Tinha combinado com meu amigo Luis de passar o fim de semana na casa dele. Meu nome é José, nós dois temos 18 anos, somos amigos desde o colégio e são muitos os fins de semana que passamos na casa de um ou do outro vendo filmes, ouvindo música e falando sobre nossas coisas.
Quando cheguei naquele dia, quem abriu a porta foi a mãe dele. Ela se chama Mônica e nunca perguntei a idade, mas acho que deve estar na casa dos quarenta e poucos, embora com certeza não aparente. Ela é dona de casa, então tem bastante tempo livre para praticar esportes, que ela adora e que parecem ser os culpados por ela ainda manter um corpo muito gostoso e uns peitos e uma bunda que não caíram nada.
Apesar de ser uma mulher atraente, nunca tinha fantasiado com ela de um jeito especial. Era a mãe do meu amigo e, assim como ele, eu a conhecia há muitos anos. Minha mãe e ela eram amigas, e não havia nada na nossa relação diferente do normal entre a mãe de um amigo.
A noite passou normal. O pai do meu amigo, que trabalha até tarde, chegou por volta da 1:00. Estava cansado, cumprimentou e disse que ia para a cama, que já tinha comido algo por aí. Meu amigo também estava meio cansado e resolveu ir dormir, assim como a mãe dele, que disse que ia tomar um banho antes de se deitar. Eles foram para o andar de cima da casa, onde ficam os quartos, e eu fiquei na sala vendo um filme.
Pouco depois de terminar, comecei a zapear até dar de cara com um canal que estava passando um filme adulto. Comecei a ver, de vez em quando olhando para a escada para ver se alguém descia. Logo a tesão era tanta que meu pau estava duro, dando para ver através da calça do pijama. Então, abaixei a calça até os tornozelos, junto com a cueca, e comecei a bater uma boa punheta.
Quando me dei conta, a mãe do meu amigo estava atrás de mim, de roupão. Parece que depois do banho ela tinha... Decidi descer pra ver se você já tinha ido dormir e me encontrei com a pica na mão.
Pulei de pé e subi as calças como pude, claro que já era tarde pra disfarçar, mas tentei me virar. Perguntei normal o que ela queria, e ela disse que tinha descido pra ver se eu já estava deitado.
Eu tava vermelho que nem um tomate, o filme pornô ainda passando na tela, e ela falou:
— "Não se preocupa, amor, é normal você se masturbar, todo homem faz, ainda mais na sua idade. Vou ficar aqui com você pra ver o filme, e já que eu te vi pelado, é justo que você me veja também."
Dito isso, deixou o roupão cair no chão e se mostrou nua na minha frente. Nunca tinha imaginado ela assim, tinha uns peitos lindos e durões, e a bucetinha dela tava depilada, só com uma listrinha de pelo.
Ela sentou nua no sofá e pediu pra eu continuar o que tava fazendo, que não tivesse vergonha.
Claro que vocês já imaginam que eu fiquei de cara, a mãe do meu amigo pelada na minha frente pedindo pra eu continuar batendo uma como se nada fosse.
Quase saí correndo pra dormir, mas ainda tava com o pau duro que nem pedra, então sentei no sofá e tirei a roupa, ficando nu do lado dela.
Quando ela viu minha pica de perto, me elogiou: "Caralho, que canhão que você tem, não imaginava que na sua idade tivesse uma ferramenta dessas, é uns 5 cm maior que a do meu marido."
Esse comentário me deixou mais tarado e comecei a bater punheta de novo. Na tela, tava passando um negão com uma ferramenta mais ou menos do tamanho da minha e uma loira subindo e descendo no pau dele.
Mônica falou: "Eu como uma pica muito melhor que a do filme, mas meu marido vive cansado depois do trabalho e faz tempo que não posso provar um bom salame. O seu parece bom, adoraria experimentar."
A coisa tava chegando num ponto inimaginável, agora a mãe do meu amigo não tava bem. Atendida pelo maridinho dela, e nem um pouco boba, ela tinha decidido que podia comer meu pau. Naquela hora, a excitação era tanta que eu já não via a Mônica como a mãe do meu melhor amigo — nessa idade, a gente é tudo tarado igual macaco. Pra mim, naquele momento, a Mônica era só uma tia gostosa que tava pelada do meu lado, louca pra engolir meu pau.
Parei de me masturbar e falei que meu pau era todo dela. Ela sorriu pra mim e se inclinou devagar na direção do meu pau, beijou a ponta com muito carinho, igual quando dava um beijo de boa noite no filho dela. Depois, foi enfiando meu pau na boca dela, aos poucos, até o queixo bater nas minhas bolas. Com certeza ela sabia como chupar um pau — tinha uma garganta fenomenal, e meus 19 centímetros de carne dura entraram por completo na boca dela. Ela pegou o pau com uma mão e, depois de bater uma punheta devagar, abriu a boca e enfiou um bom pedaço, mamando com gosto. Fiz ela mamar meu pau da cabeça até as bolas, adorava ver ela mordiscando meus ovos.
— Mmmmm... que grande que você tem, gosto muito, meu menino.
Ela se ajoelhou com os peitos na altura do meu pau e começou a fazer um espanhol de infarto. Os peitos dela eram grandes, mas sobravam pelo menos uns 5 centímetros do meu pau, que ela tratava de enfiar na boca toda vez que meu pau subia e descia entre os peitos dela.
Eu não aguentava mais e falei que queria foder ela ali mesmo. "Puxa, então você quer foder a mãe do seu amigo na casa dela, com meu filho e meu marido lá em cima? Pois saiba que eu já pensei em te foder assim que você entrou pela porta hoje à tarde."
Ela subiu no sofá e, se segurando no encosto, foi descendo devagar enquanto me beijava com paixão. Meu pau foi se cravando nas entranhas dela até que ela se deixou cair, e meus 19 centímetros ficaram completamente dentro daquela gruta deliciosa e quente. Ela começou a cavalgar em cima de mim, os peitos dela pulavam na minha cara, e ela fazia de tudo. Esforços pra que os gemidos não fossem tão altos e pudessem nos ouvir, ela mordia o lábio pra não gritar cada vez que eu enfiava completamente minha pica nela. Levantei ela no colo, com minha pica ainda enterrada na buceta dela, joguei ela no sofá e coloquei os pés dela nos meus ombros, assim comecei a bombar de novo na buceta dela, desse jeito a penetração era mais funda, já não dava mais pra disfarçar e os gritinhos de prazer estavam cada vez mais fortes.
"Isso, filho da puta, me parte no meio, porra, como você fode bem pra ser tão novo, tá me comendo como um puto touro de briga, fazia anos que não me fodiam desse jeito, continua metendo, amor, não para, continua".
Eu tava quase gozando e ela pareceu perceber, me mandou parar, imaginei que não queria que eu gozasse dentro dela, mas o que ela disse foi uma nova surpresa.
"Nunca ninguém me comeu no cu, mas hoje você me fodeu tão bem que quero que meu cu seja seu, enterra tudo dentro de mim, meu menino".
Eu nunca tinha praticado sexo anal, mas era algo que sempre fantasiei vendo filmes pornô, agora podia realizar, nunca imaginei que seria com a mãe do meu amigo, ia comer o cu da mãe do meu melhor amigo. Peguei meu pau e, colocando no buraquinho anal da Mônica, comecei a empurrar e meu pau foi entrando no cu da mãe do meu amigo. Não enfiei de uma vez, fiz devagar, centímetro por centímetro, enfiava um pedaço e tirava pra enfiar um pedaço maior. Devagar, a pica foi abrindo caminho. Quando só faltavam uns 7 cm, tirei quase inteira e, de novo, devagar, mas sem parar, fui encaixando, até fazer desaparecer completamente no cu da minha amante improvisada, a mãe do meu amigo abrigava minha pica inteira na sua bela bunda.
Mônica sorria satisfeita com todo o cu cheio da minha pica.
Perguntei se tava tudo bem. -Siiiiim... muito bem!!!-respondeu a putinha.
Comecei um ritmo de mete-saca no cu da Mônica, que já tava totalmente descontrolada. -Assiiiiiiiiiiim... ohhhhhh!!!!... que
picaaaa!!!!!- gemeu a foxy- que gostosoooo!!!!!.
Meu amigo e o pai dele continuavam dormindo, não podiam imaginar que
no andar de baixo, a amante mãe e esposa deles estava sendo comida por mim.
Eu curtia a foda. Apalpava com luxúria as bundas apetitosas da Mônica, que com os olhos virados gemia de prazer. Assim ficamos por mais de 15 minutos, tempo que a Mônica teve pra gozar um par de vezes, pelo que dava pra ver na cara dela. Não aguentei mais e soltei um gritinho enquanto esvaziava minhas bolas no cu da mãe do meu amigo. Os dois ficamos exaustos, depois de 5 minutos, ela me beijou e
me desejou boa noite, eu coloquei o pijama de novo e fui dormir, meu amigo tava dormindo, não tinha percebido nada, tinha passado a pica na mãe dele mas ele não sabia de nada.
No dia seguinte acordamos e descemos pra cozinha, o pai do meu amigo já tinha ido trabalhar e a mãe dele tinha preparado o café da manhã pra gente, meu amigo comeu tudo na velocidade máxima e foi tomar banho, eu fiquei com a mãe dele, nenhum de nós tinha falado nada depois da enrabada de ontem até
que ela disse que tava com vontade de um bom copo de porra mas que o meu era o último.
Eu sorri, falei pra ela não se preocupar que não ia dar meu copo mas que se quisesse porra podia se servir ela mesma, abaixei a calça e mostrei meu pau pra ela que na hora se ajoelhou e começou a chupar com devoção total, quando meu amigo desceu, a Mônica já tinha tomado o copo de porra dela, eu sou testemunha de como não desperdiçou nem uma gota da gozada que encheu a garganta dela.
Quando cheguei naquele dia, quem abriu a porta foi a mãe dele. Ela se chama Mônica e nunca perguntei a idade, mas acho que deve estar na casa dos quarenta e poucos, embora com certeza não aparente. Ela é dona de casa, então tem bastante tempo livre para praticar esportes, que ela adora e que parecem ser os culpados por ela ainda manter um corpo muito gostoso e uns peitos e uma bunda que não caíram nada.
Apesar de ser uma mulher atraente, nunca tinha fantasiado com ela de um jeito especial. Era a mãe do meu amigo e, assim como ele, eu a conhecia há muitos anos. Minha mãe e ela eram amigas, e não havia nada na nossa relação diferente do normal entre a mãe de um amigo.
A noite passou normal. O pai do meu amigo, que trabalha até tarde, chegou por volta da 1:00. Estava cansado, cumprimentou e disse que ia para a cama, que já tinha comido algo por aí. Meu amigo também estava meio cansado e resolveu ir dormir, assim como a mãe dele, que disse que ia tomar um banho antes de se deitar. Eles foram para o andar de cima da casa, onde ficam os quartos, e eu fiquei na sala vendo um filme.
Pouco depois de terminar, comecei a zapear até dar de cara com um canal que estava passando um filme adulto. Comecei a ver, de vez em quando olhando para a escada para ver se alguém descia. Logo a tesão era tanta que meu pau estava duro, dando para ver através da calça do pijama. Então, abaixei a calça até os tornozelos, junto com a cueca, e comecei a bater uma boa punheta.
Quando me dei conta, a mãe do meu amigo estava atrás de mim, de roupão. Parece que depois do banho ela tinha... Decidi descer pra ver se você já tinha ido dormir e me encontrei com a pica na mão.
Pulei de pé e subi as calças como pude, claro que já era tarde pra disfarçar, mas tentei me virar. Perguntei normal o que ela queria, e ela disse que tinha descido pra ver se eu já estava deitado.
Eu tava vermelho que nem um tomate, o filme pornô ainda passando na tela, e ela falou:
— "Não se preocupa, amor, é normal você se masturbar, todo homem faz, ainda mais na sua idade. Vou ficar aqui com você pra ver o filme, e já que eu te vi pelado, é justo que você me veja também."
Dito isso, deixou o roupão cair no chão e se mostrou nua na minha frente. Nunca tinha imaginado ela assim, tinha uns peitos lindos e durões, e a bucetinha dela tava depilada, só com uma listrinha de pelo.
Ela sentou nua no sofá e pediu pra eu continuar o que tava fazendo, que não tivesse vergonha.
Claro que vocês já imaginam que eu fiquei de cara, a mãe do meu amigo pelada na minha frente pedindo pra eu continuar batendo uma como se nada fosse.
Quase saí correndo pra dormir, mas ainda tava com o pau duro que nem pedra, então sentei no sofá e tirei a roupa, ficando nu do lado dela.
Quando ela viu minha pica de perto, me elogiou: "Caralho, que canhão que você tem, não imaginava que na sua idade tivesse uma ferramenta dessas, é uns 5 cm maior que a do meu marido."
Esse comentário me deixou mais tarado e comecei a bater punheta de novo. Na tela, tava passando um negão com uma ferramenta mais ou menos do tamanho da minha e uma loira subindo e descendo no pau dele.
Mônica falou: "Eu como uma pica muito melhor que a do filme, mas meu marido vive cansado depois do trabalho e faz tempo que não posso provar um bom salame. O seu parece bom, adoraria experimentar."
A coisa tava chegando num ponto inimaginável, agora a mãe do meu amigo não tava bem. Atendida pelo maridinho dela, e nem um pouco boba, ela tinha decidido que podia comer meu pau. Naquela hora, a excitação era tanta que eu já não via a Mônica como a mãe do meu melhor amigo — nessa idade, a gente é tudo tarado igual macaco. Pra mim, naquele momento, a Mônica era só uma tia gostosa que tava pelada do meu lado, louca pra engolir meu pau.
Parei de me masturbar e falei que meu pau era todo dela. Ela sorriu pra mim e se inclinou devagar na direção do meu pau, beijou a ponta com muito carinho, igual quando dava um beijo de boa noite no filho dela. Depois, foi enfiando meu pau na boca dela, aos poucos, até o queixo bater nas minhas bolas. Com certeza ela sabia como chupar um pau — tinha uma garganta fenomenal, e meus 19 centímetros de carne dura entraram por completo na boca dela. Ela pegou o pau com uma mão e, depois de bater uma punheta devagar, abriu a boca e enfiou um bom pedaço, mamando com gosto. Fiz ela mamar meu pau da cabeça até as bolas, adorava ver ela mordiscando meus ovos.
— Mmmmm... que grande que você tem, gosto muito, meu menino.
Ela se ajoelhou com os peitos na altura do meu pau e começou a fazer um espanhol de infarto. Os peitos dela eram grandes, mas sobravam pelo menos uns 5 centímetros do meu pau, que ela tratava de enfiar na boca toda vez que meu pau subia e descia entre os peitos dela.
Eu não aguentava mais e falei que queria foder ela ali mesmo. "Puxa, então você quer foder a mãe do seu amigo na casa dela, com meu filho e meu marido lá em cima? Pois saiba que eu já pensei em te foder assim que você entrou pela porta hoje à tarde."
Ela subiu no sofá e, se segurando no encosto, foi descendo devagar enquanto me beijava com paixão. Meu pau foi se cravando nas entranhas dela até que ela se deixou cair, e meus 19 centímetros ficaram completamente dentro daquela gruta deliciosa e quente. Ela começou a cavalgar em cima de mim, os peitos dela pulavam na minha cara, e ela fazia de tudo. Esforços pra que os gemidos não fossem tão altos e pudessem nos ouvir, ela mordia o lábio pra não gritar cada vez que eu enfiava completamente minha pica nela. Levantei ela no colo, com minha pica ainda enterrada na buceta dela, joguei ela no sofá e coloquei os pés dela nos meus ombros, assim comecei a bombar de novo na buceta dela, desse jeito a penetração era mais funda, já não dava mais pra disfarçar e os gritinhos de prazer estavam cada vez mais fortes.
"Isso, filho da puta, me parte no meio, porra, como você fode bem pra ser tão novo, tá me comendo como um puto touro de briga, fazia anos que não me fodiam desse jeito, continua metendo, amor, não para, continua".
Eu tava quase gozando e ela pareceu perceber, me mandou parar, imaginei que não queria que eu gozasse dentro dela, mas o que ela disse foi uma nova surpresa.
"Nunca ninguém me comeu no cu, mas hoje você me fodeu tão bem que quero que meu cu seja seu, enterra tudo dentro de mim, meu menino".
Eu nunca tinha praticado sexo anal, mas era algo que sempre fantasiei vendo filmes pornô, agora podia realizar, nunca imaginei que seria com a mãe do meu amigo, ia comer o cu da mãe do meu melhor amigo. Peguei meu pau e, colocando no buraquinho anal da Mônica, comecei a empurrar e meu pau foi entrando no cu da mãe do meu amigo. Não enfiei de uma vez, fiz devagar, centímetro por centímetro, enfiava um pedaço e tirava pra enfiar um pedaço maior. Devagar, a pica foi abrindo caminho. Quando só faltavam uns 7 cm, tirei quase inteira e, de novo, devagar, mas sem parar, fui encaixando, até fazer desaparecer completamente no cu da minha amante improvisada, a mãe do meu amigo abrigava minha pica inteira na sua bela bunda.
Mônica sorria satisfeita com todo o cu cheio da minha pica.
Perguntei se tava tudo bem. -Siiiiim... muito bem!!!-respondeu a putinha.
Comecei um ritmo de mete-saca no cu da Mônica, que já tava totalmente descontrolada. -Assiiiiiiiiiiim... ohhhhhh!!!!... que
picaaaa!!!!!- gemeu a foxy- que gostosoooo!!!!!.
Meu amigo e o pai dele continuavam dormindo, não podiam imaginar que
no andar de baixo, a amante mãe e esposa deles estava sendo comida por mim.
Eu curtia a foda. Apalpava com luxúria as bundas apetitosas da Mônica, que com os olhos virados gemia de prazer. Assim ficamos por mais de 15 minutos, tempo que a Mônica teve pra gozar um par de vezes, pelo que dava pra ver na cara dela. Não aguentei mais e soltei um gritinho enquanto esvaziava minhas bolas no cu da mãe do meu amigo. Os dois ficamos exaustos, depois de 5 minutos, ela me beijou e
me desejou boa noite, eu coloquei o pijama de novo e fui dormir, meu amigo tava dormindo, não tinha percebido nada, tinha passado a pica na mãe dele mas ele não sabia de nada.
No dia seguinte acordamos e descemos pra cozinha, o pai do meu amigo já tinha ido trabalhar e a mãe dele tinha preparado o café da manhã pra gente, meu amigo comeu tudo na velocidade máxima e foi tomar banho, eu fiquei com a mãe dele, nenhum de nós tinha falado nada depois da enrabada de ontem até
que ela disse que tava com vontade de um bom copo de porra mas que o meu era o último.
Eu sorri, falei pra ela não se preocupar que não ia dar meu copo mas que se quisesse porra podia se servir ela mesma, abaixei a calça e mostrei meu pau pra ela que na hora se ajoelhou e começou a chupar com devoção total, quando meu amigo desceu, a Mônica já tinha tomado o copo de porra dela, eu sou testemunha de como não desperdiçou nem uma gota da gozada que encheu a garganta dela.
2 comentários - A mãe gostosa do meu colega