Minha amiga sempre foi tímida, recatada, aceitavelmente bonita, mas não daquele tipo de garota que te faz se dar ao trabalho de virar pra olhar a bunda dela quando passa, principalmente por causa do jeito dela se vestir, que sempre foi muito conservador.
Muito nova, ela descobriu que gostava de se masturbar, principalmente quando tinha problemas em casa, era um jeito de tomar o controle e fugir da realidade. Ela se masturbava com frequência, mais do que o normal que se esperaria de uma garota de 18 anos.
Os pais dela eram rígidos com ela, não deixavam ela sair com amigos, só permitiam que ela fosse à igreja e às reuniões do grupo religioso do qual fazia parte, e foi justamente numa dessas reuniões que, sem querer, enfiaram um pau na boca dela pela primeira vez.
A reunião estava rolando chata e normal, a Maria deu sede e foi até a cozinha pegar um copo d'água. Quando entrou, levou um susto: um dos homens da reunião, o dono da casa, estava preparando um lanche.
Ela se assustou um pouco ao vê-lo, mas sorriu timidamente, pedindo por favor se ele deixava ela pegar um copo d'água. Ele respondeu amigavelmente que sim, convidando ela pra entrar. Sem desconfiar dele, ela se aproximou do aparador, passou perto de onde o homem estava pra pegar um copo limpo. O cara estava no meio do caminho e não se afastou pra ela passar; pelo contrário, descaradamente se esticou pra que, quando ela passasse, pudesse esfregar o pau contra o quadril dela, o que fez sem vergonha nenhuma.
Como ela não soube reagir àquele assédio, o sujeito se aproximou dela, que estava de costas, e sem fazer perguntas, agarrou os peitos dela, apertando com força. Os peitos da Maria eram o atributo sexual mais chamativo dela, já que eram grandes, embora não demais.
Minha amiga diz que ela não ficou excitada com aquele abuso, que ficou paralisada, e como o cara viu que ela não se defendia, interpretou como aceitação e começou a apalpar ela toda, levantou a saia dela, Apalpou e abriu as nádegas dela sem cerimônia, e com os dedos acariciou o cu e a buceta dela.
Foi naquele momento, quando ela sentiu pela primeira vez os dedos de outra pessoa que não ela mesma, remexendo dentro das suas partes mais íntimas.
Minha amiga percebeu que aquela seria a primeira experiência sexual dela, com aquele homem quase desconhecido. Não cooperou muito, mas também não ofereceu resistência, ficou parada como uma idiota feita de pedra, enquanto o cara chupava os peitos dela e a tocava por completo.
Quase sem perceber, o homem a levou até um pequeno depósito no quintal, e assim que ela entrou naquele lugar sujo, ele a fez se ajoelhar, empurrando-a pelos ombros, desabotoou a calça, tirando só o pau e os ovos, e colocou o membro na frente do rosto dela — um pau branco, um pouco comprido e fino.
Ela cooperou: abriu a boca para que o sujeito, aquele homem muito mais velho que ela, enfiasse o pau até o fundo da garganta dela. Ela nunca tinha feito sexo oral, a experiência dela tinha sido apenas alguns beijos furtivos com um garoto da escola, que até tocou nos peitos dela e fez ela masturbar ele, mas isso tinha sido uns anos atrás, então a única coisa que ela conseguiu fazer foi manter a boca aberta e deixar o homem penetrar ela uma vez e outra como se fosse um boneco. O homem estava muito agitado, terrivelmente excitado, tremia freneticamente, a blusa dele tinha se desabotoado na brincadeira e ela já estava com os peitos completamente para fora da blusa.
O cara começou a se mover cada vez mais rápido, e como ela não dava prazer suficiente com a boca para fazer ele gozar, ele começou a se masturbar com força enquanto segurava a cabeça dela. Quando ele gritou porque estava terminando, minha amiga se levantou para evitar terminar com o esperma na cara (ela me confessou que naquela época, a simples ideia a enojava) e a porra, grossa e fedorenta, acabou em grande parte nos peitos dela, um tanto na blusa e na saia dela. O sujeito terminou limpando a própria porra. nos mamilos de Maria, e sem dizer uma palavra guardou o pênis e saiu rapidamente do quarto.
Ela ficou lá, com os peitos cheios de porra, toda apalpada e sem ter como se limpar, pensou que precisava fazer algo rápido, tirou a calcinha, limpou os peitos com ela, ajeitou a roupa, abotoou a blusa e arrumou a saia, saiu de lá com a calcinha amassada na mão, foi direto ao banheiro lavar os peitos.
Ninguém percebeu nada, a reunião rolou e terminou sem maiores problemas, a mãe dela a xingou por ter molhado a blusa e a anágua ao servir água (foi o que ela alegou) e por sorte não chegou perto pra ver, porque teria sentido um cheiro forte dos fluidos do cara.
Essa experiência deve ter marcado ela, já que minha amiga, de personalidade tímida e submissa, sempre manteve essa atitude na cama: obediente, passiva e permissiva pra qualquer humilhação sexual que o parceiro inventasse.
Quando ela tinha 22 anos, conheceu um cara mais velho, tipo 48 e tantos, divorciado, o homem percebeu o jeito dela, nem preciso dizer que era um degenerado sexual, daqueles que topam tudo, virou namorado da mina, comeu ela em todo lugar e de todo jeito, casou com ela e com certeza cansou de transar com ela depois de um tempo, porque segundo ela me contou, ele reclamava que sempre faziam a mesma coisa e que queria fazer coisas diferentes e ela não ajudava a pensar, até humilhava ela, mandava ela fazer oral nele, e ela, apaixonada, fazia com tudo, ajoelhava pra chupar ele na sala enquanto ele via futebol, e ela mamava do melhor jeito possível, enquanto ele bebia e fumava vendo TV, ela se esforçava pra fazer direito, e não poucas vezes o babaca mandava ela vazar, falava pra deixar ele ver TV sossegado, que transar com ela já não tinha graça, e ela me confessava que isso fazia ela se sentir muito mal.
Mesmo assim ela amava ele, e ele Pra ela, era recíproco, mas em matéria de sexo o homem não se contentava com a vida a dois e queria algo mais, embora não explicasse o quê.
Um dia, desses, ele chegou em casa com um colega. Era sexta-feira e chegaram bem bebidos, muito alegres e com vontade de continuar bebendo. Ele exigiu que ela preparasse alguma coisa pra comer. Minha amiga já estava de camisola e coberta pra dormir. O marido disse: "Veste a saia mais curta que tiver e não coloca sutiã nem calcinha. Quero ver se você excita ele, e ver o que ele faz. E faz alguma coisa rápida de comer."
Minha amiga aceitou de má vontade. A garota não sabia dizer não. Segundo ela me descreveu, o tal colega do marido não era nada atraente. Era mais obeso, quase sem cabelo, descuidado na roupa, com a camisa desarrumada e suado, além de feio.
Mas ela obedeceu. Tirou a calcinha, vestiu a saia mais curta que encontrou e uma blusa. Desabotoou dois botões da blusa pra os peitos ficarem mais à mostra e se preparou pra atendê-los. Pensou que, se se comportasse bem, talvez o marido fizesse amor com ela. Fazia muito tempo que não transavam e, sinceramente, ela queria muito ter sexo com o homem que amava. Então, se dedicou a atendê-los da melhor forma possível.
O amigo estava com os olhos saindo da cara de tanto olhar pra ela. O marido observava tranquilamente enquanto o cara a devorava com o olhar. Ela me contou que o marido se aproximou e disse: "Senta na nossa frente e abre as pernas pro Jorge ver sua buceta." Ela olhou pra ele, envergonhada — coisa que nunca fazia — e respondeu:
— Marcos, tô com vergonha!
Ao que ele simplesmente respondeu:
— Faz isso, que me excita.
E assim ela começou a fazer. Toda vez que tinha oportunidade, sentava na frente deles e, disfarçadamente, abria as pernas. O gordo ficava de queixo caído, olhando descaradamente pra virilha dela, e o marido se acariciava disfarçadamente o pau diante da exibição da esposa.
A noite foi assim: eles bebendo cerveja, Marcos colocando pornô na TV. sem perguntar pra Maria se ela achava bom ou não, os dois amigos começaram a falar de buceta e sexo, estavam muito bêbados, e Marcos começou a se gabar de como a esposa dele dava bem no love, que até chupava o cu dele se ele quisesse, e Jorge, o amigo, só ficava olhando pra Maria com olhos cheios de tesão, dizendo que ele tinha muita sorte de ter uma mulher daquelas.
Numa dessas, enquanto Maria preparava uns sanduíches na cozinha, percebeu que os dois homens tinham ficado em silêncio. Quando voltou pra sala, descobriu que Jorge, o colega de trabalho do Marcos, o marido dela, tinha bebido tanto que tava dormindo, e Marcos, que também tava bêbado, tava viajando, vendo pornografia.
— Marcos, seu colega caiu no sono — avisou Maria, com um baita alívio, porque já tava com medo fazia um tempo que o marido ia fazer ela dar o love pra aquele gordo que ela nem conhecia, além de que era tarde e ela queria ir pra cama.
— Ele tá muito bêbado, mas viu como ele tava excitado com você? — respondeu ele
Maria não disse nada, e começou a catar garrafas e copos na sala.
— Maria, faz um boquete no Jorge. — ordenou seco.
Maria parou, ela só tinha ficado com dois homens na vida: o cara que usou ela quando ela tinha 18 anos naquele boteco sujo e o marido dela, e mais ninguém.
— Chupa ele, — ordenou de novo.
— Marcos... Cê tá bêbado!
— Maria, você é minha esposa, e se eu mando você chupar, chupa, eu sei que você gosta de fazer oral que até me encheu o saco. Chupa a pica dele pra ver que puta gostosa você é, ele nem vai perceber.
Maria tava acostumada a obedecer, amava o marido, curtia o sexo com ele, e a ideia de que isso ia excitar ele era um estímulo pra ela, mesmo que as palavras dele fossem ofensivas. Se não fizesse, ele não ia falar nada, mas ela sabia que ia ficar puto e que essa atitude ia durar vários dias, um pau era um pau, ela ia dar uns beijinhos na ponta, pensou, e com isso Salvaria o dia, além disso, o cara tava bêbado e não ia lembrar de nada, nem perceber. Até chamou a atenção dela ver outro pau que não fosse o do marido ingrato.
Colocou as garrafas e os copos na mesa da sala de novo e caminhou devagar até o Jorge, que tinha dormido sentado na mesma poltrona onde ela costumava fazer boquete no marido, na frente da TV.
Ajoelhou-se devagar, o Jorge tava com as pernas abertas, e se meteu entre elas, olhou pro marido num tom de súplica.
— Chupa ele como a puta que você é — ele ordenou.
Não tinha volta, Maria tateou com a mão a calça do cara pra sentir o volume, quando achou, instintivamente acariciou, já o Marcos tinha tirado o pau dele e se masturbava olhando de longe, Maria desabotoou o cinto do Jorge, devagar, a verdade é que não queria fazer aquilo, e se aproximou do volume que o pau dele fazia na calça e beijou, ali mesmo percebeu que a missão era mais difícil do que tinha pensado, porque como tinham tomado cerveja, passaram a noite toda mijando e era assim que cheirava o pau do coitado do Jorge, nem duro tava, mas olhou pro marido, que se masturbava feliz da vida: observando ela, então isso motivou ela a continuar.
Abriu a calça finalmente, lutou pra tirar o pau do esconderijo, não era grande, era um pau grosso, escuro, um pau bem indecente pra falar a verdade.
Ela começou o trabalho, descobriu a glande, que era de um roxo, aproximou a boca e sentiu ele molhado, o cara, excitado de ver as pernas dela e a buceta, tinha a ponta do pau cheia de líquido pré-seminal, o marido dela nunca deixava ela limpar o líquido pré-seminal com outra coisa que não fosse a boca dela, então ela tava acostumada com isso. O Marcos tinha se aproximado pra ver o espetáculo de perto, então sem escapatória, pegou o pau com a mão direita, terminou de puxar a capa pra baixo e meteu sem mais nem menos a glande dentro da boca. Era um pau fedorento, cheirava ao que os paus cheiram depois de um dia inteiro no trabalho e indo ao banheiro, cheirava a todas as cervejas que ele tinha bebido, e a líquido pré-seminal, e tudo isso ela tinha na boca naquele momento.
- Chupa isso, puta - disse o marido dela de novo.
Então Maria enfiou o pau inteiro na boca, como estava mole, não teve a menor dificuldade.
- Faz gostoso, puta, faz ele ficar duro, mostra pra ele o que é uma verdadeira puta.
Maria masturbava ele com a mão enquanto ao mesmo tempo metia e tirava da boca, levou um bom tempo e muita, mas muita saliva pra deixar ele duro.
Quando o pau cresceu, Maria descobriu que era um pau generosamente grande e grosso, escuro de cor, e quando ficou grande e duro, facilitou o trabalho dela de dar prazer oral, o que ela sabia fazer muito bem de tanto que tinha praticado com o marido, só que agora fazia pra um cara que ela nunca tinha visto na vida.
- Chupa as bolas dele, puta...
Maria me confessou que ficou um pouco excitada com tudo aquilo, chupava freneticamente, a verdade é que pau era pau e não tinha diferença entre aquele, o do marido dela ou qualquer outro. Já tinha se acostumado com o cheiro e o gosto amargo, então chupar as bolas dele não foi grande desafio e ela mamou nelas como se fossem as bolas do marido. Enquanto chupava um e outro testículo e molhava com a saliva, não parava de masturbar ele, o pau ficava cada vez maior, Jorge acordou confuso.
- O que que tá rolando? - perguntou estranhando.
Maria parou.
- É um presente, parceiro. É assim que eu atendo meus convidados. Quer que a puta pare? - disse Marcos, o marido de Maria.
Maria estava muito envergonhada, com o pau de Jorge na mão, todo cheio de saliva dela e bem enorme, Jorge olhava pra ela espantado, pegou ela pela cabeça e levou a boca dela de volta pro pau dele, Maria retomou o trabalho, sem direito a opinião ou sugestão.
- A verdade Jorge, tô te dando ela, pode fazer o que quiser com essa puta. Se quiser pisar nela, manda ver com gosto.
Jorge continuava atônito, Maria, como se fosse um robô, enfiava e tirava o pau da boca dele, estava assustada. E a paixão que minutos antes tinha atingido o auge tinha diminuído um pouco.
— Então manda ela se pelar — disse Jorge, já que Maria ainda estava vestida.
Maria se levantou, obedecia automaticamente, já tinha a cara toda lambuzada com o pau de Jorge, então não tinha nada a perder. Tirou a saia curta e a blusa, e voltou pra posição entre as pernas de Jorge, retomando o boquete.
— Quero comer ela — pediu Jorge, se levantando com dificuldade. Maria deu espaço, o homem estava bêbado, custava a ficar de pé. Se pelou, apalpou os peitos de Maria, e mandou ela ficar de quatro. Maria fez sem hesitar, ficou de quatro, abriu as pernas, sentiu o amigo do marido apalpando ela toda, o cu e as nádegas, meteu sem piedade e com força, com aquele pau pesado e grosso.
Maria não acreditava que estava de quatro sendo usada por um desconhecido. Marcos aproveitou e se ajoelhou na frente dela, enfiando o pau na boca dela.
Maria era penetrada por aqueles dois caras excitados, que comiam ela dos dois lados. Sentia o pau de Jorge se enfiar sem piedade na buceta dela, enquanto ele enfiava um dos dedos gordos no cu dela, ao mesmo tempo que Marcos metia o pau inteiro na boca dela, que, apesar de tudo, ela também achou molhado, sujo e fedendo a mijo.
No entanto, e como ela me confessou envergonhada, ela estava excitada com aquele abuso.
— Quer ver como eu chupo o cu dela? — perguntou Marcos pro Jorge. Era o cúmulo, como se ela não tivesse opinião sobre o que faziam com o corpo e a boca dela.
— Pode ir, parceiro — disse Jorge, que não parava de meter, e já tinha o dedo inteiro enfiado no cu da pobre Maria.
Marcos ficou de quatro. na frente dela, que também estava de quatro na frente do Jorge, enfiou a bunda na cara dele, agarrou uma das nádegas com a mão e ordenou: chupa, puta!
Maria sabia fazer aquilo, não era a primeira vez que o marido mandava ela beijar o cu dele, então começou a chupar o ânus dele na hora. Qual era o gosto ou o cheiro daquele cu? Maria já nem se perguntava mais, estava impregnada do cheiro e do gosto de dois paus na cara e dentro da boca, e não parou pra pensar nisso.
Não tinha nem dois minutos chupando o cu do marido, quando ele se afastou, levantando.
– Maria, tem que tratar bem as visitas. Chupa o cu do Jorge também.
Maria ficou chocada. O marido já não tinha mais escrúpulo nenhum. Sentiu o Jorge se ajoelhar de quatro, se encostando no sofá, pronto pra Maria fazer o serviço de chupar aquele ânus nojento e horrível dele.
Maria se endireitou devagar, olhou suplicante pro marido. Mas ele não tinha a menor consideração, olhou pra ela com severidade. Maria percebeu que o pau do marido tava duro e grande, sabia que logo ele ia meter e era o que ela mais queria naquele momento. Ela se aproximou da bunda obesa e horrível do Jorge e, se ajoelhando de quatro de novo, começou a beijar as nádegas gordas dele.
– Chupa o cu dele, puta – ele disse... Quantas vezes o marido tinha chamado ela de puta naquela noite? Já tinha perdido a conta.
Maria abriu as nádegas do Jorge com as mãos, procurando o cu dele, e timidamente começou a beijar. De repente, sentiu a mãozona do Jorge na cabeça dela, empurrando ela até o fundo da bunda dele. Como recompensa, ao mesmo tempo, sentiu o marido se colocar debaixo dela e chupar a buceta dela com tesão.
Maria percebeu que o pau do Jorge começava a murchar devagar, com certeza por causa da bebedeira, ele devia estar dormindo. E depois de todo o esforço pra deixar ele duro e todas as baixezas e humilhações do marido pra que aquele gordo perdesse a ereção, e o cúmulo dos cúmulos, estando ela no cu dele! Que com certeza nem a esposa dele fazia isso.
Felizmente, Marcos tinha chegado ao limite, tirou ela de entre as nádegas de Jorge, deitou ela no chão, ela abriu as pernas porque sabia que ia ser penetrada, e Marcos a atacou de forma selvagem, penetrando ela sem piedade enquanto despejava nela um monte de grosserias:
- Sua puta imunda! Chupadora de cus!
Ele dizia enquanto empurrava o pau com violência, ela tremia, excitada.
- Assume que você gosta de chupar cu, prostituta, assume!
Já Marcos ia gozar, Maria conhecia ele, sempre falava as piores grosserias quando ia ejacular.
- Assume que é uma puta! Que gostou do pau de Jorge, fala!
- Sim... - disse Maria - eu gosto do pau de Jorge
- Fala pra ele, puta! Não pra mim, fala pra ele que você gosta do pau dele
Maria estava debaixo de Marcos, que a penetrava sem piedade, procurou o rosto de Jorge e obedeceu ao marido:
- Jorge - disse Maria - eu gosto da sua pica...
- Agradece, puta! - gritou Marcos, exigindo mais...
- Obrigada, Jorge, por me dar sua pica! Obrigada! Obrigada! Eu gosto da sua pica... - gritou Maria, enquanto sentia Marcos despejar o sêmen dentro da buceta dela. Ela estava com o rosto encostado nas nádegas de Jorge, enquanto o marido tremia.
- Que puta gostosa... - gemeu Marcos, enquanto se levantava, Maria ficou no chão, exausta, com as pernas abertas e a buceta cheia de porra.
Maria olhou pro pau de Jorge, estava gigante de novo graças àquele espetáculo, ela ansiava fazer ele gozar e terminar sua missão.
- Jorge, faz o que quiser com essa puta, goza na cara dela se quiser, ela não liga, ou come ela... Já tá pronta... - disse Marcos enquanto se sentava no sofá e acendia um cigarro. Maria pensava consigo mesma: ele não se cansa de me humilhar! Mas ficou esticada no chão, esperando pra ver o que Jorge queria fazer com ela.
Jorge se levantou ao lado Ela, María entendeu que queria mais sexo oral, ou até mesmo aproveitar a oferta do marido de gozar na boca dela, e a verdade é que ela estava morrendo de vontade.
Ela enfiou na boca tudo o que conseguiu do pau de Jorge, começou a chupar enquanto acariciava os ovos dele com uma mão e o masturbava com a outra...
— Que gostoso que você chupa, putinha... — disse Marcos... E Maria tremeu: já queria gozar nela.
Ela ficou bem quieta, Jorge se mexia na boca dela, com frenesi, agora não ia mais tirar, como quando abusaram dela na casa da reunião aos 18 anos, ficou parada esperando a porra.
Jorge descarregou tudo dentro dela, Maria sentiu aquela porrada de sêmen, quente, viscoso, invadindo todos os cantinhos da boca dela, não sabia se engolia ou o que ia fazer com aquela porra quando acabasse. O marido dela tinha se aproximado pra ver de perto como ela era gozada, Jorge se balançava enquanto segurava a cabeça dela — que putinha gostosa, que putinha gostosa — ele dizia enquanto descarregava toda aquela porra que guardava nos ovos dele.
Finalmente tirou o pau da boca dela, que tinha deixado cheia de porra, e foi pro outro sofá, Maria ficou de joelhos no meio da sala, enquanto o sêmen do marido molhava as pernas dela e ela segurava a porra do Jorge na boca. Decidiu não engolir, cuspiu na mão direita a gozada do Jorge e levou todo aquele sêmen até a buceta dela, enfiou pra misturar com o do Marcos, e com os dois leites entre a buceta e a mão começou a se masturbar, não demorou pra gozar. Jorge e Marcos olhavam pra ela.
— Chupa seus peitos — ordenou Jorge, e ela obedeceu na hora, enquanto arrepios de prazer percorriam o corpo dela.
Eram umas três da manhã, os três estavam pelados e ela no meio da sala.
— Vou dormir — disse Marcos — Jorge, aqui te deixo ela, se quiser, come ela quantas vezes quiser...
E o filho da puta saiu da sala, foi pro quarto dele dormir. Deixando ela ali, de joelhos, pelada e sozinha, se oferecendo pra um estranho. Jorge olhou para ela. Maria tinha os peitos grandes e a cara bonita, tinha acabado de gozar, o que a deixava radiante.
— Vem, puta, chupa meu pau até ele ficar duro pra eu poder te estuprar de novo.
Maria se arrastou até ele, como ela sempre obedecia. Enfiou o pau de Jorge de novo na boca. Tinha gosto de buceta e ainda tinha gotas de porra. Chupou como se fosse a última pica do mundo, até ele ficar duro de novo. Nem preciso dizer que Jorge abusou dela. Comeu ela sem parar por um tempão, colocou ela em todo tipo de posição, fez ela limpar com a língua a porra que tinha caído no chão. Enfiou meio pau no cu dela (não aguentou tudo). Fez ela chupar o pau dele com força depois de tirar do cu. Gozou mais duas vezes naquela hora. No final, pra arrematar, levou ela pro banheiro e fez ela dar banho nele. Não tinha terminado de lavar ele, e Jorge deu vontade de mijar. Ajoelhou ela e mijou no cabelo dela, nos peitos e na cara. Bateu uma nos lábios dela até gozar de novo. Cuspiu na cara dela. Fez ela acompanhar ele até a garagem pelada, gozada e mijada, coberta só com uma toalha. Agradeceu enquanto entrava no carro.
— Valeu, puta. Realizou um monte das minhas fantasias. Você é a melhor puta que já tive. Agradece teu marido. Fala pra ele que segunda a gente se vê no escritório.
E foi embora, sem mais. Maria entrou em casa. Pra se vingar do marido, foi do jeito que tava pra cama e deitou do lado do Marcos, que tava dormindo a bebedeira há horas. Marcos sentiu quando ela deitou do lado dele.
— Como foi? — perguntou.
— Você me deixou sozinha com o Jorge, e ele me tratou pior que uma puta — respondeu.
— O que ele fez?
— Me comeu várias vezes, me fez engolir a porra dele e limpar a porra que ficou no chão da primeira vez que a gente transou os três. Chupei o pau dele por horas. Enfiou no meu cu. Depois me fez dar banho nele. Tive que tocar ele. por todo o corpo dele com o sabão e ele me agradeceu mijando na minha cara, nos meus peitos e no meu cabelo, me fez chupar ele de novo, gozou pela última vez na minha boca, já quase não tinha porra, cuspiu na minha cara e vazou. Manda um abraço pra você.
- E você, como se sente? - perguntou Jorge
- Bem, meio humilhada, mas tô excitada, sei lá, verdade. Eu te servi direito?
- Sim, meu amor, você mandou muito bem - disse Jorge, - semana que vem vou trazer um dos seguranças, todo mundo no trampo fala que ele tem um pauzão.
- Tudo bem, tô cansada, vou dormir
- Me chupa primeiro, antes de dormir, puta. - exigiu ele por fim.
A Maria já tava com a mandíbula doendo de tanto ficar de boca aberta, mesmo assim, a vantagem foi que não durou nem um minuto pra ele gozar tudo, de tão bom que ela fez, e de novo ela teve que engolir toda a porra sem reclamar.
Mesmo assim, Maria tava com muita vontade de continuar transando, toda a experiência com Jorge na sala e no banheiro tinha deixado ela muito excitada, pegou o pau do marido, que não era tão grande quanto o do Jorge, mas tava duro, masturbou ele meio ansiosa pra chupar, desceu pros bagos e beijou e babou generosamente, o marido abriu bem as pernas, o que era um sinal pra ela chupar o cu dele também, então ela chupava os bagos, depois beijava o cu dele e depois enfiava a cabeça do pau toda na boca, sugando, e repetia tudo de novo.
Ouviu de novo o Marcos xingando ela, isso significava que ele tava adorando o boquete, molhou bem o pau dele com a saliva chupando rápido e forte e não parou até jatos de porra começarem a sair do pau do Marcos na cara dela, banhando ela, Maria masturbou ele freneticamente até ele gozar tudo, depois se dedicou a chupar a rola cheia de gozo, que tinha ficado bem sensível, cada vez que ela chupava a ponta, Marcos tremia. Não deixou ele em paz até ver ele mole. Exausto. Assim que o Marcos pegou no sono, ela foi direto pro banheiro, tomou um banho bem demorado e se deitou do lado do marido. Diz que naquele dia dormiram até as três da tarde. E quando acordou, o marido já tinha preparado o café da manhã e servido na cama pra ela. Esse foi o começo de uma nova sexualidade pra eles, algo meio autodestrutivo, mas naquele momento tava servindo e era isso que importava.
Antes eu já tinha contado quando comi essa mina pela primeira vez, também bancado pelo marido dela, e achei interessante compartilhar essa história que ela mesma me contou.
Valeu por ler, espero que tenham gostado. Em breve, dependendo dos comentários, vou continuar contando essas experiências.
Muito nova, ela descobriu que gostava de se masturbar, principalmente quando tinha problemas em casa, era um jeito de tomar o controle e fugir da realidade. Ela se masturbava com frequência, mais do que o normal que se esperaria de uma garota de 18 anos.
Os pais dela eram rígidos com ela, não deixavam ela sair com amigos, só permitiam que ela fosse à igreja e às reuniões do grupo religioso do qual fazia parte, e foi justamente numa dessas reuniões que, sem querer, enfiaram um pau na boca dela pela primeira vez.
A reunião estava rolando chata e normal, a Maria deu sede e foi até a cozinha pegar um copo d'água. Quando entrou, levou um susto: um dos homens da reunião, o dono da casa, estava preparando um lanche.
Ela se assustou um pouco ao vê-lo, mas sorriu timidamente, pedindo por favor se ele deixava ela pegar um copo d'água. Ele respondeu amigavelmente que sim, convidando ela pra entrar. Sem desconfiar dele, ela se aproximou do aparador, passou perto de onde o homem estava pra pegar um copo limpo. O cara estava no meio do caminho e não se afastou pra ela passar; pelo contrário, descaradamente se esticou pra que, quando ela passasse, pudesse esfregar o pau contra o quadril dela, o que fez sem vergonha nenhuma.
Como ela não soube reagir àquele assédio, o sujeito se aproximou dela, que estava de costas, e sem fazer perguntas, agarrou os peitos dela, apertando com força. Os peitos da Maria eram o atributo sexual mais chamativo dela, já que eram grandes, embora não demais.
Minha amiga diz que ela não ficou excitada com aquele abuso, que ficou paralisada, e como o cara viu que ela não se defendia, interpretou como aceitação e começou a apalpar ela toda, levantou a saia dela, Apalpou e abriu as nádegas dela sem cerimônia, e com os dedos acariciou o cu e a buceta dela.
Foi naquele momento, quando ela sentiu pela primeira vez os dedos de outra pessoa que não ela mesma, remexendo dentro das suas partes mais íntimas.
Minha amiga percebeu que aquela seria a primeira experiência sexual dela, com aquele homem quase desconhecido. Não cooperou muito, mas também não ofereceu resistência, ficou parada como uma idiota feita de pedra, enquanto o cara chupava os peitos dela e a tocava por completo.
Quase sem perceber, o homem a levou até um pequeno depósito no quintal, e assim que ela entrou naquele lugar sujo, ele a fez se ajoelhar, empurrando-a pelos ombros, desabotoou a calça, tirando só o pau e os ovos, e colocou o membro na frente do rosto dela — um pau branco, um pouco comprido e fino.
Ela cooperou: abriu a boca para que o sujeito, aquele homem muito mais velho que ela, enfiasse o pau até o fundo da garganta dela. Ela nunca tinha feito sexo oral, a experiência dela tinha sido apenas alguns beijos furtivos com um garoto da escola, que até tocou nos peitos dela e fez ela masturbar ele, mas isso tinha sido uns anos atrás, então a única coisa que ela conseguiu fazer foi manter a boca aberta e deixar o homem penetrar ela uma vez e outra como se fosse um boneco. O homem estava muito agitado, terrivelmente excitado, tremia freneticamente, a blusa dele tinha se desabotoado na brincadeira e ela já estava com os peitos completamente para fora da blusa.
O cara começou a se mover cada vez mais rápido, e como ela não dava prazer suficiente com a boca para fazer ele gozar, ele começou a se masturbar com força enquanto segurava a cabeça dela. Quando ele gritou porque estava terminando, minha amiga se levantou para evitar terminar com o esperma na cara (ela me confessou que naquela época, a simples ideia a enojava) e a porra, grossa e fedorenta, acabou em grande parte nos peitos dela, um tanto na blusa e na saia dela. O sujeito terminou limpando a própria porra. nos mamilos de Maria, e sem dizer uma palavra guardou o pênis e saiu rapidamente do quarto.
Ela ficou lá, com os peitos cheios de porra, toda apalpada e sem ter como se limpar, pensou que precisava fazer algo rápido, tirou a calcinha, limpou os peitos com ela, ajeitou a roupa, abotoou a blusa e arrumou a saia, saiu de lá com a calcinha amassada na mão, foi direto ao banheiro lavar os peitos.
Ninguém percebeu nada, a reunião rolou e terminou sem maiores problemas, a mãe dela a xingou por ter molhado a blusa e a anágua ao servir água (foi o que ela alegou) e por sorte não chegou perto pra ver, porque teria sentido um cheiro forte dos fluidos do cara.
Essa experiência deve ter marcado ela, já que minha amiga, de personalidade tímida e submissa, sempre manteve essa atitude na cama: obediente, passiva e permissiva pra qualquer humilhação sexual que o parceiro inventasse.
Quando ela tinha 22 anos, conheceu um cara mais velho, tipo 48 e tantos, divorciado, o homem percebeu o jeito dela, nem preciso dizer que era um degenerado sexual, daqueles que topam tudo, virou namorado da mina, comeu ela em todo lugar e de todo jeito, casou com ela e com certeza cansou de transar com ela depois de um tempo, porque segundo ela me contou, ele reclamava que sempre faziam a mesma coisa e que queria fazer coisas diferentes e ela não ajudava a pensar, até humilhava ela, mandava ela fazer oral nele, e ela, apaixonada, fazia com tudo, ajoelhava pra chupar ele na sala enquanto ele via futebol, e ela mamava do melhor jeito possível, enquanto ele bebia e fumava vendo TV, ela se esforçava pra fazer direito, e não poucas vezes o babaca mandava ela vazar, falava pra deixar ele ver TV sossegado, que transar com ela já não tinha graça, e ela me confessava que isso fazia ela se sentir muito mal.
Mesmo assim ela amava ele, e ele Pra ela, era recíproco, mas em matéria de sexo o homem não se contentava com a vida a dois e queria algo mais, embora não explicasse o quê.
Um dia, desses, ele chegou em casa com um colega. Era sexta-feira e chegaram bem bebidos, muito alegres e com vontade de continuar bebendo. Ele exigiu que ela preparasse alguma coisa pra comer. Minha amiga já estava de camisola e coberta pra dormir. O marido disse: "Veste a saia mais curta que tiver e não coloca sutiã nem calcinha. Quero ver se você excita ele, e ver o que ele faz. E faz alguma coisa rápida de comer."
Minha amiga aceitou de má vontade. A garota não sabia dizer não. Segundo ela me descreveu, o tal colega do marido não era nada atraente. Era mais obeso, quase sem cabelo, descuidado na roupa, com a camisa desarrumada e suado, além de feio.
Mas ela obedeceu. Tirou a calcinha, vestiu a saia mais curta que encontrou e uma blusa. Desabotoou dois botões da blusa pra os peitos ficarem mais à mostra e se preparou pra atendê-los. Pensou que, se se comportasse bem, talvez o marido fizesse amor com ela. Fazia muito tempo que não transavam e, sinceramente, ela queria muito ter sexo com o homem que amava. Então, se dedicou a atendê-los da melhor forma possível.
O amigo estava com os olhos saindo da cara de tanto olhar pra ela. O marido observava tranquilamente enquanto o cara a devorava com o olhar. Ela me contou que o marido se aproximou e disse: "Senta na nossa frente e abre as pernas pro Jorge ver sua buceta." Ela olhou pra ele, envergonhada — coisa que nunca fazia — e respondeu:
— Marcos, tô com vergonha!
Ao que ele simplesmente respondeu:
— Faz isso, que me excita.
E assim ela começou a fazer. Toda vez que tinha oportunidade, sentava na frente deles e, disfarçadamente, abria as pernas. O gordo ficava de queixo caído, olhando descaradamente pra virilha dela, e o marido se acariciava disfarçadamente o pau diante da exibição da esposa.
A noite foi assim: eles bebendo cerveja, Marcos colocando pornô na TV. sem perguntar pra Maria se ela achava bom ou não, os dois amigos começaram a falar de buceta e sexo, estavam muito bêbados, e Marcos começou a se gabar de como a esposa dele dava bem no love, que até chupava o cu dele se ele quisesse, e Jorge, o amigo, só ficava olhando pra Maria com olhos cheios de tesão, dizendo que ele tinha muita sorte de ter uma mulher daquelas.
Numa dessas, enquanto Maria preparava uns sanduíches na cozinha, percebeu que os dois homens tinham ficado em silêncio. Quando voltou pra sala, descobriu que Jorge, o colega de trabalho do Marcos, o marido dela, tinha bebido tanto que tava dormindo, e Marcos, que também tava bêbado, tava viajando, vendo pornografia.
— Marcos, seu colega caiu no sono — avisou Maria, com um baita alívio, porque já tava com medo fazia um tempo que o marido ia fazer ela dar o love pra aquele gordo que ela nem conhecia, além de que era tarde e ela queria ir pra cama.
— Ele tá muito bêbado, mas viu como ele tava excitado com você? — respondeu ele
Maria não disse nada, e começou a catar garrafas e copos na sala.
— Maria, faz um boquete no Jorge. — ordenou seco.
Maria parou, ela só tinha ficado com dois homens na vida: o cara que usou ela quando ela tinha 18 anos naquele boteco sujo e o marido dela, e mais ninguém.
— Chupa ele, — ordenou de novo.
— Marcos... Cê tá bêbado!
— Maria, você é minha esposa, e se eu mando você chupar, chupa, eu sei que você gosta de fazer oral que até me encheu o saco. Chupa a pica dele pra ver que puta gostosa você é, ele nem vai perceber.
Maria tava acostumada a obedecer, amava o marido, curtia o sexo com ele, e a ideia de que isso ia excitar ele era um estímulo pra ela, mesmo que as palavras dele fossem ofensivas. Se não fizesse, ele não ia falar nada, mas ela sabia que ia ficar puto e que essa atitude ia durar vários dias, um pau era um pau, ela ia dar uns beijinhos na ponta, pensou, e com isso Salvaria o dia, além disso, o cara tava bêbado e não ia lembrar de nada, nem perceber. Até chamou a atenção dela ver outro pau que não fosse o do marido ingrato.
Colocou as garrafas e os copos na mesa da sala de novo e caminhou devagar até o Jorge, que tinha dormido sentado na mesma poltrona onde ela costumava fazer boquete no marido, na frente da TV.
Ajoelhou-se devagar, o Jorge tava com as pernas abertas, e se meteu entre elas, olhou pro marido num tom de súplica.
— Chupa ele como a puta que você é — ele ordenou.
Não tinha volta, Maria tateou com a mão a calça do cara pra sentir o volume, quando achou, instintivamente acariciou, já o Marcos tinha tirado o pau dele e se masturbava olhando de longe, Maria desabotoou o cinto do Jorge, devagar, a verdade é que não queria fazer aquilo, e se aproximou do volume que o pau dele fazia na calça e beijou, ali mesmo percebeu que a missão era mais difícil do que tinha pensado, porque como tinham tomado cerveja, passaram a noite toda mijando e era assim que cheirava o pau do coitado do Jorge, nem duro tava, mas olhou pro marido, que se masturbava feliz da vida: observando ela, então isso motivou ela a continuar.
Abriu a calça finalmente, lutou pra tirar o pau do esconderijo, não era grande, era um pau grosso, escuro, um pau bem indecente pra falar a verdade.
Ela começou o trabalho, descobriu a glande, que era de um roxo, aproximou a boca e sentiu ele molhado, o cara, excitado de ver as pernas dela e a buceta, tinha a ponta do pau cheia de líquido pré-seminal, o marido dela nunca deixava ela limpar o líquido pré-seminal com outra coisa que não fosse a boca dela, então ela tava acostumada com isso. O Marcos tinha se aproximado pra ver o espetáculo de perto, então sem escapatória, pegou o pau com a mão direita, terminou de puxar a capa pra baixo e meteu sem mais nem menos a glande dentro da boca. Era um pau fedorento, cheirava ao que os paus cheiram depois de um dia inteiro no trabalho e indo ao banheiro, cheirava a todas as cervejas que ele tinha bebido, e a líquido pré-seminal, e tudo isso ela tinha na boca naquele momento.
- Chupa isso, puta - disse o marido dela de novo.
Então Maria enfiou o pau inteiro na boca, como estava mole, não teve a menor dificuldade.
- Faz gostoso, puta, faz ele ficar duro, mostra pra ele o que é uma verdadeira puta.
Maria masturbava ele com a mão enquanto ao mesmo tempo metia e tirava da boca, levou um bom tempo e muita, mas muita saliva pra deixar ele duro.
Quando o pau cresceu, Maria descobriu que era um pau generosamente grande e grosso, escuro de cor, e quando ficou grande e duro, facilitou o trabalho dela de dar prazer oral, o que ela sabia fazer muito bem de tanto que tinha praticado com o marido, só que agora fazia pra um cara que ela nunca tinha visto na vida.
- Chupa as bolas dele, puta...
Maria me confessou que ficou um pouco excitada com tudo aquilo, chupava freneticamente, a verdade é que pau era pau e não tinha diferença entre aquele, o do marido dela ou qualquer outro. Já tinha se acostumado com o cheiro e o gosto amargo, então chupar as bolas dele não foi grande desafio e ela mamou nelas como se fossem as bolas do marido. Enquanto chupava um e outro testículo e molhava com a saliva, não parava de masturbar ele, o pau ficava cada vez maior, Jorge acordou confuso.
- O que que tá rolando? - perguntou estranhando.
Maria parou.
- É um presente, parceiro. É assim que eu atendo meus convidados. Quer que a puta pare? - disse Marcos, o marido de Maria.
Maria estava muito envergonhada, com o pau de Jorge na mão, todo cheio de saliva dela e bem enorme, Jorge olhava pra ela espantado, pegou ela pela cabeça e levou a boca dela de volta pro pau dele, Maria retomou o trabalho, sem direito a opinião ou sugestão.
- A verdade Jorge, tô te dando ela, pode fazer o que quiser com essa puta. Se quiser pisar nela, manda ver com gosto.
Jorge continuava atônito, Maria, como se fosse um robô, enfiava e tirava o pau da boca dele, estava assustada. E a paixão que minutos antes tinha atingido o auge tinha diminuído um pouco.
— Então manda ela se pelar — disse Jorge, já que Maria ainda estava vestida.
Maria se levantou, obedecia automaticamente, já tinha a cara toda lambuzada com o pau de Jorge, então não tinha nada a perder. Tirou a saia curta e a blusa, e voltou pra posição entre as pernas de Jorge, retomando o boquete.
— Quero comer ela — pediu Jorge, se levantando com dificuldade. Maria deu espaço, o homem estava bêbado, custava a ficar de pé. Se pelou, apalpou os peitos de Maria, e mandou ela ficar de quatro. Maria fez sem hesitar, ficou de quatro, abriu as pernas, sentiu o amigo do marido apalpando ela toda, o cu e as nádegas, meteu sem piedade e com força, com aquele pau pesado e grosso.
Maria não acreditava que estava de quatro sendo usada por um desconhecido. Marcos aproveitou e se ajoelhou na frente dela, enfiando o pau na boca dela.
Maria era penetrada por aqueles dois caras excitados, que comiam ela dos dois lados. Sentia o pau de Jorge se enfiar sem piedade na buceta dela, enquanto ele enfiava um dos dedos gordos no cu dela, ao mesmo tempo que Marcos metia o pau inteiro na boca dela, que, apesar de tudo, ela também achou molhado, sujo e fedendo a mijo.
No entanto, e como ela me confessou envergonhada, ela estava excitada com aquele abuso.
— Quer ver como eu chupo o cu dela? — perguntou Marcos pro Jorge. Era o cúmulo, como se ela não tivesse opinião sobre o que faziam com o corpo e a boca dela.
— Pode ir, parceiro — disse Jorge, que não parava de meter, e já tinha o dedo inteiro enfiado no cu da pobre Maria.
Marcos ficou de quatro. na frente dela, que também estava de quatro na frente do Jorge, enfiou a bunda na cara dele, agarrou uma das nádegas com a mão e ordenou: chupa, puta!
Maria sabia fazer aquilo, não era a primeira vez que o marido mandava ela beijar o cu dele, então começou a chupar o ânus dele na hora. Qual era o gosto ou o cheiro daquele cu? Maria já nem se perguntava mais, estava impregnada do cheiro e do gosto de dois paus na cara e dentro da boca, e não parou pra pensar nisso.
Não tinha nem dois minutos chupando o cu do marido, quando ele se afastou, levantando.
– Maria, tem que tratar bem as visitas. Chupa o cu do Jorge também.
Maria ficou chocada. O marido já não tinha mais escrúpulo nenhum. Sentiu o Jorge se ajoelhar de quatro, se encostando no sofá, pronto pra Maria fazer o serviço de chupar aquele ânus nojento e horrível dele.
Maria se endireitou devagar, olhou suplicante pro marido. Mas ele não tinha a menor consideração, olhou pra ela com severidade. Maria percebeu que o pau do marido tava duro e grande, sabia que logo ele ia meter e era o que ela mais queria naquele momento. Ela se aproximou da bunda obesa e horrível do Jorge e, se ajoelhando de quatro de novo, começou a beijar as nádegas gordas dele.
– Chupa o cu dele, puta – ele disse... Quantas vezes o marido tinha chamado ela de puta naquela noite? Já tinha perdido a conta.
Maria abriu as nádegas do Jorge com as mãos, procurando o cu dele, e timidamente começou a beijar. De repente, sentiu a mãozona do Jorge na cabeça dela, empurrando ela até o fundo da bunda dele. Como recompensa, ao mesmo tempo, sentiu o marido se colocar debaixo dela e chupar a buceta dela com tesão.
Maria percebeu que o pau do Jorge começava a murchar devagar, com certeza por causa da bebedeira, ele devia estar dormindo. E depois de todo o esforço pra deixar ele duro e todas as baixezas e humilhações do marido pra que aquele gordo perdesse a ereção, e o cúmulo dos cúmulos, estando ela no cu dele! Que com certeza nem a esposa dele fazia isso.
Felizmente, Marcos tinha chegado ao limite, tirou ela de entre as nádegas de Jorge, deitou ela no chão, ela abriu as pernas porque sabia que ia ser penetrada, e Marcos a atacou de forma selvagem, penetrando ela sem piedade enquanto despejava nela um monte de grosserias:
- Sua puta imunda! Chupadora de cus!
Ele dizia enquanto empurrava o pau com violência, ela tremia, excitada.
- Assume que você gosta de chupar cu, prostituta, assume!
Já Marcos ia gozar, Maria conhecia ele, sempre falava as piores grosserias quando ia ejacular.
- Assume que é uma puta! Que gostou do pau de Jorge, fala!
- Sim... - disse Maria - eu gosto do pau de Jorge
- Fala pra ele, puta! Não pra mim, fala pra ele que você gosta do pau dele
Maria estava debaixo de Marcos, que a penetrava sem piedade, procurou o rosto de Jorge e obedeceu ao marido:
- Jorge - disse Maria - eu gosto da sua pica...
- Agradece, puta! - gritou Marcos, exigindo mais...
- Obrigada, Jorge, por me dar sua pica! Obrigada! Obrigada! Eu gosto da sua pica... - gritou Maria, enquanto sentia Marcos despejar o sêmen dentro da buceta dela. Ela estava com o rosto encostado nas nádegas de Jorge, enquanto o marido tremia.
- Que puta gostosa... - gemeu Marcos, enquanto se levantava, Maria ficou no chão, exausta, com as pernas abertas e a buceta cheia de porra.
Maria olhou pro pau de Jorge, estava gigante de novo graças àquele espetáculo, ela ansiava fazer ele gozar e terminar sua missão.
- Jorge, faz o que quiser com essa puta, goza na cara dela se quiser, ela não liga, ou come ela... Já tá pronta... - disse Marcos enquanto se sentava no sofá e acendia um cigarro. Maria pensava consigo mesma: ele não se cansa de me humilhar! Mas ficou esticada no chão, esperando pra ver o que Jorge queria fazer com ela.
Jorge se levantou ao lado Ela, María entendeu que queria mais sexo oral, ou até mesmo aproveitar a oferta do marido de gozar na boca dela, e a verdade é que ela estava morrendo de vontade.
Ela enfiou na boca tudo o que conseguiu do pau de Jorge, começou a chupar enquanto acariciava os ovos dele com uma mão e o masturbava com a outra...
— Que gostoso que você chupa, putinha... — disse Marcos... E Maria tremeu: já queria gozar nela.
Ela ficou bem quieta, Jorge se mexia na boca dela, com frenesi, agora não ia mais tirar, como quando abusaram dela na casa da reunião aos 18 anos, ficou parada esperando a porra.
Jorge descarregou tudo dentro dela, Maria sentiu aquela porrada de sêmen, quente, viscoso, invadindo todos os cantinhos da boca dela, não sabia se engolia ou o que ia fazer com aquela porra quando acabasse. O marido dela tinha se aproximado pra ver de perto como ela era gozada, Jorge se balançava enquanto segurava a cabeça dela — que putinha gostosa, que putinha gostosa — ele dizia enquanto descarregava toda aquela porra que guardava nos ovos dele.
Finalmente tirou o pau da boca dela, que tinha deixado cheia de porra, e foi pro outro sofá, Maria ficou de joelhos no meio da sala, enquanto o sêmen do marido molhava as pernas dela e ela segurava a porra do Jorge na boca. Decidiu não engolir, cuspiu na mão direita a gozada do Jorge e levou todo aquele sêmen até a buceta dela, enfiou pra misturar com o do Marcos, e com os dois leites entre a buceta e a mão começou a se masturbar, não demorou pra gozar. Jorge e Marcos olhavam pra ela.
— Chupa seus peitos — ordenou Jorge, e ela obedeceu na hora, enquanto arrepios de prazer percorriam o corpo dela.
Eram umas três da manhã, os três estavam pelados e ela no meio da sala.
— Vou dormir — disse Marcos — Jorge, aqui te deixo ela, se quiser, come ela quantas vezes quiser...
E o filho da puta saiu da sala, foi pro quarto dele dormir. Deixando ela ali, de joelhos, pelada e sozinha, se oferecendo pra um estranho. Jorge olhou para ela. Maria tinha os peitos grandes e a cara bonita, tinha acabado de gozar, o que a deixava radiante.
— Vem, puta, chupa meu pau até ele ficar duro pra eu poder te estuprar de novo.
Maria se arrastou até ele, como ela sempre obedecia. Enfiou o pau de Jorge de novo na boca. Tinha gosto de buceta e ainda tinha gotas de porra. Chupou como se fosse a última pica do mundo, até ele ficar duro de novo. Nem preciso dizer que Jorge abusou dela. Comeu ela sem parar por um tempão, colocou ela em todo tipo de posição, fez ela limpar com a língua a porra que tinha caído no chão. Enfiou meio pau no cu dela (não aguentou tudo). Fez ela chupar o pau dele com força depois de tirar do cu. Gozou mais duas vezes naquela hora. No final, pra arrematar, levou ela pro banheiro e fez ela dar banho nele. Não tinha terminado de lavar ele, e Jorge deu vontade de mijar. Ajoelhou ela e mijou no cabelo dela, nos peitos e na cara. Bateu uma nos lábios dela até gozar de novo. Cuspiu na cara dela. Fez ela acompanhar ele até a garagem pelada, gozada e mijada, coberta só com uma toalha. Agradeceu enquanto entrava no carro.
— Valeu, puta. Realizou um monte das minhas fantasias. Você é a melhor puta que já tive. Agradece teu marido. Fala pra ele que segunda a gente se vê no escritório.
E foi embora, sem mais. Maria entrou em casa. Pra se vingar do marido, foi do jeito que tava pra cama e deitou do lado do Marcos, que tava dormindo a bebedeira há horas. Marcos sentiu quando ela deitou do lado dele.
— Como foi? — perguntou.
— Você me deixou sozinha com o Jorge, e ele me tratou pior que uma puta — respondeu.
— O que ele fez?
— Me comeu várias vezes, me fez engolir a porra dele e limpar a porra que ficou no chão da primeira vez que a gente transou os três. Chupei o pau dele por horas. Enfiou no meu cu. Depois me fez dar banho nele. Tive que tocar ele. por todo o corpo dele com o sabão e ele me agradeceu mijando na minha cara, nos meus peitos e no meu cabelo, me fez chupar ele de novo, gozou pela última vez na minha boca, já quase não tinha porra, cuspiu na minha cara e vazou. Manda um abraço pra você.
- E você, como se sente? - perguntou Jorge
- Bem, meio humilhada, mas tô excitada, sei lá, verdade. Eu te servi direito?
- Sim, meu amor, você mandou muito bem - disse Jorge, - semana que vem vou trazer um dos seguranças, todo mundo no trampo fala que ele tem um pauzão.
- Tudo bem, tô cansada, vou dormir
- Me chupa primeiro, antes de dormir, puta. - exigiu ele por fim.
A Maria já tava com a mandíbula doendo de tanto ficar de boca aberta, mesmo assim, a vantagem foi que não durou nem um minuto pra ele gozar tudo, de tão bom que ela fez, e de novo ela teve que engolir toda a porra sem reclamar.
Mesmo assim, Maria tava com muita vontade de continuar transando, toda a experiência com Jorge na sala e no banheiro tinha deixado ela muito excitada, pegou o pau do marido, que não era tão grande quanto o do Jorge, mas tava duro, masturbou ele meio ansiosa pra chupar, desceu pros bagos e beijou e babou generosamente, o marido abriu bem as pernas, o que era um sinal pra ela chupar o cu dele também, então ela chupava os bagos, depois beijava o cu dele e depois enfiava a cabeça do pau toda na boca, sugando, e repetia tudo de novo.
Ouviu de novo o Marcos xingando ela, isso significava que ele tava adorando o boquete, molhou bem o pau dele com a saliva chupando rápido e forte e não parou até jatos de porra começarem a sair do pau do Marcos na cara dela, banhando ela, Maria masturbou ele freneticamente até ele gozar tudo, depois se dedicou a chupar a rola cheia de gozo, que tinha ficado bem sensível, cada vez que ela chupava a ponta, Marcos tremia. Não deixou ele em paz até ver ele mole. Exausto. Assim que o Marcos pegou no sono, ela foi direto pro banheiro, tomou um banho bem demorado e se deitou do lado do marido. Diz que naquele dia dormiram até as três da tarde. E quando acordou, o marido já tinha preparado o café da manhã e servido na cama pra ela. Esse foi o começo de uma nova sexualidade pra eles, algo meio autodestrutivo, mas naquele momento tava servindo e era isso que importava.
Antes eu já tinha contado quando comi essa mina pela primeira vez, também bancado pelo marido dela, e achei interessante compartilhar essa história que ela mesma me contou.
Valeu por ler, espero que tenham gostado. Em breve, dependendo dos comentários, vou continuar contando essas experiências.
6 comentários - Abusada pelo amigo do marido... E pelo marido.