Por acaso

Conheci ela por acaso. Um amigo me pediu pra acompanhar ele num baile. Eu tava num relacionamento que, por vários motivos, tava se esgotando. O principal era que sexualmente éramos muito diferentes. Sempre me considerei muito sexual, enquanto pra ela, sexo era algo... obrigatório no relacionamento, por assim dizer... não era nada explosivo.

Enfim, acompanhei meu amigo nessa saída. Sempre gostei de dançar e não tenho problema em chegar nas minas, então junto com ele, conseguimos várias gatas. Num momento que tava bebendo algo, ele me chama e manda a famosa: pra fazer a ponte com a amiga. Não era nada demais: morena, alta, pernas longas. Mais velha que eu, de 27 anos e estudante.

Ela se mostrou meio distante, mas insisti e, bom... ficamos conversando até o fim. Na porta, quando estávamos os quatro, meu amigo pede o número da amiga dele e, enquanto isso, pra não ficar pra trás, faço o mesmo e ela me diz:
- "Me dá o seu melhor, eu te ligo"
Era mais fácil o Funes Mori fazer um gol de letra do que ela me ligar, mas enfim, não contei que ela fosse fazer isso.

No dia seguinte, sábado de futebol por obrigação e costume. Quando terminei de jogar, vi uma mensagem dela. Achei estranhíssimo. Começamos a trocar ideia. Ela me contou que tava sozinha, que me achava muito legal e ainda fazia ela rir com todas as besteiras que eu mandava. Fui sincero ao dizer que tava namorando, mas não caí naquela de falar que tava mal e tudo mais. Combinamos de nos ver numa quinta à tarde. Pra ser sincero, não lembrava do rosto dela, mas quando vi ela chegando, reconheci pelas pernas. O corpo dela não denunciava os 34 anos que ela tinha. Tinha algo nela que me chamava muita atenção. Também percebi ela nervosa.

Conversamos muito, sobre tudo que dá pra falar: viagens, desejos, relacionamentos. Não queria apressar nada, porque pra ser sincero, adorava conversar com ela. Além disso, notava meu constante olhar de lado e, sem dizer nada, Isso me deixava ainda mais excitado.

Na hora de ir embora, peguei ela pela cintura e comecei a beijá-la. Aliás, preciso confessar: adoro ler contos eróticos e sempre quis uma parceira que compartilhasse desse gosto e da vontade de "falar o que se quer fazer". Lembro que suspirei meus desejos reprimidos, e ela me perguntou o que estava acontecendo. Aí me veio a ideia de dizer:

- Tô com tanta vontade de te despir devagar, com toda a paciência do mundo, e arrancar de você as melhores gozadas.

A expressão dela disse tudo: não esperava por aquilo e adorou. Começamos a nos beijar, sem nos importar com os barulhos e gestos das pessoas que passavam perto da gente. Lembro também de pensar, enquanto voltava, que essa mulher ia ser especial...

A segunda vez que nos vimos, nunca vou esquecer... Foi numa praça, mas começamos a caminhar e chegamos a um cantinho no meio dos prédios ao redor. Começamos o amasso... a roupa já era um estorvo. Peguei a mão dela e levei até meu pau, enquanto a apalpava toda... pra fazer o mesmo comigo. Num momento, ela desceu e começou a me chupar de um jeito voraz. Não ligou quando avisei que ia gozar, muito pelo contrário... bebeu até a última gota e me beijou, sentindo meu gosto na boca dela. Repetimos a mesma coisa naquela noite, enquanto eu contava as fantasias que tinha com ela, fodas até cansar, sonhadas e detalhadas perfeitamente. Era o que mais a excitava.

Começamos a ligar um pro outro pra ouvir o outro gozar, era um vício. Lembro que uma vez, eu tava no meio de uma prova, tentando lembrar uma fórmula pra passar no maldito exame... quando chegou uma mensagem:

- Acabei de fazer uma punheta épica pensando em você... não vejo a hora de te ver, te tocar, te beijar e te tomar toda.

Foi o suficiente pra eu entregar a prova, condenado à recuperação, mas feliz... imaginando o que me esperava naquela noite.

A primeira vez que transamos (sim, tudo isso aconteceu sem que concretamos!)...uufff, como dizer... exaustivo!
Ficamos 3 horas metendo sem parar! Perdi a conta dos orgasmos dela... acho que não tem nada mais lindo do que ouvir uma mulher gozar... voltei pra casa com os abdominais marcados e uma leve dor nos rins de tanto gozo que dei nela em cada uma das minhas gozadas... acordava imaginando onde, como e em que posição possuir ela...

Realizei a fantasia dela de meter numa obra em construção... bom, em parte porque o vigia nos pegou! haha... mas foi lindo... transamos até numa calçada, na penumbra... pedindo pra ela gozar, enquanto bombeava com toda minha alma e força aquela buceta até explodirmos, terminando cansados e com vontade de mais. Uma vez transamos na chuva, devagar... vendo ela rir, satisfeita e brincalhona, enquanto enchia ela de porra.

Com o tempo, ela começou a perguntar mais sobre minha namorada e essas coisas... imaginei que ela queria algo mais. É o óbvio nesse tipo de situação... várias vezes ela disse que não gostava e me ligava de novo. Até que se decidiu. Disse que não podia continuar assim, pediu pra eu não ligar mais e, pelo amor que eu sentia por ela, cumpri minha promessa.

Hoje lembro desses momentos, das longas conversas que tínhamos, da putaria que rolava entre nós e posso dizer... que sorte que tenho de conhecer uma mulher assim.

8 comentários - Por acaso

Muy buena historia. Tiene pocos detalles pero lo que calienta es la historia en sí. Te dejo puntos y te sigo esperando más relatos
jaja muy buen relato amigo jaja yo me acuerdo que una vez lo hice en frente al zoologico en el parque aguirre jaja cuando no estaba tan iluminado
te dejo puntitos y a favoritos 👍
Casualidad
Me gusto, tendríamos que tener aventuras así de vez en cuando.
Pero supongo que no la dejarías acabar así.
ramacg
fantastica y ardiente casualidad...de donde menos esperas mayor es la sorpresa 😉