No dia seguinte acordamos bem tarde. Minha mulher quis ficar mais um pouco na cama, estava completamente pelada e de bruços sobre os lençóis. Hesitei um instante, mas precisava de um banho. Beijei-a e passei a mão descendo pelas costas até chegar na bunda, onde agarrei firme uma das nádegas por um momento antes de ir para o chuveiro.
— Foge, que eu te pego depois. — Ela disse com voz provocante.
Só fui perceber que ainda estava pelado quando cheguei na porta do banheiro, justo quando bateram na porta.
— Serviço de quarto. — Disseram do outro lado.
Na noite anterior, quando chegamos, entre uma coisa e outra, esquecemos totalmente de colocar a plaquinha de não perturbar. Peguei uma toalha do banheiro e a enrolei na cintura. Dei uma olhada rápida no apartamento e vi que nossos amigos estavam na varanda. Ana estava de biquíni e Ivan de bermuda. A porta do nosso quarto estava fechada, então abri a porta. A camareira era uma jovem morena com o cabelo preso em uma coleta. Estava com o uniforme típico de hotel, mas dava pra ver uns peitões grandes sob a camisa abotoada.
— Bom dia, serviço de quarto. Se não for incômodo, vou passar o aspirador no carpete, limpar o pó, trocar as toalhas e fazer as camas.
— Sim, claro, com certeza… como disse? Fazer as camas?… Bom, veja, o quarto com a porta fechada, é que minha mulher ainda está na cama…
Não pude terminar a frase, porque naquele mesmo momento minha mulher saiu do quarto. Ainda estava pelada e meio dormindo, aparentemente, porque passou do nosso lado, desejou bom dia e entrou no banheiro para mijar, sem fechar a porta. Foi aí que ela notou a moça e, depois de ficar vermelha de vergonha, começou a rir.
— Desculpem, é melhor eu voltar em outro momento. — Disse a garota, se desculpando.
— Não se preocupa. — Minha mulher respondeu, ao mesmo tempo que se cobria com uma toalha na frente. — Assim você não precisa voltar depois. Vou colocar alguma coisa. – Ela passou de novo do nosso lado, me deu um beijo e continuou em direção ao quarto, e ao virar as costas pudemos continuar vendo sua bunda que ainda estava à mostra.
Isso me deu muito tesão e meu pau começou a acordar. Coisa que a garota percebeu, já que olhava disfarçadamente para o volume crescente sob minha toalha, ficando corada.
- Então começo pelo banheiro, se vocês acharem bem.
- Sim, sim, claro. – Eu me virei e fui para o quarto.
Minha mulher já estava de biquíni, embora tivesse escolhido um fio-dental para a parte de baixo. Meu pau já estava todo inchado sob a toalha e eu a mil.
- Olha que você é má, andando pelada na frente da garota, ela ficou toda sem graça, até ficou vermelha.
- Bom, pelo que vejo inchando aí embaixo, me parece que você gostou. – me respondeu a sacana.
- Você me deixou com um tesão da porra.
- Eu, ou os peitos da putinha aquela? – continuou no modo sacana ligado.
- Bom, você, que estava pelada e no estilo putinha, ela não fez nada, bom, olhar meu volume, mas acho que não dá pra disfarçar muito, não acha? – disse enquanto apertava meu pau sob a toalha de maneira totalmente obscena.
- Ha, ha, ha. Sim, claro, claro, que se ela topasse você não a comia, né?
- Agora tô com vontade de te foder, então assim que ela terminar a gente vai pro banheiro e você vai ver tudo que vou fazer com você. Vou colocar uma calça.
- Não, fica com a toalha, vamos ver se ela fica com tesão e a gente come ela.
Minha mulher saiu do quarto, foi até a varanda e comentou algo com Ana e Iván, depois tirou a parte de cima do biquíni assim como Ana e elas começaram a tomar sol, enquanto Iván foi para a cozinha preparar umas bebidas. Eu fiquei na porta do quarto olhando o que essas putinhas estavam fazendo e ficando cada vez mais excitado.
A garota saiu do banheiro com as toalhas sujas, deixou-as num cesto do seu carrinho e voltou com as toalhas limpas. Ao Depois de um tempo, Ivan voltou à varanda com vários copos de San Francisco e deixou um para mim ao passar na minha frente.
- Cara, você acordou com energia hoje, apesar do que rolou ontem à noite. - Ele falou num volume mais alto que o normal, e a garota olhava com certa discrição na nossa direção.
- Vocês nos deixaram exaustas ontem à noite, mas não relaxem demais porque depois queremos mais. - disse Ana da varanda.
A garota já estava passando o aspirador no carpete do apartamento e aproveitava para acompanhar nossa conversa. Olhava de soslaio para a varanda, e me pareceu que ela estava reparando nos peitos das duas. Ana e minha mulher também perceberam, então Ana entrou e tirou do bolso da praia o protetor solar, voltou para a varanda e começou a passar crema nos peitos da minha mulher, demorando bastante neles. Depois foi a vez dos peitos de Ana. Ivan, que também estava bem excitado, quis participar também, pegou a crema e começou a passar na bunda das duas.
A garota estava vermelha como um tomate e discretamente desabotoou um botão da sua blusa, deixando ver um pouco mais do seu decote. Aparentemente ela também estava gostando daquilo. Ela se agachou para pegar o cabo do aspirador e deixou toda a sua bunda, que era bem bonita, virada para a varanda, deixando que as garotas e Ivan pudessem apreciar, enquanto sua cabeça e seu olhar se dirigiam para mim, volume incluído. Ela se levantou mais devagar que o normal e, surpreendentemente, já tinha mais dois botões desabotoados. Realmente tinha uns peitões grandes sob aquela blusa e dava para ver parte do sutiã. Ela deixou o aspirador no carrinho e foi para o nosso quarto.
- Querem que eu arrume as camas? - embora seu olhar malicioso parecesse mais que ela queria desarrumá-las.
- Sim, por favor, mas não se incomode muito. - respondi com um meio sorriso.
Deixei ela no quarto e fui com os outros para a varanda.
- Mas olha só como vocês são maus, mas como me deixam excitada, vocês três são uns safados... com certeza que reclama da gente. - Que nada! Mas se ela gosta e tudo, não vê como ela também ficou excitada? Se não fosse porque está trabalhando já estaríamos os cinco transando. – disse Ana, com a aprovação gestual da minha esposa. E de fato, olhamos de soslaio o pouco que se via do quarto a partir da varanda e vimos como ela estava se tocando nos peitos com total descaramento, até acreditei notar que havia desabotoado ainda mais a camisa. Em seguida, parou, respirou fundo e começou a arrumar a cama. Saiu do quarto e entrou no outro. - Pois agora que veja o vibrador que está sobre a cama. – riu Ana. - Talvez ela goste e use. – disse minha esposa a modo de piada. - Ah não. Isso sim que não, que não sei como ela tem a buceta. – reclamou Ana. Entrou e foi ao seu quarto onde permanecia ainda a moça, vestida apenas com seu fio-dental branco, que era de fio e quase não cobria nada também na frente. Os demais nos inclinamos um pouco para o outro lado da varanda para poder ver o que acontecia. Ana pegou o vibrador de cima da cama sem nenhum disfarce. - Desculpe, já tiro para não te incomodar. – disse a ela. - Não se preocupe. – respondeu tentando sem sucesso não olhar para os peitos dela. - Não, fique tranquila, esperamos não te atrapalhar no teu trabalho por estarmos vestidos assim, mas é que adoramos ficar ao natural, sabe. - Não se preocupe senhora, não me incomodam, é agradável lidar com gente tão... simpática. – respondeu. - Você está muito morena. – começou a dizer Ana. – Gosta de ir à praia? Costuma ir depois do trabalho? – interrogou. - Bom, às vezes sim, uma das vantagens de trabalhar aqui é a praia ser tão perto. - E por que não vem depois com a gente? Desde que não te incomode nossa atitude, claro. - Bom, não sei, a verdade é que não costumo me encontrar com clientes fora do horário de trabalho. - Vai, mulher, anima aí, vamos nos divertir muito, com certeza você conhece um monte de lugares onde podemos ficar os cinco tranquilos curtindo a praia. A que horas você sai?
- Às cinco.
- Bom, então podemos nos encontrar no farol quando você sair e, se quiser, podemos comprar algo pra lanchar e curtir a tarde. Diz que sim! – ela falou, começando a pular de alegria enquanto seus peitos balançavam diante dos olhos da garota.
- Tá bom, mas não tenho maiô nem nada.
- Não se preocupa, temos vários, a gente te empresta um e tá resolvido. O que você costuma usar?
- Bom, na verdade normalmente faço nudismo, mas claro…
- Então perfeito! – Ana a interrompeu. – A gente também, era só pra você ficar mais confortável. Se não te incomoda, pra gente com certeza não.
- Tá bom, então nos vemos mais tarde. Agora vou me apressar pra terminar os quartos que faltam.
- Até logo então. Espera, qual é o seu nome?
- Marta.
- Eu sou Ana. – e continuou brevemente com as apresentações antes de voltar até nós, deixando Marta terminar seus afazeres.
Antes de sair do nosso apartamento, ela abotoou a camisa e nos dirigiu um sorriso com um até logo…
- Não acho que vou conseguir esperar até chegar no banheiro. – falei pra minha mulher enquanto puxava a lateral do seu fio-dental, deixava a toalha cair e a penetrava por trás.
- Ufff, que gostoso, continua assim, me dá com força.
Olhei pra onde nossos amigos estavam e eles estavam nos imitando. Não demorou muito pra nós quatro gozarmos, com o tesão que estávamos.
- Acho que a Marta curte a festa, ela também estava com muito tesão, mas não sei se no final ela vai se arrepender e não vir com a gente. – disse Ana.
Comemos algo leve no apartamento e pegamos um cochilo jogados entre os sofás. Depois da foda quando a garota do serviço de quarto foi embora, nós quatro havíamos ficado pelados e continuamos assim. Como as meninas tinham a intenção de continuar nuas na praia, só colocaram uns vestidos sem nada por baixo e eu e o Ivan, bermudas e camiseta. Pegamos uma bolsa com as toalhas, o protetor solar, umas garrafas bem geladas de água, refrigerantes e umas coisinhas para beliscar depois na praia. Saímos do apartamento às cinco e cinco e atravessamos a avenida até chegar no farol onde havíamos combinado com a Marta.
- Se ela não vier dá pra entender, porque depois do espetáculo que armamos, ela não vai querer aparecer nem perto do nosso apartamento. - disse o Ivan
- Tava dizendo, amor? - perguntou a Ana em resposta, ao mesmo tempo que fazia um gesto com a cabeça na mesma direção de onde a gente tinha vindo uns minutos atrás.
A Marta se aproximava vestida com um traje de corte verão parecido com o das nossas minas, com um decote em V bem generoso mostrando boa parte dos seus peitões. Dava pra ver que ela tinha largado o sutiã, e o coque, deixando o cabelo solto - uma juba e tanto, meio ondulada.
- Que pena que a gente não apostou nada, Ivan. - ela disse pra ele logo antes da Marta chegar perto.
- Oi, tá um calor hoje à tarde, né? - ela cumprimentou ao chegar.
A gente se apresentou, os cinco, e depois de uns minutos conversando sobre pra onde ir, finalmente decidimos que ela ia nos mostrar uma pequena praia a uns quinze minutos dali, que, segundo ela, era um lugar bem tranquilo pra pegar um sol longe dos enxeridos que costumavam ficar na área das dunas. Fomos no carro alugado. O Ivan dirigia e eu do lado, porque as três minas tinham decidido ir juntas atrás. A Marta foi nos guiando até chegar num pequeno terrapleno que servia de estacionamento, onde tinha vários carros. Descemos um lance de escadas e depois uma trilha de terra por uns cinco minutos até chegar numa praia de areia branca em forma de ferradura, com paredões de pedra baixos de cada lado.
Não estava deserta, tinha vários casais, um grupo de quatro garotas e um cara sozinho, mas apesar do tamanho da praia estavam todo mundo espalhado, alguns casais estavam pelados, o rapaz com uma sunga bem curtinha e o grupo de quatro garotas estavam de topless. Nos posicionamos num lugar onde não estávamos excessivamente perto de nenhum deles. Colocamos as toalhas e ficamos pelados. A Marta só usava um fio dental debaixo do vestido, mas tirou assim que chegou, deixando à mostra sua bucetinha, que mesmo não estando totalmente depilada porque tinha um pouco de pelo na parte de cima, estava bem aparadinho. O Iván e eu fomos para a água e deixamos as três garotas passando protetor solar. Quando saímos da água, as três estavam deitadas de bruços, olhando para a beira da praia. Nós dois ficamos em pé bem na frente delas. Nessa posição, nos deliciávamos com a visão dos três bundões bronzeados. Não deu pra evitar que nossos paus ficassem um pouco inchados.
- Gente, vocês têm que passar protetor também, esse sol ainda está bem quente. - disse minha mulher.
- Bom, vocês poderiam ajudar, né? - respondi.
- E por que não deitam aqui entre a gente? - disse minha mulher.
Iván e eu, super a fim, então sem dar chance delas se arrependerem, deitamos de bruços entre as três, ficando a Ana numa ponta, o Iván ao lado dela, a Marta no centro, depois eu e minha mulher na outra ponta. A Ana começou a passar protetor nas pernas do Iván e a Marta na parte de cima das costas dele. Minha mulher começou também pelas minhas pernas e a Marta continuou nas minhas costas depois que terminou com as do Iván.
- Mas falta o bumbum, gente. - observou a Ana. - Essa é sua missão, Marta.
Ela pegou o pote de protetor e colocou bastante nas duas mãos, e a Marta começou a espalhar, usando uma mão para cada um. Começou suave pelas nádegas, mas aos poucos foi ficando mais ousada, metendo a mão pelo meio e descendo até o começo do ânus, passando um dedinho pelo buraquinho, depois continuou mais abaixo até alcançar a base dos testículos. Eu já estava bem excitado e a cara do Iván não... demonstrava o contrário. Nossos parceiros riam e diziam coisas como "pois é, vão ficar com o cu bem cheio de creme" e coisas do tipo. Quando terminei, estava com o pau duríssimo.
- Agora é a vez da frente. - disse Ana.
- Nem pensar! Agora não posso virar, estou com o pau duro feito pedra e tem mais gente na praia. - protestei.
- Quase não tem ninguém, só um cara que está bem longe e as meninas que estão todas na água. - disse Marta.
- Então sem mais conversa, virem-se para não queimar. - disse minha esposa.
Iván e eu nos olhamos e assentimos com a cabeça, viramos e ficamos de barriga para cima com nossos paus eretos. De novo foram as três que passaram a creme em nós, subindo e descendo as mãos por todo o corpo. Não sei quem foi a primeira a tocar no meu pau, mas me fez dar um salto de prazer e um instante depois minha esposa estava me masturbando. Pouco depois ela cedeu o lugar para Marta, que continuou subindo e descendo. Ouvi Iván gemer e vi como ele gozou graças à outra mão de Marta. Não durou nem um minuto para eu gozar também.
- Mmmm, que porra gostosa! - disse Marta. - Melhor ir na água me limpar.
Decidimos ir os cinco. Ao chegar na beira da água, as quatro garotas que estavam na água ficaram nos encarando. Sem dúvida tinham percebido o que fizemos nas toalhas. Nos olharam entre surpresas e safadas. Três foram para suas toalhas, mas uma delas, loira de cabelo cacheado e curto, com seios pequenos e bronzeada, ficou sentada quase na beira, mas com parte do corpo submerso. Nos afastamos um pouco dela, mas perto o suficiente para que pudesse nos ver. Começamos a brincar de nos molhar e nos agarrar, e sempre que tínhamos oportunidade não deixávamos de tocar peitos, paus, bundas e bucetas, cada vez com menos disfarce. A garota que continuava nos olhando da beira estava se masturbando, apesar de ter metade do corpo... debaixo d'água, vimos que ela tinha abaixado a calcinha até a metade da perna para conseguir se tocar bem. Nós, claro, continuamos dando espetáculo, nos aproximamos um pouco mais e começamos a masturbar as garotas e tocá-las descaradamente. A loira começou a ter pequenos tremores, estava gozando. Ela puxou a calcinha do biquíni para cima, entrou um pouco mais no mar e mergulhou, logo em seguida voltou à superfície e foi em direção à areia. Ao passar perto de nós, ela piscou um olho e nossas garotas jogaram beijos para ela. As amigas dela já estavam recolhendo as coisas, e parecia que iam embora. Nós continuamos com o nosso rolê. Continuei masturbando minha esposa, Iván a dele e Ana a Marta, todos formando uma pequena roda. Minha esposa estava quase gozando quando Marta enfiou um dedo no cu dela, fazendo com que ela não demorasse mais. Ana também não demorou quase nada para gozar. Iván e eu nos posicionamos um de cada lado de Marta, enquanto nossas mulheres se refrescavam. Iván estava atrás dela e eu na frente, nosso trabalho em dupla não atrasou o orgasmo de Marta.
Todos satisfeitos, embora nós dois, os caras, com os paus crescendo de novo, saímos da água. O cara que estava sozinho também tinha recolhido suas coisas, mas em vez de ir embora, se posicionou mais perto de nós. Certamente tinha visto a cena aquática e não queria perder nada. Conversamos sobre isso com as garotas, mas elas não ligaram.
- Além do mais, o cara não é nada mal, talvez ele até se junte à gente. - Ana riu.
Do grupo das garotas, finalmente duas tinham ficado, a loira da água e outra igualmente jovem, morena e com um pouco mais de peito. Elas tinham tirado a parte de baixo do biquíni, ficando nuas também. Meu pau agradeceu a nova situação, crescendo um pouco mais. Começamos a aproveitar bem o lanche que havíamos trazido, e a contar um pouco das nossas experiências para Marta, que tinha ouvido falar do mundo liberal, mas nunca tinha conhecido um casal, ou pelo menos não que ela soubesse. imaginasse, e muito menos com duas que estivessem de férias juntas.
- Uma amiga me contou há um tempo que fez um trio com um casal que eram amigos dela há muitos anos, mas depois perdeu o contato e mais tarde descobriu que eles tinham terminado. - nos contou Marta.
- Bom, um casal liberal tem que ter muito claro seus sentimentos e o que realmente busca nos outros é apenas sexo, tesão e diversão. - comentou Ana. - Depois, com sorte, pode-se desenvolver uma boa relação de amizade com outro casal, como é o nosso caso, porque nós quatro temos muito claro o que queremos e a quem queremos, deixando de lado bobagens e sentimentos absurdos de ciúmes. - acrescentou.
- Eu tenho muito tesão nisso, devo admitir, mas agora não tenho parceiro e não sei se teria coragem de compartilhá-lo com ninguém, acho que pelo medo clássico de perdê-lo. - esclareceu Marta.
- Pois olhem as garotas, essas aí não têm vergonha de nada, me parece. - observou minha esposa.
As duas estavam sentadas com as pernas abertas, uma de frente para a outra, e estavam se tocando na buceta mutuamente, e com a outra mão acariciavam o resto do corpo. O rapaz que estava posicionado um pouco mais acima, entre nós e elas, tinha tirado a sunga e estava se masturbando sentado com as pernas cruzadas.
- Vamos nos juntar à festa. - disse Iván ao mesmo tempo que enfiava a mão na virilha de Ana.
Minha esposa agarrou meu pau que já estava bem duro e Marta começou a tocar a buceta dela e eu a de Marta. As duas garotas e o rapaz tinham percebido também e nos olhávamos uns para os outros. Ana estava tão excitada que sentou em cima de Iván e começou a trepar com ele ali mesmo. Meu pau ficou ainda mais grosso entre as mãos da minha esposa e Marta não parava na sua tarefa dentro da buceta dela. O rapaz se aproximou a poucos metros de nós, era jovem, depilado, com um pouco de músculo, embora não muito, e tinha um pau mais grosso do que grande.
- Que pau gostoso você tem! - disse o rapaz para minha esposa, que Dei um passo para me aproximar mais.
Minha mulher indicou para ele se aproximar mais e começou a chupar o pau dele sem demora. Marta fez o mesmo com o meu. Iván gozou dentro da Ana, que, assim que ele terminou, colocou a buceta na boca dele para que ele a chupasse. Minha mulher chupava o pau do jovem com vontade e não demorou para encher os peitos dele de porra. Fiquei muito excitado, então o orgasmo veio de repente, deu tempo só de avisar a Marta e ela tirou da boca.
— Esses garotos não duram nada — disse minha mulher.
Ela se levantou e se aproximou das duas garotas que ainda estavam na delas, conversaram um pouco e as três se levantaram e voltaram até nós. Ela as apresentou, eram Laura e Angie, eram um casal e estavam com muito tesão, então iam brincar com as garotas para ver se a gente se animava de novo. Nossas namoradas e Marta se dividiram com as novas, Ana com a loira Laura, e Marta e minha mulher com Angie. Elas se chuparam todas de cima a baixo, enfiando os dedos umas nas outras. Nós três caras estávamos a mil, me aproximei da nossa bolsa, peguei uma camisinha e coloquei, fui até onde estava Marta, virei ela e a penetrei por trás, ela gemeu de prazer e acompanhou minhas investidas para que entrasse mais fundo. Angie se posicionou entre as pernas de Marta e comeu a buceta dela, e algumas vezes a língua dela chegou até minhas bolas, fazendo meu pau ficar mais duro. Minha mulher aproveitou que Angie estava deitada para chupar a buceta dela. Marta não durou muito e gozou entre minhas enfiadas e as lambidas de Angie. Olhei ao redor e vi que Iván estava comendo a Laura e o outro cara com a Ana. Tirei a camisinha e enfiei meu pau na minha mulher, que levantou a bunda para que eu a penetrasse bem. Marta começou a mordiscar os mamilos de Angie e minha mulher continuou chupando a buceta dela, ela não conseguiu se segurar muito mais e começou a gozar, de um jeito que soltou um bom jato — minha mulher às vezes gozava assim, mas ficava toda molhada, não saíam jatos. Esses pensamentos me deixaram... Fiquei mais excitado e penetrei minha mulher com mais força, segurei ela pelos quadris e puxei ela para mim. Percebi como ela começou a se agitar e disse que estava gozando, isso foi o estopim para eu encher a buceta dela de porra. Angie também gozou graças ao oral que minha mulher fez nela.
Nós três garotas e eu fomos para a água nos refrescar. Ficamos conversando e relaxando. Angie era holandesa, mas trabalhava na ilha há vários verões e estava saindo com Laura desde o começo deste, ambas tinham 22 anos e não costumavam fazer nada como hoje, mas nós as deixamos muito excitadas e elas já tinham fantasiado em fazer um trio. Nós contamos um pouco sobre nós e nossos gostos. Logo depois, os outros chegaram, menos o cara, que segundo nos contaram já estava indo embora. Ana foi a única que não tinha gozado agora, porque o cara não durou o suficiente, ela começou a se masturbar, mas vendo que todos estávamos vindo para a água, ela veio com Laura, deixando Iván de guardião. Iván foi o último a chegar, ele ficou esperando até o cara ir embora por precaução, nunca se sabia o que esperar de estranhos. Quando chegou na água, ele nos disse que se chamava Carlos e que tinha deixado o número de telefone caso voltássemos por aqui, ele nos contou. Laura estava meio alterada, tinha dado uma onda nela, ela tinha gozado duas vezes enquanto Iván a comia e mais uma vez quando se masturbou na água quando tínhamos nos banhado pouco mais de uma hora atrás.
O banho nos fez muito bem, saímos e tomamos algo, mas as bebidas já estavam quentes. Todos achamos que já era hora de voltar e nos vestimos. Combinamos de ir tomar algo gelado, então fomos nos dois carros até o centro, para uma esplanada onde pedimos uns refrigerantes e umas cervejas bem geladas. Continuamos nos conhecendo um pouco, Laura estudava filologia alemã e tinha conhecido Angie em uma festa, as outras duas garotas eram colegas de trabalho de Angie e tinham se impressionado com o espetáculo que Fizemos na praia e por isso elas tinham ido embora. A Angie também queria ir, mas a Laura a convenceu e, como se fosse uma brincadeira, elas se despiram. Era a primeira vez que tiravam a parte de baixo do biquíni, coisa que notamos pela marca que tinham, e ficaram tão excitadas que começaram a se tocar. Uma coisa levou à outra e a Laura ficou com tesão de novo só de contar. Rimos todos, era agradável ver um grupo de pessoas tão cheias de vida falando dessas coisas de maneira tão aberta. A Marta também nos contou que tinha adorado nos conhecer, porque senão com certeza não teria coragem de fazer nada disso, e tinha adorado. Nós contamos a ela sobre os clubes que conhecíamos e sobre as festas privadas que algumas pessoas organizavam, e ela ficou surpresa, quem diria que havia tantos no mundo liberal e ninguém soubesse. Trocamos os telefones e combinamos de nos ver de novo.
Os quatro voltamos para o apartamento, tomamos banho e decidimos comprar algo leve para comer no próprio apartamento e depois decidiríamos o que fazer à noite.
— Foge, que eu te pego depois. — Ela disse com voz provocante.
Só fui perceber que ainda estava pelado quando cheguei na porta do banheiro, justo quando bateram na porta.
— Serviço de quarto. — Disseram do outro lado.
Na noite anterior, quando chegamos, entre uma coisa e outra, esquecemos totalmente de colocar a plaquinha de não perturbar. Peguei uma toalha do banheiro e a enrolei na cintura. Dei uma olhada rápida no apartamento e vi que nossos amigos estavam na varanda. Ana estava de biquíni e Ivan de bermuda. A porta do nosso quarto estava fechada, então abri a porta. A camareira era uma jovem morena com o cabelo preso em uma coleta. Estava com o uniforme típico de hotel, mas dava pra ver uns peitões grandes sob a camisa abotoada.
— Bom dia, serviço de quarto. Se não for incômodo, vou passar o aspirador no carpete, limpar o pó, trocar as toalhas e fazer as camas.
— Sim, claro, com certeza… como disse? Fazer as camas?… Bom, veja, o quarto com a porta fechada, é que minha mulher ainda está na cama…
Não pude terminar a frase, porque naquele mesmo momento minha mulher saiu do quarto. Ainda estava pelada e meio dormindo, aparentemente, porque passou do nosso lado, desejou bom dia e entrou no banheiro para mijar, sem fechar a porta. Foi aí que ela notou a moça e, depois de ficar vermelha de vergonha, começou a rir.
— Desculpem, é melhor eu voltar em outro momento. — Disse a garota, se desculpando.
— Não se preocupa. — Minha mulher respondeu, ao mesmo tempo que se cobria com uma toalha na frente. — Assim você não precisa voltar depois. Vou colocar alguma coisa. – Ela passou de novo do nosso lado, me deu um beijo e continuou em direção ao quarto, e ao virar as costas pudemos continuar vendo sua bunda que ainda estava à mostra.
Isso me deu muito tesão e meu pau começou a acordar. Coisa que a garota percebeu, já que olhava disfarçadamente para o volume crescente sob minha toalha, ficando corada.
- Então começo pelo banheiro, se vocês acharem bem.
- Sim, sim, claro. – Eu me virei e fui para o quarto.
Minha mulher já estava de biquíni, embora tivesse escolhido um fio-dental para a parte de baixo. Meu pau já estava todo inchado sob a toalha e eu a mil.
- Olha que você é má, andando pelada na frente da garota, ela ficou toda sem graça, até ficou vermelha.
- Bom, pelo que vejo inchando aí embaixo, me parece que você gostou. – me respondeu a sacana.
- Você me deixou com um tesão da porra.
- Eu, ou os peitos da putinha aquela? – continuou no modo sacana ligado.
- Bom, você, que estava pelada e no estilo putinha, ela não fez nada, bom, olhar meu volume, mas acho que não dá pra disfarçar muito, não acha? – disse enquanto apertava meu pau sob a toalha de maneira totalmente obscena.
- Ha, ha, ha. Sim, claro, claro, que se ela topasse você não a comia, né?
- Agora tô com vontade de te foder, então assim que ela terminar a gente vai pro banheiro e você vai ver tudo que vou fazer com você. Vou colocar uma calça.
- Não, fica com a toalha, vamos ver se ela fica com tesão e a gente come ela.
Minha mulher saiu do quarto, foi até a varanda e comentou algo com Ana e Iván, depois tirou a parte de cima do biquíni assim como Ana e elas começaram a tomar sol, enquanto Iván foi para a cozinha preparar umas bebidas. Eu fiquei na porta do quarto olhando o que essas putinhas estavam fazendo e ficando cada vez mais excitado.
A garota saiu do banheiro com as toalhas sujas, deixou-as num cesto do seu carrinho e voltou com as toalhas limpas. Ao Depois de um tempo, Ivan voltou à varanda com vários copos de San Francisco e deixou um para mim ao passar na minha frente.
- Cara, você acordou com energia hoje, apesar do que rolou ontem à noite. - Ele falou num volume mais alto que o normal, e a garota olhava com certa discrição na nossa direção.
- Vocês nos deixaram exaustas ontem à noite, mas não relaxem demais porque depois queremos mais. - disse Ana da varanda.
A garota já estava passando o aspirador no carpete do apartamento e aproveitava para acompanhar nossa conversa. Olhava de soslaio para a varanda, e me pareceu que ela estava reparando nos peitos das duas. Ana e minha mulher também perceberam, então Ana entrou e tirou do bolso da praia o protetor solar, voltou para a varanda e começou a passar crema nos peitos da minha mulher, demorando bastante neles. Depois foi a vez dos peitos de Ana. Ivan, que também estava bem excitado, quis participar também, pegou a crema e começou a passar na bunda das duas.
A garota estava vermelha como um tomate e discretamente desabotoou um botão da sua blusa, deixando ver um pouco mais do seu decote. Aparentemente ela também estava gostando daquilo. Ela se agachou para pegar o cabo do aspirador e deixou toda a sua bunda, que era bem bonita, virada para a varanda, deixando que as garotas e Ivan pudessem apreciar, enquanto sua cabeça e seu olhar se dirigiam para mim, volume incluído. Ela se levantou mais devagar que o normal e, surpreendentemente, já tinha mais dois botões desabotoados. Realmente tinha uns peitões grandes sob aquela blusa e dava para ver parte do sutiã. Ela deixou o aspirador no carrinho e foi para o nosso quarto.
- Querem que eu arrume as camas? - embora seu olhar malicioso parecesse mais que ela queria desarrumá-las.
- Sim, por favor, mas não se incomode muito. - respondi com um meio sorriso.
Deixei ela no quarto e fui com os outros para a varanda.
- Mas olha só como vocês são maus, mas como me deixam excitada, vocês três são uns safados... com certeza que reclama da gente. - Que nada! Mas se ela gosta e tudo, não vê como ela também ficou excitada? Se não fosse porque está trabalhando já estaríamos os cinco transando. – disse Ana, com a aprovação gestual da minha esposa. E de fato, olhamos de soslaio o pouco que se via do quarto a partir da varanda e vimos como ela estava se tocando nos peitos com total descaramento, até acreditei notar que havia desabotoado ainda mais a camisa. Em seguida, parou, respirou fundo e começou a arrumar a cama. Saiu do quarto e entrou no outro. - Pois agora que veja o vibrador que está sobre a cama. – riu Ana. - Talvez ela goste e use. – disse minha esposa a modo de piada. - Ah não. Isso sim que não, que não sei como ela tem a buceta. – reclamou Ana. Entrou e foi ao seu quarto onde permanecia ainda a moça, vestida apenas com seu fio-dental branco, que era de fio e quase não cobria nada também na frente. Os demais nos inclinamos um pouco para o outro lado da varanda para poder ver o que acontecia. Ana pegou o vibrador de cima da cama sem nenhum disfarce. - Desculpe, já tiro para não te incomodar. – disse a ela. - Não se preocupe. – respondeu tentando sem sucesso não olhar para os peitos dela. - Não, fique tranquila, esperamos não te atrapalhar no teu trabalho por estarmos vestidos assim, mas é que adoramos ficar ao natural, sabe. - Não se preocupe senhora, não me incomodam, é agradável lidar com gente tão... simpática. – respondeu. - Você está muito morena. – começou a dizer Ana. – Gosta de ir à praia? Costuma ir depois do trabalho? – interrogou. - Bom, às vezes sim, uma das vantagens de trabalhar aqui é a praia ser tão perto. - E por que não vem depois com a gente? Desde que não te incomode nossa atitude, claro. - Bom, não sei, a verdade é que não costumo me encontrar com clientes fora do horário de trabalho. - Vai, mulher, anima aí, vamos nos divertir muito, com certeza você conhece um monte de lugares onde podemos ficar os cinco tranquilos curtindo a praia. A que horas você sai?
- Às cinco.
- Bom, então podemos nos encontrar no farol quando você sair e, se quiser, podemos comprar algo pra lanchar e curtir a tarde. Diz que sim! – ela falou, começando a pular de alegria enquanto seus peitos balançavam diante dos olhos da garota.
- Tá bom, mas não tenho maiô nem nada.
- Não se preocupa, temos vários, a gente te empresta um e tá resolvido. O que você costuma usar?
- Bom, na verdade normalmente faço nudismo, mas claro…
- Então perfeito! – Ana a interrompeu. – A gente também, era só pra você ficar mais confortável. Se não te incomoda, pra gente com certeza não.
- Tá bom, então nos vemos mais tarde. Agora vou me apressar pra terminar os quartos que faltam.
- Até logo então. Espera, qual é o seu nome?
- Marta.
- Eu sou Ana. – e continuou brevemente com as apresentações antes de voltar até nós, deixando Marta terminar seus afazeres.
Antes de sair do nosso apartamento, ela abotoou a camisa e nos dirigiu um sorriso com um até logo…
- Não acho que vou conseguir esperar até chegar no banheiro. – falei pra minha mulher enquanto puxava a lateral do seu fio-dental, deixava a toalha cair e a penetrava por trás.
- Ufff, que gostoso, continua assim, me dá com força.
Olhei pra onde nossos amigos estavam e eles estavam nos imitando. Não demorou muito pra nós quatro gozarmos, com o tesão que estávamos.
- Acho que a Marta curte a festa, ela também estava com muito tesão, mas não sei se no final ela vai se arrepender e não vir com a gente. – disse Ana.
Comemos algo leve no apartamento e pegamos um cochilo jogados entre os sofás. Depois da foda quando a garota do serviço de quarto foi embora, nós quatro havíamos ficado pelados e continuamos assim. Como as meninas tinham a intenção de continuar nuas na praia, só colocaram uns vestidos sem nada por baixo e eu e o Ivan, bermudas e camiseta. Pegamos uma bolsa com as toalhas, o protetor solar, umas garrafas bem geladas de água, refrigerantes e umas coisinhas para beliscar depois na praia. Saímos do apartamento às cinco e cinco e atravessamos a avenida até chegar no farol onde havíamos combinado com a Marta.
- Se ela não vier dá pra entender, porque depois do espetáculo que armamos, ela não vai querer aparecer nem perto do nosso apartamento. - disse o Ivan
- Tava dizendo, amor? - perguntou a Ana em resposta, ao mesmo tempo que fazia um gesto com a cabeça na mesma direção de onde a gente tinha vindo uns minutos atrás.
A Marta se aproximava vestida com um traje de corte verão parecido com o das nossas minas, com um decote em V bem generoso mostrando boa parte dos seus peitões. Dava pra ver que ela tinha largado o sutiã, e o coque, deixando o cabelo solto - uma juba e tanto, meio ondulada.
- Que pena que a gente não apostou nada, Ivan. - ela disse pra ele logo antes da Marta chegar perto.
- Oi, tá um calor hoje à tarde, né? - ela cumprimentou ao chegar.
A gente se apresentou, os cinco, e depois de uns minutos conversando sobre pra onde ir, finalmente decidimos que ela ia nos mostrar uma pequena praia a uns quinze minutos dali, que, segundo ela, era um lugar bem tranquilo pra pegar um sol longe dos enxeridos que costumavam ficar na área das dunas. Fomos no carro alugado. O Ivan dirigia e eu do lado, porque as três minas tinham decidido ir juntas atrás. A Marta foi nos guiando até chegar num pequeno terrapleno que servia de estacionamento, onde tinha vários carros. Descemos um lance de escadas e depois uma trilha de terra por uns cinco minutos até chegar numa praia de areia branca em forma de ferradura, com paredões de pedra baixos de cada lado.
Não estava deserta, tinha vários casais, um grupo de quatro garotas e um cara sozinho, mas apesar do tamanho da praia estavam todo mundo espalhado, alguns casais estavam pelados, o rapaz com uma sunga bem curtinha e o grupo de quatro garotas estavam de topless. Nos posicionamos num lugar onde não estávamos excessivamente perto de nenhum deles. Colocamos as toalhas e ficamos pelados. A Marta só usava um fio dental debaixo do vestido, mas tirou assim que chegou, deixando à mostra sua bucetinha, que mesmo não estando totalmente depilada porque tinha um pouco de pelo na parte de cima, estava bem aparadinho. O Iván e eu fomos para a água e deixamos as três garotas passando protetor solar. Quando saímos da água, as três estavam deitadas de bruços, olhando para a beira da praia. Nós dois ficamos em pé bem na frente delas. Nessa posição, nos deliciávamos com a visão dos três bundões bronzeados. Não deu pra evitar que nossos paus ficassem um pouco inchados.
- Gente, vocês têm que passar protetor também, esse sol ainda está bem quente. - disse minha mulher.
- Bom, vocês poderiam ajudar, né? - respondi.
- E por que não deitam aqui entre a gente? - disse minha mulher.
Iván e eu, super a fim, então sem dar chance delas se arrependerem, deitamos de bruços entre as três, ficando a Ana numa ponta, o Iván ao lado dela, a Marta no centro, depois eu e minha mulher na outra ponta. A Ana começou a passar protetor nas pernas do Iván e a Marta na parte de cima das costas dele. Minha mulher começou também pelas minhas pernas e a Marta continuou nas minhas costas depois que terminou com as do Iván.
- Mas falta o bumbum, gente. - observou a Ana. - Essa é sua missão, Marta.
Ela pegou o pote de protetor e colocou bastante nas duas mãos, e a Marta começou a espalhar, usando uma mão para cada um. Começou suave pelas nádegas, mas aos poucos foi ficando mais ousada, metendo a mão pelo meio e descendo até o começo do ânus, passando um dedinho pelo buraquinho, depois continuou mais abaixo até alcançar a base dos testículos. Eu já estava bem excitado e a cara do Iván não... demonstrava o contrário. Nossos parceiros riam e diziam coisas como "pois é, vão ficar com o cu bem cheio de creme" e coisas do tipo. Quando terminei, estava com o pau duríssimo.
- Agora é a vez da frente. - disse Ana.
- Nem pensar! Agora não posso virar, estou com o pau duro feito pedra e tem mais gente na praia. - protestei.
- Quase não tem ninguém, só um cara que está bem longe e as meninas que estão todas na água. - disse Marta.
- Então sem mais conversa, virem-se para não queimar. - disse minha esposa.
Iván e eu nos olhamos e assentimos com a cabeça, viramos e ficamos de barriga para cima com nossos paus eretos. De novo foram as três que passaram a creme em nós, subindo e descendo as mãos por todo o corpo. Não sei quem foi a primeira a tocar no meu pau, mas me fez dar um salto de prazer e um instante depois minha esposa estava me masturbando. Pouco depois ela cedeu o lugar para Marta, que continuou subindo e descendo. Ouvi Iván gemer e vi como ele gozou graças à outra mão de Marta. Não durou nem um minuto para eu gozar também.
- Mmmm, que porra gostosa! - disse Marta. - Melhor ir na água me limpar.
Decidimos ir os cinco. Ao chegar na beira da água, as quatro garotas que estavam na água ficaram nos encarando. Sem dúvida tinham percebido o que fizemos nas toalhas. Nos olharam entre surpresas e safadas. Três foram para suas toalhas, mas uma delas, loira de cabelo cacheado e curto, com seios pequenos e bronzeada, ficou sentada quase na beira, mas com parte do corpo submerso. Nos afastamos um pouco dela, mas perto o suficiente para que pudesse nos ver. Começamos a brincar de nos molhar e nos agarrar, e sempre que tínhamos oportunidade não deixávamos de tocar peitos, paus, bundas e bucetas, cada vez com menos disfarce. A garota que continuava nos olhando da beira estava se masturbando, apesar de ter metade do corpo... debaixo d'água, vimos que ela tinha abaixado a calcinha até a metade da perna para conseguir se tocar bem. Nós, claro, continuamos dando espetáculo, nos aproximamos um pouco mais e começamos a masturbar as garotas e tocá-las descaradamente. A loira começou a ter pequenos tremores, estava gozando. Ela puxou a calcinha do biquíni para cima, entrou um pouco mais no mar e mergulhou, logo em seguida voltou à superfície e foi em direção à areia. Ao passar perto de nós, ela piscou um olho e nossas garotas jogaram beijos para ela. As amigas dela já estavam recolhendo as coisas, e parecia que iam embora. Nós continuamos com o nosso rolê. Continuei masturbando minha esposa, Iván a dele e Ana a Marta, todos formando uma pequena roda. Minha esposa estava quase gozando quando Marta enfiou um dedo no cu dela, fazendo com que ela não demorasse mais. Ana também não demorou quase nada para gozar. Iván e eu nos posicionamos um de cada lado de Marta, enquanto nossas mulheres se refrescavam. Iván estava atrás dela e eu na frente, nosso trabalho em dupla não atrasou o orgasmo de Marta.
Todos satisfeitos, embora nós dois, os caras, com os paus crescendo de novo, saímos da água. O cara que estava sozinho também tinha recolhido suas coisas, mas em vez de ir embora, se posicionou mais perto de nós. Certamente tinha visto a cena aquática e não queria perder nada. Conversamos sobre isso com as garotas, mas elas não ligaram.
- Além do mais, o cara não é nada mal, talvez ele até se junte à gente. - Ana riu.
Do grupo das garotas, finalmente duas tinham ficado, a loira da água e outra igualmente jovem, morena e com um pouco mais de peito. Elas tinham tirado a parte de baixo do biquíni, ficando nuas também. Meu pau agradeceu a nova situação, crescendo um pouco mais. Começamos a aproveitar bem o lanche que havíamos trazido, e a contar um pouco das nossas experiências para Marta, que tinha ouvido falar do mundo liberal, mas nunca tinha conhecido um casal, ou pelo menos não que ela soubesse. imaginasse, e muito menos com duas que estivessem de férias juntas.
- Uma amiga me contou há um tempo que fez um trio com um casal que eram amigos dela há muitos anos, mas depois perdeu o contato e mais tarde descobriu que eles tinham terminado. - nos contou Marta.
- Bom, um casal liberal tem que ter muito claro seus sentimentos e o que realmente busca nos outros é apenas sexo, tesão e diversão. - comentou Ana. - Depois, com sorte, pode-se desenvolver uma boa relação de amizade com outro casal, como é o nosso caso, porque nós quatro temos muito claro o que queremos e a quem queremos, deixando de lado bobagens e sentimentos absurdos de ciúmes. - acrescentou.
- Eu tenho muito tesão nisso, devo admitir, mas agora não tenho parceiro e não sei se teria coragem de compartilhá-lo com ninguém, acho que pelo medo clássico de perdê-lo. - esclareceu Marta.
- Pois olhem as garotas, essas aí não têm vergonha de nada, me parece. - observou minha esposa.
As duas estavam sentadas com as pernas abertas, uma de frente para a outra, e estavam se tocando na buceta mutuamente, e com a outra mão acariciavam o resto do corpo. O rapaz que estava posicionado um pouco mais acima, entre nós e elas, tinha tirado a sunga e estava se masturbando sentado com as pernas cruzadas.
- Vamos nos juntar à festa. - disse Iván ao mesmo tempo que enfiava a mão na virilha de Ana.
Minha esposa agarrou meu pau que já estava bem duro e Marta começou a tocar a buceta dela e eu a de Marta. As duas garotas e o rapaz tinham percebido também e nos olhávamos uns para os outros. Ana estava tão excitada que sentou em cima de Iván e começou a trepar com ele ali mesmo. Meu pau ficou ainda mais grosso entre as mãos da minha esposa e Marta não parava na sua tarefa dentro da buceta dela. O rapaz se aproximou a poucos metros de nós, era jovem, depilado, com um pouco de músculo, embora não muito, e tinha um pau mais grosso do que grande.
- Que pau gostoso você tem! - disse o rapaz para minha esposa, que Dei um passo para me aproximar mais.
Minha mulher indicou para ele se aproximar mais e começou a chupar o pau dele sem demora. Marta fez o mesmo com o meu. Iván gozou dentro da Ana, que, assim que ele terminou, colocou a buceta na boca dele para que ele a chupasse. Minha mulher chupava o pau do jovem com vontade e não demorou para encher os peitos dele de porra. Fiquei muito excitado, então o orgasmo veio de repente, deu tempo só de avisar a Marta e ela tirou da boca.
— Esses garotos não duram nada — disse minha mulher.
Ela se levantou e se aproximou das duas garotas que ainda estavam na delas, conversaram um pouco e as três se levantaram e voltaram até nós. Ela as apresentou, eram Laura e Angie, eram um casal e estavam com muito tesão, então iam brincar com as garotas para ver se a gente se animava de novo. Nossas namoradas e Marta se dividiram com as novas, Ana com a loira Laura, e Marta e minha mulher com Angie. Elas se chuparam todas de cima a baixo, enfiando os dedos umas nas outras. Nós três caras estávamos a mil, me aproximei da nossa bolsa, peguei uma camisinha e coloquei, fui até onde estava Marta, virei ela e a penetrei por trás, ela gemeu de prazer e acompanhou minhas investidas para que entrasse mais fundo. Angie se posicionou entre as pernas de Marta e comeu a buceta dela, e algumas vezes a língua dela chegou até minhas bolas, fazendo meu pau ficar mais duro. Minha mulher aproveitou que Angie estava deitada para chupar a buceta dela. Marta não durou muito e gozou entre minhas enfiadas e as lambidas de Angie. Olhei ao redor e vi que Iván estava comendo a Laura e o outro cara com a Ana. Tirei a camisinha e enfiei meu pau na minha mulher, que levantou a bunda para que eu a penetrasse bem. Marta começou a mordiscar os mamilos de Angie e minha mulher continuou chupando a buceta dela, ela não conseguiu se segurar muito mais e começou a gozar, de um jeito que soltou um bom jato — minha mulher às vezes gozava assim, mas ficava toda molhada, não saíam jatos. Esses pensamentos me deixaram... Fiquei mais excitado e penetrei minha mulher com mais força, segurei ela pelos quadris e puxei ela para mim. Percebi como ela começou a se agitar e disse que estava gozando, isso foi o estopim para eu encher a buceta dela de porra. Angie também gozou graças ao oral que minha mulher fez nela.
Nós três garotas e eu fomos para a água nos refrescar. Ficamos conversando e relaxando. Angie era holandesa, mas trabalhava na ilha há vários verões e estava saindo com Laura desde o começo deste, ambas tinham 22 anos e não costumavam fazer nada como hoje, mas nós as deixamos muito excitadas e elas já tinham fantasiado em fazer um trio. Nós contamos um pouco sobre nós e nossos gostos. Logo depois, os outros chegaram, menos o cara, que segundo nos contaram já estava indo embora. Ana foi a única que não tinha gozado agora, porque o cara não durou o suficiente, ela começou a se masturbar, mas vendo que todos estávamos vindo para a água, ela veio com Laura, deixando Iván de guardião. Iván foi o último a chegar, ele ficou esperando até o cara ir embora por precaução, nunca se sabia o que esperar de estranhos. Quando chegou na água, ele nos disse que se chamava Carlos e que tinha deixado o número de telefone caso voltássemos por aqui, ele nos contou. Laura estava meio alterada, tinha dado uma onda nela, ela tinha gozado duas vezes enquanto Iván a comia e mais uma vez quando se masturbou na água quando tínhamos nos banhado pouco mais de uma hora atrás.
O banho nos fez muito bem, saímos e tomamos algo, mas as bebidas já estavam quentes. Todos achamos que já era hora de voltar e nos vestimos. Combinamos de ir tomar algo gelado, então fomos nos dois carros até o centro, para uma esplanada onde pedimos uns refrigerantes e umas cervejas bem geladas. Continuamos nos conhecendo um pouco, Laura estudava filologia alemã e tinha conhecido Angie em uma festa, as outras duas garotas eram colegas de trabalho de Angie e tinham se impressionado com o espetáculo que Fizemos na praia e por isso elas tinham ido embora. A Angie também queria ir, mas a Laura a convenceu e, como se fosse uma brincadeira, elas se despiram. Era a primeira vez que tiravam a parte de baixo do biquíni, coisa que notamos pela marca que tinham, e ficaram tão excitadas que começaram a se tocar. Uma coisa levou à outra e a Laura ficou com tesão de novo só de contar. Rimos todos, era agradável ver um grupo de pessoas tão cheias de vida falando dessas coisas de maneira tão aberta. A Marta também nos contou que tinha adorado nos conhecer, porque senão com certeza não teria coragem de fazer nada disso, e tinha adorado. Nós contamos a ela sobre os clubes que conhecíamos e sobre as festas privadas que algumas pessoas organizavam, e ela ficou surpresa, quem diria que havia tantos no mundo liberal e ninguém soubesse. Trocamos os telefones e combinamos de nos ver de novo.
Os quatro voltamos para o apartamento, tomamos banho e decidimos comprar algo leve para comer no próprio apartamento e depois decidiríamos o que fazer à noite.
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