Dominada por el padre de un alumno 3

Preceptora 3

Recomendo Ler "Nas mãos do pai de um aluno Parte 1 e 2"

Quando cheguei em casa, mal conseguia andar, aquele gordo imundo tinha sido muito bruto, pensei. Enchi a banheira e entrei pra descansar.

Às vezes lembrava do que tinha feito naquela tarde e sentia nojo, mas ao mesmo tempo uma alegria ou outra emoção, uma loucura, pensei.

Depois fui dormir muito cansada. No outro dia, fui trabalhar como sempre, ignorei totalmente o Ariel, morria de vergonha que ele soubesse de algo ou tivesse descoberto alguma coisa.

O cansaço era incrível e a buceta doía muito. Tentei disfarçar, mas minha cara estava terrível. Enquanto tomava um café, minha amiga Vivi apareceu e disse:

V — Que carinha é essa, amiga? Dormimos mal ontem à noite? — E riu.

S — Não, não é isso… só estou cansada.

V — Não me diga que você foi pra festa numa segunda-feira?! — E me olhou maliciosamente.

S — Quem dera! — Respondi entre risadas.

E então ela foi embora. O melhor era não contar pra ela, ela teria me xingado muito pelo que fiz, pensei.

A semana passou bem tranquila. Evitei o Ariel o tempo todo, mas na quinta-feira me chamaram na sala dele. Era minha amiga Viviana que estava dando aula.

Assim que cheguei, a Vivi estava com o Ariel de um lado e outro colega do outro.

V — Sandra, leva esses dois e dá uma suspensão neles! — Disse ela, muito brava.

S — Tá bom. — Falei.

E levei os dois alunos. Quando estava saindo, a Vivi disse:

V — Ah!! E manda chamar os pais dos dois, quero eles aqui amanhã sem falta!!

Eu fiquei gelada. Pensei que o Júlio (pai do Ariel) viria pra escola, fiquei com vergonha na mesma hora, mas depois lembrei que ele não ia aparecer, não dava importância pro filho na escola.

Depois de suspender os dois por uma briga na aula, liguei pras duas casas. Obviamente, na primeira foi sem problemas, mas na do Ariel ninguém atendeu. Então, depois que o dia terminou, decidi ir até a casa dele. Não sei se por burrice ou por curiosidade, mas fui. Chegando na casa do Ariel, o Júlio abriu a porta. Ele tava sem camisa e com um short de futebol. Quando me viu, falou:

J- Oi, gostosinha, como é que tá essa buceta depois de ontem?

Tentei ignorar e resumi em poucas palavras a situação, dizendo que era preciso que ele ou a esposa dele viessem (fazendo questão de enfatizar a esposa) no dia seguinte na escola depois das aulas.

Ele me olhou com uma cara de arrogante e disse:

J- Você veio por causa disso, ou porque quer mais pica?!

Eu não respondi, só olhei pra baixo. Então ele falou:

J- Agora não dá, mas beleza, amanhã tô na escola. Mas pode se preparar, porque vou cobrar caro, e bem!

Eu, idiota, sorri, e voltei pro meu carro. Assim que entrei, fiquei olhando pra ele — o desgraçado já tava duro, dava pra ver o volume marcado no short. Ele sorria com aquela cara de metido e mandou um beijo pra mim.

No dia seguinte, cheguei na escola cedo. Tava usando uma calça social cinza claro justa, salto médio e uma regata branca porque tava muito calor. Enquanto preparava o café na sala dos professores, a porta abriu e apareceu minha amiga Vivi.

Olhei pra ela por um minuto: ela vinha com uns saltos altos, jeans claro bem justo que marcava cada curva, e uma regata rosa meio decotada. Tava uma delícia. Depois de nos cumprimentar, ela falou:

V- Sandri, conseguiu resolver a parada desses meninos?

S- É... é... a reunião de pais? Respondi hesitante.

V- Sim, conseguiu falar com os pais daqueles garotos?

S- Ah! Sim, fica tranquila, eles vêm às 12.

Depois ficamos conversando sobre vários assuntos sem importância. A manhã passou rápido e perto do meio-dia chegaram os dois pais. Fiquei gelada quando vi o Júlio chegar.

Quando chegou perto de mim, me deu um beijo na bochecha e sussurrou no meu ouvido:

J- Me espera na saída.

Olhei pra ele e não falei nada, só fiz eles me acompanharem até a sala da minha amiga Viviana, que era quem ia fazer a reunião.

Fiquei Esperando, não sei se por burra, ingênua ou por tesão, era uma mistura das três coisas. Quando saí, vi que o Júlio vinha me olhando e já vinha de pau duro, com um volume bem marcado.

Saímos como se nada fosse, quase não tinha gente naquela hora e ele entrou no meu carro. Eu estava entrando quando ouço uma voz atrás. Quando me virei, era a Vivi. Ela me olhou, olhou pro Júlio, desviou o olhar e só falou:

V — Nada, nada, depois a gente fala, Sandri. E foi embora me olhando de canto.

Entrei no carro sabendo que era algo sobre o Júlio, mas não tive muito tempo pra pensar. Ele pegou na minha mão e colocou em cima do volume dele e disse:

J — Tô muito tarado, gata, sua amiga tem uma bunda enorme e gostosa pra caralho!

Olhei pra ele com desprezo e falei:

S — Quer que te leve pra casa?

J — Hahaha, vamos pro motel do careca, gata, hoje eu pago, mas bora logo!

Dirigi até aquele pousada de quinta categoria como uma zumbi. O Júlio, nos semáforos, aproveitava pra apalpar meus peitos ou fazer eu esfregar o pau dele por cima da calça.

Quando chegamos, como sempre, o careca me olhou com aquela cara de tarado e o Júlio pediu o de sempre.

Assim que entramos, ele me fez passar na frente dele, aí ficou atrás de mim e começou a apalpar meus peitos, fazendo eles aparecerem por cima do decote da minha blusa.

Mesmo sendo um nojento, o Júlio tinha alguma coisa que me acendia e eu comecei a ficar com tesão.

Ele me apalpava por trás e eu sentia o volume dele esfregando na minha bunda. Instintivamente, eu parei um pouco e comecei a esfregar o pau dele, enquanto ele começou a beijar meu pescoço.

De repente, ele me soltou e disse:

J — Gostosa, tira toda a roupa e senta peladinha naquele sofá!

De má vontade, comecei a tirar a roupa que tava vestindo, até ficar completamente pelada.

O Júlio só me olhava, aí disse:

J — Vai, gata, toca pra mim, quero ver você se tocar!

Fiquei parada por um minuto, já tinha feito isso, mas não era comum. Aí desci a mão e comecei a passar os dedos sobre os lábios da minha vulva, por um bom tempo ele ficou me observando sem dizer nem fazer nada, só me encarando fixo o tempo todo.
Isso foi um bom tempo até que Júlio foi se aproximando de mim, e sem dizer uma palavra, abriu o zíper da calça dele, mas quando tirou aquela rola grossa e dura.

J—Vamos, putinha, chupa! — ele disse num tom imperativo.

Eu coloquei minha boca na rola dele e, de forma totalmente mecânica, comecei a passar minha língua pela glande enquanto olhava pra ele, mas ele segurou meu cabelo com força e enfiou a ponta na minha boca, não tive escolha a não ser satisfazê-lo, engolindo boa parte da rola dele.

Segurando meu cabelo, ele começou um movimento pélvico contra mim, como se estivesse fodendo minha boca. Eu só olhava pra ele e mantinha a boca o mais aberta possível enquanto ele me usava do jeito que queria.

De repente, ele parou e me fez ficar de pé, enquanto ele se sentava no sofá. Depois me puxou, segurando minha cintura, e depois de colocar a rola dele na minha buceta já molhada, me sentou na rola dele, dizendo:

J—Vamos, Sandrita, cavalga gostoso em mim!

Olhei pra ele com ódio, mas contrariada comecei a me mexer em cima dele, sentia aquela rola grossa me atravessando e preenchendo cada canto do meu ser, era algo incrível sentir ela lá dentro. Mas quando eu olhava pra baixo e via o Júlio sorrindo com aqueles dentes amarelos nojentos, me dava uma mistura de nojo, ódio e tesão ao mesmo tempo.

Uma das mãos dele apertava meu peito com força e ele sorria de forma vil, enquanto dizia:

J—Vaiii, issooo, mexeee, mexe!!!

Depois a outra mão dele foi pras minhas nádegas e apertava com força enquanto me encarava fixo, de um jeito que cada vez mais meu tesão subia e eu começava a curtir. Aos poucos fui ficando realmente excitada, a ponto de começar a aproveitar o momento por completo. E o orgasmo veio.

S—Aaaiiiii, aiii, aiiiiiiii simmm, assim!!! Aaiiiiiii!!!

Não conseguia segurar meus gemidos, só fechei os olhos e continuei montando até gozar completamente. Quando terminei, me deitei sobre a barriga. de julho e fiquei respirando ofegante, esperando me recompor do orgasmo que acabava de ter.

Não conseguia recuperar o fôlego, quando de repente o Julio me tira de cima dele e tenta me colocar de bruços no sofá, dizendo:

J — Que delícia, Sandri, agora vamos pro cuzinho que eu adoro!!

Eu, toda ofegante, só falei:

S — Nãooo, pelo amor, Julio, não aguento mais, outro dia!!

J — Quem manda aqui sou eu!! — ele falou num tom autoritário.

Nisso, o telefone do quarto começa a tocar. Era pra avisar que o horário tinha acabado, por mais que o Julio tenha discutido pra ficar mais tempo, não conseguiu.

Então ele voltou pra perto de mim, me pegou pelo cabelo e colocou meu rosto na altura do pau dele, dizendo:

J — Hoje você escapou porque não temos tempo, mas preciso arrombar um cu!!

Depois, começou a se masturbar num ritmo violento na minha cara, enquanto me segurava firme pelo cabelo e começou a gozar de um jeito brutal. Fechei os olhos e senti aquilo caindo em mim, parecia que estava fervendo, ele gritou e gemeu até que, depois de despejar uma porrada de líquido, me soltou e foi se vestir.

Ele se trocava enquanto eu continuava largada no sofá com o gozo dele no meu rosto, sem ele me dirigir uma palavra. Nisso, o telefone tocou de novo. Era pra gente sair dali, sem desculpa.

Corri pro banheiro, me lavei rapidinho e me vesti como deu, saindo na pressa.

Na hora de pagar, parei o carro e o Julio me passou o dinheiro. O careca me olhava com aquele sorriso de filho da puta e, antes de irmos, falou:

C — Gostosa, deixaram um presentinho no seu cabelo, olha só!

Levei a mão pro lado, toquei no gozo do Julio, fiquei vermelha e só acelerei pra sumir da vista daquele careca.

No caminho pra casa dele, o Julio nem me olhava, e isso me irritava pra caralho, mas o que eu podia fazer… chegamos e ele se despediu como se nada tivesse acontecido.

Voltei pra minha casa estranha, com uma sensação incrível de prazer, tesão e vergonha. Sem dúvida, o Julio era um filho da puta. aproveitador, mas sabia usar muito bem seus dotes.

Tava tão cansada que nem tomei banho, assim com o suor seco como tava, desmaiei na minha cama.

No outro dia, minhas pernas tremiam de cansaço.

Tentei disfarçar as olheiras com maquiagem, mas era quase impossível. Enquanto tomava um café no último intervalo antes de sair do trabalho, encontrei minha amiga Vivi, que vinha dar uma aula do último módulo.

V—Ei, amiga, como cê tá!?

S—Bem, aqui tomando um cafezinho! Respondi.

V—Que carinha de virada que a gente tem hoje?! Falou num tom safado.

Na hora, não sabia o que fazer, fiquei meio vermelha, mas não dava mais pra guardar aquilo, ninguém sabia e era algo que me corroía por dentro.

S—É que sim, amiga, tive uma saidinha, tô numa fase, mas não quero que ninguém saiba.

V—Aaaahhh!! Tava escondendo isso de mim também!? Isso não se faz!! Quem é?! Eu conheço?!

S—Tenho vergonha de falar, você tem que prometer que não vai me xingar!!

Viviana me olhou com uma cara de confusão e depois disse:

V—Prometo! Fala logo, quem é!? É bonito? Tem grana?!

Baixei os olhos de vergonha e, quase sussurrando, falei:

S—É o Júlio, o pai do Ariel.

A cara dela ficou perplexa, me encarou com os olhos claros e uma expressão séria, então disse:

V—É piada, né!?

S—Não, é sério. Falei num tom baixo.

V—Mas como? Com aquele cara?!

S—É uma longa história, você não ia entender. Falei.

V—Mas amiga!! Eu também tô há muito tempo sem nada, mas não pra cair com um cara desses! O que cê viu nele?!

S—Tenho vergonha de te contar, mas ele guarda muito bem o encanto dele, e sabe como lidar com uma mulher.

V—Ahhh, não!! Cê é o fim do poço!! Tudo por causa disso?! É tão grande assim?!

O tom dela não me agradou nada e começou a me irritar, senti que falou com uma certa inveja, então respondi:

S—Sim, bem grande, e daí?! Se quiser, tiro uma foto e te mostro!! Ou talvez ele não tenha reparado numa loira como você e dessa vez escolheu uma uma morena como eu, o que tem? V - Bom, não fica brava, só estava perguntando, Sandra. Você me chama a atenção. S - Bom, ela tem o valor dela. E mesmo que você tenha nojo do cara e ele seja um pobre coitado, ele sabe usar ela e, pra piorar, tá louco pela sua bunda, porque quando a gente terminou ele me falou. Viviana ficou paralisada me olhando, aí me disse: V - Você e ele são dois loucos! Melhor eu ir embora, não quero continuar ouvindo besteira. Depois ela se virou e foi embora rapidinho. A semana passou sem sustos, não tive nenhum contato com Júlio nem com Viviana, que continuava emburrada comigo. Naquela altura, já tava pouco me lixando, também não era tão amiga dela assim. Chegou quarta-feira e na hora da saída teve uma confusão danada que acabou em xingamentos e numa briga de vários meninos da turma do Ariel, com ele na liderança, contra outros. Foi um desastre: soco, chute e empurrão. Então no dia seguinte, logo cedo, teve reunião com a diretora e comigo. Convocaram os pais para uma reunião na sexta-feira no final do expediente e de quebra iam ver também questões de rendimento acadêmico, etc. A gente se cruzou com a Viviana na sala dos professores, mas ela me cumprimentou bem friamente. Continuava brava e isso já tava me irritando, então ignorei. Na quinta, enquanto tomava um café, a diretora da escola se aproximou e disse que eu tinha que estar na reunião de pais de sexta-feira, custe o que custar. Quando chegou sexta, eram 19h, horário marcado. Não tinha mais ninguém na escola, só a zeladora que morava no bairro, então era comum ela deixar as chaves com alguém e a gente levar depois na casa dela. Naquele dia eu tava usando uma calça social preta meio justa, sapato com plataforma e uma regata branca, nada demais. Aos poucos os pais foram chegando até que apareceu o Júlio. De longe dava pra ver que ele vinha com um sorriso ao me ver. Chegou perto, me deu um beijo na bochecha — algo que nenhum dos outros pais tinha feito — e falou no meu ouvido: J - A A saída disso, vamos dar uma voltinha?
Eu só sorri timidamente e mandei ele entrar.
Acho que já tinham entrado todos, quando ouço um Toc! Toc! Toc! Viro e vejo aparecer minha amiga Viviana. Com o cabelo loiro comprido e liso, uma camisa branca bem transparente, bem pequena ou justa, que deixava o sutiã aparecendo, e uma calça jeans clara bem apertada, além de uns saltos de pelo menos 8 cm de plataforma que faziam aquele barulho ao andar. Fiquei olhando pra ela, e ela veio me cumprimentar um pouco melhor que nos dias anteriores, e entramos no curso pra dar a palestra.

Ficamos as duas perto da porta enquanto a diretora falava sobre os problemas de disciplina. Júlio estava sentado no primeiro banco, quase do lado dela, de frente pro quadro, e me olhava insistentemente. Às vezes até me dava uma piscada que me deixava muito nervosa.

Depois da palestra da diretora, era a vez da Viviana. Assim que ela andou até o meio da sala, notei que todos os pais acordaram e começaram a prestar atenção. Júlio parou de me olhar e se concentrou totalmente nela.

Fiquei surpresa. A Vivi estava chamativa demais e nem ficava nervosa ao se virar e escrever no quadro, deixando a bunda empinada apontando pra todo mundo na sala. Júlio ficou como hipnotizado, já não tirava os olhos dela.

Acho que ninguém prestou atenção no que ela falava, estavam todos bobos olhando pra ela. Depois de meia hora, a reunião foi terminando, e aos poucos os pais começaram a ir embora, cumprimentando a gente um por um.

Enquanto me cumprimentavam, vi de relance que Viviana estava conversando com Júlio. Aos poucos, não ia ficando ninguém, e até a diretora me cumprimentou. Viviana continuava falando com Júlio.

Fui pra fora, e eles vinham conversando atrás de mim. Foi quando ouvi algo que me chamou muito a atenção: Viviana estava dizendo a Júlio que queria falar com ele no escritório dela, sobre o comportamento e as notas ruins do Ariel.

Algo me fez... dúvida, misturado com um pouco de ciúme porque o Júlio nem disfarçava, devorando ela com os olhos, parecia que ia babar do lado dela.

Então falei pra encarregada da escola que eu fecharia, que ela podia ir embora, e ela, feliz por sair mais cedo, me deixou as chaves. A escola estava meio escura e eu me aproximei da porta pra ver se ouvia alguma coisa.

Vi a Vivi sentada atrás da mesa e o Júlio olhando fixo pra ela, não dava pra ouvir direito o que falavam, só via que ela fazia muitos gestos com as mãos.

De repente, a Viviana se levantou e escreveu algo no quadro que eu não conseguia ver de onde estava. Notei que ela não fazia nenhum esforço pra esconder a bunda a poucos metros do Júlio, e isso me fez ferver o sangue. Precisava ouvir o que eles falavam lá dentro. Quando vi que a cortina que dava pro pátio estava entreaberta junto com a janela.

Tive que sair sem fazer barulho pro pátio, então fui devagar pela volta pra chegar naquela janela. Quando finalmente cheguei na janela, fiquei agachada e conseguia ver bem. Naquele momento, fiquei gelada ouvindo o que diziam.

V- Então você tá saindo com a Sandra?!
J- Eu? Não, por que pergunta?!
V- Isso tava rolando de fofoca. Bom, vamos indo que já é tarde?

A Viviana passou do lado do Júlio e nesse momento ele se levantou rápido, por mais que ela usasse saltos altos, não chegava nem no queixo dele. Eles ficaram se olhando por um instante, e a Viviana baixou o olhar, o volume do filho da puta do Júlio tava bem marcado, ele percebeu o olhar da Vivi e então pegou a mão dela rapidamente e levou até lá.

V- Mas o que cê tá fazendo!?! Gritou a Viviana na hora.
J- Sshhhh, vai, não se faz de sonsa. Disse o Júlio firme, sem tirar a mão dela do volume dele.

Ela olhou pra cima com um sorriso malicioso no rosto e então disse:
V- Aqui?
J- Claro!! Cê me deixou com um tesão danado há um tempão!! Ficou se exibindo com essa bunda gostosa que você tem!!

Ela olhou pra ele e só sorriu.

Naquele momento, Júlio envolveu a cintura dela com os braços grandes, levantou ela um pouco e começou a beijar ela desesperadamente enquanto tentava esfregar o volume dele nela.

Não podia acreditar no que tava vendo, a Viviana fazendo isso comigo, com o Júlio? Que porra tava acontecendo?

Eles estavam se abraçando, se beijando apaixonadamente, enquanto ele baixou as mãos e começou a apalpar a bunda dela em pé com as duas mãos, enquanto ela apertava o volume enorme dele.

Júlio ofegava que nem um bicho, e rapidamente se soltou e abaixou a calça dele, deixando o pau enorme e grosso com a cabeça inchada na frente da Vivi.

Ela, sem dizer nada, se abaixou assombrada com aquilo e pegou ele com as duas mãos, olhou bem, deu uns beijinhos na cabeça e, levantando o olhar pro Júlio, falou:

V— UUFFFFF, isso é muito pior do que eu imaginava!

Ele, satisfeito com as palavras dela, pegou ela pela cabeça e respondeu:

J— Vou meter nessa buceta gostosa nem que seja a última coisa que eu faça!

Ela passava a língua por todo o pau dele, ficou um tempão entretida até que ele levantou ela, encostou ela na mesa, abaixou a calça dela e puxou a calcinha fio-dental que era minúscula, e aí se abaixou ele e começou a chupar a buceta dela.

A Vivi gemia que nem uma louca, em pé, segurando a cabeça dele com as mãos e jogando a cabeça dela pra trás, balançando pra todo lado.

Ficaram assim por um bom tempo até que Júlio parou e, num movimento rápido, virou ela de costas, abriu um pouco as pernas dela e, como um louco, começou a passar a língua no cu da Vivi.

Passou um tempão amolecendo com a língua aquele tesouro, até que de repente se levantou, cuspiu um pouco na mão e passou no pau dele, besuntando ele, sempre olhando pra bunda dela.

Naquele momento, Viviana se virou, olhou pra ele e disse com um tom de súplica:

V— Por favor, bem devagar, faz tempo que não fico com ninguém e muito menos com uma coisa tão grande como essa que você tem aí, com certeza vai doer um pouco, então vai devagar pra eu conseguir. aguenta.
Júlio, com aquela maldita careta de felicidade e soberba, disse pra ela:

J—Fica tranquila, boneca, que eu sei o que tô fazendo e sei fazer bem. Desde que te vi, aquele estalo quando eu tava com a Sandra no carro outro dia, não paro de pensar nisso.

Vivi continuava com o rosto sobre a mesa e as pernas apoiadas nos saltos, com a calça arriada e a calcinha fio dental na altura dos joelhos.

Júlio se posicionou bem atrás dela, colocou uma mão nas costas dela, esmagando-a contra a mesa, encostou a cabeça da pica no cu dela e começou.

Quando ela sentiu o cu começar a se abrir pra receber o membro grosso do Júlio, apertou os dentes, se contorceu toda e jogou os braços pra trás pra segurar ele.

Júlio mandou ela colocar as mãos na mesa de novo e, devagar, empurrou um pouco mais.

Naquela hora, ela soltou um grito tão alto que, se tivesse gente por perto, todo mundo ia saber o que tava rolando.

V—AAAAAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGGHHHHHHHHHHYYYYYYYYYY!!!

Júlio, longe de ter pena, colocou as mãos na cinturinha dela e empurrou mais um pouco, e a cabeça entrou, sendo envolvida pelo cu dela.

Naquele momento, Vivi, de dor, deu um tapa forte pra trás tentando fazer ele parar e gritou:

V—Não aguento!! Não aguento, é demais, é terrível, nunca vai entrar!! Ela estava suada e ofegante, olhando pra ele implorando por piedade.

Ele se curvou um pouco sobre ela e respondeu:

J—Tem que aguentar um pouco!! Sua amiga Sandrinha aguenta mais que você!! Assim que você abrir bem, vai gozar como nunca, mas tem que aguentar!!

Eu fiquei gelada. O filho da puta tava me mencionando, e naquela hora perdi toda a pena dela. Queria que o Júlio arrebentasse o cu dela, por puta e má amiga. Como ela podia se entregar assim pra ele, sabendo que ele tava comigo?

Ele enfiou a cabeça de novo, e ela se contorceu outra vez, mas dessa vez ela não conseguia tirar ele com as mãos, porque... mesmo que tentasse empurrar ele.

Julio firmemente continuou metendo e, assim que a cabeça entrou, começou o movimento pélvico com um pouco mais de força. Vivi se agarrou nas laterais da mesa, cravando as unhas, e gritou alto, jogando a cabeça para trás, toda suada e pálida de dor.

V—¡¡AAAAAAAAAAAAAAAAGGGGGGGGGGGGGGGYYYYYYYYYYYY!! ¡¡PARA!!! ¡¡AAAAYYYYYYYY!!

Julio não deu bola e o pau dele já tinha se escondido metade dentro do cu dela e seguia viagem até o fundo do buraco.

Ela, chorando, disse:

V—¡¡Aaaaayyyyyyyyy, que dor terrível, você tá me destruindo, filho da puta, afrouxa um pouco, pelo amor de Deus!!

Mas ele, com aquele sorriso de satisfação, continuou até que o pau dele se escondeu todo lá dentro. Assim que as bolas dele bateram no cu da Viviana, ele começou os movimentos, que eram sempre destrutivos, secos e com força.

Viviana balançava a cabeça e mordia os lábios várias vezes, e outras dava berros xingando ele.

V—¡¡Para, filho da puta, você tá rasgando meu cu, até onde você quer chegar, desalmado de merda!!

Julio, a cada xingamento dela, só acelerava mais o ritmo ao ver que o cu já tinha se adaptado ao grosso membro dele.

Ela continuava putiando e chorando:

V—¡¡Por favor, Julio, mais devagar!! ¡¡AAAyyyy, filho da puta, mais devagar!!

V—¡Aaaaaaaahhh!......aaaaaaaaaaayyy....larga meu cu, pelo amor de Deus, você tá me matando! Não aguento mais!!

Julio, com um sorriso vil no rosto, dizia:

J—Você acha que eu acredito em você, puta? Sei muito bem que você tá gostando! Se pede pra eu soltar, é pra me provocar e eu meter mais forte!!

Depois de um tempo, as contorções dela foram diminuindo e ela começou, timidamente, a se mexer e gemer:

—¡¡Aaayyy, siii, aaayyyyy, siii, filho da puta, já arrombou bem, vagabundo, agora dá mais devagar, mas dá!!

Ele continuava metendo, mas dessa vez num ritmo intenso, entrava e saía já muito mais confortável daquele cu já aberto.

Viviana começava a gemer e não gritar tanto. Julio, enquanto isso, acelerava cada vez mais o ritmo, tentando ser cada vez mais violento, e também gemia como um condenado.

Às vezes ela pedia pra ele aliviar um pouco, mas ele tava muito tarado, arrombando aquela bunda gostosa.

Então, num momento, notei que ela parou e empurrou a bunda pra fora, bem aberta pra receber, e Julio agarrou as nádegas dela, abriu bem e começou um vai e vem terrivelmente forte, com raiva, batendo os ovos grandes dele no cu dela.

V—Aaaaaaahhhh aaaahhh sim, filha da puta, siiiim!! — gritava Viviana sem controle.

J—Como você gosta de ter o cu arrombado, filha da puta!! Você é mais puta que sua amiga Sandra!! — gritava Julio, louco e descontrolado, quando de repente começou a berrar:

J—Aaaahhhhggg aaaahhhggg, gozei... gozei, puta!!

E meteu com tudo na bunda até enterrar até o talo e gozar, fazendo Vivi gritar com a força da estocada.

V—Aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!

Julio deitou um pouco sobre ela, todo suado, e deu uns últimos empurrões, provavelmente esvaziando o que restava, e depois tirou de uma vez, fazendo ela sentir dor. Aí arrumou as calças e foi embora, dizendo:

J—Filha da puta, você tirou toda minha porra de mim, é muito puta igual sua amiga!!

Julio fechou a porta e Viviana ficou estirada sobre a mesa, com a calcinha fio-dental ainda no meio do caminho e as calças no chão, enquanto aos poucos dava pra ver o líquido branco saindo da bunda dela.

Fiquei por cinco minutos paralisada e em silêncio. Viviana continuava ofegante, de bruços naquela mesa, e eu não acreditava no que tinha acabado de ver. Não sabia se entrava pra ajudar ela ou pra bater naquela que se passava por minha amiga e ainda por cima transava com meu amante. Era um monte de emoções conflitantes. Senti muito ódio dela e fiquei feliz que Julio tinha dado o que ela merecia, embora no fundo também sentisse ciúmes.

Espero seus comentários e notas.

Desculpem a falta de tempo pra escrever.

Abraços.

5 comentários - Dominada por el padre de un alumno 3

me recalento termine de leerlo con mis dedos dentro de conchita y culito