Fantasias que deram errado II

Olá, poringas girls e poringas boys. Esta história é a continuação de "Uma fantasia que terminou mal".
O dia começava com um sol radiante que cegava minha vista, eu estava moído, dolorido, cansado e humilhado.
Quando minha filha chegou da dança, seu sorriso lindo e radiante se desfez, substituído por um de terror.
Imediatamente, e com o nojo que a casa ficou, ela me desamarrou e chamou a polícia para que viessem e procurassem minha esposa, sequestrada por esses marginais.
A polícia, ao chegar em casa, me encontrou pelado e em choque no sofá, e minha filha me dando um copo d'água. Ela ainda, apesar da ocasião, estava linda pra caralho, com seu cabelo liso castanho claro, sua mini justíssima e seus sapatos de salto que faziam das pernas dela duas estradas sem fim até o inferno.
Minha filha, atordoada, começou a falar mal dos policiais e a mandar eles procurarem a mãe dela.
- Para, sua puta de merda! - respondeu um policial obeso enquanto dava um tapa na cara linda dela.
- Escuta uma coisa, puta. Aqui não aconteceu nada. Sabe? Faz dois anos que meu irmão é amante da sua mãezinha. Agora ele deve estar é metendo a rola na velha putona! Hahahaha! - disse ele, zombando da gente.
Outro policial, que estava andando pela sala como se não estivesse nem aí, se aproximou da minha filha.
- Escuta, gostosa, sua mãe chupava bem a nossa pica. Quero ver como você se comporta com a gente. - disse ele, rindo e zoando a gente com o parceiro.
Foi aí que, na hora, aquele policial agarrou minha filha com força, puxou o pau mole dele e começou a esfregar na cara dela, enquanto ela sentia nojo e eu, horror.
Eu não podia fazer nada; amarrado pelo outro policial, ainda dolorido, gritei com toda a força pra pararem com essa loucura, gritos que foram calados com uma coronhada certeira na minha cabeça.
Minha filha passou a chupar a pica desses dois policiais, arrancaram a mini justa dela e o sutiã num puxão violento, deixando ela nua. grandes peitos que ficaram à mercê e proveito desses depravados.
À força e em meio a choros de terror, levaram ela pro quarto de casal, colocaram ela de quatro e enquanto um chupava a rola, o outro dava uma bela chupada de buceta por trás. Depois de um tempo, minha filha começou a gemer, como uma reação natural aos estímulos que esses depravados estavam fazendo nela.
— Olha!!! No final ela é mais puta que a mãe! — disse o mais obeso dos policiais.
— E ainda goza! — respondeu o outro, interrompendo o serviço.
Depois de comemorar as piadas, um dos policiais sentou na cama e ajeitou minha filha pra meter o pau com violência. Os gritos da minha filha mudaram quase bruscamente pra gemidos e reclamações de prazer, parecia que apesar da situação, ela gozava como uma puta, bem como os policiais chamavam ela. Enquanto um dos policiais cuidava da minha filha com brutalidade, o outro, o obeso, mexia a barriga avantajada e agitava o pau pequeno com o claro objetivo de gozar na cara e nos peitos da minha filha.
— Ai, buceta!!! Me arromba toda!!! — ouvi da boca dela, surpreso.
— No final você é mais puta que sua mãe!!! — disse, zombeteiro, um dos policiais.
Depois de experimentar várias posições e vários orgasmos da minha filha, os dois policiais soltaram grandes quantidades de porra na cara e nas costas dela.
Nus, os dois policiais foram pra cozinha tomar umas cervejas geladas, enquanto eu olhava atônito pra minha filha sem entender nada.
— Me desculpa, papai. Não consegui controlar. — se desculpou minha pobre filha.
Depois de alguns minutos, levaram minha filha pra jacuzzi e lá continuaram o serviço. Um dos policiais, fisicamente menos apto, só se masturbava enquanto o outro, mais novo e em melhor forma, começava com a língua a brincar com o cu da minha filha pra estimular. Ela, entregue, não conseguia evitar sentir prazer com o tratamento do estuprador; pelo contrário, gozava com o tratamento. que aquela língua molhada dava no buraco dela, sentindo aquele formigamento que a fazia tremer. Longe de reclamar, ela gemia de prazer, mesmo apesar da situação traumática.
Pouco depois, aquele policial começou a enfiar os dedos aos poucos, até quase enfiar todos. Um grito feminino ecoa, quebrando a tranquilidade da manhã calma: minha filha estava recebendo um fisting anal bruto que ela não aguentou. Semi-desmaiada, minha filha recebeu a agitação brusca do punho daquele maldito, que dava vazão à sua depravação. Depois, ela, semi-inconsciente, começa a receber dentro do cu a agitação do pau vigoroso, com brutalidade, sem que ela pudesse sentir nem um pingo de prazer. Do cu todo dilatado dela escorria uma porrada de porra, que corria como lava de vulcão.
Depois de me baterem várias vezes, os policiais me ameaçaram e foram embora na maior impunidade. Quando fomos atendidos no hospital, os médicos denunciaram o caso, e só aí a corregedoria da Polícia da província de Buenos Aires entrou em ação.
Os dias seguintes foram muito difíceis para mim e minha filha. Ela teve lesões anais e infecções que demoraram a curar, mas o pior veio depois: após várias tentativas de suicídio, ela teve que ser internada num neuropsiquiátrico. O meu caso, pode-se dizer, é mais leve, mas ainda assim é pesado; tô lutando pra superar essa situação, tomado por fortes ataques de pânico. Quanto à minha esposa... a história dela merece outra história, que em breve vou compartilhar com vocês.

4 comentários - Fantasias que deram errado II

Escribir un comentario...
😒 😒 😒 😒 😒 😒 😒 😒 😒