutos, enquanto
a acariciávamos. O Ricardo disse: “Vira”. Ela obedeceu e ficou de quatro
porque a única coisa que queria era pau e enfiada. E ali estávamos nós dois pra colocar-nos à disposição de vocês
Uma gostosa, com as meias já meio rasgadas em algumas partes. Ricardo ficou atrás dela e começou a meter tudo sem piedade. Ana, por causa do orgasmo recente, estava muito sensível e gozou na hora, não sem gemer e abaixar a cabeça na altura do colchão, enquanto bufava igual uma puta.
Ricardo se afastou, ofegante, e me disse: "Come ela". Eu estava mais que excitado. Ali estava minha parceira, minha mulher, transando como uma louca. Foi fácil penetrá-la, estava completamente molhada e não parecia ter fundo. Ricardo voltou pra sua posição favorita. Levantou o rosto de Ana e ofereceu o pau dele, enorme, com as veias prestes a estourar, e de novo ela, fazendo da boca um caldeirão de luxúria, começou a chupar ele, enquanto ele bagunçava o cabelo dela. Igual na primeira cena. Só que eu estava metendo por trás. Era maravilhoso ver aquilo. Minhas estocadas faziam a bunda dela tremer, que se mexia como ondas, e ali estava o par: ela mamando como a expert que era e ele agora dando as ordens, enquanto eu continuava metendo o pau. O que será que Ana sentia naquele momento?
O difícil era se segurar, porque pra mim e pro Ricardo aquilo era a glória, pelo que víamos, ouvíamos e sentíamos. Depois de um tempo, quase explodindo, eu saí e falei pro Ricardo: "É tua, vai...".
E Ricardo deitou ela de bruços, enfiou no clitóris dela e começou a dar uma metida de quebrar recordes. Não sei quantos minutos ele ficou naquela posição, mas Ana começou a gritar que nem uma louca, a se contorcer, a gemer sem parar. Ricardo não dava espaço pra ela se mexer. Tava em cima dela e metia com raiva e desejo. Ana gritava: "Me dá, me dá... Ricardo, me dá tudo!!!!!"... uma imagem inesquecível são as mãos de Ana, crispadas de tesão, rasgando a colcha, o lençol, o colchão. Aquelas mãos que minutos antes acariciavam dois paus, agora não tinham onde se agarrar e se cravavam. no colchão como se estivesse prestes a cair de um precipício. A cama rangia com as investidas, tudo se mexia contagiado pelo frenesi de Ana e Ricardo. As investidas de Ricardo continuavam e parecia que não ia gozar tão cedo. A cama inteira estava bagunçada e, em cima dela, putona, Ana, com seu corpo flexível, bem lubrificado por tantos fluidos, e Ricardo por cima enfiando a língua no ouvido dela, mordendo a nuca, beijando o pescoço. Ele continuou metendo nela com toda a força. Os dois estavam banhados de suor. Dava pra ver na cara de Ricardo que Ana tinha o pau dele bem preso e que ele tentava não gozar rápido. Ele me disse, então: "BANHA ELA!". Ana ouviu a ordem e, segurando os gemidos, pegou meu pau com a mão direita e começou a dar linguadas que não tinham muita mira porque atrás Ricardo estava alargando toda a buceta dela. O que se via de qualquer ângulo era espetacular. Eu gozei primeiro... e banhei o rosto todo dela. Ela abriu a boca pra engolir o esperma e algumas gotas chegaram na língua dela. Tive que me recostar pelo esforço, ou pelo menos me aproximei da beirada da cama e sentei pra bagunçar o cabelo dela e tocar os peitos, que estavam durinhos. Enquanto isso, Ricardo, o filho da puta, continuava montado nela. O corpo de Ana se agitou, se contorceu e começou com um segundo fôlego a pedir aos gritos que ele enchesse ela. As mãos se enterravam no lençol, e ela uivava: "ME DÁ, ME DÁ, RICARDO, ME DÁ TUDO, ASSIM, SIM.... SIM, SIM, SIM.... Aghhhhhhhhhhh.... SIM, SIM, SIM... Aggyyyyygg, SIM... TUDO, TUDO!!!!!". E afundou a cara nos lençóis, bufando, sentindo um prazer que não dá pra descrever em palavras. E ele, finalmente, gozou dentro dela, se esvaziou.
Nunca Ana tinha transado assim. Demorou minutos pra recuperar o fôlego. Ricardo ficou em cima dela
e se levantou, escorrendo. Imagino que o interior de Ana estava a 100 graus Celsius. Ele saiu do banho, com um roupão vestido e aí começamos a conversar. Ana estava radiante, feliz. Nós dois no meio e ela beijando a gente alternadamente. Falei pro Ricardo que queria fazer um quarteto com a amiga dele que me interessou, mas ele disse pra não acreditar nela. Ela finge que vai pra cama com você e, na hora H, desiste.
Bom, a gente se vestiu, rolou uns beijos entre eles e eu e a Ana estávamos tão excitados que, quando chegamos em casa, fiz sexo oral nela de novo e ela gozou mais uma vez.
0 comentários - 3 na Cama