Minhas férias tão loucas, não acredito no que aconteceu. Fomos pro sítio como sempre: minha mãe, minha irmã, os filhos dela e o cunhado, na casa de um amigo de anos da família, amigo da minha avó que já morreu. Esse tio tem dois filhos: um da minha idade que morou lá quando era pequeno, e outro de 32 anos que, quando eu era criança, eu odiava. A questão é que parece que quando ele me viu de novo no ano passado, quando fomos visitar, ele se sentiu atraído ou sei lá, passou o ano inteiro me ligando. E agora que fomos pra casa dele pela primeira vez de férias, aconteceram umas paradas...
Não tinha muito o que ver nem como se entreter no sítio, e o tempo não passava nunca. Então comecei a sair de bike com minha sobrinha até o rio, e sempre via um cara que tava acompanhado de duas meninas, me olhando, e comecei a me sentir atraída por ele. Saía cada vez mais pra fora do beco pra ver se ele tava. Mas o dia era tão longo, e como vi que não dava pra conhecer esse cara direito, ele não aparecia muito, e aí comecei a me sentir atraída pelo Léo, o filho mais velho do tio, só porque não tinha mais ninguém pra olhar... E deu que um dia, de tanta brincadeira e flerte do Léo, impulsivamente dei um beijo nele na cozinha. Ele ficou doido, comecei a flertar mais disfarçadamente, porque ninguém na minha família podia saber. O ruim foi que naquela mesma noite, quando fomos pro boteco como sempre pra conversar e comer besteira, esse cara misterioso começou a conversar com meu cunhado. Eu, feliz, óbvio... E no dia seguinte, ele foi na casa do Léo. Fiquei nervosa. Ele foi embora e o Léo me disse: "Ó, Lili, o Bota falou que queria falar com você." Eu não entendi por que ele queria falar comigo... A questão é que não aconteceu nada, e a gente começou a se encontrar toda noite no boteco pra jogar. E aí surgiu o jogo da filha dele, porque no fim ele era pai, mas separado. E aí nasceu a brincadeira do anel, e as prendas eram beijos, ui... O engraçado é que a gente era os únicos adultos, porque o resto era tudo parente. Que sorte, hein? Das penitência, ele me deu um beijão. E o Leo ficou com ciúmes, enfim... passou uma semana e a gente continuava toda noite jogando a mesma coisa.
O Toño, o menino misterioso, tinha um carro, então ele me dava uns tours noturnos pelo vinhedo, uuh que lindo. Daí, minha mãe teve a ideia de ele me ensinar a dirigir e, muito safado, ele ficava passando a mão na minha mão e na minha perna, típico... Minha mãe, tão preocupada, nunca deixava a gente sozinho, mas minha safadeza apareceu nesse verão, foi hot mesmo haha. Esperava ansiosa a tarde pra chegar o Toño, mas na espera, de tédio, brincava com o Lalin quando tinha oportunidade, dava uns beijos nele haha, e de tarde só deixava ele de lado e meus olhos eram só pro Toño. Primeira vez que agi por tesão, pode-se dizer. Ele era lindo, olhos verdes acinzentados, alto e com um corpo bom de jogador de futebol. Já tinha dito que eu ia ser a gostosa dele naquele verão, e foi assim que aconteceu. Uma noite saímos no carro, nós dois, mais meu sobrinho e o outro filho do tio, por ordem da minha mãe que não me deixava sair sozinha. Mas ele, muito esperto, falou: "Vamos pegar eucalipto que sua mãe pediu". Descemos do carro e os outros dois ficaram em cima. Caminhamos na colina do vinhedo e ali, um pouco afastados, finalmente pudemos nos beijar. Eu tava com muita vontade mesmo, e foi assim, apesar do medo de sermos pegos porque ainda tinha lua cheia. Mas meu desejo foi maior. Ele tocou meus peitos, beijou meu pescoço, me virou, passou a mão no meu corpo todo e soltou minha calça. Começou a me masturbar, uuf que gostoso... Colocou a camisinha, curioso ele andar com isso, né? Não gosto, mas não conhecia ele, era necessário haha. Enfim, estávamos no melhor, metendo e metendo por trás, em pé, uuf que delícia, sempre sonhei em fazer isso num vinhedo. Mas começamos a ouvir barulho, nos assustamos, então não conseguimos terminar o serviço... Fomos pro carro e meu sobrinho e o Pepe não estavam lá. Fiquei preocupada, eu e o Toño subimos no carro e começamos a procurar eles. Graças a Deus, encontramos eles se fazendo de engraçadinhos. Acho que eram eles que estavam fazendo os barulhos...
Passou essa Noite e a gente se mensageava, o Leo tava puto, cismou que eu tinha um rolo com o amigo dele, mas não é só isso, porque tinha mais um, um cara que a gente conheceu nesses jogos noturnos na guarita, o Edu... morava duas casas pra frente, saímos e ele era bonito, mesmo assim me deu um beijo no vinhedo, no morro, e já ficava excitado na hora, passava a mão em mim toda. Um dia, na casa abandonada da frente, me chamou pra ver um cavalo, pura enganação pra minha mãe, e aí me encostou na parede, uuf, como ele beijava. Esqueci que ele era menor, tinha 16, ia fazer 17 naquele ano, e eu 23. Fiquei puta de verdade, achei que era brincadeira que ele era menor, porque não dava pra perceber nem pela aparência nem pela experiência. Uuf, como eu o excitei, me esfregava, me chupava toda e ele colocou o pau duro na minha buceta. Queria meter, e eu não queria, não deixei porque ele era menor, tipo, tudo bem ficar, dar uns beijos e até se esquentar, mas meter, jamais... Custou pra caralho ele me soltar. Depois, à noite, chegava o Toño, e aí, bem, os beijos loucos e safados dele. Já tava enchendo o saco a filha e a sobrinha dele me chamando de mãe e tia, hahaha, genial. Foi assim que passei esses dias: de dia, dava uns beijos no Leo, depois no Edu, e aí no Toño. Com o Edu, rolou mais coisa, a gente se esquentou no morro e no vestiário de futebol. Aí sim, fiquei com medo, achei que ia me estuprar, não conseguia me soltar. Por sorte, meus sobrinhos me salvaram quando ouvi eles falando, hahaha.
Mas quem eu gostava mesmo era do Toño. Nunca tinha dado importância pro corpo, e todo domingo, quando tinha jogo, eu via ele quando trocava de roupa ou tirava a camisa, ver o torso nu dele ficou gravado na minha mente, e eu desejava beijar ele. A bunda dele, tão gostosa, as pernas duras, os músculos, me deixavam louca. E ele só queria terminar o que ficou pendente no vinhedo, mas não deu. A gente voltou num sábado e voltamos na sexta seguinte por causa do festival da vindima, mas só com a minha mãe... E aí, no sábado, finalmente comi ele como Deus manda. Fomos caçar no carro com o Pepe, nós três pros estábulos que ficavam mais pra dentro do beco, subindo um morro, mas o Pepe não tinha rifle. Muito engenhoso, o Tonho tinha tudo planejado. Ele emprestou o carro e mandou o cara entrar no estábulo por uns plantios com o celular dele e disse pra ligar quando ficasse entediado e voltasse pro carro, porque a gente não ia descer por causa do calor. Enquanto ele ia embora, a gente começou a se beijar, descemos e ele me levou até o vinhedo na frente da estrada. Caminhamos muito, tava muito calor, e aí encontramos um álamo com uma parte baixa. Lá ele me beijou, me fez ajoelhar... continuou me beijando, apalpando meus peitos, e eu não consegui controlar minha vontade de chupar ele. Acho que nunca fizeram isso nele, pelo menos não como eu. Ele parecia inexperiente nisso, mas eu me empolguei. No fim, os peitorais dele eram meus. Ele colocou a camisa no chão, me deitou nela, eu beijava o pescoço e os ombros dele, me excitava ouvir os gemidos dele. Ele abriu minhas pernas, me masturbou com os dedos, pedi pra ele enfiar os dedos, depois meteu em mim. Uff, como gozei! Realizei minha fantasia no vinhedo, haha. Nem sei como tirei o jeans e o tênis sem desafivelar, hahaha... Que gostoso como eu fiz ele. Sendo honesta, se não fosse porque ele era grande e tinha muito desempenho, não teria rolado. Ele era habilidoso com os beijos, as mãos e os gemidos, todo o contexto me deixava a mil. O sol batia na nossa cara, mesmo assim continuamos. Minha mãe ligou pra gente voltar porque já era tarde pra almoçar, mas mesmo assim continuei comendo ele. Foi genial. Quando terminamos, não tínhamos como nos limpar, e ele rasgou a regata que usava por baixo da camisa... Foi estranho na volta porque, apesar de tudo, a gente não tinha muita intimidade, ele era tímido e eu mais ainda, haha. Mas as mensagens dele eram bem quentes, ele até me apresentou como namorada dele, e o Léo, cheio de raiva, ciumento e invejoso. A verdade é que eu não ligava, eu tava afim do amigo dele e até gostava que ele sentisse ciúmes, sempre gosto de me sentir desejada. Teve beijos escondidos, pequenas fugas pra se esquentar, mas nunca rolou nada nesses dois anos que a gente se vê. Ele ainda quer que eu vá sem a minha mãe pra repetir, mas os homens de lá, uff, são tão sem vergonha que nem sei... Na verdade uma vez ele me disse pra ir morar com ele, hahaha, e sem nunca me dizer um te amo, só de vez em quando "te quero" ou "gosto de você"... nesse ano ele me ligou e, quando tá bêbado, pede sexo telefônico, a gente já fez isso, ele geme tão gostoso, caralho, que eu fico molhada só de lembrar... mas não sei... a única coisa que sinto um pouco é que o Leo ficou apaixonado por mim, mas eu, com o tempo, criei um ódio danado dele.
Bom, é o que dá pra resumir das minhas férias loucas: sempre que volto, rolam beijos, mensagens picantes e indiretas com o Toño, mas no fim não acontece nada, e quando a gente se vê, fala de outras coisas... hmm... o bom é que eu tenho certeza que foi tudo por tesão, e não sei como consegui agir assim, sendo que sempre fui a menina da casa, a que não quebra um ovo, e o pior de tudo é que tô namorando há 7 anos, ou seja, traí meu namorado nas férias com 3 caras, aaaah, e com o Leo, uuf, também rolou umas coisas, ééé... voltei sozinha por uma semana, e nessa semana, como não via o Toño, não sei se ele tava inteiro ou não, além disso já era outono, fazia frio, não ia pra lá, então me divertia com o Leo. À noite, como o pai dele dorme cedo, umas 7 ou 8, eu começava a seduzi-lo, de fato quase fizemos no comedor, daí eu levava ele pro quarto dele, que era onde eu dormia, e ele dormia no sofá ou com o pai... uuf, a única coisa que eu gostava no Leo é que ele era tão gostoso pra me tocar, e eu adorava como ele se mexia e me esquentava, não sei se é sempre no sul, mas parece que os caipiras são bons amantes... OH, sou uma puta, na real, e ainda tô com meu namorado, e às vezes ainda desejo transar com o Toño, porque o Leo é um pé no saco pra mim, embora o idiota continue apaixonado... enfim, nunca mais vou agir assim... juro!
Não tinha muito o que ver nem como se entreter no sítio, e o tempo não passava nunca. Então comecei a sair de bike com minha sobrinha até o rio, e sempre via um cara que tava acompanhado de duas meninas, me olhando, e comecei a me sentir atraída por ele. Saía cada vez mais pra fora do beco pra ver se ele tava. Mas o dia era tão longo, e como vi que não dava pra conhecer esse cara direito, ele não aparecia muito, e aí comecei a me sentir atraída pelo Léo, o filho mais velho do tio, só porque não tinha mais ninguém pra olhar... E deu que um dia, de tanta brincadeira e flerte do Léo, impulsivamente dei um beijo nele na cozinha. Ele ficou doido, comecei a flertar mais disfarçadamente, porque ninguém na minha família podia saber. O ruim foi que naquela mesma noite, quando fomos pro boteco como sempre pra conversar e comer besteira, esse cara misterioso começou a conversar com meu cunhado. Eu, feliz, óbvio... E no dia seguinte, ele foi na casa do Léo. Fiquei nervosa. Ele foi embora e o Léo me disse: "Ó, Lili, o Bota falou que queria falar com você." Eu não entendi por que ele queria falar comigo... A questão é que não aconteceu nada, e a gente começou a se encontrar toda noite no boteco pra jogar. E aí surgiu o jogo da filha dele, porque no fim ele era pai, mas separado. E aí nasceu a brincadeira do anel, e as prendas eram beijos, ui... O engraçado é que a gente era os únicos adultos, porque o resto era tudo parente. Que sorte, hein? Das penitência, ele me deu um beijão. E o Leo ficou com ciúmes, enfim... passou uma semana e a gente continuava toda noite jogando a mesma coisa.
O Toño, o menino misterioso, tinha um carro, então ele me dava uns tours noturnos pelo vinhedo, uuh que lindo. Daí, minha mãe teve a ideia de ele me ensinar a dirigir e, muito safado, ele ficava passando a mão na minha mão e na minha perna, típico... Minha mãe, tão preocupada, nunca deixava a gente sozinho, mas minha safadeza apareceu nesse verão, foi hot mesmo haha. Esperava ansiosa a tarde pra chegar o Toño, mas na espera, de tédio, brincava com o Lalin quando tinha oportunidade, dava uns beijos nele haha, e de tarde só deixava ele de lado e meus olhos eram só pro Toño. Primeira vez que agi por tesão, pode-se dizer. Ele era lindo, olhos verdes acinzentados, alto e com um corpo bom de jogador de futebol. Já tinha dito que eu ia ser a gostosa dele naquele verão, e foi assim que aconteceu. Uma noite saímos no carro, nós dois, mais meu sobrinho e o outro filho do tio, por ordem da minha mãe que não me deixava sair sozinha. Mas ele, muito esperto, falou: "Vamos pegar eucalipto que sua mãe pediu". Descemos do carro e os outros dois ficaram em cima. Caminhamos na colina do vinhedo e ali, um pouco afastados, finalmente pudemos nos beijar. Eu tava com muita vontade mesmo, e foi assim, apesar do medo de sermos pegos porque ainda tinha lua cheia. Mas meu desejo foi maior. Ele tocou meus peitos, beijou meu pescoço, me virou, passou a mão no meu corpo todo e soltou minha calça. Começou a me masturbar, uuf que gostoso... Colocou a camisinha, curioso ele andar com isso, né? Não gosto, mas não conhecia ele, era necessário haha. Enfim, estávamos no melhor, metendo e metendo por trás, em pé, uuf que delícia, sempre sonhei em fazer isso num vinhedo. Mas começamos a ouvir barulho, nos assustamos, então não conseguimos terminar o serviço... Fomos pro carro e meu sobrinho e o Pepe não estavam lá. Fiquei preocupada, eu e o Toño subimos no carro e começamos a procurar eles. Graças a Deus, encontramos eles se fazendo de engraçadinhos. Acho que eram eles que estavam fazendo os barulhos...
Passou essa Noite e a gente se mensageava, o Leo tava puto, cismou que eu tinha um rolo com o amigo dele, mas não é só isso, porque tinha mais um, um cara que a gente conheceu nesses jogos noturnos na guarita, o Edu... morava duas casas pra frente, saímos e ele era bonito, mesmo assim me deu um beijo no vinhedo, no morro, e já ficava excitado na hora, passava a mão em mim toda. Um dia, na casa abandonada da frente, me chamou pra ver um cavalo, pura enganação pra minha mãe, e aí me encostou na parede, uuf, como ele beijava. Esqueci que ele era menor, tinha 16, ia fazer 17 naquele ano, e eu 23. Fiquei puta de verdade, achei que era brincadeira que ele era menor, porque não dava pra perceber nem pela aparência nem pela experiência. Uuf, como eu o excitei, me esfregava, me chupava toda e ele colocou o pau duro na minha buceta. Queria meter, e eu não queria, não deixei porque ele era menor, tipo, tudo bem ficar, dar uns beijos e até se esquentar, mas meter, jamais... Custou pra caralho ele me soltar. Depois, à noite, chegava o Toño, e aí, bem, os beijos loucos e safados dele. Já tava enchendo o saco a filha e a sobrinha dele me chamando de mãe e tia, hahaha, genial. Foi assim que passei esses dias: de dia, dava uns beijos no Leo, depois no Edu, e aí no Toño. Com o Edu, rolou mais coisa, a gente se esquentou no morro e no vestiário de futebol. Aí sim, fiquei com medo, achei que ia me estuprar, não conseguia me soltar. Por sorte, meus sobrinhos me salvaram quando ouvi eles falando, hahaha.
Mas quem eu gostava mesmo era do Toño. Nunca tinha dado importância pro corpo, e todo domingo, quando tinha jogo, eu via ele quando trocava de roupa ou tirava a camisa, ver o torso nu dele ficou gravado na minha mente, e eu desejava beijar ele. A bunda dele, tão gostosa, as pernas duras, os músculos, me deixavam louca. E ele só queria terminar o que ficou pendente no vinhedo, mas não deu. A gente voltou num sábado e voltamos na sexta seguinte por causa do festival da vindima, mas só com a minha mãe... E aí, no sábado, finalmente comi ele como Deus manda. Fomos caçar no carro com o Pepe, nós três pros estábulos que ficavam mais pra dentro do beco, subindo um morro, mas o Pepe não tinha rifle. Muito engenhoso, o Tonho tinha tudo planejado. Ele emprestou o carro e mandou o cara entrar no estábulo por uns plantios com o celular dele e disse pra ligar quando ficasse entediado e voltasse pro carro, porque a gente não ia descer por causa do calor. Enquanto ele ia embora, a gente começou a se beijar, descemos e ele me levou até o vinhedo na frente da estrada. Caminhamos muito, tava muito calor, e aí encontramos um álamo com uma parte baixa. Lá ele me beijou, me fez ajoelhar... continuou me beijando, apalpando meus peitos, e eu não consegui controlar minha vontade de chupar ele. Acho que nunca fizeram isso nele, pelo menos não como eu. Ele parecia inexperiente nisso, mas eu me empolguei. No fim, os peitorais dele eram meus. Ele colocou a camisa no chão, me deitou nela, eu beijava o pescoço e os ombros dele, me excitava ouvir os gemidos dele. Ele abriu minhas pernas, me masturbou com os dedos, pedi pra ele enfiar os dedos, depois meteu em mim. Uff, como gozei! Realizei minha fantasia no vinhedo, haha. Nem sei como tirei o jeans e o tênis sem desafivelar, hahaha... Que gostoso como eu fiz ele. Sendo honesta, se não fosse porque ele era grande e tinha muito desempenho, não teria rolado. Ele era habilidoso com os beijos, as mãos e os gemidos, todo o contexto me deixava a mil. O sol batia na nossa cara, mesmo assim continuamos. Minha mãe ligou pra gente voltar porque já era tarde pra almoçar, mas mesmo assim continuei comendo ele. Foi genial. Quando terminamos, não tínhamos como nos limpar, e ele rasgou a regata que usava por baixo da camisa... Foi estranho na volta porque, apesar de tudo, a gente não tinha muita intimidade, ele era tímido e eu mais ainda, haha. Mas as mensagens dele eram bem quentes, ele até me apresentou como namorada dele, e o Léo, cheio de raiva, ciumento e invejoso. A verdade é que eu não ligava, eu tava afim do amigo dele e até gostava que ele sentisse ciúmes, sempre gosto de me sentir desejada. Teve beijos escondidos, pequenas fugas pra se esquentar, mas nunca rolou nada nesses dois anos que a gente se vê. Ele ainda quer que eu vá sem a minha mãe pra repetir, mas os homens de lá, uff, são tão sem vergonha que nem sei... Na verdade uma vez ele me disse pra ir morar com ele, hahaha, e sem nunca me dizer um te amo, só de vez em quando "te quero" ou "gosto de você"... nesse ano ele me ligou e, quando tá bêbado, pede sexo telefônico, a gente já fez isso, ele geme tão gostoso, caralho, que eu fico molhada só de lembrar... mas não sei... a única coisa que sinto um pouco é que o Leo ficou apaixonado por mim, mas eu, com o tempo, criei um ódio danado dele.
Bom, é o que dá pra resumir das minhas férias loucas: sempre que volto, rolam beijos, mensagens picantes e indiretas com o Toño, mas no fim não acontece nada, e quando a gente se vê, fala de outras coisas... hmm... o bom é que eu tenho certeza que foi tudo por tesão, e não sei como consegui agir assim, sendo que sempre fui a menina da casa, a que não quebra um ovo, e o pior de tudo é que tô namorando há 7 anos, ou seja, traí meu namorado nas férias com 3 caras, aaaah, e com o Leo, uuf, também rolou umas coisas, ééé... voltei sozinha por uma semana, e nessa semana, como não via o Toño, não sei se ele tava inteiro ou não, além disso já era outono, fazia frio, não ia pra lá, então me divertia com o Leo. À noite, como o pai dele dorme cedo, umas 7 ou 8, eu começava a seduzi-lo, de fato quase fizemos no comedor, daí eu levava ele pro quarto dele, que era onde eu dormia, e ele dormia no sofá ou com o pai... uuf, a única coisa que eu gostava no Leo é que ele era tão gostoso pra me tocar, e eu adorava como ele se mexia e me esquentava, não sei se é sempre no sul, mas parece que os caipiras são bons amantes... OH, sou uma puta, na real, e ainda tô com meu namorado, e às vezes ainda desejo transar com o Toño, porque o Leo é um pé no saco pra mim, embora o idiota continue apaixonado... enfim, nunca mais vou agir assim... juro!
1 comentários - Diversion en en el viñedo
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