Reposteando, primer post

Falaê, poringas boys. Como diz o título, esse é meu primeiro post sobre meus encontros sexuais, todos são reais. Já peço desculpas se não estiver bem escrito, mas se vocês tiverem paciência de ler, queria que comentassem meus erros pra eu poder compartilhar minhas experiências da melhor forma possível...

Meu nome é Alejo, tenho 28 anos, uns 1,75 de altura, moreno, com um ano de academia nas costas pra tentar ficar mais em forma. Foi lá que conheci a Mariela, uma morena com uns lábios de dar água na boca, uma cara totalmente sexy, uns peitões descomunais e umas pernas bonitas, uma bunda linda, não é magra nem gorda... Várias vezes eu via ela nos aparelhos com aquelas legging bem enfiada na bunda, na buceta, e eu ficava louco. Ela é uma gostosa que eu via várias vezes na rua com o ex-namorado, de mãos dadas, atravessando a quadra onde eu trabalho, sempre vestida pra chamar atenção, coisa que conseguia direto. Depois me mudaram de lugar e não vi mais ela, até que trocaram meu horário e eu cruzei com ela na academia... Eu via ela alternadamente, duas semanas seguidas e duas não, por causa do meu horário. Pra minha surpresa, uma noite o instrutor falou que perguntaram por mim. Achei que era brincadeira, não liguei, mas ele repetiu, e na minha curiosidade perguntei quem era. Ele não quis falar porque ela pediu. Passei meu número, o zap, e depois de uns dias chegou uma mensagem de um número desconhecido. Era ela, aquela morena que me tirava do sério com aqueles decotes musculosos que ela usava pra treinar, e aquela legging justa que deixava ver os lábios grossos daquela buceta que me esquentava tanto. No começo, achei que era a galera da academia me zoando, por causa dos meus comentários tarados toda vez que eu via ela, mas a vontade falou mais alto e eu fui em frente, até que marcamos um encontro. Passei pra buscá-la na porta do prédio dela e fomos comer nuns quarteirões dali. Durante o caminho... De noite, ela foi me provocando toda gatinha, me dava vontade de arrancar a roupa dela e comer ela ali mesmo. Quando voltamos pra casa, ela falou: "Agora vou dormir sozinha, de roupinha íntima". Essa frase ficou marcada porque na hora eu imaginei ela assim e tentei de tudo pra subir com ela pro apartamento. Depois de me amassar toda e deixar minha pica dura, ela me deixou na mão e foi embora... Depois disso, não mandei mensagem o fim de semana inteiro. Ela me deixou com muito tesão, queria que ela viesse atrás de mim agora. Mas, pra ser sincero, foi difícil não mandar porque tava doido pra comer aquela mulher! Cruzei com ela de novo na academia e os dois agindo como se nada tivesse acontecido, ninguém precisava saber. Saímos juntos como quem não quer nada e caminhamos até em casa. Ficamos lá na porta do prédio de novo, batendo papo por um bom tempo, até que, de uma coisa e outra, beijei ela com um beijo cheio de vontade, de excitação, de desejo. Enquanto minha língua se entrelaçava com a dela profundamente, os peitos dela se apoiaram no meu peito e, enquanto uma das minhas mãos segurava a cintura dela e a outra se perdia nos cabelos da nuca, ela soltou um gemidinho — "mmm" — seguido de uma respiração pesada. Isso despertou ainda mais minha vontade, e aquela mão que colocava distância entre minha pica já totalmente dura e aquela racha que me enlouquecia aproximou aquela buceta do meu volume prestes a explodir, que já não dava mais pra esconder na minha calça de academia. Quando ela sentiu, disse: "Mmm, tudo isso por um beijinho?" e passou a língua debaixo da minha orelha. Dessa vez, eu amassei ela quase comendo ela com a roupa, sem me importar com quem passava. Ficamos assim por um bom tempo até que ela falou: "Vou dormir, bebê". Não!!! Ela não podia fazer isso comigo de novo!!! Me deixar assim com tanto tesão, sem ouvir o que eu gritei na hora. Ela entrou no prédio e foi embora... Nos dois dias seguintes, nem olhei pra ela. Ela não podia fazer isso comigo. Até que na quinta, saindo da academia, encontro ela na recepção. — Te... - Acompanho?
- Bora, vamos - respondo rápido e começo a andar pra porta, ela tava uma gostosa de partir o coração.
- O que você vai fazer agora? - ela me pergunta
- Tomar banho, comer e ir dormir, por quê?
- Porque queria saber se você quer vir aqui em casa
- Tomo banho e vou se quiser, mas você vai me deixar na mão de novo
- Na mão com o quê??
- Como assim? Preciso falar??
- Haha, não seja bobo - foi a única resposta dela sobre o assunto... Motivado pelo simples fato de que dessa vez eu ia entrar no apartamento dela, tomei banho no meu trampo que fica a poucas quadras e fui, cheguei, toquei a campainha, ela desceu, me abriu e subimos. Já dentro da casa dela, me ofereceu algo pra beber, e enquanto eu tomava o copo de suco que ela me deu, foi se arrumar, saiu com um vestidinho tipo pijama, parecido com seda, sem sutiã, os bicos marcando como se convidassem minha língua a chupá-los, e mal cobria a calcinha fio dental que ela tava usando, que se marcava perfeitamente naquele tecido macio. Sentou do meu lado, e sem perder tempo comecei a beijá-la enquanto minhas mãos foram as primeiras a esfregar aqueles bicos duros, agarrando aquelas tetas com um frenesi que eu vinha segurando há vários dias. Totalmente duro, sinto a mão dela apoiar no meu pau, me acaricia de cima pra baixo, aperta de leve, enquanto minha mão desce até as pernas dela, levantando só um pouco aquele vestidinho e percorrendo a raba dela. No momento em que começo a passar a língua no pescoço dela, debaixo da orelha, deixando um caminho de saliva que chegaria até o meio dos peitos dela, puxando a tirinha que segurava aquele pedaço de pano, deixo à mostra aquelas tetas imponentes, me perdendo completamente entre elas, apertando com minhas mãos, os bicos dela presos entre meus lábios, encharcados da saliva da minha língua, enquanto minha mão descia procurando a umidade daquela buceta. Ela já tava tirando meu pau da calça enquanto me batia uma com a pressão exata, como se estivesse acariciando. Quando toco nela, sinto a calcinha fio dental molhada, puxo pra o lado e começo a esfregar. O clitóris dela molhado, morno, aí ela solta meu pau e abre as pernas e se entrega pra eu fazer com ela o que quisesse. Tiro a calcinha fio-dental dela e começo a chupar a buceta dela, aquele gosto dos sucos dela me deixava cada vez mais louco, sentia que o pau não tinha mais espaço pra crescer, que tava totalmente inchado. Passava a língua rapidinho no clitóris, percorria as bordas daqueles lábios que escorriam todos os fluidos dela, enfiava meus dedos até o fundo e, sem tirar a língua, colocava eles na boca dela pra ela chupar. Parecia que ela gostava, porque quando eu fazia isso ela se mexia como se empurrasse a pélvis contra minha cara. Nesse vai e vem entre a boca dela e a pussy dela, não conseguia evitar de parar naqueles peitos maravilhosos, e com a própria saliva dela molhava os mamilos, beliscava eles, e ela respondia com gemidos de prazer. Depois de um tempo aproveitando essas sensações tão gostosas, precisava que ela me chupasse. Então me joguei no sofá e tirei a camiseta, ela entendeu muito bem o que eu queria. Levantou, terminou de tirar o vestidinho, se ajoelhou entre minhas pernas, baixou um pouco minha calça junto com a cueca. Com uma mão segurou meu pau e começou a passar a língua no tronco, de cima pra baixo e vice-versa, uma e outra vez. Me olhava nos olhos com uma carinha de puta do caralho, chupava minha cabecinha prestes a explodir enquanto eu me segurava pra não gozar. Me punhetava tão perfeitamente enquanto chupava a cabecinha que eu não aguentava mais. Ela engolia ele por completo — não sou de grandes dimensões, mais um tamanho padrão — ver como ele desaparecia na boca dela, sentindo a pontinha na garganta dela, me dava vontade de comer ela naquele mesmo instante, mas ela tava fazendo o boquete da minha vida. Cuspia e chupava até que eu não aguentei mais e, entre meus gemidos, falei: — Para, porque eu vou gozar! — E, ao contrário do que pensei, ela não tirou da boca, me punhetou mais rápido, chupando e alternando com sucções mais fortes, parecendo querer todo o meu leite. Porra, não demorou nada pra sair, que jeito de gozar na boca dela. Limpei minha pica toda, ela engoliu toda a porra, não podia acreditar que aquela gostosa que eu via passar, que me deixou todo duro na academia, tinha chupado minha pica daquele jeito. Quando terminou, ela falou: "quero você relaxadinho pro que vem". Levantei, fomos pra cama, ela me deixou deitado lá. "Tira a calça", e foi pro banheiro. Fiquei só de cueca. Ela voltou, mandou eu virar, fez umas massagens, começou a beijar meu pescoço, e eu comecei a beijar ela de novo, a chupar aquela boquinha que me deixava louco. Começamos a nos tocar e eu fiquei duro. Ela tirou minha cueca, lambeu minha pica um pouquinho como se fosse um pirulito. Peguei a camisinha, coloquei, e ela subiu em cima de mim, guiando com a mão a ponta do meu pau entre aqueles lábios já inchados de tesão. Como ela cavalgou! "Assim! Bem fundo, eu gosto!" ela dizia com prazer. Sentia todo o fluxo dela escorrendo pelas minhas bolas, meu tronco inteiro entrava e saía daquela cavidade quente, encharcada. Ela fazia rápido e depois devagar, e os peitos dela balançavam na minha cara seguindo o ritmo do quadril empurrando contra minha pica. Deitei ela de barriga pra cima, pronto pra meter do meu jeito e satisfazer minha vontade de foder ela como eu queria. Ela abriu as pernas como se esperasse eu meter a pica até o fundo. Esfreguei a cabecinha na racha, coloquei na entrada daquela buceta melada e enfiei com força até o fundo, uma e outra vez. Assim ela gostava: forte, duro. "Mete tudo!" "Me come assim!" ela dizia sem parar enquanto gritava: "Ah, ah, ah, assim, assim!!" Levantei ela da cama, encostei na parede, levantei aquela bundinha pequena e, enquanto puxava o cabelo dela, continuei comendo com toda a vontade. As nádegas dela batiam na minha pélvis, ela continuava gemendo e pedindo minha porra. Deitei ela na beira da cama, coloquei as pernas dela nos meus ombros e penetrei fundo. Ela queria minha porra, pedia quase implorando, até que perdi a cabeça quando ela disse: "quero sua porra onde você quiser". Meti sem controle até que Senti de novo que ia explodir, me afastei um pouquinho pra trás e falei: "Vou gozar, vem chupar minha pica!" Ela se ajoelhou e me chupou, mas dessa vez eu segurei minha rola com uma mão. Não demorou muito pra sair meu semen quente, mas dessa vez joguei na carinha dela. Fico de pau duro só de lembrar disso, como a porra escorria da carinha dela pros peitos, e como ela pegou, passou na bochecha melada, levou pra boquinha e me chupou mais um pouco... Depois disso dormimos e no dia seguinte cada um foi pro seu canto, obviamente continuamos trepando quando dá...

É isso aí, galera, me ajudem a melhorar meus contos e comentem o que acharam, na moral, valeu!

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