Reconheço que dessa vez tive sorte. Minha prima, dois anos mais nova que eu, disse que ia vir passar uns dias, mas meus pais estavam de férias e eu não fui porque precisava estudar. Contei pra minha prima e ela entendeu, mas contou pros meus pais e eles disseram que ela podia me fazer companhia (valeu!). No dia seguinte, ela chegou. Ela mora em outra cidade e costuma vir visitar nas férias, mas fazia dois anos que a gente não se via, só por videochamada. Levei ela pro quarto de hóspedes, mas ela disse que era melhor dormir no meu quarto, já que tinha a cama de baixo, aquela que desliza pra debaixo da cama principal. Enfim, o caso é que ela dormiu na cama de hóspedes do lado da minha. Na manhã seguinte, acordei primeiro e vi ela deitada no colchão de camisola, sem sutiã porque dava pra ver bem os peitos dela. A camisola estava um pouco levantada, deixando a buceta dela à mostra. Não consegui evitar me aproximar, a ppk dela depilada, parecia novinha, rosada, dava vontade de meter até deixar vermelho. Mas não, não cheguei a tocar, só levantei e fui preparar o café. Daí a pouco ela sai de camisola, ainda sem sutiã, e não sei se tava de calcinha fio dental ou não.
-Oi, Dani-
-Oi Mati, como você dormiu ontem à noite?
—Muito bem, tava precisando dormir fora de casa.
—Isso por quê?
-É que lá quase não tenho privacidade-
-Mas aqui também não, porque você dormiu no meu quarto.
—Mas é que se eu ficar pelada lá, meu irmão ou meu pai podem entrar, porque eles nunca batem na porta, só entram.
-Então dormiu pelada aqui?
—Mais ou menos isso, só tô usando essa camisola.
-Sério?
-Sim, olha só-
Disse isso e levantou a camisola, consegui ver a buceta dela e o umbigo, era toda lisinha, um pouco gordinha, assim que eu gosto, não tão gorda, só o suficiente.
—Mas você prefere que eu te veja ou que seu irmão ou seu pai te vejam?
-Os privilégios de ser primos, primos nunca se traem, ou será que sim?
-Não, de jeito nenhum-
—E aí?... não vai me dizer nada?
—Do que você tá falando?
- Então me diz como é que eu tô
—Tá muito gostosa.
— Não te acho gorda, não?
—Eu gosto das gordinhas, nada exagerado, você tá bem gostosa.
-Sério? Nunca tinham me falado isso, por ser gorda me chamam de feia e essas coisas, por isso tenho que me masturbar.
—Mas o que você tá dizendo? Você é muito gostosa, tá gordinha, não sabe o que eu daria pra ter uma mulher como você.
-Ai! também não zoa-
—Não, Mati, não tô zoando, é sério, eu queria uma mulher assim, com uma boa carne.
—Ah, para com isso que eu já tô ficando toda molhadinha.
Cheguei perto dela e coloquei uma mão nas costas dela e a outra no rosto dela.
—Nunca transou?
—Não — sussurrou com medo.
—E se a gente fizer?
—Mas somos primos.
—E estamos sozinhos, sem ninguém pra encher o saco.
Dei um beijo nela e ela cedeu, desci minha mão até a bunda dela, que era bem redonda e macia, a outra mão agarrou os peitos dela e depois tirei toda a camisola. Fomos pro meu quarto e nos jogamos na cama, ela toda pelada e eu de pijama, meu pau tava duro e dava pra ver pelo short porque eu dormia sem cueca, aí ela se surpreendeu.
-Ô! E se doer?
—Não vou te maltratar, Mati.
—Deixa eu tocar.
Tirei a pica pra fora e aproximei do rosto dela, ela pegou com as mãos.
-Uau! Tá durona pra caralho, e quente-
—Não tá nervosa?
-Bom, ontem à noite sim, mas dei uma olhadinha em você enquanto dormia, e parecia pequena, mas agora é o contrário, e quero fazer isso.
-Ah é? E se fosse eu quem tivesse te inspecionado?
—Sei lá, eu teria fingido que tava dormindo.
Me masturbei por uns segundos e depois ela pediu pra eu penetrar ela pela buceta, eu ajustei meu pau e ela tremeu, comecei a meter devagar e entre cada gemido de dor e prazer, com um pouco de sangue nos lençóis, consegui entrar naquela pussy virgem, uma delícia estrear aquela pussy bem acolchoada, quente, ensopada. Dei um beijo nela enquanto tirava.
—E aí, como é que tá?
-Auu! Dói um pouquinho, mas acho que me acostumo, vai de novo devagar.
Enfiei de novo e, dessa vez, ela apoiou as mãos nas minhas costas. Comecei a bombear devagar até ficar mais fácil. Ela gemia e gemia, eu grunhia de prazer, pensando: como é que isso aconteceu, sem tanto preâmbulo? Bombei por uns 5 minutos até ela gozar na minha cama. Agora sim, ela gemia com gosto, a casa inteira cheia dos gritos dela. Ela se acalmou um pouco e eu continuei meu trabalho, queria terminar com ela, até banhá-la com meu gozo. Virei ela, coloquei de quatro e enfiei sem avisar naquela buceta bem molhada. AHHH!, ela gemeu, mas eu continuei, só se ouviam os gritos dela, meus gemidos e o som da bunda dela batendo em mim. Assim foram uns 30 minutos, ela já tinha gozado umas três vezes e, em algumas, vi ela revirar os olhos e se jogar, mas eu segurava ela pela cintura pra não perder o ritmo. Ia gozar e tirei meu pau, esporrei tudo na bunda dela. Ela se jogou na cama, eu por cima, com meu pau entre as nádegas dela, quase dormindo, ela ainda gemia e eu beijava o pescoço e a orelha dela, sussurrando coisas.
—Que delícia, Mati, você tá muito gostosa.
Sim, foi muito gostoso, você me comeu igual um animal.
—Só foi vaginal, mas se quiser que eu te coma igual um bicho, tem que me dar essa bunda.
Não, por aí dói mais, mas valeu por me dar isso, parceiro.
—Te daria quantas vezes você quisesse.
-Que bom, pelo menos alguém repara no meu corpo como algo sexual-
Ela se virou um pouco e me beijou na boca, depois tomamos banho juntos. Enquanto nos lavávamos, ficávamos nos tocando, eu mordia os bicos dos peitos dela e lambia ela toda, aí pedi um boquete e ela, de boa, se ajoelhou e enfiou meu pau na boca dela. Não foi lá essas coisas, porque arranhava com os dentes, mas mesmo assim era iniciante e, apesar de me dar umas mordidas, mandou muito bem. Depois de um tempo, a gente tomou café da manhã e deitamos pra nos pegar mais, com o tesão que tava rolando.
-Oi, Dani-
-Oi Mati, como você dormiu ontem à noite?
—Muito bem, tava precisando dormir fora de casa.
—Isso por quê?
-É que lá quase não tenho privacidade-
-Mas aqui também não, porque você dormiu no meu quarto.
—Mas é que se eu ficar pelada lá, meu irmão ou meu pai podem entrar, porque eles nunca batem na porta, só entram.
-Então dormiu pelada aqui?
—Mais ou menos isso, só tô usando essa camisola.
-Sério?
-Sim, olha só-
Disse isso e levantou a camisola, consegui ver a buceta dela e o umbigo, era toda lisinha, um pouco gordinha, assim que eu gosto, não tão gorda, só o suficiente.
—Mas você prefere que eu te veja ou que seu irmão ou seu pai te vejam?
-Os privilégios de ser primos, primos nunca se traem, ou será que sim?
-Não, de jeito nenhum-
—E aí?... não vai me dizer nada?
—Do que você tá falando?
- Então me diz como é que eu tô
—Tá muito gostosa.
— Não te acho gorda, não?
—Eu gosto das gordinhas, nada exagerado, você tá bem gostosa.
-Sério? Nunca tinham me falado isso, por ser gorda me chamam de feia e essas coisas, por isso tenho que me masturbar.
—Mas o que você tá dizendo? Você é muito gostosa, tá gordinha, não sabe o que eu daria pra ter uma mulher como você.
-Ai! também não zoa-
—Não, Mati, não tô zoando, é sério, eu queria uma mulher assim, com uma boa carne.
—Ah, para com isso que eu já tô ficando toda molhadinha.
Cheguei perto dela e coloquei uma mão nas costas dela e a outra no rosto dela.
—Nunca transou?
—Não — sussurrou com medo.
—E se a gente fizer?
—Mas somos primos.
—E estamos sozinhos, sem ninguém pra encher o saco.
Dei um beijo nela e ela cedeu, desci minha mão até a bunda dela, que era bem redonda e macia, a outra mão agarrou os peitos dela e depois tirei toda a camisola. Fomos pro meu quarto e nos jogamos na cama, ela toda pelada e eu de pijama, meu pau tava duro e dava pra ver pelo short porque eu dormia sem cueca, aí ela se surpreendeu.
-Ô! E se doer?
—Não vou te maltratar, Mati.
—Deixa eu tocar.
Tirei a pica pra fora e aproximei do rosto dela, ela pegou com as mãos.
-Uau! Tá durona pra caralho, e quente-
—Não tá nervosa?
-Bom, ontem à noite sim, mas dei uma olhadinha em você enquanto dormia, e parecia pequena, mas agora é o contrário, e quero fazer isso.
-Ah é? E se fosse eu quem tivesse te inspecionado?
—Sei lá, eu teria fingido que tava dormindo.
Me masturbei por uns segundos e depois ela pediu pra eu penetrar ela pela buceta, eu ajustei meu pau e ela tremeu, comecei a meter devagar e entre cada gemido de dor e prazer, com um pouco de sangue nos lençóis, consegui entrar naquela pussy virgem, uma delícia estrear aquela pussy bem acolchoada, quente, ensopada. Dei um beijo nela enquanto tirava.
—E aí, como é que tá?
-Auu! Dói um pouquinho, mas acho que me acostumo, vai de novo devagar.
Enfiei de novo e, dessa vez, ela apoiou as mãos nas minhas costas. Comecei a bombear devagar até ficar mais fácil. Ela gemia e gemia, eu grunhia de prazer, pensando: como é que isso aconteceu, sem tanto preâmbulo? Bombei por uns 5 minutos até ela gozar na minha cama. Agora sim, ela gemia com gosto, a casa inteira cheia dos gritos dela. Ela se acalmou um pouco e eu continuei meu trabalho, queria terminar com ela, até banhá-la com meu gozo. Virei ela, coloquei de quatro e enfiei sem avisar naquela buceta bem molhada. AHHH!, ela gemeu, mas eu continuei, só se ouviam os gritos dela, meus gemidos e o som da bunda dela batendo em mim. Assim foram uns 30 minutos, ela já tinha gozado umas três vezes e, em algumas, vi ela revirar os olhos e se jogar, mas eu segurava ela pela cintura pra não perder o ritmo. Ia gozar e tirei meu pau, esporrei tudo na bunda dela. Ela se jogou na cama, eu por cima, com meu pau entre as nádegas dela, quase dormindo, ela ainda gemia e eu beijava o pescoço e a orelha dela, sussurrando coisas.
—Que delícia, Mati, você tá muito gostosa.
Sim, foi muito gostoso, você me comeu igual um animal.
—Só foi vaginal, mas se quiser que eu te coma igual um bicho, tem que me dar essa bunda.
Não, por aí dói mais, mas valeu por me dar isso, parceiro.
—Te daria quantas vezes você quisesse.
-Que bom, pelo menos alguém repara no meu corpo como algo sexual-
Ela se virou um pouco e me beijou na boca, depois tomamos banho juntos. Enquanto nos lavávamos, ficávamos nos tocando, eu mordia os bicos dos peitos dela e lambia ela toda, aí pedi um boquete e ela, de boa, se ajoelhou e enfiou meu pau na boca dela. Não foi lá essas coisas, porque arranhava com os dentes, mas mesmo assim era iniciante e, apesar de me dar umas mordidas, mandou muito bem. Depois de um tempo, a gente tomou café da manhã e deitamos pra nos pegar mais, com o tesão que tava rolando.
3 comentários - Perdendo a virgindade da prima Matilde
saludos
gracias por compartir 😀