Vou com meu segundo relato e aventura com uma coroa, também convido vocês a lerem o primeiro se não leram.
Conheci ela também num site de contatos, tinha entre 35 e 40 anos, acho que 39 pra ser exato, me pareceu uma mulher linda, rosto bonito, sorriso encantador e – mais tarde confirmei – parecia ter um par de peitões enormes. Começamos conversando numa boa, na hora ela passou o MSN dela e toda noite a gente batia um papo danado e contava sobre nossas vidas, encantadora sem rodeios, ganhamos confiança e um dia falei de ligar pra casa dela, ela passou o telefone, liguei e cada dia as coisas ficavam melhores, até que as conversas às vezes esquentavam e ela disse que dormia sempre de fio dental, eu também contava minhas coisas até que falei que era um jovem versátil, chegado, sem enrolação e que meu encontro ideal era ir num bar bem bacana, jantar algo, tomar uns drinks e ter um encontro bem fogoso num hotel, ela concordou, então já tava tudo na mesa, só faltava nosso primeiro encontro. Tanta foi a confiança nessas conversas que começamos a trocar fotos, ela perguntou qual parte mais me excitava numa mulher e respondi que os peitos, ela mandou uma foto e era como imaginei: peitões enormes, a pele branca dela contrastava com os bicos e auréolas rosadas bem grandes, também mandou uma foto da raba: era uma bunda grande, com um fio dental minúsculo, o formato era de uma maçã perfeita, eu mandei as minhas e ela disse: Opa! Nada mal. As conversas ficavam cada vez mais quentes, falei que o que mais gostava era chupar bem a buceta de uma mulher, penetrar com minha língua, lamber o clitóris devagar até fazer ela gozar na minha boca, essa é minha especialidade, ela respondeu: que coincidência, eu adoro fazer boas siriricas. Combinamos de sair numa sexta pra tomar algo, ela disse quando te ver quero que me dê um beijo forte de uma vez, finalmente aquela sexta chegou.
Me arrumei bonitão, me depilei tudo, me Gosto de estar bem arrumado quando vou ficar com uma mulher, me vesti e penteei conforme a ocasião e fui buscá-la. Estacionei na porta da casa dela, liguei, ela desceu na hora e quando vi aquela mulher, puta que pariu, fiquei impactado com a beleza dela, o olhar, a atitude e os passos firmes. Ela usava umas botas pretas, leggings, saia preta, uma camiseta preta e um casaco preto por cima. Enquanto se aproximava do meu carro, roubou a atenção de três caras que estavam tomando uma cerveja na calçada. Obviamente, me senti o cara mais sortudo do mundo, sabendo que aquela mulher ia soltar a gostosa que tinha dentro dela comigo na cama naquela mesma noite. Assim que entrou, me sorriu, fiquei hipnotizado pelo calor e beleza dela. Ela estava com o perfume e a quantidade de maquiagem no ponto certo. Dei um beijão na boquinha linda dela, o beijo que eu tava devendo, e partimos.
Fomos a um bar em Palermo Hollywood, como chamam. Eu já conhecia, tem uns sofás grandes pra sentar juntos, fazem drinks excelentes, era o lugar perfeito. Como já passava da meia-noite, foi difícil achar vaga pra estacionar, então tive que deixar o carro a umas quadras. Essas mesmas quadras que caminhamos até o bar foram sensacionais, roubamos os olhares de todo mundo. Andamos com uma naturalidade incrível e todo mundo percebia nossa diferença de idade. Senti um certo tesão em pensar que o pessoal podia estar pensando: "olha uma coroa comendo um guri" ou vice-versa, "um guri comendo uma coroa". Tanto faz o que os outros pensavam, essa ia ser uma noite inesquecível.
Chegamos, sentamos, pedimos uns drinks e algo pra comer. Conversamos por 4 horas sobre absolutamente tudo: nosso passado, presente, política, família, religião, etc. Nós dois nos sentíamos mais que confortáveis. Eu ficava excitado quando ela se aproximava e, se fazendo de desentendida, encostava os peitões enormes dela em mim. Foi um detalhe único. Nossos olhares se cruzavam e a gente acabava em beijos profundos várias vezes. Depois de conversar por umas encantadoras 3 horas, olhei fundo nos olhos dela Olhei nos olhos dela e falei: Vamos? Ela respondeu com um beijo bem profundo. Caminhamos até o carro, na rua a gente se beijava com força, eu aproveitava pra apertar a bunda dela e sentir o tamanho daqueles peitos contra mim. Dirigi umas quadras até um hotel da região, entramos, pedi um quarto e fomos direto. Lá dentro, eu deitei, fiquei confortável e ela foi pro banheiro. Demorou uns minutos, mas quando saiu, que mulher gostosa, pelo amor de Deus. Tava com um conjuntinho preto que deixava ela uma verdadeira rabuda. Chegou perto, tirou minha camiseta e eu não sabia o que fazer com as mãos. Queria apertar os peitos dela, pegar na bunda, meter dois dedos. A pica tava explodindo dentro da minha cueca justa, mas queria ser cavalheiro e fazer as coisas direito. Então, entre tantos beijos, amassos e tesão, eu já tava pelado entre as pernas dela, enquanto ela tava deitada de barriga pra cima. Ela puxou a calcinha fio dental pro lado, deixando na minha frente uma buceta toda depilada, bem suculenta. Comecei a usar minha língua com capricho e na hora senti aquele gosto tão gostoso de mulher na minha boca. Chupei com vontade, separei os lábios dela, meti a língua até o fundo e, sem ela esperar, lambi rapidinho o clitóris dela, o que arrancou uns gemidos deliciosos. Também não perdi a chance de chupar bem o cuzinho dela enquanto enfiava dois dedos. O melado aumentou e os gemidos também. Deixei o trabalho com a boca de lado por um tempo, coloquei uma camisinha e penetrei ela. Tava tão quente lá dentro, a buceta dela tava lubrificada, então minhas estocadas entravam fácil. Na posição de missionário, pedia pra ela me bater na bunda enquanto eu comia ela, porque isso me deixa com muito mais tesão. Finalmente, tirei os peitos dela pra fora, e eram enormes, com certeza mais de 120 cm. Comia e mordia eles com desespero enquanto continuava penetrando. Tinha tanta coisa pra mim que eu não sabia o que fazer. Mordia os bicos dos peitos dela, apertava com meus dedos, levantava um pouco e apertava com as duas mãos, até que ela fez algo incrível: juntou a língua dela com a minha enquanto eu tava brincando com um mamilo, então duas línguas começaram a brincar, a gente se alternava, igual quando queria morder. Aquela imagem minha, os dois brincando com o peito dela, me deixou tão excitado que tive que mudar de posição pra não gozar. Coloquei ela de quatro e meti com fúria, com as mãos dava uns tapinhas, adorei ver como aquela bunda grande se mexia enquanto eu tava dentro dela, o barulhinho dos nossos corpos se chocando ficava cada vez mais intenso, e o mesmo barulho da buceta dela cada vez mais inundada pelos sucos internos, graças às várias vezes que ela tinha gozado. Era uma mulher multiorgásmica como poucas, de vez em quando eu sentia a buceta dela vibrar e via como a cara dela mudava, não precisava ser gênio pra saber que tinha chegado ao orgasmo. Na conversa depois, ela me contou que tinha essa habilidade de gozar várias vezes e nunca se cansar. Pedi a bunda dela e automaticamente ela puxou ainda mais a tanga pro lado e com a outra mão abriu bem o cu rosado e fechado até então. Sem pensar muito, meti de novo com força, soltando um grito forte, mas ela aguentou numa boa, graças aos sucos vaginais dela. Acho que arrebentei o cu dela, literalmente, comia com muita força, nossos gemidos se misturavam. Montava ela de quatro e tentava agarrar os peitos dela com as mãos e apertar os mamilos até que não aguentei mais e falei no ouvido: quero gozar. Com a experiência de uma comedora como poucas, ela pegou minha pica, tirou a camisinha e disse: joga toda a porra na minha bunda. Na minha frente, a bunda grande e bem aberta, recém-comida, tava esperando minha porra. Com as duas mãos, abria o máximo que podia, me punhetava com força e rapidamente os jatos de porra saíam com tudo, alguns chegavam nas costas dela, mas a grande maioria ficava na bunda dela, toda vermelha e sensível pela fodida. Ela continuava abrindo, aquela imagem era incrível. No pobre cu arrebentado dela, minha porra entrava devagar, um pouco ficava dos lados e um pouquinho menos caía pra baixo. a buceta dela enquanto os dois gemíamos exaustos.
Vou ser sincero com todos os leitores, acho que foi uma das melhores fodas da minha vida. Essa mulher era infernal, uma autêntica puta na cama, sugava até a última gota de porra. Com o tempo, perdemos contato e não tivemos mais encontros. Mas, se vocês leram bem minha história e a anterior, devem saber que falta coisa pra contar. Pra isso, vão ter que esperar a segunda parte.
Conheci ela também num site de contatos, tinha entre 35 e 40 anos, acho que 39 pra ser exato, me pareceu uma mulher linda, rosto bonito, sorriso encantador e – mais tarde confirmei – parecia ter um par de peitões enormes. Começamos conversando numa boa, na hora ela passou o MSN dela e toda noite a gente batia um papo danado e contava sobre nossas vidas, encantadora sem rodeios, ganhamos confiança e um dia falei de ligar pra casa dela, ela passou o telefone, liguei e cada dia as coisas ficavam melhores, até que as conversas às vezes esquentavam e ela disse que dormia sempre de fio dental, eu também contava minhas coisas até que falei que era um jovem versátil, chegado, sem enrolação e que meu encontro ideal era ir num bar bem bacana, jantar algo, tomar uns drinks e ter um encontro bem fogoso num hotel, ela concordou, então já tava tudo na mesa, só faltava nosso primeiro encontro. Tanta foi a confiança nessas conversas que começamos a trocar fotos, ela perguntou qual parte mais me excitava numa mulher e respondi que os peitos, ela mandou uma foto e era como imaginei: peitões enormes, a pele branca dela contrastava com os bicos e auréolas rosadas bem grandes, também mandou uma foto da raba: era uma bunda grande, com um fio dental minúsculo, o formato era de uma maçã perfeita, eu mandei as minhas e ela disse: Opa! Nada mal. As conversas ficavam cada vez mais quentes, falei que o que mais gostava era chupar bem a buceta de uma mulher, penetrar com minha língua, lamber o clitóris devagar até fazer ela gozar na minha boca, essa é minha especialidade, ela respondeu: que coincidência, eu adoro fazer boas siriricas. Combinamos de sair numa sexta pra tomar algo, ela disse quando te ver quero que me dê um beijo forte de uma vez, finalmente aquela sexta chegou.
Me arrumei bonitão, me depilei tudo, me Gosto de estar bem arrumado quando vou ficar com uma mulher, me vesti e penteei conforme a ocasião e fui buscá-la. Estacionei na porta da casa dela, liguei, ela desceu na hora e quando vi aquela mulher, puta que pariu, fiquei impactado com a beleza dela, o olhar, a atitude e os passos firmes. Ela usava umas botas pretas, leggings, saia preta, uma camiseta preta e um casaco preto por cima. Enquanto se aproximava do meu carro, roubou a atenção de três caras que estavam tomando uma cerveja na calçada. Obviamente, me senti o cara mais sortudo do mundo, sabendo que aquela mulher ia soltar a gostosa que tinha dentro dela comigo na cama naquela mesma noite. Assim que entrou, me sorriu, fiquei hipnotizado pelo calor e beleza dela. Ela estava com o perfume e a quantidade de maquiagem no ponto certo. Dei um beijão na boquinha linda dela, o beijo que eu tava devendo, e partimos.
Fomos a um bar em Palermo Hollywood, como chamam. Eu já conhecia, tem uns sofás grandes pra sentar juntos, fazem drinks excelentes, era o lugar perfeito. Como já passava da meia-noite, foi difícil achar vaga pra estacionar, então tive que deixar o carro a umas quadras. Essas mesmas quadras que caminhamos até o bar foram sensacionais, roubamos os olhares de todo mundo. Andamos com uma naturalidade incrível e todo mundo percebia nossa diferença de idade. Senti um certo tesão em pensar que o pessoal podia estar pensando: "olha uma coroa comendo um guri" ou vice-versa, "um guri comendo uma coroa". Tanto faz o que os outros pensavam, essa ia ser uma noite inesquecível.
Chegamos, sentamos, pedimos uns drinks e algo pra comer. Conversamos por 4 horas sobre absolutamente tudo: nosso passado, presente, política, família, religião, etc. Nós dois nos sentíamos mais que confortáveis. Eu ficava excitado quando ela se aproximava e, se fazendo de desentendida, encostava os peitões enormes dela em mim. Foi um detalhe único. Nossos olhares se cruzavam e a gente acabava em beijos profundos várias vezes. Depois de conversar por umas encantadoras 3 horas, olhei fundo nos olhos dela Olhei nos olhos dela e falei: Vamos? Ela respondeu com um beijo bem profundo. Caminhamos até o carro, na rua a gente se beijava com força, eu aproveitava pra apertar a bunda dela e sentir o tamanho daqueles peitos contra mim. Dirigi umas quadras até um hotel da região, entramos, pedi um quarto e fomos direto. Lá dentro, eu deitei, fiquei confortável e ela foi pro banheiro. Demorou uns minutos, mas quando saiu, que mulher gostosa, pelo amor de Deus. Tava com um conjuntinho preto que deixava ela uma verdadeira rabuda. Chegou perto, tirou minha camiseta e eu não sabia o que fazer com as mãos. Queria apertar os peitos dela, pegar na bunda, meter dois dedos. A pica tava explodindo dentro da minha cueca justa, mas queria ser cavalheiro e fazer as coisas direito. Então, entre tantos beijos, amassos e tesão, eu já tava pelado entre as pernas dela, enquanto ela tava deitada de barriga pra cima. Ela puxou a calcinha fio dental pro lado, deixando na minha frente uma buceta toda depilada, bem suculenta. Comecei a usar minha língua com capricho e na hora senti aquele gosto tão gostoso de mulher na minha boca. Chupei com vontade, separei os lábios dela, meti a língua até o fundo e, sem ela esperar, lambi rapidinho o clitóris dela, o que arrancou uns gemidos deliciosos. Também não perdi a chance de chupar bem o cuzinho dela enquanto enfiava dois dedos. O melado aumentou e os gemidos também. Deixei o trabalho com a boca de lado por um tempo, coloquei uma camisinha e penetrei ela. Tava tão quente lá dentro, a buceta dela tava lubrificada, então minhas estocadas entravam fácil. Na posição de missionário, pedia pra ela me bater na bunda enquanto eu comia ela, porque isso me deixa com muito mais tesão. Finalmente, tirei os peitos dela pra fora, e eram enormes, com certeza mais de 120 cm. Comia e mordia eles com desespero enquanto continuava penetrando. Tinha tanta coisa pra mim que eu não sabia o que fazer. Mordia os bicos dos peitos dela, apertava com meus dedos, levantava um pouco e apertava com as duas mãos, até que ela fez algo incrível: juntou a língua dela com a minha enquanto eu tava brincando com um mamilo, então duas línguas começaram a brincar, a gente se alternava, igual quando queria morder. Aquela imagem minha, os dois brincando com o peito dela, me deixou tão excitado que tive que mudar de posição pra não gozar. Coloquei ela de quatro e meti com fúria, com as mãos dava uns tapinhas, adorei ver como aquela bunda grande se mexia enquanto eu tava dentro dela, o barulhinho dos nossos corpos se chocando ficava cada vez mais intenso, e o mesmo barulho da buceta dela cada vez mais inundada pelos sucos internos, graças às várias vezes que ela tinha gozado. Era uma mulher multiorgásmica como poucas, de vez em quando eu sentia a buceta dela vibrar e via como a cara dela mudava, não precisava ser gênio pra saber que tinha chegado ao orgasmo. Na conversa depois, ela me contou que tinha essa habilidade de gozar várias vezes e nunca se cansar. Pedi a bunda dela e automaticamente ela puxou ainda mais a tanga pro lado e com a outra mão abriu bem o cu rosado e fechado até então. Sem pensar muito, meti de novo com força, soltando um grito forte, mas ela aguentou numa boa, graças aos sucos vaginais dela. Acho que arrebentei o cu dela, literalmente, comia com muita força, nossos gemidos se misturavam. Montava ela de quatro e tentava agarrar os peitos dela com as mãos e apertar os mamilos até que não aguentei mais e falei no ouvido: quero gozar. Com a experiência de uma comedora como poucas, ela pegou minha pica, tirou a camisinha e disse: joga toda a porra na minha bunda. Na minha frente, a bunda grande e bem aberta, recém-comida, tava esperando minha porra. Com as duas mãos, abria o máximo que podia, me punhetava com força e rapidamente os jatos de porra saíam com tudo, alguns chegavam nas costas dela, mas a grande maioria ficava na bunda dela, toda vermelha e sensível pela fodida. Ela continuava abrindo, aquela imagem era incrível. No pobre cu arrebentado dela, minha porra entrava devagar, um pouco ficava dos lados e um pouquinho menos caía pra baixo. a buceta dela enquanto os dois gemíamos exaustos.
Vou ser sincero com todos os leitores, acho que foi uma das melhores fodas da minha vida. Essa mulher era infernal, uma autêntica puta na cama, sugava até a última gota de porra. Com o tempo, perdemos contato e não tivemos mais encontros. Mas, se vocês leram bem minha história e a anterior, devem saber que falta coisa pra contar. Pra isso, vão ter que esperar a segunda parte.
2 comentários - Adoro as coroas II (Parte I)