O florista comedor

Florista

Oi, sou a Laura e isso aconteceu uns meses atrás. Vou te contar, sou professora, tenho 31 anos e moro numa casa linda, quase no centro da cidade. É bem aconchegante e, pra ser uma mulher que vive sozinha, nunca tive problema com vizinho, além de algum que tentava me chamar pra sair, porque acho que sou uma mulher bem chamativa aos olhos dos homens. Mesmo sendo baixinha, 1,60 com salto alto que sempre uso, fico com a altura perfeita. Já meus anos de academia, 5 anos no total, deixaram meu corpo, que sempre foi bem desenvolvido, mais definido e bem proporcionado: uns peitos normais ou grandes, uma cintura bem fininha que amo, e minha parte de trás, que sempre foi o que tenho de melhor — minha bunda bem empinada, redonda e durinha, que é uma das razões das coisas que ouço na rua e dos olhares. Amo, é meu orgulho. No total, minhas medidas são 90-56-97. Sempre soube que chamava muita atenção dos homens, mas nem sempre isso me favoreceu. Minha vida estava ótima, conheço muita gente e tal.

Não tinha nada que afetasse minha vida de ruim. O único problema e algo que me irritava pra caralho era que, pra ir trabalhar, sempre passava por umas lojas, e tinha uma que eu odiava mais: uma floricultura onde sempre ficava um grupo de senhores de uns 45 a 55 anos, bebendo álcool o tempo todo. O dono da floricultura era um gordo pesado, bem barrigudo, meio careca e babão pra caramba, e quando eu passava, eles ficavam me encarando como se quisessem me despir.

Mas não tinha muito do que reclamar. Eu ignorava eles. Só que um dia eu saí pra visitar meus pais, como de costume, e eu realmente gosto de me vestir bem. Coloquei uma calça rosinha super justa e um top branco. Quando saí de casa, lá estavam eles de novo, a turma dos velhos bêbados rindo, como sempre. bebendo, quando passei por ali, o gordo nojento parou e me encarou, eu me assustei mas não continuei andando rápido, quando passei ele disse - Mamacita, que bunda boa, queria pegar nela!! Eu fingi que não ouvi nada e continuei andando mais rápido e só ouvi os velhos rindo porque aquele cara tinha falado aquilo, no caminho de volta pra casa fiquei com medo de encontrá-los de novo, mas meu alívio foi que o bar tava fechado, imaginei que eles tinham ficado bêbados e ido dormir.

Depois de uns dias eu me acalmei porque não via eles com tanta frequência, um dia como qualquer outro, fui no bar que fica do lado da floricultura que é de um amigo do meu pai, seu Javier que é um velhinho muito gente boa que conheço desde sempre, a gente conversou um tempão, ele me contou que tava mal financeiramente, que não sabia por quanto tempo mais ia conseguir manter o bar e coisas do tipo, eu me senti muito mal, de repente ouvi um grito de dor fortíssimo e uma pancada, parecia que vinha do lado, da floricultura, eu fiz uma cara mas não perguntei até que aconteceu outra pancada mais forte, aí seu Javier me falou num tom baixinho, que com certeza era o florista batendo na mulher dele, que era um louco agressivo e batia nela direto.

Eu me senti com muito ódio, senti ainda mais nojo do maldito gordo nojento, mas não podia fazer nada, depois a conversa durou mais um pouco e eu fui embora. Fiquei meio mal, pensava naquela pobre mulher e naquele sujeito nojento e maldito. Passou uma semana e chegou segunda-feira, pensei em ir ver seu Javier na serralheria, sabia que os bêbados não estavam lá, então fui procurá-lo. Entrei no bar e não tinha ninguém, achei estranho, falei "olá", mas ninguém respondeu, pensei que talvez ele tivesse saído pra comprar alguma coisa, então resolvi esperar um pouco.

De repente ouvi barulhos nos fundos do bar, como pude, espiei por uma janelinha que tinha atrás, dava pra ver o quintal de uma casa, de repente vi o gordo nojento de calças arriadas e uma senhora Meio gordinha, uns 45 anos, devia ser a esposa dele, ajoelhada e pelada fazendo um boquete. Ela metia e tirava um pau enorme, devia ter uns 25 cm e grosso pra caralho. Fiquei chocada de como aquele troço gigante cabia na boca dela, dava pra ver uma cabeça enorme, vermelha e brilhando de tanto cuspe da mulher. O filho da puta só fechava os olhos com uma cara de puro prazer enquanto aquela senhora devorava o pau dele ansiosamente. O velho só gritava: — Isso, puta, come ele todinho, senão não come nada! AHH, chupa assim, puta! AHHH! Eu ouvi aquilo e achei mais humilhante ainda, era a esposa dele e ele humilhava ela, se sentindo o fodão. Não sei como consegui ficar olhando tudo aquilo, mas alguma coisa não me deixava ir embora, fiquei de boca aberta, pasma. Devem ter se passado uns 10 minutos ali, vendo aquela senhora se humilhar na frente daquele maldito que era o marido dela. De repente, ele falou: — Abre bem essa boquinha! Aí, tirou o pau enorme da boca dela e começou a bater uma. A mulher ficou parada, só de boca aberta, esperando a porra. Não demorou muito e os jatos de sêmen começaram a sair do pau do gordo, ele esporrou na boca dela e na cara toda. Depois de descarregar tudo, o velho pegou o pau dele e começou a passar na cara da mulher, dando tapinhas nas bochechas e nos lábios com a rola. A senhora só ficou imóvel. Tudo que eu tava vendo naquele momento me pareceu nojento e obsceno. Eu tava olhando quando, de repente, o cara olhou pra janelinha e eu, num impulso, reagi rápido pra sair dali. Não sei se ele me reconheceu, mas fiquei com muito medo e fui pra casa apavorada. Achei nojento demais o que acabei de ver naqueles instantes, e na minha mente só lembrava daquela imagem da senhora completamente submissa, chupando aquele instrumento enorme. Também fiquei preocupada se aquele gordo nojento talvez tivesse me visto. espiando ele e talvez ele tivesse me reconhecido, cheguei em casa num estado de nervosismo. Fui tomar um banho e, de novo na solidão, imaginei aquela cena e, de novo, o medo voltou em mim.

O pior é que eu tinha que ir ver seu Javier pra entregar umas coisas do meu pai. Pensei positivo e pensei que talvez ele não tivesse visto e muito menos reconhecido direito, e não soubesse que era eu que tinha ficado observando. De novo fui pra casa do seu Javier numa velocidade impressionante, pensei em largar os papéis e sair correndo de volta pra casa. Quando tava chegando na serralheria dele, o florista gordo tava lá fora, sentado na porta do mercadinho dele. Meu coração disparou porque eu teria que passar perto dali e imaginei que ele talvez fosse falar alguma coisa por eu ter espiado ele e a mulher dele, mas não podia virar. Então, quando vi ele, só caminhei e, ao passar, ele me olhou, sorriu com um sorriso bem debochado e, com aquilo e o olhar dele, percebi que ele já sabia que tinha sido eu quem tava observando. Desviei o olhar e continuei andando, entrei na casa do seu Javier, deixei os papéis sem explicar muito e saí rapidamente pra outro lado. Quando cheguei em casa, tava assustada, pensando mil coisas, tipo o que o gordo ia pensar de mim por eu estar ali olhando ele, e um monte de outras coisas. Como pude, tentei evitar esse pensamento e continuei preparando tudo pro dia seguinte de aula. No outro dia, depois de dar longas jornadas de aula, esqueci um pouco do assunto. Assim os dias foram passando, eu tentava não sair tanto, tinha medo de trombar com o florista e sentir o olhar dele de novo. Os dias foram passando, continuava tudo bem e, de forma simples, fui esquecendo um pouco o que tinha acontecido uns dias antes.

Uma semana depois, era uma segunda-feira, saí tarde de casa porque tava atrasada pra aula e, na hora de sair, com a violência de puxar a chave, ela partiu no meio. Amaldiçoei minha sorte, mas tinha que chegar no trabalho. Naquele dia, eu tinha colocado uma calcinha fio-dental minúscula porque vesti uma calça justa branca e não Tinha que aparecer mesmo, e uma blusinha justa rosinha com meus saltos altos, eu tava muito gostosa. Depois que o dia todo passou, era óbvio que eu tinha que arrumar a fechadura e a chave, então tive que ir na casa do seu Javier pra contar. Tava com um medinho de encontrar o florista, mas por sorte a floricultura tava fechada. Entrei na casa do seu Javier bem mais tranquila, expliquei o que tinha acontecido, e ele foi até minha casa e em uns minutos arrumou tudo, trocou a fechadura e me deu chaves novas. Enquanto a gente conversava, ele me contava que o negócio continuava muito ruim e que até devia vários meses de aluguel, tava realmente difícil o trampo. Depois acompanhei ele até o local, sabendo que a floricultura tava fechada, e ele continuava me contando os altos e baixos dele. Me sentia mal pelo coitado, mas não podia fazer nada. Depois de mais uns minutos de papo, decidi voltar pra casa pra comer alguma coisa. Fui saindo de boa, mas quando saí, o coração voltou a bater forte ao ver o florista, justo tirando os cartazes do local pra rua. Eu passei andando rápido e ele me olhou sorrindo. Virei o rosto e vi através do vidro do local como ele devorava com os olhos minha bunda, com pouquíssima discrição, um olhar de puro tesão. Caminhei mais rápido — não me incomoda que olhem, mas com discrição, não igual aquele nojento.

Naquela noite, não tava com muito sono, então fiquei na sala de jantar lendo uma revista e ouvindo música. Já tinha esquecido do que tinha visto, tava bem mais relaxada. Lá pelas 10, o sono bateu, apaguei a luz da sala, fui no banheiro e me deitei. Tava com a luz do abajur acesa lendo até sentir que ia dormir. Quando ia apagar, olhei pra janela e tinha a sombra de alguém parado bem na janela. Eu via entre as frestas da persiana. Juntando coragem, falei: "Quem tá aí?" Ninguém respondeu e a sombra continuou lá. Quando peguei o telefone, a sombra desapareceu sem fazer barulho. Fiquei Morrendo de medo, sem saber o que fazer. Aquela noite foi terrível, eu morria de medo sem saber o que fazer. Mas passou, no outro dia foi mais normal, não trombei com aquele maldito florista, e percebi que ultimamente a floricultura estava fechada, provavelmente ele devia imposto ou coisa assim, aquele desgraçado. Não dei muita bola também.

Quando a noite foi chegando, tudo estava tranquilo, eu ia sair pra tomar alguma coisa, com certeza. Então, depois de ver várias vezes se todas as portas estavam trancadas, resolvi tomar um banho, preparei o banheiro e levei uma roupa nova que tinha comprado pra me trocar lá dentro depois do banho. Terminei de me lavar, coloquei uma tanguinha rosinha bem pequena, uma calça branca fininha e uns saltos altos, em cima vesti uma regatinha preta meio decotada. Fui saindo arrumando o cabelo e, quando terminei de sair do banheiro, ouvi um barulho na sala. Fui rápido e lá estava ele. Fiquei dura de terror ao ver um cara gordo com uma balaclava na cabeça. Tentei correr pra porta, mas ele me pegou pelo braço e me deu um soco no estômago que me fez perder o fôlego. Me jogou num sofá, depois ficou na minha frente e disse: — Olha, se comporta direitinho, ou te mato na porrada. Tá tudo fechado e ninguém me viu, então é muito fácil! Eu, chorando, escutava ele e olhei pra todo lado, percebendo que todas as cortinas e persianas estavam fechadas, algo que não costumo fazer, porque não dá pra ver nada lá de fora.

Tremia de medo, o sujeito continuava com a balaclava na cabeça, andando de um lado pro outro. Era bem grande. Eu comecei a recuperar o oxigênio e, antes que pudesse gritar, ele me deu um tapa na cara, dizendo: — Nem tenta, gostosa! Eu tremia de medo, entre lágrimas, sem saber o que fazer, meu coração estava a mil de pavor. Depois de me olhar fixamente enquanto eu tremia de medo, ele disse: — Se fizer tudo que eu mandar, nada de ruim vai te acontecer! Ele estava com a balaclava. Me levantou do sofá, tentei fazer um movimento com... A mão dele veio e me deu um tapa tão forte que virou minha cara.
Eu chorava sem saber ao que aquele sujeito ia me submeter. Então ele, me segurando pelo braço, disse: – Sabe, Laura, você tem umas pernas lindas! Fiquei gelada, ele sabia meu nome. – E essa cintura!! E essa bunda, é fantástica!! Senti ele dar um passo em minha direção e depois passar as mãos na minha cintura. Eu implorava por um milagre enquanto ficava parada, presa do pânico. De repente, ele encostou o volume dele na minha bunda, pude sentir contra minhas nádegas a excitação dele, uma excitação forte. O maldito estava se esfregando descaradamente. Enquanto sussurrava no meu ouvido: – Você tem um corpaço, e vive mostrando ele descaradamente... devia se cuidar, pode te acontecer algo!! O sujeito ria descaradamente, diante do meu medo total. Depois de ficar assim, sem saber o que ele ia tentar comigo, ele disse no meu ouvido: – Você tem uma buceta divina, levanta ela e mexe contra o meu volume!! Eu disse: – Não, por favor, chega!! Ele apertou meu pescoço com força e respondeu: – Faz isso ou te mato na porrada!! Eu, com muito medo e me sentindo totalmente humilhada, comecei a rebolar minha bunda como ele tinha me obrigado, o volume dele era grande, dava pra perceber, eu tremia enquanto continuava fazendo o que o maldito pedia, ele dizia no meu ouvido:

– Que bunda linda você tem, Laura, redonda, grande e empinada, tenho que te dizer que é excitante ver você rebolando na rua!! Eu soube então que o maldito me estudava os movimentos, talvez fosse um psicopata, o medo tomou conta de mim ainda mais, eu não sabia o que fazer. Enquanto continuava admirando minha bunda linda, ele pegou minhas nádegas e as separou, pra encaixar melhor o volume grosso que se destacava na calça dele. Minha bunda se afundava debaixo da barriga horrível dele, enquanto ele pressionava o membro com mais força, e dizia: – Uiii... mexe essa bunda, Laura... rebola do jeito que a gente gosta!! Eu continuei com o pedido humilhante dele e levantei o máximo que pude minha bunda, comecei a mexer de leve de um lado pro outro enquanto Rosçava a calça dele. De repente, tirou o volume do meu rabo, ficou de pé do meu lado, apoiou a mão no meu rabo e começou a apertar cada uma das minhas nádegas. Parei de mexer a bunda, mas o cara disse — O que foi?! Não falei pra parar, não!! Continua rebolando, puta! Eu continuei rebolando, enquanto ele se divertia apertando, amassando e esfregando sem parar. Depois, voltou a ficar atrás de mim e as mãos dele me rodearam até pegar meus peitos. Eu não fiz nada, fiquei imóvel, enquanto o cara gritava bem alto — Que peitão gostoso que você tem, Laura!! Ele apertava meus peitos com força, amassava tudo, murmurando no meu ouvido — Que peitos!... São enormes e bem durinhos! O cara tava me humilhando completamente, sabendo que era muito maior que eu, todas as portas e janelas estavam fechadas pra ninguém ouvir nem ver nada. Em outras palavras, naquela hora ele sabia que eu tava totalmente impotente nas mãos dele, era dele, a não ser que um milagre me salvasse, era dele pra me usar como quisesse.

Isso me fazia chorar sem parar, me sentindo quase morta. De repente, o maldito me puxou o cabelo com força, arrancando, e disse no meu ouvido — Laura, o que você achou da minha mulher chupando meu pau?! Gostou?! E por isso que você tava olhando de boca aberta!! Aí eu lembrei daquilo, então o cara era o maldito florista da outra quadra. Comecei a me debater pra todo lado e a gritar, aí ele puxou meu cabelo e me deu um tapa fortíssimo que me calou. Tirou a balaclava e voltou a me ameaçar, mas dessa vez com um canivete que ele tinha. Minhas chances eram zero, o cara tinha muita força e era muito maior que eu, tava totalmente indefesa. Quando eu ia gritar de novo, ele disse com voz violenta — Se gritar, te mato na porrada! Eu fiquei paralisada com a ameaça dele, não sabia o que fazer.

Ele ficou na minha frente, me rodeou com os braços e fez descer as mãos gordas dele nas minhas nádegas, agarrou cada uma. com uma mão e apertou forte, naquele instante gritei -Socorro!! Me solta, maluco!! Ele soltou minha bunda e me agarrou forte pelo pescoço, ameaçando de novo, apertando tanto que quase me deixou sem ar. Depois me encarou e disse -Não tô nem aí, gostosa, você é muito boa e vou te comer, vou te fazer gozar e você vai pedir mais pica igual minha mulher pede aos berros!! E riu de um jeito vil. Eu comecei a chorar sem parar, pedindo pra ele me soltar, mas o cara tava tipo possuído. Depois que o gordo nojento falou isso, enfiou a cabeça nos meus peitos e, num movimento rápido, mordeu de leve um deles por cima da roupa, igual um cachorro faminto, mordiscando e chupando meus peitos por cima da camisa enquanto as mãos dele massageavam minha bunda num ritmo. Eu fiquei parada, sem reação diante daquela mãozada toda que aquele gordo feio e nojento tava me dando, não conseguia acreditar que isso tava acontecendo comigo. De repente, senti ele tirar a boca dos meus peitos e, num movimento rápido, puxou minha blusinha, me deixando só de sutiã branco, e voltou pros meus peitos, lambendo e mordendo agora com um pouco mais de força.

Ele começou a me levar devagar pra uma mesinha onde preparo meus alunos. De repente, senti as mãos dele saírem das minhas nádegas e irem pro botão da minha calça. Eu, furiosa, mesmo atordoada pela situação, tirei as mãos dele violentamente, mas ele mordeu meu peito de repente e me fez tentar me cobrir por cima, tirando minhas mãos de baixo. Com isso, ele conseguiu desabotoar minha calça. Depois, as mãos dele subiram pros meus peitos e rasgaram meu sutiã, deixando meus peitos totalmente expostos. Ele me olhou e disse -Você é muito gostosa mesmo.

Tem uns peitos divinos e uma bunda espetacular. Vou te furar toda, gatinha!! Seus peitos, vou saborear como nunca fizeram!! Agarrou meus peitos com as mãos gordas, chupava e passava a língua, eu sentia... Muita repulsa, eu observava enquanto ele, loucamente, não parava de chupar meus peitos. Eu estava quase em cima da mesa. De repente, o nojento gordo se afastou dos meus peitos e eu vi ele puxar violentamente minha calça, me deixando só de tanguinha e salto. O cara, ao ver minha tanguinha pequena, disse:

— Heee, Laura, você é mesmo uma puta provocadora, olha a tanguinha que você usa!

Eu continuava chorando com os comentários vis dele, totalmente desmoralizada, me sentindo uma qualquer. Estava nas mãos dele, com certeza o nojento gordo que sempre odiei ia me possuir e fazer o que quisesse comigo, como fazia com a esposa gorda dele. Mas agora ele tinha uma mulher muito mais nova, de 33 anos, com um corpo bonito. Talvez ele sempre tivesse ficado com mulheres velhas e gordas como a esposa, mas agora era o contrário: agora ele ia aproveitar um corpo jovem que jamais sonhara em ter.

Depois, o sujeito disse em tom de deboche e superioridade:

— Agora sim, mamãe, se prepara pra gozar como nunca! Vou te meter de um jeito que você vai pedir mais!

Eu só olhei pra ele com cara de ódio e rancor, mas não falei nada. Na hora, ele se afastou de mim e abaixou a calça preta suja, ficando só de cueca. Olhei pra baixo e vi um volume enorme, como se algo quisesse sair logo. Então ele se colocou entre minhas pernas e eu senti aquele volume enorme, com pequenos vai e vens, esfregando na altura da minha buceta por cima da tanguinha. Ficou assim por um tempo até se afastar e abaixar a cueca. Na minha frente apareceu um membro enorme, uns 25 cm, grosso, muito grosso e cheio de veias, com a cabeça brilhando por causa do líquido pré-seminal que tinha soltado. O cara disse com voz forte:

— Agora chupa, puta! Sabia que você gostava do meu pau, por isso estava me espionando outro dia! Agora é todo seu, devora ele!

Senti nojo de fazer aquilo. Gritei com violência e firmeza:

— Você é louco, degenerado!

Ele rapidamente, com violência, pegou minha mão e colocou no membro dele. Estava quente. Ele começou a guiar minha mão pra cima e pra baixo. Pego meus ombros e puxou pra baixo, e por mais que eu resistisse com toda força, ele acabou me deixando de joelhos do jeito que queria. Minha mão subia e descia naquele pau enorme dele, eu estava bem na frente daquela rola, sentia nojo do cheiro de sujeira que tinha. A situação era muito bizarra e nojenta, nunca imaginei que estaria numa situação assim. Ele segurou minha mandíbula e me forçou a abrir a boca, e como pude, diante da violência dele, comecei a chupar. O gosto me deu um desgosto total, queria vomitar, era muito desagradável e humilhante. Aquele pedaço de carne não cabia na minha boca, então não enfiava tudo. Olhei pra cima, vi aquele filho da puta, e ao vê-lo, chorei ainda mais forte, vendo aquela cara de sorriso largo e total loucura e prazer, enquanto ele começou a dizer:

- Isso mesmo, mamãe, ahhh ahgg, mais rápido, vagabunda!

Isso me torturava ainda mais, os comentários sórdidos dele eram arrepiantes. Ele acariciava minha cabeça, guiava meus movimentos cada vez mais rápido, enquanto gemia forte e eu continuava chupando, lambendo e sugando aquela rola nojenta dele. Não conseguia pensar em nada além do nojo da situação, eu chupando o pau daquele gordo tarado, dando muito prazer com minha boca, algo que nunca tinha feito porque achava humilhante. Sem saber por quê, o sujeito parou e me levantou, me agarrou pela cintura e me virou de costas para ele, em direção à mesa. Senti muito medo e nojo. Ele disse forte:

- Você tem uma bunda perfeita, quero que empine ela pra mim!

Depois pegou o pau duro dele e começou a dar pequenas batidas nas minhas nádegas, e disse:

- Mexe essa bundinha!

Com medo, comecei a rebolar minha bunda em círculos de leve. Ele rapidamente começou a bater mais forte na minha bunda com o pau dele. Era o fundo do poço que pensei que me submeteria, não acreditava que aquele gordo estava se aproveitando completamente do meu corpo todo. Antes que o sujeito continuasse me torturando, eu disse:

- Não, por favor, já chega, vai embora, me deixa, eu imploro!

Mas ele fez ouvidos moucos aos meus pedidos. Implorando, ele respondeu com deboche: —Não se preocupa, Laura, você vai gostar, só arregala bem essa bunda e aproveita!! Depois, com as mãos, puxou as alças da minha calcinha fio dental, deixando ela no meio da coxa. O sujeito ficou parado e quase gritou: —Ahhh, caralho, que bunda impressionante que você tem, Laura!! Tá bem gostosa, levanta mais essa raba, puta!! O cara estava prestes a me estuprar, eu desabei em mais lágrimas e então senti a ponta do pau dele na entrada da minha buceta. Fiquei imóvel, esperando ele fazer o estupro e ir embora. Aos poucos, ele foi enfiando o pau dentro de mim, a dor ficou insuportável e eu gritei um pouco:

—Aaaaiii!! Aí eu implorei de novo, gritando entre dor e raiva: —Nãoooo, me solta, pelo amor, chega!! Ele continuou enfiando aquele pau grosso dentro de mim enquanto dizia, zombando: —Aaaah, que apertadinha você tá, Laura, que gostoso ela aperta, AHHH!! Só falta mais um pouco pra eu meter tudo, puta!! Ele conseguiu enfiar tudo, me causando uma dor terrível, e deixou lá por um tempo, esperando minha buceta se acostumar com aquela rola enorme. Nesse momento, olhei pra trás e vi como aquele maldito me tinha totalmente exposta pra ele. Depois, ele me pegou pelas cadeiras e começou a se mover rápido, quase violento. Eu balançava pra frente e pra trás, me sentindo uma qualquer, totalmente entregue pela violência e submissão. Lá estava aquele gordo nojento me comendo, me aproveitando e me curtindo do jeito dele.

Aí o sujeito soltou minhas cadeiras, me pegou pelos braços e puxou pra trás, e impôs um ritmo violentíssimo, me fazendo morrer de dor. Eu gritava de dor e com muito ódio, mas ele continuava mais forte e gritava: —Aaaah, que linda você tá assiiim, aproveitando como uma puta!! Ele continuava me estuprando com muita força, metendo e tirando o pau da minha buceta de um jeito selvagem, inacreditável. Eu só gritava. Depois de um tempo daquele movimento doentio, ele parou, tirou o pau, me virou e me colocou de novamente de joelhos me dizendo -Agora é sua vez de tomar essa porra que está guardada pra você, sua puta!!

O pau dele continuava duro, parecia não cansar. Peguei ele com uma mão e comecei a chupar com ódio e humilhação, queria morrer. Ele, vendo minha falta de cooperação, gritou -Mais rápido, puta, mais rápido!! Eu continuei no mesmo ritmo, então o desgraçado pegou meu cabelo por trás, enrolou na mão dele e impôs o ritmo que queria enquanto gemia -AAhh Aohhh assim, puta, assiiim ahhhhh mais rápido!! Minhas bochechas doíam de tanto chupar aquele pau enorme e rápido até que senti o corpo daquele canalha começar a tremer e ele gritou -Vou gozar, puta, abre sua boquinha agorrrra ahhhh!! Ele tirou o pau, segurou meu rosto me forçando a abrir a boca e começaram a cair os jatos de porra. Fechei os olhos e senti os jatos, senti um líquido quente e viscoso nos meus olhos, nariz e boca. O cara me tratava pior que uma puta, fazendo coisas que eu não faria nem por dinheiro. Depois de terminar de me humilhar, ele disse -Pronto, ahhh agora sim, Laura, você foi bem comida e banhada de porra como queria!! Eu, como pude, olhei pra ele com ódio mortal, ele sorriu e continuou zoando -Você tá linda com essa cara cheia de porra!! Depois fomos ao banheiro, onde ele limpou meu rosto e os restos de porra do meu cabelo. Então me levou pro meu quarto e escolheu uma calça rosa bem justa no corpo com uma mini tanga vermelha e uma regatinha justa de várias cores, e disse -Nossa, que gostosa você tá!! Laura, adoro sua bunda e suas tetas bem durinhas, parece mentira que acabei de te foder!! Eu pensava o mesmo, parecia mentira como eu, uma mulher solteira de 33 anos, gostosa com um corpo de dar inveja, tinha caído nas mãos dele, nas mãos de um gordo babão e sujo, que deveria ser um sonho um dia me tocar e me possuir e agora tinha conseguido.

O sujeito se aproximou de mim, me pegou pela cintura e me apertou contra o corpo gordo dele enquanto dizia -Ah, Laura, sabe o que? Tenho muita porra pra te dar. e te curtir!! As palavras vulgares dele no tom de deboche que ele falava só aumentavam meu ódio, queria matar aquele sujeito nojento, mas não podia fazer nada e ficava parada esperando ele ir embora, mas o maldito pegou minha mão e colocou no pau dele, dizendo - Sente como eu fico duro só de te ver!! Eu só chorava, enquanto o cara começou a acariciar um dos meus peitos e depois começou a morder meus seios por cima da minha camiseta e apertava eles sem parar, de repente arrancou minha camiseta com um puxão violento, deixando meus peitos completamente livres, ele olhou meus peitos dizendo - Que gostosa que você é, sua putinha, você é uma bonequinha!! E depois começou a chupar meus peitos e morder eles como um desesperado total. Isso me assustava muito e me dava muito nojo da maldade do sujeito. Depois ele falou bem alto - Quero que meu pau curta esses limões!! E me pegou pelos ombros, me fez abaixar, ficar de joelhos na frente dele, aí ele pegou o pau dele e começou a bater nos meus peitos, era uma humilhação de submissão, mas não podia fazer nada, de repente ele disse - Agora quero que você faça uma punheta com essas suas tetas lindas, quero ver o quão puta você é!! Colocou o membro inchado dele entre meus peitos e, me segurando pelos ombros, começou a me mover pra cima e pra baixo ritmicamente. O cara me olhava e dizia - Aaahhh que gostosa você é, Laura, uma puta completa, adora uma rola, dá pra ver que você precisava disso, mas não se preocupa que eu vou te dar uma foda que você nunca vai esquecer!!

Isso era ainda mais humilhante, as humilhações verbais dele, a ironia e o fato de que o sujeito se sentia meu dono, eu chorava e não acreditava que isso estava acontecendo comigo. No meio da humilhação que ele me dava, disse - Agora vou te curtir ainda mais, você vai ter essa rola toda dentro de novo, mas primeiro quero curtir mais o seu corpo todo!! Ele me levantou de onde eu estava, pegou minhas pernas e as mãos dele foram subindo até agarrar minha bunda com as mãos gordas dele, apertou com força e depois me virou violentamente e me agarrou por trás, apoiando todo o seu membro nojento na minha calça, eu podia sentir completamente a rigidez do pau dele entre minhas nádegas, o cara estava excitadíssimo e as mãos dele percorriam meus peitos e todo o meu corpo enquanto continuava esfregando o membro nojento na minha bunda, sussurrando no meu ouvido: —Você tem uma raba perfeita, sua puta, quero que você levante ela de novo!! E me puxou forte pelo cabelo, eu obedeci sem hesitar por causa da dor, e ele continuou com a tarefa de se esfregar na minha bunda empinada completamente em cima do membro nojento dele, o cara esfregava o pau e disse algo vil que me deixou gelada e morrendo de medo: —Laura, eu sempre via você passando, com essa bunda linda, quando usa essas calças de puta e fica provocando todo mundo, não paro de pensar nela, pensando no meu pau todo dentro dessa raba divina, e agora finalmente tenho ela!! Eu desabei em mais lágrimas, não podia acreditar, o cara ia me estuprar analmente também e eu implorei que não, por favor não, mas ele estava possuído pelo desejo e gritava para eu calar a boca ou me mataria na porrada, depois, com a respiração ofegante, começou a abaixar o zíper da calça e, puxando com violência, deixou minha calça nos tornozelos, me deixando só com a diminuta calcinha vermelha que o maldito tinha me feito vestir, o cara babou me olhando, depois disse: —Você fica gostosa com essa calcinha, puta!!

Continuando com o membro dele apoiado na minha bunda, dava para sentir o calor que esse troço soltava, eu olhava no espelho do meu quarto e via aquele gordo me tendo completamente nas mãos nojentas dele, era revoltante. De repente, me pegando pela cintura, me jogou violentamente na cama, caí de bruços e rapidamente tentei me levantar, mas o cara já estava ajoelhado quase em cima de mim, com uma das mãos nas minhas costas, eu olhei para o gordo babão que estava excitadíssimo, não podia acreditar que o pau dele estava totalmente duro com a cabeça toda vermelha, o cara começou a acariciar minhas nádegas agressivamente, apertando e esfregando sem parar enquanto dizia — Que bunda boa você tem, Laura, grande, dura e bem empinada!! Depois me deu umas palmadas nas nádegas, e continuou acariciando. O sujeito se ajoelhou e começou a bater com o pau duro nela. Ele se divertia comigo, então disse — Você tem uma bunda gostosa, coloca ela pra fora de novo, empina!! Eu fiz com muito medo, então ele, com as mãos, abriu minhas nádegas e enfiou o pau entre elas. Eu sentia o pau enorme dele e um calafrio terrível me invadia, junto com muito pânico, enquanto morria de ódio ao ver aquele maldito no espelho, via aquele gordo nojento tendo minha bunda bem empinada pra ele.

Depois continuou com as carícias na minha bunda enquanto ainda balbuciava coisas como — Que cuzinho gostoso!! Quero te comer por aqui, vou te arrebentar toda, mamãe!! De repente, num movimento violento, pegou minha calcinha fio-dental e puxou até deixar nos tornozelos, depois começou a se masturbar com o pau duro e a colocar o dedo dentro da minha bunda. Eu me mexia pra todo lado tentando fugir, o sujeito ficou puto e gritou — Fica quieta, rabuda!! Não se preocupa que vou fazer delicioso, você vai uivar de prazer quando tiver bem dentro!! Eu olhava fixo no espelho pra ver tudo que acontecia atrás de mim. Com as mãos, ele separou minhas nádegas e foi colocando a cabeça do pau enorme na entrada do meu cu, depois pressionou contra mim, fazendo a glande entrar no meu corpo. Eu, com lágrimas, soltei um grito forte de dor — Aaaiii, aaaaiii, aaaaiii!! O sujeito continuava lentamente enfiando o pau enorme dentro de mim, me rasgando, enquanto dizia — Fica calma, putinha, agora você vai gozar quando eu meter tudo, quando entrar inteiro, vou ser quem você mais vai querer te comer, tenho certeza!! Eu chorava ainda mais por causa dos comentários dele e pelo rasgo da minha bunda linda, que não aguentava mais a dor, enquanto ele... gritava de prazer ao sentir minha apertura -¡¡AAaaahhh slut, que gostoso você tá apertando, hooooo haaaa!!

Aos poucos, ele foi enfiando o pau enorme dentro do meu cuzinho apertado, eu sentia uma dor do caralho, olhei pra trás e já tava quase tudo dentro de mim, gritei implorando pro filho da puta me soltar -¡¡AAAhyyyyy ah me solta pelo amor de Deus!! ¡¡¡Me solta!!! Mas o pau dele já tava dentro de mim, sumindo entre minhas nádegas, depois disso ele deixou a rola enorme parada lá dentro por um tempo, sem se mexer, enquanto eu olhava no espelho como tava, era a coisa mais horrível que já vi, não acreditava, via minha bunda linda empalada pelo pauzão daquele gordo nojento e sujo que sorria com cara de vitorioso, aí ele começou a se mexer devagar contra mim, subia tirando quase tudo e enfiava de novo fundo na minha buceta, me fazendo gritar de dor pra caralho -¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! ¡¡AAAyy!! Depois o cara começou a meter muito mais forte contra mim enquanto gritava de prazer e falava -¡¡AAAhhh aguenta putinha aaahh que gostoso tua bunda empalada aaaaaahhhh sempre sonhei com esse momento asiiiiiiii ahhhh!! Eu chorava e gritava de dor e humilhação enquanto o cara gozava pra caralho tendo meu corpo à disposição e aproveitando tudo. O cara então começou uma metida desenfreada, colocou as mãos gordas nas minhas costas e montou em cima de mim me esmagando, a pélvis dele se movia violentamente contra mim, enquanto gritava alto

-¡¡Que cuzão do inferno você tem, Laura, pelo amor de Deus!! E ouvia aquele nojento ¡plop! ¡plop! ¡plop! Das estocadas brutais que eu levava, as bandas da minha bunda vibravam a cada metida. O cara tava todo suado e meio cansado mas continuava gozando e gritando coisas, ele falou -¡¡Você fica mais gostosa assim, com um macho te comendo... Ooooohhh, que gostoso você aperta, essa bunda é minha!! O gordo nojento uivava de prazer, e ficou nessa por pelo menos 20 minutos me esmagando e me penetrando violentamente, quando de repente ele disse - Se prepara, putinha, que vou te banhar de porra!! E gritou - Aaahhhhhhhhhhh!! Eu senti um jorro de leite quente invadindo meu interior, depois ele tirou o pau e mandou as próximas descargas nas minhas nádegas, banhou elas de porra, aí começou a espalhar e bater com o pau em todo o contorno da minha bunda. Depois caiu exausto do meu lado, ofegante, e me explicou como tinha planejado tudo, como conseguiu a chave, enquanto eu não podia fazer nada, estava morta de dor. O cara então se vestiu e me ameaçou de morte, dizendo que sabia todos os meus passos e tinha vários amigos que podiam fazer o trabalho sujo. Eu fiquei chorando sem parar, morta de dor e medo.

Fatos fictícios.

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