As Irmãs, Continuação

Assim que passou o estupor e consegui me recompor um pouco depois do que aconteceu, fui até a geladeira beber um suco. Peguei a garrafa de refrigerante que segundos antes tinha estado na boca da morena, segurei ela entre minhas mãos, fiquei um segundo pensando, lembrando daquelas bocas, daquela pele roçando em mim. As imagens ficaram presas nos meus pensamentos e eu fiquei olhando pro nada. Um instante depois, minha filha me tirou do transe me abraçando por trás. Quando senti, levei um susto, ela percebeu que eu me assustei e deu um passo pra trás, perguntando:
— Pai!!! O que foi?? Você estava aí parado igual uma estátua, imóvel, tá bem?
— Tô sim, meu amor, tô bem, só fiquei pensando.
— Mas pai, você ficou aí parado um tempão... não foi só um segundo, igual quem pensa no que vai fazer de jantar... tem certeza que não tem nada?
— Olha aqui, mocinha... me diz como você quer que eu fique depois do que aconteceu???
— Kkkkkk... não pai, não precisa ficar preocupado, a gente não vai contar isso pra ninguém, você só tem que prometer que não vai contar pra mãe, e pronto, a gente vai continuar se divertindo enquanto der.
— Ainda tem mais????
— Ué, pai... o que você esperava?? Que fosse só isso? Você não faz ideia de quantas ideias loucas a gente tem na cabeça, eu e minha irmã...
— Ah, bom, mas já fico mais tranquilo (e deu pra ver na minha cara que eu tava bem preocupado).
— Vai lá, pai, descansa, que a tarde é longa e à noite a gente faz alguma coisa pra jantar...
Ela me deu um beijinho nos lábios, senti eles mornos, gostei da sensação, eram os lábios mais doces que já provei na vida... Quando vi ela indo embora, notei ela mais crescida, vi ela feita uma mulher, coisa que nunca tinha reparado antes. Falei comigo mesmo: ela tá crescendo muito... já tinha se vestido com algo um pouco mais coberto, um short e uma camiseta mais ou menos normal.

Dito isso, fui pro meu quarto descansar. Deitei, tentando não pensar no que aconteceu, mas foi impossível. Depois de um tempinho trancado lá... Comecei a ouvir muitas risadas de novo, e passos que iam e vinham, da cozinha pro banheiro, pro quarto, e pra sala, dava pra ouvir elas descalças, bem divertidas. Morria de vontade de estar com elas, mas me forcei a ficar e dar o espaço delas...

Deve ter passado uma hora e meia (percebi que tinha perdido totalmente a noção de tempo e espaço) quando as duas entraram no quarto e me atacaram na cama, igual eu fazia com elas quando eram pequenas. Me pegaram desprevenido e me enrolaram nos lençóis sem deixar eu sair, enquanto me enchiam de beijos por toda a cara. A gente riu pra caramba por um bom tempo, até que os beijos foram mudando de identidade e de uma piada, uma brincadeira, viraram pura paixão. Era uma situação confusa, as mãos delas me acariciavam, eu sentia elas indo e vindo, a gente sentia todos os corpos ao mesmo tempo como se fôssemos um só. As mãos passavam de um corpo pro outro sem sentir diferença, éramos uma massa de peles, volumes, uniforme e ao mesmo tempo amorfa... os lábios rolavam por uns e terminavam em outros, foi longe, mas muito longe, o beijo mais sensual e profundo que já experimentei na vida. Depois de um tempo que não consigo definir nem afirmar, já que estava totalmente flutuando fora de mim, a magia foi interrompida, era o delivery...

- A janta!!! gritaram as duas ao mesmo tempo e a gente levantou os três de um pulo só.

Eu fui atender, vi que as meninas estavam bem leves de roupa. Tinham pedido umas empanadas mistas. A gente sentou de novo no sofá, pra comer na frente da TV. Quase não falamos, dava pra ouvir as engrenagens das nossas cabeças girando sem óleo, e os ratos gigantes roendo nossa imaginação...

A gente tava sentado em filinha... elas duas e depois eu. Num instante, minha filha me pediu o controle remoto e eu dei. Ela comentou:

- Isso tá faltando alguma coisa, me parece.
- O quê? perguntei.
- A noite...

Ela começou a pular os canais. até que encontrou o que procurava: um filme pornô softcore num canal a cabo. Nisso já eram 2h30 da madrugada e eu nem tinha percebido. Quando tentei me virar pra perguntar o que ela tava fazendo, percebi que não ia conseguir resposta — ela tava literalmente enterrada nos lábios e peitos da irmã. Não vi quem atacou primeiro, mas sentia o desespero tomando conta de nós. Inquieto no meu lugar, meu pau dessa vez não reagia, meus olhos acovardados de presenciar uma cena daquelas. Era um emaranhado de braços e mãos se percorrendo, lábios e línguas se esfregando, e eu ali olhando. Elas eram um redemoinho. Sem perceber, se enroscaram em cima de mim, tirando a roupa junto com o mesmo movimento giratório com que se jogaram sobre mim. Me despiraram também, as duas juntas. Nós três nus, de novo nos enroscamos numa corrente sem fim de desejos compartilhados. Comecei a mover minhas mãos e reconhecer de algum jeito o que elas estavam sentindo. Consegui sentir a firmeza dos peitos da morena e a delicadeza dos da minha filha. Me agarrei direto nos mamilos eretos de não sei mais qual das duas. Acho que não consigo entrar em detalhes de quem era quem, porque as sensações eram explosivas em mim. Me pendurei neles como um bebê pequeno. Chupava, apertava, pegava os dois peitos com as mãos e espremia como se quisesse tirar suco. Nunca percebi que a outra tava chupando meu pau debaixo de mim. Notei que era uma posição desconfortável, e me recostei no sofá. Ela se acomodou em cima de mim, sabendo muito bem o que queria. Abriu as pernas na frente da minha boca e eu, sem pensar nem hesitar, apertei ela bem forte contra minha boca, arrancando um suspiro quase desgarrador, e ganhei uma mordida no pau. A gente se chupava com uma loucura danada. Não abri os olhos até que ela se sacudiu muito forte e se afastou de mim por um instante, sem nunca parar de me chupar. Naquele momento... Pude ver a pele dela, era a morena, ver a buceta dela aberta na minha frente, o cu bem dilatado quase convidando um dedinho brincalhão pra fazer os carinhos certos... Quando terminei de pensar e ver aquela imagem na minha cabeça, uma mão se aproximou na frente dos meus olhos, e sem pedir licença, pegou minha mão e levou até aquela Booty linda, era a mão da minha filha, enquanto sussurrava no meu ouvido: — Deixa que eu te mostro como... — Pegou minha mão e levou direto pra aquela Booty maravilhosa, me fez acariciar bem devagar, senti na ponta do meu dedo indicador a textura gostosa do anel anal daquela mulher deliciosa, na segunda carícia senti como ela se dilatou ainda mais com meus toques, se mexeu contra minha mão pedindo pra ser penetrada, minha filha pegou minha mão e fez eu separar o dedo do meio, levou até a boca, lambeu umas duas vezes pra lubrificar um pouco, e disse: — Agora sim — Se ergueu na minha cara, deixando os peitos dela na altura da minha boca, enquanto ela cuidava de lamber aquela Booty, a cada balanço roçava os peitos na minha boca, eu lambia a cada passada, as passadas dela eram longas e calmas, como se soubesse bem o que tava fazendo, passava ao longo da buceta dela e chegava até o cu, notei que quando chegava lá, parava um segundo e fazia força, como se quisesse penetrar com a língua, eu sentia a mudança de intensidade nas lambidas que eu recebia na pica a cada investida da minha filha com a língua, eu tava prestes a gozar a qualquer momento, então com uns tapinhas nas pernas dela ela entendeu que devia diminuir um pouco o ritmo se quisesse continuar curtindo, eu com os peitos da minha filha nos meus lábios, minha filha com a língua na buceta e na Booty da morena, ela com minha pica na boca, éramos uma máquina de gemidos e sexo incríveis, minha filha foi se afastando do que tava fazendo, e me deixou me despedir devagar dos peitos dela, quando chegou na minha boca, me beijou bem fundo, senti na minha língua o gosto da Booty que Eu tinha ficado lambendo aquele sabor sensual e único que uma bucetinha recém-chupada tem... aquele sabor enlouqueceu meus hormônios. Quando tentei escapar daquela situação pra não gozar espalhando porra pra todo lado, a morena parou instantaneamente o jogo com meu pau, como se sentisse no meu pau que tudo estava prestes a gozar. Sem me deixar pensar muito, minha filha pegou minha mão de novo, separou mais uma vez o dedo do meio, e levou minha mão até aquela raba desejosa de ser penetrada. Ela sussurrou: — Não deixa ela assim, pai, você vai matar ela... Me segurando com força, ela empurrou minha mão lá no fundo dela. Não custava nada entrar e sair. Ela separou o segundo dedo e me provocou pra eu penetrar com os dois. Naquele momento, apareceu a mão da morena, me apressando, e apressando também a boca dela no meu pau. Ela me fez penetrar bem fundo, até o talo. Na minha mão, os nós dos dedos batiam no fundo. Eu via minha filha olhando a situação. Ela parou meus movimentos e se aproximou com a língua, lambia o contorno dos meus dedos perdidos no cu da irmã dela... Ela pegava minha mão e assim controlava as penetrações. Tirava minha mão e lambia o buraquinho ainda dilatado, metia a língua e tirava, metia meus dedos de novo pra relamber os contornos e a vulva freneticamente. Ela se aproximou de novo da minha boca, me beijou e deixou aquele sabor outra vez nos meus lábios. Já desesperado, peguei ela com um braço e a fiz ajoelhar de lado, de cabeça pra baixo. Deixou assim a bucetinha dela na frente dos meus lábios. Olhei por um segundo só, vi ela rosada, brilhante, e ela com os dedos ia se tocando, acariciava o clitóris e mexia a cintura, tremendo a cada carícia. Abriu os lábios vaginais e aproximou de mim. Minha língua brincava com o clitóris dela, eu mordia, apertava contra os lábios. Tentava mudar os movimentos procurando o ponto e o jeito exato de fazê-la gozar. Apertei o clitóris dela entre meus lábios e acariciei forte com a língua. Ela estremeceu, senti que ia gozar. Me segurou pela cabeça e se... Ela começou a se mexer contra minha boca como se estivesse desesperada, senti que ela acariciava a mão com que eu continuava penetrando a buceta da morena, procurou o espaço que meus dois dedos deixavam no cuzinho dela, e enfiou mais um, depois colocou o segundo, eu ainda segurava o clitóris dela preso e a morena já soltava gemidos abafados, a outra mão da minha filha cuidava de masturbar o clitóris da morena no ritmo da nossa penetração anal, estávamos os três no mesmo ritmo sexual, dava pra ouvir a música da TV ao fundo da cena... Uma sacudida arrasadora pegou minha filha, que apertou minha cabeça com os joelhos, eu senti o esfíncter da morena se contrair contra nossos dedos, e quando tentei tirar a mão, minha filha não deixou, ela continuava gozando longa e estrepitosamente, a sacudida dela contagiou a morena, que começou a gozar aos solavancos para os lados, se mexia de um lado pro outro como uma cobra, minha filha não me deixava tirar a mão, continuava apertando minha cabeça com as pernas e a buceta dela apertando minha boca, eu gozei na boca da morena e ela já estava desmaiando, nós três sentimos um orgasmo multitudinário, avassalador, minha filha finalmente soltou minha cabeça e se deitou nas costas da morena, eu fiquei sem palavras, minha boca e minhas orelhas doíam de tanta força que elas apertaram, ficamos ali jogados no sofá, eu fiquei olhando aquele espetáculo, as duas de buceta aberta pra mim, sem pensar, tentei me aproximar com a língua, mas não alcancei, queria lamber as duas juntas, de uma só passada, parece que entenderam, porque se ajeitaram de um jeito que eu conseguisse, me estiquei um pouco e lambi, era buceta, buceta, buceta, buceta... acariciei com as mãos e passava minha língua...
Levantamos, fomos pro quarto descansar... terminamos exaustos, uma vez na cama, entre risadas e amassos vários, dormimos os três juntos, pelados e abraçados por todos os lados.

5 comentários - As Irmãs, Continuação

Muy buen relato. Me mato imaginandome todo mientras lo leía. Me imagino que hay una tercera parte
volvi con puntos! muy buenos relatos! quiero leer los demas!